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	<title>Centros Culturais - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Centros Culturais - Rota Cult</title>
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		<title>Marilou Winograd apresenta a exposição &#8216;Um Sonho em Noite de Insônia&#8217; no CCC</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:42:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A artista plástica Marilou Winograd apresenta a exposição &#8216;Um Sonho em Noite de Insônia&#8217;, com curadoria de Osvaldo Carvalho e como artista convidado Mario Camargo, com obras especialmente criadas para a mostra, no Centro Cultural Correios RJ. Esta exposição parte da vigília como matéria e processo, e do sonho como laboratório. &#8220;Em Um Sonho em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A artista plástica Marilou Winograd apresenta a exposição &#8216;Um Sonho em Noite de Insônia&#8217;, com curadoria de Osvaldo Carvalho e como artista convidado Mario Camargo, com obras especialmente criadas para a mostra, no Centro Cultural Correios RJ. Esta exposição parte da vigília como matéria e processo, e do sonho como laboratório.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Em Um Sonho em Noite de Insônia &#8211; a soma dos encontros, os trabalhos nos instigam com acúmulos de frações, nos surpreendem com rearranjos caóticos, nos estimulam com o inusitado, nos desafiam a rever conceitos, nos incitam a pensar fora da caixa, enxergar além do óbvio. Estão a nos dizer que nada é eterno, nada é definitivo, nada é perfeito – Wabi-sabi, filosofia estética japonesa que celebra a beleza da imperfeição, da impermanência e da incompletude com origem no zen-budismo. É um convite a abandonar a busca pela perfeição e a vislumbrar contentamento na simplicidade, na autenticidade e nas marcas que o tempo imprime nas coisas. Seus trabalhos se desdobram sobre retalhos do cotidiano revisitados, colados, recosturados, remontados, sem nada a esconder – Kintsug (técnica japonesa de consertar cerâmicas quebradas com uma mistura de laca e ouro, destacando as rachaduras em vez de ocultá-las)&#8221;, ressalta o curador Osvaldo Carvalho.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8221;Um Sonho em Noite de Insônia&#8221; pode ser visitada até o dia 26 de setembro, de terça a sábado, das 12h às 19h, no Centro Cultural Correios RJ, Centro, com entrada franca e censura livre.</p>
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		<title>Exposição &#8220;Amazônicas: Poéticas femininas&#8221; chega ao CCBB RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Amazônia é um território historicamente marcado por mulheres protagonistas, pioneiras e fundamentais para a formação cultural do Brasil. Partindo desta ideia, a exposição &#8220;Amazônicas: Poéticas femininas&#8221; chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, apresentando a potência da arte contemporânea produzida por mulheres, de diferentes gerações, oriundas dos estados do Pará, Acre e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Amazônia é um território historicamente marcado por mulheres protagonistas, pioneiras e fundamentais para a formação cultural do Brasil. Partindo desta ideia, a exposição &#8220;Amazônicas: Poéticas femininas&#8221; chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, apresentando a potência da arte contemporânea produzida por mulheres, de diferentes gerações, oriundas dos estados do Pará, Acre e Amazonas. A exposição será inaugurada na semana em que se comemora o Dia da Amazônia, instituído em 2007 e celebrado no dia 5 de setembro, reforçando a importância da Amazônia e estimulando a conscientização sobre sua preservação.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizada pelo Museu das Mulheres (Museu DAS), a mostra, que tem curadoria e direção artística de Sissa Aneleh, reunirá 80 obras de 21 artistas contemporâneas da região Norte do país e ocupará todas as salas do segundo andar do CCBB RJ, depois de ter sido apresentada em Belém, Fortaleza e Brasília. Um espaço imersivo no metaverso, com realidade aumentada, ampliará a experiência do público, através de óculos 3D. A exposição foi aprovada na Seleção Petrobras Cultural e conta com patrocínio da Petrobras, via Lei Rouanet, com realização do Ministério da Cultura e apoio do CCBB.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Nesta exposição afirmamos que a Amazônia é o verdadeiro ventre do Brasil e do mundo. Para tanto, seguimos no reconhecimento deste território mágico, ancestral e poderoso, não apenas como motivo, tema ou suporte, mas como energia elementar da encantaria, da força estética e artística das mulheres&#8221;, afirma a curadora Sissa Aneleh, que há 16 anos pesquisa mulheres da arte amazônica.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição apresentará um amplo panorama da arte produzida por mulheres da região amazônica, desde a década de 1970 até os dias de hoje. São trabalhos feitos em diferentes suportes, como pintura, escultura, fotografia, gravura, objeto, arte digital e videoarte, das artistas Auá Mendes, Bárbara Savannah, Cristiane Martins, Diná Oliveira, Elaine Arruda, Elieni Tenório, Keila-Sankofa, Lise Lobato, Lúcia Gomes, Maria Auxiliadora Zuazo, Nina Matos, Rafa Bqueer, Rafaela Kennedy, Rafaela Moreira, Renata Aguiar, Rita Huni Kuin, Rita Loureiro, Sanchris, Val Sampaio, Wɨra Tini e Yaka Huni Kuin.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Dividida em quatro núcleos temáticos – Materialidades Ancestrais, Gravura Feminina, Amazônia Pictórica e Performáticas –, a mostra traz trabalhos cujas temáticas abordam questões de gênero, regionalismo, identidade nacional e diversidade. &#8220;O conceito da exposição, com base temática e histórica, tece interpretação de gêneros das obras de arte demonstrando os estilos e as temáticas predominantes nas artes de mulheres que constroem historicamente a arte produzida no Norte do Brasil. A pluralidade das temáticas e narrativas abordam o artivismo, o corpo como obra, culturas amazônica-indígena-afrobrasileira, pré-história e tecnologias amazônicas, arte do afeto, biografias e ancestralidades femininas, completando-se com a História das Mulheres&#8221;, diz a curadora.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição conta com recursos de acessibilidade, como obra tátil, audiodescrição de obras e intérprete de libras. Ao longo do período da mostra, serão realizadas visitas guiadas com a curadora e palestra com algumas artistas. Além disso, também será lançado o catálogo da mostra.</p>



<p class="has-text-align-center">Ampliando a experiência do público, a exposição contará com o Espaço Petrobras Amazônicas, um cenário conceitual com realidade expandida (XR), realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR), no qual o público utilizará óculos 3D para vivenciar uma visitação espacial imersiva e assistir filme em realidade virtual. Será possível ter uma visão em 360 graus, cenário em realidade aumentada e visualizar algumas obras de forma totalmente imersiva e inovadora.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso,  haverá, ainda, a obra coletiva em vídeo &#8220;Mensagem para a Amazônia&#8221;, que está sendo construída ao longo da itinerância da exposição com a participação do público. &#8220;É um convite para deixar uma mensagem do público sobre a importância da preservação ambiental&#8221;, diz a curadora. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"> <strong>PROGRAMAÇÕES COMPLEMENTARES</strong></h2>



<p class="has-text-align-center">Como parte da exposição, serão realizadas oficinas presenciais de economia criativa, voltadas para o desenvolvimento&nbsp;profissional de mulheres em áreas técnicas e artísticas das artes visuais e plásticas.&nbsp;Além disso, também haverá uma programação formativa em economia criativa do programa Avanço das Mulheres do museu, que objetiva o desenvolvimento de carreira e&nbsp;mais atuação de mulheres no setor cultural nas áreas de produção executiva, projetos coletivos de arte e produção de exposições de artes visuais.</p>



<p class="has-text-align-center">Haverá, ainda, uma programação educativa voltada para o público infanto-juvenil com a realização da atividade &#8220;Sons da Natureza&#8221;, para criação de memória sensorial, vivência lúdica com réplicas de esculturas da exposição inspiradas em sementes&nbsp;e sons de animais do Marajó. Durante toda a temporada, serão realizadas&nbsp;visitas mediadas para escolas públicas e privadas, grupos diversos e programação educativa inspirada no projeto.&nbsp;&#8220;Essas oficinas de economia criativa foram pensadas para o avanço das mulheres, ampliando a formação técnica e artística de quem está começando ou querendo começar uma carreira profissional no universo artístico e atuar em grandes projetos. Também oferecemos ao público infanto-juvenil atividades com esculturas sonoras inspiradas na natureza amazônica que podem ser tocadas e ouvidas, almejando outras formas sensíveis de conscientização ambiental por meio da arte com a Amazônia brasileira em suas mãos&#8221;, ressalta Sissa Aneleh.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>2 de setembro a 16 de novembro / CCBB Rio de Janeiro  Rua Primeiro de Março, 66, Centro / (21) 3808-2020 | <a href="mailto:ccbbrio@bb.com.br">ccbbrio@bb.com.br</a>  / Ingressos retirados no site <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a> ou na bilheteria do CCBB Classificação indicativa: Livre </p>



<p></p>
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		<title>Matheus Ribs abre individual no Centro Cultural Correios </title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O artista visual carioca Matheus Ribs inaugura sua primeira exposição institucional no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Correios. Com curadoria de Clara Anastacia e Juão Nÿn, &#8220;Reencantar a terra&#8221; parte da ideia de que enfrentar a devastação ambiental exige também recuperar outras formas de relação com a terra e seus habitantes, baseadas na abundância, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O artista visual carioca Matheus Ribs inaugura sua primeira exposição institucional no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Correios. Com curadoria de Clara Anastacia e Juão Nÿn, &#8220;Reencantar a terra&#8221; parte da ideia de que enfrentar a devastação ambiental exige também recuperar outras formas de relação com a terra e seus habitantes, baseadas na abundância, na reciprocidade, na espiritualidade e no cuidado.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Matheus, o processo colonial introduziu na América uma lógica de escassez em territórios historicamente marcados pela abundância. A exploração dos recursos naturais, a expropriação da terra, povos dominados e escravizados e a consequente produção da miséria aparecem, não como fenômenos isolados, mas como parte de um projeto histórico de transformação da relação entre sociedade e natureza.</p>



<p class="has-text-align-center">Essa reflexão ganha forma em um dos painéis centrais da exposição, no qual uma mulher negra e uma mulher indígena carregam cestos repletos de alimentos tradicionais na América Latina (milho, mandioca, inhame, coco, banana, entre outros) que são também aqueles oferecidos aos orixás em diferentes práticas do candomblé. Sobre a terra, as personagens derramam água, evocando um ditado yorubá segundo o qual somente a água fresca apazigua o calor da terra.</p>



<p class="has-text-align-center">A água torna-se, assim, um dos principais fios condutores da exposição. O artista recorre ao Itan (narrativa sagrada) de Oxum, no qual ela retira a água do mundo como forma de protesto por não ser ouvida pelos demais orixás. Sem água, a vida deixa de se reproduzir: as crianças não nascem, as plantas não crescem e os alimentos não prosperam. Quando Oxum é finalmente escutada, devolve a água à terra e a vida retorna. É nesse gesto que o artista identifica uma das chaves de sua exposição: a água como força capaz de reencantar a terra.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir dessa perspectiva, a mostra aborda os conflitos coloniais e contemporâneos em torno dos recursos hídricos: mineração, barragens, hidrelétricas e as diferentes formas de devastação. Em uma das séries, as sereias tornam-se representações dos rios brasileiros. Cada figura reúne, em seu corpo, referências ao povo indígena que vive às margens de determinado rio e a um peixe característico de suas águas. Tapajós, Paraguai, Doce, Xingu, São Francisco, Iguaçu e Tocantins aparecem, assim, como uma espécie de cartografia afetiva e espiritual do território brasileiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo a curadora Clara Anastácia,&#8221;A pintura de Matheus Ribs não disputa apenas o que vemos; ela disputa a forma como o mundo pode voltar a se organizar. Se a pintura colonial ajudou a verticalizar a vida, Reencantar a Terra faz da figuração uma tecnologia de reconstituição da trama que nos liga à terra, às águas, aos encantados e uns aos outros.Ao percorrer a exposição, somos convidados a experimentar um pequeno deslocamento: sair da lógica do reconhecimento individual para recuperar a percepção da vida como parentesco, como interdependência e como responsabilidade compartilhada. Em tempos de exaustão política, ambiental e afetiva, Matheus Ribs nos lembra que talvez o gesto mais radical seja também o mais ancestral: reaprender a encantar a terra para que ela volte a nos encantar&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a exposição também destaca figuras da tradição popular e das cosmologias afro-indígenas, como Curupira, Caipora, Mãe d&#8217;Água, Saci e Aroni. Ao trazê-los para cenas de devastação ambiental, o artista questiona a transformação dessas entidades em personagens folclóricos e infantis, distantes de sua potência original. Para Matheus, o termo &#8220;folclore&#8221; contribuiu para retirar dessas figuras sua dimensão espiritual, política e cosmológica. Chamados de &#8220;encantados&#8221;, esses seres não são apenas personagens de histórias, mas forças que habitam e protegem a floresta, a água e a vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Nesse conjunto, o Saci ocupa um lugar especial como figura de interseção entre referências afro-brasileiras e indígenas. O artista aproxima o personagem de Aroni, entidade associada às folhas e aos segredos da floresta no candomblé, estabelecendo uma rede de correspondências entre diferentes tradições espirituais brasileiras.</p>



<p class="has-text-align-center">Além das pinturas e desenhos, &#8220;Reencantar a Terra&#8221; marca um novo momento na produção do artista ao incorporar instalações. Um recipiente dedicado aos ancestrais da terra, preenchido por elementos associados à fartura e à alimentação. </p>



<p class="has-text-align-center">A mostra &#8220;Reencantar a terra&#8221; tem abertura na quarta-feira, 19 de agosto, às 16h, e segue até o dia 10 de outubro. O Centro Cultural Correios fica na R. Visconde de Itaboraí, 20 &#8211; Centro. Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h. Entrada gratuita.</p>
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		<title>&#8220;Inefável Presença&#8221; reúne artistas do Ateliê Oruniyá no Centro Cultural dos Correios</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:01:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural dos Correios recebe a exposição &#8220;Inefável Presença&#8221;, reunindo nove artistas cuja produção foi atravessada pela convivência no Ateliê Oruniyá, na Tijuca. Com curadoria de Ayla de Oliveira, a mostra apresenta trabalhos de Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos, Paula Siebra, Nelson Macedo, Ana Moura, Lucas Moura [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Cultural dos Correios recebe a exposição &#8220;Inefável Presença&#8221;, reunindo nove artistas cuja produção foi atravessada pela convivência no Ateliê Oruniyá, na Tijuca. Com curadoria de Ayla de Oliveira, a mostra apresenta trabalhos de Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos, Paula Siebra, Nelson Macedo, Ana Moura, Lucas Moura e Renato Alvim. São desenhos e pinturas a óleo que partem de investigações individuais, mas compartilham a prática do ateliê, o estudo da tradição pictórica e a compreensão da pintura como campo de transmissão, diálogo e continuidade.</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nas obras, paisagens reconhecíveis se transformam em atmosferas de sonho; figuras femininas se fundem à natureza; conchas herdadas tornam-se imagens de proteção e memória; cenas cotidianas revelam o imaginário popular; e a luz faz surgir portais, vultos e aparições. A exposição propõe ao visitante uma experiência em que matéria, cor e imagem não precisam se encerrar em uma explicação única.</p>



<p class="has-text-align-center">            A história do grupo começou em 2017, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde Nelson Macedo era professor de desenho de modelo vivo. A partir desse encontro, alunas passaram a frequentar seu ateliê e conheceram também a artista e professora Ana Moura. Durante sete anos, os encontros semanais reuniram Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos e Paula Siebra sob a orientação de Nelson e Ana e com o acompanhamento de Lucas Moura e Renato Alvim.</p>



<p class="has-text-align-center"> As segundas-feiras à noite iam além das aulas de desenho e pintura. A prática era acompanhada por conversas sobre cinema, poesia, arte popular e história da arte, além do contato com textos e referências de artistas brasileiros e de diferentes tradições. O que começou como uma turma de pintura consolidou-se como uma comunidade de artistas unida pelo exercício contínuo do olhar e pela investigação da imagem.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;Existia um certo medo de que não houvesse espaço no mercado para o nosso trabalho por ser uma pintura mais figurativa. Quando entrei no mercado de arte, fui percebendo e mostrando aos outros que havia, sim, pessoas interessadas em conhecer a pintura e que existia espaço para essa pesquisa&#8221;, conta Ayla de Oliveira.</em></p>



<p class="has-text-align-center">            É desse percurso que nasce <em>Inefável Presença</em>. O título aproxima duas ideias: o inefável, aquilo que não pode ser inteiramente traduzido em palavras, e a presença, aquilo que se manifesta e se oferece ao encontro. A pintura surge como uma presença revelada pela matéria, pela cor, pela luz e pela relação entre obra e espectador. Em vez de pedir uma interpretação imediata, a mostra convida o público a desacelerar e permanecer diante das imagens.</p>



<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong><strong></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Exposição:&nbsp;</strong>Inefável Presença</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Curadoria:&nbsp;</strong>Ayla de Oliveira</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Artistas:&nbsp;</strong>Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos, Paula Siebra, Nelson Macedo, Ana Moura, Lucas Moura e Renato Alvim</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>Centro Cultural dos Correios</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Endereço:&nbsp;</strong>R. Visc. de Itaboraí, 20 &#8211; Centro, Rio de Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Abertura:&nbsp;</strong>19 de agosto de 2026, das 16h às 20h</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Visitação:&nbsp;</strong>19 de agosto a 10 de outubro de 2026</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Dias e horários:&nbsp;</strong>Terça a sábado de 12h às 19h</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Entrada:&nbsp;</strong>Gratuita</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Classificação indicativa:</strong>&nbsp;Livre</p>
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		<title>CCJF e FUNARJ abrem exposição que celebra a rica identidade cultural brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 18:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir do dia 8 de julho, Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) e a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) realizam a exposição &#8220;Coleção Ingá: Brasil plural&#8221; que ocupa todas as galerias do CCJF. A curadoria, realizada por Marcus Lontra e Rafael Peixoto, reúne uma seleção de mais de 200 obras [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A partir do dia 8 de julho, Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) e a Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) realizam a exposição &#8220;Coleção Ingá: Brasil plural&#8221; que ocupa todas<strong> </strong>as galerias do CCJF. </p>



<p class="has-text-align-center">A curadoria, realizada por Marcus Lontra e Rafael Peixoto, reúne uma seleção de mais de 200 obras do acervo de mais de 10 mil itens do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro (MHAERJ) &#8211; Museu do Ingá. São pinturas, esculturas, gravuras e objetos que passeiam por obras do século XIX e XX e incluem nomes fundamentais da arte brasileira, entre eles, Alfredo Volpi, Oswaldo Goeldi, Emiliano Di Cavalcanti, Cândido Portinari, Emeric Marcier e Mestre Guarany. A rica seleção revela-se como uma importante ferramenta de conscientização das inúmeras matrizes culturais que compõem a identidade do Brasil. A Coleção Ingá representa hoje a reunião de oito acervos de diferentes fontes e naturezas, dentre as quais se destaca a antiga <em>Coleção Banerj</em>, a <em>Coleção de Arte Popular </em>e a <em>Coleção do governador Ernani do Amaral Peixoto</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">São artefatos dos povos originários, registros de artistas viajantes, experimentações modernas, expressões de matrizes populares, registros de sincretismos e resistências. A proposta do projeto é apresentar uma nova identidade para esse grande acervo. A escolha do nome, &#8220;Coleção Ingá: Brasil plural&#8221;, além de reforçar a localidade do museu, em Niterói, surge como reconhecimento da importância da natureza como elemento de integração e construção da identidade nacional, demonstrando a pluralidade da criatividade e diversidade da arte brasileira. De acordo com os curadores, a mostra reforça ainda o entendimento do papel transformador da arte como ferramenta capaz de ampliar percepções, transformar paradigmas e estabelecer novas conexões entre os indivíduos e a sociedade. &#8220;Trata-se de um acervo valioso, patrimônio do povo fluminense, e a curadoria buscou uma abordagem temática valorizando diversas escolas, técnicas e períodos artísticos. Assim, arte clássica e arte moderna convivem e estabelecem diálogos curiosos e sensíveis entre tempos e olhares que acentuam a atemporalidade da ação artística&#8221;, destaca Lontra.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a exposição também amplia o acesso público ao acervo preservado pelo Museu do Ingá, administrado pela Funarj, colocando em circulação obras fundamentais da arte brasileira em um dos equipamentos culturais mais importantes da capital fluminense, o CCJF. &#8220;Para celebrar seus 25 anos, o Centro Cultural apresenta a exposição <em>Brasil plural</em>. A escolha sintetiza a trajetória da instituição que, fiel a seus princípios norteadores, valoriza a diversidade de vozes e manifestações culturais que compõem a sociedade brasileira. Ao trazer essa multiplicidade, a exposição aponta para os próximos 25 anos de uma instituição cada vez mais aberta aos encontros de arte e cultura, memória e território, justiça social e cidadania&#8221;, ressalta Ricardo Horta, diretor-executivo do CCJF.</p>



<p class="has-text-align-center">Além da visitação mediada tradicional, a exposição também vai apresentar medidas de acessibilidade para a comunidade surda. Todas as quintas-feiras, a partir das 15h, mediadores do programa <em>Arte e Cultura Para Todos</em>, da Funarj, estarão disponíveis para o atendimento e visita de pessoas com deficiência auditiva. A iniciativa vai ao encontro do objetivo da exposição de apresentar um Brasil plural para o público geral, disponibilizando para todos as diferentes vertentes culturais que formam a identidade brasileira. &#8220;Com a celebração do acordo de cooperação com o Centro Cultural Justiça Federal, a Funarj está cumprindo a missão de oferecer a arte e a cultura para o maior número de pessoas. As pessoas que frequentam o CCJF talvez não conheçam o acervo do Ingá, que é riquíssimo e de uma cultura fantástica. Além de todo o trabalho de acesso ao acervo que a Funarj detém, acabamos de implementar o <em>Arte e Cultura para Todos</em>, um programa de acessibilidade feito com e para a comunidade surda. Poder implementá-lo também no CCJF é mais uma oportunidade para uma comunidade que tanto pleiteia esses espaços, essas oportunidades&#8221;, afirmou Jackson Emerick, presidente da Funarj.<br><br><strong>Acordo entre CCJF e FUNARJ</strong> — Em 2025, o CCJF e a FUNARJ assinaram um acordo de cooperação para o desenvolvimento e a execução conjunta de projetos culturais, artísticos, educacionais e patrimoniais. A exposição <em>Coleção Ingá: Brasil plural</em> é o primeiro fruto desse importante convênio entre as instituições. A parceria simboliza a união de forças em prol da valorização da arte, da memória e do patrimônio cultural do estado do Rio de Janeiro. É um compromisso de todos os envolvidos com a democratização do acesso à arte, à história e ao conhecimento.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: <strong>Período de visitação:</strong> 08/07 a<strong> </strong>27/09/2026, de terça-feira a domingo, das 11h às 19h / <strong>Valor:</strong> gratuito / <strong>Centro Cultural Justiça Federal</strong> • CCJF Avenida Rio Branco, 241 – Centro • Rio de Janeiro (há possibilidade de entrada pela Rua México, 57)</p>
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		<title>CAIXA Cultural recebe primeira mostra individual da artista indígena Yacunã Tuxá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 11:36:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro inaugura a exposição &#8220;Toda árvore tem raiz&#8221;, primeira mostra individual da artista indígena Yacunã Tuxá. Partindo da metáfora das raízes como guardiãs de histórias coletivas e individuais, a exposição estabelece um diálogo entre o analógico e o digital para refletir sobre memória, identidade, urbanidade e território. Com entrada gratuita, a mostra [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro inaugura a exposição &#8220;Toda árvore tem raiz&#8221;, primeira mostra individual da artista indígena Yacunã Tuxá. Partindo da metáfora das raízes como guardiãs de histórias coletivas e individuais, a exposição estabelece um diálogo entre o analógico e o digital para refletir sobre memória, identidade, urbanidade e território. Com entrada gratuita, a mostra permanece em cartaz até 20 de setembro. </p>



<p class="has-text-align-center">Reunindo diferentes linguagens e suportes – como pintura, fotografia, poesia, muralismo, escultura, lambe-lambe, vídeo mapping e performance – a exposição apresenta obras que incorporam elementos simbólicos como o rio, a canoa e a Jurema, planta sagrada que atravessa a mostra como eixo espiritual e político. O feminino indígena emerge como estrutura fundamental, afirmando as mulheres como raízes profundas da terra, sustentando histórias de resistência, cuidado e reinvenção.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto contempla a trajetória da artista indígena pertencente ao povo Tuxá de Rodelas, da Bahia, cuja história é marcada por deslocamentos forçados e resistência. Yacunã Tuxá vem consolidando uma produção que articula ancestralidade, política e imaginação urbana, com passagens por instituições como MASP, Pinacoteca de São Paulo e Muncab. &#8221; &#8220;Toda árvore tem raiz&#8221; é um espaço de afirmação da força irrefreável da memória e do pertencimento&#8221;, afirma a artista.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO:</u></strong>  <strong>Período de visitação: </strong>De 7 de julho a 20 de setembro de 2026 / <strong>Local: </strong>CAIXA Cultural Rio de Janeiro &#8211; Unidade Passeio (Rua do Passeio, 38, Centro) / Entrada gratuita </p>
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		<title>&#8220;Micélio, entre o fim e o começo&#8221; celebra a trajetória da artista Kyria Oliveira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Paço Imperial apresenta a exposição &#8220;Micélio, entre o fim e o começo de tudo&#8221; da artista Kyria Oliveira. Com curadoria de Clara Pignaton, a exposição reúne esculturas produzidas por meio da técnica da feltragem e desenvolvidas a partir de sua pesquisa poética sobre o micélio — rede subterrânea de fungos capaz de estabelecer conexões, trocas e formas de comunicação invisíveis [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> Paço Imperial apresenta a exposição &#8220;Micélio, entre o fim e o começo de tudo&#8221; da artista Kyria Oliveira. Com curadoria de Clara Pignaton, a exposição reúne esculturas produzidas por meio da técnica da feltragem e desenvolvidas a partir de sua pesquisa poética sobre o micélio — rede subterrânea de fungos capaz de estabelecer conexões, trocas e formas de comunicação invisíveis entre organismos da floresta.</p>



<p class="has-text-align-center">Dona de uma técnica apurada e profundamente sensível, a artista esculpe como quem costura uma vestimenta, estabelecendo uma relação íntima entre matéria e corpo. A lã, sobreposta em delicadas camadas, é feltrada pelo atrito entre água, sabão e gesto, em um processo repetitivo e meditativo, no qual o fazer manual se torna uma espécie de ritual. As esculturas moles e delicadas evocam ninhos, vísceras, fungos, organismos desconhecidos ou fragmentos de paisagens vivas. Em sua maciez, despertam um desejo de aproximação, acolhimento e afeto.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição ocupa a galeria Armazém D&#8217;El Rei no Paço Imperial, reunindo obras da série Micélio, que convidam o público a fabular novos mundos a partir de estruturas híbridas que habitam o imaginário da artista, criando uma simbiose entre fungos e ninhos, entre proteção e decomposição, entre fim e reinício. O micélio, ao se expandir sob a terra, cria redes de troca e sobrevivência que permitem à floresta responder coletivamente às ameaças do ambiente. Mais do que uma referência científica, essa imagem torna-se, na exposição, uma metáfora poética e política: a possibilidade de imaginar formas de coexistência baseadas na interdependência, no cuidado e na capacidade de regeneração da vida.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Assim como a nossa existência está no limiar entre a vida e a morte, eu busco esse momento do &#8220;entre&#8221;: entre mundos, entre a casa, entre o corpo e entre o tempo. Entre o agora e a eternidade, somos o instante. Acredita-se que o micélio ao se ramificar pela floresta cria um canal de comunicação na floresta, independente de qualquer comprovação científica, é inspirador imaginar que a floresta se protege onde a humanidade falhou&#8221;, declara a artista.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Na série Micélio, interessa à artista pensar as esculturas para além da condição de objeto, propondo reflexões sobre uma ecologia política das coisas e sobre materialidades que resistem. Ninhos e cogumelos aparecem como fios condutores de vidas possíveis em meio às clareiras e aos solos áridos produzidos pelas transformações humanas sobre a paisagem. São formas que sugerem abrigo, regeneração e continuidade, mesmo diante de cenários de exaustão e ruína&#8221;, afirma a curadora&nbsp;Clara Pignaton.</p>



<p class="has-text-align-center"> Serviço:  Período: de 4 de julho a 6 de setembro / Local: Paço Imperial Praça Quinze de Novembro, 48. Centro. / Visitação: de terça a domingo, das 12h às 18h </p>



<p></p>
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		<title>Daniel Senise volta a fazer uma individual no Paço Imperial, após 32 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paço Imperial recebe a exposição “Os dois lados da janela”, com 59 obras do artista Daniel Senise, que abrangem sua produção desde 2000 até agora. A curadoria é de Pollyana Quintella, que destaca que a mostra oferece ao público a oportunidade de acompanhar os desdobramentos recentes da trajetória do artista, “através de uma articulação que privilegia aproximações não cronológicas, evidenciando recorrências e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Paço Imperial recebe a exposição “Os dois lados da janela”, com 59 obras do artista Daniel Senise, que abrangem sua produção desde 2000 até agora. A curadoria é de Pollyana Quintella, que destaca que a mostra oferece ao público a oportunidade de acompanhar os desdobramentos recentes da trajetória do artista, “através de uma articulação que privilegia aproximações não cronológicas, evidenciando recorrências e deslocamentos no interior de sua produção”. Os trabalhos expostos pertencem à coleção do artista e coleções particulares.</p>



<p class="has-text-align-center">Artista com uma grande produção, Daniel Senise conta está apreciando a ideia desta exposição, em que há trabalhos diversos do que se costuma identificar imediatamente como sendo dele.Reconhecido pelo uso de capturas de superfícies para a realização de seus trabalhos, nessa exposição estão presentes também obras que utilizam outros materiais e tecnicas, como aquarelas, fotografias, objetos que expandem a percepção do trabalho. </p>



<p class="has-text-align-center">Ele salienta que considera o Primeiro Andar do Paço Imperial – ocupado integralmente pela exposição – um espaço ideal para se fazer uma exposição que apresenta um panorama da obra. As salas mostram desdobramentos e afinidades, criando relações entre obras de períodos e materiais distintos. Ele ressalta que o início do percurso, na Antessala Gomes Freire, “é como se fosse uma síntese da exposição, do que aconteceu nos últimos 25 anos”. As obras ali são as monotipias ou coletas de parede – pesquisa que notabiliza o trabalho do artista – &#8220;Verônica (Blanchard Jacques)”, 2026, com 150 x 180 cm; e “Sem título (Guggenheim Museum)”, 2022, com 150 x 300 cm; e as duas em tinta acrílica e tinta metálica sobre tecido: “J.L” (2026), 84 x 83 cm, e “Lucrécia”, de 2026, de 200 x 125 cm. Uma referência a Lucrécia Borgia (1480-1519), “personagem extensivamente representada em pinturas desde o século 16”, observa Daniel Senise. “Nessa tela vemos uma imagem constituída por marcas e intervenções aparentemente aleatórias enquadrada como uma obra em um espaço supostamente museológico”, diz.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da exposição, o público verá ainda uma série pequenas pinturas – as “pinturinhas” de Daniel Senise, experiências que ele faz em seu ateliê, além de textos de Pollyana Quintella, as “legendas expandidas”, que comentam algumas obras ou o conjunto do ambiente.</p>



<p class="has-text-align-center">Na Sala Gomes Freire, está “Misty Peach Vision Petal” (2004), com 2,15 metros de altura por 6,45 metros de comprimento, produzida a partir “da transferência de poeira, resíduos e marcas acumuladas no chão do ateliê para a tela”, explica Pollyana Quintella nas legendas expandidas que estarão na exposição. “O trabalho incorpora diretamente os vestígios do espaço onde foi produzido. No tríptico, uma mancha rosada atravessa as três telas. Quase invisível no piso original, o vermelho emergiu apenas após a impressão, fazendo surgir uma imagem que parecia existir latente na matéria”, conta.“Realizadas em momentos distintos sobre o mesmo chão, as impressões nunca coincidem integralmente: variações de densidade, opacidade e textura fazem com que cada tela retenha diferenças sutis, como se a própria duração do processo se inscrevesse na pintura. O título, construído a partir da combinação aleatória de palavras encontradas em um jogo de ímãs, reforça o caráter associativo da obra. ‘Misty’, ‘Peach’, ‘Vision’ e ‘Petal’ mantêm sentidos autônomos, mas, reunidas, produzem uma atmosfera rarefeita que atravessa toda a pintura”, afirma Pollyana Quintella. </p>



<p class="has-text-align-center">Na sala Academia dos Seletos – a sétima sala da exposição – está a obra “Arranjo em cinza e prata&#8221; (2019), com 2,44 metros de altura por 7,50 metros de comprimento, feita com os carpetes queimados no incêndio sofrido peloTeatro Villa-Lobos, em Copacabana, em 2011. Daniel Senise havia sido convidado para fazer um painel para a instituição, que iria passar por obras de renovação, quando houve o incêndio. Ele foi ao local e recolheu pedaços do tapete que cobria o chão. Anos depois, criou o trabalho com esses fragmentos, colocados sobre uma superfície de alumínio, que reflete o espectador. “O título dialoga com a obra ‘Arranjo em cinza e preto’ (1871), de James Abbott McNeill Whistler(1834-1903), artista cujo repertório reaparece em outras obras de Daniel Senise”, observa Pollyana Quintella nas legendas expandidas que estarão na exposição. </p>



<p class="has-text-align-center">Na sala Mestre Valentim, a última e a maior da exposição, está a obra “Vai que nós levamos as partes que te faltam” (2008), com 10 metros de comprimento por 1,20 metro de altura, uma composição de aquarelas feitas por Daniel Senise, que reproduzem um a um os tacos de madeira do corredor de sua residênciano Rio de Janeiro. Ao olhar atentamente, o público pode notar que se trata de uma “planta baixa”, com “as saídas para sala de TV, a de estar e para a cozinha”, conta o artista.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> Abertura: 4 de julho de 2026, a partir das 11h com a presença do artista / Até: 6 de setembro de 2026 / Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial Praça Quinze de Novembro, 48, Centro  / @pacoimperial_rj </p>
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		<item>
		<title>Exposição revela o lado mais íntimo e afetivo de Roberto Burle Marx no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito além do paisagista que revolucionou a relação entre arte e natureza no Brasil, Roberto Burle Marx surge agora como anfitrião, colecionador, amigo, humanista e homem profundamente entrelaçado com a diversidade cultural que moldou sua trajetória. É essa dimensão menos conhecida de um dos maiores criadores brasileiros que ganha protagonismo em Roberto Burle Marx pelos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Muito além do paisagista que revolucionou a relação entre arte e natureza no Brasil, Roberto Burle Marx surge agora como anfitrião, colecionador, amigo, humanista e homem profundamente entrelaçado com a diversidade cultural que moldou sua trajetória. É essa dimensão menos conhecida de um dos maiores criadores brasileiros que ganha protagonismo em Roberto Burle Marx pelos amigos, exposição em cartaz no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, a partir do dia 1º de julho de 2026.</p>



<p class="has-text-align-center">Com caráter imersivo, a mostra reúne cerca de 150 fotografias, documentos históricos, reproduções cenográficas, instalações interativas e ambientes sensoriais que conduzem o visitante por uma narrativa construída a partir das memórias de pessoas que conviveram com Burle Marx, especialmente em seus últimos anos de vida. A proposta desloca o olhar do artista monumental para revelar sua dimensão humana, doméstica e espiritual.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizada pelo Memorial Judaico de Vassouras, a exposição percorre episódios pouco conhecidos da biografia de Burle Marx, como suas origens familiares, filho de um judeu alemão e de uma professora católica pernambucana de ascendência francesa, a passagem pela Alemanha durante a juventude e o impacto da ascensão do nazismo sobre sua família paterna. Fotografias inéditas e documentos históricos ajudam a compreender como essa herança multicultural reverberou em sua visão de mundo e em sua produção artística, especialmente em seus últimos anos de vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Sempre cercado por muitos amigos, Roberto Burle Marx cultivou relações que atravessaram sua trajetória pessoal e artística. Foi justamente a partir da convivência entre o multiartista e o geofísico Luiz Benyosef, cofundador e presidente do Memorial Judaico de Vassouras, que nasceu o projeto paisagístico concebido por Burle Marx em homenagem a dois imigrantes marroquinos de religião judaica, que foram impedidos de serem sepultados no antigo cemitério católico da cidade no século XIX, dando origem ao Memorial. A exposição apresenta esse episódio como uma das expressões mais sensíveis de seu compromisso com a memória histórica, a tolerância e o diálogo entre povos e culturas.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do percurso, o público encontrará reproduções cenográficas da Sinagoga da Congregação Judaica do Brasil, último projeto realizado por Burle Marx pouco antes de sua morte, referências à Capela de Santo Antônio da Bica preservada no Sítio Roberto Burle Marx e ao projeto místico cabalistico Árvore da Vida, desenvolvido em parceria com sua grande amiga Sulamita Mareines. Judaísmo, catolicismo, religiosidade popular e sincretismo aparecem como elementos que atravessam sua filosofia de vida e ajudam a compreender uma produção artística guiada pela convivência entre diferenças.</p>



<p class="has-text-align-center">Distribuída por duas galerias internas, corredor imersivo e pelo pátio do Centro Cultural Correios, a exposição amplia a experiência para além das salas expositivas. Inspirado nos jardins do Sítio Roberto Burle Marx (IPHAN), o espaço externo será ocupado por um percurso de contemplação formado por placas com frases do artista, evocando o convite permanente à reflexão que ele fazia por meio da natureza e da convivência.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além dos jardins, a experiência expositiva mergulha na atmosfera do Sítio Roberto Burle Marx, espaço onde arte, natureza e hospitalidade se confundiam. Grandes reproduções fotográficas, objetos cenográficos, ambientes interativos e totens em escala humana aproximam o público de uma intimidade raramente apresentada ao grande público.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Entre corredores imersivos inspirados em sua visão de mundo, jardins cenográficos, documentos históricos e instalações sensoriais, a mostra revela um criador que transitava com igual liberdade entre paisagismo, pintura, desenho, botânica, cerâmica, cenografia, tapeçaria, joalheria e música, fazendo de sua obra uma síntese singular entre arte e vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do período expositivo, a programação contará com visitas guiadas, exibições audiovisuais e encontros voltados à ampliação do debate sobre a obra e o legado de Roberto Burle Marx. Como ponto alto da programação, 4 de agosto, data de nascimento do artista, será celebrado com uma série de atividades especiais promovidas pela própria exposição. O público poderá assistir à exibição do documentário <em>Eu, Roberto Burle Marx</em>, seguida de conversa com a documentarista e pesquisadora Soraia Cals, codiretora do filme em parceria com a jornalista Tamara Leftel, participar de uma visita guiada com o historiador Joseph Benyosef e acompanhar um recital em homenagem ao artista com Ana Cecília Burle Marx, sobrinha de Roberto Burle Marx, e em sequência um recital com a pianista Miriam Grosman e a instrumentista Daniela Spielmann.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que celebrar um dos artistas fundamentais do século XX, &#8220;Roberto Burle Marx pelos amigos&#8221; propõe uma reflexão sobre memória, pertencimento e diversidade, mostrando que seu maior legado talvez não esteja apenas nos jardins que desenhou, mas na forma como compreendia a convivência entre pessoas, culturas e paisagens como uma verdadeira obra de arte.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: <strong>Período:</strong> 1º de julho a 22 de agosto de 2026 <strong>Local:</strong> Centro Cultural Correios <br>Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro  / <strong>Visitação:</strong> terça a sábado, das 12h às 19h </p>



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		<title>Antonio Bokel expõe obras produzidas entre 2025 e 2026, em Ipanema</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 11:12:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
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<p class="has-text-align-center">A Casa de Cultura Laura Alvim recebe a exposição&nbsp;&#8220;Desconstrutivo&#8221;, de&nbsp;Antonio Bokel, com curadoria de&nbsp;Daniela Avellar. Reunindo obras produzidas entre 2025 e 2026, a individual apresenta um recorte da produção recente do artista, condensando os principais eixos de sua pesquisa atual. O conjunto reúne telas de grande formato, obras sobre papel, esculturas em cimento e bronze, trabalhos manipuláveis e obras com espelho, além de pinturas que expandem a relação entre superfície, volume e ocupação espacial.</p>



<p class="has-text-align-center">Há alguns anos, a geometria assumiu protagonismo na produção do artista. Em&nbsp;<em>Desconstrutivo</em>, no entanto, ela surge distante da tradição racionalista do construtivismo histórico. As formas aparecem interrompidas ou desalinhadas por cortes e elementos que desorganizam sua aparente estabilidade. O círculo, recorrente em várias obras da exposição, não se completa: há sempre uma fratura capaz de produzir ruído.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição reúne trabalhos emblemáticos dessa pesquisa recente, como &#8220;Azul para o preto, preto para o azul&#8221; (2026), em que pintura, objeto e espelho se fundem num jogo óptico de reflexos e deslocamentos; &#8220;Desencontro&#8221; (2026), pintura apresentada em diálogo com uma escultura em bronze polido sem título, na qual formas semelhantes parecem se repelir e perder seu encaixe original; e &#8220;Vai–Vem&#8221; (2026), escultura em aço corten e bronze polido, que traduz fisicamente a ideia de equilíbrio precário e oscilação contínua.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: Abertura: 16 de junho de 2026<br>Encerramento: 16 de agosto de 2026 / Local: Casa de Cultura Laura Alvim<br>Endereço: Av. Vieira Souto, 176<br>Ipanema </p>



<p class="has-text-align-center">No sábado, 8 de agosto, às 15h, a Casa de Cultura Laura Alvim promove uma conversa seguida de visita mediada à exposição, com participação do artista e da curadora.</p>
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