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CEBRI Cultural une arte à agenda internacional do Brasil 

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O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) inaugura CEBRI Cultural, na Gávea, no Rio de Janeiro, com as exposições “As Bárbaras”, de Cláudia Jaguaribe, e “A natureza reimaginada”, de Raul Mourão.

O CEBRI amplia sua atuação ao reconhecer a cultura como uma dimensão da identidade brasileira e uma ferramenta de projeção internacional do país. O núcleo cultural será uma plataforma de intercâmbio e de produção e disseminação de conhecimento, aproximando artistas, pesquisadores e públicos diversos dos debates sobre o Brasil no mundo.

“Com o CEBRI Cultural, queremos ampliar o diálogo com a sociedade e integrar a cultura à nossa atuação em geopolítica e relações internacionais, como fazem outros think tanks ao redor do mundo”, afirma Julia Dias Leite, diretora-presidente do CEBRI.

O CEBRI Cultural fortalece o corredor cultural da Gávea, ao lado da PUC-Rio, do Instituto Moreira Salles, do Planetário, da Casa das Garças e do Jardim Botânico, além dos cinemas e teatros do bairro. A sede reúne jardins, auditório, sala de exposições e uma capela histórica, permitindo que a visita se desenvolva entre os ambientes expositivos e a paisagem natural.

“Queremos que o CEBRI Cultural faça parte da vida da cidade. As exposições de estreia traduzem esse convite ao encontro, com obras que permitem olhar para a história do Brasil e para a natureza que nos cerca”, diz Hugo Barreto, conselheiro consultivo internacional do CEBRI para Cultura.

O lançamento inaugura uma agenda continuada de ações culturais. Entre as iniciativas está a Memória Oral da Diplomacia, que reunirá seis décadas de política externa em depoimentos de Celso Lafer, Rubens Ricupero e outros embaixadores.

“As Bárbaras”, de Claudia Jaguaribe, é um projeto artístico que une fotografia e história para questionar e reimaginar o papel das mulheres na formação do Brasil. Por meio de imagens contemporâneas construídas a partir de pesquisas iconográficas, o trabalho revisita personagens femininas reais que viveram entre os séculos XVI e XX.

Inspirado em Bárbara de Alencar, revolucionária do século XIX e ancestral da artista, o projeto reúne diferentes figuras femininas sob o nome As Bárbaras, evocando os sentidos atribuídos ao termo, que vão de “estrangeira” a “mulher excepcional”. “Algumas figuram nos compêndios da história brasileira, enquanto muitas outras foram esquecidas, apagadas ou relegadas à margem”, explica Jaguaribe.

Nos jardins, “A natureza reimaginada”, de Raul Mourão, integra esculturas à paisagem e transforma o espaço em uma galeria ao ar livre. As obras estabelecem um diálogo entre a geometria e as formas orgânicas do entorno. “As linhas retas, as formas geométricas dançam com essa paisagem verde e orgânica da natureza”, afirma Mourão.

Serviço: Abertura ao público a partir de 22/10

Horários de visitação

Quintas e sextas, de 10h às 18h

Sábados e domingos, de 13h às 18h

Entrada gratuita

Rota Cult
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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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