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	<title>Matérias - Rota Cult</title>
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	<title>Matérias - Rota Cult</title>
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		<title>O Agente Secreto é indicado ao Oscar em 4 categorias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 17:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[O Agente Secreto]]></category>
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<p class="has-text-align-center">O dia amanheceu histórico para o cinema brasileiro, mas não somente; o dia amanheceu histórico para o cinema mundial. Igualamos um recorde histórico por um lado, superamos esse mesmo recorde por outro: o Oscar 2026 indicou, mais uma vez, um filme brasileiro na categoria principal.&nbsp;<em>O Agente Secreto</em>, assim como&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>ano passado, é um dos 10 melhores filmes do ano, e do mundo, para a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, e junta a indicação de melhor filme também melhor filme internacional, melhor ator para o baiano Wagner Moura e, nossa maior surpresa, a indicação na categoria estreante da cerimônia, melhor direção de elenco. Se juntarmos a indicação de Adolpho Veloso como melhor fotógrafo de&nbsp;<em>Sonhos de Trem</em>, aí superamos 2004, quando&nbsp;<em>Cidade de Deus&nbsp;</em>teve iguais 4 indicações aos troféus.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além de nós, a História também foi feita dentro do cinema americano: um recorde instituído há 75 anos caiu, o de maior número de indicações para um mesmo filme. Já era esperado, mas&nbsp;<em>Pecadores&nbsp;</em>não é um filme qualquer; trata-se de um título celebratório da cultura negra estadunidense, e da sobrevivência do ser negro como um todo. Uma das maiores bilheterias do ano passado, o filme dirigido por Ryan Coogler conseguiu muitas indicações inéditas para ele e seu elenco. Essa é a primeira indicação de Coogler fora da categoria de produtor, já que também foi indicado como diretor e roteirista. Michael B. Jordan, Delroy Lindo e Wunmi Mosaku também obtêm suas merecidas primeiras indicações, e o filme se transforma em ameaça real para o grande favorito da temporada,&nbsp;<em>Uma Batalha Após a Outra</em>.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com 13 indicações, o filme de Paul Thomas Anderson continua na dianteira da corrida, mas seu rival de estúdio, ao conseguir essa marca histórica em cima de&nbsp;<em>A Malvada&nbsp;</em>(igualada posteriormente por&nbsp;<em>Titanic&nbsp;</em>e&nbsp;<em>La La Land</em>), grita que é mais que uma pedra no sapato &#8211; temos uma disputa real, de muitas formas, e em muitas categorias essa briga é direta. Por enquanto, o longa protagonizado por Leonardo DiCaprio segue uma corrida para a consagração, para entronizar um cineasta da estatura de PTA no panteão dos maiores de todos os tempos, que a Academia ainda não premiou. Com as três indicações em seu nome que recebeu hoje, o cineasta soma 14 indicações ao Oscar sozinho, e sua consagração pode enfim acontecer. Mas&nbsp;<em>Pecadores&nbsp;</em>definitivamente não está morto.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Quem está morto?&nbsp;<em>Wicked: Parte 2</em>. Com uma campanha mundial que visava bisar as indicações do ano passado, assim que foi lançado e as críticas atestaram que a comparação com o anterior era injusta, o filme sofreu derrotas consecutivas, como a ausência das indicações de melhor filme no Globo de Ouro. Nada nos preparou para essa manhã, onde o filme teve um total de zero indicações, e a humilhação não foi pouca. Em figurino, maquiagem e canção, o filme perdeu a vaga para filmes que sequer sonhavam com as mesmas (<em>Avatar: Fogo e Cinzas</em>, inexplicavelmente na primeira; dois filmes internacionais na segunda &#8211;&nbsp;<em>Kokuro&nbsp;</em>e&nbsp;<em>A Meia-Irmã Feia</em>; e um filme desconhecido na terceira &#8211; alguém sabia da existência do documentário&nbsp;<em>Viva Verdi!&nbsp;</em>antes de hoje?). O golpe foi certeiro, e ainda que o filme estivesse em queda, essas três indicações eram mais que garantidas, o que prova o desagrado dos votantes.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Já citado,&nbsp;<em>Avatar: Fogo e Cinzas&nbsp;</em>quase teve destino semelhante, mas além dessa indicação de figurino bem, digamos, &#8220;engraçada&#8221;, o filme conquistou a indicação de efeitos especiais esperada, que deve se transformar em vitória. O filme de James Cameron, que já arrecadou 1,4 bilhão em todo mundo, também não obteve críticas entusiasmadas, e suas chances para saltos maiores, como era o desejo de seu mentor e do estúdio, eram consideradas impossíveis. Aliás, o estúdio perdedor desse ano sem dúvida é a Disney/20th Century; essa é a primeira vez em 20 anos que a 20th Century (ou sua versão independente, a Searchlight) fica de fora da categoria de melhor filme.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além da consagração de&nbsp;<em>O Agente Secreto</em>, um outro filme internacional invadiu a festa ianque com os pés na porta:&nbsp;<em>Valor Sentimental&nbsp;</em>confirmou as previsões e teve 9 indicações ao Oscar, incluindo melhor direção para Joachim Trier, as duas vagas de atriz coadjuvante possíveis (para Elle Fanning e para Inga&nbsp;Ibsdotter&nbsp;Lilleas) e em melhor montagem. O filme é, certamente, o nosso óbvio rival em melhor filme internacional, uma categoria que teve outros dois filmes indicados em categorias externas também:&nbsp;<em>Sirât</em>, que também apareceu em melhor som, e&nbsp;<em>Foi Apenas um Acidente</em>, também indicado em roteiro original. O filme de Jafar Panahi, que começou a corrida com fôlego, terminou sem as esperadas indicações em melhor filme e melhor direção, que soavam possíveis há um mês atrás. Esse é o primeiro vencedor da Palma de Ouro em Cannes a não conseguir indicação ao Oscar principal desde&nbsp;<em>Titane</em>, de Julia Ducorneau. Ainda assim, o festival francês teve mais uma vez aproveitamento invejável na categoria filme internacional: os quatro já citados ganharam prêmios na última edição, e todos são distribuídos pela Neon, que fez uma campanha vitoriosa para todos. A quinta vaga foi para o tunisano&nbsp;<em>A Voz de Hind Rajab</em>, que mostra o excelente momento da cineasta Kaouther Ben Hania, em sua terceira indicação em 5 anos (as outras foram&nbsp;<em>O Homem que Vendeu sua Pele&nbsp;</em>e&nbsp;<em>As Quatro Filhas de Olfa</em>).&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Para muita gente, um nome parece deslocado dessa lista final em melhor filme:&nbsp;<em>F1</em>. Mas será que foi? Até um mês atrás, provavelmente essa indicação soaria como piada, mas essa foi a vaga que os filmes de James Cameron e Jon M. Chu não ocuparam. Ou seja, apesar das excelentes bilheterias de&nbsp;<em>Pecadores</em>,&nbsp;<em>Uma Batalha Após a Outra&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Marty Supreme&nbsp;</em>(e de&nbsp;<em>Frankenstein&nbsp;</em>ser um dos filmes mais vistos da Netflix, o que o credenciou para as vagas mais populares), a Academia não tem escondido seu apreço por filmes cuja bilheteria alta &#8211; e algum valor artístico, vá lá &#8211; cavam uma posição entre as indicações da categoria principal. O fato de que o filme dirigido por Joseph Kosinski (o mesmo que conseguiu isso também com&nbsp;<em>Top Gun: Maverick</em>) também é estrelado e produzido por Brad Pitt &#8211; cujas campanhas são sempre bem sucedidas &#8211; justificam sua presença, ainda que claramente seus predicados sejam os menores da disputa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Na categoria das surpresas do dia, além do desaparecimento de&nbsp;<em>Wicked&nbsp;</em>(essa é a maior de todas), temos o magnífico reconhecimento a um dos grandes atores do cinema estadunidense, Delroy Lindo. Recentemente, Lindo foi sumariamente roubado nas indicações em uma vaga que ele tinha direito inclusive de vencer, com&nbsp;<em>Destacamento Blood</em>. Sua indicação por&nbsp;<em>Pecadores&nbsp;</em>é um merecido aplauso a um dos enormes artistas que Spike Lee reverencia&nbsp;há mais de 30 anos, cuja filmografia se inicia em 1976. Se não é o ator mais velho indicado no ano (isso cabe a Amy Madigan, única indicação de&nbsp;<em>A Hora do Mal</em>), foi dele a vaga de indicação solo do ano, já que sua nomeação, apesar de muito merecida, não teve respaldo em nenhum outro prêmio anterior.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a indicação de&nbsp;<em>O Agente Secreto&nbsp;</em>é a sexta para o Brasil na categoria, que anteriormente bateu com&nbsp;<em>O Pagador de Promessas</em>,&nbsp;<em>O Quatrilho</em>,&nbsp;<em>O Que é Isso, Companheiro?</em>,&nbsp;<em>Central do Brasil&nbsp;</em>e ano passado, com nossa vitória por&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui</em>. Existe um favoritismo crescente a nosso favor, e caso ganhemos, será a oitava vez que um mesmo país consegue isso por dois anos seguidos, sendo que a última vez foi a Dinamarca, há quase 40 anos. Ou seja, não será uma corrida simples ou já ganha, mas as chances são existentes, e a campanha está na rua. O filme brasileiro tem uma temática e uma importância contextual maior que o longa norueguês, que é muito querido, e o número de indicações de hoje deixa claro. A nossa torcida está liberada, com a consciência de que o raio pode sim cair duas vezes no mesmo lugar.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Confira abaixo as indicações:&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Filme</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Bugonia<br>F1: O Filme<br>Frankenstein<br>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet<br>Marty Supreme<br>Uma Batalha Após a Outra<br>O Agente Secreto<br>Valor Sentimental<br>Pecadores<br>Sonhos de Trem</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Ator</p>



<p class="has-text-align-center">Timothée Chalamet (Marty Supreme)<br>Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra)<br>Ethan Hawke (Blue Moon)<br>Michael B. Jordan (Pecadores)<br>Wagner Moura (O Agente Secreto)</p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Ator Coadjuvante</p>



<p class="has-text-align-center">Benicio del Toro (Uma Batalha Após a Outra)<br>Jacob Elordi (Frankenstein)<br>Delroy Lindo (Pecadores)<br>Sean Penn (Uma Batalha Após a Outra)<br>Stellan Skarsgard (Valor Sentimental)</p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Atriz</p>



<p class="has-text-align-center">Jessie Buckley (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet)<br>Rose Byrne (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria)<br>Kate Hudson (Song Sung Blue)<br>Renate Reinsve (Valor Sentimental)<br>Emma Stone (Bugonia)</p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Atriz Coadjuvante</p>



<p class="has-text-align-center">Elle Fanning (Valor Sentimental)<br>Inga Ibsdotter Lilleaas (Valor Sentimental)<br>Amy Madigan (A Hora do Mal)<br>Wunmi Mosaku (Pecadores)<br>Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra)</p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Direção</p>



<p class="has-text-align-center">Chloé Zhao (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet)<br>Josh Safdie (Marty Supreme)<br>Paul Thomas Anderson (Uma Batalha Após a Outra)<br>Joachim Trier (Valor Sentimental)<br>Ryan Coogler (Pecadores)</p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Roteiro Original</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Blue Moon<br>Foi Apenas um Acidente<br>Marty Supreme<br>Valor Sentimental<br>Pecadores</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Roteiro Adaptado</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Bugonia<br>Frankenstein<br>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet<br>Uma Batalha Após a Outra<br>Sonhos de Trem</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Filme Internacional</p>



<p class="has-text-align-center"><em>O Agente Secreto (Brasil)<br>Foi Apenas um Acidente (França)<br>Valor Sentimental (Noruega)<br>Sirat (Espanha)<br>A Voz de Hind Rajab (Tunísia)</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Documentário</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Alabama: Presos pelo Sistema&nbsp;<br>Embaixo da Luz de Neon<br>Cutting Through Rocks<br>Mr. Nobody Against Putin<br>A Vizinha Perfeita&nbsp;</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Documentário em Curta-Metragem</p>



<p class="has-text-align-center"><em>All the Empty Rooms<br>Armed Only With a Camera: The Life and Death of Brent Renaud<br>Children No More: &#8220;Were and Are Gone&#8221;<br>The Devil Is Busy<br>Perfectly a Strangeness</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Animação</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Arco<br>Elio<br>Guerreiras do K-Pop<br>A Pequena Amélie&nbsp;<br>Zootopia 2</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Animação em Curta-Metragem</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Butterfly<br>Forevergreen<br>The Girl Who Cried Pearls<br>Retirement Plan<br>The Three Sisters</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Curta-Metragem</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Butcher&#8217;s Stain<br>A Friend of Dorothy<br>Jane Austen&#8217;s Period Drama<br>The Singers<br>Two People Exchanging Saliva</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Trilha Sonora Original</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Bugonia<br>Frankenstein<br>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet<br>Uma Batalha Após a Outra<br>Pecadores</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Canção Original</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Dear Me&#8221; (Diane Warren: Relentless)<br>&#8220;Golden&#8221; (Guerreiras do K-Pop)<br>&#8220;I Lied To You&#8221; (Pecadores)<br>&#8220;Sweet Dreams of Joy&#8221; (Viva Verdi!)<br>&#8220;Train Dreams&#8221; (Sonhos de Trem)</p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Direção de Elenco</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet<br>Marty Supreme<br>Uma Batalha Após a Outra<br>O Agente Secreto<br>Pecadores</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Fotografia</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Frankenstein<br>Marty Supreme<br>Uma Batalha Após a Outra<br>Pecadores<br>Sonhos de Trem</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Design de Produção</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Frankenstein<br>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet<br>Marty Supreme<br>Uma Batalha Após a Outra<br>Pecadores</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Edição</p>



<p class="has-text-align-center"><em>F1: O Filme<br>Marty Supreme<br>Uma Batalha Após a Outra<br>Valor Sentimental<br>Pecadores</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Som</p>



<p class="has-text-align-center"><em>F1: O Filme<br>Frankenstein<br>Uma Batalha Após a Outra<br>Pecadores<br>Sirat</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhores Efeitos Visuais</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Avatar: Fogo e Cinzas<br>F1: O Filme<br>Jurassic World: Recomeço<br>O Ônibus Perdido</em> / Pecadores</p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Figurino</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Avatar: Fogo e Cinzas<br>Frankenstein<br>Hamnet: A Vida Antes de Hamlet<br>Marty Supreme<br>Pecadores</em></p>



<p class="has-text-align-center">Melhor Maquiagem e Cabelo:&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Frankenstein<br>Kokuho<br>Pecadores<br>Coração de Lutador: The Smashing Machine<br>A Meia-Irmã Feia</em></p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a TNT e a HBO Max exibem ao vivo e na íntegra a 98ª edição do OSCARS®, no dia 15 de março. Apresentada por Conan O&#8217;Brien, a  cerimônia acontece no Dolby® Theatre, no Ovation Hollywood, palco que reúne os maiores nomes do cinema internacional. </p>
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		<title>Open Air Brasil volta ao Jockey Club</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 14:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[openairbrasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O maior evento de cinema a céu aberto do mundo voltará em 2026 ao Rio de Janeiro, no Jockey Club, na Gávea. A próxima parada do Open Air Brasil será o Rio de Janeiro, de 24 de março a 5 de abril, no Jockey Club, na Gávea; e em seguida aporta em São Paulo, no segundo semestre. As duas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O maior evento de cinema a céu aberto do mundo voltará em 2026 ao Rio de Janeiro,<strong> </strong>no Jockey Club, na Gávea. A próxima parada do Open Air Brasil será o Rio de Janeiro, de 24 de março a 5 de abril, no Jockey Club, na Gávea; e em seguida aporta em São Paulo, no segundo semestre.</p>



<p class="has-text-align-center">As duas primeiras edições com patrocínio do Nubank atingiram resultados inéditos, com o maior retorno de mídia espontânea de todas as suas 35 edições, ultrapassando R$ 80 milhões (soma BSB+SSA), e reunindo cerca de 40 mil pessoas (soma BSB+SSA). Sucesso de público, com mais de 980 mil pessoas ao longo de 20 anos, o Open Air já passou por oito capitais brasileiras, além de Lisboa e Madri, com sua tela gigante de 325m², do tamanho de uma quadra de tênis e da altura de um prédio de quatro andares — a maior tela de cinema a céu aberto do mundo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Fabricada na Suíça, a estrutura percorre um trajeto multimodal de 14.373 km até chegar ao público brasileiro: 650 km por via ferroviária entre Berna e Antuérpia, 11.112 km por transporte marítimo até o Rio de Janeiro e, depois, mais 2.611 km por rodovias até Brasília e Salvador. Esse deslocamento, somado à tecnologia exclusiva da tela de 325 m², reforça a magnitude e o nível de engenharia necessários para a realização do Open Air Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">Renato Byington, CEO da D+3, também comemora o fortalecimento do Cinema Inflável, projeto itinerante de cinema gratuito, que nasceu em 2013 e teve um crescimento de 300% em 2025. Com uma enorme tela inflável de 60m², o evento leva filmes de diversos gêneros a comunidades com acesso limitado ao cinema. &#8220;Fazíamos 10 sessões do Cinema Inflável para cada Open Air. Agora são 40, graças ao incentivo do Nubank, que tem foco total em ESG, especialmente no social&#8221;, diz Renato Byington. </p>



<p class="has-text-align-center">A iniciativa oferece uma experiência completa e gratuita para toda a família, com distribuição de pipoca, oficinas realizadas por pontos de cultura da região, atividades infantis e estrutura preparada para receber cerca de mil pessoas por sessão. O projeto, que até o ano passado somava 14 edições em cidades apenas do Rio de Janeiro, foi elevado a um novo patamar e contou com 12 edições no Distrito Federal e 12 na Bahia, somando cerca de 40 mil pessoas apenas em 2025.</p>



<p class="has-text-align-center"> A montagem do Open Air demanda 108 horas de trabalho contínuo e a desmontagem outras 36, e a desmontagem outras 36, movimentando equipamentos que, juntos, somam 68.980 kg. Apenas no bar, o consumo diário ultrapassa 5 milhões de mililitros de bebidas, com um total de 13.145 unidades vendidas nas últimas edições.</p>
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		<title>&#8216;O Agente Secreto&#8217; é eleito como filme do ano pela ACCRJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Dec 2025 16:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[ACCRJ]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Mendonça Filho]]></category>
		<category><![CDATA[O Agente Secreto]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner Moura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das mais antigas entidades do jornalismo cultural brasileiro, a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), presidida por Ana Carolina Garcia, votou neste sábado sua lista dos dez melhores longas-metragens de 2025, e elegeu o thriller &#8220;O Agente Secreto&#8221;, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, como o melhor longa do ano. Lançada [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Uma das mais antigas entidades do jornalismo cultural brasileiro, a Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ), presidida por Ana Carolina Garcia, votou neste sábado sua lista dos dez melhores longas-metragens de 2025, e elegeu o thriller &#8220;O Agente Secreto&#8221;, do pernambucano Kleber Mendonça Filho, como o melhor longa do ano. Lançada no Festival de Cannes, de onde saiu com quatro prêmios, incluindo os de Melhor Direção e Ator (Wagner Moura), a produção recria o Recife de 1977 a partir da luta pela sobrevivência de um pesquisador e professor da universidade pública que retorna à capital pernambucana para buscar o filho que foi obrigado a deixar com os avós. &nbsp;<br><br>Além de &#8220;O Agente Secreto&#8221;, o colegiado carioca destacou outra iguaria brasileira: &#8220;O Último Azul&#8221;,&nbsp;<em>river movie</em>&nbsp;rodado na Amazônia pelo pernambucano Gabriel Mascaro, com foco na luta de uma septuagenária (Denise Weinberg) para fugir de um campo de concentração geriátrico. Coube a esse longa o Grande Prêmio do Júri da Berlinale, em fevereiro. O panteão da ACCRJ destacou ainda o ganhador do Oscar de Melhor Filme e Direção deste ano, &#8220;Anora&#8221;, que venceu a Palma de Ouro de Cannes de 2024. Seu leque de escolhidos reúne ainda produções pop de gêneros como terror (&#8220;A Hora do Mal&#8221; e &#8220;Pecadores&#8221;) e aventura (&#8220;Superman&#8221;). &nbsp;<br><br>Melhor iniciativa cinematográfica de 2025: a atual curadoria de cinema da TV Brasil, pelo destaque para a produção autoral brasileira. Desde janeiro, a emissora, pública e de viés educativo, comandada por Antonia Pellegrino, renovou seu repertório de filme, valorizando títulos de diferentes estados do país e resgatando clássicos cultuados, como &#8220;O Bandido da Luz Vermelha&#8221; (1968). &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em sua tradicional homenagem a artistas que partiram de janeiro até agora, a ACCRJ promove homenagens póstumas ao diretor David Lynch, à atriz Diane Keaton e aos atores Gene Hackman e Robert Redford (também cineasta, produtor e criador do Sundance Institute) e aos mestres brasileiros Carlos Diegues e Silvio Tendler.</p>



<p class="has-text-align-center">No início de 2026, uma mostra na Caixa Cultural, organizada pela ACCRJ, vai exibir seus eleitos. &nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Os 10 melhores filmes de 2025 para a ACCRJ</u></strong><strong><br></strong>&#8220;O Agente Secreto&#8221;, de Kleber Mendonça Filho (melhor longa do ano)<br>&#8220;A Hora do Mal&#8221; (&#8220;Weapons&#8221;), de Zach Cregger<br>&#8220;Anora&#8221;, de Sean Baker<br>&#8220;Conclave&#8221;, de Edward Berger<br>&#8220;Flow&#8221; (&#8220;Straume&#8221;), Gints Zilbalodis<br>&#8220;O Último Azul&#8221;, de Gabriel Mascaro&nbsp;<br>&#8220;Pecadores&#8221; (&#8220;Sinners&#8221;), de Ryan Coogler &nbsp;<br>&#8220;Setembro 5&#8221; (&#8220;September 5&#8221;), de Tim Fehlbaum<br>&#8220;Superman&#8221;, de James Gunn&nbsp;<br>&#8220;Uma Batalha Após A Outra&#8221; (&#8220;One Battle After Another&#8221;), de Paul Thomas Anderson<strong></strong></p>
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		<title>PRINCESA MONONOKE será exibido remasterizado nos cinemas IMAX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Aug 2025 16:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sato Company, em parceria com o lendário Studio Ghibli, relança nesta quinta-feira, 21 de agosto, PRINCESA MONONOKE remasterizado em cinemas IMAX no Brasil. Esta é uma oportunidade única para fãs antigos e novas gerações vivenciarem a obra-prima de Hayao Miyazaki como ela foi originalmente concebida: na imersão da tela grande. Lançado originalmente em 1997, o filme é [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Sato Company, em parceria com o lendário Studio Ghibli, relança nesta quinta-feira, 21 de agosto, <em>PRINCESA MONONOKE </em>remasterizado em cinemas IMAX no Brasil. Esta é uma oportunidade única para fãs antigos e novas gerações vivenciarem a obra-prima de Hayao Miyazaki como ela foi originalmente concebida: na imersão da tela grande.</p>



<p class="has-text-align-center">Lançado originalmente em 1997, o filme é um dos mais aclamados da história da animação japonesa e um marco do cinema mundial. Com uma poderosa mensagem ecológica, além de visualmente deslumbrante, o longa conta a jornada do jovem guerreiro Ashitaka em um Japão feudal fantástico, onde humanos e forças da natureza travam um conflito profundo.</p>



<p class="has-text-align-center">O jovem príncipe Ashitaka é amaldiçoado por um demônio e parte em uma jornada para encontrar uma cura. Ele acaba chegando a uma região devastada por conflitos entre humanos — representados por Lady Eboshi e sua Cidade do Ferro — e os espíritos da floresta, liderados por San, a misteriosa &#8220;Princesa Mononoke&#8221;, uma jovem criada por lobos gigantes e defensora implacável da floresta. Ashitaka tenta entender ambos os lados do conflito e busca um caminho de equilíbrio e coexistência. O filme é uma fábula complexa que navega e reflete sobre inúmeros temas, como coexistência, identidade, responsabilidade e equilíbrio.</p>



<p class="has-text-align-center">O relançamento faz parte de uma celebração mais ampla do legado dos 40 anos do Studio Ghibli, cujas animações conquistaram público e crítica em todo o mundo. Restaurado em alta definição e com opção de exibição legendada, o retorno do longa ao circuito cinematográfico IMAX promete emocionar e inspirar o público com sua narrativa atemporal, trilha sonora marcante de Joe Hisaishi e animação artesanal que segue impressionante mesmo após quase três décadas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Acreditamos que esse relançamento irá reacender a paixão dos fãs por essa obra-prima, além de apresentar a genialidade de Miyazaki a um público que talvez ainda não a conheça&#8221;, afirma Nelson Sato, CEO da Sato Company. <em>&#8220;É mais do que um filme; é uma experiência cinematográfica transformadora.&#8221;</em></p>
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		<title>Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, é o grande vencedor do Prêmio Grande Otelo 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2025 11:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Prêmio Grande Otelo 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Prêmio Grande Otelo 2025, a mais importante festa do audiovisual brasileiro, premia Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, com 13 troféus: Melhor Longa-metragem Ficção, Melhor Direção, Melhor Atriz e Melhor Ator de Longa-metragem, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Montagem, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Efeito Visual, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora, Melhor Direção de Arte, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Prêmio Grande Otelo 2025, a mais importante festa do audiovisual brasileiro, premia <em>Ainda Estou Aqui</em>, de Walter Salles, com 13 troféus: Melhor Longa-metragem Ficção, Melhor Direção, Melhor Atriz e Melhor Ator de Longa-metragem, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Montagem, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Efeito Visual, Melhor Figurino, Melhor Trilha Sonora, Melhor Direção de Arte, Melhor Maquiagem e Melhor Som. </p>



<p class="has-text-align-center">Realizada anualmente pela Academia Brasileira de Cinema, a cerimônia aconteceu na Cidade das Artes Bibi Ferreira, no Rio de Janeiro, e teve como apresentadoras Barbara Paz e Isabel Fillardis. O evento foi transmitido ao vivo para todo o país pelo Canal Brasil e pelo Youtube da Academia Brasileira de Cinema.</p>



<p class="has-text-align-center">O troféu Grande Otelo de Melhor Atriz de Longa-Metragem foi para <strong>F</strong>ernanda Torres (&#8220;Ainda Estou Aqui&#8221;) e o de Melhor Ator de Longa-Metragem, para Selton Mello (&#8220;Ainda Estou Aqui&#8221;). Juliana Carneiro da Cunha venceu na categoria Melhor Atriz Coadjuvante (&#8220;Malu&#8221;) e como Melhor Ator Coadjuvante quem ganhou foi Ricardo Teodoro (&#8220;Baby&#8221;). Gabriel Leone foi laureado como Melhor Ator Série de Ficção para TV Aberta, TV Paga ou <em>Streaming</em>, por &#8220;Senna&#8221;, e Adriana Esteves como Melhor Atriz de Série de Ficção para TV Aberta, TV Paga ou Streaming, por &#8220;Os Outros&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Em seu discurso, Fernanda Torres exaltou a trajetória mundial de &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221; e agradeceu por encerrar a jornada no Rio. &#8220;&#8216;Ainda Estou Aqui&#8217; começou no Rio de Janeiro e me sinto muito realizada tendo dado a volta ao mundo com Walter [Salles], Selton [Mello], com o filme, com Eunice [Paiva] para estar aqui hoje, de volta. Eu estou muito feliz de ir para casa com o Grande Otelo!&#8221;, disse emocionada.</p>



<p class="has-text-align-center">Foram anunciados&nbsp;30 prêmios para&nbsp;longas-metragens, curtas e séries brasileiras: 29 produções&nbsp;escolhidas pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema, e o disputado Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular, escolhido pelo público por meio de votação realizada no site da Academia. Como é tradição, a abertura dos envelopes foi ao vivo,&nbsp;auditada pela PwC Brasil. Neste ano, a lista de finalistas reuniu mais de 300 profissionais indicados em mais de 30 diferentes longas-metragens brasileiros, 5 longas ibero-americanos, 19 curtas brasileiros (5 de ficção, 6 documentários e 8 de animação); e 20 séries (7 de animação, 5 documentais e 8 de ficção).</p>



<p class="has-text-align-center">Na abertura da premiação, Renata Almeida Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema, falou sobre a última safra do cinema nacional e ressaltou a importância de ter uma instituição plural e democrática para representá-lo. &#8220;Este foi um ano muito especial para o nosso cinema e, na noite de hoje, vamos celebrá-lo com todos que o realizam. Não importa quem ganha ou perde, todos somos vencedores porque acreditamos na força das nossas imagens e sonhos, e não desistimos nunca&#8221;, disse, lembrando o primeiro Oscar de Melhor Filme Internacional vencido pelo Brasil. &#8220;Em 2025, fizemos um golaço em pleno Carnaval e, para ser justo com Waltinho [Walter Salles], foi um gol de Garrincha&#8221;, brincou.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em tom bem humorado, Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, subiu ao palco e falou da importância cultural e econômica do cinema para a capital fluminense e todo o Brasil. &#8220;O Prêmio Grande Otelo é um dos momentos mais inspiradores da cultura brasileira, nossa maior homenagem ao talento, criatividade e força do cinema nacional. Com o maior orgulho, celebramos filmes como &#8216;Ainda Estou Aqui&#8217;, o grande destaque desta edição que recebeu 16 indicações, o que reforça o talento dos nossos profissionais e a maturidade do nosso setor. Conquistas são motivo de orgulho e, mais importante, prova que vale a pena investir na cultura, mostrando que, quando o poder público cumpre seu papel, o talento floresce e o Brasil brilha lá fora com histórias que nascem aqui&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da noite, o evento celebrou a trajetória do cinema brasileiro ao redor do mundo com homenagens a filmes e a profissionais brasileiros que marcaram presença e se destacaram no cinema mundial. Durante a cerimônia, foram relembrados marcos como a chegada dos primeiros atores brasileiros a Hollywood; vitórias e indicações de produções nacionais nos maiores festivais internacionais, como Cannes, Berlim e Veneza; e as múltiplas conquistas do Cinema Novo. Fizeram ainda parte da homenagem os triunfos mais recentes de &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221;, &#8220;O Último Azul&#8221; e &#8220;O Agente Secreto&#8221;, além de uma bela homenagem à produtora LC Barreto Produções Cinematográficas, que já produziu e coproduziu mais de 80 títulos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Confira os vencedores: </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">AINDA ESTOU AQUI, de Walter Salles&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">3 OBÁS DE XANGÔ, de Sérgio Machado</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">ARCA DE NOÉ, de Sérgio Machado e Aloís Di Leo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL</strong></p>



<p class="has-text-align-center">CHICO BENTO E A GOIABEIRA MARAVIOSA, de&nbsp;Fernando Fraiha</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">GRAND TOUR (Portugal), de Miguel Gomes. Indicação: Academia Portuguesa de Cinema</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR DIREÇÃO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">WALTER SALLES por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">PEDRO FREIRE por Malu</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR ATRIZ DE LONGA-METRAGEM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">FERNANDA TORRES como Eunice Paiva por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR ATOR DE LONGA-METRAGEM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">SELTON MELLO como Rubens Paiva por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR ATRIZ COADJUVANTE DE LONGA-METRAGEM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">JULIANA CARNEIRO DA CUNHA como Dona Lili por Malu&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR ATOR COADJUVANTE DE LONGA-METRAGEM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">RICARDO TEODORO como Ronaldo por Baby</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA</strong></p>



<p class="has-text-align-center">ADRIAN TEIJIDO, ABC, por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR ROTEIRO ORIGINAL</strong></p>



<p class="has-text-align-center">PEDRO FREIRE por Malu</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR ROTEIRO ADAPTADO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">MURILO HAUSER e HEITOR LOREGA &#8211; baseado no livro &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221;, de Marcelo Rubens Paiva &#8211; por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR MONTAGEM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">AFFONSO GONÇALVES, ACE, por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR EFEITO VISUAL</strong></p>



<p class="has-text-align-center">CLAUDIO PERALTA por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR SOM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">LAURA ZIMMERMAN e STÉPHANE THIÉBAUT por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR DIREÇÃO DE ARTE</strong></p>



<p class="has-text-align-center">CARLOS CONTI por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR FIGURINO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">CLAUDIA KOPKE por Ainda Estou Aqui&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR MAQUIAGEM</strong></p>



<p class="has-text-align-center">MARISA AMENTA e LUIGI ROCHETTI por Ainda Estou Aqui&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR TRILHA SONORA</strong></p>



<p class="has-text-align-center">WARREN ELLIS por Ainda Estou Aqui</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE FICÇÃO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING</strong></p>



<p class="has-text-align-center">SENNA &#8211; TEMPORADA ÚNICA, de Vicente Amorim</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING</strong></p>



<p class="has-text-align-center">FALAS NEGRAS &#8211; 4ª TEMPORADA, de Antonia Prado</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE ANIMAÇÃO, DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE, PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING</strong></p>



<p class="has-text-align-center">IRMÃO DO JOREL &#8211; 5ª TEMPORADA, de Juliano Enrico&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR ATRIZ &#8211; SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING</strong></p>



<p class="has-text-align-center">ADRIANA ESTEVES como Cibele por Os Outros</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR ATOR &#8211; SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING</strong></p>



<p class="has-text-align-center">GABRIEL LEONE como Senna por Senna</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">HELENA DE GUARATIBA, de Karen Black</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">VOCÊ, de Elisa Bessa</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO</strong></p>



<p class="has-text-align-center">A MENINA E O POTE, de Valentina Homem e Tati Bond</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>VOTO POPULAR</strong></p>



<p class="has-text-align-center">MILTON BITUCA NASCIMENTO, de Flavia Moraes (documentário)</p>
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		<item>
		<title>Ouvidor reflete o direito à moradia e a resistência de artistas independentes</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2025/07/ouvidor-reflete-o-direito-a-moradia-e-a-resistencia-de-artistas-independentes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ouvidor-reflete-o-direito-a-moradia-e-a-resistencia-de-artistas-independentes</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 15:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Rua do Ouvidor, 63, centro de São Paulo, um prédio de treze andares teve sua função social ressuscitada por um grupo de artistas em 2014. Conhecida como Ouvidor 63, ela é considerada a maior ocupação artística da América Latina. Após 11 anos de resistência como espaço totalmente independente e autogerido, mais de 100 artistas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Na Rua do Ouvidor, 63, centro de São Paulo, um prédio de treze andares teve sua função social ressuscitada por um grupo de artistas em 2014. Conhecida como Ouvidor 63, ela é considerada a maior ocupação artística da América Latina. Após 11 anos de resistência como espaço totalmente independente e autogerido, mais de 100 artistas latino-americanos não apenas produzem, mas também vivem atualmente na ocupação.</p>



<p class="has-text-align-center">Devido à sua importância e às tantas subjetividades ali presentes, o cineasta Matias Borgström resolveu contar essa história por meio de um longa-metragem documental, o primeiro de sua carreira. <em>Ouvidor </em>estreou nacionalmente na 47ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e internacionalmente no 64º Krakow Film Festival (Polônia), em 2024. </p>



<p class="has-text-align-center"> O filme entra em cartaz oficialmente no Brasil, no dia 31 de julho, com distribuição da Descoloniza Filmes.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="F0H2uPidHmE"><iframe title="OUVIDOR | Trailer Oficial - 31 de julho nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/F0H2uPidHmE?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>
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		<item>
		<title>Cosmos ganha sua primeira sala de cinema, após 62 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 11:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Um jejum de sessenta e dois anos sem cinema está sendo quebrado neste mês de julho em Cosmos, bairro da Zona Oeste do Rio. Isso porque o Cinema de Cosmos, inaugurado em maio, abre suas portas para o público em geral, com o objetivo de facilitar o acesso da população local, sobretudo crianças e jovens, à produção cinematográfica. A iniciativa, idealizada pela Mascate Filmes, está sendo viabilizada graças a um edital da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, financiado pela Lei Paulo Gustavo em apoio aos espaços.                                                                      </p>



<p class="has-text-align-center">A ideia é que o cinema de Cosmos ajude a construir saberes, além da sala de aula, fomentando a produção de conhecimento por meio do desenvolvimento pedagógico e a popularização da cultura do cinema. Para isso, o novo cinema contará com a parceria do Núcleo de Artes Dr. Dilson Alvarenga de Menezes para mobilizar cerca de mil estudantes da rede municipal de ensino.</p>



<p class="has-text-align-center">Com investimento de R$150 mil, o equipamento cultural é uma reforma de um antigo vestiário abandonado numa área com 98 metros quadrados. O intuito é que o espaço também tenha uma programação envolvendo exibição, mostras, festivais, eventos culturais como mobilizadores e fomentadores de plateia.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Uma equipe multidisciplinar, com experiência em educação, audiovisual e cultura, tem dado ritmo às atividades. Eles começaram a trabalhar juntos ainda no Cineclube Naquele Tempo, que lembrou a história do cinema para os estudantes da região. O cineasta e pesquisador Flávio Moraes (UFF), idealizador do cineclube e da construção do cinema, destaca a importância do investimento.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Graças a políticas públicas como a Lei Paulo Gustavo, mais de mil crianças de Cosmos vão ter acesso a um cinema dentro da sua escola, do seu Núcleo de Artes.&nbsp;O último cinema de Cosmos fechou em 1960, mais de 60 anos depois temos de novo um cinema público em Cosmos&#8221;, afirma.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O Cinema de Cosmos funcionará de segunda a sexta-feira, 9h às 16h, programações especiais abertas ao público. O endereço é Rua Cajá-Manga, 6-192 &#8211; Cosmos, Rio de Janeiro &#8211; RJ. Para acompanhar a programação, basta acessar a <a href="https://www.instagram.com/n.artedilson?igsh=MWN6aGE1c2h6c3J2aQ%3D%3D">página do Núcleo de Artes no Instagram.</a></p>
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		<title>Imovision anuncia Festival de Cinema Europeu Imovision, celebrando a excelência do cinema europeu no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 18:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Cinema Europeu Imovision]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje foi um dia que acreditamos que será lembrado no futuro, pois um pontapé inicial em um novo projeto foi dado por Jean Thomas Bernardini e sua equipe. A Imovision, uma das maiores distribuidoras de cinema independente no Brasil, fez um café da manhã com coletiva para anunciar o lançamento da primeira edição do Festival [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Hoje foi um dia que acreditamos que será lembrado no futuro, pois um pontapé inicial em um novo projeto foi dado por Jean Thomas Bernardini e sua equipe. A Imovision, uma das maiores distribuidoras de cinema independente no Brasil, fez um café da manhã com coletiva para anunciar o lançamento da primeira edição do Festival de Cinema Europeu Imovision, mais uma vez iniciativa do grupo visando trazer os grandes públicos a seus filmes tão especiais.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="690" height="337" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Festival-de-Cinema-Europeu-Imovision.webp" alt="Festival de Cinema Europeu Imovision" class="wp-image-187964" style="width:429px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Festival-de-Cinema-Europeu-Imovision.webp 690w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Festival-de-Cinema-Europeu-Imovision-300x147.webp 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Festival-de-Cinema-Europeu-Imovision-150x73.webp 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Festival-de-Cinema-Europeu-Imovision-533x261.webp 533w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Foi feita uma curadoria de quatorzw títulos entre sua cartela de filmes já adquiridos, para que possam representar o que de melhor é produzido na Europa hoje, um continente que o selo conhece bem. Com a tradição de já ter lançado o melhor do que foi produzidos nas últimas três décadas no Brasil &#8211; incluindo diversas Palmas, Leões e Ursos de Ouro &#8211; a Imovision amplia o leque de possibilidades de festivais no Brasil, trazendo uma parte significativa do que de mais relevante aconteceu na última temporada nos festivais. </p>



<p class="has-text-align-center">Sem pensar em gigantismo, o festival já nasce grande e tem o interesse de fazer brotar no exibidor uma brecha de comunicação filmes que não podem ser relegados a um nicho, já que muitos tem perfil popular. Bernardini tem como meta expandir o olhar menos direto do poder para uma tentativa de alcançar novos espaços de reconhecimento, diante de um mundo em constante evolução.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Temos representantes da França, da Itália, da Alemanha, da Grécia, da Islândia, da Suíça, da Noruega e outros mais. Na coletiva, estiveram presentes Audrey Diwan, que está lançando&nbsp;<em>Emmanuelle</em>, remake do clássico francês, Alexandros Avranas e Eleni Roussinou, diretor e protagonista de&nbsp;<em>Síndrome da Apatia</em>, Frédéric Farrucci, responsável por&nbsp;<em>O Último Moicano</em>, Morgan Simon, realizador de&nbsp;<em>Entre Nós, o Amor</em>&nbsp;e Georges Gachot, diretor de&nbsp;<em>Misty: A História de Erroll Garner</em>.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A única realizadora da equipe, Diwan é a vencedora de um Leão de Ouro recente, por&nbsp;<em>O Acontecimento</em>, e está no país para promover essa releitura de um clássico que hoje foi problematizado. Uma história de forte carga erótica, que a diretora apresentou em San Sebastian e que passou por uma reformulação de olhar. Diwan garante estar curiosa para a recepção brasileira para um filme que tanto sucesso fez no país.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Já Gachot é praticamente um brasileiro honorário, já tendo feito documentários sobre Maria Bethânia e João Gilberto. Aqui, ele se debruça sobre um conterrâneo que também identifica ligações com o Brasil, através do jazz que ele tocava, da admiração de Nelson Freire, que com esses tons permite ao pianista encontrar um recorte de interesse entre sua música e a brasileira.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Já entre Avranos e Roussinou reside a certeza de um dos filmes mais instigantes da seleção, do mesmo diretor de&nbsp;<em>Miss Violence</em>. O filme fala sobre laços familiares que se metamorfoseiam diante da descoberta de uma síndrome no pequeno integrante da família. O diretor falou sobre sua inspiração em um caso real lido nos jornais, e de como lhe interessa se comunicar com o público brasileiro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em&nbsp;<em>O Último Moicano</em>, Farrucci&nbsp;se debruça sobre as mudanças imobiliárias nos dias de hoje, ao espelhar a história de um pastor de ovelhas na especulação atual, e que também se deixa levar pelo contingente natural de sua leitura. O diretor Simon fala sobre uma história de amor do ponto de vista das lembranças que ele tem da própria mãe, sua grande homenageada no projeto. Os dois filmes emocionaram os mediadores Flávia Guerra e Luiz Carlos Merten em suas falas, com o poder de comunicação extraído de suas narrativas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Bernardini garantiu um total de 75 salas espalhadas pelo país para abrigar o festival, que ele espera ser uma forma de colocar no mapa das estreias mais comerciais filmes que poderiam não estar no radar de uma grande sala, como títulos da Ucrânia e da Islândia. Existe uma tristeza na fala do dono da marca, quando observa que mesmo sucessos comerciais europeus são encarados como &#8220;filmes de arte&#8221; no nosso circuito.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com títulos que vão desde o vencedor do último Urso de Ouro (<em>Dreams</em>) até o mais recente vencedor do prêmio de melhor ator em Veneza (Vincent Lindon, por&nbsp;<em>Brincando com Fogo</em>), o Festival de Cinema Europeu Imovision acontece entre os próximos dias 24 e 31 de abril em salas de todo o Brasil.&nbsp;</p>
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		<title>Prêmio Grande Otelo anuncia Ainda Estou Aqui apenas como homenageado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 15:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje o setor cinematográfico acordou com a notícia de uma homenagem, digamos, complexa. A Academia Brasileira de Cinema anunciou os primeiros homenageados da próxima cerimônia de entrega dos prêmios Grande Otelo, edição 2025. Por motivos que, a essa altura, abdicam explicação, Walter Salles e Fernanda Torres receberão homenagens especiais, em reconhecimento a tudo que aconteceu, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Hoje o setor cinematográfico acordou com a notícia de uma homenagem, digamos, complexa. A Academia Brasileira de Cinema anunciou os primeiros homenageados da próxima cerimônia de entrega dos prêmios Grande Otelo, edição 2025. Por motivos que, a essa altura, abdicam explicação, Walter Salles e Fernanda Torres receberão homenagens especiais, em reconhecimento a tudo que aconteceu, da vitória no Oscar ao Globo de Ouro de melhor atriz, igualmente inédito, passando pelo prêmio de roteiro no Festival de Veneza e os quase 6 milhões de espectadores, entrando para o top 10 na História. Tudo isso seria incrível e merecido, se dessa forma (e por essa forma),&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>não fosse impedido de ser indicado a qualquer categoria do prêmio, quase se tornando hors-concours de maneira compulsória.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">É bom deixar claro que o filme tinha sido inscrito para as indicações do prêmio junto com outras 345 obras audiovisuais, entre longas, curtas e séries. Ou seja, havia o interesse dos seus produtores em integrar a edição do prêmio, para reconhecimento desse filme que já atingiu um caráter histórico por inúmeros motivos. Ou seja, não existiu da parte de seu realizador ou sua protagonista a intenção de serem vistos como &#8216;café com leite&#8217; na disputa. A decisão, anunciada como unânime pela direção da Academia presidida por Renata Almeida Magalhães, foi festejada somente dentro do seu quadrante. O efeito externo foi devastador, e com justiça.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">As redes sociais receberam a notícia da pior forma possível, e os comentários não fazem qualquer menção a tal homenagem, que se imaginou elogiosa por alguém. A verdade é que não há qualquer justificativa plausível que torne tal atitude algo como compreensível; as impressões que passam são as piores possíveis, e os motivos tem toda a cara de decisão política &#8211; e arbitrária. Não no sentido prático do termo, mas uma maneira de tentar mitigar algo que se movimentava como inevitável: a provável vitória do filme na maior parte das categorias em que fosse indicado, sem dar qualquer chance para a concorrência.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No entanto, esse não é um problema que caiba a alguém resolver; na verdade, isso nem mesmo é um problema. Alguém consegue imaginar filmes como&nbsp;<em>Anatomia de uma Queda</em>,&nbsp;<em>Parasita</em>,&nbsp;<em>O Artista</em>,&nbsp;<em>Emilia&nbsp;Pérez, Amor</em>,&nbsp;<em>O Tigre e o Dragão</em>,&nbsp;<em>A Vida é Bela&nbsp;</em>e tantos outros sendo impedidos de ter reconhecimento interno, depois de terem se consagrado em festivais internacionais e no Oscar? Se esses filmes estiverem em debate e análise no exterior, e os públicos espalhados pelo mundo os consagraram, porque organizações internas teriam posicionamento contra sua consagração? O que está acontecendo hoje, no Brasil, parece ser um castigo inaceitável a um filme que só trouxe reconhecimento ao país.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O que está em jogo é uma arbitrariedade decidida para que se impeça algo como uma consagração na linha de&nbsp;<em>Oppenheimer&nbsp;</em>no Oscar, no ano passado. Todos sabiam do favoritismo do filme de arrecadação&nbsp;que esbarrou no bilhão de dólares, e isso não impediu o filme de ser competitivo. Já pensaram se a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas impedisse&nbsp;<em>Titanic&nbsp;</em>ou&nbsp;<em>O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei&nbsp;</em>de ser indicado, para evitar posterior &#8216;surra de lavada&#8217; que os filmes deram na concorrência? Isso ainda mostra uma outra ordem de despreparo coletivo, que é a paternalização dos outros concorrentes, e uma clara declaração de inferioridade coletiva, por parte da nossa Academia, ao declarar que tais filmes só seriam hábeis para competição se tirassem o &#8220;bicho papão&#8221; da corrida.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Faz parte de uma contingência do mercado que títulos como&nbsp;<em>O Dia que te Conheci</em>,&nbsp;<em>Malu</em>,&nbsp;<em>Retrato de um Certo Oriente</em>,&nbsp;<em>Greice&nbsp;</em>e tantos outros excepcionais tenham sido lançados na mesma temporada que&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui</em>.&nbsp;<em>Tropa de Elite 2</em>, que vendeu mais de 11 milhões de ingressos e é a segunda maior bilheteria da História, ganhou 8 prêmios na festa de 2011; alguém chorou por&nbsp;<em>Viajo porque Preciso, Volto porque Te Amo</em>? O filme de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes saiu daquela festa sem prêmio algum, e merecia vários. Assim como outros filmes já saíram de festas sem prêmios, e isso não diminuiu os seus méritos &#8211; e nem aumentou os de seu rival. O que não pode, é um filme lançado em iguais condições,que tenha seguido o mesmo critério que todos os outros, ser impedido de concorrer por medo da concorrência. Alguém já pensou na possibilidade dos membros da Academia Brasileira decidirem não dar todos os prêmios ao filme de Salles, e preferir outros, em outras tantas categorias? Bom, agora não precisamos mais imaginar, porque não acontecerá.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A ignorância de não considerar os técnicos que foram consagrados indiretamente pelos prêmios, mas que poderiam agora ser agraciados diretamente, é ainda mais pesada que o paternalismo a títulos que com certeza preferiam disputar com um filme e vencer dele justamente, e não por falta de combate. Uma decisão como essa diminui muito mais do que amplifica, e tal homenagem soa como um &#8216;chega pra lá&#8217; desnecessário. Como se fora vergonhoso ter um filme que nos orgulhou tanto e que agora precisa ser escondido, como algo indigno ao que é comum.&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>não é mais um filme, antes mesmo da chegada do tempo, ele é transformado em totem, um lugar que geralmente é alçado no futuro, nunca no presente. E no futuro, próximo ou distante, a historicidade cobrar o lugar de um filme que se tornou símbolo e as futuras gerações procurarem o resultado de prêmios futuros no Maior Prêmio de Cinema do Brasil, não verão nada que não o vazio. Uma homenagem como um pedido de desculpas, e um obrigado &#8211; sem troféus, sem a chance de ganhar, ou mesmo perder.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Tenho mágoa das decisões injustas, mas não sinto culpa. No meu lugar como crítico de cinema e entre meus pares, vi&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>ser eleito o melhor filme em vários grupos. Quanto à Academia Brasileira de Cinema, espero que tais decisões sejam revistas e que se dê oportunidade da justiça feita, para o bem e para o mal do que foi lançado em 2024, dirigido por quem quer que tenha sido. Seja esse&nbsp;filme qual for, mas ainda assim, justo e honesto.&nbsp;</p>
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		<title>CIDADE DOS SONHOS tem versão restaurada em 4K nos cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 14:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[CIDADE DOS SONHOS]]></category>
		<category><![CDATA[David Lynch]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 17 de abril, CIDADE DOS SONHOS, um dos filmes mais emblemáticos de David Lynch, retorna aos cinemas brasileiros com uma nova versão restaurada em 4K. O relançamento, que chega às telas com distribuição da Retrato Filmes, oferece uma rara oportunidade para os cinéfilos de revisitar esse marco do cinema contemporâneo em toda sua complexidade visual [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Em 17 de abril, <em>CIDADE DOS SONHOS</em>, um dos filmes mais emblemáticos de David Lynch, retorna aos cinemas brasileiros com uma nova versão restaurada em 4K. O relançamento, que chega às telas com distribuição da Retrato Filmes, oferece uma rara oportunidade para os cinéfilos de revisitar esse marco do cinema contemporâneo em toda sua complexidade visual e sonora, agora em altíssima definição.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="750" height="422" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/CIDADE-DOS-SONHOS.jpg" alt="CIDADE DOS SONHOS" class="wp-image-187605" style="width:519px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/CIDADE-DOS-SONHOS.jpg 750w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/CIDADE-DOS-SONHOS-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/CIDADE-DOS-SONHOS-746x420.jpg 746w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/CIDADE-DOS-SONHOS-150x84.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/CIDADE-DOS-SONHOS-696x392.jpg 696w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Lançado originalmente em 2001, o longa-metragem se tornou uma das obras mais aclamadas de Lynch, consolidando sua posição como um dos maiores cineastas da História do cinema. A trama, que segue a história de Betty (Naomi Watts), uma jovem atriz que chega a Los Angeles com grandes sonhos de fama, e Rita (Laura Harring), uma mulher que perde a memória após um acidente, se desenrola em uma espiral de mistério, surrealismo e introspecção psicológica.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A restauração em 4K não se limita a uma simples atualização tecnológica, mas é um trabalho minucioso que recupera cada detalhe da cinematografia e das cores de Lynch. A profundidade visual, agora mais vibrante e precisa, dá nova vida aos aspectos mais sombrios e sublimes do filme, enquanto a tensão crescente e o suspense psicológico ganham um impacto ainda maior. Para aqueles que já conhecem a obra, essa versão oferece a chance de redescobrir minuciosos detalhes que passaram despercebidos por muitos.&nbsp;<em>&#8220;A restauração em 4K de Cidade dos Sonhos permite a experiência cinematográfica que a obra-prima merece! A cópia está linda e a Retrato está muito feliz em poder dar esse presente para os cinéfilos poderem redescobrir a obra e novos públicos tenham contato com a genialidade de David Lynch&#8221;</em>, relatam Daniel Pech e Felipe Lopes, fundadores da Retrato Filmes.</p>



<p class="has-text-align-center">Além da ousada e enigmática narrativa,&nbsp;<strong>CIDADE DOS SONHOS</strong>&nbsp;também se destaca por sua crítica à indústria cinematográfica de Hollywood. Através de uma abordagem irônica e muitas vezes perturbadora, Lynch revela os bastidores sombrios de Los Angeles, a &#8220;cidade dos sonhos&#8221;, e os enganos e desilusões que cercam aqueles que buscam o estrelato. Em uma época em que o glamour e o sucesso são frequentemente vendidos como promessas inalcançáveis, o filme serve como um lembrete pungente sobre as desventuras de quem se arrisca nesse jogo de ilusões.</p>



<p class="has-text-align-center">Sua restauração em 4K promete impressionar tanto os admiradores antigos quanto os novatos na obra de Lynch, consolidando sua relevância no cenário cinematográfico contemporâneo.&nbsp;<strong>CIDADE DOS SONHOS&nbsp;</strong>entra em cartaz nos cinemas brasileiros em&nbsp;<strong>17 de abril</strong>&nbsp;com distribuição da Retrato Filmes.</p>
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