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	<title>Cursos e Oficinas - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Cursos e Oficinas - Rota Cult</title>
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		<title>Maré recebe Festival DE FAVELAS em celebração aos 25 anos do Observatório de Favelas</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:37:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2026, o Observatório de Favelas celebra 25 anos de atuação com um grande encontro que reúne pessoas, culturas e territórios. No dia 22 de agosto, o Festival DE FAVELAS – 25 anos acreditando nas potências dos territórios populares ocupa o Galpão Bela Maré com uma programação gratuita com mesas de diálogo, sessão de cinema, abertura de exposição, oficina e apresentações musicais. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Em 2026, o Observatório de Favelas celebra 25 anos de atuação com um grande encontro que reúne pessoas, culturas e territórios. No dia 22 de agosto, o Festival DE FAVELAS – 25 anos acreditando nas potências dos territórios populares ocupa o Galpão Bela Maré com uma programação gratuita com mesas de diálogo, sessão de cinema, abertura de exposição, oficina e apresentações musicais. O evento celebra a trajetória da instituição e promove reflexões sobre o presente e os caminhos para o futuro das favelas e periferias.</p>



<p class="has-text-align-center">A inspiração do Festival parte de uma imagem recorrente nas arquiteturas das favelas: o vergalhão que permanece exposto nas construções. Longe de representar algo inacabado, ele simboliza continuidade e a proposta de criar novas possiblidades, de ir além. A imagem sintetiza o espírito da celebração: reconhecer o legado construído coletivamente ao longo dos últimos 25 anos e reafirmar o compromisso com os futuros que seguem sendo erguidos a partir das potências dos territórios populares.<br></p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Essa comemoração também é um gesto de gratidão e de responsabilidade. Gratidão por tudo o que foi construído coletivamente e responsabilidade por seguir ampliando esse legado. Por isso, o&nbsp;Festival&nbsp;parte da imagem do vergalhão exposto nas construções das favelas: uma estrutura que anuncia continuidade. A base existe porque muitas pessoas a construíram, mas ela permanece aberta para que outras gerações possam seguir erguendo novos andares dessa história&#8221;, afirma Isabela Souza, que integra a diretoria do Observatório de Favelas ao lado de Elionalva Sousa, Priscila Rodrigues e Raquel Willadino. A atual direção da instituição é composta integralmente por mulheres.</p>



<p class="has-text-align-center">Reunindo grandes vozes da produção intelectual, artística, cultural e política das periferias, o&nbsp;Festival&nbsp;promove uma programação que articula diferentes atividades abertas e gratuitas ao público. Entre mesas de diálogo, oficina, sessão de cinema, exposição e atrações musicais, o evento aborda temas como democracia, direito à cidade, cultura, memória, comunicação, participação social e produção de conhecimento a partir das favelas e periferias.</p>



<p class="has-text-align-center">Fundado em 2001, na Maré, o Observatório de Favelas tornou-se referência nacional e internacional na produção de conhecimento, formação, comunicação, incidência política e ações culturais voltadas ao fortalecimento das favelas e periferias brasileiras. Ao longo de sua trajetória, consolidou uma perspectiva que reconhece esses territórios como espaços de criação, produção de conhecimento e transformação social. Para os próximos anos, o desafio é ampliar ainda mais o protagonismo de quem vive nesses territórios e fortalecer a diversidade de vozes capazes de construir novos olhares sobre suas realidades.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Quando eu penso nos próximos 25 anos, espero que moradores de favelas e periferias estejam cada vez mais produzindo suas próprias narrativas, contando suas próprias histórias e apresentando outras perspectivas. Que tenhamos cada vez mais pessoas negras, LGBTs, faveladas, periféricas, indígenas e pessoas com deficiência narrando a própria realidade e rompendo, todos os dias, com a narrativa única e com os estereótipos construídos sobre esses territórios&#8221; comenta Priscila Rodrigues. </p>



<p class="has-text-align-center">A programação tem início com uma sessão especial do CineBela, cineclube do Galpão Bela Maré, que apresenta a animação Como Mágica, dirigida por Nathan Greno. Após a exibição, Pietra Mesquita e Ysake Rosa participam de um bate-papo com o público sobre os temas abordados pelo filme, ampliando a reflexão sobre convivência, diversidade e construção coletiva.</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda pela manhã, o artista e pesquisador Thiago Britto ministra a oficina &#8220;A tecnologia da imaginação&#8221;, que propõe uma experiência de criação a partir das memórias, afetos e repertórios dos participantes. Por meio da escrita, do desenho e da fotografia, a atividade investiga como a inteligência ancestral e as narrativas visuais podem fortalecer os vínculos com o território e ampliar as possibilidades de imaginar futuros.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os destaques da programação está também a abertura da exposição &#8220;Tudo começa pelo território&#8221;, concebida especialmente para celebrar os 25 anos do Observatório de Favelas. Em uma parceria entre o Galpão Bela Maré e o Programa Imagens do Povo, iniciativas da instituição, a mostra reúne fotografias, obras audiovisuais e trabalhos de artistas, fotógrafas, fotógrafos, pesquisadores e realizadores que integram o acervo construído pela instituição ao longo de sua trajetória. Com curadoria de Ana V. Lopes e Monara Barreto, a exposição apresenta trabalhos de AF Rodrigues, Ana Bia Novais, Arthur Viana, Caio França, Diego Reis, Elisângela Leite, Francisco Valdean, Gabe Ferreira, Patricia Dias Belaestilosa, Ratão Diniz e Thanis Parajara.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da tarde, o público poderá acompanhar três mesas de diálogo dedicadas a temas que atravessam a trajetória do Observatório de Favelas e os desafios contemporâneos das favelas e periferias. Os encontros reúnem intelectuais, artistas, lideranças comunitárias, pesquisadores e representantes de movimentos sociais para discutir organização coletiva, democracia, direitos, cultura, memória e produção de narrativas.</p>



<p class="has-text-align-center">A primeira mesa, &#8220;Mutirão: a força do fazer junto&#8221;, discute o papel da organização coletiva na construção dos territórios populares. Em seguida, &#8220;Bem-viver, território e democracia&#8221; aborda temas como cuidado, justiça social, participação democrática e direito à cidade. Encerrando a programação de debates, &#8220;Inventar futuros: cultura, memória e produção de narrativas&#8221; reúne diferentes perspectivas sobre o papel da arte, da comunicação e da memória na valorização das favelas e na construção de novos imaginários para esses territórios.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os convidados confirmados para os diálogos estão Ana Santos, Dauá Puri, Ricardo Henriques , Eliana Sousa,&nbsp; Aliã Wamiri Guajajara, Ana Carolina Lourenço, Marcelle Decothé, Akili Ribeiro,&nbsp;Silvana Bahia, Paulo Andrade, Rapha Vicente e Francisco Valdean, com mediação de Junior Pimentel, Raquel Willadino e Anna Luisa Oliveira.</p>



<p class="has-text-align-center">Encerrando a programação, o Festival promove uma grande celebração musical com roda de samba do Grupo Arruda, seguida de um set da DJ Bieta. Aberta ao público, a festa reforça a cultura como espaço de encontro, convivência e fortalecimento dos vínculos comunitários. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO </strong> Data: 22 de agosto de 2026 (sábado) Horário: A partir das 10h Local: Galpão Bela Maré Endereço: Rua Bittencourt Sampaio, 169 – Nova Holanda, Maré / Entrada: Gratuita</p>
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		<title>X-Todas leva mulheres negras e indígenas aos palcos dos Teatros Firjan SESI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:50:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival X-Todas leva mulheres negras e indígenas aos palcos dos Teatros Firjan SESI na região metropolitana. Os Teatros Firjan SESI Caxias, Centro e Jacarepaguá se transformam em palco para o X-Todas 2026, festival que reúne música, teatro, cinema, oficinas, performances, vivências e debates em torno das memórias, saberes e trajetórias de mulheres negras e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><br>O Festival X-Todas leva mulheres negras e indígenas aos palcos dos Teatros Firjan SESI na região metropolitana. Os Teatros Firjan SESI Caxias, Centro e Jacarepaguá se transformam em palco para o X-Todas 2026, festival que reúne música, teatro, cinema, oficinas, performances, vivências e debates em torno das memórias, saberes e trajetórias de mulheres negras e indígenas. Com o tema &#8220;Memórias que Insistem: Caminhos de Mulheres Negras e Indígenas&#8221;, o festival propõe um olhar sobre ancestralidade, território, pertencimento e resistência por meio de diferentes linguagens artísticas. Entre os destaques estão Sued Nunes, Kaê Guajajara, Juçara Marçal e Kiko Dinucci, além de encontros e atividades com nomes como Amanda Dias (Grana Preta) e Eliane Potiguara. A programação reúne ainda artistas e coletivos de diferentes territórios do estado.</p>



<p class="has-text-align-center">O X-Todas é resultado de uma trajetória que começou em 2010, quando o projeto ainda se chamava X-Tudo Cultural. Criado com a proposta de democratizar o acesso à cultura no estado do Rio de Janeiro, o projeto reuniu, ao longo dos anos, atrações de música, dança, artes plásticas, cinema e teatro, além de oficinas, palestras e workshops. Em 2023, passou a se chamar X-Todas e ampliou o foco para as trajetórias e o protagonismo das mulheres.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2026, o festival volta o olhar para as mulheres negras e indígenas, colocando em diálogo diferentes formas de preservar e transmitir histórias. A mostra de cinema &#8220;A Memória também sonha: Mulheres Negras e Indígenas em movimento&#8221;, por exemplo, reúne filmes dirigidos por mulheres negras e indígenas brasileiras e aborda temas como memória, território, ancestralidade, espiritualidade e permanência cultural.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os títulos selecionados estão &#8220;Mar de Dentro&#8221;, drama de 2020 de Dainara Toffoli; &#8220;Teko Haxy – Ser Imperfeita&#8221;, documentário de 2018 de Sophia Pinheiro e Patrícia Ferreira; &#8220;Mãos de Barro&#8221;, documentário de 2003 sobre a escultora Reinata Sadimba; e &#8220;Um Transe de Dez Milésimos de Segundo&#8221;, curta-metragem de 2021, com vídeo-performance experimental dirigido e interpretado pela artista baiana Jamile Cazumbá.</p>



<p class="has-text-align-center">As artes cênicas também ocupam espaço importante no festival. Os espetáculos &#8220;Alàfia&#8221;, de Valéria Monã, e &#8220;Pega no Laço&#8221;, de Lian Gaia, chegam a diferentes teatros da rede, abordando memória, ancestralidade, resistência e as histórias de mulheres negras e indígenas. Em Jacarepaguá e no Centro, o público poderá conferir ainda &#8220;Jaity Muro&#8221;, com Kuña Poty Rajegua e Júnia Pereira.<br><br>A programação se estende para além dos palcos. Oficinas de bordado, escrita criativa, escultura em argila, dança afro e grafismo, além de vivências e performances, convidam o público a participar diretamente das experiências propostas pelo festival. Entre as atividades está a oficina Escrita Criativa e Memória Feminina, conduzida pela escritora, educadora e ativista indígena Eliane Potiguara.&nbsp;<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"> Festival acontece de 25 a 30 de agosto com shows, espetáculos, cinema, oficinas e debates; programação reúne atividades gratuitas e ingressos a preços populares. Programação completa em <a href="http://firjan.com.br/xtodas/programacao">firjan.com.br/xtodas/programacao</a>. / A programação tem atividades gratuitas e atrações com ingressos a preços populares. As atrações pagas têm ingressos de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Todos os ingressos, gratuitos ou pagos, podem ser adquiridos pela Sympla.</p>
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		<title>Parque de Ideias dedica a programação de agosto a Jorge Amado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Parque de Ideias dedica a programação do mês a Jorge Amado (1912-2001), que nasceu no dia 10 de agosto. Um dos destaques será a peça &#8220;Três Irmãos&#8221;, inspirada no romance &#8220;Seara Vermelha&#8221;, com uma palestra ministrada pela biógrafa do escritor, Joselia Aguiar, e com uma oficina sobre escrita biográfica. O projeto, idealizado pelo documentarista Marcio Debellian (&#8220;Fevereiros&#8221;), acontece na Biblioteca Parque Estadual, no [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Parque de Ideias dedica a programação do mês a Jorge Amado (1912-2001), que nasceu no dia 10 de agosto. Um dos destaques será a peça &#8220;Três Irmãos&#8221;, inspirada no romance &#8220;Seara Vermelha&#8221;, com uma palestra ministrada pela biógrafa do escritor, Joselia Aguiar, e com uma oficina sobre escrita biográfica. O projeto, idealizado pelo documentarista Marcio Debellian (&#8220;Fevereiros&#8221;), acontece na Biblioteca Parque Estadual, no Centro do Rio de Janeiro, entre os dias 10 e 18 de agosto. Toda a programação é gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">Vencedora do Prêmio Shell de Dramaturgia, o espetáculo &#8220;Três Irmãos&#8221;, da Cia Cerne, poderá ser conferido no dia 13 de agosto, quinta-feira, às 18h. Com dramaturgia e direção de Vinicius Baião, a peça é encenada por Edlane Silva, Gabriela Estolano, Higor Nery, Leandro Fazolla, Madson Vilela e Rohan Baruck. O espetáculo conta a história de uma família de lavradores expulsos de suas terras, obrigada a empreender uma travessia em busca de sobrevivência. Tendo a Baixada Fluminense como ponto de partida, a montagem atualiza temas recorrentes da obra do escritor baiano, como fome, migração, violência política e fé popular. &#8220;Três Irmãos&#8221; integra a pesquisa da Cia Cerne sobre grandes personalidades brasileiras que passaram por São João de Meriti, cidade onde Jorge Amado viveu entre 1946 e 1948, quando exerceu mandato de deputado federal.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia em que Jorge Amado faria aniversário, 10 de agosto, das 14h às 17h, a escritora e pesquisadora Joselia Aguiar ministra a palestra &#8220;A Vida e a Vida de Jorge Amado&#8221;, referência ao título do romance &#8220;A Morte e a Morte de Quincas Berro d&#8217;Água&#8221;, do baiano. Joselia é autora de &#8220;Jorge Amado &#8211; Uma Biografia&#8221; (Todavia), vencedora do Prêmio Jabuti 2019 na categoria biografia, documentário e reportagem, e no bate papo revisita a experiência pessoal e o projeto literário do escritor, 25 anos após sua morte. Ela também aborda o documentário &#8220;3 Obás de Xangô&#8221;, do qual é corroteirista, e revela a amizade entre Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação com Joselia se estende também à oficina<strong> </strong>&#8220;Escritas da Vida&#8221;, com aulas nos dias 11 e 12 de agosto, das 10h às 13h, em que a autora compartilha o processo de pesquisa e escrita biográfica, desde a apuração de fontes até as decisões sobre estrutura narrativa que, em alguns casos, aproximam a biografia da ficção.</p>



<p class="has-text-align-center">Completando a programação, no dia 18 de agosto, das 14h às 17h, a autora, diretora e cineasta Christiane Jatahy ministra a palestra &#8220;O Teatro em Ação e Relação com o Tempo Presente da Cena e do Mundo&#8221;. Jatahy discute as fronteiras entre teatro e cinema, realidade e ficção, performance e teatro, e também aborda seu trabalho de renovar caminhos dramatúrgicos em abordagens contemporâneas de textos clássicos. Durante o encontro, a diretora mostra imagens de suas criações, sempre discutindo o contexto político e social em que foram produzidas. </p>



<p class="has-text-align-center">O mês de agosto no Parque de Ideias também conta com as oficinas &#8220;Da Ideia ao Roteiro&#8221;, com Carolina Amaral, professora de roteiro e dramaturgia da PUC-Rio, que ensina a transformar ideias em roteiros e projetos audiovisuais, com aulas em 10, 12 e 14/08, das 10h às 13h; e &#8220;Laboratório do Palco&#8221;, com Thai Halfed, profissional com mais de 20 anos de experiência em produção técnica de eventos, que aborda direção, produção técnica, iluminação, áudio e vídeo para quem quer atuar em shows e espetáculos, com aulas de 10 a 12/08, das 10h às 13h.</p>
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		<title>Grupo Pedras celebra 25 anos com uma ocupação artística</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Pedras celebra 25 anos de seu compromisso com o teatro como espaço de encantamento, encontro, afeto e transformação. Para comemorar a data, a companhia carioca organizou uma ocupação artística no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, no Humaitá, de 7 a 31 de agosto. Na programação, estão espetáculos, roda de conversa, oficina e apresentação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Grupo Pedras celebra 25 anos de seu compromisso com o teatro como espaço de encantamento, encontro, afeto e transformação. Para comemorar a data, a companhia carioca organizou uma ocupação artística no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, no Humaitá, de 7 a 31 de agosto. Na programação, estão espetáculos, roda de conversa, oficina e apresentação musical, que revisitam diferentes momentos da história do coletivo e mostram uma trajetória marcada pela criação colaborativa, pesquisa cênica e maneiras inovadoras de interação com o público.</p>



<p class="has-text-align-center">O coletivo é formado por Adriana Schneider, Anna Secco, Helena Stewart, Georgiana Góes, Camila de Aquino, Diogo Magalhães, Luiz André Alvim e Marina Bezze. As atrizes e os dois atores se desdobram em várias funções além da atuação. O grupo apresentará quatro espetáculos durante a ocupação: os adultos &#8220;Céu de Agora&#8221; e &#8220;Restin&#8221; e os infantis &#8220;Rosa e a floresta&#8221; e &#8220;Rosa e a semente&#8221;. Haverá também as exposições &#8220;Pedras 25 anos&#8221;, com objetos que recontam a história do grupo, e &#8220;Esplêndidas&#8221;, de Luciana Grether, e o show Bailecito pelo grupo Gesta.</p>



<p class="has-text-align-center">O Grupo Pedras também vai promover trocas artísticas durante as oficinas &#8220;Atuação como pedra fundamental do jogo teatral&#8221; e &#8220;Céu de Agora&#8221; e na roda de conversa &#8220;Os coletivos teatrais de trabalho continuado no Rio de Janeiro&#8221;. No bate-papo, coletivos teatrais de mais de 25 anos vão se reunir para compartilhar os desafios e as conquistas de suas trajetórias.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Grupo Pedras foi criado na intenção de pesquisar técnicas da arte de atuar, no desejo de improvisar com máscaras, brincar com as expressões populares e a poesia em cena. Ao longo desses 25 anos, as atrizes e atores do grupo também expandiram seus trabalhos na universidade, na televisão e no cinema; na direção e atuação em outros espetáculos; como professores de cursos livres, gestores e técnicos; como terapeutas, astrólogas, cozinheiras e até um padeiro. Nesse tempo nos tornamos mães, pais, avó. Nesta ocupação comemorativa, damos uma amostra das diferentes linguagens que experimentamos, relações com o público que fogem do convencional, encontro com coletivos teatrais coetâneos, além de celebrar as memórias e parcerias com imagens e música&#8221;, comemora a atriz Georgiana Góes.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Céu de Agora&#8221; é um experimento cênico que nasceu do desejo do grupo de pesquisar como a astrologia, com as forças pulsionais representadas por cada planeta, chegam e se comportam em nosso corpo. Como se materializam e viram ação. Os atores vivem 10 astros celestes, que trazem características muito distintas, mas que habitam em todos nós com mais ou menos intensidade. A peça convida o público a mergulhar no mundo dos planetas e no céu de cada dia, que nunca se repete.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Neste espetáculo, experimentamos as forças arquetípicas que a astrologia trabalha no corpo. São pulsões que permeiam todos nós. Como isso chega no corpo? E no corpo fica concreto como temos afinidade com alguma dessas polaridades e menos com outras&#8221;, explica a atriz, diretora, astróloga e psicóloga Marina Bezze, idealizadora de Céu de Agora. &#8220;A astrologia apesar de ser um conhecimento milenar, é ainda visto como crendice na nossa sociedade patriarcal que insiste em dizer que a vida não é mágica e que só existe o que a razão explica. Mas aqui há um convite para o mundo invisível que habita dentro e fora de nós e que pode, sim, criar mágicas e milagres&#8221;, acrescenta. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficinas Pedras 25 anos – &#8220;Atuação como pedras fundamental do jogo teatral&#8221; e &#8220;Movimento do Céu&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">A vivência é um apanhado das experiências dos integrantes do Grupo Pedras com mestres que orientaram os caminhos da companhia e com outros coletivos parceiros de sua trajetória, como Lume Teatro, Teatro de Anônimo, Théâtre du Soleil, Tadashi Endo, Sotigui Kouyaté, Enrico Bonavera, Roberta Carreri, Pedro Salustiano. São mestres e coletivos que têm como premissa o desenvolvimento do trabalho do ator criador como pedra fundamental do jogo teatral. Também serão compartilhados exercícios e matrizes criativas que serviram de base para pesquisas e processos colaborativos do grupo para os espetáculos. Será tema da oficina a metodologia utilizada no processo de criação do espetáculo &#8220;Céu de Agora&#8221;. São estímulos e jogos a partir dos quatro elementos e pulsões dos planetas do nosso sistema solar, ferramentas vigorosas para o trabalho do ator.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Dias e horários:</strong> 13 de agosto (&#8220;Atuação como pedra fundamental do jogo teatral&#8221;) e 20 de agosto (&#8220;Movimento do Céu&#8221;), das 15h às 18h.<br><strong>Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto:</strong> Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá.<br><strong>Valor:</strong> R$ 100 | R$ 70 (estudantes universitários) para os dois dias.<br><strong>Inscrições:</strong><br><strong>Classificação indicativa:</strong> a partir de 16 anos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Roda de conversa: &#8220;Os coletivos teatrais de trabalho continuado no Rio de Janeiro&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Com participação de representantes de coletivos teatrais com mais de 25 anos de atividade no Rio de Janeiro, a roda de conversa proposta pelo Grupo Pedras tem como objetivo partilhar as experiências, desafios e conquistas dos caminhos trilhados. Uma reflexão sobre os modos de produção, gestão, alternativas de sobrevivência, resistência e resiliência. Participarão do encontro Flavia Berton (Teatro de Anônimo); Daniel Herz (Cia Atores de Laura); Marcelo Olinto (Cia dos Atores); Ligia Veiga (Cia Brasileira de Mystérios e Novidades) e Miguel Vellinho (Cia PeQuod).</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Dia e horário:</strong>&nbsp;13 de agosto, às 19h.<br><strong>Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto:</strong>&nbsp;Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá.<br><strong>Ingressos:</strong>&nbsp;gratuitos.<br><strong>Classificação indicativa:</strong>&nbsp;livre.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SHOW &#8211; Bailecito pelo grupo Gesta</strong> Em Bailecito, o grupo Gesta visita compositores, compositoras e conjuntos latino-americanos, ampliando seu interesse e admiração pelos encontros de músicas populares de tradições orais e escritas, valorizando a formação em quinteto e os instrumentos e timbres que traduzem lugares de origem e solidariedade sonoras. O grupo é formado por Daniel Bitter (rabeca e pífano); Edmundo Pereira (viola e charango); Fábio Campos (violão); João Bina (marimbau e percussões); Pedro Pamplona (pífano e flauta transversa).</p>



<p class="has-text-align-center">O Gesta foi criado no ano de 1997 com o intuito de pesquisar o repertório do Quinteto Armorial, através das obras de compositores como Antônio José Madureira, Egildo Vieira e Capiba, dentro do Movimento artístico capitaneado por artistas como Ariano Suassuna, Gilvan Samico e Hermilo Borba Filho. Em Bailecito, através de arranjos para obras de Victor Jara e Violeta Parra, e de composições autorais, o grupo se aproxima dos tocares e poéticas andinos, revelando parentescos de origem, parecenças e mesmas buscas estéticas e éticas que atravessaram diferentes experiências musicais nas Américas do Sul entre as décadas de 1960 e 1970.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Dia e horário:</strong> 20 de agosto, às 19h30.<br><strong>Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto:</strong> Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá.<br><strong>Ingressos:</strong> Inteira R$ 30 | Meia R$ 15.<br><strong>Classificação indicativa:</strong> livre.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Exposição Esplêndida</strong> &#8211; A exposição da artista carioca Luciana Grether apresenta obras realizadas entre 2015 e 2026. São pinturas, desenhos, esculturas em bambu, artes impressas em azulejos e em tecidos representando figuras femininas encantadas em uma declaração de reverência às transcendências que entidades manifestam na magia entre realidade e fantasia dos seres das paisagens naturais e culturais. As esculturas em bambu revelam a união das expressões gráficas de Luciana em parceria com João Bina, designer que pesquisa materiais naturais ou próximos do seu estado natural na criação de objetos, produtos e arquiteturas temporárias.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;As figuras representadas nas artes são compostas por elementos da linguagem visual que correspondem a seres da terra, das águas e seres celestes que as &#8220;vestem&#8221; e as &#8220;revestem&#8221; convidando os visitantes a viverem uma experiência estética, a entrarem na cena artística e a se &#8220;vestirem&#8221; desse repertório poético também&#8221;, observa Luciana Grether.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Temporada:</strong> de 7 a 31 de agosto.<br><strong>Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto / Galeria Marcantonio Vilaça:</strong> Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá.<br><strong>Dias e horários:</strong> de quarta a segunda, das 15h às 21h.<br><strong>Ingressos:</strong> gratuitos.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição &#8221;Pedras 25 anos&#8221; reúne objetos de memória do grupo nessa trajetória de 25 anos. Cartazes das peças e festivais, objetos e figurinos significativos, fotos dos espetáculos e turnês, vídeos e algumas curiosidades estarão dispostas na Sala Preta do Espaço Sérgio Porto. A ideia é que o público conheça mais sobre o trabalho do grupo e das peças que não farão parte da mostra nesta celebração.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Fazer 25 anos em parceria é uma alegria, é uma relação de muito amor pelos parceiros e pelo teatro. Queremos compartilhar os momentos mais incríveis desta caminhada com o público&#8221;, celebra a atriz Georgiana Góes.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Temporada:</strong>&nbsp;de 7 a 30 de agosto.<br><strong>Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto / Sala Preta:</strong>&nbsp;Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá.<br><strong>Dias e horários:</strong>&nbsp;de quarta a segunda, das 15h às 21h.<br><strong>Ingressos:</strong>&nbsp;gratuitos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço geral:</u></strong> <strong>Grupo Pedras 25 anos de Teatro</strong><br><strong>Ocupação:</strong> de 7 a 31 de agosto.<br><strong>Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto:</strong> Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá.<br><strong>Telefone:</strong> (21) 2535-3846.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Espetáculos</strong> <strong>&#8220;Céu de agora&#8221;:</strong> de 7 a 24 de agosto. Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h.  <br><strong>&#8220;Restin&#8221;:</strong> de 28 a 30 de agosto. Sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 19h.  <br><strong>&#8220;Rosa e a semente&#8221;:</strong> de 8 a 16 de agosto. Sábados e domingos, às 16h30. <br><strong>&#8220;Rosa e a floresta&#8221;:</strong> de 22 a 30 de agosto. Sábados e domingos, às 16h30.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina Pedras 25 anos</strong> <strong>Dias e horários:</strong> 13 e 20 de agosto, das 15h às 18h.<br><strong>Valor:</strong> R$ 100 | R$ 70 (estudantes universitários).<br><strong>Inscrições:</strong> <a href="mailto:grupopedras@gmail.com">grupopedras@gmail.com</a>.<br><strong>Classificação indicativa:</strong> 14 anos</p>
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		<title>Festival Criar Mundos promove atividades gratuitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A FGV Arte realiza, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, a terceira edição do Festival Criar Mundos, programação gratuita de férias voltada para crianças e suas famílias. Promovido pelo Educativo da FGV Arte, o evento acontece na sede da Fundação Getulio Vargas, na Praia de Botafogo, 190, no Rio de Janeiro, e convida o público a imaginar novos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A FGV Arte realiza, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, a terceira edição do Festival Criar Mundos, programação gratuita de férias voltada para crianças e suas famílias. Promovido pelo Educativo da FGV Arte, o evento acontece na sede da Fundação Getulio Vargas, na Praia de Botafogo, 190, no Rio de Janeiro, e convida o público a imaginar novos mundos por meio da arte, do brincar e da criação coletiva.</p>



<p class="has-text-align-center">Com o tema &#8220;Territórios da imaginação&#8221;, o festival reúne oficinas criativas, espetáculos e contações de histórias que valorizam os saberes ancestrais dos povos originários, a memória, a identidade e a vida em comunidade. Ao longo de três dias, crianças e adultos participarão de experiências que estimulam a imaginação, a escuta sensível e a expressão artística. As oficinas serão realizadas das 13h às 15h, seguidas, às 15h, por apresentações culturais.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia 31 de julho, a oficina Colares da floresta propõe uma aproximação com o conhecimento ancestral presente em sementes, frutos e fibras utilizados pelos povos originários na produção de adornos. Inspirada na exposição Eu chorei rios, em cartaz na FGV Arte, a atividade convida os participantes a criar colares e pulseiras a partir de elementos naturais. Na sequência, o Coral Guarani Tenonderã, formado por Tupãzinho Guarani e integrantes do coletivo Guarani Mbya da Aldeia Tenonderã, apresenta cantos tradicionais acompanhados por ravé, violão e maracá. Com participação majoritária de mulheres e crianças da aldeia, o grupo leva ao público uma expressão viva da espiritualidade e da resistência cultural Guarani.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">No dia 1º de agosto, a oficina Peteca resgata uma das brincadeiras de origem indígena mais difundidas no Brasil. Utilizando penas, palha, areia e tecido, crianças e adultos confeccionam suas próprias petecas enquanto conhecem a história e os significados culturais desse brinquedo tradicional. À tarde, a escritora e cantora Lucia Tucuju apresenta Arandu, histórias indígenas, espetáculo cênico-musical que reúne teatro, música e narrativas inspiradas na Floresta Amazônica para celebrar a ancestralidade, a oralidade e a memória dos povos originários.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">Encerrando a programação, no dia 2 de agosto, a oficina Pele de urucum aborda o uso do urucum como pigmento ancestral empregado em pinturas corporais e rituais indígenas, símbolo de proteção, identidade e pertencimento. Durante a atividade, será apresentado o preparo da tinta de urucum e seu uso sobre o papel. Em seguida, o Coletivo Indígena Autônomo apresenta A cura da terra – pequenas revoluções, espetáculo musical inspirado na obra da escritora indígena Eliane Potiguara. A peça narra a história de crianças indígenas que unem forças para enfrentar uma crise ambiental, destacando a música, a coletividade e a língua Apurinã como instrumentos de resistência, preservação cultural e conscientização ambiental.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">Ao promover atividades que integram arte, educação e culturas indígenas, o Festival Criar Mundos reafirma o compromisso do Educativo da FGV Arte com experiências que reconhecem a infância como espaço de criação, escuta e construção de novos olhares sobre o mundo.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: <strong>3º Festival Criar Mundos – Territórios da imaginação</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Data:</strong>&nbsp;31 de julho a 2 de agosto</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Horário:</strong>&nbsp;oficinas das 13h às 15h e espetáculos às 15h</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:</strong>&nbsp;FGV Arte, Praia de Botafogo, 190, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Entrada gratuita, sem necessidade de inscrição prévia.</strong></p>
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		<title>Companhia Circo no Ato realiza evento circense com festa julina na Fundição Progresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 12:18:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circo]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia Circo no Ato realiza sua segunda edição do evento &#8220;Ato 021&#8221;, na Fundição Progresso, no Centro do Rio. Pela primeira vez, a programação contará com o tema festa julina no espetáculo principal, além de atrações para todas as idades, atividades culturais, oficinas de circo e muito entretenimento. O objetivo é reunir famílias, artistas, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Companhia Circo no Ato realiza sua segunda edição do evento &#8220;Ato 021&#8221;, na Fundição Progresso, no Centro do Rio. Pela primeira vez, a programação contará com o tema festa julina no espetáculo principal, além de atrações para todas as idades, atividades culturais, oficinas de circo e muito entretenimento. O objetivo é reunir famílias, artistas, estudantes e apaixonados pela arte circense em uma programação que celebra a criatividade e o acesso à cultura. As informações completas estão disponíveis no Instagram @circonoato.</p>



<p class="has-text-align-center">Na sexta-feira (31), a programação começa às 20h com uma edição especial do espetáculo &#8220;Atos da Noite&#8221;, com tema de festa julina. No sábado (1º), serão realizadas duas oficinas: a Oficina de Criação de Números Circenses, das 9h30 às 12h, e a Oficina de Terceira Altura, das 13h às 16h. Já no domingo (2), haverá a Oficina de Circo em Família, das 14h às 15h30, seguida da apresentação do espetáculo &#8220;Se Der Corda&#8230;&#8221;, às 17h.</p>



<p class="has-text-align-center">As oficinas para adultos contam com reserva de vagas para pessoas trans e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Além disso, pessoas trans terão acesso gratuito aos espetáculos e poderão concorrer a bolsas integrais para participação nas oficinas. Todas as apresentações contarão com intérpretes de Libras. Os ingressos custam a partir de R$ 10.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Queremos que o &#8216;Ato 021&#8217; seja um espaço de encontro, onde diferentes públicos possam vivenciar o circo de forma acessível, afetiva e participativa. Nesta edição, unimos a tradição das festas julinas à potência da linguagem circense para criar uma experiência única, fortalecendo o circo como expressão artística e como ferramenta de transformação social&#8221;, destaca a diretora artística da Companhia Circo no Ato, Natássia Vello.</p>



<p class="has-text-align-center">A companhia atua na Fundição Progresso desde 2015, com oficinas permanentes, shows e espetáculos. O projeto &#8220;Ato 021&#8221; foi criado para celebrar a parceria do Circo no Ato com o centro cultural e oferecer uma programação especial com a essência da arte circense. A ação terá quatro edições ao longo de 2026. </p>



<p><strong>Confira a programação da segunda edição do &#8220;Ato 021&#8221;<br></strong><br>31 de julho (sexta-feira)<br>* Espetáculo &#8220;Atos da Noite&#8221;, com tema de festa julina, às 20h (classificação: livre)</p>



<p>1º de agosto (sábado)<br>* Oficina de Criação de Números Circenses – das 9h30 às 12h<br>* Oficina de Terceira Altura – das 13h às 16h</p>



<p>2 de agosto (domingo)<br>* Oficina de Circo em Família – das 14h às 15h30<br>* Espetáculo &#8220;Se Der Corda&#8230;&#8221; – às 17h (A história de quatro amigos inseparáveis que se encontram em um livro mágico. Através das páginas, a linguagem circense desenvolve a imaginação do público, em um universo onde os sonhos se tornam realidade).</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO<br>&#8220;Ato 021&#8221; – Companhia Circo no Ato (2ª edição)</strong><br><strong>Datas:</strong> 31 de julho, 1º e 2 de agosto (sexta, sábado e domingo)<br><strong>Local: </strong>Fundição Progresso – Rua dos Arcos, 24 a 50 – Centro<br><strong>Informações:</strong> Instagram @circonoato<br><strong>Ingressos: </strong><a href="http://www.sympla.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.sympla.com.br</a></p>
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		<title>Galpão Bela Maré movimenta abril com cinema, leitura e exposição</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 13:22:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Galpão Bela Maré apresenta sua programação de abril com atividades que articulam arte, educação e formação. A agenda reúne ações contínuas deste 2026 e atividades pontuais que compõem a programação de abri. O destaque fica por conta do lançamento da revista aMARélo, as sessões do CineBela e a continuidade da exposição &#8220;onde a língua [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Galpão Bela Maré apresenta sua programação de abril com atividades que articulam arte, educação e formação. A agenda reúne ações contínuas deste 2026 e atividades pontuais que compõem a programação de abri. O destaque fica por conta do lançamento da revista aMARélo, as sessões do CineBela e a continuidade da exposição &#8220;onde a língua goteja pedra&#8221;. Ao longo do mês, a programação também inclui encontros de leitura, oficinas e ações do programa educativo, com atividades presenciais e online.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os destaques do mês está o lançamento da revista aMARélo, que apresenta os resultados da formação do Observatório de Favelas sobre jornalismo cultural voltada a comunicadores de diferentes regiões do Rio de Janeiro. Como desdobramento desse processo, a publicação reúne reportagens, ensaios e registros produzidos a partir da vivência nos territórios, ampliando o reconhecimento dessas práticas na construção da identidade cultural da cidade.</p>



<p class="has-text-align-center">A agenda conta ainda com o Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, com três sessões ao longo do dia 16 de abril. Nesta edição, o encontro apresenta uma seleção de filmes dedicada à presença negra no cinema, com curadoria do Centro AfroCarioca de Cinema, associação responsável pela criação do evento em 2007.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No CineBela, a programação de abril inclui também a exibição do filme &#8220;A Vida Secreta de Meus Três Homens&#8221;, dirigido por Letícia Simões, que propõe reflexões sobre memória e história no Brasil a partir da trajetória de personagens que atravessam diferentes temporalidades. Parte da programação regular do Galpão Bela Maré desde 2017, o projeto atua em formato de cineclube, com sessões seguidas de rodas de conversa que estimulam a troca entre público e produções audiovisuais.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição &#8220;onde a língua goteja pedra&#8221;, de Carla Santana e Gilson Plano, segue em cartaz no Galpão Bela Maré até o dia 14 de abril. Resultado de uma imersão no quadrilátero mineiro, a mostra reúne esculturas, pinturas e experimentações que articulam relações entre corpo, território e memória, aproximando dimensões geológicas e sociais a partir de contextos de ocupação e transformação urbana.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Na programação de Leitura dedicada à obra de Ana Maria de Souza, poetisa radicada na Maré, o Clube de Leitura promove encontros voltados ao incentivo à leitura como prática de desenvolvimento individual e coletivo. Em abril, continuam os encontros do Clube de Leitura, com um dia de Leitura Convida especial para receber a autora Heleine Fernandes em um encontro sobre poesia negra feminina e sua produção em territórios periféricos.</p>



<p class="has-text-align-center">O Espaço de Leitura Contação propõe encontros para estimular a leitura e a reflexão, e neste mês reflete sobre a trajetória de Ana Maria de Souza e o livro &#8220;Dandara Cadê Você?&#8221;, de Márcia Mendes. Ao final, o público participa de uma atividade de criação de bandeiras, refletindo sobre suas próprias histórias e trajetórias.</p>



<p class="has-text-align-center">No eixo de Formação, o curso &#8220;Sinalário do Bela: Afrofuturismo e Libras Criativa&#8221; articula linguagem, acessibilidade e cultura a partir de uma proposta que investiga a criação de sinais em diálogo com referências do afrofuturismo e das experiências nos territórios. Como desdobramento deste mês, o verbete &#8220;Laje&#8221; será apresentado online.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A programação inclui ainda a oficina &#8220;Rastros do Espaço&#8221;. Utilizando técnicas de frotagem com papel e giz, a ação explora o tato como ferramenta de percepção e investigação, convidando os participantes a identificar texturas, marcas e detalhes do ambiente, ampliando as formas de olhar e se relacionar com o espaço.</p>



<p class="has-text-align-center">O Galpão Bela Maré é apresentado pelo Ministério da Cultura, Observatório de Favelas, tem patrocínio da Vale, Itaú Unibanco e White Martins, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura; apoio institucional do Itaú Cultural e Instituto JCA; parceria Automatica e TradInterLab. É realizado pelo Observatório de Favelas, Ministério da Cultura e Governo Federal &#8211; Do lado do povo brasileiro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço | Galpão Bela Maré</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Endereço: Rua Bitencourt Sampaio – Maré, Rio de Janeiro – RJ, 21044-075</p>



<p class="has-text-align-center">Funcionamento: terça a sábado, das 10h às 18h</p>



<p class="has-text-align-center">Todas as atividades são gratuitas, contam com tradução em Libras e o espaço físico é acessível</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Clube de Leitura feat. Espaço de Leitura Convida – Heleine Fernandes</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 02/04</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 19h</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Espaço de Leitura Indica</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 06/04</p>



<p class="has-text-align-center">Formato: online</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina &#8220;Rastros do Espaço&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 07/04</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 16h</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Galpão Bela Maré</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Exposição &#8220;onde a língua goteja pedra&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: até 14 de abril</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: terça a sábado, das 10h às 18h</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Galpão Bela Maré</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>



<p class="has-text-align-center">Visitas mediadas</p>



<p class="has-text-align-center">Data: terças e quintas</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 14h</p>



<p class="has-text-align-center">Agendamento:&nbsp;<a href="mailto:educativo.belamare@observatoriodefavelas.org.br">educativo.belamare@observatoriodefavelas.org.br</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>CineBela – &#8220;A Vida Secreta de Meus Três Homens&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 09/04</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 15h</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Galpão Bela Maré</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>CineBela – Encontro de Cinema Negro: Zózimo Bulbul</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 16/04</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 15h</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Galpão Bela Maré</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Lançamento da revista aMARélo</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 11/04</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 13h</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Galpão Bela Maré</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Clube de Leitura</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: quintas</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 19h</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: 18+</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Espaço de Leitura Indica</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 28/04</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 14h</p>



<p class="has-text-align-center">Locais: Escola Professor César Pernetta; Creche Nova Holanda; Areninha Cultural Herbert Vianna; Parque União</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: 18+</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Espaço de Leitura Contação</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 30/04</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 16h</p>



<p class="has-text-align-center">Local: EDI Cremilda – Praia de Inhaúma s/n – Maré – Bonsucesso, Rio de Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Curso &#8220;Sinalário do Bela: Afrofuturismo e Libras Criativa&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: terças</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 17h às 18h</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Galpão Bela Maré</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: 16 anos</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sinalário do Bela – Laje</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Data: 27/04</p>



<p class="has-text-align-center">Formato: online</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação: livre</p>
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		<title>&#8220;Grande Sertão: Veredas &#8211; 70 anos de Travessia&#8221; celebra legado de Guimarães Rosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Projeto &#8220;Grande Sertão: Veredas &#8211; 70 anos de Travessia&#8221; reunirá espetáculos para celebrar o legado de Guimarães Rosa. O projeto contará ainda com oficinas, exposições de arte e ciclo de debates. As peças que compõem a trilogia, &#8220;Riobaldo&#8221;, &#8220;No Meio do Redemunho&#8221; e &#8220;O Julgamento do Zé Bebelo&#8221; &#8211; homenageia e mergulha profundamente nesta obra [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> Projeto &#8220;Grande Sertão: Veredas &#8211; 70 anos de Travessia&#8221; reunirá espetáculos para celebrar o legado de Guimarães Rosa. O projeto contará ainda com oficinas, exposições de arte e ciclo de debates.</p>



<p class="has-text-align-center">As peças que compõem a trilogia, &#8220;Riobaldo&#8221;, &#8220;No Meio do Redemunho&#8221; e &#8220;O Julgamento do Zé Bebelo&#8221; &#8211; homenageia e mergulha profundamente nesta obra que é considerada uma das mais importantes do Brasil, traduzida para diversos idiomas, e que estarão em cartaz no Teatro Glauce Rocha, no Centro do Rio, de 01 a 24 de abril, com ingressos a preços populares, sempre às 19h. O público ainda poderá participar de uma programação formativa e totalmente gratuita, que amplia a experiência para além dos espetáculos e compõe a imersão no projeto de homenagem ao romance. Entre as atividades estão a oficina &#8220;Tradução da prosa rosiana para a dramaturgia&#8221;, nos dias 15 e 22/04, das 16h às 18h (30 vagas); a Exposição de Arte Grande Sertão, da artista plástica Graça Craidy, com abertura no dia 01/04, às 18h, e visitação até 26/04; e a atividade &#8220;Conversas com Guimarães Rosa&#8221;, que acontecerá em universidades — UFRJ, UERJ e UFF — e também no Colégio Pedro II.</p>



<p class="has-text-align-center">As rodas de conversa serão realizadas nos espaços acadêmicos dessas instituições, reforçando o caráter de pesquisa, ampliando o diálogo com estudantes e pesquisadores e contribuindo para o aprofundamento crítico da obra de Guimarães Rosa para além dos limites do teatro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Projeto Grande Sertão: Veredas &#8211; 70 Anos de Travessia</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Temporada:</strong>&nbsp;(Ingressos Populares)&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Valores:&nbsp;</strong>R$ 40,00 / R$ 20,00 / R$ 10,00&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Período:</strong>&nbsp;01 a 24 de abril de 2026&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Quartas</strong>&nbsp;– Espetáculo: Riobaldo – 19h&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Quintas</strong>&nbsp;– Espetáculo: No Meio do Redemunho – 19h&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sextas</strong>&nbsp;– Espetáculo: O Julgamento do Zé Bebelo – 19h</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 &#8211; Centro, Rio de Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina Gratuita</strong></p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Tradução da prosa rosiana para a dramaturgia&#8221;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Datas:</strong>&nbsp;15 e 22/04 (quartas-feiras)&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Horário:</strong>&nbsp;16h00 às 18h00&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Vagas:&nbsp;</strong>30&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 &#8211; Centro, Rio de Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Exposição de Arte Grande Sertão&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Artista Plástica:&nbsp;</strong>Graça Craidy&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Abertura:&nbsp;</strong>01/04 às 17h00&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Temporada:</strong>&nbsp;01 a 24/04 &#8211; quarta a domingo &#8211; 14h00 às 19h00</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Entrada Gratuita</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local: </strong>Teatro Glauce Rocha – Av. Rio Branco, 179 &#8211; Centro</p>
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		<item>
		<title>Iphan no Rio de Janeiro promove a Semana do Patrimônio Cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Debates]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
		<category><![CDATA[Semana do Patrimônio Cultural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 11 a 15 de agosto, a Superintendência do Iphan no Rio de Janeiro promove a Semana do Patrimônio Cultural, com uma série de atividades gratuitas em sua sede. A iniciativa celebra o Mês do Patrimônio com uma programação que valoriza a diversidade cultural brasileira e estimula o diálogo sobre preservação.  Entre os destaques, estão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">De 11 a 15 de agosto, a Superintendência do Iphan no Rio de Janeiro promove a Semana do Patrimônio Cultural, com uma série de atividades gratuitas em sua sede. A iniciativa celebra o Mês do Patrimônio com uma programação que valoriza a diversidade cultural brasileira e estimula o diálogo sobre preservação. </p>



<p class="has-text-align-center">Entre os destaques, estão as participações do apresentador e carnavalesco Milton Cunhae de representantes da Beija-Flor de Nilópolis na quarta-feira (13/8), em uma mesa de debate sobre cultura afro-brasileira e a escolha do Bembé do Mercado &#8211; maior candomblé de rua do mundo, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em 2019 &#8211; como o enredo da escola de samba para o Carnaval de 2026. O dia também contará com oficina doAfoxé Filhos de Gandhi e apresentação da bateria da Beija-Flor.  </p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da semana, haverá mesas de debate sobre jogos na educação patrimonial, o Choro como bem cultural, a presença feminina no Forró e na Literatura de Cordel, além da importância do Sítio Arqueológico do Cais do Valongo, oito anos após seu reconhecimento como Patrimônio Mundial pela Unesco. Estão previstas ainda oficinas, exibição de filme, visitas guiadas, apresentações de manifestações culturais reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil, como Jongo e Cordel, e expositores da Feira Circuito Carioca. </p>



<p class="has-text-align-center">As atividades integram uma agenda nacional promovida pelo Iphan. Em 2025, sob o tema &#8220;Participação Social, Territórios e Sustentabilidade&#8221;, o Instituto propõe uma programação descentralizada e colaborativa, com ações promovidas por suas superintendências regionais, em parceria com a sociedade civil organizada em todo o país.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Dia do Patrimônio </strong> &#8211; O dia 17 de agosto foi escolhido para ser o Dia do Patrimônio em homenagem ao advogado e escritor Rodrigo Melo Franco de Andrade, que fundou o Iphan em 1937. A data comemorativa tem o objetivo de celebrar e promover a preservação do patrimônio cultural brasileiro, tanto material quanto imaterial. </p>



<p>Confira a programação completa:&nbsp;</p>



<p><strong>Segunda-feira (11/8)</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>09:30 às 10:00 &#8211; Café de boas-vindas   </li>



<li>10:00 às 10:20 – Abertura do evento: Iphan (Leandro Grass e Patricia Wanzeller), Inepac (Kiko Brando), IRPH (Laura Di Blasi), Instituto Traço (Ubirajara Avelino de Mello)  </li>



<li>10h30 às 12h30 &#8211; Mesa de debate &#8220;Jogos para uma Educação Patrimonial&#8221;, com Valter Bispo, Rafael Koury, Lucas Nascimento e Renata Prado &#8211; <em>Mediação: Murilo Carvalho Pinho</em>  </li>



<li>14:00 às 15:30/15:30 às 17:00 &#8211; Oficina de educação patrimonial com Experimente Cultura, Maloca Games e Mestre Griô (exclusiva para alunos da rede municipal de ensino)  </li>
</ul>



<p><strong>Terça-feira (12/8)</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>10:00 às 11:00/11:00 às 12:00 &#8211; Visitas guiadas ao prédio da superintendência   </li>



<li>13:30 às 15:00 &#8211; Exibição do filme <em>Choro </em> </li>



<li>15:00 às 15:30 &#8211; Intervalo  </li>



<li>15h30 às 16h30 &#8211; Mesa de debate <strong>&#8220;Entre cordas e sopros: o Choro como Patrimônio Cultural do Brasil&#8221;, </strong>com Pedro Aragão, Paulo Aragão, Carlos Chaves, Pedro Aspahan e Ana Rabello &#8211; <em>Mediação: Leandro Salgueirinho </em>  </li>



<li>16:30 às 18:00 &#8211; Apresentação de Choro com o grupo Caras &amp; Coroas   </li>
</ul>



<p><strong>Quarta-feira (13/8)</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>09:00 às 17:00 &#8211; Feira Circuito Carioca e expositores (Literatura de Cordel e Matrizes Tradicionais de Forró) </li>



<li>09:30 às 10:00 &#8211; Café de boas-vindas </li>



<li>10:00 às 12:00 &#8211; Mesa de debate &#8220;<strong>Cultura Afro-brasileira: Bembé virou samba&#8221;,</strong>com Milton Cunha e integrantes da Beija-Flor de Nilópolis &#8211; <em>Mediação: Edivaldo Menezes</em>  </li>



<li>14:00 às 17:00 &#8211; Oficina com Afoxé Filhos de Gandhi (exclusiva para alunos da rede municipal de ensino) </li>



<li>17:00 às 18:00 &#8211; Apresentação da bateria da Beija-Flor de Nilópolis   </li>
</ul>



<p><strong>Quinta-feira (14/8)</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>09:00 às 17:00 &#8211; Feira Circuito Carioca e expositores (Literatura de Cordel e Matrizes Tradicionais de Forró) </li>



<li>09:30 às 10:00 &#8211; Café de boas-vindas  </li>



<li>10:00 às 12:00 – Mesa de debate &#8220;<strong>Forró e Cordel: a potência da presença feminina&#8221;,</strong> com Mirele Guedes Maravilhas, Norma Nogueira e Maria do Rosário Pinto &#8211; <em>Mediação: Ana Carolina Nascimento (CNFCP/Iphan)</em>  </li>



<li>14:00 às 16:00 &#8211; Oficina de Literatura de Cordel, com Maria do Rosário Pinto (exclusiva para alunos da rede municipal de ensino) </li>



<li>16:00 às 17:00 &#8211; Oficina de Forró para adultos, com Mônica Cardoso da Silva e Thays Espíndola (limite de até 20 pessoas) </li>



<li>17:00 às 18:00 &#8211; Apresentação do Projeto Mulher Forrozeira   </li>
</ul>



<p><strong>Sexta-feira (15/8)&nbsp;</strong>&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>09:00 às 17:00 &#8211; Feira Circuito Carioca e expositores (Literatura de Cordel e Matrizes Tradicionais de Forró) </li>



<li>09:30 às 10:00 &#8211; Café de boas-vindas </li>



<li>10:00 às 12:00 &#8211; Mesa de debate &#8220;<strong>Cais do Valongo: Oito anos do Brasil para o Mundo&#8221;, </strong>com Thiago Gomide, Mônica Sanches, Alexandre Nadai (Instituto Pretos Novos), Gracy Moreira (Casa da Tia Ciata) e Célio Oliveira (Afoxé Filhos de Gandhi) &#8211; Mediação: Eliel Moura (Fundação Cultural Palmares)   </li>



<li>14:00 às 17:00 &#8211; Exposição das bonecas com artesãs do Quilombo São José da Serra/Valença  </li>



<li>14:00 às 16:00 &#8211; Oficina de Jongo com grupo de Jongo do Quilombo São José da Serra/Valença (exclusiva para alunos da rede municipal de ensino) </li>



<li>16:00 às 17:00 &#8211; Encerramento: Homenagem aos &#8220;Amigos do Patrimônio&#8221;      </li>



<li>17:00 às 18:00h &#8211; Apresentação Roda de Jongo do Quilombo São José da Serra/Valença  </li>
</ul>



<p><strong>Serviço:</strong>&nbsp;</p>



<p>Local: Superintendência do Iphan no Rio de Janeiro&nbsp;</p>



<p>Endereço: Avenida Rio Branco, 46 &#8211; Centro, Rio de Janeiro/RJ&nbsp;</p>



<p>Mais informações:&nbsp;gabinete.rj@iphan.gov.br&nbsp;&#8211; (21) 3512-3025/ 96654-8978&nbsp;</p>



<p><strong>ENTRADA GRATUITA (SUJEITA À LOTAÇÃO)&nbsp;</strong>&nbsp;</p>
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		<title>Férias na Casa chega à sua terceira edição no jardim da Casa Firjan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2025 12:11:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Férias na Casa chega à sua terceira edição transformando o jardim da Casa Firjan em um espaço de encontro com as muitas formas de expressão que compõem o Soft Power fluminense. A proposta deste ano é convidar o público a circular por experiências que mostram como cultura, economia e modos de viver se conectam à influência [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Férias na Casa</em> chega à sua terceira edição transformando o jardim da Casa Firjan em um espaço de encontro com as muitas formas de expressão que compõem o Soft Power fluminense. A proposta deste ano é convidar o público a circular por experiências que mostram como cultura, economia e modos de viver se conectam à influência que o Rio exerce dentro e fora das suas divisas.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>A programação gratuita reúne diferentes linguagens — da música ao audiovisual, das oficinas às performances — pensadas para públicos de todas as idades. O evento se insere no contexto do projeto de Soft Power da Casa Firjan, que busca fortalecer o estado do Rio para que construa e projete sua imagem a partir de símbolos, práticas culturais, produção industrial, marcas e movimentos sociais.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos destaques desta edição será a mostra que coloca em foco o papel da indústria na formação do imaginário coletivo. Produtos, iniciativas e trajetórias ligadas ao desenvolvimento econômico também fazem parte da narrativa sobre o que move o Rio e reforçam sua presença como referência simbólica no cenário nacional.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <br>Datas: 19, 20, 26 e 27 de julho <br>Horário: das 11h às 19h<br>Local: Jardim da Casa Firjan – Rua Guilhermina Guinle, 211 – Botafogo <br>Entrada gratuita<br> </p>
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