<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos arte - Rota Cult</title>
	<atom:link href="https://rotacult.com.br/tag/arte/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rotacult.com.br/tag/arte/</link>
	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 22 Jun 2026 12:52:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-Favicon_3-32x32.png</url>
	<title>Arquivos arte - Rota Cult</title>
	<link>https://rotacult.com.br/tag/arte/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title> &#8220;Marmita&#8221; investiga tema como trabalho, fome e desejo</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/marmita-investiga-tema-como-trabalho-fome-e-desejo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=marmita-investiga-tema-como-trabalho-fome-e-desejo</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/marmita-investiga-tema-como-trabalho-fome-e-desejo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=200889</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Anita Schwartz Galeria de Arte recebe a coletiva &#8220;Marmita&#8221;, que reúne artistas de diferentes gerações sob a curadoria de Ulisses Carrilho. A mostra elege um objeto coadjuvante do cotidiano brasileiro como fio condutor para examinar as relações entre trabalho, fome e desejo no país. Poucos objetos circularam por tantos territórios da vida nacional.  Companheira do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/marmita-investiga-tema-como-trabalho-fome-e-desejo/"> &#8220;Marmita&#8221; investiga tema como trabalho, fome e desejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A Anita Schwartz Galeria de Arte recebe a coletiva &#8220;Marmita&#8221;, que reúne artistas de diferentes gerações sob a curadoria de Ulisses Carrilho. A mostra elege um objeto coadjuvante do cotidiano brasileiro como fio condutor para examinar as relações entre trabalho, fome e desejo no país. Poucos objetos circularam por tantos territórios da vida nacional. </p>



<p class="has-text-align-center">Companheira do operário no chão de fábrica e do trabalhador em trânsito pelas grandes cidades, a marmita serviu de emblema político já na campanha presidencial de Eurico Gaspar Dutra, em 1945, quando o “marmiteiro” virou personagem de um dos jingles mais lembrados da história eleitoral brasileira. De lá para cá, o recipiente nunca saiu de cena: condensou, ao mesmo tempo, a precariedade e a dignidade do trabalho, a escassez e a garantia do sustento.</p>



<p class="has-text-align-center">Sua trajetória recente revela outras camadas. A marmita migrou do universo fabril para as academias e os aplicativos de dieta, convertida em mercadoria da cultura fitness e da gestão do corpo. Na língua falada, ganhou ainda um sentido inesperado: virou gíria para vínculos amorosos informais e relações não monogâmicas. Entre o alimento e o erotismo, o utensílio se transformou em síntese de fantasias sociais brasileiras.</p>



<p class="has-text-align-center">O ponto de partida da exposição é a coleção de marmitas em porcelana reunida ao longo dos anos pela galerista Anita Schwartz. Diante dessas peças, a curadoria formula as perguntas que organizam a mostra: como um objeto criado pela necessidade atravessa fronteiras de classe? O que acontece quando um instrumento de sobrevivência entra no circuito do colecionismo, do design e da arte?</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Marmita</em>&#8221; parte da hipótese de que os objetos possuem vida social. Poucos artefatos atravessam tantas escalas da experiência brasileira quanto a marmita: do trabalho ao desejo, da sobrevivência ao colecionismo, da intimidade doméstica à circulação pública. A exposição acompanha os deslocamentos desse objeto para investigar como formas materiais aparentemente banais condensam relações de classe, afeto e imaginação política. Mas esses objetos também pertencem ao campo da fantasia e do fetiche: são suportes de projeção e identificação. Interessa-me justamente tornar visíveis essas camadas, expondo os modos como a cultura brasileira investe seus objetos de valor simbólico e erótico.  </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a dimensão histórica da mostra é construída por obras fundamentais da arte brasileira que investigam as relações entre alimento, trabalho e cultura material. Entre elas está <em>Lute [Marmita]</em> (1967), de Carlos Zílio, produzida em um contexto de intensificação da repressão política no país e hoje reconhecida como um marco da arte conceitual. Além disso, a mostra reúne ainda os desenhos <em>Órgãos na Bacia</em> e <em>Carne na Tábua</em>, de Anna Bella Geiger, nos quais utensílios domésticos e fragmentos do corpo aproximam intimidade, consumo e violência simbólica. “Em Marmita, esse signo atravessa a mostra como um gesto relacionado à história da desigualdade brasileira e ao contexto da Ditadura Militar em que muitas dessas obras foram produzidas”, observa Carrilho.</p>



<p class="has-text-align-center">A presença recorrente do arroz e do feijão em obras históricas de Carlos Vergara, certamente, remete à alimentação como elemento constitutivo da experiência social brasileira, enquanto <em>Um Sanduíche Muito Branco </em>(1966), de Cildo Meireles, um dos primeiros trabalhos conceituais do artista, desloca o alimento para o campo da linguagem e da crítica. </p>



<p class="has-text-align-center">Artistas como Waltércio Caldas, Lenora de Barros, Farnese de Andrade e Ivens Machado ampliam esse percurso, revelando como objetos cotidianos podem condensar memória, imaginação e relações de poder. Em diálogo com essa genealogia, a produção recente de Andréa Hygino reinscreve palavras como “arroz”, “feijão” e “carne” em debates contemporâneos sobre escassez, valor e fome simbólica.</p>



<p class="has-text-align-center">No campo das referências, a coletiva evoca dois textos fundadores do pensamento brasileiro sobre fome e cultura. Em <em>Estética da Fome</em> (1965), Glauber Rocha defendia que a carência material da América Latina não era apenas um problema econômico, mas uma experiência histórica geradora de linguagem e invenção. Décadas antes, o <em>Manifesto Antropófago</em> (1928), de Oswald de Andrade, já havia proposto o ato de comer e devorar como operação ao mesmo tempo biológica, política e simbólica. Na mostra, a fome se expande para além do prato: fome de reconhecimento, de contato, de prazer, de pertencimento e de futuro.</p>



<p class="has-text-align-center">O tema segue no centro do debate público. Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o Brasil voltou a sair do Mapa da Fome em 2025, com menos de 2,5% da população em situação de subalimentação no triênio 2022-2024. Os números do IBGE, porém, indicam que a desigualdade persiste: em 2024, cerca de 48,9 milhões de brasileiros viviam abaixo da linha de pobreza, dos quais aproximadamente 7,4 milhões em extrema pobreza. Em 2023, cerca de 64,2 milhões de pessoas moravam em domicílios com algum grau de insegurança alimentar.</p>



<p class="has-text-align-center">É nesse intervalo entre avanço e ameaça que a exposição se situa. A indústria do bem-estar, os regimes de controle do corpo e a exposição permanente dos estilos de vida nas redes transformaram o ato de comer em disputa estética, econômica e afetiva. Ao reunir artistas em torno de um signo aparentemente banal,&nbsp;<em>Marmita</em>&nbsp;propõe um retrato das economias materiais e emocionais do Brasil: entre o recipiente e o corpo, entre a refeição e o desejo, a mostra persegue aquilo que circula, transborda e escapa a qualquer tentativa de contenção.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: De 23 de junho até 08 de agosto de 2026 / Anita Schwartz Galeria de Arte R. José Roberto Macedo Soares, 30 &#8211; Gávea </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/marmita-investiga-tema-como-trabalho-fome-e-desejo/"> &#8220;Marmita&#8221; investiga tema como trabalho, fome e desejo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/marmita-investiga-tema-como-trabalho-fome-e-desejo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Casa Brasil oferece experiência imersiva em realidade virtual que reconstrói cinco séculos de história</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/05/casa-brasil-oferece-experiencia-imersiva-em-realidade-virtual-que-reconstroi-cinco-seculos-de-historia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=casa-brasil-oferece-experiencia-imersiva-em-realidade-virtual-que-reconstroi-cinco-seculos-de-historia</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/05/casa-brasil-oferece-experiencia-imersiva-em-realidade-virtual-que-reconstroi-cinco-seculos-de-historia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:41:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=199919</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Casa Brasil inaugura a Imersão &#8220;Casa Brasil Petrobras&#8221;, experiência inédita que utiliza realidade virtual, realidade aumentada e inteligência artificial para revelar as camadas históricas do prédio da antiga Alfândega, no Centro do Rio. A atração será aberta ao público a partir desta quinta-feira (21) e passa a integrar a programação da exposição &#8220;Casa Fluminense&#8221;, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/05/casa-brasil-oferece-experiencia-imersiva-em-realidade-virtual-que-reconstroi-cinco-seculos-de-historia/">Casa Brasil oferece experiência imersiva em realidade virtual que reconstrói cinco séculos de história</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"> A Casa Brasil inaugura a Imersão &#8220;Casa Brasil Petrobras&#8221;, experiência inédita que utiliza realidade virtual, realidade aumentada e inteligência artificial para revelar as camadas históricas do prédio da antiga Alfândega, no Centro do Rio. A atração será aberta ao público a partir desta quinta-feira (21) e passa a integrar a programação da exposição &#8220;Casa Fluminense&#8221;, que segue em cartaz com entrada gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">Com patrocínio da Petrobras e do Ministério da Cultura, o projeto convida o visitante a embarcar em uma viagem de cinco séculos em apenas cinco minutos. Utilizando óculos VR 360º — que, por sinal, tornam a experiência ainda mais impactante e envolvente — o público atravessa diferentes períodos históricos do território carioca, começando pela Guanabara pré-colonial dos Tupinambá, passando pela chegada dos portugueses, em 1565, e alcançando os mercados e a Alfândega no século XIX.</p>



<p class="has-text-align-center">A experiência mergulha o visitante em episódios marcantes da história do Rio, revelando o passado do edifício como espaço ligado ao comércio marítimo, à escravização e também à resistência cultural e social. A narrativa dá protagonismo às mulheres negras que ocupavam o antigo Mercado do Peixe e ajuda a reconstruir memórias muitas vezes apagadas da história oficial.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A união entre inovação tecnológica e produção artística transforma a Casa Brasil em um espaço de experiência, reflexão e pertencimento. É uma forma contemporânea de conectar o público às raízes culturais do Rio de Janeiro por meio de uma experiência gratuita, educativa e acessível&#8221;, reforça Danielle Barros, secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Além da imersão em realidade virtual, o projeto utiliza recursos de realidade aumentada para transformar a visita em uma experiência interativa. Sem necessidade de baixar aplicativos, o público poderá acessar conteúdos pelo próprio celular, por meio de QR Codes espalhados pelo espaço. As ferramentas digitais permitem visualizar imagens históricas animadas por inteligência artificial, descobrir detalhes invisíveis da arquitetura neoclássica do prédio e recriar a paisagem original da orla carioca antes das transformações urbanas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A tecnologia aqui não surge apenas como recurso visual. Ela é uma ferramenta de conexão emocional com a história. Queremos provocar empatia e aproximar o visitante das vozes que foram silenciadas ao longo do tempo, mostrando que o passado continua presente nas disputas e narrativas do Rio de Janeiro contemporâneo&#8221;, afirma Tania Queiroz, diretora da Casa Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center"> Para Jocelino Pessoa, coordenador do projeto e diretor da V ARTE, o uso de tecnologias imersivas amplia o alcance da mediação cultural e aproxima novos públicos do patrimônio histórico.  &#8220;Quando utilizamos realidade virtual e aumentada para revelar as camadas invisíveis da antiga Alfândega, criamos uma ponte emocional e cognitiva entre o território e o visitante. A memória de um lugar só permanece viva quando é reativada pelas novas gerações&#8221;, destaca. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: Imersão Casa Brasil Petrobras<br>A partir de quinta-feira, 21 de maio<br>Casa Brasil – Praça XV de Novembro, 20 – Centro<br>Visitação: terça a domingo, das 10h às 17h<br>Entrada gratuita</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/05/casa-brasil-oferece-experiencia-imersiva-em-realidade-virtual-que-reconstroi-cinco-seculos-de-historia/">Casa Brasil oferece experiência imersiva em realidade virtual que reconstrói cinco séculos de história</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/05/casa-brasil-oferece-experiencia-imersiva-em-realidade-virtual-que-reconstroi-cinco-seculos-de-historia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Reciclar com Arte 3&#8221; leva exposição gratuita sobre sustentabilidade à Praça Mauá</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/05/reciclar-com-arte-3-leva-exposicao-gratuita-sobre-sustentabilidade-a-praca-maua/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=reciclar-com-arte-3-leva-exposicao-gratuita-sobre-sustentabilidade-a-praca-maua</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/05/reciclar-com-arte-3-leva-exposicao-gratuita-sobre-sustentabilidade-a-praca-maua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=199461</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro recebe, entre os dias 11 e 24 de maio de 2026, o projeto Reciclar com Arte 3, uma exposição gratuita que une arte, sustentabilidade e educação ambiental em um formato inovador e acessível. A iniciativa será realizada na Praça Mauá, um dos principais pontos culturais da cidade.   Viabilizado por meio da Lei [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/05/reciclar-com-arte-3-leva-exposicao-gratuita-sobre-sustentabilidade-a-praca-maua/">&#8220;Reciclar com Arte 3&#8221; leva exposição gratuita sobre sustentabilidade à Praça Mauá</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Rio de Janeiro recebe, entre os dias 11 e 24 de maio de 2026, o projeto Reciclar com Arte 3, uma exposição gratuita que une arte, sustentabilidade e educação ambiental em um formato inovador e acessível. A iniciativa será realizada na Praça Mauá, um dos principais pontos culturais da cidade.  </p>



<p class="has-text-align-center">Viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Pronac nº 247600) e proposto pela Associação Caminhando Juntos Para o Amanhã Melhor, o projeto tem como objetivo promover a conscientização sobre o reaproveitamento de resíduos, utilizando o plástico como principal matéria-prima para a criação artística.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição será instalada em um contêiner adaptado, especialmente projetado para receber o público com conforto e acessibilidade, reunindo obras de artistas selecionados e uma mostra colaborativa que convida os visitantes a também participarem do processo criativo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com duração de 14 dias nesta etapa, a ação integra uma circulação por cidades brasileiras, ampliando o acesso à cultura e incentivando práticas sustentáveis em diferentes regiões do país. Além da visitação livre, o projeto contará com visitas guiadas agendadas por meio de plataforma online&nbsp;ou presencial, oferecendo uma experiência educativa e imersiva sobre arte contemporânea e meio ambiente.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O Reciclar com Arte 3 foi concebido para ser inclusivo e acessível a todos os públicos. O espaço contará com rampas de acesso, audiodescrição para pessoas com deficiência visual, tradução em Libras nas atividades e conteúdos digitais, além de monitores capacitados para atender pessoas com diferentes necessidades.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto também contará com um site oficial com informações sobre a exposição, artistas participantes, agenda e conteúdos educativos, ampliando o alcance da iniciativa para além do espaço físico. Mais do que uma exposição, o Reciclar com Arte 3 propõe uma reflexão sobre consumo, descarte e transformação, mostrando como materiais que seriam considerados resíduos podem ganhar novos significados por meio da arte. Para mais informações acesse:&nbsp;<a href="https://futurocarbonozero.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://futurocarbonozero.com.br/</a>&nbsp;<em>(disponível&nbsp;em breve)</em>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A expectativa é impactar diretamente cerca de 6 mil pessoas ao longo da circulação, fortalecendo o diálogo entre cultura, sustentabilidade e sociedade.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong>&nbsp;<br><strong>Reciclar com Arte 3</strong>&nbsp;&nbsp;<br>Local: Praça Mauá (Praça Mauá, 5 – Saúde, Rio de Janeiro)&nbsp;&nbsp;<br>Data:11 a 24 de maio de 2026&nbsp;&nbsp;&nbsp;<br>Horário: 9h00 às 18h00&nbsp;<br>Publico: Livre&nbsp;<br>Entrada: Gratuita&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/05/reciclar-com-arte-3-leva-exposicao-gratuita-sobre-sustentabilidade-a-praca-maua/">&#8220;Reciclar com Arte 3&#8221; leva exposição gratuita sobre sustentabilidade à Praça Mauá</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/05/reciclar-com-arte-3-leva-exposicao-gratuita-sobre-sustentabilidade-a-praca-maua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Leonardo Damonte transforma objetos cotidianos em composições</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/04/leonardo-damonte-transforma-objetos-cotidianos-em-composicoes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=leonardo-damonte-transforma-objetos-cotidianos-em-composicoes</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/04/leonardo-damonte-transforma-objetos-cotidianos-em-composicoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 12:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=199072</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Shopping Leblon recebe uma nova edição do ArtWall, desta vez com a instalação &#8220;Tipologia ornamental&#8221;, do artista argentino Leonardo Damonte, sob curadoria de Christiane Laclau. A obra convida o público a explorar novas leituras sobre objetos do cotidiano, a partir de composições que articulam forma, luz e matéria. Reconhecido por seu olhar sensível e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/04/leonardo-damonte-transforma-objetos-cotidianos-em-composicoes/">Leonardo Damonte transforma objetos cotidianos em composições</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Shopping Leblon recebe uma nova edição do ArtWall, desta vez com a instalação &#8220;Tipologia ornamental&#8221;, do artista argentino Leonardo Damonte, sob curadoria de Christiane Laclau. A obra convida o público a explorar novas leituras sobre objetos do cotidiano, a partir de composições que articulam forma, luz e matéria.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecido por seu olhar sensível e inventivo, Damonte transforma objetos do cotidiano em matéria artística, deslocando-os de sua função original para investigar novas possibilidades formais e simbólicas. Em suas esculturas e instalações, elementos como vassouras, correntes, rebites, boias, brinquedos de cachorro, puxadores de gaveta, cordas e fontes luminosas são reorganizados em composições inéditas, tensionando o limite entre o ordinário e o extraordinário.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;No ArtWall do Shopping Leblon, Leonardo Damonte constrói uma obra que parte de objetos reconhecíveis, mas rapidamente desloca o olhar para um campo de relações mais complexo&#8221;, comenta Christiane Laclau, curadora do ArtWall.</p>



<p class="has-text-align-center">Suas composições dialogam com a arte contemporânea e com a ideia de &#8220;gambiarra&#8221;, explorando tanto a superfície quanto a estrutura das peças. As obras articulam elementos de ordem e caos, combinando precisão formal, evidenciada por alinhamentos, tensões e equilíbrios, com dinâmicas de instabilidade e reorganização. </p>



<p class="has-text-align-center">Leonardo Damonte é um artista argentino cuja produção transita entre escultura e instalação, com foco na ressignificação de objetos do cotidiano. Seu trabalho investiga as relações entre forma, função e contexto, a partir do deslocamento de elementos originalmente utilitários para o campo artístico. Com uma abordagem alinhada à arte contemporânea e à estética da &#8220;gambiarra&#8221;, suas obras exploram tensões entre ordem e caos, estrutura e instabilidade, criando composições que se transformam a partir da interação entre materiais, espaço e percepção. O Brasil ocupa papel importante em sua pesquisa recente, servindo como ponto de partida para investigações que permeiam a série &#8220;Tipologia ornamental&#8221;, na qual o artista propõe novas leituras sobre os objetos e suas possibilidades de organização e significado.</p>



<p><strong>Serviço:</strong> <strong>Período:</strong> 18/04 a 31/05  <strong>Local:</strong> Artwall – Shopping Leblon <strong>Endereço:</strong> Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon<br><strong>Entrada:</strong> gratuita <br><strong>Horário de funcionamento: </strong>Segunda a sábado: 10h às 22h | Domingo: 13h às 21</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/04/leonardo-damonte-transforma-objetos-cotidianos-em-composicoes/">Leonardo Damonte transforma objetos cotidianos em composições</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/04/leonardo-damonte-transforma-objetos-cotidianos-em-composicoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Manoela Medeiros expõe trabalhos inéditos na Nara Roesler Rio de Janeiro</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/03/manoela-medeiros-expoe-trabalhos-ineditos-na-nara-roesler-rio-de-janeiro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=manoela-medeiros-expoe-trabalhos-ineditos-na-nara-roesler-rio-de-janeiro</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/03/manoela-medeiros-expoe-trabalhos-ineditos-na-nara-roesler-rio-de-janeiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 13:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=198415</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Nara Roesler Rio de Janeiro recebe a exposição &#8220;Um rio em mim&#8221;, com trabalhos inéditos criados pela artista Manoela Medeiros, conhecida por seu processo de escavação na pintura. Aliás, esta é a primeira individual da artista na Nara Roesler Rio de Janeiro. No ano passado, fez uma individual na Palo Gallery, em Nova York, que ganhou elogiosa crítica [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/manoela-medeiros-expoe-trabalhos-ineditos-na-nara-roesler-rio-de-janeiro/">Manoela Medeiros expõe trabalhos inéditos na Nara Roesler Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A Nara Roesler Rio de Janeiro recebe a exposição &#8220;Um rio em mim&#8221;, com trabalhos inéditos criados pela artista Manoela Medeiros, conhecida por seu processo de escavação na pintura. Aliás, esta é a primeira  individual da artista na <strong>N</strong>ara Roesler Rio de Janeiro. No ano passado, fez uma individual na Palo Gallery, em Nova York, que ganhou elogiosa crítica na prestigiosa revista Artforum. </p>



<p class="has-text-align-center">Vivendo desde 2012 durante longos períodos na França onde tem consolidado sua carreira junto a outros jovens artistas, Manoela Medeiros mora no Rio de Janeiro, onde também tem seu ateliê.  Sua relação com a França teve início em Paris, para onde foi cursar a Écoled Beaux Arts, tendo retornado repetidas vezes à capital francesa para participar de residências artísticas, como a da Cité des Arts, em 2019. Desde 2021 fica também baseada em Marselha, quando foi selecionada para uma bolsa oferecida pela prefeitura da cidade. </p>



<p class="has-text-align-center">Suas mais recentes coletivas no Rio foram &#8220;Rasura&#8221;, com curadoria de Victor Gorgulho, também na Nara Roesler Rio de Janeiro, em 2026; &#8220;Hábito-habitante&#8221;, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em 2021, e &#8220;Superfícies sensíveis&#8221;, na Caixa Cultural, em 2018. </p>



<p class="has-text-align-center">Manoela Medeiros ressalta que nesta mostra na Nara Roesler Rio de Janeiro &#8220;foi a primeira vez em que o processo de criação aconteceu de forma bastante orgânica e livre&#8221;. &#8220;Dessa vez,foi o processo no ateliê que ditou mais as obras da exposição. Fui fazendo livremente, principalmente pinturas escavadas, e a partir delas formando um conjunto e sua conversa&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Os trabalhos que estarão em &#8220;Um rio em mim&#8221; terão três formatos: 150 x 120 cm: 130 x160cm, e 50 x 70 cm.Ela acrescenta que provavelmente irá decidir definitivamente quais obras irão ou não entrar no espaço somente durante a montagem da exposição. &#8220;Busco trabalhar de forma mais intuitiva e aberta&#8221;, afirma.</p>



<p class="has-text-align-center">Manoela Medeiros diz que seu trabalho &#8220;está em um limiar entre natureza e cultura&#8221;.  &#8220;O que me interessa não é exatamente a arquitetura em si, mas o entorno, onde as coisas estão inseridas. Então, seja a arquitetura do espaço expositivo onde realizo trabalhos <em>site specifics</em> [feitos para o local], ou uma ruína abandonada, local onde coleto fragmentos de paredes – matéria-prima essa que é utilizada em trabalhos –, o ambiente onde sujeito e coisas se encontram e as relações que são tecidas entre eles são o que me interessam&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:  De 26 de março até 9 de maio de 2026 / Nara Roesler Rio de Janeiro Rua Redentor, 241, Ipanema / Telefone: 21 3591 0052 </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/manoela-medeiros-expoe-trabalhos-ineditos-na-nara-roesler-rio-de-janeiro/">Manoela Medeiros expõe trabalhos inéditos na Nara Roesler Rio de Janeiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/03/manoela-medeiros-expoe-trabalhos-ineditos-na-nara-roesler-rio-de-janeiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Niura Bellavinha]]></category>
		<category><![CDATA[Paço Imperial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=198299</guid>

					<description><![CDATA[<p>Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/">Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Toró é mais que uma chuva. De origem tupi, associada à ideia de água que jorra, a palavra nomeia uma força que transborda, rompe e transforma. É esse sentido de explosão natural, de matéria em movimento, que estrutura a exposição individual de Niura Bellavinha, que será inaugurada no dia 28 de março de 2026, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, integrando as celebrações dos 40 anos da instituição como centro cultural, com curadoria de Marcus Lontra, Rafael Peixoto e Viviane Matesco. Concebida em diálogo direto com a arquitetura e a história do edifício, <em>Toró</em> propõe uma experiência imersiva em que pintura, escultura e obras instalativas operam como campos de transbordamento simbólico, material e sensível.</p>



<p class="has-text-align-center">Como gesto inaugural da exposição, algumas janelas da fachada do Paço recebem uma intervenção em que telas brancas deixam escorrer tinta vermelha, ativando o edifício como corpo e superfície de inscrição. A ação estabelece um elo imediato entre a obra da artista e a memória histórica do lugar, onde, no final do século XVIII, foram tomadas decisões centrais para a história colonial brasileira, incluindo a condenação de Tiradentes. Sem recorrer à ilustração ou ao didatismo, a intervenção&nbsp;funciona como um disparador poético que conecta passado e presente, arquitetura e matéria pictórica. “Intitulei esta intervenção de&nbsp;<em>Chorare Pitangas</em>, expressão em tupi-guarani que significa ‘chorar lágrimas de sangue’”, revela Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">“Toró nos interessa como um estado, não como uma imagem. É uma noção de pressão e intensidade que atravessa a obra da Niura e encontra, no Paço Imperial, um campo de ressonância histórica e simbólica”, explicam os curadores. </p>



<p class="has-text-align-center">Nas obras de Niura, a pintura deixa de ser apenas superfície para se afirmar como matéria em ação. Escorrimentos, velaturas, pulverizações, impregnações e infiltrações fazem da cor um elemento instável, em permanente deslocamento. Vermelhos intensos convivem com verdes e azuis de aparência aquosa, ampliando o repertório cromático da artista e rearticulando associações entre sangue, água, minério e paisagem.</p>



<p class="has-text-align-center">“Minha pintura é inspirada pela música serial, pelo cinema e pela fotografia. Da música vem a ideia de uma estrutura em variação constante; do cinema, o princípio da montagem, feito de edições sucessivas até que algo se estabilize; da fotografia, o corte, a luz e a relação sutil entre as cores. Trabalho a partir da instabilidade, deixando que erros e aparições conduzam o processo, e gosto de operar com os restos, com as camadas anteriores. Minha pintura é leve como a poeira. Busco um ponto de equilíbrio por meio de uma sucessão de situações e regiões instáveis”, afirma Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição&nbsp;–&nbsp;que marca os 35 anos de carreira da artista&nbsp;–&nbsp;ocupa o terreiro e o terreirinho do Paço, reunindo um conjunto expressivo de trabalhos inéditos em espaços historicamente ligados às áreas de serviço, circulação e abastecimento do prédio. A escolha desses ambientes reforça a dimensão relacional do projeto, construído a partir das camadas simbólicas do lugar.</p>



<p class="has-text-align-center">“A exposição se estrutura a partir da fricção entre tempos distintos. A arquitetura do Paço não funciona como cenário, mas como uma presença que tensiona a leitura das obras e desloca a experiência do visitante”, pontua a curadoria.</p>



<p class="has-text-align-center">A dimensão material da obra é central. Niura trabalha com pigmentos naturais, terras, rejeitos minerais e poeira de meteoritos. Em algumas esculturas, pedras são atravessadas por linhas de seda que pertenciam à mãe da artista, criando uma relação direta entre memória íntima e território. As fitas evocam veios de minério e veias do corpo, aproximando mineração e anatomia, exploração da terra e ferida corporal. Aqui, o corpo surge como metáfora do território e o território, como extensão do corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra-título &#8211; Entre os trabalhos apresentados, destaca-se <em>Toró</em> (2015-2016), tríptico que dá título à exposição. A obra reúne pigmentos e matérias como moldavita (cristais), azurita, spirulina e zircão, compondo uma superfície de caráter aquoso e atmosférico. Em tons de verde e azul, o trabalho evoca a ideia de chuva e dialoga com referências da história da pintura, em especial com paisagens e procedimentos associados aos mestres William Turner, Paul Cézanne e Alberto da Veiga Guignard, que atravessam a pesquisa de Bellavinha.</p>



<p class="has-text-align-center">A expografia foi pensada como um percurso progressivo, que organiza o espaço a partir de ritmos, escalas e intensidades. Em alguns momentos, o público é convidado a atravessar fisicamente as obras, penetrando planos pictóricos e percebendo variações de luz, transparência e densidade material.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Um projeto em circulação</strong> &#8211; Embora dialogue com questões recorrentes na trajetória de Bellavinha, como a relação com a história colonial, a matéria e a espiritualidade da cor, <em>Toró</em> não se apresenta como uma retrospectiva. Ao contrário, a mostra enfatiza o presente da produção da artista e sua capacidade de se reconfigurar a partir do encontro com cada espaço, inscrevendo-se em um projeto mais amplo de circulação que se transforma a cada contexto expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em> integra um programa de itinerância desenvolvido pela artista e iniciado em 2024/2025 com a exposição apresentada no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto. Em 2026, o projeto chega ao Paço Imperial, no Rio de Janeiro, assumindo uma configuração inédita em diálogo com a arquitetura e a história do edifício. Estão previstas ainda apresentações em outras capitais brasileiras, como São Paulo, Porto Alegre e Belém. Ao final do percurso, será lançado o livro &#8220;Niura&#8221;, publicação que consolida esse programa de itinerância, reunindo imagens e textos sobre os atravessamentos entre obra, espaço e tempo ao longo das diferentes exposições apresentadas.</p>



<p class="has-text-align-center">A experiência do público começa ainda do lado de fora. As janelas ativadas na fachada anunciam a exposição como um acontecimento que extrapola o espaço interno e convoca o olhar do passante. Uma vez no interior do Paço, o visitante é convidado a desacelerar, aproximar-se das obras e percorrer um conjunto de proposições que exigem tempo, atenção e abertura sensorial.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Toró</em>&nbsp;afirma a pintura como força viva, capaz de transbordar suportes, incidir sobre a arquitetura e reativar a memória histórica no presente. Ao colocar matéria, cor e espaço em relação, Niura constrói uma exposição que não se fecha em significados únicos, mas se oferece como campo de experiência atravessado por tensões entre delicadeza e violência, transparência e peso, história e agora.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 28 de março até 07 de junho de 2026 / Local: Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial End: Praça XV de Novembro, 48 &#8211; Centro  / Entrada franca | Classificação livre</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/">Niura Bellavinha celebra 35 anos de carreira com individual no Paço Imperial </a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/03/niura-bellavinha-celebra-35-anos-de-carreira-com-individual-no-paco-imperial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides, no Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/03/casa-propria-primeira-individual-de-ana-hortides-no-museu-bispo-do-rosario-arte-contemporanea/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=casa-propria-primeira-individual-de-ana-hortides-no-museu-bispo-do-rosario-arte-contemporanea</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/03/casa-propria-primeira-individual-de-ana-hortides-no-museu-bispo-do-rosario-arte-contemporanea/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[museu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=198203</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea apresenta a exposição &#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides na instituição. Com curadoria de Pollyana Quintella, a exposição reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo. A partir de referências diretas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/casa-propria-primeira-individual-de-ana-hortides-no-museu-bispo-do-rosario-arte-contemporanea/">&#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides, no Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea apresenta a exposição &#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides na instituição. Com curadoria de Pollyana Quintella, a exposição reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir de referências diretas à arquitetura do subúrbio carioca, Ana Hortides desenvolve uma investigação plástica que transforma elementos recorrentes da construção civil popular em matéria artística. Cimento, azulejos, pisos e fragmentos cerâmicos aparecem em esculturas, instalações e pinturas que deslocam esses materiais de seu uso funcional, criando estruturas que tensionam noções de permanência, improviso e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center">Oriunda de Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a artista estabelece uma relação direta entre sua trajetória pessoal e os modos de construção presentes nas periferias urbanas. Escadas, lajes, fachadas e platibandas, frequentemente associadas ao trabalho informal e ao saber prático de pedreiros e construtores populares, surgem na exposição como formas autônomas, deslocadas de suas funções originais para se afirmarem como linguagem visual e discurso crítico.</p>



<p class="has-text-align-center"> Em &#8220;Casa Própria&#8221;, Hortides investiga os padrões ornamentais que marcam as fachadas das casas populares brasileiras, especialmente o uso de cacos cerâmicos e pisos coloridos aplicados de forma manual. Essas composições, muitas vezes nomeadas pela artista como &#8220;padrão&#8221; ou &#8220;raios&#8221;, compõem um repertório visual que atravessa o cotidiano urbano e ganha densidade poética no espaço expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O meu trabalho nasce da observação da construção civil popular brasileira e das fachadas ornamentadas com cacos cerâmicos, entendidas como um repertório visual. As séries transformam esses gestos e materiais cotidianos em escultura, afirmando identidades populares e o valor simbólico dessas arquiteturas que resistem ao tempo&#8221;, diz Ana Hortides.</p>



<p class="has-text-align-center">As fachadas, platibandas e terraços dessas construções possuem uma estética única, carregada de significados afetivos, históricos e culturais, expressos nos adornos, desenhos e padrões formados por pisos e cacos cerâmicos coloridos. Essa memória visual e material é diretamente conectada à experiência pessoal de Ana Hortides, cuja família ergueu, com as próprias mãos, a casa onde ainda vivem no subúrbio do Rio de Janeiro. A pesquisa da artista se entrelaça com a tradição da autoconstrução, tão presente nas periferias brasileiras, e com rituais comunitários como &#8220;bater laje&#8221;, símbolo potente de resistência e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;As platibandas e raios de Ana Hortides inscrevem uma estética que a modernidade brasileira frequentemente tratou com desprezo, classificando-a como kitsch, pastiche ou mau gosto. Sua obra, porém, não se limita a celebrar essa arquitetura de forma nostálgica ou documental. Há uma operação formal sofisticada em jogo. Ao isolar esses elementos e reapresentá-los em escala alterada, com materiais que explicitam sua natureza de fragmento e montagem, a artista os desloca de sua função utilitária e os reinstaura como linguagem plástica. Os trabalhos se tornam quase abstratos, lidos tanto como arquitetura quanto como corpo. São ao seu modo excrescências, apêndices, órgãos que crescem da parede. A casa deixa de ser apenas metáfora do íntimo e passa a se comportar como organismo&#8221;, declara Pollyana Quintella.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: <strong> </strong>Período: de 21 de março a 09 de maio / Local: Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea: Edifício Sede da Colônia Juliano Moreira &#8211; Estr. Rodrigues Caldas, 3400. Taquara, Rio de Janeiro. / Acessibilidade: audiodescrição e intérpretes de Libras. / Site: <a href="https://museubispodorosario.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://museubispodorosario.com/</a></p>



<p class="has-text-align-center">No dia da abertura, a artista realizará uma visita guiada. Além da exposição, &#8220;Casa Própria oferece um programa de formação com a artista e pesquisadores. O evento abordará temas como arquitetura popular, arte periférica e protagonismo feminino na produção artística, e ocorrerá durante o lançamento do catálogo. A mostra também conta com audiodescrição das obras e intérpretes de Libras na visita guiada e atividade formativa, garantindo acessibilidade às pessoas com deficiência. </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/casa-propria-primeira-individual-de-ana-hortides-no-museu-bispo-do-rosario-arte-contemporanea/">&#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides, no Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/03/casa-propria-primeira-individual-de-ana-hortides-no-museu-bispo-do-rosario-arte-contemporanea/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Instituto Artistas Latinas abre exposição sobre Arte Têxtil</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/03/instituto-artistas-latinas-abre-exposicao-sobre-arte-textil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=instituto-artistas-latinas-abre-exposicao-sobre-arte-textil</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/03/instituto-artistas-latinas-abre-exposicao-sobre-arte-textil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 11:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Artistas Latinas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=198158</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Instituto Artistas Latinas inaugura no Sesc Tijuca no Rio de Janeiro a exposição &#8220;Tecendo histórias&#160;&#8211;&#160;arte têxtil latino-americana&#8221;. Dedicado à pesquisa, formação de acervo e ações educativas em artes visuais com foco na produção feminina da região, o instituto apresenta uma seleção de obras de 11 artistas e dois coletivos da Argentina, Brasil, Guatemala e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/instituto-artistas-latinas-abre-exposicao-sobre-arte-textil/">Instituto Artistas Latinas abre exposição sobre Arte Têxtil</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Instituto Artistas Latinas inaugura no Sesc Tijuca no Rio de Janeiro a exposição &#8220;Tecendo histórias&nbsp;<strong>&#8211;&nbsp;</strong>arte têxtil latino-americana&#8221;. Dedicado à pesquisa, formação de acervo e ações educativas em artes visuais com foco na produção feminina da região, o instituto apresenta uma seleção de obras de 11 artistas e dois coletivos da Argentina, Brasil, Guatemala e Peru. Em foco, estão trabalhos que atualizam técnicas ancestrais em diálogo com questões estéticas e políticas contemporâneas. A curadoria é de Francela Carrera com co-curadoria de Ana Carla Soler e Carolina Rodrigues. Com entrada franca, a mostra abre no dia 14 de março (sábado) e vai até 14 de junho de 2026, na galeria do Sesc Tijuca, uma das maiores da Rede Sesc na região metropolitana do Rio.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo Francela Carrera (<a href="https://www.linkedin.com/in/francelacarrera/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.linkedin.com/in/francelacarrera/</a>), a arte têxtil vive hoje um momento de destaque nas artes visuais. “Antes considerada uma arte menor, agora ganha força não apenas pela dimensão estética, mas também pelo sentido político que incorporou”, afirma ela. “Por isso, quis reunir mulheres latino-americanas que, em suas pesquisas artísticas utilizam tecidos, fios, teares e bordados como meios de reflexão crítica também”, completa. “Em maior ou menor grau, todas as participantes mantêm vínculos com movimentos sociais e abordam, em seus trabalhos, diferentes pautas e debates contemporâneos. Além de uma exposição de arte, ‘Tecendo histórias’ é uma articulação de vozes, saberes e lutas”, diz Paulo Farias, diretor artístico do Instituto Artistas Latinas.</p>



<p class="has-text-align-center">Com expografia de Gisele de Paula (<a href="https://www.linkedin.com/in/gisele-de-paula-21a05268/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.linkedin.com/in/gisele-de-paula-21a05268/</a>), arquiteta da 36ª. Bienal de São Paulo, a mostra é dividida em cinco núcleos curatoriais. No eixo “Mobilização social”, as obras aparecem como instrumentos de denúncia e engajamento coletivo. Estão lá trabalhos do Coletivo Nacional de Mulheres do Movimento dos Atingidos por Barragens e das Serigrafistas Queer. A seção “Uma Geografia Sensível” traz criações têxteis de Ana Teresa Barbosa, Angelica Serech, Claudia Lara e Mayara, com narrativas de território por meio de cartografias íntimas e reflexões sobre ancestralidade e pertencimento. O núcleo “Têxtil Expandido – Corpo, Imagem e Performance” reúne iahra e Rafa Bqueer, com trabalhos que atravessam performance e moda, explorando diferentes processos para investigar as relações entre corpo, forma, matéria, ancestralidade e identidade. O núcleo “Retratos: presença e matéria” apresenta obras figurativas e de autorrepresentação. Karine de Souza, Laís Domingues e Mónica Millán investigam identidade e memória por meio do bordado, da impressão com materiais naturais e outras técnicas. Em “Espiritual e Sagrado”, a curadoria exibe trabalhos em bordado de Cláu Epiphanio e Nádia Taquary, que articulam temas como ancestralidade afro-brasileira, sagrado feminino e memórias do corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">Criado em 2019, o Instituto Artistas Latinas atua para ampliar e consolidar o reconhecimento da produção de mulheres na arte contemporânea. “A exposição entrelaça memórias, territórios e histórias de resistência, reafirmando a potência da arte têxtil como linguagem contemporânea e como fio condutor de novas narrativas”, finaliza Paulo Farias, fundador e presidente da instituição.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong><br><strong>Data</strong>: 14 de março a 14 de junho de 2026<br><strong>Artistas</strong>: Ana Teresa Barboza, Angelica Serech, Cláu Epiphanio, Claudia Lara, iahra, Karine de Souza, Laís Domingues, Mayara, Mónica Millán, Nádia Taquary, Rafa Bqueer, além dos coletivos Mulheres Atingidas por Barragens e Serigrafistas Queer<br><strong>Países envolvidos:</strong>  Brasil, Argentina, Guatemala e Peru<br><strong>Curadoria</strong>: Francela Carrera, com co-curadoria de Ana Carla Soler e Carolina Rodrigues <br><strong>Endereço</strong>: R. Barão de Mesquita, 539 – Tijuca  </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/instituto-artistas-latinas-abre-exposicao-sobre-arte-textil/">Instituto Artistas Latinas abre exposição sobre Arte Têxtil</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/03/instituto-artistas-latinas-abre-exposicao-sobre-arte-textil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>49ª edição da Novíssimos reúne treze artistas nacionais</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/03/49a-edicao-da-novissimos-reune-treze-artistas-nacionais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=49a-edicao-da-novissimos-reune-treze-artistas-nacionais</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/03/49a-edicao-da-novissimos-reune-treze-artistas-nacionais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 13:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=198055</guid>

					<description><![CDATA[<p>No coração do Jardim Botânico, a Galeria de Arte IBEU abre as portas para a 49ª edição da Novíssimos, a exposição coletiva mais tradicional do país dedicada a novos talentos. A seleção dos participantes deste ano foi resultado de um concorrido edital, ocorrido em novembro de 2025, que recebeu 115 inscrições. Pela primeira vez sob [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/49a-edicao-da-novissimos-reune-treze-artistas-nacionais/">49ª edição da Novíssimos reúne treze artistas nacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">No coração do Jardim Botânico, a Galeria de Arte IBEU abre as portas para a 49ª edição da Novíssimos, a exposição coletiva mais tradicional do país dedicada a novos talentos. A seleção dos participantes deste ano foi resultado de um concorrido edital, ocorrido em novembro de 2025, que recebeu 115 inscrições.</p>



<p class="has-text-align-center">Pela primeira vez sob curadoria de Bruno Miguel, a mostra reúne 13 nomes que mapeiam diferentes trajetórias. O panorama abrange desde a presença da artista Makh Hanamakh — nascida em Tóquio e radicada no Rio — até a força da produção fluminense com Beth Rocha, Bruna Manarelli, Carolina Amorim, Claudia Castro Barbosa, Patrícia Peixoto, Fogo e Ian Raposo. A seleção se completa com o olhar de Eduardo Baltazar (Niterói), Marcelo Rezende (São Gonçalo), Renan Henrique Carvalho (Espírito Santo), a recifense Ana Leal e o paulista João Buson.</p>



<p class="has-text-align-center">“Tenho a certeza de que muitas carreiras ainda terão esse “novo velho” salão como etapa importante dos seus desenvolvimentos artísticos. Assim como foi para mim e para tantos outros”, comenta Bruno Miguel.</p>



<p class="has-text-align-center">Apresentando um diálogo entre múltiplas linguagens, a exposição inclui pintura, fotografia, desenho, objetos e instalações. Mais do que uma mostra, a Novíssimos funciona como um salão de premiação: ao final da temporada, um dos participantes será eleito pela Comissão de Seleção do IBEU para realizar uma mostra individual na galeria.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong>  12 de março  até 08 de maio de 2026 / <strong>Local:</strong> Galeria de Arte IBEU &#8211; Rua Maria Angélica, 168 &#8211; Jardim Botânico  </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/49a-edicao-da-novissimos-reune-treze-artistas-nacionais/">49ª edição da Novíssimos reúne treze artistas nacionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/03/49a-edicao-da-novissimos-reune-treze-artistas-nacionais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Flávia Junqueira tem instalação imersiva no Theatro Municipal</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/03/flavia-junqueira-tem-instalacao-imersiva-no-theatro-municipal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=flavia-junqueira-tem-instalacao-imersiva-no-theatro-municipal</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/03/flavia-junqueira-tem-instalacao-imersiva-no-theatro-municipal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[exposição]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=198128</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Theatro Municipal do Rio (TMRJ) recebe a artista Flávia Junqueira exibindo sua instalação imersiva na Sala de Espetáculos. A instalação artística, que já esteve no TMRJ em 2025, no Teatro Tivoli BBVA em 2024 e na Opera Liceu de Barcelona em 2022, oferece ao público a oportunidade de ver a composição de sua obra, que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/flavia-junqueira-tem-instalacao-imersiva-no-theatro-municipal/">Flávia Junqueira tem instalação imersiva no Theatro Municipal</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Theatro Municipal do Rio (TMRJ) recebe a artista Flávia Junqueira exibindo sua instalação imersiva na Sala de Espetáculos. A instalação artística, que já esteve no TMRJ em 2025, no Teatro Tivoli BBVA em 2024 e na Opera Liceu de Barcelona em 2022, oferece ao público a oportunidade de ver a composição de sua obra, que utiliza balões de várias cores e tamanhos além de contar com efeitos de fumaça e sons coletados pela artista em parques de diversão durante suas viagens ao exterior.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao falar sobre a instalação, Flávia conta que uma das propostas é fazer com que as pessoas se sintam como parte do projeto. &#8220;A instalação é viva, começa de um jeito e termina de outro, pois não há reposição de balões. Assumimos a fragilidade e o tempo dos elementos que usamos. Então, começa e termina conforme a duração dos próprios materiais.&#8221;, afirma a artista. Outra proposta da experiência é mostrar ao público todo o processo de montagem, do começo ao fim. </p>



<p class="has-text-align-center">A experiência conta com horários de visitação das 10h até às 17h30, e cada uma tem duração de 40 minutos, onde os participantes poderão interagir com criação da artista.  Os ingressos estão disponíveis em no site (<a href="http://www.theatromunicipal.rj.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.theatromunicipal.rj.gov.br</a>).  </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/03/flavia-junqueira-tem-instalacao-imersiva-no-theatro-municipal/">Flávia Junqueira tem instalação imersiva no Theatro Municipal</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/03/flavia-junqueira-tem-instalacao-imersiva-no-theatro-municipal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
