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	<title>Eventos - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>Rogério Sganzerla é homenageado em nova edição de Cadernos de Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 12:35:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto traça um perfil revelador sobre Sganzerla. &#8220;Eu daria todos os filmes que fiz, toda a minha carreira, para poder saber porque é que eu me interessei por cinema desde a primeira infância&#8221;, declara Sganzerla no depoimento ao MIS. Talvez Sganzerla tenha vivido sem encontrar tal resposta. Ao homenageá-lo, a série &#8220;Cadernos de Cinema&#8221; expõe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Projeto traça um perfil revelador sobre Sganzerla.</h1>
<p style="text-align: center;">&#8220;Eu daria todos os filmes que fiz, toda a minha carreira, para poder saber porque é que eu me interessei por cinema desde a primeira infância&#8221;, declara Sganzerla no depoimento ao MIS. Talvez Sganzerla tenha vivido sem encontrar tal resposta. Ao homenageá-lo, a série &#8220;Cadernos de Cinema&#8221; expõe a grandeza daquele que é um dos realizadores do cinema moderno feito no Brasil. Com vocês, Rogério Sganzerla!</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Cadernos de Cinema&#8221; é uma coleção de livros mensal em homenagem a cineastas brasileiros clássicos e contemporâneos. A coleção é  por assinatura, o que permite a constituição de uma bibliografia qualificada sobre o cinema nacional. A relação de Rogério Sganzerla (1946-2004) com o cinema era apaixonada e visceral, aliás, começou cedo. Muito jovem, assinou ensaios sobre a sétima arte. O pulo para a direção acontece em 1966, com o curta &#8220;Documentário&#8221; e, nos anos seguintes, dois longas o colocariam no panteão de nossos grandes cineastas: &#8220;O Bandido da Luz Vermelha&#8221; e &#8220;A mulher de todos&#8221;, lançados, respectivamente, em 1968 e 1969.</p>
<p style="text-align: center;">Tropicalista, marginal, underground, experimental são adjetivos que não definiram o realizador que ele foi. Rogério Sganzerla é um artista impar. A &#8220;Cadernos de Cinema&#8221; dedica o segundo número da sua coleção de livros que também serão publicados também em Portugal. Além disso, posteriormente o projeto será traduzido para espanhol e inglês e editados em diferentes países.</p>
<p style="text-align: center;">A edição dedicada a Sganzerla é estruturada em três partes. &#8220;Depoimento&#8221; é a primeira delas e traz uma entrevista com o homenageado. A segunda seção é o ensaio &#8220;Ver com olhos livres&#8221;, no qual a filmografia do diretor é minuciosamente analisada desde de 1966 à  sua última obra.</p>
<p style="text-align: center;">A terceira, e última parte, traz um índice da filmografia do homenageado, entre longas, curtas e médias metragens. O volume traz cerca de 80 imagens do diretor e de seus filmes, muitas delas raras e inéditas.</p>
<p style="text-align: center;">Após <em>O Bandido da Luz Vermelha</em>, Sganzerla planejava realizar um musical que teria Gilberto Gil como protagonista. Porém a prisão do compositor, em fins dos anos 60, forçou-o a mudar de planos, levando-o a realizar &#8220;A mulher de todos&#8221;. Essa é uma das muitas revelações do diretor no depoimento que abre o volume. A entrevista e o ensaio complementam-se e, juntos, traçam um perfil revelador sobre Sganzerla. O que é trazido por um é complementado pelo outro – e vice-versa.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, o ensaio de Cohn é uma peça-chave para conhecer o temperamento de Sganzerla. Ele reproduz escritos do diretor como a íntegra do &#8220;Manifesto Fora da Lei, criado por ocasião do lançamento de <em>O Bandido da Luz Vermelha</em>, além de reproduz trechos de entrevistas contundentes como a concedida pelo cineasta e pela atriz Helena Ignez.</p>
<p style="text-align: center;">Seu rompimento com o Cinema Novo é abordado (por não querer estar amarrado a nenhuma corrente estética), sobre a rejeição à pecha de Maldito e sobre as realizações da Belair, produtora na qual Sganzerla e Júlio Bressane foram sócios.</p>
<p style="text-align: center;">Esse rico olhar sobre Sganzerla é complementado ainda por depoimentos de nomes que trabalharam ou que conviveram com ele como Jorge Maltner, ator em &#8220;Carnaval na lama&#8221;,  e Caetano Veloso que incorporou a expressão &#8220;Sem essa, Aranha&#8221; (título de um dos filmes do diretor) na canção &#8220;Qualquer coisa&#8221;, lançada em 1975.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Cadernos de Cinema – Rogério Sganzerla&#8221; será lançado dia 19 de fevereiro, sábado, às 19 horas, no Estação NET.</p>
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		<title>Rio Matsuri se consolida como como o principal ponto de encontro para os amantes da cultura japonesa no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 20:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 3ª edição do Festival de Cultura Japonesa Rio Matsuri vai trazer aos visitantes experiências, novidades e uma programação intensa entre os dias 17 e 20 de janeiro. O festival, que conta com mais um dia depois do sucesso da última edição, acontece no Riocentro, na Barra da Tijuca, e os ingressos começam a ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A 3ª edição do Festival de Cultura Japonesa Rio Matsuri vai trazer aos visitantes experiências, novidades e uma programação intensa entre os dias 17 e 20 de janeiro. O festival, que conta com mais um dia depois do sucesso da última edição, acontece no Riocentro, na Barra da Tijuca, e os ingressos começam a ser vendidos nesta quinta-feira, dia 21, pelo site <a href="http://www.riomatsuri.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.riomatsuri.com.br</a>. Em 2020, uma novidade: o Masturi Experience, com entrada para todos os dias de evento e uma série de benefícios exclusivos.</p>
<p style="text-align: center;">Além da oportunidade de experimentar esportes olímpicos, como os tradicionais judô e sumô e os recém incorporados baseball e surf, o público poderá mergulhar na arte contemporânea nipônica e saborear o melhor da gastronomia japonesa, marcado por pratos preparados pelas Associações Nikkeis. E por falar em culinária, o evento irá aquecer os paladares antes mesmo de sua realização, com o 1º Festival de Gastronomia Japonesa Rio Matsuri, que acontece em parceria com o SindRio, a partir da primeira semana de janeiro e vai até o início de fevereiro.</p>
<p style="text-align: center;">Os visitantes também poderão curtir o Espaço Otaku, com ambientação e atrações da cultura pop japonesa para todas as idades. Por ali também se reunirão os cosplayers, que este ano terão pela primeira vez um camarim exclusivo e especialmente preparado para esses artistas, com guarda-volumes e lounge. O público também terá a oportunidade de acompanhar uma etapa do World Cosplay Summit, também conhecido como WCS, o maior campeonato de cosplays do mundo. Outra novidade é a Sexta Otaku, que vai concentrar grande parte da programação para quem acompanha este universo. Haverá moda Harajuku, animes, workshop de mangá com Fábio Shin e encontro de dubladores e youtubers, por exemplo.</p>
<p style="text-align: center;">Nesta edição, a Mangateca dobra de tamanho e a Akiba Square, que recebe jogos de tabuleiros e card games, terá curadoria do Diversão Offline (DOFF), o maior evento de Board Games e RPG da América Latina. Aqueles que optarem pelo Matsuri Experience terão um convite para levar um acompanhante na sexta-feira, dia 17, box com lembranças surpresa, acessos exclusivos e prioridade no Meet &amp; Greet, no encontro com os convidados.</p>
<p style="text-align: center;">Há três anos na cidade, o Rio Matsuri já se consagrou como um evento para toda a família, com atrações para crianças, adolescentes, adultos e idosos. O festival acontece em um dos palcos dos Jogos Olímpicos Rio 2016, o Riocentro, trazendo experiências gastronômicas, exposições culturais, danças folclóricas, shows e jogos tradicionais.</p>
<p style="text-align: center;">Em sua terceira edição, o Rio Matsuri se consolida como como o principal ponto de encontro para os amantes da cultura japonesa no Brasil. O intercâmbio cultural entre os dois países é intenso: pode ser percebido pela popularidade das artes marciais, pela quantidade de restaurantes japoneses espalhados pelo país, pelo fascínio por desenhos animados, filmes e jogos; e até pela febre dos cosplayers. Também, pudera, a maior comunidade japonesa fora do Japão fica no país. São cerca de 1,8 milhão de nikkeis &#8212; japoneses e seus descentes &#8212; morando em terras brasileiras. No Rio de Janeiro, de acordo com o IBGE, vivem cerca de 60 mil.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Serviço </strong><br />
<strong>Rio Matsuri 2020</strong><br />
Datas: 17 a 20 de janeiro de 2020<br />
Local: Riocentro &#8212; Pavilhão 4 &#8211; Avenida Salvador Allende, 6555 &#8211; Barra da Tijuca.<br />
Classificação etária: livre<br />
Ingressos: <a href="http://www.riomatsuri.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.riomatsuri.com.br</a></p>
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