<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Lançamentos - Rota Cult</title>
	<atom:link href="https://rotacult.com.br/categoria/literatura/lancamentos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rotacult.com.br/categoria/literatura/lancamentos/</link>
	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 04 Nov 2026 19:14:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.11</generator>

<image>
	<url>https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-Favicon_3-32x32.png</url>
	<title>Lançamentos - Rota Cult</title>
	<link>https://rotacult.com.br/categoria/literatura/lancamentos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Estação Liberdade lança livros de Banana Yoshimoto e Osamu Dazai </title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/11/estacao-liberdade-lanca-livros-de-banana-yoshimoto-e-osamu-dazai/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=estacao-liberdade-lanca-livros-de-banana-yoshimoto-e-osamu-dazai</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/11/estacao-liberdade-lanca-livros-de-banana-yoshimoto-e-osamu-dazai/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 19:14:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=205681</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em novembro, chegam por aqui duas novidades da literatura japonesa:&#160;&#8220;Moshi Moshi&#8220;, de Banana Yoshimoto, e uma nova edição do nosso best-seller&#160;&#8220;Declínio de um homem&#8220;, de Osamu Dazai, que retorna ao catálogo com nova tradução e nova capa. Em &#8220;Moshi Moshi, Banana Yoshimoto transforma o luto em uma delicada reflexão sobre a memória e seus efeitos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/11/estacao-liberdade-lanca-livros-de-banana-yoshimoto-e-osamu-dazai/">Estação Liberdade lança livros de Banana Yoshimoto e Osamu Dazai </a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em novembro, chegam por aqui duas novidades da literatura japonesa:&nbsp;<em>&#8220;Moshi Moshi</em>&#8220;, de Banana Yoshimoto, e uma nova edição do nosso best-seller&nbsp;&#8220;<em>Declínio de um homem</em>&#8220;, de Osamu Dazai, que retorna ao catálogo com nova tradução e nova capa.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="694" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa-694x1024.png" alt="" class="wp-image-205683" style="aspect-ratio:0.6777447165636683;width:179px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa-694x1024.png 694w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa-203x300.png 203w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa-768x1133.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa-285x420.png 285w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa-150x221.png 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa-300x442.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa-696x1027.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/11/Moshi_Moshi-Capa.png 1017w" sizes="(max-width: 694px) 100vw, 694px" /></figure>
</div>


<p>Em &#8220;Moshi Moshi, Banana Yoshimoto transforma o luto em uma delicada reflexão sobre a memória e seus efeitos sobre o corpo. A ausência não se manifesta apenas nas lembranças, mas também no cansaço, no sono, na fome e nos pequenos hábitos cotidianos. Aos poucos, Yoshie precisa encontrar uma nova forma de equilíbrio, compreendendo que não existe um retorno possível à vida de antes. É uma história sobre aprender a conviver com a ausência, aceitar as transformações e se abrir para o que a vida ainda pode trazer.</p>



<p>Já sobre&nbsp;&#8220;<em>Declínio de um homem&#8221;,</em>&nbsp;envio também a nova capa e um trecho do livro, para apresentar o novo projeto gráfico que adotamos para a obra. A edição conta com uma nova tradução de Jaqueline Nabeta.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/11/estacao-liberdade-lanca-livros-de-banana-yoshimoto-e-osamu-dazai/">Estação Liberdade lança livros de Banana Yoshimoto e Osamu Dazai </a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/11/estacao-liberdade-lanca-livros-de-banana-yoshimoto-e-osamu-dazai/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Coquetel lança livro com mais de 120 atividades sobre a história afro-brasileira</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/11/coquetel-lanca-livro-com-mais-de-120-atividades-sobre-a-historia-afro-brasileira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=coquetel-lanca-livro-com-mais-de-120-atividades-sobre-a-historia-afro-brasileira</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/11/coquetel-lanca-livro-com-mais-de-120-atividades-sobre-a-historia-afro-brasileira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 15:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=205660</guid>

					<description><![CDATA[<p>A música que embala, a gastronomia que tempera e o vocabulário do dia a dia no Brasil carregam as raízes e a ancestralidade do continente africano. Para celebrar esse legado, a Coquetel lança o livro &#8220;História e cultura afro-brasileiras&#8221;, uma obra que une conhecimento histórico, valorização da identidade negra e diversão offline. A publicação reúne mais de 120 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/11/coquetel-lanca-livro-com-mais-de-120-atividades-sobre-a-historia-afro-brasileira/">Coquetel lança livro com mais de 120 atividades sobre a história afro-brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A música que embala, a gastronomia que tempera e o vocabulário do dia a dia no Brasil carregam as raízes e a ancestralidade do continente africano. Para celebrar esse legado, a Coquetel lança o livro &#8220;História e cultura afro-brasileiras&#8221;, uma obra que une conhecimento histórico, valorização da identidade negra e diversão offline.</p>



<p>A publicação reúne mais de 120 jogos, passatempos e desafios educativos que convidam leitores de todas as idades a uma viagem no tempo. O percurso parte da África ancestral, destacando contribuições científicas e culturais anteriores às transformações europeias, até chegar ao Brasil contemporâneo. Ao longo de centenas de personalidades e milhares de anos de história, o livro apresenta ícones da ancestralidade e da cultura popular, passando por nomes fundamentais como Tia Ciata, Fela Kuti, Mano Brown e Vini Jr.&nbsp;</p>



<p>Com o compromisso de oferecer um conteúdo pedagogicamente sólido, a publicação é fundamentada em uma ampla pesquisa e traz uma bibliografia completa para quem deseja aprofundar os estudos sobre o tema. Com este lançamento, a Coquetel reforça seu compromisso com publicações que estimulam o aprendizado, o desenvolvimento cognitivo e a celebração da diversidade cultural brasileira.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/11/coquetel-lanca-livro-com-mais-de-120-atividades-sobre-a-historia-afro-brasileira/">Coquetel lança livro com mais de 120 atividades sobre a história afro-brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/11/coquetel-lanca-livro-com-mais-de-120-atividades-sobre-a-historia-afro-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Zé Otávio lança &#8220;Re-cordis &#8211; Minha jornada no autismo&#8221;</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/11/ze-otavio-lanca-re-cordis-minha-jornada-no-autismo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ze-otavio-lanca-re-cordis-minha-jornada-no-autismo</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/11/ze-otavio-lanca-re-cordis-minha-jornada-no-autismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2026 14:08:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=205620</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando era criança, Zé Otavio Motta surpreendeu uma professora de catequese ao revelar o que queria ser quando crescesse: escritor. Mas fez uma ressalva curiosa: só começaria a escrever aos 50 anos. Quase quatro décadas depois, aos 49, uma lembrança daquele episódio o levou a cumprir a promessa. O resultado é “Re-cordis – Minha jornada [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/11/ze-otavio-lanca-re-cordis-minha-jornada-no-autismo/">Zé Otávio lança &#8220;Re-cordis &#8211; Minha jornada no autismo&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando era criança, Zé Otavio Motta surpreendeu uma professora de catequese ao revelar o que queria ser quando crescesse: escritor. Mas fez uma ressalva curiosa: só começaria a escrever aos 50 anos. Quase quatro décadas depois, aos 49, uma lembrança daquele episódio o levou a cumprir a promessa. O resultado é “Re-cordis – Minha jornada no autismo”, seu primeiro romance, publicado pela Francisco Alves Editora.</p>



<p>O título vem do latim e significa “voltar a passar pelo coração”, expressão citada pelo escritor Eduardo Galeano em “O livro dos abraços”. É justamente esse movimento que conduz a narrativa: revisitar lembranças, afetos, traumas e descobertas para compreender a própria trajetória. Dividido em 24 capítulos, o romance mistura memória e ficção, acompanhando dois momentos da vida do protagonista: a infância de um menino que percebe o mundo de maneira diferente e a maturidade de um homem que, décadas depois, começa a encontrar respostas para suas inquietações.</p>



<p>A história começa com uma infância marcada por problemas de saúde, crises e uma relação muito particular com a linguagem. Enquanto tinha dificuldades para compreender a fala das pessoas, o menino descobriu precocemente o universo das palavras escritas. As vozes lhe pareciam um zumbido de abelhas, formado principalmente por consoantes. Foi observando as imagens e os jornais que o avô lia que começou a decifrar as letras e a construir sua própria maneira de interpretar o mundo.</p>



<p>Entre lembranças familiares, descobertas e episódios dolorosos, a narrativa avança até a vida adulta, quando o protagonista finalmente encontra uma explicação para dificuldades que o acompanharam durante décadas. O diagnóstico tardio de autismo representa uma virada em sua trajetória, permitindo reinterpretar experiências e reconhecer características que antes pareciam contraditórias. </p>



<p>Embora inspirado em sua história pessoal, Zé Otavio escolheu a linguagem do romance para reconstruir suas memórias. A opção por narrar grande parte da história em terceira pessoa, criando os personagens do menino e do homem, permitiu que se aproximasse de experiências difíceis sem abrir mão da liberdade da ficção. </p>



<p>A busca por uma melhor qualidade de vida também atravessa a narrativa, com mudanças na alimentação, meditação e atividades físicas. Para o autor, a prática regular de exercícios teve papel fundamental em seu processo de transformação e reconstrução pessoal.</p>



<p>Apesar de abordar o autismo, o autor faz questão de apresentar “Re-cordis” como uma obra literária, e não como um manual ou relato de aconselhamento. Seu desejo é que cada leitor encontre na história seus próprios significados, independentemente de ter ou não alguma relação com o espectro autista. </p>



<p>A estreia literária acontece pela Francisco Alves, uma das editoras mais tradicionais do país, que vive uma fase de renovação de seu catálogo. Para Zé Otavio, integrar esse momento com uma obra que aborda questões contemporâneas é motivo de orgulho. A experiência também abriu caminho para novos projetos: o autor já concluiu um segundo romance e começou a escrever um terceiro.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/11/ze-otavio-lanca-re-cordis-minha-jornada-no-autismo/">Zé Otávio lança &#8220;Re-cordis &#8211; Minha jornada no autismo&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/11/ze-otavio-lanca-re-cordis-minha-jornada-no-autismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hermes Coêlho revisita “Nu” em edição ampliada</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/10/hermes-coelho-revisita-nu-em-edicao-ampliada/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=hermes-coelho-revisita-nu-em-edicao-ampliada</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/10/hermes-coelho-revisita-nu-em-edicao-ampliada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 18:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=205466</guid>

					<description><![CDATA[<p>Publicado originalmente em 2002 pela Fundação Cultural Monsenhor Chaves, após vencer o Concurso Novos Autores – Prêmio Cidade de Teresina 2000, &#8220;Nu&#8221;, de Hermes Coêlho, retorna ao público 24 anos depois em uma segunda edição, revista e ampliada, pela Editora Patuá. Primeiro livro da Trilogia do Trauma, completada por Violado (2023) e eclipse (2024), a obra marca o início de uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/hermes-coelho-revisita-nu-em-edicao-ampliada/">Hermes Coêlho revisita “Nu” em edição ampliada</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-left">Publicado originalmente em 2002 pela Fundação Cultural Monsenhor Chaves, após vencer o Concurso Novos Autores – Prêmio Cidade de Teresina 2000, &#8220;<em>Nu&#8221;</em>, de Hermes Coêlho, retorna ao público 24 anos depois em uma segunda edição, revista e ampliada, pela Editora Patuá. Primeiro livro da Trilogia do Trauma, completada por <em>Violado</em> (2023) e <em>eclipse </em>(2024), a obra marca o início de uma poesia em que alienação, não pertencimento, desejo e corpo aparecem como experiências indissociáveis. Após apresentação na última Bienal do Livro de São Paulo, o autor pretende realizar eventos em Brasília (DF) e Teresina (PI).</p>



<p class="has-text-align-left">A nova edição nasce de um reencontro do autor com os cadernos em que os poemas foram escritos, principalmente em meados dos anos 1990, em Teresina (PI). Ao revisitar o material, Hermes decidiu recuperar 17 poemas da época, agora identificados com asterisco, e retirar textos que, segundo ele, não se encaixavam na proposta filosófica do projeto. O resultado é uma espécie de &#8220;versão do diretor&#8221; de seu primeiro livro, que preserva a escrita daquele período ao mesmo tempo que incorpora o olhar do poeta sobre a própria obra décadas depois.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Quando Eduardo Lacerda, editor da Patuá, me propôs republicar &#8220;<em>Nu</em>&#8221; 24 anos depois, vi a oportunidade de fazer uma espécie de &#8216;versão do diretor&#8217;, excluir as gorduras e acrescentar 17 poemas escritos naquela época que eu entendia como &#8216;explícitos demais&#8217;, que poderiam mostrar mais do que eu gostaria em termos de sexualidade. Finalmente, estou nu de verdade&#8221;, conta o autor. </p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Meus livros nascem da reconstrução poética de momentos traumáticos ou de alienação vividos. Por isso, digo que&nbsp;<em>Nu</em>,&nbsp;<em>Violado</em>&nbsp;e&nbsp;<em>eclipse</em>&nbsp;contam a trajetória de metamorfose do poeta. Lagarta (<em>Nu</em>) —&gt; Casulo (<em>Violado</em>) —&gt; Mariposa (<em>eclipse</em>)&#8221;, explica Hermes.</p>



<p class="has-text-align-left">O corpo ocupa lugar central nessa primeira etapa da trilogia. Em uma poesia marcada pela confissão, pelo erotismo e pela musicalidade, ele aparece tanto como território de desejo quanto de dor. O livro também registra o desconforto de quem se percebe estrangeiro em seu próprio lugar e em si mesmo.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Em&nbsp;<em>Nu</em>, meus versos confessionais começam o uso de metáforas para expor minhas entranhas, minhas mazelas, meus traumas&#8221;, afirma o poeta. Para ele, trata-se do &#8220;estranhamento de perceber-se estrangeiro na própria terra e no próprio corpo. São versos de um jovem poeta mostrando sua nudez aos leitores pela primeira vez&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-left">Dividido em três partes, &#8220;o eu inconfesso&#8221;, &#8220;o amor que não existia&#8221; e &#8220;e mais nada&#8221;, o livro reúne poemas curtos e de forte musicalidade. No texto de abertura, o eu-lírico enumera diferentes identidades que poderia assumir, entre elas profeta, professor, publicitário, cineasta e pastor, até chegar à ideia de um sujeito ainda em formação. Em outros momentos, o desejo ganha uma dimensão física e territorial, como no verso que fala da vontade de &#8220;transar no Parnaíba&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-left">A relação entre poesia, corpo e libertação atravessa a concepção do autor sobre sua própria escrita. &#8220;Minha poesia é confessional e não-acadêmica. Sou catequizado por Manuel Bandeira &#8211; &#8216;não quero mais saber do lirismo que não é libertação!'&#8221;, afirma Hermes.</p>



<p class="has-text-align-left">A segunda edição também amplia o diálogo de&nbsp;<em>Nu</em>&nbsp;com outros escritores. O livro traz orelha assinada pelo poeta Rogério Bernardes, prefácio da poeta nina rizzi e posfácio do escritor Adriano Lobão Aragão.</p>



<p class="has-text-align-left">Bernardes define&nbsp;<em>Nu</em>&nbsp;como &#8220;o retrato mais honesto de uma poética contundente em formação&#8221;. No prefácio, nina rizzi relaciona a nudez presente no título e nos poemas a um procedimento de escrita que retira camadas e aparências para chegar à experiência interior. Já Adriano Lobão Aragão situa a obra como o início de uma conversa do poeta consigo mesmo e destaca a importância da nova edição para a leitura cronológica de sua produção.</p>



<p class="has-text-align-left">Para Hermes, retornar ao livro que deu origem à trilogia também significa compreender de outra maneira a própria trajetória. &#8220;Voltar ao início de tudo para concluir a Trilogia do Trauma parece-me correto.&#8221; Ao recorrer a Hermann Hesse, o poeta sintetiza o movimento de revisitar o passado: &#8220;Mergulhar em águas conhecidas nos faz resgatar memórias inestimáveis do primeiro banho. E eu gosto de mergulhar nu&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Não fui eu quem escolhi a poesia. Foi a poesia que me escolheu&#8221;, resume Hermes Coêlho. &#8220;Ela jorra forte como sangue a cada vez que tenho que lidar com as complexidades da vida.&#8221;</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/hermes-coelho-revisita-nu-em-edicao-ampliada/">Hermes Coêlho revisita “Nu” em edição ampliada</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/10/hermes-coelho-revisita-nu-em-edicao-ampliada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O olhar de Olivier Anquier sobre o Brasil ganha livro</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/10/o-olhar-de-olivier-anquier-sobre-o-brasil-ganha-livro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-olhar-de-olivier-anquier-sobre-o-brasil-ganha-livro</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/10/o-olhar-de-olivier-anquier-sobre-o-brasil-ganha-livro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 17:11:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=205453</guid>

					<description><![CDATA[<p>O olhar de Olivier Anquier sobre o Brasil ganha uma nova forma com a chegada de &#8220;Olivier Anquier Fotografias&#8221;, seu primeiro livro dedicado à fotografia, publicado pela Barléu Edições, editora que tem entre seus principais pilares o mapeamento, a preservação e a divulgação da arte contemporânea e memória visual brasileira.&#160; A edição reúne 155 reproduções [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/o-olhar-de-olivier-anquier-sobre-o-brasil-ganha-livro/">O olhar de Olivier Anquier sobre o Brasil ganha livro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O olhar de Olivier Anquier sobre o Brasil ganha uma nova forma com a chegada de &#8220;Olivier Anquier Fotografias&#8221;, seu primeiro livro dedicado à fotografia, publicado pela Barléu Edições, editora que tem entre seus principais pilares o mapeamento, a preservação e a divulgação da arte contemporânea e memória visual brasileira.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="798" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-798x1024.jpg" alt="" class="wp-image-205454" style="width:401px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-798x1024.jpg 798w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-234x300.jpg 234w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-768x985.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-1198x1536.jpg 1198w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-1597x2048.jpg 1597w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-327x420.jpg 327w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-150x192.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-300x385.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-696x893.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-1068x1370.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-1920x2463.jpg 1920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-olhar-de-Olivier-Anquier-sobre-o-Brasil-ganha-livro-scaled.jpg 1996w" sizes="(max-width: 798px) 100vw, 798px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">A edição reúne 155 reproduções fotográficas cuidadosamente selecionadas de um acervo pessoal de mais de 5 mil imagens, construído ao longo das viagens de Olivier por todo o Brasil. Mais do que a reunião de momentos e vivências, o livro apresenta um olhar pessoal e afetivo sobre o país onde vive há quase meio século e no qual construiu sua vida, família e carreira. Por duas décadas, Olivier percorreu todos os estados brasileiros com seu fusca verde que lhe deu a oportunidade de imergir na essência do Brasil; suas diferentes paisagens, culturas, pessoas e modos de vida. Cenas puras, singelas e autênticas, personagens e particularidade de muitos Brasis foram vividas e captadas em fotografias analógica que traduzem uma narrativa visual que atravessam diferentes tempos, lugares e histórias.</p>



<p class="has-text-align-center">A chegada de &#8220;Olivier Anquier Fotografias&#8221; ao catálogo da Barléu Edições destaca a dimensão de um trabalho construído ao longo das viagens de Olivier pelo país. &#8220;A Barléu hoje é a principal editora de arte e fotografia do Brasil. O livro de fotografias de Olivier Anquier vem somar ao nosso catalogo com a força de suas fotografias, captando a alma de nossa gente de forma extraordinária&#8221;, destaca o fundador e editor da Barléu Edições, Carlos Leal.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os registros marcantes e inusitados que compõem a edição, é possível destacar o futebol de várzea na estrada para Caruaru, em Pernambuco (2011); assim como o ajoelhado súbito do povo em uma avenida central de Belo Horizonte (2004) e a cena de um grupo de meninos que, tomados pela curiosidade e pelo encantamento, acompanha a troca de um pneu do fusca verde em Nazaré da Mata, também em Pernambuco (2011). Ao lado de tantas outras imagens emblemáticas, essas fotografias revelam o Brasil que Olivier conheceu, vivenciou e escolheu homenagear por meio de seu trabalho autoral.</p>



<p class="has-text-align-center">Com uma trajetória profissional de grande notoriedade pública, Olivier, desde sua infância, manteve a fotografia como uma prática restrita ao seu universo particular. O lançamento de &#8220;Olivier Anquier Fotografias&#8221; ganha um significado especial por coincidir com o reconhecimento público de seu trabalho autoral por trás das lentes, em um momento marcado por sua primeira chancela como fotógrafo: o convite para ocupar integralmente a edição nº 46 da Revista C, publicação da Galeria Carcará dedicada à fotografia autoral brasileira e reconhecida como uma das principais referências no segmento.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Um livro tem a magia de preservar algo que vai além da memória da gente e essa foi a maneira que encontrei para homenagear um país que me acolheu e me deu tudo o que tenho. Nele, registro o país que conheci através de sua gente, de seus lugares e de suas histórias; um Brasil autêntico e verdadeiro, com toda a sua força e sua poesia. É também uma forma de expressar a minha gratidão por tudo o que o Brasil e os brasileiros me proporcionaram&#8221;, ressalta Olivier Anquier.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/o-olhar-de-olivier-anquier-sobre-o-brasil-ganha-livro/">O olhar de Olivier Anquier sobre o Brasil ganha livro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/10/o-olhar-de-olivier-anquier-sobre-o-brasil-ganha-livro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Viver é Melhor que Sonhar: Os Últimos Caminhos de Belchior&#8217; será lançado na Livraria da Travessa Botafogo</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/10/viver-e-melhor-que-sonhar-os-ultimos-caminhos-de-belchior-sera-lancado-na-livraria-da-travessa-botafogo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=viver-e-melhor-que-sonhar-os-ultimos-caminhos-de-belchior-sera-lancado-na-livraria-da-travessa-botafogo</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/10/viver-e-melhor-que-sonhar-os-ultimos-caminhos-de-belchior-sera-lancado-na-livraria-da-travessa-botafogo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:59:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=205147</guid>

					<description><![CDATA[<p>Antônio Carlos Belchior faria 80 anos no dia 26 de outubro de 2026. Neste ano, o clássico álbum &#8220;Alucinação&#8221; completa 50 anos. Autor de um dos gestos mais intrigantes da história recente da Música Popular Brasileira, era um artista respeitado, dono de um repertório do qual qualquer músico poderia se orgulhar, de uma carreira de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/viver-e-melhor-que-sonhar-os-ultimos-caminhos-de-belchior-sera-lancado-na-livraria-da-travessa-botafogo/">&#8216;Viver é Melhor que Sonhar: Os Últimos Caminhos de Belchior&#8217; será lançado na Livraria da Travessa Botafogo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Antônio Carlos Belchior faria 80 anos no dia 26 de outubro de 2026. Neste ano, o clássico álbum &#8220;Alucinação&#8221; completa 50 anos. Autor de um dos gestos mais intrigantes da história recente da Música Popular Brasileira, era um artista respeitado, dono de um repertório do qual qualquer músico poderia se orgulhar, de uma carreira de sucesso, de um padrão de vida confortável e cercado de amigos e amores. Com 60 anos recém-completos, deixou tudo isso para trás rumo a uma jornada incerta e anônima pelo Uruguai e, depois, pelo sul do Brasil, que terminaria com a sua morte dez anos depois.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O leitor vai mergulhar neste polêmico e misterioso período da história desse artista em &#8220;Viver é Melhor que Sonhar – Os Últimos Caminhos de Belchior&#8221;, um road book escrito por Chris Fuscaldo e Marcelo Bortoloti lançado em 2021 e que chega às lojas no dia 26 de outubro, em uma segunda edição coeditada pela Garota FM Books e pela Sonora Editora. O lançamento oficial será nesse mesmo dia, na Livraria da Travessa Botafogo, às 19h, com bate-papo com os autores e mediação do pesquisador Miguel Jost, autor do prefácio. Fuscaldo e Bortoloti anteciparão o conteúdo do longa-metragem Viver é Melhor que Sonhar, dirigido por Eduardo Albergaria e baseado no livro, que estreará em dezembro.</p>



<p class="has-text-align-center">Belchior viveu de maneira insólita e extraordinária, conhecendo pessoas diversas, lugares interessantes e relações inusitadas com fãs perplexos que abrigaram um astro da música em suas casas sem saber muito bem por que ele estava ali. Em parte, o astro buscou este caminho; em parte, foi conduzido a ele.</p>



<p class="has-text-align-center">Esta segunda edição do livro não sofreu nenhuma alteração em seu conteúdo, a não ser pela inclusão de um posfácio que atualiza o leitor do que aconteceu com a memória de Belchior de 2021 para cá e a orelha assinada pela cantora Ana Cañas, intérprete do artista. Segundo os autores, a escrita sobre a viagem que fizeram pelo Sul e sua fronteira é definitiva, afinal, trata-se de um relato da busca que Fuscaldo e Bortoloti fizeram entre 2017 – ano em que o cantor e compositor cearense morreu – e 2019, quando entregaram os originais para a editora com a qual tinham negociado a primeira edição do livro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O livro foi escrito enquanto os autores, Chris Fuscaldo e Marcelo Bortoloti, percorriam mais de 10 mil quilômetros, entrevistando mais de 150 pessoas e conhecendo todas as cidades por onde Belchior e sua fiel escudeira, a companheira Edna, passaram durante o seu exílio: no Uruguai, Montevidéu, San Gregorio de Polanco e Artigas; e, no Brasil, Sobral, Fortaleza, São Paulo, Porto Alegre, Santa Cruz do Sul, entre outras.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com o lançamento e sua repercussão em 2021 – o livro ganhou o Prêmio Profissionais da Música 2023 na categoria Biografia e foi indicado ao CCXP Awards 2022 – os autores foram convidados pela Urca Filmes para realizar uma pesquisa para uma série documental prevista para 2027. A produtora comprou ainda os direitos do livro para a adaptação do filme &#8220;Viver é melhor que sonhar&#8221;, dirigido por Eduardo Albergaria e previsto para dezembro de 2026.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O novo livro tem capa assinada por Renan Valadares e trechos de resenhas publicadas na imprensa na época de seu lançamento.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 26 de outubro de 2026 Participação: Miguel Jost Horário: 19h Local: Livraria da Travessa Botafogo (Rua Voluntários da Pátria, 97)</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/viver-e-melhor-que-sonhar-os-ultimos-caminhos-de-belchior-sera-lancado-na-livraria-da-travessa-botafogo/">&#8216;Viver é Melhor que Sonhar: Os Últimos Caminhos de Belchior&#8217; será lançado na Livraria da Travessa Botafogo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/10/viver-e-melhor-que-sonhar-os-ultimos-caminhos-de-belchior-sera-lancado-na-livraria-da-travessa-botafogo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Livro de Mayra Martins Cardoso aborda dependência emocional</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/10/livro-de-mayra-martins-cardoso-aborda-dependencia-emocional/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=livro-de-mayra-martins-cardoso-aborda-dependencia-emocional</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/10/livro-de-mayra-martins-cardoso-aborda-dependencia-emocional/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:47:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=205140</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em que momento o ciúme deixa de ser interpretado como demonstração de afeto e passa a limitar a liberdade? E por que determinados comportamentos podem ser confundidos com amor? Essas são algumas das questões propostas por&#160;Tudo que chamei de amor era opressão,&#160;novo livro da autora Mayra Martins Cardoso, publicado pela Buzz Editora. Em relações afetivas, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/livro-de-mayra-martins-cardoso-aborda-dependencia-emocional/">Livro de Mayra Martins Cardoso aborda dependência emocional</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Em que momento o ciúme deixa de ser interpretado como demonstração de afeto e passa a limitar a liberdade? E por que determinados comportamentos podem ser confundidos com amor? Essas são algumas das questões propostas por&nbsp;<em>Tudo que chamei de amor era opressão,</em>&nbsp;novo livro da autora Mayra Martins Cardoso, publicado pela Buzz Editora.</p>



<p class="has-text-align-center">Em relações afetivas, comportamentos como ciúme excessivo, cobranças constantes e necessidade de controle podem ser naturalizados ou interpretados como demonstrações de preocupação e cuidado. A partir desse cenário, a obra propõe uma reflexão sobre os limites entre amor e posse, cuidado e controle, parceria e dependência emocional.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O livro parte justamente desse território de fronteira para provocar uma reflexão sobre aquilo que muitas pessoas aprendem a aceitar em nome do amor. A ideia de que amar exige sacrifícios faz parte do imaginário de inúmeras relações. Renunciar a vontades, aceitar determinadas cobranças e colocar o outro sempre em primeiro lugar podem ser apresentados como provas de comprometimento&#8221;, comenta Mayra.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>&#8220;Eu proponho uma mudança de perspectiva ao discutir como uma relação afetiva pode preservar a autonomia, a identidade e a liberdade de quem dela participa, e também abordo uma questão delicada: nem sempre é simples reconhecer padrões de controle ou dependência enquanto se está inserido na própria relação&#8221;, acrescenta a autora.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Para Céfara Moraes, diretora executiva da Buzz Editora, livros que colocam em discussão comportamentos presentes no cotidiano podem encontrar espaço justamente por estimularem o leitor a rever conceitos que muitas vezes são tratados como naturais.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>&#8220;A literatura também pode abrir espaço para conversas que nem sempre são fáceis de iniciar no cotidiano. Quando um livro coloca em perspectiva conceitos como amor, cuidado, limite e autonomia, ele permite que o leitor reconheça situações, questione padrões e construa a própria reflexão sobre as relações que estabelece&#8221;, afirma a executiva.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>&#8220;Em um momento em que temas como saúde emocional, limites e relacionamentos ganharam espaço nas redes sociais e nas conversas do cotidiano, a obra propõe mais do que apontar culpados ou oferecer fórmulas para os relacionamentos. O livro parte de experiências e comportamentos para estimular um exercício de reconhecimento e questionamento de crenças construídas em torno do amor&#8221;, finaliza.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/livro-de-mayra-martins-cardoso-aborda-dependencia-emocional/">Livro de Mayra Martins Cardoso aborda dependência emocional</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/10/livro-de-mayra-martins-cardoso-aborda-dependencia-emocional/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Livro sobre 100 filmes brasileiros essenciais será lançado na Mostra de Cinema em São Paulo</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/10/livro-sobre-100-filmes-brasileiros-essenciais-sera-lancado-na-mostra-de-cinema-em-sao-paulo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=livro-sobre-100-filmes-brasileiros-essenciais-sera-lancado-na-mostra-de-cinema-em-sao-paulo</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/10/livro-sobre-100-filmes-brasileiros-essenciais-sera-lancado-na-mostra-de-cinema-em-sao-paulo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:44:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=205137</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quais são os filmes mais essenciais do cinema brasileiro? Dez anos após responder a essa pergunta, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) faz novamente esse questionamento entre críticos, professores e especialistas de cinema, com um resultado mais diverso, atentando agora para filmes e temáticas que estavam marginalizados. Esse novo retrato está impresso no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/livro-sobre-100-filmes-brasileiros-essenciais-sera-lancado-na-mostra-de-cinema-em-sao-paulo/">Livro sobre 100 filmes brasileiros essenciais será lançado na Mostra de Cinema em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Quais são os filmes mais essenciais do cinema brasileiro? Dez anos após responder a essa pergunta, a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) faz novamente esse questionamento entre críticos, professores e especialistas de cinema, com um resultado mais diverso, atentando agora para filmes e temáticas que estavam marginalizados. Esse novo retrato está impresso no livro &#8220;100 Filmes Brasileiros Essenciais&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Do seminal &#8220;Limite&#8221; ao sucesso internacional &#8220;O Agente Secreto&#8221;, 100 Filmes Brasileiros Essenciais traz uma lista de 100 títulos relevantes da cinematografia nacional, percorrendo as suas principais fases. O livro, publicado pela editora Literíssima, reúne ensaios sobre cada filme, escritos por 100 autores diferentes, entre críticos e especialistas do Brasil e do exterior, além de 15 artigos históricos e analíticos. Em 2016, a associação já havia realizado uma pesquisa semelhante, também transformada em livro, e essa diferença de dez anos é marcada por um novo olhar sobre essa produção.</p>



<p class="has-text-align-center">“O resultado é notável, sob todos os aspectos. Cineastas que sempre eram citados nesses tipos de listas dividem postos agora com obras que carregam muito mais diversidade temporal e de gênero”, afirma o presidente da ABRACCINE Orlando Margarido.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O livro traz uma apresentação de Ahmed Shawky, crítico egípcio, presidente da Fipresci (Federação Internacional de Críticos de Cinema). &#8220;Por que a crítica internacional aprecia tanto o cinema brasileiro? Talvez por sua diversidade estilística e cultural, por sua disposição em romper convenções e por sua capacidade de manter suas raízes em realidades locais, ao mesmo tempo em que dialoga com públicos globais. Um olhar mais atento sobre a história do cinema brasileiro e suas obras fundamentais ajuda a explicar esse apreço duradouro&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">A organização de 100 Filmes Brasileiros Essenciais foi realizada por Danilo Fantinel, Ivonete Pinto e Paulo Henrique Silva, que estarão presentes na sessão de autógrafos, juntamente com vários autores. O lançamento do livro acontece dentro VI Encontro de Ideias Audiovisuais, evento de mercado da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, sediado no Solar Fábio Prado, no Jardim Paulistano. </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/livro-sobre-100-filmes-brasileiros-essenciais-sera-lancado-na-mostra-de-cinema-em-sao-paulo/">Livro sobre 100 filmes brasileiros essenciais será lançado na Mostra de Cinema em São Paulo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/10/livro-sobre-100-filmes-brasileiros-essenciais-sera-lancado-na-mostra-de-cinema-em-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jorge Davidson revela os bastidores da indústria fonográfica em livro</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/10/jorge-davidson-revela-os-bastidores-da-industria-fonografica-em-livro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=jorge-davidson-revela-os-bastidores-da-industria-fonografica-em-livro</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/10/jorge-davidson-revela-os-bastidores-da-industria-fonografica-em-livro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 14:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=204945</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nascido em Salvador, mas criado no Rio de Janeiro, Jorge Davidson trabalhou 30 anos na indústria fonográfica. Começou como gerente de produto na EMI, onde chegou a diretor artístico, cargo que também exerceu na Sony Music. Foi Vice-Presidente Artístico na BMG e na EMI. Ao longo de três décadas, lançou grandes estrelas da música brasileira, como Blitz, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/jorge-davidson-revela-os-bastidores-da-industria-fonografica-em-livro/">Jorge Davidson revela os bastidores da indústria fonográfica em livro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Nascido em Salvador, mas criado no Rio de Janeiro, Jorge Davidson trabalhou 30 anos na indústria fonográfica. Começou como gerente de produto na EMI, onde chegou a diretor artístico, cargo que também exerceu na Sony Music. Foi Vice-Presidente Artístico na BMG e na EMI. Ao longo de três décadas, lançou grandes estrelas da música brasileira, como Blitz, Os Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Marisa Monte, Fernanda Abreu, Gabriel O Pensador, Skank, Chico Science &amp; Nação Zumbi, Planet Hemp, Marcelo D2, Jota Quest e Ana Carolina, só para citar alguns. Agora, toda esta trajetória é contada por ele mesmo no livro &#8220;Em Sintonia com o Sucesso – a arte de revelar talentos na música brasileira&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Para os integrantes de Os Paralamas do Sucesso, &#8220;poucos nomes nesse meio podem contabilizar as descobertas de talentos e o encaminhamento de tantas carreiras brilhantes como Jorge Davidson&#8221;. Já Gabriel, O Pensador, não tem dúvida: &#8220;Com tanta experiência e peso na história do mercado musical, Jorge Davidson tem mesmo muita história para contar.&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">E histórias incríveis não faltam no livro: desde sua paixão pelo futebol de praia nas areias de uma Copacabana idílica, passando por momentos muito divertidos na redação da então modesta TV Globo, até a emoção profunda de estar perto de seus grandes ídolos na sua música. Que, afinal é, depois dos filhos, a maior paixão de sua vida. Da primeira vitrola Telefunken, onde ouvia os LPs da família, até os tempos modernos da internet, a trajetória de Jorge Davidson se conecta de forma intensa e emotiva com os grandes sucessos da música brasileira durante três décadas. </p>



<p class="has-text-align-center">O lançamento acontece no dia 20 de outubro, terça-feira, 19 horas, Livraria Argumento (Rua Dias Ferreira 417) – Leblon</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/jorge-davidson-revela-os-bastidores-da-industria-fonografica-em-livro/">Jorge Davidson revela os bastidores da indústria fonográfica em livro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/10/jorge-davidson-revela-os-bastidores-da-industria-fonografica-em-livro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Brasil profundo ganha voz com o lançamento de &#8220;Maranhão&#8221;</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/10/o-brasil-profundo-ganha-voz-com-o-lancamento-de-maranhao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-brasil-profundo-ganha-voz-com-o-lancamento-de-maranhao</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/10/o-brasil-profundo-ganha-voz-com-o-lancamento-de-maranhao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=204939</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o lançamento de &#8220;Maranhão&#8221;, o escritor Thiago Barone apresenta um conjunto de histórias que mergulha nas pequenas cidades, nos costumes populares e nas memórias que atravessam gerações. Publicado pela Editora Patuá, o livro transforma experiências aparentemente simples em narrativas universais sobre pertencimento, identidade e relações humanas. Ao longo dos contos, o leitor encontra personagens que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/o-brasil-profundo-ganha-voz-com-o-lancamento-de-maranhao/">O Brasil profundo ganha voz com o lançamento de &#8220;Maranhão&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Com o lançamento de <em>&#8220;Maranhão&#8221;</em>, o escritor Thiago Barone apresenta um conjunto de histórias que mergulha nas pequenas cidades, nos costumes populares e nas memórias que atravessam gerações. Publicado pela Editora Patuá, o livro transforma experiências aparentemente simples em narrativas universais sobre pertencimento, identidade e relações humanas.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo dos contos, o leitor encontra personagens que convivem com tradições, crenças e afetos construídos em comunidades do interior. Através deles, o autor resgata a oralidade e a riqueza cultural desses ambientes para criar histórias nas quais o passado permanece vivo e influencia as escolhas do presente.</p>



<p class="has-text-align-center">No conto &#8220;A Máquina&#8221;, por exemplo, a trajetória de um menino talentoso no xadrez atravessa fronteiras geográficas e sociais. Já em outras histórias, a memória coletiva e as experiências compartilhadas revelam um Brasil profundo e diverso, marcado por laços afetivos, sonhos e desafios cotidianos.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Escrevi personagens que carregam a força de suas origens. São pessoas que vivem em lugares específicos, mas experimentam sentimentos universais, como saudade, esperança, medo e desejo de pertencimento&#8221;, afirma Thiago Barone.</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda segundo o escritor, a memória ocupa papel central em sua produção literária. &#8220;As lembranças ajudam a explicar quem somos. Tenho fascínio pelas histórias transmitidas de geração em geração, porque nelas encontramos a essência das pessoas e das comunidades&#8221;, destaca.</p>



<p class="has-text-align-center">Dono de linguagem acessível e riqueza na narrativa, <em>&#8220;Maranhão&#8221;</em> dá o devido valor às histórias locais e demonstra como experiências enraizadas em determinadas culturas podem alcançar leitores de diferentes origens e gerações.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/10/o-brasil-profundo-ganha-voz-com-o-lancamento-de-maranhao/">O Brasil profundo ganha voz com o lançamento de &#8220;Maranhão&#8221;</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/10/o-brasil-profundo-ganha-voz-com-o-lancamento-de-maranhao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
