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	<title>Espetáculos de Dança - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Espetáculos de Dança - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;BocàBoca&#8221; estreia a preços populares </title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:02:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Funarte Aberta recebe o espetáculo de dança &#8220;BocàBoca&#8220;, a oficina gratuita Cair em Dança e a Roda de Conversa: Contato Improvisação na Cena no Teatro Dulcina. A proposta da ocupação no espaço da Funarte é difundir a linguagem e a memória da técnica &#8220;Contato Improvisação&#8221; na cidade, aproximando público e artistas e fortalecendo vínculos de troca e interação entre diferentes gerações. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Programa Funarte Aberta recebe o espetáculo de dança &#8220;<em>BocàBoca</em>&#8220;, a oficina gratuita <em>Cair em Dança</em> e a <em>Roda de Conversa: Contato Improvisação na Cena</em> no Teatro Dulcina. A proposta da ocupação no espaço da Funarte é difundir a linguagem e a memória da técnica &#8220;Contato Improvisação&#8221; na cidade, aproximando público e artistas e fortalecendo vínculos de troca e interação entre diferentes gerações. A montagem tem ingressos a preços populares e as demais ações entrada gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>BocàBoca</em>&#8221; reúne expressões de dança contemporânea, Contato Improvisação, dança acrobática e referências de danças populares brasileiras. É uma investigação sobre os caminhos do afeto e do encontro, por meio da imagem do beijo. Na obra, idealizada, dirigida e interpretada por Bia Vinzon e Dani Abi-Rihan, os artistas buscam proporcionar à plateia uma &#8220;experiência sensível entre movimento, afeto e narrativa&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">O projeto tem como meta, através de uma agenda diversificada, ampliar o acesso e a circulação de saberes do campo da dança. Foram convidados para compor a programação os(as) artistas Andrea Jabour, Guto Macedo, Paulo Mantuano e Jaya Shanti.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8221; &#8220;BocàBoca&#8221; </em>se constrói a partir de uma escuta sensível, que dança entre paixão e humor. Proporciona uma experiência leve e emocionante. A proposta é o compartilhamento da importância dos gestos de afeto em tempos de distanciamento e endurecimento das relações. Entre quedas, abraços e voos compartilhados, o espetáculo convida a refletir sobre as possibilidades de insistir no encontro. Lábios se encontram e uma dança acontece. Entre verticalidades, vertigens e composições, Bia e Dani exploram as possibilidades de seguir insistindo em caminhos de afeto, experimentando o risco e a delicadeza dos encontros&#8221;, diz a produção. A obra também contou com contribuições de Clarice Rito, Guto Macedo, Felipe Tupi e Marina Althuon na construção de sua trajetória artística. A trilha sonora original é assinada por Taiyo Omura e Leon Miguel.</p>



<p class="has-text-align-center"> São duas apresentações, nos dias <strong>26 e 27 de junho</strong>, sexta-feira e sábado, às <strong>19h</strong>. A oficina é no dia <strong>25, quinta,</strong> das <strong>13h30 às 16h30</strong>; e a roda de conversa no dia <strong>27,</strong> às <strong>20h</strong>, logo após o espetáculo. / Vendas: <a href="https://linktr.ee/bocabocaespetaculo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://linktr.ee/bocabocaespetaculo</a> e na bilheteria</p>
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		<title>Focus Cia de Dança apresenta intervenção urbana &#8220;Trupe&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 11:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Focus Cia de Dança apresenta a intervenção urbana Trupe no Rio de Janeiro, de graça, no Retiro dos Artistas e na Praça Paris, respectivamente. A performance, criada pelo coreógrafo e diretor artístico Alex Neoral, marca o diálogo entre o movimento e a paisagem local, além de provocar o olhar de quem está no espaço público em questão. Desde 2018, &#8220;Trupe&#8221; já foi [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Focus Cia de Dança apresenta a intervenção urbana Trupe no Rio de Janeiro, de graça, no Retiro dos Artistas e na Praça Paris, respectivamente. A performance, criada pelo coreógrafo e diretor artístico Alex Neoral, marca o diálogo entre o movimento e a paisagem local, além de provocar o olhar de quem está no espaço público em questão.</p>



<p class="has-text-align-center"> Desde 2018, &#8220;Trupe&#8221; já foi montada Brasil adentro e mundo afora (em países como Canadá e Espanha, por exemplo). &#8220;Em cada lugar, Trupe<strong> </strong>recebe as mais diferentes reações. É nessa troca que a performance ganha significado. A ideia é sempre atravessar a rotina apressada que atinge nosso cotidiano tão repleto de telas e sobrecarga&#8221;, define Alex Neoral. </p>



<p class="has-text-align-center">A criação de &#8220;Trupe&#8221; se inspira no artista mambembe que, desde tempos imemoriais, atravessa territórios para ir ao encontro de onde o povo está. &#8220;Trupe&#8221; tem duração de 35 minutos, tempo em que os bailarinos se deslocam apresentando a coreografia ao ar livre.  </p>



<p class="has-text-align-center">O ecletismo do repertório da Focus é de nascença. &#8220;Posso encontrar&nbsp;na&nbsp;música&nbsp;contemporânea&nbsp;do&nbsp;americano&nbsp;Steve&nbsp;Reich,&nbsp;conhecido&nbsp;pelo minimalismo, o fio condutor&nbsp;de um trabalho,&nbsp;caso de &#8216;Still Reich&#8217;, que apresentamos em Portugal e vamos levar para a China.&nbsp;Mas, também, me&nbsp;deparar&nbsp;com&nbsp;a&nbsp;obra&nbsp;popular&nbsp;de&nbsp;Roberto&nbsp;Carlos,&nbsp;através&nbsp;dacoleção&nbsp;de&nbsp;discos em&nbsp;vinil&nbsp;da&nbsp;mamãe,&nbsp;e&nbsp;realizar&nbsp;o roteiro&nbsp;que&nbsp;baliza&nbsp;&#8216;As&nbsp;canções&nbsp;que&nbsp;você&nbsp;dançou pra mim&#8221;, carro-chefe da companhia. Ou ainda fazer um tributo ao artista mambembe. Sem liberdade, a arte não faz sentido&#8221;, reflete.</p>



<p class="has-text-align-center">Fundada em 2000 no Rio de Janeiro, a Focus Cia de Dança une Alex Neoral&nbsp;à sócia&nbsp;e&nbsp;amiga&nbsp;Tati&nbsp;Garcias,&nbsp;gestora&nbsp;e&nbsp;diretora&nbsp;de&nbsp;produção&nbsp;da&nbsp;companhia.&nbsp;Régua e compasso do coletivo, ela responde pela gestão de cada detalhe. Chega a ter 30 grupos no whatsapp para organizar a agenda desse e dos próximos anos. &#8220;Eu e o Alex somos amigos há 30 anos. Faz toda diferença na gestão geral da companhia&nbsp;eu&nbsp;ter&nbsp;feito parte do elenco.&nbsp;Ao assumir outra função, tenho a meu favor uma visão estratégica sobre o corpo artístico, mas também sobre itinerância, dentro e fora do&nbsp;Brasil&#8221;,&nbsp;destaca&nbsp;a&nbsp;diretora.<s></s></p>



<p class="has-text-align-center">Com 27 obras e 17 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança consolidou-se como uma das companhias mais atuantes da cena contemporânea brasileira, reconhecida pela crítica especializada e pelo amplo sucesso de público. Ao longo de sua trajetória, já se apresentou em mais de 100 cidades brasileiras e realizou turnês internacionais por países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Espanha e Panamá. Em 2023, participou do Festival Hola Rio!, em Madri, como convidada especial da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, ampliando sua presença no cenário internacional.</p>



<p>Serviço: Dia 20 de junho – Retiro dos Artistas (Rua Retiro dos Artistas,571 – Pechincha) / Horário: 15h | Dia 21 de junho – Praça Paris (Avenida Augusto Severo, 342 – Glória)  Horário: 15h | Classificação indicativa: livre</p>
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		<title>Compañia Antonio Gades retorna ao Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:44:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecida internacionalmente como a principal referência da dança espanhola e do flamenco, a Compañía Antonio Gades, criada pelo coreógrafo que redefiniu o papel do flamenco no século XX, retorna ao Brasil em junho de 2026 trazendo dois pilares de seu repertório histórico:  Bodas de Sangre, obra que transformou o flamenco em linguagem dramática de alcance universal, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Reconhecida internacionalmente como a principal referência da dança espanhola e do flamenco, a Compañía Antonio Gades, criada pelo coreógrafo que redefiniu o papel do flamenco no século XX, retorna ao Brasil em junho de 2026 trazendo dois pilares de seu repertório histórico:  <em>Bodas de Sangre</em>, obra que transformou o flamenco em linguagem dramática de alcance universal, e <em>Suite Flamenca</em>, síntese coreográfica que revela a força e a arquitetura estética da tradição sob a linguagem depurada concebida por Antonio Gades.</p>



<p class="has-text-align-center">Figura central da dança europeia do século passado, Gades elevou o flamenco à dimensão teatral contemporânea, estabelecendo um diálogo sólido entre cultura popular, dramaturgia e construção cênica moderna.</p>



<p class="has-text-align-center">No Rio de Janeiro, as apresentações acontecem no Theatro Municipal, nos dias 19, 20 e 21 de junho. Os ingressos estão à venda em <a href="https://feverup.com/m/545620?srsltid=AfmBOoqJkxvqvh3atR58h88f4TVfWxh9H4upO6ksFPISnFcSC3vxa566">feverup</a>.</p>
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		<title> “Matéria” reúne bailarinos na faixa dos 40 anos em temporada no Teatro Carlos Gomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Esther Weitzman Companhia de Dança retorna aos palcos cariocas com &#8220;Matéria&#8221;, espetáculo que transforma corpo, escuta e movimento em uma experiência sensorial compartilhada. Com seis intérpretes-criadores na faixa dos 40 anos em cena, a temporada ocupa o Teatro Municipal Carlos Gomes, na Praça Tiradentes. Aliás, a sessão de abertura, no dia 25, será gratuita [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Esther Weitzman Companhia de Dança retorna aos palcos cariocas com &#8220;Matéria&#8221;, espetáculo que transforma corpo, escuta e movimento em uma experiência sensorial compartilhada. Com seis intérpretes-criadores na faixa dos 40 anos em cena, a temporada ocupa o Teatro Municipal Carlos Gomes, na Praça Tiradentes. Aliás, a sessão de abertura, no dia 25, será gratuita e contará com audiodescrição. Além disso, a programação também inclui a oficina gratuita &#8220;Dança para Todos&#8221;, ministrada por Esther Weitzman no dia 27 de junho. </p>



<p class="has-text-align-center">Com foco na investigação do movimento, &#8220;Matéria&#8221; apresenta o resultado de uma pesquisa sensorial desenvolvida pela companhia, propondo algo que vai além da composição coreográfica tradicional. Em cena, os intérpretes-criadores Bia Peixoto, Edney D&#8217;Conti, Fagner Santos, Milena Codeço, Rodrigo Gondim e Pedro Quaresma constroem um jogo contínuo entre presença, escuta e movimento, com espaço para improvisação e troca entre os corpos.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Esse espetáculo nasce desse desejo de conexão e pertencimento, em oposição ao medo e ao controle. Sem pretensão, o trabalho faz emergir a capacidade de nos maravilharmos com o Universo, com o mistério e a complexidade da rede da vida&#8221;, afirma Esther Weitzman, responsável pela concepção, coreografia e direção de &#8220;Matéria&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">O colaborador artístico Alexandre Bhering também ressalta a trajetória da companhia e a força do espetáculo. &#8220;É inspirador acompanhar a dedicação e a excelência que a Esther Weitzman Companhia de Dança mantém há mais de 25 anos, consolidando um trabalho de grande relevância artística, educacional e de pesquisa no cenário da dança brasileira. Em &#8216;Matéria&#8217;, a construção da dança revela uma intensa compreensão da energia do movimento, transformando a cena em uma experiência potente e vigorosa&#8221;, afirma. </p>



<p class="has-text-align-center">Além da temporada de &#8220;Matéria&#8221;, a programação conta com a oficina gratuita &#8220;Dança para Todos&#8221;, ministrada por Esther Weitzman no dia 27 de junho, das 14h às 16h, no Teatro Municipal Carlos Gomes. Voltada para pessoas entre 18 e 65 anos, a atividade propõe uma investigação da comunicação do movimento dentro de um contexto contemporâneo, estimulando a percepção do momento presente e a construção da singularidade de cada corpo em cena.</p>



<p class="has-text-align-center">A oficina busca ampliar as possibilidades de expressão artística por meio de práticas ligadas à qualidade do movimento e à criação da dança. As inscrições serão realizadas por formulário disponível na bio do Instagram @weitzmanciadedanca.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os dias 29 de junho e 5 de julho, o espetáculo também ficará disponível no Vimeo da companhia, em versão com audiodescrição. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> Dias 25* e 26 de junho de 2026 – 19h<br>Dias 27 e 28 de junho de 2026 – 17h / Ingressos pelo Sympla / Local: Teatro Municipal Carlos Gomes<br>Endereço: Praça Tiradentes, Centro</p>
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		<title>&#8220;Equina&#8221;, criação das artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima, estreia, no Teatro Angel Vianna</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 12:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como estabelecer outras formas de convivência entre humanos e não-humanos? Que alianças podem ser cultivadas entre as espécies? O que podemos aprender com elas? De que maneira as políticas de cuidado e a manutenção da vida podem ser cultivadas a partir dessas relações? Com esses questionamentos, as artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima convidam o público [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Como estabelecer outras formas de convivência entre humanos e não-humanos? Que alianças podem ser cultivadas entre as espécies? O que podemos aprender com elas? De que maneira as políticas de cuidado e a manutenção da vida podem ser cultivadas a partir dessas relações? Com esses questionamentos, as artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima convidam o público para assistir ao espetáculo de dança &#8220;Equina&#8221;, que estreia, dia 17 de junho, no Teatro Angel Vianna, na Tijuca. A criação é um desdobramento da pesquisa de doutorado de Aline, que também está em cena, no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ.  </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, antes da estreia do espetáculo, será realizada a &#8220;Conversa Dançada Manada&#8221;, dia 13 de junho, das 15h às 17h, no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, na Praça Tiradentes. O encontro gratuito contará com cenas de &#8220;Equina&#8221; e uma conversa com as criadoras Aline Bernardi e Dani Lima, mediada pela professora Gabriela Lírio, do Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A aposta desta obra é investigar de forma fabulatória como as ecologias relacionais e as alianças interespécies podem propor modos de reparação micropolítica em um mundo danificado&#8221;, explica a bailarina e pesquisadora Aline Bernardi. &#8220;A criação é um desdobramento da minha pesquisa de doutorado, que fabula memórias da relação de amizade e parentesco que tenho com cavalos e éguas&#8221;, completa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">As raízes desta pesquisa remontam à infância de Aline, quando a artista morou na zona rural do oeste paulista, e teve uma convivência íntima com cavalos de uma fazenda onde seu pai trabalhava. A partir dessa história pessoal e dos diálogos travados com as pesquisadoras Donna Haraway, Vinciane Despret e Anna Tsing, &#8220;Equina&#8221; busca articular as três dimensões da ecologia, segundo o filósofo e psicanalista Félix Guattari: a das subjetividades, a social e a ambiental, para especular sobre o papel das alianças interespécies na regeneração da vida.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Fazemos um convite para praticarmos parentesco e amizade com outras espécies. Queremos questionar o uso exploratório e extrativista dos cavalos e das éguas, assim como de outras espécies, no processo de civilização humana, que levam às consequências da crise socioambiental que a gente está vivendo. O que me interessa é convocar nossa espécie a cultivar imaginários de interdependência e conexões colaborativas com as outras espécies e com tudo que está vivo em nosso planeta&#8221;, observa Aline.</p>



<p class="has-text-align-center">Na primeira semana de temporada, as sessões serão na quarta, quinta e sábado, às 19h, e no domingo, às 18h. Na segunda semana, de quinta a sábado, às 19h, e no domingo, às 18h. No dia 26 de junho, &#8220;Equina&#8221; será apresentado com três ações de acessibilidade: audiodescrição para pessoas cegas, intérprete de libras para pessoas surdas e monitora de regulação sensorial para neurodivergentes ou pessoas com alta sensibilidade.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço – Conversa Dançada Manada</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center">Com Aline Bernardi e Dani Lima, mediação de Gabriela Lírio <strong>Data:</strong> dia 13 de junho, das 15h às 17h. <strong>Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica</strong>: Rua Luís de Camões, Praça Tiradentes, 68 / <strong>Telefone: </strong>(21) 2242-1012 <strong>Ingressos:</strong> grátis / <strong>Classificação:</strong> 16 anos</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço:</u></strong><br><strong>Temporada:</strong> de 17 a 28 de junho de 2026<br><strong>Dias e horários:</strong> 1ª semana: quarta, quinta e sábado, às 19h, e domingo, às 18h. 2ª semana: quinta a sábado, às 19h, e domingo, às 18h. No dia 26, haverá três ações de acessibilidade: audiodescrição para pessoas cegas, intérprete de libras para pessoas surdas e monitora de regulação sensorial para neurodivergentes ou pessoas com alta sensibilidade. <br><strong>Teatro Angel Vianna – Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro  </strong>Rua José Higino, 115 &#8211; Tijuca  / <strong>Ingressos: </strong> <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/121408/d/388664/s/2568200" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/121408/d/388664/s/2568200</a> / <strong>Classificação:</strong> 18 anos</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/equina-criacao-das-artistas-pesquisadoras-aline-bernardi-e-dani-lima-estreia-no-teatro-angel-vianna/">&#8220;Equina&#8221;, criação das artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima, estreia, no Teatro Angel Vianna</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Companhia de Dança Deborah Colker apresenta seu mais recente trabalho no Theatro Municipal do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia de Dança Deborah Colker realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado &#8220;Remix&#8221;, que reúne cenas icônicas extraídas de &#8220;Vulcão&#8221; (1994), &#8220;Rota&#8221; (1997), &#8220;4&#215;4&#8221; (2002) e &#8220;Belle&#8221; (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. Depois de passar por várias cidades do Sul do país, o espetáculo faz uma curta temporada no Theatro Municipal do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Companhia de Dança Deborah Colker realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado &#8220;Remix&#8221;, que reúne cenas icônicas extraídas de &#8220;Vulcão&#8221; (1994), &#8220;Rota&#8221; (1997), &#8220;4&#215;4&#8221; (2002) e &#8220;Belle&#8221; (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. Depois de passar por várias cidades do Sul do país, o espetáculo faz uma curta temporada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia desse &#8220;Remix&#8221; surgiu em 2025 quando a coreógrafa Deborah Colker foi agraciada com o título de Cidadã Honorária de Mesquita, cidade situada na Baixada Fluminense. No dia da cerimônia, havia uma exposição fotográfica com uma retrospectiva da atuação de Deborah e crianças que se dedicam à dança fizeram uma apresentação inspirada em espetáculos da Companhia. &#8220;Ficamos muito emocionados com a homenagem das crianças. Percebemos que nossas três décadas de trabalho já estão deixando um legado&#8221;, relembra o diretor executivo e cofundador João Elias.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O desafio de Deborah e Elias passou então a ser a escolha por cenas dentre quinze trabalhos. Essas cenas precisariam ainda atender a dois critérios: ser ao mesmo tempo impactantes para o reencontro com o público e demonstrar a potência criativa da Companhia. A decisão foi finalizada com a seleção da coreografia &#8220;Paixão&#8221; do espetáculo &#8220;Vulcão&#8221; (1994), a cena &#8220;Delírios&#8221; de &#8220;Belle&#8221; (2014), &#8220;As Meninas&#8221; e &#8220;Vasos&#8221; de &#8220;4&#215;4&#8221; (2002) e as coreografias &#8220;Gravidade&#8221; e &#8220;Roda&#8221; do espetáculo &#8220;Rota&#8221; (1997).</p>



<p class="has-text-align-center"><br>O resultado dessa remixagem tornou-se a produção mais ousada da Companhia. &#8220;São toneladas de equipamentos, muitas pessoas envolvidas e uma grande estrutura de montagem&#8221;, conta o diretor executivo. O elenco conta com 16 bailarinos que dançam com uma cortina gigantesca de 12 metros, 90 vasos e uma roda com 5 metros de diâmetro, em dois atos que reservam muitas surpresas. &#8220;São atos com emoções diferentes. No primeiro, há o encontro com os sentimentos mais densos e explosivos. No segundo, tem a alegria e a leveza&#8221;, explica Elias, que também assina a dramaturgia.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Remontar não é só repetir os movimentos. O mais difícil é lembrar o contexto da criação. O pensamento que deu origem ao movimento&#8221;, pontua Deborah, contabilizando que a viagem mais longa, no tempo e na memória, é de 32 anos, no princípio da Companhia quando coreografou &#8220;Paixão&#8221; para o espetáculo &#8220;Vulcão&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Para Deborah, &#8220;Remix&#8221; também direciona o olhar para além do próprio repertório. &#8220;Desde 2024, venho enfrentando duras batalhas na vida pessoal que me forçaram a olhar ainda mais para dentro de casa. Minha família e a Companhia são a minha vida&#8221;, destaca a coreógrafa, que avisa que o novo trabalho é um convite para o reencontro com diferentes fases de criação. &#8220;Como toda obra de arte, um livro que você relê, uma música que você ouve outra vez, um filme que você revê, o público vai sentir novas emoções com &#8216;Remix'&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A equipe criativa se completa com a direção de arte de Gringo Cardia, que assina todos os cenários originais. Os figurinos ficam sob a responsabilidade de Claudia Kopke, que atualiza os originais de Yamê Reis e Samuel Cirnansck. Berna Ceppas conduz a fusão da trilha sonora. A adaptação dos projetos de iluminação a partir dos originais de Jorginho de Carvalho foi feita por Eduardo Rangel.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Remix&#8221; é o terceiro projeto especial que remasteriza o próprio repertório da Companhia. Mas, diferencia-se de &#8220;Mix&#8221; (1995) e &#8220;Vero&#8221; (2016) justamente pela dramaturgia que, desta vez, ao invés de dois, cria um fio condutor para quatro espetáculos emblemáticos, que igualmente mostram ao público a inventividade e a ousadia, características marcantes dos espetáculos da Companhia de Dança Deborah Colker.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO </strong> Data e horário: 03, 04, 05/06 (quarta a sexta), às 19h30 | 06 e 07/06 (sábado e domingo), às 16h / Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/Nº – Centro)  Ingressos  <a href="https://feverup.com/m/609762?preview=92176726" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://feverup.com/m/609762?preview=92176726</a> </p>
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		<title>&#8220;Tempos de Marias&#8221;, em única apresentação, no Teatro Miguel Falabella</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A companhia Neo Clama apresenta o espetáculo de dança contemporânea &#8220;Tempos de Marias&#8221; no Teatro Miguel Falabella, para única apresentação. A montagem convida o público a mergulhar em uma experiência sensorial e reflexiva sobre as múltiplas histórias que atravessam o universo feminino. Com direção artística de Gilson Paixão, o espetáculo transforma memórias em poesia em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A companhia Neo Clama apresenta o espetáculo de dança contemporânea &#8220;Tempos de Marias&#8221; no Teatro Miguel Falabella, para única apresentação. A montagem convida o público a mergulhar em uma experiência sensorial e reflexiva sobre as múltiplas histórias que atravessam o universo feminino.</p>



<p class="has-text-align-center">Com direção artística de Gilson Paixão, o espetáculo transforma memórias em poesia em movimento, revelando no palco corpos que narram dores, afetos, ancestralidade, cicatrizes e recomeços. &#8220;Tempos de Marias&#8221; propõe uma jornada delicada de autoconhecimento, em que diferentes trajetórias femininas se encontram para dar voz às muitas &#8220;Marias&#8221; que habitam o imaginário coletivo.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra aborda temas como identidade, memória e resistência, trazendo à cena mulheres que carregam marcas do tempo, mas também a força de florescer a partir de suas vivências. A proposta artística destaca a dança contemporânea como linguagem de expressão, acolhimento e transformação.</p>



<p class="has-text-align-center">Além da potência estética, o espetáculo reforça a importância de ampliar a visibilidade das narrativas femininas na arte. Ao colocar as histórias das mulheres no centro da criação artística, &#8220;Tempos de Marias&#8221; promove reflexões sobre vulnerabilidade, força, pertencimento e ancestralidade, criando conexões com diferentes públicos e comunidades artísticas.</p>



<p class="has-text-align-center">A coreografia é assinada por Gilson Paixão. O elenco reúne Anderson Silva, Bruna Vilhena, Carolina Esposito, Júlia Diaz, Juliana Pontual, Luanda Dalvito, Luan Rodriguez, Maitê Assaf, Natassia Massarani, Raquel Azevedo e Thaís Estolano. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> <br><strong>Data:</strong> 29 de maio de 2026 às 20h30 (única apresentação)<br><strong>Local: </strong>Teatro Miguel Falabella (Norte Shopping)<br><strong>Local:</strong> Av. Dom Hélder Câmara, 5474 &#8211; Cachambi<br><strong>Ingressos:</strong> <strong> </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/120644" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sympla</a><br><strong>Classificação:</strong> 12 anos<br><strong>Instagram:</strong> @neoclama</p>
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		<title>&#8220;AINDA NÃO!&#8221; afirma que o corpo feminino não se submete a prazos ou limitações etárias</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:41:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;AINDA NÃO!&#8221; é um espetáculo que dialoga diretamente com o tempo presente ao colocar mulheres entre 40 e 60 anos no centro da cena. Por meio da dança, da pluralidade de corpos e da potência expressiva, a obra afirma que o corpo feminino não se submete a prazos ou limitações etárias. Com caráter de manifesto, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;AINDA NÃO!&#8221; é um espetáculo que dialoga diretamente com o tempo presente ao colocar mulheres entre 40 e 60 anos no centro da cena. Por meio da dança, da pluralidade de corpos e da potência expressiva, a obra afirma que o corpo feminino não se submete a prazos ou limitações etárias. Com caráter de manifesto, a montagem se posiciona contra o etarismo e a favor da visibilidade, da inclusão e da permanência do corpo como território artístico e político.</p>



<p class="has-text-align-center">O elenco reúne professoras, gestoras de escolas, organizadoras de festivais competitivos de dança e mulheres com diferentes trajetórias profissionais. Em comum, carregam vivências diversas que se traduzem em cena como linguagem coletiva. A proposta valoriza o respeito às individualidades e constrói uma narrativa pautada na força do coletivo, transformando o palco em um espaço de representatividade e identificação.</p>



<p class="has-text-align-center">Com criação, direção e coreografia de Caio Nunes, reconhecido por sua contribuição ao jazz e à dança brasileira, o espetáculo preserva a essência de sua linguagem e a projeta para uma abordagem contemporânea. A equipe criativa conta ainda com Filipi Ursão, Kelly Diane e Thiago Caetano, trilha sonora assinada por Marcão Rezende e figurinos de Mônica Campello, que dialogam com uma estética urbana e atual.</p>



<p class="has-text-align-center">A dramaturgia percorre memórias, resistências, tabus e celebrações, conduzindo o público por uma experiência estética e emocional. Imagens simbólicas, como cicatrizes em movimento e espelhos fragmentados, tensionam padrões sociais historicamente impostos às mulheres, ao mesmo tempo em que reafirmam a arte como ferramenta de visibilidade, reflexão e transformação.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ERVIÇO</strong> <strong>Datas:</strong> 9/5 (Sábado) às 19h e 10/5 (Domingo) às 18h / Sala Maria Thereza Tápias <strong>Endereço:</strong> Av. Armando Lombardi, 175 (próximo ao metrô Jardim Oceânico, saída Mar) / <strong>Ingressos: </strong> <a href="https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias">https://www.sympla.com.br/produtor/espacotapias</a> </p>
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		<title>&#8220;Grito Mudo&#8221;, solo de Marcella Dale, faz temporada na Casa de Cultura Laura Alvim</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2026 12:27:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma estreia marcante no Teatro Cândido Mendes, o espetáculo &#8220;Grito Mudo&#8221; retorna à cena carioca para uma nova temporada no Espaço Rogério Cardoso, localizado na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Concebido e interpretado pela bailarina e coreógrafa Marcella Dale, o solo propõe uma investigação sensorial sobre o corpo como território de resistência [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após uma estreia marcante no Teatro Cândido Mendes, o espetáculo &#8220;Grito Mudo&#8221; retorna à cena carioca para uma nova temporada  no Espaço Rogério Cardoso, localizado na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Concebido e interpretado pela bailarina e coreógrafa Marcella Dale, o solo propõe uma investigação sensorial sobre o corpo como território de resistência diante do silêncio.  </p>



<p class="has-text-align-center">Com linguagem centrada na dança contemporânea e na dramaturgia física, a obra parte de um processo íntimo para construir uma narrativa que transita entre contenção e ruptura. Em cena, o silêncio deixa de ser ausência e passa a operar como matéria viva, traduzido em gesto, tensão e presença.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Grito Mudo&#8221; nasce de uma travessia pessoal da artista e se estrutura como um espaço de memória. A cena é composta por elementos mínimos, uma cadeira de madeira e a iluminação assinada por Francisco Hashiguchi, que instauram uma atmosfera de densidade e expectativa. A partir de seus próprios escritos e da influência do poema &#8220;A infanticida Marie Farrar&#8221;, de Bertolt Brecht, Marcella Dale desenvolve uma partitura corporal que privilegia a economia de movimentos para alcançar uma expressividade intensa.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Esse trabalho é sobre o que transborda quando não podemos mais calar. Voltar com o &#8216;Grito Mudo&#8217; em 2026 é entender que esse corpo mudou, a escuta está mais apurada e a urgência de comunicar o invisível é ainda maior&#8221;, afirma a artista.</p>
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		<title>&#8220;Pássaros&#8221; aborda a realidade do negro favelado</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 12:45:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Teatro Angel Vianna, na Tijuca recebe o espetáculo de dança &#8220;Pássaros&#8221;. De autoria e direção artística de Kinho JP, o solo é uma produção que trata das amarras invisíveis, liberdade e identidades que compõem a experiência de ser negro e favelado no Brasil. As apresentações, gratuitas, com audiodescrição e tradução em libras, ocorrem sexta e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Teatro Angel Vianna, na Tijuca recebe o espetáculo de dança &#8220;Pássaros&#8221;. De autoria e direção artística de Kinho JP, o solo é uma produção que trata das amarras invisíveis, liberdade e identidades que compõem a experiência de ser negro e favelado no Brasil. As apresentações, gratuitas, com audiodescrição e tradução em libras, ocorrem sexta e sábado, às 19h, e domingo às 18h.</p>



<p class="has-text-align-center">Diferente de outros espetáculos de dança, &#8220;Pássaros&#8221; traz para o público que o assistir um diferencial: quem for à peça será convidado a fazer uma experiência sensorial. &#8220;Essa novidade que iremos levar é algo que raramente acontece em espetáculos, então a primeira coisa é quebrar essa barreira, levando o público a experimentar algo novo, mostrando que um espetáculo não é somente assistir e ver as cenas. Aqueles que aceitarem a proposta da experiência sensorial poderão sentir a peça numa camada mais profunda e sensitiva, tornando o ato de ir assistir um espetáculo para algo marcado não só em sua memória, mas também em seu corpo&#8221;, explica.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SINOPSE</strong>: Pássaros é uma performance solo de dança contemporânea do proeminente artista carioca Kinho JP, que se propõe a explorar as complexidades da experiência negra e periférica na cena contemporânea. É um convite à reflexão sobre a liberdade, as amarras invisíveis e as identidades que compõem a experiência de ser negro e favelado no Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia do primeiro solo do artista surgiu após sete anos sabáticos dele na cena cultural. Durante esse período longe dos palcos, trabalhou como mototáxi e por aí começou a desenvolver o projeto. A idealização da produção veio dos &#8220;atravessamentos&#8221; que ele e outros moradores de comunidades passam diariamente; até por isso, o artista elaborou o espetáculo de forma que o público possa refletir sobre as condições que os favelados enfrentam quando nascem, vivem e morrem. Nas palavras de Kinho, a performance é &#8220;sobre dar voz aos silenciados&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Acredito que &#8220;Pássaros&#8221; servirá para muitas pessoas que também gostariam de falar sobre o que falaremos, mas não sabem como, ou não tem a oportunidade que estou tendo. Porém além disso, ela serve muito pra mim, como artista eu precisava de um trabalho como esse. Para mim, esse projeto representa resgate, pois de fato me resgatou&#8221;, afirma o artista e diretor. &#8220;Espero que o público receba o espetáculo de mente e ouvidos abertos, pois o que iremos abordar exige muita autocrítica, reflexão e empatia&#8221;, complementa.</p>



<p class="has-text-align-center">Kinho explica que o nome é uma referência às similaridades entre os seres humanos e essas aves. Essas semelhanças serão, inclusive, abordadas em cena através da dança; o processo de criação dela tem como ponto de partida o corpo periférico, que é alocado no espetáculo na função de figura principal. Além da relação com o nome, o cenário também é ambientado em prol da relação ser humano &#8211; ave, já que gaiolas entram como complementação à mensagem que o artista quer passar. A escolha é para explorar o imaginário do público e fazê-los refletir sobre os engaiolamentos que os cidadãos periféricos enfrentam no dia a dia.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além do espetáculo, &#8220;Pássaros&#8221; também contará com três oficinas de dança gratuitas, que acontecem nos dias 11, 17 e 25 de abril, com diferentes estilos, mas que se conectam com a proposta artística do espetáculo. A primeira oficina é a de Passinho, seguida pelo Hip Hop Dance e finalizada através da Dança Contemporânea. Os três estilos trabalhados nessas oficinas são os mesmos apresentados no espetáculo solo. As oficinas acontecem na Associação Morro do São Bento (Bangu), Arena Carioca Dicró (Penha Circular) e Centro Coreográfico do Rio de Janeiro (Tijuca), respectivamente.</p>



<p><strong>Serviço: Temporada: </strong>24, 25 e 26 de Abril</p>



<p>Teatro Angel Vianna &#8211; Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro / <strong>Endereço: </strong>Rua José Higino 115 / <strong>Classificação: </strong>16 anos / <strong>Ingressos:</strong> entrada gratuita <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/118022?share_id=1-copiarlink" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/118022?share_id=1-copiarlink</a> </p>



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