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	<title>Centros Culturais - Rota Cult</title>
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	<title>Centros Culturais - Rota Cult</title>
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		<title>Daniel Senise volta a fazer uma individual no Paço Imperial, após 32 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paço Imperial recebe a exposição “Os dois lados da janela”, com 59 obras do artista Daniel Senise, que abrangem sua produção desde 2000 até agora. A curadoria é de Pollyana Quintella, que destaca que a mostra oferece ao público a oportunidade de acompanhar os desdobramentos recentes da trajetória do artista, “através de uma articulação que privilegia aproximações não cronológicas, evidenciando recorrências e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Paço Imperial recebe a exposição “Os dois lados da janela”, com 59 obras do artista Daniel Senise, que abrangem sua produção desde 2000 até agora. A curadoria é de Pollyana Quintella, que destaca que a mostra oferece ao público a oportunidade de acompanhar os desdobramentos recentes da trajetória do artista, “através de uma articulação que privilegia aproximações não cronológicas, evidenciando recorrências e deslocamentos no interior de sua produção”. Os trabalhos expostos pertencem à coleção do artista e coleções particulares.</p>



<p class="has-text-align-center">Artista com uma grande produção, Daniel Senise conta está apreciando a ideia desta exposição, em que há trabalhos diversos do que se costuma identificar imediatamente como sendo dele.Reconhecido pelo uso de capturas de superfícies para a realização de seus trabalhos, nessa exposição estão presentes também obras que utilizam outros materiais e tecnicas, como aquarelas, fotografias, objetos que expandem a percepção do trabalho. </p>



<p class="has-text-align-center">Ele salienta que considera o Primeiro Andar do Paço Imperial – ocupado integralmente pela exposição – um espaço ideal para se fazer uma exposição que apresenta um panorama da obra. As salas mostram desdobramentos e afinidades, criando relações entre obras de períodos e materiais distintos. Ele ressalta que o início do percurso, na Antessala Gomes Freire, “é como se fosse uma síntese da exposição, do que aconteceu nos últimos 25 anos”. As obras ali são as monotipias ou coletas de parede – pesquisa que notabiliza o trabalho do artista – &#8220;Verônica (Blanchard Jacques)”, 2026, com 150 x 180 cm; e “Sem título (Guggenheim Museum)”, 2022, com 150 x 300 cm; e as duas em tinta acrílica e tinta metálica sobre tecido: “J.L” (2026), 84 x 83 cm, e “Lucrécia”, de 2026, de 200 x 125 cm. Uma referência a Lucrécia Borgia (1480-1519), “personagem extensivamente representada em pinturas desde o século 16”, observa Daniel Senise. “Nessa tela vemos uma imagem constituída por marcas e intervenções aparentemente aleatórias enquadrada como uma obra em um espaço supostamente museológico”, diz.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da exposição, o público verá ainda uma série pequenas pinturas – as “pinturinhas” de Daniel Senise, experiências que ele faz em seu ateliê, além de textos de Pollyana Quintella, as “legendas expandidas”, que comentam algumas obras ou o conjunto do ambiente.</p>



<p class="has-text-align-center">Na Sala Gomes Freire, está “Misty Peach Vision Petal” (2004), com 2,15 metros de altura por 6,45 metros de comprimento, produzida a partir “da transferência de poeira, resíduos e marcas acumuladas no chão do ateliê para a tela”, explica Pollyana Quintella nas legendas expandidas que estarão na exposição. “O trabalho incorpora diretamente os vestígios do espaço onde foi produzido. No tríptico, uma mancha rosada atravessa as três telas. Quase invisível no piso original, o vermelho emergiu apenas após a impressão, fazendo surgir uma imagem que parecia existir latente na matéria”, conta.“Realizadas em momentos distintos sobre o mesmo chão, as impressões nunca coincidem integralmente: variações de densidade, opacidade e textura fazem com que cada tela retenha diferenças sutis, como se a própria duração do processo se inscrevesse na pintura. O título, construído a partir da combinação aleatória de palavras encontradas em um jogo de ímãs, reforça o caráter associativo da obra. ‘Misty’, ‘Peach’, ‘Vision’ e ‘Petal’ mantêm sentidos autônomos, mas, reunidas, produzem uma atmosfera rarefeita que atravessa toda a pintura”, afirma Pollyana Quintella. </p>



<p class="has-text-align-center">Na sala Academia dos Seletos – a sétima sala da exposição – está a obra “Arranjo em cinza e prata&#8221; (2019), com 2,44 metros de altura por 7,50 metros de comprimento, feita com os carpetes queimados no incêndio sofrido peloTeatro Villa-Lobos, em Copacabana, em 2011. Daniel Senise havia sido convidado para fazer um painel para a instituição, que iria passar por obras de renovação, quando houve o incêndio. Ele foi ao local e recolheu pedaços do tapete que cobria o chão. Anos depois, criou o trabalho com esses fragmentos, colocados sobre uma superfície de alumínio, que reflete o espectador. “O título dialoga com a obra ‘Arranjo em cinza e preto’ (1871), de James Abbott McNeill Whistler(1834-1903), artista cujo repertório reaparece em outras obras de Daniel Senise”, observa Pollyana Quintella nas legendas expandidas que estarão na exposição. </p>



<p class="has-text-align-center">Na sala Mestre Valentim, a última e a maior da exposição, está a obra “Vai que nós levamos as partes que te faltam” (2008), com 10 metros de comprimento por 1,20 metro de altura, uma composição de aquarelas feitas por Daniel Senise, que reproduzem um a um os tacos de madeira do corredor de sua residênciano Rio de Janeiro. Ao olhar atentamente, o público pode notar que se trata de uma “planta baixa”, com “as saídas para sala de TV, a de estar e para a cozinha”, conta o artista.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> Abertura: 4 de julho de 2026, a partir das 11h com a presença do artista / Até: 6 de setembro de 2026 / Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial Praça Quinze de Novembro, 48, Centro  / @pacoimperial_rj </p>
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		<title>Exposição revela o lado mais íntimo e afetivo de Roberto Burle Marx no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito além do paisagista que revolucionou a relação entre arte e natureza no Brasil, Roberto Burle Marx surge agora como anfitrião, colecionador, amigo, humanista e homem profundamente entrelaçado com a diversidade cultural que moldou sua trajetória. É essa dimensão menos conhecida de um dos maiores criadores brasileiros que ganha protagonismo em Roberto Burle Marx pelos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Muito além do paisagista que revolucionou a relação entre arte e natureza no Brasil, Roberto Burle Marx surge agora como anfitrião, colecionador, amigo, humanista e homem profundamente entrelaçado com a diversidade cultural que moldou sua trajetória. É essa dimensão menos conhecida de um dos maiores criadores brasileiros que ganha protagonismo em Roberto Burle Marx pelos amigos, exposição em cartaz no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, a partir do dia 1º de julho de 2026.</p>



<p class="has-text-align-center">Com caráter imersivo, a mostra reúne cerca de 150 fotografias, documentos históricos, reproduções cenográficas, instalações interativas e ambientes sensoriais que conduzem o visitante por uma narrativa construída a partir das memórias de pessoas que conviveram com Burle Marx, especialmente em seus últimos anos de vida. A proposta desloca o olhar do artista monumental para revelar sua dimensão humana, doméstica e espiritual.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizada pelo Memorial Judaico de Vassouras, a exposição percorre episódios pouco conhecidos da biografia de Burle Marx, como suas origens familiares, filho de um judeu alemão e de uma professora católica pernambucana de ascendência francesa, a passagem pela Alemanha durante a juventude e o impacto da ascensão do nazismo sobre sua família paterna. Fotografias inéditas e documentos históricos ajudam a compreender como essa herança multicultural reverberou em sua visão de mundo e em sua produção artística, especialmente em seus últimos anos de vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Sempre cercado por muitos amigos, Roberto Burle Marx cultivou relações que atravessaram sua trajetória pessoal e artística. Foi justamente a partir da convivência entre o multiartista e o geofísico Luiz Benyosef, cofundador e presidente do Memorial Judaico de Vassouras, que nasceu o projeto paisagístico concebido por Burle Marx em homenagem a dois imigrantes marroquinos de religião judaica, que foram impedidos de serem sepultados no antigo cemitério católico da cidade no século XIX, dando origem ao Memorial. A exposição apresenta esse episódio como uma das expressões mais sensíveis de seu compromisso com a memória histórica, a tolerância e o diálogo entre povos e culturas.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do percurso, o público encontrará reproduções cenográficas da Sinagoga da Congregação Judaica do Brasil, último projeto realizado por Burle Marx pouco antes de sua morte, referências à Capela de Santo Antônio da Bica preservada no Sítio Roberto Burle Marx e ao projeto místico cabalistico Árvore da Vida, desenvolvido em parceria com sua grande amiga Sulamita Mareines. Judaísmo, catolicismo, religiosidade popular e sincretismo aparecem como elementos que atravessam sua filosofia de vida e ajudam a compreender uma produção artística guiada pela convivência entre diferenças.</p>



<p class="has-text-align-center">Distribuída por duas galerias internas, corredor imersivo e pelo pátio do Centro Cultural Correios, a exposição amplia a experiência para além das salas expositivas. Inspirado nos jardins do Sítio Roberto Burle Marx (IPHAN), o espaço externo será ocupado por um percurso de contemplação formado por placas com frases do artista, evocando o convite permanente à reflexão que ele fazia por meio da natureza e da convivência.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além dos jardins, a experiência expositiva mergulha na atmosfera do Sítio Roberto Burle Marx, espaço onde arte, natureza e hospitalidade se confundiam. Grandes reproduções fotográficas, objetos cenográficos, ambientes interativos e totens em escala humana aproximam o público de uma intimidade raramente apresentada ao grande público.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Entre corredores imersivos inspirados em sua visão de mundo, jardins cenográficos, documentos históricos e instalações sensoriais, a mostra revela um criador que transitava com igual liberdade entre paisagismo, pintura, desenho, botânica, cerâmica, cenografia, tapeçaria, joalheria e música, fazendo de sua obra uma síntese singular entre arte e vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do período expositivo, a programação contará com visitas guiadas, exibições audiovisuais e encontros voltados à ampliação do debate sobre a obra e o legado de Roberto Burle Marx. Como ponto alto da programação, 4 de agosto, data de nascimento do artista, será celebrado com uma série de atividades especiais promovidas pela própria exposição. O público poderá assistir à exibição do documentário <em>Eu, Roberto Burle Marx</em>, seguida de conversa com a documentarista e pesquisadora Soraia Cals, codiretora do filme em parceria com a jornalista Tamara Leftel, participar de uma visita guiada com o historiador Joseph Benyosef e acompanhar um recital em homenagem ao artista com Ana Cecília Burle Marx, sobrinha de Roberto Burle Marx, e em sequência um recital com a pianista Miriam Grosman e a instrumentista Daniela Spielmann.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que celebrar um dos artistas fundamentais do século XX, &#8220;Roberto Burle Marx pelos amigos&#8221; propõe uma reflexão sobre memória, pertencimento e diversidade, mostrando que seu maior legado talvez não esteja apenas nos jardins que desenhou, mas na forma como compreendia a convivência entre pessoas, culturas e paisagens como uma verdadeira obra de arte.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: <strong>Período:</strong> 1º de julho a 22 de agosto de 2026 <strong>Local:</strong> Centro Cultural Correios <br>Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro  / <strong>Visitação:</strong> terça a sábado, das 12h às 19h </p>



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		<title>Antonio Bokel expõe obras produzidas entre 2025 e 2026, em Ipanema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa de Cultura Laura Alvim recebe a exposição &#8220;Desconstrutivo&#8221;, de Antonio Bokel, com curadoria de Daniela Avellar. Reunindo obras produzidas entre 2025 e 2026, a individual apresenta um recorte da produção recente do artista, condensando os principais eixos de sua pesquisa atual. O conjunto reúne telas de grande formato, obras sobre papel, esculturas em cimento e bronze, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Casa de Cultura Laura Alvim recebe a exposição &#8220;Desconstrutivo&#8221;, de Antonio Bokel, com curadoria de Daniela Avellar. Reunindo obras produzidas entre 2025 e 2026, a individual apresenta um recorte da produção recente do artista, condensando os principais eixos de sua pesquisa atual. O conjunto reúne telas de grande formato, obras sobre papel, esculturas em cimento e bronze, trabalhos manipuláveis e obras com espelho, além de pinturas que expandem a relação entre superfície, volume e ocupação espacial.</p>



<p class="has-text-align-center">Há alguns anos, a geometria assumiu protagonismo na produção do artista. Em&nbsp;<em>Desconstrutivo</em>, no entanto, ela surge distante da tradição racionalista do construtivismo histórico. As formas aparecem interrompidas ou desalinhadas por cortes e elementos que desorganizam sua aparente estabilidade. O círculo, recorrente em várias obras da exposição, não se completa: há sempre uma fratura capaz de produzir ruído.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição reúne trabalhos emblemáticos dessa pesquisa recente, como &#8220;Azul para o preto, preto para o azul&#8221; (2026), em que pintura, objeto e espelho se fundem num jogo óptico de reflexos e deslocamentos; &#8220;Desencontro&#8221; (2026), pintura apresentada em diálogo com uma escultura em bronze polido sem título, na qual formas semelhantes parecem se repelir e perder seu encaixe original; e &#8220;Vai–Vem&#8221; (2026), escultura em aço corten e bronze polido, que traduz fisicamente a ideia de equilíbrio precário e oscilação contínua.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: Abertura: 16 de junho de 2026<br>Encerramento: 16 de agosto de 2026 / Local: Casa de Cultura Laura Alvim<br>Endereço: Av. Vieira Souto, 176<br>Ipanema &#8211; Rio de Janeiro</p>
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		<title>&#8216;Papo Reto&#8217; traz residência artística do projeto UPLOAD para o Futuros &#8211; Arte e Tecnologia</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentar mais de 50 obras como extensões criativas dos cotidianos e territórios de artistas do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia, com sede no Morro do Santo Amaro, na Zona Sul do Rio, e artistas mulheres convidadas, esta é a proposta da exposição &#8220;Papo Reto&#8221;, que ocupa duas galerias do centro cultural Futuros &#8211; Arte [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Apresentar mais de 50 obras como extensões criativas dos cotidianos e territórios de artistas do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia, com sede no Morro do Santo Amaro, na Zona Sul do Rio, e artistas mulheres convidadas, esta é a proposta da exposição &#8220;Papo Reto&#8221;, que ocupa duas galerias do centro cultural Futuros &#8211; Arte e Tecnologia, no Flamengo, a partir de 15 de maio. Com entrada gratuita, a mostra com curadoria de Leonardo Moraes marca o desdobramento final da residência artística do projeto UPLOAD, iniciada em 2025. </p>



<p class="has-text-align-center">Por meio de instalações, pinturas, fotografias, impressões 3D e vídeos, &#8216;Papo Reto&#8217; explora temas como identidade, vida em comunidade, criatividade, memória e futuro, trazendo manifestações políticas e expressões poéticas relacionadas às vivências de 11 artistas do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia e 11 artistas mulheres convidadas a integrar a mostra. Fundado em 2022, o Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia aciona, no Morro do Santo Amaro e em outras partes do mundo, experiências criativas no campo da arte, da inovação e da tecnologia.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Praticar um processo de residência e imersão artística é um tempo de aprendizado, de mergulho em pesquisas singulares e de produções significativas. No decorrer deste quase um ano de trabalho tive a oportunidade e a felicidade de acompanhar e viver este percurso, com artistas que se lançaram no universo das visualidades. Com reflexões e inflexões sobre questões urgentes e emergentes do mundo contemporâneo em que vivemos, &#8216;Papo Reto&#8217; é um convite para estarmos ligados à visão das e dos crias, que unem arte e tecnologia, para falar ao mundo sobre suas memórias, seus territórios e suas vidas&#8221;, destaca Leonardo Moraes, curador da exposição e da residência UPLOAD.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Futuros existe para ser uma ponte entre linguagens e territórios. O UPLOAD provou que quando você investe tempo real numa residência com artistas das comunidades, o resultado é sofisticado, urgente e genuinamente contemporâneo. São obras que conversam com qualquer museu do mundo — e nasceram aqui&#8221;, destaca Victor D&#8217;Almeida, gerente de cultura do Instituto Futuros.</p>



<p class="has-text-align-center">O UPLOAD é um projeto que une residência artística e exposição de trabalhos no centro cultural Futuros &#8211; Arte e Tecnologia. A residência proporcionou visitas dos artistas à 68 exposições e 23 museus cariocas e paulistas; encontros coletivos entre artistas residentes e profissionais da cadeia produtiva da cultura; processos de produção artística individual e coletivo; difusão de pesquisas artísticas por meio de debates; e a composição de duas exposições no Futuros &#8211; Arte e Tecnologia: &#8220;Vai Tomando&#8221;, exibida entre fevereiro e abril deste ano, e &#8220;Papo Reto&#8221;, que abre em 15 de maio.   </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> <strong>Exposição &#8216;Papo Reto&#8217;</strong><br>Data: 15 de maio a 16 de agosto<br>Horário: quarta a domingo, das 11h às 20h<br>Local: Futuros – Arte e Tecnologia &#8211; Galerias 1 e 2<br>Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo<br>Entrada franca</p>
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		<title>Dolores Esos apresenta &#8220;Rejunte&#8221; no Centro Cultural Correios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A artista visual e muralista Dolores Esos apresenta a exposição &#8220;Rejunte&#8221; no Centro Cultural Correios. Na individual, azulejos antigos, cerâmicas, louças, fachadas, grades, revestimentos e fragmentos da arquitetura cotidiana se transformam em memória visual. Com 25 telas de tamanhos variados, de 20&#215;20 cm até 100&#215;100 cm, a série nasce da observação atenta e sensível de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A artista visual e muralista Dolores Esos apresenta a exposição &#8220;Rejunte&#8221; no Centro Cultural Correios. Na individual, azulejos antigos, cerâmicas, louças, fachadas, grades, revestimentos e fragmentos da arquitetura cotidiana se transformam em memória visual.  </p>



<p class="has-text-align-center">Com 25 telas de tamanhos variados, de 20&#215;20 cm até 100&#215;100 cm, a série nasce da observação atenta e sensível de superfícies e elementos presentes no dia a dia, detalhes muitas vezes ignorados na paisagem urbana. Recolhidos ao longo do tempo, esses fragmentos aparecem nas telas em composições que conectam diferentes momentos. Assim como o rejunte que une os azulejos, as obras articulam partes dispersas e constroem imagens marcadas por cores vibrantes e padrões gráficos. </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, série também dialoga com o tempo presente e propõe uma inversão em relação à produção crescente de imagens digitais. Dolores aposta na experiência física, no contato com objetos, na observação de texturas, superfícies e espaços do cotidiano. O resultado são pinturas que convidam o público a reconhecer padrões e detalhes que atravessam gerações e lugares, conectam lembranças e afetos.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição marca um novo momento na trajetória da artista, construída entre o muralismo e a pintura. Recentemente, Dolores passou a integrar o acervo do STRAAT Museum, em Amsterdã — considerado o maior museu de arte urbana do mundo — com a obra &#8220;Verde-Amarelo-Caramelo&#8221;, exibida na mostra Brazilian Soul.</p>



<p class="has-text-align-center">Com quase cinco metros de largura, a pintura exposta na Holanda reúne símbolos populares brasileiros — o vira-lata caramelo, o filtro de barro e elementos da vegetação tropical — em uma composição que mistura humor, afeto e identidade cultural. A presença da artista no acervo do museu a aproxima de nomes da arte urbana internacional como Eduardo Kobra, Shepard Fairey e Faith XLVII.</p>



<p class="has-text-align-center">Com curadoria de Ana Carla Soler, pesquisadora em História da Arte pela UERJ, &#8220;Rejunte&#8221; também contará com atividades abertas ao público, como visitas guiadas e conversas com a artista, com datas a serem divulgadas em breve. A mostra tem apoio do Instituto Artistas Latinas,organização que atua no fortalecimento da visibilidade de mulheres na arte contemporânea. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> Visitação: 13 de maio a 27 de junho 2026 / Horários: terça a sábado, das 12h às 19h / Local: Centro Cultural Correios &#8211; R. Visconde de Itaboraí, 20, Centro </p>
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		<title>Pàulla Scàvazzini expõe pinturas inéditas e instalações site-specific</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A artista visual e brasileira Pàulla Scàvazzini apresenta duas novas exposições que marcam um momento decisivo em sua trajetória: a participação no duo show &#8220;Between Utopias and Abyss&#8221;, com curadoria de Maryana Kaliner, na Kaliner Gallery, em Nova York, e a individual &#8220;Língua de Fogo&#8221;, com curadoria de Shannon Botelho, no Centro Cultural Correios, no [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A artista visual e brasileira Pàulla Scàvazzini apresenta duas novas exposições que marcam um momento decisivo em sua trajetória: a participação no duo show &#8220;Between Utopias and Abyss&#8221;, com curadoria de Maryana Kaliner, na Kaliner Gallery, em Nova York, e a individual &#8220;Língua de Fogo&#8221;, com curadoria de Shannon Botelho, no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Já no Rio de Janeiro, com abertura em 27 de maio, Pàulla apresenta uma exposição com quinze trabalhos que se configura como desdobramento da mostra realizada em Nova York, agora orientada pelos limites mais rígidos e pela espacialidade ampliada de um contexto institucional. Com a maior parte das obras inéditas, a artista aprofunda sua pesquisa sobre o gesto, sobre a transformação da percepção do olhar e do estar do espectador diante da obra, revisitando o estudo da cor e das paisagens apocalípticas contemporâneas.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <strong>Abertura</strong>: <strong>Período de visitação</strong>: 27 de maio a 4 de julho de 2026 <strong>Local</strong>: Centro Cultural Correios | Rua Visconde de Itaboraí, nº 20, Centro / <strong>Horário de</strong> <strong>funcionamento</strong>: terça a sábado, das 12h às 19h<br><br></p>
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		<title>O trabalho na obra de Portinari no Centro Cultural do TRT &#8211; RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalhador brasileiro, uma das principais inspirações do trabalho de Candido Portinari, será tema da exposição &#8220;Suor e Dignidade: A Poética do Trabalho na Obra de Portinari&#8221;, que será apresentada no Centro Cultural do TRT – RJ. A exposição trará 15 réplicas em altíssima resolução de obras que celebram a força do trabalhador brasileiro.  “A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O trabalhador brasileiro, uma das principais inspirações do trabalho de Candido Portinari, será tema da exposição &#8220;Suor e Dignidade: A Poética do Trabalho na Obra de Portinari&#8221;, que será apresentada no Centro Cultural do TRT – RJ. A exposição trará 15 réplicas em altíssima resolução de obras que celebram a força do trabalhador brasileiro. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="863" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT-1024x863.jpeg" alt="Portinari" class="wp-image-199296" style="aspect-ratio:1.1865763409126477;width:533px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT-1024x863.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT-300x253.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT-768x647.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT-499x420.jpeg 499w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT-150x126.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT-696x586.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT-1068x900.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Arrastao-obra-Candido-Portinari-acervo-exposicao-TRT.jpeg 1079w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Arrastão &#8211; obra Candido Portinari &#8211; acervo exposição TRT.jpeg</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">“A exposição tem o objetivo de demonstrar a beleza e a dignidade de quem constrói o país, revelando o trabalho como um espaço central de convivência social e propondo reflexões sobre sua importância e seus impactos ambientais” , afirma João Candido Portinari, diretor geral do Projeto Portinari e único filho do pintor.</p>



<p class="has-text-align-center">Fundado em 1979 na PUC-Rio, o Projeto Portinari dedica-se ao resgate, à preservação e à democratização do legado artístico, ético e humanista de Candido Portinari. </p>



<p class="has-text-align-center">O projeto Já catalogou mais de 5.300 obras, 25 mil documentos, 6 mil cartas, 12 mil recortes de periódicos, 1.200 fotografias de época, e 70 depoimentos (130 horas gravadas).  </p>



<p class="has-text-align-center"><a href="http://www.portinari.org.br">Todo o acervo está disponível gratuitamente</a>. Aliás, atualmente, a missão primordial do Projeto é levar essa mensagem às novas gerações, utilizando a arte como ferramenta de transformação social e educação para a paz. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: Data: 06 a 29/05 Local: Centro Cultural TRT – RJ Avenida Presidente Antônio Carlos 251, Térreo &#8211; Centro &#8211; RJ (com entrada pela Rua da Imprensa, s/n) </p>
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		<item>
		<title>Maior exposição mundial de Yoshitaka Amano terá 218 obras originais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Yoshitaka Amano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro recebe a maior exposição da carreira do artista japonês&#160;Yoshitaka Amano, um dos grandes ícones da cultura pop mundial.&#160;Com&#160;218 obras originais, incluindo trabalhos inéditos, a mostra&#160;&#8220;Yoshitaka Amano – Além da Fantasia&#8221; apresentará&#160;pinturas e ilustrações de um dos mais celebrados artistas da atualidade. Com curadoria e idealização de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro recebe a maior exposição da carreira do artista japonês&nbsp;Yoshitaka Amano, um dos grandes ícones da cultura pop mundial.&nbsp;Com&nbsp;218 obras originais, incluindo trabalhos inéditos, a mostra&nbsp;&#8220;Yoshitaka Amano – Além da Fantasia&#8221; apresentará&nbsp;pinturas e ilustrações de um dos mais celebrados artistas da atualidade. </p>



<p class="has-text-align-center">Com curadoria e idealização de Antonio Curti, a exposição ocupará todas as salas do segundo andar do CCBB RJ e incluirá um espaço imersivo, que completará a experiência do público por meio da tecnologia.&nbsp;Esta será uma oportunidade para o público ver de perto a obra deste aclamado artista. &#8220;Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente&#8221;, afirma o artista, que está muito animado com a exposição. &#8220;Fico verdadeiramente feliz em ver uma nova mostra sendo realizada no Brasil, depois da exposição em São Paulo, em 2024. É uma honra ter essa oportunidade, especialmente com o projeto se expandindo de maneira tão significativa. Estou ansioso por isso&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Dividida em sete núcleos temáticos&nbsp;–&nbsp;<em>Tatsunoko, Final Fantasy, Candy Girl, Devaloka, Vampire Hunter D, Angel&#8217;s Egg&nbsp;</em>e<em>&nbsp;Colaborações</em>&nbsp;– a mostra revela as múltiplas facetas do trabalho de&nbsp;Yoshitaka Amano.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Yoshitaka Amano é uma lenda tanto no mundo da arte quanto no universo geek&#8221;, afirma&nbsp;o curador Antonio Curti. A exposição irá surpreender tanto quem acompanha o trabalho do artista, quanto quem nunca teve contato com a sua obra.&nbsp;&#8220;Para quem já conhece Amano, a mostra aprofunda o entendimento de sua trajetória e revela obras raras, processos e nuances que poucos tiveram a oportunidade de ver de perto. Para quem chega a ele pela primeira vez, é uma porta de entrada para um universo visual absolutamente singular, onde cada linha, cor e movimento carregam uma poética própria. A ideia é que todos, fãs ou iniciantes, encontrem aqui uma experiência que os conecte com a sensibilidade e a imaginação extraordinária desse artista&#8221;, afirma Curti.</p>



<p class="has-text-align-center">A trajetória de Yoshitaka Amano começou na Tatsunoko, estúdio responsável por marcos da animação japonesa, mas foi com&nbsp;<em>Final Fantasy</em>&nbsp;que Amano marcou seu lugar na história. Ao criar o design de personagens, a identidade visual e o espírito estético da franquia de games, ele estabeleceu a base que moldou não apenas uma das séries de videogame mais conhecidas do mundo, mas também o imaginário de gerações de jogadores e artistas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Amano é um dos precursores em levar para os games o apuro estético de um verdadeiro artista visual. É um mercado que hoje movimenta um investimento bilionário mundo afora e um campo profissional em contínua ascensão, que atrai milhares de pessoas. Mas para além de proporcionar uma experiência única para uma legião de fãs e conhecedores de jogos, o nosso objetivo com a realização dessa exposição é nos conectar com diversos públicos e ampliar a percepção desse universo como espaço de arte, esporte e cultura&#8221;, afirma Sueli Voltarelli, Gerente Geral do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">O trabalho de Amano une o mitológico, o fantástico e o surreal em uma estética que combina tradição japonesa com ecos do&nbsp;<em>art nouveau</em>, surrealismo e&nbsp;<em>pop arte</em>. &#8220;Suas criações habitam um espaço onírico onde natureza, tecnologia e fantasia se encontram, refletindo uma visão de mundo que dialoga com o passado e aponta para o futuro&#8221;, destaca o curador.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Entre as atmosferas góticas de&nbsp;<em>Vampire Hunter D</em>, a leveza estilizada de séries como&nbsp;<em>Candy Girl</em>&nbsp;e colaborações com personagens icônicos como Batman, Superman e Sandman, além de projetos para a DC Comics e para a Vogue Itália, sua versatilidade comprova a rara capacidade de transitar entre mundos sem perder identidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Fabricio Reis, diretor comercial e de produtos da BB Asset, apoiar a exposição é parte do compromisso da gestora para a promoção da arte e da cultura. &#8220;Nossa missão vai além da gestão de ativos, que é o nosso core business. Como líderes do setor, entendemos que temos o compromisso de contribuir para uma sociedade mais conectada ao conhecimento, justa e inclusiva. Por isso, apoiamos iniciativas que ampliam o acesso à arte, estimulam reflexões e proporcionam vivências enriquecedoras&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Para marcar os últimos dias da exposição &#8220;Yoshitaka Amanao – Além da Fantasia&#8221;, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro realizará, no dia 20 de junho de 2026, sábado, um dia inteiro de atividades em torno da mostra, que já foi vista por mais de 140 mil pessoas no CCBB RJ. Haverá exibição do filme Angel´s Egg, presença de cosplayers na exposição e bate-papo com o curador Antonio Curti. Todas as atividades são gratuitas, e os ingressos estarão disponíveis a partir das 9h do dia da atividade, na bilheteria física ou no site do CCBB (<a href="https://wp.titan.email/mail/bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a>).</p>



<p class="has-text-align-center">Às 11h30 será exibido, no Cinema do CCBB RJ, o filme Angel´s Egg, considerado uma obra-prima da animação experimental japonesa. Reconhecido por oferecer uma experiência visual singular, o longa-metragem, de 1985, com direção de Mamoru Oshii e arte assinada por Amano, une o estilo gótico ao surrealista, sem tentar dar explicações diretas sobre o mundo em que os personagens vivem. A trama acompanha uma menina solitária que vaga por uma cidade desolada, protegendo um grande ovo que ela carrega debaixo de suas vestes. </p>



<p class="has-text-align-center">Das 14h às 16h, as cosplayers Rach Asakawa e Rayara Eckhardt estarão na exposição como Fang e Lightning, personagens icônicas de <em>Final Fantasy</em> &#8211; franquia que revolucionou os videogames e redefiniu o conceito de fantasia moderna. Elas vão circular pelas galerias da exposição e estarão disponíveis para fazer fotos com os visitantes.</p>



<p class="has-text-align-center">E às 16h, no Auditório do 3º andar, será realizado um bate-papo com o curador e idealizador da exposição, Antonio Curti. No encontro com o público, ele vai traçar um panorama sobre a obra do artista, que transita entre ilustração, pintura e imaginário simbólico – &#8220;onde figuras etéreas, mitologias reinventadas e narrativas oníricas constroem um território singular&#8221;, destaca o curador. &#8220;Mais do que percorrer uma trajetória, o bate-papo vai abordar a sensibilidade estética de Amano e sua capacidade de dissolver fronteiras entre arte, sonho e cultura visual, criando imagens que permanecem suspensas no tempo e na memória&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>22 de abril a 22 de junho de 2026&nbsp; / Classificação indicativa: livre / Ingressos disponíveis na bilheteria física&nbsp;ou pelo site&nbsp;do CCBB &#8211;&nbsp;<a href="https://wp.titan.email/mail/bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a>. / <strong>Centro Cultural Banco do Brasil &nbsp;</strong> Rua Primeiro de Março, 66, Centro </p>
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		<title>Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Niura Bellavinha]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, integrando as celebrações dos 40 anos da instituição como centro cultural, com curadoria de Marcus Lontra, Rafael Peixoto e Viviane Matesco. Concebida em diálogo direto com a arquitetura e a história do edifício, <em>Toró</em> propõe uma experiência imersiva em que pintura, escultura e obras instalativas operam como campos de transbordamento simbólico, material e sensível.</p>



<p class="has-text-align-center">Como gesto inaugural da exposição, algumas janelas da fachada do Paço recebem uma intervenção em que telas brancas deixam escorrer tinta vermelha, ativando o edifício como corpo e superfície de inscrição. A ação estabelece um elo imediato entre a obra da artista e a memória histórica do lugar, onde, no final do século XVIII, foram tomadas decisões centrais para a história colonial brasileira, incluindo a condenação de Tiradentes. Sem recorrer à ilustração ou ao didatismo, a intervenção&nbsp;funciona como um disparador poético que conecta passado e presente, arquitetura e matéria pictórica. “Intitulei esta intervenção de&nbsp;<em>Chorare Pitangas</em>, expressão em tupi-guarani que significa ‘chorar lágrimas de sangue’”, revela Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">“Toró nos interessa como um estado, não como uma imagem. É uma noção de pressão e intensidade que atravessa a obra da Niura e encontra, no Paço Imperial, um campo de ressonância histórica e simbólica”, explicam os curadores. </p>



<p class="has-text-align-center">Nas obras de Niura, a pintura deixa de ser apenas superfície para se afirmar como matéria em ação. Escorrimentos, velaturas, pulverizações, impregnações e infiltrações fazem da cor um elemento instável, em permanente deslocamento. Vermelhos intensos convivem com verdes e azuis de aparência aquosa, ampliando o repertório cromático da artista e rearticulando associações entre sangue, água, minério e paisagem.</p>



<p class="has-text-align-center">“Minha pintura é inspirada pela música serial, pelo cinema e pela fotografia. Da música vem a ideia de uma estrutura em variação constante; do cinema, o princípio da montagem, feito de edições sucessivas até que algo se estabilize; da fotografia, o corte, a luz e a relação sutil entre as cores. Trabalho a partir da instabilidade, deixando que erros e aparições conduzam o processo, e gosto de operar com os restos, com as camadas anteriores. Minha pintura é leve como a poeira. Busco um ponto de equilíbrio por meio de uma sucessão de situações e regiões instáveis”, afirma Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição&nbsp;–&nbsp;que marca os 35 anos de carreira da artista&nbsp;–&nbsp;ocupa o terreiro e o terreirinho do Paço, reunindo um conjunto expressivo de trabalhos inéditos em espaços historicamente ligados às áreas de serviço, circulação e abastecimento do prédio. A escolha desses ambientes reforça a dimensão relacional do projeto, construído a partir das camadas simbólicas do lugar.</p>



<p class="has-text-align-center">“A exposição se estrutura a partir da fricção entre tempos distintos. A arquitetura do Paço não funciona como cenário, mas como uma presença que tensiona a leitura das obras e desloca a experiência do visitante”, pontua a curadoria.</p>



<p class="has-text-align-center">A dimensão material da obra é central. Niura trabalha com pigmentos naturais, terras, rejeitos minerais e poeira de meteoritos. Em algumas esculturas, pedras são atravessadas por linhas de seda que pertenciam à mãe da artista, criando uma relação direta entre memória íntima e território. As fitas evocam veios de minério e veias do corpo, aproximando mineração e anatomia, exploração da terra e ferida corporal. Aqui, o corpo surge como metáfora do território e o território, como extensão do corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra-título &#8211; Entre os trabalhos apresentados, destaca-se <em>Toró</em> (2015-2016), tríptico que dá título à exposição. A obra reúne pigmentos e matérias como moldavita (cristais), azurita, spirulina e zircão, compondo uma superfície de caráter aquoso e atmosférico. Em tons de verde e azul, o trabalho evoca a ideia de chuva e dialoga com referências da história da pintura, em especial com paisagens e procedimentos associados aos mestres William Turner, Paul Cézanne e Alberto da Veiga Guignard, que atravessam a pesquisa de Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A expografia foi pensada como um percurso progressivo, que organiza o espaço a partir de ritmos, escalas e intensidades. Em alguns momentos, o público é convidado a atravessar fisicamente as obras, penetrando planos pictóricos e percebendo variações de luz, transparência e densidade material.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Um projeto em circulação</strong> &#8211; Embora dialogue com questões recorrentes na trajetória de Bellavinha, como a relação com a história colonial, a matéria e a espiritualidade da cor, <em>Toró</em> não se apresenta como uma retrospectiva. Ao contrário, a mostra enfatiza o presente da produção da artista e sua capacidade de se reconfigurar a partir do encontro com cada espaço, inscrevendo-se em um projeto mais amplo de circulação que se transforma a cada contexto expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em> integra um programa de itinerância desenvolvido pela artista e iniciado em 2024/2025 com a exposição apresentada no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto. Em 2026, o projeto chega ao Paço Imperial, no Rio de Janeiro, assumindo uma configuração inédita em diálogo com a arquitetura e a história do edifício. Estão previstas ainda apresentações em outras capitais brasileiras, como São Paulo, Porto Alegre e Belém. Ao final do percurso, será lançado o livro &#8220;Niura&#8221;, publicação que consolida esse programa de itinerância, reunindo imagens e textos sobre os atravessamentos entre obra, espaço e tempo ao longo das diferentes exposições apresentadas.</p>



<p class="has-text-align-center">A experiência do público começa ainda do lado de fora. As janelas ativadas na fachada anunciam a exposição como um acontecimento que extrapola o espaço interno e convoca o olhar do passante. Uma vez no interior do Paço, o visitante é convidado a desacelerar, aproximar-se das obras e percorrer um conjunto de proposições que exigem tempo, atenção e abertura sensorial.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em>&nbsp;afirma a pintura como força viva, capaz de transbordar suportes, incidir sobre a arquitetura e reativar a memória histórica no presente. Ao colocar matéria, cor e espaço em relação, Niura constrói uma exposição que não se fecha em significados únicos, mas se oferece como campo de experiência atravessado por tensões entre delicadeza e violência, transparência e peso, história e agora.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 28 de março até 07 de junho de 2026 / Local: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial End: Praça XV de Novembro, 48 &#8211; Centro  / Entrada franca | Classificação livre</p>



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		<title>‘À beira-mar, somos muitos’, de Manu Gomez, no Centro Cultural Correios RJ</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Cultural Correios Rio de Janeiro recebe a exposição “À beira-mar, somos muitos”, primeira individual da artista Manu Gomez. A mostra, que tem curadoria de Jean Carlos Azuos, reúne 13 pinturas inéditas produzidas entre 2025 e 2026 em diversos formatos, incluindo um mosaico de 2,20 x 3,80m, e uma instalação ao centro da galeria, apresentando um recorte da série “Sonhos dos Invisíveis”, na qual a artista investiga relações entre memória, trabalho e vida coletiva.</p>



<p class="has-text-align-center">Manu Gomez parte de memórias e histórias de sua própria família para construir um conjunto de pinturas que refletem sobre o trabalho e a vida de comunidades ligadas ao mar. Inspirada especialmente nas experiências de seu pai com a pesca submarina em Arraial do Cabo, a artista cria imagens em que pescadores, peixes e cardumes aparecem em movimento coletivo, muitas vezes fundidos em uma mesma cena.</p>



<p class="has-text-align-center">Esses elementos funcionam como metáforas visuais: os cardumes evocam a força do coletivo e as estratégias de sobrevivência construídas em grupo, enquanto a presença constante do mar sugere tanto sustento quanto desafio para aqueles que vivem do trabalho da pesca. “Nesse sentido, cada figura pode ser compreendida como arquivo de trabalho, superfície viva na qual a experiência se inscreve e permanece, evidenciando como o corpo, historicamente reduzido à força produtiva, resiste como memória e como sujeito”, afirma o curador Jean Carlos Azuos.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao aproximar corpos humanos e animais em um mesmo fluxo, a artista propõe uma reflexão sobre como as relações de trabalho e de subsistência se organizam em torno da natureza e da vida em comunidade. “A ideia de quantidade vem junto com uma estratégia biológica: agrupar-se para parecer um animal maior do que se é. Ao unir humanos e peixes, proponho também uma reflexão sobre como o sistema nos reduz a commodities, a números — tanto peixes quanto humanos”, justifica Manu Gomez.</p>



<p class="has-text-align-center">Na parede do fundo da galeria, a artista apresenta uma instalação composta por 24 telas organizadas em um grande painel de 2,20 x 3,80m, que ela prefere chamar de quebra-cabeça. A obra funciona como uma imagem fragmentada formada por partes que se conectam e outras que permanecem deslocadas. “Aqui, os cardumes percorrem as telas como pensamento coletivo em movimento e, ao se repetirem de obra em obra, ondulam uma continuidade visual que a montagem acompanha, conduzindo o espectador por um fluxo que evoca a circulação da maré”, diz Azuos.  </p>



<p class="has-text-align-center">Algumas pinturas ainda incorporam latas em suas composições. Esses elementos surgem a partir de associações ligadas ao consumo cotidiano e aos alimentos processados, frequentemente presentes em contextos de subsistência e trabalho. Ao inserir esses objetos no campo da pintura, a artista aproxima imagens do universo da pesca, do trabalho e do consumo, ampliando o conjunto de referências que atravessam a exposição.</p>



<p class="has-text-align-center">“À beira-mar, somos muitos” afirma uma multiplicidade que se manifesta nos corpos, nas alegorias e na própria organização estética e narrativa da mostra. A presença, até aqui murmurada, é feita de trabalho e desejo, de corpos que atravessam um tempo incontornável enquanto o horizonte se abre em infinitude”, define o curador.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição “À beira-mar, somos muitos” pode ser visitada de 25 de março a 9 de maio de 2026, no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, com entrada gratuita.</p>
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