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Zélia Duncan leva aos palcos o show de lançamento de seu 21º disco

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Celebrar 45 anos de carreira lançando um álbum inteiramente inédito, certamente, é a forma mais fiel de compreender a trajetória de Zélia Duncan. Depois da excelente recepção de “Agudo Grave” pela crítica e pelo público, a cantora e compositora leva aos palcos o show de lançamento de seu 21º disco, transformando em experiência ao vivo um trabalho que reafirma sua inquietação artística e sua disposição permanente para seguir em movimento. 

“Apesar de tanto tempo e de tantas músicas, continuo procurando lugares onde nunca fui. O show ‘Agudo Grave’ vai falar justamente desse desejo de seguir adiante, sempre revendo o lugar de onde eu vim. É uma mistura do desafio com o caminho já percorrido”, resume a artista.

Com direção da própria Zélia Duncan e de Simone Mina (que também assina o cenário) e direção musical de Maria Beraldo, uma das artistas mais inventivas de sua geração, o espetáculo amplia a atmosfera do álbum e evidencia o encontro entre diferentes tempos, gerações e linguagens.

“Quis comemorar esses 45 anos de uma maneira desafiadora: com um disco todo novo, reunindo parceiros da minha geração e também novas parcerias. A Maria é uma artista muito corajosa, profundamente respeitada pelos colegas, e trouxe um olhar que abriu caminhos para esse trabalho.”

No palco, Zélia é acompanhada por Antonio Loureiro (bateria), Fabio Sá (baixo), Aline Gonçalves (flautas e clarinete), Amanda Camargo (piano) e Ciro Bellucci (violões). Formado por músicos multi-instrumentistas, a banda faz da versatilidade uma marca do espetáculo, alternando instrumentos, vozes e texturas sonoras ao longo da apresentação. Os arranjos exploram essa liberdade cênica e musical, aproximando a delicadeza e a força que atravessam o repertório de “Agudo Grave”.

O roteiro do show coloca as novas canções como a faixa título “Agudo Grave”, parceria dela com Lucina; “Pontes no Ar”, composta com Alberto Continentino; e “Maravilha Disforme”, feita com Lenine — em diálogo com obras que já fazem parte da trajetória de Zélia, sem recorrer à nostalgia. 

“O repertório traz as músicas novas conversando com as músicas que já estão no caminho. São assuntos novos, encontrando canções que continuam vivas e dizendo coisas importantes para mim”, explica. Entre parceiros que atravessam diferentes momentos de sua obra estão nomes como Lenine, Lucina, Zeca Baleiro e Juliano Holanda, refletindo uma carreira construída entre permanências, encontros e constante reinvenção.

Produzido e arranjado por Maria Beraldo (também uma das participações especiais do disco ao lado de Lenine e Alberto Continentino), lançado pelo selo Duncan Discos com distribuição digital The Orchard, “Agudo Grave” tem 11 faixas e está disponível em todos os aplicativos de música desde maio de 2026.

SERVIÇO Data: 25 de setembro / Vivo Rio Endereço: Av. Infante Dom Henrique 85, Parque do Flamengo Ingressos: VENDAS ONLINE

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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