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	<title>Espetáculos de Dança - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Espetáculos de Dança - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Paragem&#8221; estreia no Sesc Copacabana</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 18:55:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quais corpos enfrentam mais obstáculos para circular pela cidade? E para quem, afinal, os espaços urbanos são pensados? Essas questões saem das ruas e chegam ao palco em &#8220;Paragem&#8221;, espetáculo inédito de dança contemporânea idealizado por Júlia Fernandez e Luna Leal. &#8220;Paragem&#8221; traz para a dança um tema que atravessa a vida de milhões de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quais corpos enfrentam mais obstáculos para circular pela cidade? E para quem, afinal, os espaços urbanos são pensados? Essas questões saem das ruas e chegam ao palco em &#8220;Paragem&#8221;, espetáculo inédito de dança contemporânea idealizado por Júlia Fernandez e Luna Leal.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Paragem&#8221; traz para a dança um tema que atravessa a vida de milhões de pessoas: a mobilidade urbana. A obra transforma deslocamentos, esperas, barreiras físicas e desigualdades em movimento, aproximando dança, cidade e direito à circulação.</p>



<p class="has-text-align-center">Desdobramento da pesquisa iniciada em <em>Central Deriva</em>, &#8220;Paragem&#8221; leva para o palco sensações e tensões vividas nos transportes públicos, criando uma experiência que convida o público a reconhecer seus próprios trajetos e refletir sobre quem consegue, ou não, circular pela cidade. </p>



<p class="has-text-align-center">Com uma equipe diversa e majoritariamente feminina, &#8220;Paragem&#8221; é um espetáculo que transforma cotidiano em arte e provoca uma discussão urgente: o direito à cidade como parte essencial da vida.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO </strong><br>Temporada: 8 a 18 de outubro <br> Dias: quinta-feira a domingo<br> Horários: quintas e sextas, às 19h; sábados e domingos, às 17h<br> Local: Multiuso do Sesc Copacabana</p>
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		<title>Deborah Colker leva seu novo espetáculo &#8216;Remix&#8217; para a Cidade das Artes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 12:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;Companhia de Dança Deborah Colker&#160;realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado&#160;“Remix”, que reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4&#215;4” (2002) e “Belle” (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. De&#160;10 de outubro a 02 de novembro&#160;de 2026, o Rio de Janeiro [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A&nbsp;Companhia de Dança Deborah Colker&nbsp;realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado&nbsp;“Remix”, que reúne cenas icônicas extraídas de “Vulcão” (1994), “Rota” (1997), “4&#215;4” (2002) e “Belle” (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. De&nbsp;10 de outubro a 02 de novembro&nbsp;de 2026, o Rio de Janeiro recebe as apresentações na&nbsp;Cidade das Artes.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia desse “Remix” surgiu em 2025 quando a coreógrafa Deborah Colker foi agraciada com o título de Cidadã Honorária de Mesquita, cidade situada na Baixada Fluminense. No dia da cerimônia, havia uma exposição fotográfica com uma retrospectiva da atuação de Deborah e crianças que se dedicam à dança fizeram uma apresentação inspirada em espetáculos da Companhia. “Ficamos muito emocionados com a homenagem das crianças. Percebemos que nossas três décadas de trabalho já estão deixando um legado”, relembra o diretor executivo e cofundador João Elias.</p>



<p class="has-text-align-center">O desafio de Deborah e Elias passou então a ser a escolha por cenas dentre quinze trabalhos. Essas cenas precisam ainda atender a dois critérios: ser ao mesmo tempo impactantes para o reencontro com o público e demonstrar a potência criativa da Companhia. A decisão foi finalizada com a seleção da coreografia “Paixão” do espetáculo “Vulcão” (1994), a cena “Delírios” de “Belle” (2014), “As Meninas” e “Vasos” de “4&#215;4” (2002) e as coreografias “Gravidade” e “Roda” do espetáculo “Rota” (1997).</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, o resultado dessa remixagem tornou-se a produção mais ousada da Companhia. “São toneladas de equipamentos, muitas pessoas envolvidas e uma grande estrutura de montagem”, conta o diretor executivo. O elenco conta com 16 bailarinos que dançam com uma cortina gigantesca de 12 metros, 90 vasos e uma roda com 5 metros de diâmetro, em dois atos que reservam muitas surpresas. “São atos com emoções diferentes. No primeiro, há o encontro com os sentimentos mais densos e explosivos. No segundo, tem a alegria e a leveza”, explica Elias, que também assina a dramaturgia.</p>



<p class="has-text-align-center">“Remontar não é só repetir os movimentos. O mais difícil é lembrar o contexto da criação. O pensamento que deu origem ao movimento”, pontua Deborah, contabilizando que a viagem mais longa, no tempo e na memória, é de 32 anos, no princípio da Companhia quando coreografou “Paixão” para o espetáculo “Vulcão”.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, para Deborah, “Remix” também direciona o olhar para além do próprio repertório. “Desde 2024, venho enfrentando duras batalhas na vida pessoal que me forçaram a olhar ainda mais para dentro de casa. Minha família e a Companhia são a minha vida”, destaca a coreógrafa, que avisa que o novo trabalho é um convite para o reencontro com diferentes fases de criação. “Como toda obra de arte, um livro que você relê, uma música que você ouve outra vez, um filme que você revê, o público vai sentir novas emoções com ‘Remix’&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">A equipe criativa se completa com a direção de arte de Gringo Cardia, que assina todos os cenários originais. Os figurinos ficam sob a responsabilidade de Claudia Kopke, que atualiza os originais de Yamê Reis e Samuel Cirnansck. Berna Ceppas conduz a fusão da trilha sonora. A adaptação dos projetos de iluminação a partir dos originais de Jorginho de Carvalho foi feita por Eduardo Rangel.</p>



<p class="has-text-align-center">“Remix” é o terceiro projeto especial que remasteriza o próprio repertório da Companhia. Mas, diferencia-se de “Mix” (1995) e “Vero” (2016) justamente pela dramaturgia que, desta vez, ao invés de dois, cria um fio condutor para quatro espetáculos emblemáticos, que igualmente mostram ao público a inventividade e a ousadia, características marcantes dos espetáculos da Companhia de Dança Deborah Colker.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 11 de outubro a 02 de novembro / Quintas e sextas às 20h, sábado e domingo às 16h e segunda às 16h / Cidade das Artes Av. das Américas, 5300 &#8211; Barra da Tijuca / Classificação Indicativa 10 anosIngressos em <a href="https://www.ciadeborahcolker.com.br/agenda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ciadeborahcolker.com.br/agenda</a></p>
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		<title> &#8220;Á_   GUA: OBRA EM PROCESSO&#8221;une dança, música e projeção de videoartes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 14:27:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Cia de Dança Contemporânea da UFRJ acompanhada da ContempoMúsica apresenta  &#8220;Á_   GUA: OBRA EM PROCESSO&#8221;. Quais proliferações a imagética da água nos convoca? Como sua constituição elástica, fluídica, dinâmica, imensa e minúscula nos convoca ao movimento? Quais aspectos da água se mostram sensíveis para descentralizar as hierarquizações? Quais contatos com as águas no cotidiano nos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> A Cia de Dança Contemporânea da UFRJ acompanhada da ContempoMúsica apresenta  &#8220;Á_   GUA: OBRA EM PROCESSO&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Quais proliferações a imagética da água nos convoca? Como sua constituição elástica, fluídica, dinâmica, imensa e minúscula nos convoca ao movimento? Quais aspectos da água se mostram sensíveis para descentralizar as hierarquizações? Quais contatos com as águas no cotidiano nos convocam ao corpo? É a partir da enormidade das possibilidades sensíveis-poéticas de se experimentar como água que surge a proposta deste espetáculo, onde as cenas nos fazem entrar no universo hídrico através de múltiplas projeções mapeadas que nos convidam a deslizar, pingar, escorrer, deformar, molhar e evaporar junto com a imagética de gotas, sinuosas, espirais e ondas e correntezas.</p>



<p class="has-text-align-center"> A obra une dança, música e projeção de videoartes mesclada por efeitos eletroacústicos, visuais e coreográficos. Ao tematizar a água em suas simbologias, o espetáculo procura apresentar a trama interdependente da vida da água com a vida dos seres humanos e como a água se apresenta como uma metáfora de diferentes estados psicológicos do ser humano.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Data: 20 de outubro / Local:  Salão Leopoldo Miguez  da Escola de Música da UFRJ:  Rua do Passeio, 98 ,Centro.  </p>
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		<title>Grupo Sats apresenta o elogiado espetáculo “Degraus”, na Cinelândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 12:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indicado ao Prêmio Cesgranrio em 2019 nas categorias Melhor Coreografia e Prêmio Especial pela pesquisa no espaço urbano, o espetáculo &#8220;Degraus&#8221;, fará curta temporada na escadaria da Câmara dos Vereadores, na Cinelândia. O espetáculo celebra ainda os 10 anos de fundação do grupo. Assistido por mais de 2 mil pessoas desde a sua primeira temporada, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Indicado ao Prêmio Cesgranrio em 2019 nas categorias Melhor Coreografia e Prêmio Especial pela pesquisa no espaço urbano, o espetáculo &#8220;Degraus&#8221;, fará curta temporada na escadaria da Câmara dos Vereadores, na Cinelândia. O espetáculo celebra ainda os 10 anos de fundação do grupo.  </p>



<p class="has-text-align-center">Assistido por mais de 2 mil pessoas desde a sua primeira temporada, DEGRAUS parte da possibilidade de ocupar prédios públicos e de caráter político como ação coletiva, espaço de criação e pensamento crítico, o que norteou o interesse e a pesquisa do projeto coreográfico dos diretores e coreógrafos Deisi Margarida e Rodrigo Gondim.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;De saída, para que &#8216;Degraus&#8217; aconteça enquanto ação, é necessário instalar-se sob um lugar e tomá-lo como um universo complexo. Praticamos uma espécie de permanência estranha e intensiva no local, sendo ele mesmo – a escadaria, o prédio da Câmara dos Vereadores –, ressignificado pelas possibilidades relacionais que ativamos. Desenvolvemos um vocabulário localizado, sendo possível redescobrir as potências do corpo na relação com o espaço&#8221;, expõe Deisi Margarida.</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;Criado integralmente na rua, da concepção aos primeiros ensaios e temporadas, DEGRAUS segue provocando muitos agenciamentos e negociações com as instituições públicas e privadas para que aconteça, assim como com as próprias condições meteorológicas e na relação com a plateia, formada por quem vem assistir, mas também por quem transita no local, por quem trabalha no edifício ocupado ou por pessoas em situação de rua, por exemplo. Essa relação dinâmica e espontânea segue alimentando a pesquisa do grupo.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Nos interessa partilhar com todos que possam ser espectadores do trabalho. Estamos com o público: muitas vezes pedem comida, algumas vezes riem, aplaudem, zombam, ofendem, tiram foto, conversam, ou simplesmente ignoram. Isso é o que eu mais amo na relação com a arte de rua. O público também está encenando, mesmo quando não tem ninguém na escadaria&#8221;,&nbsp; analisa Gondim.</p>



<p class="has-text-align-center">Todas as apresentações desta temporada do espetáculo contarão com audiodescrição e assentos para idosos e pessoas com necessidades especiais ou baixa mobilidade. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> <strong>Temporada: </strong>05 a 13 de setembro / <strong>Dias e horários</strong>: sábado e domingo, às 18h. / <strong>Local:</strong> Escadaria da Câmara dos Vereadores Municipal. <strong>Endereço:</strong> Praça Floriano, s/n, Cinelândia. <strong>Ingressos: </strong>gratuitos <strong>Classificação:</strong> livre </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>* Em caso de chuva, o espetáculo será cancelado.</strong> Aviso do cancelamento será informado pelas redes sociais do grupo / I<strong>nstagram:</strong> @gruposats</p>
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		<title>CAIXA Cultural Rio de Janeiro celebra cultura amazônica com show &#8220;Baile do Mestre Cupijó &#8211; Onde nasce o Siriá&#8221;</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/08/caixa-cultural-rio-de-janeiro-celebra-cultura-amazonica-com-show-baile-do-mestre-cupijo-onde-nasce-o-siria/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=caixa-cultural-rio-de-janeiro-celebra-cultura-amazonica-com-show-baile-do-mestre-cupijo-onde-nasce-o-siria</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 12:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 3 a 6 de setembro, o show Baile do Mestre Cupijó &#8211; Onde nasce o Siriá, numa celebração do universo musical amazônico. O espetáculo convida o público para uma jornada pela obra e pelas influências de Mestre Cupijó, ícone da música paraense e pioneiro na divulgação de ritmos amazônicos. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro recebe, de 3 a 6 de setembro, o show Baile do Mestre Cupijó &#8211; Onde nasce o Siriá, numa celebração do universo musical amazônico. O espetáculo convida o público para uma jornada pela obra e pelas influências de Mestre Cupijó, ícone da música paraense e pioneiro na divulgação de ritmos amazônicos. As apresentações serão no Teatro Nelson Rodrigues, de quinta-feira (3) a sábado (5), às 19h; domingo (6), às 18h</p>



<p class="has-text-align-center">Dividido em quatro atos, o show transita pelas origens, transformações e permanências do Siriá, dança tradicional paraense. Dando início ao espetáculo, O primeiro Siriá apresenta as raízes do ritmo e sua relação com o Samba de Cacete, com a participação de Mestra Iolanda do Pilão, referência dessa tradição. </p>



<p class="has-text-align-center">No segundo ato, Sotaque latino revela as influências caribenhas presentes na música de Mestre Cupijó, explorando gêneros como merengue, lambada e mambo. Em seguinda, Banguê: vozes da terra e do tambor, a banda aprofunda a conexão entre as tradições afro-amazônicas, evidenciando os elos entre voz, percussão, memória e território. </p>



<p class="has-text-align-center">Encerrando a apresentação, Legado vivo revisita o Siriá juntamente com sonoridades contemporâneas, demonstrando a atualidade e a potência criativa do legado de Mestre Cupijó, que em 2023 teve sua obra reconhecida como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado do Pará. Um ano antes, o Siriá já havia recebido o reconhecimento. </p>



<p class="has-text-align-center">Na sexta-feira, após o show, haverá uma roda de conversa com os integrantes do Baile do Mestre Cupijósobre o legado do mestre e a continuidade dessas tradições no cenário contemporâneo. No sábado, o show contará com interpretação simultânea em Libras.</p>



<p>Além das apresentações do Baile do Mestre Cupijó, a programação do projeto inclui uma série de atividades gratuitas. Na sexta-feira, às 13h50, uma ação educativa ambiental conduzida por Rafael Barros convida os participantes para construir coletivamente um instrumento de efeitos sonoros utilizando tampas de garrafas PET. Após a atividade, o instrumento será sorteado entre os participantes.</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda na sexta-feira, das 14h às 16h, será realizada a oficina Percussão e dança amazônica. Ministrada por Rafael Barros, Carla Costta e Mestra Iolanda do Pilão, a atividade apresenta elementos do Siriá, do Samba de Cacete e de outras manifestações ligadas à cultura do Baixo Tocantins. Os participantes terão contato com células rítmicas, técnicas de percussão e passos tradicionais, compreendendo as relações entre música, dança, memória e território.</p>



<p class="has-text-align-center">No sábado, também das 14h às 16h, a oficina Canto e percussão acessível propõe uma experiência sensorial de canto e percussão especialmente concebida para a participação de pessoas com deficiência visual. O público, conduzido por Rafael Barros e Carla Costta, será convidado a explorar ritmos amazônicos por meio da voz, do corpo e de instrumentos de percussão. </p>



<p class="has-text-align-center">A programação do Baile do Mestre Cupijó terá ainda a exibição gratuita de três documentários, em sessões de sexta-feira a domingo, sempre às 16h. Na sexta-feira, Terruá Pará (100 min), de Jorane Castro, apresenta a diversidade e a potência da produção musical paraense, reunindo artistas, ritmos e sonoridades que expressam diferentes territórios e gerações.</p>



<p class="has-text-align-center">No sábado, Mestras (52 min), de Aíla e Roberta Carvalho, destaca a presença, a memória e o protagonismo de mulheres que preservam e transmitem saberes ligados às manifestações culturais amazônicas. Já no domingo, Mestre Cupijó e seu ritmo (75 min), também de Jorane Castro, mostra a trajetória artística e humana de Mestre Cupijó e sua linguagem singular, construída a partir do Siriá e de suas conexões com ritmos amazônicos, afro-brasileiros e caribenhos.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação completa está disponível no site da&nbsp;<a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=4851" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CAIXA Cultural</a>.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO:</u></strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>[Música] Show &#8220;Baile do Mestre Cupijó &#8211; Onde nasce o Siriá&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>CAIXA Cultural Rio de Janeiro &#8211; Teatro Nelson Rodrigues (Avenida República do Paraguai, 230, Centro, Rio de Janeiro/RJ)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Data:&nbsp;</strong>3 a 6 de setembro de 2026</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Horário: quinta-feira a sábado, às 19h; domingo, às 18h</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Duração: 60 minutos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Ingressos:</strong>&nbsp;R$ 30 (inteira plateia) | R$ 15 (meia-entrada plateia) | R$ 20 (inteira balcão) | R$ 10 (meia-entrada balcão),&nbsp;à venda por este&nbsp;<a href="https://www.bilheteriadigital.com/caixaculturalrj" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a>&nbsp;e na bilheteria do teatro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Informações:</strong>&nbsp;(21) 3083-1785 |&nbsp;<a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da CAIXA Cultural</a>|&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/caixaculturalrj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caixaculturalrj</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Acesso para pessoas com deficiência</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>[Ação educativa ambiental] Construção coletiva de instrumento de efeitos sonoros</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>CAIXA Cultural Rio de Janeiro &#8211; Teatro Nelson Rodrigues (Avenida República do Paraguai, 230, Centro, Rio de Janeiro/RJ)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Data:&nbsp;</strong>4 de setembro de 2026 (sexta-feira)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Horário: 13h50</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Duração: 10 minutos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Para inscritos na oficina&nbsp;</strong><strong>&#8220;Percussão e dança amazônica&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Informações:</strong>&nbsp;(21) 3083-1785 |&nbsp;<a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da CAIXA Cultural</a>|&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/caixaculturalrj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caixaculturalrj</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Acesso para pessoas com deficiência</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>[Oficina] &#8220;Percussão e dança amazônica&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>CAIXA Cultural Rio de Janeiro &#8211; Teatro Nelson Rodrigues (Avenida República do Paraguai, 230, Centro, Rio de Janeiro/RJ)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Data: </strong>4 de setembro de 2026 (sexta-feira) <strong>Horário: 14h</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Duração: 120 minutos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Inscrições gratuitas por este&nbsp;</strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeGRdPYZJ0IQHIBUUVAn-tInyFnoU-tVIEw-xaD9WquQokYaA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>link</strong></a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Vagas:&nbsp;</strong>40</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Informações:</strong>&nbsp;(21) 3083-1785 |&nbsp;<a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da CAIXA Cultural</a>|&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/caixaculturalrj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caixaculturalrj</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Acesso para pessoas com deficiência</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>[Oficina] &#8220;Canto e percussão acessível&#8221;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>CAIXA Cultural Rio de Janeiro &#8211; Teatro Nelson Rodrigues (Avenida República do Paraguai, 230, Centro, Rio de Janeiro/RJ)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Data:&nbsp;</strong>5 de setembro de 2026 (sábado)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Horário: 14h</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Duração: 120 minutos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Inscrições gratuitas por este&nbsp;</strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfOOpqDYELhSvfXxS3s-Rvfhsa_5cQzubUMtCl1OHfy4v26CA/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>link</strong></a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Vagas:&nbsp;</strong>40</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Informações:</strong>&nbsp;(21) 3083-1785 |&nbsp;<a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da CAIXA Cultural</a>|&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/caixaculturalrj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caixaculturalrj</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Acesso para pessoas com deficiência</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>[Cinema] Sessões de documentários</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>CAIXA Cultural Rio de Janeiro | Unidade Passeio (Rua do Passeio, 38, Centro)</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Data:&nbsp;</strong>de 4 a 6 de setembro de 2026</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Horário: de sexta-feira a domingo,&nbsp;</strong>às 16h</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Entrada gratuita, com r</strong><strong>etirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Informações:</strong>&nbsp;(21) 3083-2595 |&nbsp;<a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da CAIXA Cultural</a>|&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/caixaculturalrj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caixaculturalrj</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Acesso para pessoas com deficiência</strong></p>
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		<title>&#8220;CARMEM&#8221; traz releitura do clássico de Georges Bizet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Cia Thiago Soares apresenta &#8220;CARMEM&#8221; uma releitura intensa e contemporânea de um dos maiores clássicos da história, conduzida pelo olhar do bailarino, coreógrafo e diretor artístico Thiago Soares, que construiu uma celebrada carreira internacional como Principal Dancer do The Royal Ballet, em Londres. Nesta criação, Carmem ganha novos contornos e se aproxima da América [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Cia Thiago Soares apresenta &#8220;CARMEM&#8221; uma releitura intensa e contemporânea de um dos maiores clássicos da história, conduzida pelo olhar do bailarino, coreógrafo e diretor artístico Thiago Soares, que construiu uma celebrada carreira internacional como Principal Dancer do The Royal Ballet, em Londres.</p>



<p class="has-text-align-center">Nesta criação, Carmem ganha novos contornos e se aproxima da América Latina. Livre, provocadora e dona do próprio destino, ela conduz uma história atravessada pelo desejo, pelo ciúme e pelas consequências de uma paixão que tenta transformá-la em posse. Ao som da célebre música de Georges Bizet, a montagem une a força do ballet à linguagem contemporânea da Cia Thiago Soares, em uma experiência marcada pela fisicalidade, teatralidade e intensidade de seus intérpretes. No centro da obra está uma pergunta que atravessa gerações: até onde somos capazes de ir para permanecer livres?</p>



<p class="has-text-align-center">Thiago Soares imprime à montagem a experiência acumulada em mais de duas décadas nos grandes palcos internacionais, trazendo para Carmen uma leitura própria , visceral, atual e profundamente conectada à identidade latino-americana. &#8220;CARMEN&#8221;, certamente, não é apenas uma história de amor é uma história sobre liberdade. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 17 a 19 de Setembro / Teatro Multiplan &#8211; VillageMall / <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/125507/d/407412?_gl=1*qg3wj6*_gcl_aw*R0NMLjE3ODczMDg5OTQuQ2p3S0NBanc3cF9VQmhCbEVpd0FocElzNzRfZ2RJQ2g4RGswb3ZKUHdfbUZCZk9BZjRKQUxUYkhGOGdvLUF1QU5mT000eUFFU0ozV1dCb0NXVmdRQXZEX0J3RQ..*_gcl_au*MTk1MTAwOTcxMC4xNzgzNjgxMjgxLjQwODU0NzQ3MC4xNzg3MzA5MDAyLjE3ODczMDkwMDEuNDY2NDY3NDYwLjE3ODczMDkwMDIuMTc4NzMwOTAwMQ..*_ga*NzkwODg3NzguMTc4MzY4MTI4MQ..*_ga_KXH10SQTZF*czE3ODczMDg5OTMkbzExJGcxJHQxNzg3MzA5MzA0JGo2MCRsMCRoMjEzNzY0MjQyNA..">Ingressos pela Sympla</a></p>
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		<title>MOMIX volta ao Brasil com BOTANICA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 18:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das mais importantes companhias de dança contemporânea no mundo, o MOMIX volta ao Brasil com BOTANICA, espetáculo criado em 2009. BOTANICA parte dos ciclos da natureza para criar um universo cênico em permanente metamorfose. Os dez bailarinos-acrobatas não apenas manipulam os elementos visuais: seus corpos se fundem a eles, fazendo com que flores, folhas, insetos, aves e seres [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Uma das mais importantes companhias de dança contemporânea no mundo, o MOMIX volta ao Brasil com <em>BOTANICA</em>, espetáculo criado em 2009. <em>BOTANICA</em> parte dos ciclos da natureza para criar um universo cênico em permanente metamorfose. Os dez bailarinos-acrobatas não apenas manipulam os elementos visuais: seus corpos se fundem a eles, fazendo com que flores, folhas, insetos, aves e seres mitológicos pareçam nascer diante do público. A precisão técnica, a força e o sincronismo do elenco sustentam ilusões que desafiam a percepção sem esconder a presença humana que lhes dá vida.</p>



<p class="has-text-align-center">A montagem apresenta imagens de grande impacto, mas evita uma narrativa convencional. Flores se abrem em movimentos circulares, organismos se multiplicam, árvores douradas tornam-se parceiras de duetos e uma manada de centauros ganha forma pela união de diferentes bailarinos. Além disso, em outros momentos, a escala muda completamente: uma criatura marinha surge em meio a uma trama de contas, enquanto um enorme esqueleto de dinossauro atravessa o palco em uma cena de humor e surpresa.</p>



<p class="has-text-align-center">O uso de luz negra e materiais fluorescentes amplia esse jogo de transformação. Braços e pernas luminosos se desprendem visualmente dos corpos e se reorganizam como pássaros, serpentes, borboletas e plantas. Espelhos, projeções e movimentos executados em diferentes planos criam anatomias, enquanto imagens ampliadas de folhas, flores, montanhas e céus fazem o palco oscilar entre o microscópico e o monumental.</p>



<p class="has-text-align-center">Com uma trilha sonora eclética que vai Peter Gabriel a Vivaldi, a obra combina figurinos de tirar o fôlego, projeções impressionantes e marionetes gigantes, criadas por Michael Curry em um espetáculo grandioso, em que o corpo de bailarinos-acrobatas interpreta diferentes espécies de plantas e animais, reais ou imaginários, em uma jornada pelas transformações da vida na Terra.</p>



<p class="has-text-align-center">Com direção e concepção de Moses Pendleton, <em>BOTANICA</em> transforma o palco em um ecossistema fantástico. Corpos, luzes, figurinos, objetos cênicos, projeções e marionetes se combinam para sugerir plantas, animais e criaturas imaginárias. Ao longo do espetáculo, a paisagem acompanha a passagem de um dia e as mudanças das estações, em uma sucessão de imagens que alterna delicadeza, humor, estranhamento e deslumbramento.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> <br><strong>Local</strong>: Theatro Municipal do Rio de Janeiro<br><strong>Endereço</strong>: Praça Floriano, s/n – Cinelândia – Centro <br><strong>Datas:<br></strong>22/09/2026 – 19h (terça-feira)<br>23/09/2026 – 19h (quarta-feira)<br>24/09/2026 – 19h (quinta-feira)<br>25/09/2026 – 19h (sexta-feira)<br> <strong>Vendas:</strong><a href="http://ingresso.dellarte.com.br/"> ingresso.dellarte.com.br</a></p>
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		<title>&#8220;Espaço Liso&#8221;, do NAMATILHA, estreia no Mezanino do Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:52:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O chão deslizante é objeto de pesquisa e palco para “Espaço Liso”, o espetáculo de dança do NAMATILHA espaço expandido de criação, que estreia no Mezanino do Sesc Copacabana. Com direção de Carolina Cony e Renato Linhares, a montagem é uma experiência cênica imagética, sonora e sensorial. Através dessa superfície deslizante de 36 metros quadrados, três performers, Camila Moura, Pedro Castella e Rafael Rocha, artistas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O chão deslizante é objeto de pesquisa e palco para “Espaço Liso”, o espetáculo de dança do NAMATILHA espaço expandido de criação, que estreia no Mezanino do Sesc Copacabana. Com direção de Carolina Cony e Renato Linhares, a montagem é uma experiência cênica imagética, sonora e sensorial. Através dessa superfície deslizante de 36 metros quadrados, três performers, Camila Moura, Pedro Castella e Rafael Rocha, artistas da dança e do circo, trazem à tona a relação com a materialidade e o gesto como ato escultórico.  </p>



<p class="has-text-align-center">Idealizado pela multiartista Camila Moura, o espetáculo partiu dos seguintes questionamentos ligados ao corpo e ao movimento: como eu sinto esse chão? Que memórias ele traz à tona? Quais paisagens podem emergir dessa superfície que desliza? Quais dilemas surgem quando o solo deixa de ser certeza e se torna instabilidade?&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O processo de criação de “Espaço Liso” teve início em 2024, com quatro residências artísticas. A primeira aconteceu na Bélgica, a convite da Instituição Passarelle, no centro de arte Buda, numa conexão viabilizada por artistas ligados à companhia Not Standing, que atua na fronteira entre dança e circo. </p>



<p class="has-text-align-center">Na sequência, o projeto foi contemplado pelo programa Sesc Pulsar, com uma residência ao lado do bailarino e coreógrafo gaúcho Adilso Machado, conhecido por unir a dança contemporânea às técnicas do circo. Na terceira residência, os três performers estiveram com o dançarino, coreógrafo e diretor de movimento fluminense Rômulo Galvão, que havia dirigido Camila em um trabalho anterior. A última foi realizada com a coreógrafa, intérprete e diretora de movimento carioca Alice Ripoll<em>.</em></p>



<p class="has-text-align-center">“Foi um processo de pesquisa de longa duração. Começamos desenvolvendo uma técnica de movimento centrada na interação com o chão deslizante, seguida de uma série de estudos cênicos que partiram de imagens, sensações e narrativas possíveis de surgir a partir da superfície lisa”, explica Camila Moura. “A direção do Renato Linhares e Carolina Cony trouxe novas subjetividades e pesquisas que somaram à ideia original de tatear esse chão de superfície lisa em busca de algo que não sabíamos ainda o que é”, completa a artista.</p>



<p class="has-text-align-center">A poética do espetáculo dialoga com o conceito de &#8216;Espaço Liso&#8217;, dos filósofos franceses Gilles Deleuze e Félix Guattari, propondo uma reflexão sobre liberdade — individual e coletiva — que convida o público a revisitar as normas e estruturas que moldam nossa subjetividade e nossas relações sociais. A montagem também conversa com o texto autobiográfico “Peso”, do escultor norte-americano Richard Serra, no qual o artista reflete sobre a experiência da gravidade e da instabilidade material — temas que atravessam a relação dos performers com a superfície deslizante em cena. </p>



<p class="has-text-align-center">A trilha sonora original é assinada por Ricardo Dias Gomes, multi-instrumentista com passagens pela banda Cê, que acompanhou Caetano Veloso, Brasov e Do Amor. Construída a partir de conversas e relatos sobre o processo de criação, a trilha combina paisagens sonoras experimentais, texturas eletrônicas, música concreta e uma escuta próxima à obra da pioneira da música eletrônica Éliane Radigue, resultando em composições que dialogam com a temática do espetáculo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <strong>Temporada:</strong> de 13 a 23 de agosto / quintas e sextas às 20h30 | sábados e domingos, às 19h / <strong>Local:</strong> Sesc Copacabana – Mezanino (Rua Domingos Ferreira, 160)  / Vendas online: <a href="http://www.ingresso.com/eventos/local/sesc-copacabana">www.ingresso.com/eventos/local/sesc-copacabana</a> / <strong>Classificação indicativa: </strong>livre. <strong>Duração: </strong>70 min.</p>
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		<title> &#8220;Sem corpo não há aqui&#8221; na Sala Multiuso do Sesc Copacabana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O movimento e a fala caminham juntos no espetáculo de dança-teatro &#8220;Sem corpo não há aqui&#8221;. Foi durante o processo de ensaios que a dramaturga e diretora Isabel Cavalcanti desenvolveu os textos que acompanham e se misturam aos gestos da bailarina Giselda Fernandes e da atriz Joana Lerner, madrasta e enteada na vida real, que [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O movimento e a fala caminham juntos no espetáculo de dança-teatro &#8220;Sem corpo não há aqui&#8221;. Foi durante o processo de ensaios que a dramaturga e diretora Isabel Cavalcanti desenvolveu os textos que acompanham e se misturam aos gestos da bailarina Giselda Fernandes e da atriz Joana Lerner, madrasta e enteada na vida real, que perderam, há dois anos, o marido e pai, o artista plástico Hilton Berredo.  </p>



<p class="has-text-align-center">Misturando realidade e ficção, e fugindo da narrativa linear, o espetáculo investiga a vulnerabilidade como condição da existência: acontecimentos aparentemente insignificantes revelam dimensões inesperadas da experiência humana. Nesse território instável, onde o cotidiano e o extraordinário se equivalem, a cena se desenvolve. Com humor e densidade, as intérpretes Giselda Fernandes e Joana Lerner atravessam memórias, ausências e deslocamentos, numa reflexão sobre perda, convivência e transformação.</p>



<p class="has-text-align-center">Dramaturga e diretora da montagem, Isabel Cavalcanti lembra que foi um grande desafio dirigir uma bailarina e uma atriz, que são madrasta e enteada na vida real e que estão vivendo o luto. &#8220;Como realidade e ficção se misturavam o tempo todo nesse processo, precisei criar um espaço em que elas se sentissem seguras para expor as dores, alegrias, memórias, os conflitos, encontros e desencontros existentes entre elas e, simultaneamente, transformar isso tudo em ficção, em dança-teatro&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A articulação entre fala e movimento na criação da dramaturgia levou meses, dias e noites insones. Foi um longo processo de escrever e apagar, acrescentar e descartar. No início dos ensaios, propus a criação de partituras corporais a partir da história do corpo de cada intérprete. As partituras e minha observação da relação das duas me trouxeram a necessidade de também dizer com palavras. Fui entendendo aos poucos o fluxo entre movimento e fala. E a dramaturgia foi se costurando. Tudo é dança, afinal: a palavra e o gesto&#8221;, diz a diretora.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A trilha sonora original e o desenho de som da montagem são assinados por Isadora Medella. Os figurinos criados por Marieta Spada vão se modificando em cena, ganhando elementos que remetem ao universo da dança. O vestido usado por Joana Lerner é uma criação de Marcelo De Gang, usado originalmente no solo &#8220;Dagmar e seu espelho&#8221;, de Giselda Fernandes. O cenário criado por Aurora dos Campos traz objetos ligados à dança e ao corpo. Inicialmente espalhadas, essas peças vão se encontrando durante a narrativa, formando uma escultura de memórias.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <strong>Temporada:</strong> 06 a 16 de agosto de 2026 <strong>Dias e horários:</strong> Quintas e sextas, às 19h | Sábados e domingos, às 17h <strong>Local:</strong> Sesc Copacabana – Sala Multiuso (Rua Domingos Ferreira, 160) <strong>Horário de funcionamento da bilheteria: </strong>de terça a sexta, das 9h às 20h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h. <strong>Vendas online:</strong> site da Ingresso.com <strong><br>Classificação: </strong>14 anos. </p>
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		<title>Com trilha sonora na voz de Maria Bethânia, Giro8 Cia de dança estreia no RJ</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 13:18:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celebrando as múltiplas faces do amor, &#8220;COMEÇARIA TUDO OUTRA VEZ&#8220;, novo espetáculo da Giro8 Companhia de Dança, desembarca no Rio de Janeiro para apresentação no Teatro Nelson Rodrigues. A sessão integra o projeto de circulação Giro8: 15 anos de manutenção, sustentação, arte e fomento econômico e tem patrocínio da Petrobras, por meio da Seleção Cultural Petrobras Novos Eixos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Celebrando as múltiplas faces do amor, &#8220;<em>COMEÇARIA TUDO OUTRA VEZ</em>&#8220;, novo espetáculo da Giro8 Companhia de Dança, desembarca no Rio de Janeiro para apresentação no Teatro Nelson Rodrigues. A sessão integra o projeto de circulação <em>Giro8: 15 anos de manutenção, sustentação, arte e fomento econômico</em> e tem patrocínio da Petrobras, por meio da Seleção Cultural Petrobras Novos Eixos e da Lei Rouanet, Funarte e Ministério da Cultura.</p>



<p class="has-text-align-center">O&nbsp;projeto, que comemora os 15 anos de atuação ininterrupta da companhia goiana&nbsp;reconhecida por sua atuação na dança contemporânea brasileira, percorrerá 28 cidades de 20 estados brasileiros com espetáculos de repertório, ações formativas e a estreia de uma nova criação voltada ao público infantil.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Joisy Amorim, diretora da Giro8 Companhia de Dança, celebrar 15 anos é celebrar uma história construída com coragem, persistência, afeto e paixão, além de reconhecer que a dança continua sendo uma das formas mais profundas de estar no mundo, criar encontros e transformar vidas. “O patrocínio da Petrobras representa um marco importante nessa trajetória. Mais do que um investimento, simboliza confiança, reconhecimento e a possibilidade de ampliar significativamente o alcance do nosso trabalho”, aponta ela.</p>



<p class="has-text-align-center">A coreógrafa destaca ainda a dimensão nacional que a parceria possibilita. “A partir de agora, a energia da Petrobras passa a impulsionar também os sonhos da Giro8. Uma força que fortalece nossa capacidade de criação, circulação e encontro com novos públicos. Vamos levar a dança produzida em Goiás a dezenas de cidades brasileiras, ampliando conexões, compartilhando experiências e reafirmando a potência transformadora da nossa arte”.</p>



<p class="has-text-align-center">Inspirado por conceitos filosóficos que atravessam séculos – de Sócrates, Platão e Aristóteles às perspectivas afetivas mais contemporâneas –, &#8220;COMEÇARIA TUDO OUTRA VEZ&#8221; investiga o amor em suas expressões de Eros (desejo), Filia (amizade) e Ágape (amor incondicional). A dramaturgia corporal dos intérpretes se constrói a partir dessas camadas, revelando o afeto em sua forma mais delicada, intensa e plural.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos destaques de &#8220;<em>COMEÇARIA TUDO OUTRA VEZ</em>&#8221; é a trilha sonora, inteiramente composta por canções e poemas interpretados por Maria Bethânia. A voz da artista, marcada por sua potência emocional e sua relação profunda com a poesia, não apenas embala as cenas, mas atua como fio condutor da narrativa sensorial da obra, ampliando o campo de sentidos e memórias para o público.</p>



<p class="has-text-align-center">“A escolha da Maria Bethânia como voz da trilha sonora veio de uma conexão profunda. A voz dela tem algo de sagrado, uma força que transmite esse amor ágape, um amor pela humanidade. Além disso, traz uma brasilidade que dialoga com o corpo e a linguagem da Giro8. Bethânia tem um repertório vasto, intenso, e a forma como interpreta poemas e canções de tantos autores costura poeticamente a dramaturgia do espetáculo. Cada música foi escolhida com muito cuidado, criando uma narrativa sonora que sustenta e impulsiona a cena. É uma trilha que carrega afeto, força e sentido”, afirma Joisy Amorim.</p>



<p>Serviço: 6 de agosto, quinta-feira, 19h / Teatro Nelson Rodrigues – Av. República do Paraguai, 230 – Centro</p>
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