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	<title>Espetáculos de Dança - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Espetáculos de Dança - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;AINDA NÃO!&#8221; afirma que o corpo feminino não se submete a prazos ou limitações etárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:41:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;AINDA NÃO!&#8221; é um espetáculo que dialoga diretamente com o tempo presente ao colocar mulheres entre 40 e 60 anos no centro da cena. Por meio da dança, da pluralidade de corpos e da potência expressiva, a obra afirma que o corpo feminino não se submete a prazos ou limitações etárias. Com caráter de manifesto, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;AINDA NÃO!&#8221; é um espetáculo que dialoga diretamente com o tempo presente ao colocar mulheres entre 40 e 60 anos no centro da cena. Por meio da dança, da pluralidade de corpos e da potência expressiva, a obra afirma que o corpo feminino não se submete a prazos ou limitações etárias. Com caráter de manifesto, a montagem se posiciona contra o etarismo e a favor da visibilidade, da inclusão e da permanência do corpo como território artístico e político.</p>



<p class="has-text-align-center">O elenco reúne professoras, gestoras de escolas, organizadoras de festivais competitivos de dança e mulheres com diferentes trajetórias profissionais. Em comum, carregam vivências diversas que se traduzem em cena como linguagem coletiva. A proposta valoriza o respeito às individualidades e constrói uma narrativa pautada na força do coletivo, transformando o palco em um espaço de representatividade e identificação.</p>



<p class="has-text-align-center">Com criação, direção e coreografia de Caio Nunes, reconhecido por sua contribuição ao jazz e à dança brasileira, o espetáculo preserva a essência de sua linguagem e a projeta para uma abordagem contemporânea. A equipe criativa conta ainda com Filipi Ursão, Kelly Diane e Thiago Caetano, trilha sonora assinada por Marcão Rezende e figurinos de Mônica Campello, que dialogam com uma estética urbana e atual.</p>



<p class="has-text-align-center">A dramaturgia percorre memórias, resistências, tabus e celebrações, conduzindo o público por uma experiência estética e emocional. Imagens simbólicas, como cicatrizes em movimento e espelhos fragmentados, tensionam padrões sociais historicamente impostos às mulheres, ao mesmo tempo em que reafirmam a arte como ferramenta de visibilidade, reflexão e transformação.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ERVIÇO</strong> <strong>Datas:</strong> 9/5 (Sábado) às 19h e 10/5 (Domingo) às 18h / Sala Maria Thereza Tápias <strong>Endereço:</strong> Av. Armando Lombardi, 175 (próximo ao metrô Jardim Oceânico, saída Mar) / <strong>Ingressos: </strong> <a href="https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias">https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias</a> </p>
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		<title>&#8220;Grito Mudo&#8221;, solo de Marcella Dale, faz temporada na Casa de Cultura Laura Alvim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:27:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma estreia marcante no Teatro Cândido Mendes, o espetáculo &#8220;Grito Mudo&#8221; retorna à cena carioca para uma nova temporada no Espaço Rogério Cardoso, localizado na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Concebido e interpretado pela bailarina e coreógrafa Marcella Dale, o solo propõe uma investigação sensorial sobre o corpo como território de resistência [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após uma estreia marcante no Teatro Cândido Mendes, o espetáculo &#8220;Grito Mudo&#8221; retorna à cena carioca para uma nova temporada  no Espaço Rogério Cardoso, localizado na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Concebido e interpretado pela bailarina e coreógrafa Marcella Dale, o solo propõe uma investigação sensorial sobre o corpo como território de resistência diante do silêncio.  </p>



<p class="has-text-align-center">Com linguagem centrada na dança contemporânea e na dramaturgia física, a obra parte de um processo íntimo para construir uma narrativa que transita entre contenção e ruptura. Em cena, o silêncio deixa de ser ausência e passa a operar como matéria viva, traduzido em gesto, tensão e presença.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Grito Mudo&#8221; nasce de uma travessia pessoal da artista e se estrutura como um espaço de memória. A cena é composta por elementos mínimos, uma cadeira de madeira e a iluminação assinada por Francisco Hashiguchi, que instauram uma atmosfera de densidade e expectativa. A partir de seus próprios escritos e da influência do poema &#8220;A infanticida Marie Farrar&#8221;, de Bertolt Brecht, Marcella Dale desenvolve uma partitura corporal que privilegia a economia de movimentos para alcançar uma expressividade intensa.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Esse trabalho é sobre o que transborda quando não podemos mais calar. Voltar com o &#8216;Grito Mudo&#8217; em 2026 é entender que esse corpo mudou, a escuta está mais apurada e a urgência de comunicar o invisível é ainda maior&#8221;, afirma a artista.</p>
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		<title>&#8220;Pássaros&#8221; aborda a realidade do negro favelado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Teatro Angel Vianna, na Tijuca recebe o espetáculo de dança &#8220;Pássaros&#8221;. De autoria e direção artística de Kinho JP, o solo é uma produção que trata das amarras invisíveis, liberdade e identidades que compõem a experiência de ser negro e favelado no Brasil. As apresentações, gratuitas, com audiodescrição e tradução em libras, ocorrem sexta e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Teatro Angel Vianna, na Tijuca recebe o espetáculo de dança &#8220;Pássaros&#8221;. De autoria e direção artística de Kinho JP, o solo é uma produção que trata das amarras invisíveis, liberdade e identidades que compõem a experiência de ser negro e favelado no Brasil. As apresentações, gratuitas, com audiodescrição e tradução em libras, ocorrem sexta e sábado, às 19h, e domingo às 18h.</p>



<p class="has-text-align-center">Diferente de outros espetáculos de dança, &#8220;Pássaros&#8221; traz para o público que o assistir um diferencial: quem for à peça será convidado a fazer uma experiência sensorial. &#8220;Essa novidade que iremos levar é algo que raramente acontece em espetáculos, então a primeira coisa é quebrar essa barreira, levando o público a experimentar algo novo, mostrando que um espetáculo não é somente assistir e ver as cenas. Aqueles que aceitarem a proposta da experiência sensorial poderão sentir a peça numa camada mais profunda e sensitiva, tornando o ato de ir assistir um espetáculo para algo marcado não só em sua memória, mas também em seu corpo&#8221;, explica.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SINOPSE</strong>: Pássaros é uma performance solo de dança contemporânea do proeminente artista carioca Kinho JP, que se propõe a explorar as complexidades da experiência negra e periférica na cena contemporânea. É um convite à reflexão sobre a liberdade, as amarras invisíveis e as identidades que compõem a experiência de ser negro e favelado no Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia do primeiro solo do artista surgiu após sete anos sabáticos dele na cena cultural. Durante esse período longe dos palcos, trabalhou como mototáxi e por aí começou a desenvolver o projeto. A idealização da produção veio dos &#8220;atravessamentos&#8221; que ele e outros moradores de comunidades passam diariamente; até por isso, o artista elaborou o espetáculo de forma que o público possa refletir sobre as condições que os favelados enfrentam quando nascem, vivem e morrem. Nas palavras de Kinho, a performance é &#8220;sobre dar voz aos silenciados&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Acredito que &#8220;Pássaros&#8221; servirá para muitas pessoas que também gostariam de falar sobre o que falaremos, mas não sabem como, ou não tem a oportunidade que estou tendo. Porém além disso, ela serve muito pra mim, como artista eu precisava de um trabalho como esse. Para mim, esse projeto representa resgate, pois de fato me resgatou&#8221;, afirma o artista e diretor. &#8220;Espero que o público receba o espetáculo de mente e ouvidos abertos, pois o que iremos abordar exige muita autocrítica, reflexão e empatia&#8221;, complementa.</p>



<p class="has-text-align-center">Kinho explica que o nome é uma referência às similaridades entre os seres humanos e essas aves. Essas semelhanças serão, inclusive, abordadas em cena através da dança; o processo de criação dela tem como ponto de partida o corpo periférico, que é alocado no espetáculo na função de figura principal. Além da relação com o nome, o cenário também é ambientado em prol da relação ser humano &#8211; ave, já que gaiolas entram como complementação à mensagem que o artista quer passar. A escolha é para explorar o imaginário do público e fazê-los refletir sobre os engaiolamentos que os cidadãos periféricos enfrentam no dia a dia.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além do espetáculo, &#8220;Pássaros&#8221; também contará com três oficinas de dança gratuitas, que acontecem nos dias 11, 17 e 25 de abril, com diferentes estilos, mas que se conectam com a proposta artística do espetáculo. A primeira oficina é a de Passinho, seguida pelo Hip Hop Dance e finalizada através da Dança Contemporânea. Os três estilos trabalhados nessas oficinas são os mesmos apresentados no espetáculo solo. As oficinas acontecem na Associação Morro do São Bento (Bangu), Arena Carioca Dicró (Penha Circular) e Centro Coreográfico do Rio de Janeiro (Tijuca), respectivamente.</p>



<p><strong>Serviço: Temporada: </strong>24, 25 e 26 de Abril</p>



<p>Teatro Angel Vianna &#8211; Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro / <strong>Endereço: </strong>Rua José Higino 115 / <strong>Classificação: </strong>16 anos / <strong>Ingressos:</strong> entrada gratuita <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/118022?share_id=1-copiarlink" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/118022?share_id=1-copiarlink</a> </p>



<p></p>
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		<title>Grupo Corpo volta ao RJ com a segunda parte de &#8220;Piracema (2025)&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Corpo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Corpo volta ao Rio de Janeiro, com dois balés fundamentalmente representativos de sua trajetória. A companhia mineira ocupa o Teatro Multiplan VillageMall, na Barra da Tijuca. O programa abre com 21 (1992), criação que marcou a consolidação da linguagem artística da companhia na excelência e na originalidade dos irmãos Paulo e Rodrigo Pederneiras, diretor artístico [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Grupo Corpo volta ao Rio de Janeiro, com dois balés fundamentalmente representativos de sua trajetória. A companhia mineira ocupa o Teatro Multiplan VillageMall, na Barra da Tijuca. </p>



<p class="has-text-align-center">O programa abre com 21 (1992), criação que marcou a consolidação da linguagem artística da companhia na excelência e na originalidade dos irmãos Paulo e Rodrigo Pederneiras, diretor artístico e coreógrafo.  A segunda parte traz Piracema (2025), obra que celebrou 50 anos de carreira do grupo, e estreou a colaboração de Cassi Abranches dividindo com Rodrigo a posição de coreógrafa residente. A música é de Clarice Assad. </p>



<p class="has-text-align-center">Criado em 1992, <em>21 </em>é um divisor de águas na história do Grupo Corpo. Depois de atuar por uma década com temas musicais pré-existentes, com este balé a companhia mineira de dança passou trabalhar exclusivamente com trilhas especialmente compostas como acontecera em seus primórdios nos bem-sucedidos <em>Maria, Maria</em> e <em>Último Trem</em>, ambos com música original de Milton Nascimento e Fernando Brant, adotando como regra este critério. Aliás, a decisão proporciona a Rodrigo Pederneiras a oportunidade de dar início à construção do extenso vocabulário coreográfico, de inflexões notadamente <em>brasilianas</em>, que se tornaria marca registrada das criações do grupo. </p>



<p class="has-text-align-center">São três grandes blocos. No primeiro, a tensão entre as cores vermelha, da luz chapada de fundo, e amarela, das malhas utilizadas pelos bailarinos, dá o tom. Múltiplas combinações rítmicas e timbrísticas em escala decrescente do 21 até o 1 produzem um quê minimalista. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 6 a 10 de maio / Quarta a sábado às 20h &#8211; domingo às 17h / Teatro Multiplan VillageMall Ingressos: Sympla</p>
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		<title>&#8220;IRÊ&#8221;, primeiro solo de dança de Nyandra Fernandes, se apresenta no Teatro Angel Vianna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:02:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dos dias 17 a 19 de abril, o Teatro Angel Vianna, na Tijuca, recebe pela primeira vez o espetáculo de dança &#8220;IRÊ&#8221;. Classificado pelos Yorubás como a representação de &#8220;sorte&#8221;, o nome escolhido é referência à ideia de ser possível a construção da própria sorte no mundo. No primeiro trabalho solo para os palcos, Nyandra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Dos dias 17 a 19 de abril, o Teatro Angel Vianna, na Tijuca, recebe pela primeira vez o espetáculo de dança &#8220;IRÊ&#8221;. Classificado pelos Yorubás como a representação de &#8220;sorte&#8221;, o nome escolhido é referência à ideia de ser possível a construção da própria sorte no mundo. No primeiro trabalho solo para os palcos, Nyandra Fernandes — idealizadora, intérprete e diretora da obra — passeia sobre a própria trajetória artística com a dança até os dias de hoje e utiliza do espetáculo para se debruçar sobre a possibilidade de falar sobre si, de realidades socioculturais, religiosidade, dores e prazeres. As apresentações são gratuitas.</p>



<p class="has-text-align-center">A peça é, para a artista, um&nbsp;<em>&#8220;ato de coragem&#8221;</em>&nbsp;e uma forma de se colocar em cena como protagonista da própria narrativa.&nbsp;<em>&#8220;O espetáculo Irê nasce da vontade de me reconstruir e me recolocar enquanto intérprete criadora e performer na cena. Ao longo da minha trajetória de quase 15 anos de estudo de corpo e dança, e muitos deles dedicados a construir na coletividade, que é parte muito importante de quem eu sou, eu percebi que ainda tinham lugares que eu não tinha acessado&#8221;</em>, explica Nyandra.&nbsp;<em>&#8220;E para construir esse solo, eu me revisito, pesquiso meu íntimo, e vou dançando esses atravessamentos que me fazem ser quem sou hoje&#8221;</em>, completa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O processo até a primeira exibição no dia 17 de abril vem desde a metade do ano passado, com auxílio da diretora de movimento e provocação cênica, Bellas.&nbsp;<em>&#8220;Iniciamos a pesquisa prática em Julho de 2025, no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. A ideia embrionária falava sobre como as coisas que estão em construção também são possibilidades; o que está sendo construído também tem potência, ressaltando que o processo se faz tão importante quanto o resultado&#8221;</em>.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Durante a pesquisa, Nyandra conta que, nas salas de ensaio, o espelho passou a se tornar um embate e olhar para a própria imagem refletida virou um conflito interno. Ela explica que esse foi o ponto central para a representação atual do espetáculo.&nbsp;<em>&#8220;A partir dessa questão, surgiu a necessidade de encarar-se de frente e debochar do que se vê. Surgem dores profundas, discussões, e uma palavra que não sai. Não consegue sair&#8221;.</em></p>



<p class="has-text-align-center">Situada inicialmente pela realidade do território da Penha, Zona Norte do Rio, a apresentação solo da artista faz surgir o que ela classifica de &#8220;barricada&#8221;, em que é criada uma trincheira para interditar o acesso à artista. É a necessidade de passar sem ser visto, uma analogia ao famoso termo &#8220;passar batido&#8221; e representação da máxima de que, mesmo em risco, a vida segue e é preciso prosseguir mesmo em situações de pânico. Nesse momento da apresentação, apenas o corpo se integra à essa transição.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No decorrer da performance, a artista utiliza a dança para questionar conceitos de medição e enquadramento. Uma representação é realizada para debater até que ponto o corpo caiba em determinado local; primeiro, uma tentativa de se enquadrar. Depois, uma medição sobre se as pessoas ainda cabem na construção da artista. A apresentação também faz referência, através do surgimento de saias e da coreografia com giros, ao grupo folclórico de Lagartos/SE &#8220;ASFLAG Parafusos&#8221;. Eles mantêm a tradição dos escravizados que furtavam anáguas e rendas das sinhazinhas para assombrar as pessoas, no intuito de fugir para quilombos e possibilitar a fuga de outros escravizados.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Toda a obra é mediada musicalmente por sons que passam pelas batidas de funk, pelo gênero popular &#8216;brega&#8217;, atabaques do candomblé, vozes das mulheres chamadas &#8216;lavadeiras&#8217; e até pela melodia do surdo 1 da Estação Primeira de Mangueira. A música é variada no decorrer do espetáculo, seja por velocidade ou ritmo, e faz Nyandra &#8216;transportar&#8217; entre lugares físicos e abstratos, transitando por territórios, estados, continentes e mexendo profundamente com as intensidades da artista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Nyandra afirma que o espetáculo terá interpretações diferentes a partir das próprias experiências de vida. &#8220;As expressões faciais e corporais nessa performance são o que fazem com que as coisas possam se tornar individualmente inteligíveis. Cada pessoa, dentro da sua perspectiva, entende o que é dito de uma forma e cria sua narrativa para o que está sendo mostrado, gargalhadas profundas e altas, lágrimas que escorrem pelos olhos e constrangimento.&#8221; </p>



<p>Serviço: Temporada: 17 a 19 de Abril / Teatro Angel Vianna &#8211; Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro  Endereço: Rua José Higino 115, Tijuca (RJ) Ingressos: <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/118014?_gl=1*pza9r8*_gcl_au*MTU0Njc5OTc3NS4xNzY4NTgzMTQ5*_ga*MjQ3MzExMjA4LjE3Njg1ODMxNTA.*_ga_KXH10SQTZF*czE3NzQyOTA2NTUkbzExJGcxJHQxNzc0MjkwNjU2JGo1OSRsMCRoMzQxNzkxMTU3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/</a></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/04/ire-primeiro-solo-de-danca-de-nyandra-fernandes-se-apresenta-no-teatro-angel-vianna/">&#8220;IRÊ&#8221;, primeiro solo de dança de Nyandra Fernandes, se apresenta no Teatro Angel Vianna</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>&#8220;O Desejo&#8221; faz uma investigação do erotismo através da dança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Referência dentro e fora do Brasil ao longo de 26 anos de trabalho continuado, a Cia PeQuod &#8211; Teatro de Animação estreia o inédito espetáculo teatral adulto &#8220;O Desejo&#8221; no mezanino do Sesc Copacabana. A direção é de Miguel Vellinho e do coreógrafo Bruno Cezario, considerado um dos principais bailarinos de sua geração, que pela primeira vez [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Referência dentro e fora do Brasil ao longo de 26 anos de trabalho continuado, a Cia PeQuod &#8211; Teatro de Animação estreia o inédito espetáculo teatral adulto &#8220;O Desejo&#8221; no mezanino do Sesc Copacabana. A direção é de Miguel Vellinho e do coreógrafo Bruno Cezario, considerado um dos principais bailarinos de sua geração, que pela primeira vez entra em cena como ator-manipulador. </p>



<p class="has-text-align-center">Formado por três quadros independentes, mas interconectados entre si, &#8220;O Desejo&#8221; põe o corpo – de bonecos e atores – em absoluto lugar de destaque. Primeiro, explora possibilidades da dança como motor das ações de cada história. Em seguida, assume o risco de apresentar uma obra que tem o erotismo em primeiro plano. </p>



<p class="has-text-align-center">Esta é a segunda investigação unindo bonecos e dança contemporânea da Cia PeQuod. A primeira foi &#8220;Peh Quo Deux&#8221;, com coreógrafos convidados, em 2014. Sucesso de crítica e público, &#8220;Peh Quo Deux&#8221; foi eleito um dos 10 melhores espetáculos de dança do ano pelo jornal O Globo. Em 2015, representou o Brasil no Festival Mondial de Charleville Mezières, na França. &#8220;Agora, a PeQuod se lança num lugar de desafio e experimentação bem diferente. Porque &#8216;O Desejo&#8217; parte de outras premissas. Digamos que tem um fundo mais radical, pela temática, porque até então montamos textos adaptados da literatura. Ao falar do desejo de forma psicanalítica ou filosófica, temos mais&nbsp; perguntas do que respostas&#8221;, pondera o diretor Miguel Vellinho. Entre as obras de referência na pesquisa para a montagem está o livro &#8220;A agonia do Eros&#8221;, do filósofo coreano Byung-Chul Han.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"> Bruno diz que revisitar o balé com bonecos mostra novas direções. &#8220;Hoje, revisitá-lo me possibilita poder &#8216;brincar&#8217; com ele, e recriá-lo o mais fielmente possível com os bonecos e ao mesmo tempo fazer dessa uma de minhas versões. Ele está um adolescente!  Assim como eu quando o estreei. É sapeca e doce. E seus desejos de prazer muito inocentes e inofensivos. Me concentrei em uma única Ninfa, também doce, de porcelana! E que foge dele de bochechas vermelhas. Ela também não conhece o amor&#8221;, conta. O artista participa de todos os três quadros do espetáculo &#8220;O Desejo&#8221;, registre-se.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> Temporada: 9 de abril Até 3 de maio de 2026 / De quinta a domingo, sempre às 20h30. Duração: 60 min / Local: Mezanino do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira, 160. Copacabana / Classificação indicativa: 18 anos  </p>
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		<title> Grupo de Dança Primeiro Ato apresenta &#8220;Como Água&#8221; no Teatro Carlos Gomes</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 12:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Grupo de Dança Primeiro Ato chega ao Teatro Carlos Gomes, com o espetáculo &#8220;Como Água&#8221;. Inspirada na natureza da água — flexível, fluida e poderosa —, a obra propõe uma experiência sensorial e poética que reflete sobre o tempo, a transformação e a capacidade humana de adaptação. Embora o grupo já tenha se apresentado diversas vezes no Rio [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> Grupo de Dança Primeiro Ato chega ao Teatro Carlos Gomes, com o espetáculo &#8220;Como Água&#8221;. Inspirada na natureza da água — flexível, fluida e poderosa —, a obra propõe uma experiência sensorial e poética que reflete sobre o tempo, a transformação e a capacidade humana de adaptação. Embora o grupo já tenha se apresentado diversas vezes no Rio de Janeiro, esta é a primeira vez que o espetáculo &#8220;Como Água&#8221; chega à cidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Inspirada na metáfora da água — que contorna obstáculos, se adapta e se transforma —, a obra propõe um olhar crítico e sensível sobre a maneira como vivemos e percebemos o tempo. A dramaturgia coreográfica constrói uma narrativa não linear marcada por estados de suspensão, retração, avanço e redenção, convidando o público a experimentar o tempo não como medida rígida, mas como uma experiência sensível que se manifesta no corpo e na memória.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A água encontra sempre por onde passar. E é esse o espírito da obra. Desde a estreia percebemos como o público se conecta com a ideia de dançar o que resiste, o que escapa e o que transforma o caos em poesia&#8221;, afirma Suely Machado.</p>



<p class="has-text-align-center">A concepção coreográfica é assinada pela bailarina Marcela Rosa, integrante do grupo desde 1988. O espetáculo foi desenvolvido a partir de um processo colaborativo com os intérpretes-criadores Alex Dias, Ana Carolina Vinhal, Marina Santana, Pedro Henrique Demétrio, Tayná Barboza e a própria Marcela — prática recorrente na trajetória do grupo, que valoriza a participação ativa dos bailarinos na criação da dramaturgia do movimento.</p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, os corpos constroem paisagens sensíveis marcadas por contrastes entre contenção e fluidez, silêncio e explosão, opacidade e brilho. A trilha sonora original do compositor Federico Puppi cria camadas sonoras em diálogo direto com a coreografia. A iluminação de Sarah Salgado Cordeiro dos Santos e os figurinos assinados por Pablo Ramon ampliam visualmente a atmosfera de movimento e transformação presente na obra.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;É um trabalho que nasceu do desejo de traduzir o presente com profundidade e delicadeza. Cada nova apresentação é também uma nova camada que se soma a esse fluxo vivo&#8221;, completa Suely Machado.</p>



<p class="has-text-align-center">Sinopse &#8211; &#8220;Como Água&#8221; propõe uma reflexão sobre a passagem do tempo e as escolhas que fazemos ao longo da vida. Inspirado na ideia de que, assim como a água, os caminhos se reinventam diante dos obstáculos, o espetáculo constrói uma narrativa não linear marcada por contrastes e estados de transformação. A partir da observação dos seres humanos como parte da natureza, a obra convoca memórias, desperta sensações e conduz o público por diferentes estados — suspensão, retração, avanço e redenção.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço</u></strong>: 26 a 29 de março<br><strong>Local:</strong> Teatro Municipal Carlos Gomes <strong>Endereço:</strong> Praça Tiradentes, s/n° &#8211; Centro / <strong>Venda online:</strong> <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/117246?share_id=1-whatsapp" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/117246?share_id=1-whatsapp</a></p>
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		<title>&#8220;Sociedade do Cansaço&#8221; faz temporada na Tijuca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 15:18:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos atualmente em um ritmo extremamente acelerado, em todas as esferas da vida. Estamos constantemente &#8220;correndo atrás&#8221; — da produtividade, do sucesso, da imagem ideal, da autossuperação — em busca de algo que nunca se realiza plenamente no presente. Fomos levados a acreditar que essa perseguição incessante é o caminho para a felicidade, enquanto cada [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Vivemos atualmente em um ritmo extremamente acelerado, em todas as esferas da vida. Estamos constantemente &#8220;correndo atrás&#8221; — da produtividade, do sucesso, da imagem ideal, da autossuperação — em busca de algo que nunca se realiza plenamente no presente. Fomos levados a acreditar que essa perseguição incessante é o caminho para a felicidade, enquanto cada vez menos nos permitimos descansar, desacelerar ou simplesmente aceitar o tédio, é justamente esse incômodo que impulsiona a criação de &#8220;Sociedade do Cansaço&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Com direção e coreografia de Alessandro Brandão e Sueli Guerra, &#8220;Sociedade do Cansaço&#8221; foi idealizado por Daniel Chagas a partir do livro homônimo de Byung-Chul Han e propõe uma investigação cênica sobre o que o autor denomina &#8220;sociedade do desempenho&#8221; — marcada por aceleração constante, ansiedade, fragmentação e estados depressivos. Ao mesmo tempo em que expõe esses sintomas do nosso tempo, a obra busca resgatar conceitos, ritmos e culturas que se colocam em oposição a esse modelo hegemônico de vida. Por meio dessa contraposição, o elenco, formado por Alessandro Brandão, Ana Paula Cruz, Andreia Pimentel, Joca Gonzaga, Daniel Chagas e Sueli Guerra, não oferece respostas ou conclusões fechadas no palco, mas abre espaços de reflexão e propõe novas formas de lidarmos com a contemporaneidade, convidando o público a uma experiência sensorial, crítica e afetiva. Por que é tão difícil desacelerar ou permanecer imóvel?</p>



<p class="has-text-align-center">Byung-Chul Han reflete sobre isso ao afirmar que a dança representa um movimento radicalmente distinto daquele imposto pela lógica do desempenho. Enquanto o andar linear carrega o peso do tédio, é justamente esse tédio que pode transformar o passo do correr no passo da dança. A dança, com seus movimentos circulares e desviantes, torna-se um luxo que escapa completamente ao princípio do desempenho.  </p>



<p class="has-text-align-center">A partir da técnica dos &#8220;Viewpoints&#8221;, e da provocação entre danças contemporânea, clássica e ritualística, teatro, performance, artes plásticas e música, ele coloca em cena uma série de estímulos — imagens, sons e palavras — que traduzem os caminhos da pesquisa artística do grupo. A concretude da relação contemporânea com o tempo e com os estímulos sonoro-visuais que nos atravessam diariamente é trabalhada no palco, refletindo sobre como temas filosóficos e conceituais, como desempenho e hiperpassividade, podem ser acionados e experienciados no corpo e na cena.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> Temporada: de 06 a 29 de março / Local: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro – Teatro Angel Vianna &#8211; Rua José Higino, 115, Tijuca / Ingressos em  <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/116015/d/364672/s/2454903" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/</a> Classificação: 12 anos </p>
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		<title>&#8220;Cinco Coreógrafos em um Corpo&#8221; no Espaço Tápias</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 15:11:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Espaço Tápias recebe a remontagem de &#8220;Cinco Coreógrafos em um Corpo&#8221;, do Grupo Tápias, obra criada em 2006 para a bailarina e coreógrafa Flávia Tápias. As apresentações acontecem na Sala Maria Thereza Tápias, marcando não apenas a abertura do calendário artístico, mas uma afirmação contundente sobre memória, maturidade e permanência na dança contemporânea. Concebido originalmente em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Espaço Tápias recebe a remontagem de &#8220;Cinco Coreógrafos em um Corpo&#8221;, do Grupo Tápias, obra criada em 2006 para a bailarina e coreógrafa Flávia Tápias.</p>



<p class="has-text-align-center">As apresentações acontecem na Sala Maria Thereza Tápias,  marcando não apenas a abertura do calendário artístico, mas uma afirmação contundente sobre memória, maturidade e permanência na dança contemporânea.</p>



<p class="has-text-align-center">Concebido originalmente em duas versões — uma com cinco coreógrafos brasileiros e outra com cinco criadores internacionais — o projeto consolidou-se como um marco na trajetória do Grupo Tápias. A proposta era radical e simples: diferentes olhares coreográficos dialogando com um único corpo, explorando suas singularidades técnicas, expressivas e biográficas.</p>



<p class="has-text-align-center">Vinte anos depois, o retorno do espetáculo não se configura como mera celebração nostálgica. Trata-se de uma releitura crítica, que confronta diretamente temas urgentes como o etarismo na dança e a invisibilização do corpo maduro nos palcos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Dias 14, 15, 28 e 29 de março / Local: Sala Maria Thereza Tápias – Espaço Tápias  Endereço: Av. Armando Lombardi, 175 – 2º andar, Barra da Tijuca / Ingressos: plataforma Sympla </p>
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		<title>Thiago Soares reconstrói &#8220;Carmem&#8221;, de Georges Bizet, reafirmando a força da mulher</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:27:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA["Carmem"]]></category>
		<category><![CDATA[A Companhia de Dança Thiago Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Georges Bizet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Georges Bizet, renomado compositor francês, criou a ópera &#8216;Carmen&#8217; no século 19. A versão original se passa em Sevilha, na Espanha, e seus arredores. A trama gira em torno das figuras de Carmen, do toureiro e a tourada serve como pano de fundo para o clímax trágico da história. Na montagem, idealizada por Thiago Soares, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Georges Bizet, renomado compositor francês, criou a ópera &#8216;Carmen&#8217; no século 19. A versão original se passa em Sevilha, na Espanha, e seus arredores. A trama gira em torno das figuras de Carmen, do toureiro e a tourada serve como pano de fundo para o clímax trágico da história. Na montagem, idealizada por Thiago Soares, &#8220;Carmem&#8221; é ambientada na América Latina e a personagem-título tem características brasileiras. </p>



<p class="has-text-align-center">Nesta nova leitura, o ator Nelson Freitas, assume o papel de narrador, uma figura enigmática que conduz a plateia pelos acontecimentos, e que, para alguns, representa o touro, a força instintiva que ronda o destino dos personagens. No elenco, Gabriela Mendez interpreta Carmem, o turco Alijan Güçoğlu vive José e João Victor assume o papel do vaqueiro. A música de Georges Bizet, entrelaçada a &#8216;Sonho de Amor&#8217;, de Franz Liszt, sustenta a atmosfera vibrante da narrativa. A iluminação, assinada por Maneco Quinderé, amplia a dramaticidade e a intensidade da cena.</p>



<p class="has-text-align-center">Influenciado pela história original, Thiago usa a sua experiência internacional e constrói uma Carmem que reafirma a força da mulher que se recusa a negociar sua liberdade. Mais do que um drama passional, o espetáculo mergulha no veneno do ciúme, na opressão que atravessa relações e na luta íntima por autonomia. Carmem surge sensual, magnética, indomável e perigosamente livre.</p>



<p class="has-text-align-center">Nesta versão, Thiago Soares reafirma sua assinatura artística e a linguagem de sua companhia carioca com rigor técnico, teatralidade e uma leitura que aproxima o clássico ao nosso tempo e à nossa identidade brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">A proposta estética integra elementos de danças populares, acrobacias e danças urbanas a uma concepção neoclássica, criando um vocabulário corporal potente e contemporâneo. A teatralidade atravessa a dança e transforma o espaço cênico em território de afirmação, onde tradição e presente se encontram.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço </strong> Data: 13 de março de 2026 (sexta-feira) Local: Teatro Carlos Gomes Endereço: Praça Tiradentes, nº 19, Centro / Ingressos à venda pela bilheteria do Teatro ou online pela Sympla </p>
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