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	<title>Arquivos Fernanda Montenegro - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Fernanda Montenegro - Rota Cult</title>
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		<title> Copacabana Palace rebatiza seu icônico teatro como Teatro Fernanda Montenegro </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:07:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Copacabana Palace anunciou um capítulo histórico na sua trajetória centenária: seu icônico teatro, um dos palcos mais prestigiados do país, passará a se chamar Teatro Fernanda Montenegro. A mudança de nome é, certamente, uma homenagem em vida à &#8220;Grande Dama&#8221; do teatro brasileiro, cuja trajetória se confunde com a própria história do hotel, honrando [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Copacabana Palace anunciou um capítulo histórico na sua trajetória centenária: seu icônico teatro, um dos palcos mais prestigiados do país, passará a se chamar Teatro Fernanda Montenegro. A mudança de nome é, certamente, uma homenagem em vida à &#8220;Grande Dama&#8221; do teatro brasileiro, cuja trajetória se confunde com a própria história do hotel, honrando o passado e inspirando o futuro. </p>


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<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--683x1024.jpeg" alt="Teatro Fernanda Montenegro" class="wp-image-198538" style="width:466px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--683x1024.jpeg 683w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--200x300.jpeg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--768x1152.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--1024x1536.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--1366x2048.jpeg 1366w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--280x420.jpeg 280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--150x225.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--300x450.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--696x1044.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro--1068x1602.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Copacabana-Palace-rebatiza-seu-iconico-teatro-como-Teatro-Fernanda-Montenegro-.jpeg 1367w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Bob Wolfenson</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Fernanda Montenegro com seus 96 anos e mais de 80 de vida pública, detém o título de atriz que mais vezes ocupou o palco do Copacabana Palace, somando o maior número de temporadas na história do teatro. Sua relação com a casa vem desde o início de sua carreira, quando em 1950 estreou na peça &#8220;As alegres canções na montanha &#8220;(3200 metros de altitude), sob direção de Ester Leão. Ao longo das décadas seguintes, Fernanda protagonizou sucessos memoráveis no Copa, como &#8220;Jezebel: (1952), &#8220;Mary Mary&#8221; (1963), &#8220;Qualquer quarta-feira&#8221; (1964) e &#8220;Plaza suíte&#8221; (1970).</p>



<p class="has-text-align-center">Ulisses Marreiros, Diretor da Belmond no Brasil conta que para o Copacabana Palace, é uma honra imensurável que o teatro leve o nome de Fernanda. &#8220;Ela ajudou a construí-lo como um ícone da cultura brasileira. Rebatizá-lo é celebrar o passado, o presente e o futuro da nossa arte&#8221;, afirma.  </p>



<p class="has-text-align-center">A solene homenagem em vida, com a oficialização do novo nome aconteceu no dia 1º de abril de 2026, durante edição especial do Copa Art Talks, série de eventos que promove debates sobre a arte contemporânea, cultura e sustentabilidade. A cerimônia contou com a presença da própria Fernanda Montenegro, que subiu ao palco uma conversa especial com a jornalista Marina Caruso sobre o compasso da vida que é o tempo.</p>



<p class="has-text-align-center">Dando continuidade às celebrações, entre os dias 3 e 5 de abril e de 17 a 19 de abril, Fernanda Montenegro voltará a ocupar os palcos do teatro com uma série de leituras dramatizadas de obras de Nelson Rodrigues e Simone de Beauvoir, proporcionando ao público um encontro íntimo e exclusivo.<br>&nbsp;</p>
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		<title>Velhos Bandidos: Fernanda Montenegro se despede das telonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema brasileiro geralmente carrega uma carga pesada para a tela grande. Ou trata-se de um filme premiado internacionalmente cheio de credenciais, ou temos em mãos filmes experimentais cujos festivais nacionais louvaram, ou blockbusters cheios de estrelas cuja função primordial é levar espectadores aos cinemas em pencas, no meio disso, uma produção como Velhos Bandidos soa como [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O cinema brasileiro geralmente carrega uma carga pesada para a tela grande. Ou trata-se de um filme premiado internacionalmente cheio de credenciais, ou temos em mãos filmes experimentais cujos festivais nacionais louvaram, ou blockbusters cheios de estrelas cuja função primordial é levar espectadores aos cinemas em pencas, no meio disso, uma produção como <em>Velhos Bandidos </em>soa como um OVNI. Pensado em larga escala, com uma produção robusta, somos apresentados a um produto final que soa com uma suavidade que não se imaginava, com uma leveza de intenções que não é comum em qualquer cinematografia, mas especialmente a brasileira (do qual mais temos contato) parece apartada dessa natureza, onde a pressão por resultados parece pedir espaço para a despretensão passar. </p>



<p class="has-text-align-center">Claudio Torres vinha de uma carreira cinematográfica das mais promissoras quando lançou <em>O Homem do Futuro</em>, seu maior sucesso comercial, e que foi bem de crítica também. Sua estreia na direção de longas tinha ocorrido 7 anos antes, com o premiadíssimo <em>Redentor</em>. Logo após o sucesso com Wagner Moura, no entanto, Torres emendou vários trabalhos televisivos (e retomou sua antiga parceria com Marisa Monte), e somente quase 15 anos depois de seu último longa, retorna aos cinemas. Como todos os seus títulos anteriores, trata-se de uma comédia que tem uma senhora responsabilidade, a princípio: sua mãe, a &#8220;desconhecida&#8221; Fernanda Montenegro, declara que trata-se de sua despedida dos cinemas. Prestes a completar 97 anos, nossa Maior de Todas resolveu descansar das telonas, com todo direito. </p>



<p class="has-text-align-center">Com isso,&nbsp;<em>Velhos Bandidos&nbsp;</em>adquiriu um status maior do que propõe para o público, e a expectativa, nesse caso, pode não ser boa aliada. O melhor a ser feito diante do filme é encará-lo como esse assumido objeto não identificado: uma produção que não tem qualquer outra intenção que não a de fazer o espectador relaxar e aproveitar cada um dos 90 minutos dentro da sala de cinema. Seu compromisso é com o prazer de acompanhar uma história redonda, bem contada e sem maiores arroubos estéticos, mas isso conservando um caráter clássico de contar a mesma história já vista antes. Um roteiro sobre golpe, onde grupos de espertos sempre precisam mostrar uma nova faceta de inteligência durante os preparativos de um golpe definitivo, capaz de transformar um grupo acima de qualquer suspeita em potenciais criminosos &#8211; incluindo um casal de idosos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O ritmo do filme é bem calibrado ao que pede uma comédia de ação, ou a coisa mais parecida com isso possível. Porque, no fundo,&nbsp;<em>Velhos Bandidos&nbsp;</em>não tem algo de mais memorável, cinematograficamente falando, que esse encontro entre colegas veteranos e sua capacidade graciosa de não nos cobrar uma solução para os eventos de forma exuberante. No tanto que pode entreter &#8211; e o faz de maneira eficiente &#8211; o filme igualmente entrará na nossa lembrança como a despedida de Fernanda Montenegro das telonas, e quase nada além disso. Que os convites para participar dessa festa de despedida tenham incluído tantos nomes prestigiados, essa é a ideia de evento inesquecível, de alguma maneira.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Falamos de um grupo que reúne, além dos personagens centrais, Reginaldo Faria, Vera Fischer, Tony Tornado, Teca Pereira, Hamilton Vaz Pereira; ou seja, trata-se de um momento verdadeiramente raro. O filme ainda guarda um protagonismo raro a Ary Fontoura, um dos mais formidáveis e ativos atores brasileiros, infelizmente com passagens esporádicas pelo cinema (mas que retorna em breve, com&nbsp;<em>Amigos em Fuga</em>), aqui à vontade. Bruna Marquezine e Vladimir Brichta estão igualmente encantadores como os jovens ladrões que se veem refletidos no casal mais velho, enquanto Lázaro Ramos tem o personagem mais plano do elenco principal, e faz o que pode com o material.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Mas não vamos nos enganar, o motivo principal para nos deslocarmos aos cinemas sempre que seu nome é anunciado, é Fernanda Montenegro. Após sua espetacular interpretação ano passado em&nbsp;<em>Vitória</em>, a dama maior volta a se apropriar de uma vertente sua que o cinema não encontrava há muito tempo: o humor, aquele até quase rasgado. O que caracteriza esse possível derradeiro encontro com o Cinema é o prazer absoluto; trabalhar com o filho, estar ao lado de amigos da vida toda, poder ainda protagonizar um filme que se candidata a blockbuster, e muito disso por conta de sua presença, é um privilégio para o público. Nenhum agradecimento será suficiente em vivermos o mesmo tempo de dona Fernanda, e poder observar, ainda que por um milésimo, a grandiosidade de sua postura e seu talento que persiste em nos impressionar. Bravo!&nbsp;</p>
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		<title>Fernanda Montenegro Lê Nelson Rodrigues e Simone De Beauvoir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 14:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Montenegro]]></category>
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		<category><![CDATA[Simone De Beauvoir]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernanda Montenegro Lê Nelson Rodrigues e Simone De Beauvoir. A veterana atriz faz leituras dramáticas e emocionantes baseadas na obra “Nelson Rodrigues Por Ele Mesmo”, de Sônia Rodrigues, e também aborda a visão libertária de Beauvoir (1908-1986) sobre o feminismo, além de sua ligação de vida com o filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980).  Serviço: 12 a [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Fernanda Montenegro Lê Nelson Rodrigues e Simone De Beauvoir. A veterana atriz faz leituras dramáticas e emocionantes baseadas na obra “Nelson Rodrigues Por Ele Mesmo”, de Sônia Rodrigues, e também aborda a visão libertária de Beauvoir (1908-1986) sobre o feminismo, além de sua ligação de vida com o filósofo Jean-Paul Sartre (1905-1980). </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 12 a 27 de julho<br>Nelson Rodrigues &#8211; Sábados, às 20h30<br>Simone De Beauvoir – Domingos, às 19h30  Ingressos <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/105991" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/105991</a> <br><strong>Classificação indicativa:</strong> 12 anos</p>
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		<title>Vitória: Andrucha Waddington une tensão, sociologia e Fernanda Montenegro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA["Vitória"]]></category>
		<category><![CDATA[Andrucha Waddington]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cria de um tempo em que o videoclipe era a maior diversão, Andrucha Waddington tem em seu currículo documentários que traziam a música, sobretudo o canto, em sua argamassa dramatúrgica, como &#8220;Viva São João!&#8221; (2002) e &#8220;Pedrinha de Aruanda&#8221; (2007). Sua gênese na ficção, em metragem longa, foi delineada pela luz de seu diretor de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Cria de um tempo em que o videoclipe era a maior diversão, Andrucha Waddington tem em seu currículo documentários que traziam a música, sobretudo o canto, em sua argamassa dramatúrgica, como &#8220;Viva São João!&#8221; (2002) e &#8220;Pedrinha de Aruanda&#8221; (2007). Sua gênese na ficção, em metragem longa, foi delineada pela luz de seu diretor de fotografia, Breno Silveira (1964-2022), que se sagrou como realizador há vinte anos, ao lançar &#8220;2 Filhos de Francisco&#8221; (que tinha aves canoras da canção sertaneja em sua medula). Andrucha primeiro rodou &#8220;Gêmeas&#8221;, de 1998, com (sua atual companheira) Fernanda Torres, que investigava os perigos de uma metrópole numa dinâmica de thriller. Na sequência, fez &#8220;Eu, Tu, Eles&#8221;, que lhe valeu menção honrosa na mostra Un Certain Regard de Cannes, há 25 anos. Tem um pedacinho de cada uma dessas experiências supracitadas – inclusive uma influência saudosa de Breno – na essência de &#8220;Vitória&#8221;, o exercício de direção mais meticuloso do cineasta. <br><br>É de se estranhar o fato de que, nas sequências iniciais, haja ausência total de uma trilha (ainda que incidental) servindo de tapeçaria às andanças da massagista Josefina, conhecida só como Dona Nina (papel da imortal da ABL Fernanda Montenegro), pelas ruas do Rio. Um acordezinho era o mínimo a se esperar de quem fez o Brasil cantar (e dançar) ao som do hit &#8220;Esperando na Janela&#8221;, de Gil, na trilha da <em>love story </em>de título pronominal com Regina Casé (&#8220;Eu, Tu, Eles&#8221;). A estranheza inicial se perpetua &#8220;Vitória&#8221; adentro, deixando que ruídos de uma cidade frenética, em especial o barulho de pipocos de 9MM e traçados de AR15, embalem o que se vê. <br><br>Hora ou outra rola uma evocação à &#8220;Dança da Motinha&#8221; e aos &#8220;Popozudas&#8221; afins do Funk local do início dos anos 2000, e, numa sequência deslumbrante, um som pra se curtir a dois embala uma boate do Rio. O resto é silêncio&#8230; ou quase, pois, por dentro, as placas tectônicas afetivas de Dona Nina fazem fricção&#8230; numa implosão avassaladora. Dela brota barulho.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="230" height="153" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Vitoria.png" alt="Vitória" class="wp-image-186800" style="width:368px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Vitoria.png 230w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Vitoria-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 230px) 100vw, 230px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Até o terremoto de sua indignação – em relação à violência do tráfico no Rio – tremer terras (e telas), a partir de uma região chamada pelo filme de Ladeira da Misericórdia, nota-se a câmera a se mover de forma cirúrgica. Os movimentos têm uma precisão algébrica, incomum ao estilo comumente mais leve e arejado de Andrucha (vide &#8220;Casa de Areia&#8221;). O represamento musical e os enquadramentos rigorosos expõem sinais de maturidade de um cineasta há tempos dedicado à televisão (em seriados e minisséries como &#8220;Fim) e sugerem um vínculo (de solidez) com as experiências documentais de seu passado.</p>



<p class="has-text-align-center">Seus filmes sobre (e com) Bethânia e Gil eram também filmes sobre as arenas onde eles se apresentavam, eram abordagens cartográficas de ídolos da MPB em ação. &#8220;Vitória&#8221; é a cartografia de um Rio sem amparo legal. Lula Cerri fotografa essa paisagem sem excessos de cor, enquadrando o apartamento de Nina com pouca luz, quase numa atmosfera bruxuleante.</p>



<p class="has-text-align-center">Ela precisa de pouco para ser feliz dentro dele. Só carece de seus LPs e de suas xícaras de café, a julgar pelo desenho de personagem estruturado pelo delicado roteiro de Paula Fiúza (egressa da não ficção também), que teve colaborações de seu parceiro, Breno. Era ele o diretor original de &#8220;Vitória&#8221;. Depois de sua morte, seu amigo e colega de set, Andrucha, assumiu o posto, na tarefa de arrancar de um titã, Fernandona (sua sogra), uma atuação calcada em sufocos e engasgos.</p>



<p class="has-text-align-center">Nina sufocou muito no tanto que a engasgou, sobretudo perdas inerentes à relação abusiva com patrões de outrora. Conseguiu comprar um apezinho aprumadinho pra si com a poupança suada de anos de labuta e humilhação. Por isso, agarra-se tanto a seu lar, mesmo quando ele se encontra na mira de balas perdidas na troca de chumbo entre bandidos e uma banda da PM nada lícita. Sua história é um espelho ficcional dos fatos vividos por Joana da Paz, aposentada que desmascarou uma quadrilha de traficantes e policiais corruptos, na Ladeira das Tabajaras, na Zona Sul do Rio, com filmagens em fitas VHS.</p>



<p class="has-text-align-center">Incluída no Serviço de Proteção à Testemunha, Joana foi apelidada de &#8220;Vitória&#8221; para se salvar da investida de malfeitores. Teve sua identidade mantida em sigilo por dezessete anos, até morrer em 2023, após o término das filmagens do longa.<br><br>Tal qual se deu com Joana, o calvário de Nina envolve o videotape, um suporte que marcou a formação de Andrucha, como espectador e diretor, e inspirou cults tipo &#8220;Videodrome&#8221; (1983), de David Cronenberg, ou o &#8220;sexo, mentiras e videotape&#8221; (Palma de Ouro de 1989), de Steven Soderbergh. VHS é um signo de registro em dispositivos analógicos, é uma metáfora do lastro e, com ele, da memória que se cristaliza em objetos, da memória materializada. Nina é uma espécie de invólucro material de recordações de um Brasil de agressividades, mas também de belezas. Olha para o entorno de seu prédio com a lembrança da mata que lá existia. Fala dessa mata nos depoimentos que dá ao jornalista Flávio Godoy, figura que arranca de Alan Rocha um desempenho cirúrgico, sem arroubos, mas calcado de emoção. </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, Alan brilha em cada plano que tem para si no papel de Godoy. O repórter é a primeira pessoa que dá atenção ao empenho de Nina para denunciar a guerra em seu perímetro residencial, usando fitas que gravou das frestas de sua persiana como provas de que o RJ virou Saigon. Caberá a ele servir como um vetor dinâmico para que ela empreenda a jornada que fará dela uma heroína. Como é bonito ver um filme sobre empenhos heroicos num cinema brasileiro que aprendeu a valorizar essa condição (o sacrifício em prol do Bem) depois de &#8220;Ainda Estou Aqui&#8221;, do qual nossa estrela maior também participa. </p>



<p class="has-text-align-center">A maneira como Andrucha põe o heroísmo em prática foge de coloridos hollywoodianos, numa veia sociológica que põe o etarismo e os conflitos de classe em foco. Lembra &#8220;Lola&#8221; (2009), joia do filipino Brillante Mendoza, indicada ao Leão de Ouro, assim como lembra (pela bravura de Nina) o esquecido &#8220;Aleksandra&#8221; (2007), do russo Aleksandr Sokurov. &#8220;Vitória&#8221; é como os tratados cinemáticos sobre corpos femininos de cabelos agrisalhados pelo Tempo em fluxo por espaços no qual não são bem-vindos. Nina é malquista em certos cantos, pois incomoda. Causa angústia sobretudo no Major Messias, oficial que Marcio Ricciardi estrutura (brilhantemente) como um vilão, digno dos criminosos fardados que davam trabalho para o Rambo nos longas dos anos 1980. É ruim como o militar eslavo de Steven Berkoff em &#8220;Rambo II – A Missão&#8221;, numa ruindade fleumática. </p>



<p class="has-text-align-center">O incômodo que a justiceira encarnada por Fernanda Montenegro dá a Messias é proporcional (só que num extremo inverso) ao bem que faz à  cabeleleira Bibiana (Linn da Quebrada) e ao guri Marcinho (Thawan Lucas). Essa dupla integra o rol de satélites que o script de Paula Fiúza espalha pelo caminho de Nina, no empenho de erigir uma Comédia Humana da Babel carioca. Nela, muitos falam e ninguém se entende. Pelo menos a polícia finge não entender. Nesse oásis de desentendimentos e de desatenções, Nina sabe olhar o próximo, sabe amparar quem precisa, sabe tentar.</p>



<p class="has-text-align-center"> Com a ajuda de uma edição em estado de graça de Sérgio Mekler, Andrucha conta a saga de &#8220;Vitória&#8221; desafiando CNTPs, num suspense sufocante, mas regado a empatia. Treinou bem sua musculatura para a ação na série e no filme &#8220;Sob Pressão&#8221; e aplica o que colheu neles num longa precioso, que atesta o quanto sofisticou seu ferramental dramatúrgico. </p>



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<div class="youtube-embed" data-video_id="3Zr6YJ02r5g"><iframe title="Vitória | Trailer | 13 de março nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/3Zr6YJ02r5g?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Fernanda Montenegro é homenageada no Canal Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Oct 2024 12:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Matérias]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernanda Montenegro, uma das maiores atrizes do Brasil, completa 95 anos no dia 16 de outubro e, para celebrar, o Canal Brasil vai exibir uma maratona de filmes com mais de 24 horas de programação dedicadas a ela. Com um acervo que passeia pelos 70 anos de carreira da atriz, o canal traz para a grade os [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><strong>F</strong>ernanda Montenegro, uma das maiores atrizes do Brasil, completa 95 anos no dia 16 de outubro e, para celebrar, o Canal Brasil vai exibir uma maratona de filmes com mais de 24 horas de programação dedicadas a ela. </p>



<p class="has-text-align-center">Com um acervo que passeia pelos 70 anos de carreira da atriz, o canal traz para a grade os longas-metragens &#8220;Central do Brasil&#8221;, de Walter Salles; &#8220;Casa de Areia&#8221;, de Andrucha Waddington; &#8220;Piedade&#8221;, de Cláudio Assis; &#8220;Veja Esta Canção&#8221;, de Cacá Diegues; &#8220;Minha Namorada&#8221;, de Zelito Viana e Armando Costa; &#8220;Gêmeas&#8221;, de Andrucha Waddington; &#8220;O Que é Isso, Companheiro?&#8221;, de Bruno Barreto; &#8220;Infância&#8221;, de Domingos Oliveira; &#8220;A Hora da Estrela&#8221;, de Suzana Amaral; &#8220;Eles Não Usam Black-Tie&#8221;, de Leon Hirszman; &#8220;Redentor&#8221;, de Cláudio Torres; &#8220;O Auto da Compadecida&#8221;, de Guel Arraes; &#8220;A Vida Invisível&#8221;, de Karim Aïnouz; &#8220;Tudo Bem&#8221;, de Arnaldo Jabor; &#8220;Traição&#8221;, de Arthur Fontes, Cláudio Torres e José Henrique Fonseca; &#8220;Boa Sorte&#8221;, de Carolina Jabor; e o curta-metragem &#8220;A Dama do Estácio&#8221;, de Eduardo Ades. O Canal Brasil também exibe uma entrevista da atriz em edição especial do Cinejornal.</p>



<p class="has-text-align-center">A Maratona Fernanda Montenegro 95 anos acontece no dia 16 de outubro, a partir de 0h.</p>
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		<title>Fernanda Montenegro, dama da dramaturgia brasileira, ganha documentário</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 11:55:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dama da dramaturgia e ícone da arte nacional, a poucos meses de completar 95 anos, Fernanda Montenegro continua a fazer o que mais ama e encanta: interpretar. Para celebrar a carreira, refletir sobre suas contribuições para o teatro e o cinema brasileiro, além de ressaltar seu importante papel como figura cultural influente, a Conspiração anuncia [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Dama da dramaturgia e ícone da arte nacional, a poucos meses de completar 95 anos, Fernanda Montenegro continua a fazer o que mais ama e encanta: interpretar. Para celebrar a carreira, refletir sobre suas contribuições para o teatro e o cinema brasileiro, além de ressaltar seu importante papel como figura cultural influente, a Conspiração anuncia a produção do documentário que testemunha a potência do processo criativo da atriz, enquanto lida com os desafios da idade para continuar fazendo o que mais ama: interpretar. E não faltam novos projetos na vida de Fernanda que continua ativa no teatro e no cinema.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia 18 de agosto, Fernanda apresentou a leitura de &#8216;A Cerimônia do Adeus&#8217;, de Simone Beauvoir, onde foram captadas imagens das preparações para sua maior apresentação pública recente. Com entrada franca, o evento foi uma realização Itaú e aconteceu no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo.</p>



<p class="has-text-align-center">Um filme de Pedro Waddington, produzido por Andrucha Waddington e produção executiva de Luísa Barbosa, Renata Brandão e Tania Pacheco, o longa-metragem é uma produção da Conspiração, em associação com Hysteria, Trígonos Produções Culturais e Bonarcado Produções Artísticas<em>, e </em>está em fase de gravação.</p>
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