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	<title>Arquivos museu - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos museu - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides, no Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea apresenta a exposição &#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides na instituição. Com curadoria de Pollyana Quintella, a exposição reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo. A partir de referências diretas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea apresenta a exposição &#8220;Casa Própria&#8221;, primeira individual de Ana Hortides na instituição. Com curadoria de Pollyana Quintella, a exposição reúne um conjunto de trabalhos produzidos ao longo dos últimos anos de pesquisa da artista, incluindo obras inéditas, e propõe uma reflexão sobre a casa como espaço simbólico, político e afetivo.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir de referências diretas à arquitetura do subúrbio carioca, Ana Hortides desenvolve uma investigação plástica que transforma elementos recorrentes da construção civil popular em matéria artística. Cimento, azulejos, pisos e fragmentos cerâmicos aparecem em esculturas, instalações e pinturas que deslocam esses materiais de seu uso funcional, criando estruturas que tensionam noções de permanência, improviso e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center">Oriunda de Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, a artista estabelece uma relação direta entre sua trajetória pessoal e os modos de construção presentes nas periferias urbanas. Escadas, lajes, fachadas e platibandas, frequentemente associadas ao trabalho informal e ao saber prático de pedreiros e construtores populares, surgem na exposição como formas autônomas, deslocadas de suas funções originais para se afirmarem como linguagem visual e discurso crítico.</p>



<p class="has-text-align-center"> Em &#8220;Casa Própria&#8221;, Hortides investiga os padrões ornamentais que marcam as fachadas das casas populares brasileiras, especialmente o uso de cacos cerâmicos e pisos coloridos aplicados de forma manual. Essas composições, muitas vezes nomeadas pela artista como &#8220;padrão&#8221; ou &#8220;raios&#8221;, compõem um repertório visual que atravessa o cotidiano urbano e ganha densidade poética no espaço expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O meu trabalho nasce da observação da construção civil popular brasileira e das fachadas ornamentadas com cacos cerâmicos, entendidas como um repertório visual. As séries transformam esses gestos e materiais cotidianos em escultura, afirmando identidades populares e o valor simbólico dessas arquiteturas que resistem ao tempo&#8221;, diz Ana Hortides.</p>



<p class="has-text-align-center">As fachadas, platibandas e terraços dessas construções possuem uma estética única, carregada de significados afetivos, históricos e culturais, expressos nos adornos, desenhos e padrões formados por pisos e cacos cerâmicos coloridos. Essa memória visual e material é diretamente conectada à experiência pessoal de Ana Hortides, cuja família ergueu, com as próprias mãos, a casa onde ainda vivem no subúrbio do Rio de Janeiro. A pesquisa da artista se entrelaça com a tradição da autoconstrução, tão presente nas periferias brasileiras, e com rituais comunitários como &#8220;bater laje&#8221;, símbolo potente de resistência e pertencimento.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;As platibandas e raios de Ana Hortides inscrevem uma estética que a modernidade brasileira frequentemente tratou com desprezo, classificando-a como kitsch, pastiche ou mau gosto. Sua obra, porém, não se limita a celebrar essa arquitetura de forma nostálgica ou documental. Há uma operação formal sofisticada em jogo. Ao isolar esses elementos e reapresentá-los em escala alterada, com materiais que explicitam sua natureza de fragmento e montagem, a artista os desloca de sua função utilitária e os reinstaura como linguagem plástica. Os trabalhos se tornam quase abstratos, lidos tanto como arquitetura quanto como corpo. São ao seu modo excrescências, apêndices, órgãos que crescem da parede. A casa deixa de ser apenas metáfora do íntimo e passa a se comportar como organismo&#8221;, declara Pollyana Quintella.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: <strong> </strong>Período: de 21 de março a 09 de maio / Local: Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea: Edifício Sede da Colônia Juliano Moreira &#8211; Estr. Rodrigues Caldas, 3400. Taquara, Rio de Janeiro. / Acessibilidade: audiodescrição e intérpretes de Libras. / Site: <a href="https://museubispodorosario.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://museubispodorosario.com/</a></p>



<p class="has-text-align-center">No dia da abertura, a artista realizará uma visita guiada. Além da exposição, &#8220;Casa Própria oferece um programa de formação com a artista e pesquisadores. O evento abordará temas como arquitetura popular, arte periférica e protagonismo feminino na produção artística, e ocorrerá durante o lançamento do catálogo. A mostra também conta com audiodescrição das obras e intérpretes de Libras na visita guiada e atividade formativa, garantindo acessibilidade às pessoas com deficiência. </p>
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		<title>Museu Carmen Miranda promove programação especial no aniversário da Pequena Notável</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 11:16:20 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">O Museu Carmen Miranda promove uma programação especial para celebrar a semana do aniversário da Pequena Notável, que ocorre na próxima segunda-feira (9). Aliás, as atividades integram ações educativas, culturais e musicais que reforçam a importância da artista para a cultura brasileira e dialogam com o público de diferentes faixas etárias, ampliando o acesso ao acervo e à memória da estrela. Além disso, ainda em fevereiro, o espaço vai ganhar um novo projeto de acessibilidade.</p>



<p class="has-text-align-center">O ponto alto da programação acontece no fim de semana especial de aniversário, entre os dias 6 e 8 de fevereiro. Na sexta-feira (6), o público poderá participar da oficina de confecção de tiaras, às 14h. No sábado (7), haverá customização de abadás, também às 14h, seguida de uma apresentação musical da Escola de Música Villa-Lobos, às 16h. Já no domingo (8), a programação inclui uma oficina de música com confecção de instrumentos a partir de materiais recicláveis, às 14h, além de nova apresentação musical da Escola de Música Villa-Lobos, às 16h.</p>



<p class="has-text-align-center">Além das atividades comemorativas, como parte da celebração, o museu prorrogou a exposição &#8220;Carmen: Luz e Ação&#8221;, que segue em cartaz com troca parcial de acervo. A mostra convida o público a revisitar a trajetória artística de Carmen Miranda, reafirmando seu legado na música, no cinema e na construção da identidade cultural brasileira. </p>



<p class="has-text-align-center">A agenda comemorativa continua nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro, com ações voltadas à reflexão, criatividade e sustentabilidade. Na sexta-feira (20), acontece a segunda roda de conversa sobre a sensibilização das barreiras comunicacionais do museu, com uma oficina de Libras, às 14h. No sábado (21), o público poderá participar da oficina de customização de bolsas, às 14h. Encerrando a programação, no domingo (22), será realizada mais uma oficina de música com confecção de instrumentos, às 14h. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: Período: 6 a 8 e 20 a 22 de fevereiro. / Local: Museu Carmen Miranda (Avenida Rui Barbosa &#8211; Flamengo) / Entrada gratuita</p>
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		<title>TurisMall anuncia exposição &#8220;Turismo do Amanhã&#8221; no Museu do Amanhã</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 12:02:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro receberá, entre os dias 12 e 14 de março de 2026, o TurisMall – Festival Multieventos de Turismo, Negócios e Criatividade, uma das maiores plataformas integradas de turismo, inovação e negócios já realizadas no país. O evento anuncia a realização da exposição &#8220;Turismo do Amanhã by TurisMall&#8221;, que ocupará o Museu [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Rio de Janeiro receberá, entre os dias 12 e 14 de março de 2026, o TurisMall – Festival Multieventos de Turismo, Negócios e Criatividade, uma das maiores plataformas integradas de turismo, inovação e negócios já realizadas no país. O evento anuncia a realização da exposição &#8220;Turismo do Amanhã by TurisMall&#8221;, que ocupará o Museu do Amanhã, reunindo destinos turísticos, experiências imersivas e conteúdos estratégicos voltados às principais tendências que irão moldar o futuro do setor no Brasil e no mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo dos três dias, o TurisMall promoverá simultaneamente uma programação de fóruns e encontros estratégicos em diferentes pontos da cidade, consolidando-se como um espaço de debates, articulação institucional e geração de negócios. Estão previstos o Fórum Audiovisual e Turismo, o Fórum de Segurança no Turismo, o Fórum Brasil–China, o LIDE Rio – Mulheres no Turismo, o Encontro das Embaixadas e o Congresso de Tecnologia para o Turismo e Compras Públicas (CPSI).</p>



<p class="has-text-align-center">O evento contará com a presença de lideranças globais do turismo, como&nbsp;<a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/b2f87171-bdd6-40da-6e96-08de327c2f5c/https%253a%252f%252fwww.panrotas.com.br%252fviagens-de-luxo%252feventos%252f2025%252f12%252fsimon-mayle-reune-convidados-para-almoco-durante-iltm-cannes-2025-fotos_224109.html/de70e4b9-cce2-46fe-a0f3-633d4e3b7685/contato@rotacult.com.br/True" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Simon Mayle</a>, da International<a href="https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/b2f87171-bdd6-40da-6e96-08de327c2f5c/https%253a%252f%252fwww.iltm.com%252f/de70e4b9-cce2-46fe-a0f3-633d4e3b7685/contato@rotacult.com.br/True" rel="noreferrer noopener" target="_blank">&nbsp;Luxury Travel Market (ILTM)</a>; representantes da Visit Portugal; United States Tour Operators Association (USTOA); Visit Las Vegas entre outros.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição &#8220;Turismo do Amanhã&#8221; terá como foco a apresentação de destinos, projetos estruturantes e soluções inovadoras, abordando temas como sustentabilidade, tecnologia, inteligência de dados, audiovisual, segurança, economia criativa e novas experiências para o viajante contemporâneo.</p>
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		<title>Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro recebe exposição sobre beleza e caos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro apresenta a exposição coletiva  &#8216;Da Beleza ao Caos &#8211; a cidade que habita em nós&#8217;, com curadoria de Osvaldo Carvalho, convidando a pensar na cidade como um espaço vivo, afetivo e em constante transformação. Inspirada pela ideia de que &#8220;a cidade não é apenas um espaço [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro apresenta a exposição coletiva  &#8216;Da Beleza ao Caos &#8211; a cidade que habita em nós&#8217;, com curadoria de Osvaldo Carvalho, convidando a pensar na cidade como um espaço vivo, afetivo e em constante transformação. Inspirada pela ideia de que &#8220;a cidade não é apenas um espaço físico, mas uma forja de relações&#8221;, como afirma o escritor moçambicano Mia Couto. A exposição reúne artistas cujos trabalhos exploram a tensão e a harmonia entre ordem e desordem, encanto e turbulência, memória e cotidiano.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao percorrer os trabalhos do conjunto expositivo experimentamos múltiplas vertentes que compõem o convívio humano: identidade, pertencimento, aprendizagem, memória e transformação. Os diálogos visuais se entrelaçam como um grande mosaico, onde o belo e o caótico se complementam, à maneira do Yin Yang, revelando que cada extremo é, também, parte essencial do outro.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição quer transportar a um entendimento quase filosófico de que beleza e caos caminham lado a lado, constituindo uma trama emocional tão complexa quanto fascinante. A temática atravessa diversas expressões culturais ao longo do tempo: da música — como em Rio 40 Graus, de Fernanda Abreu, Fausto Fawcett e Laufer — ao cinema, com o documentário Neville D&#8217;Almeida – Cronista da Beleza e do Caos; da literatura, em A Beleza do Caos, de Thales Amaral, ao teatro, na obra homônima de Nelson Baskerville. Em todos esses casos, emerge uma narrativa que revela os movimentos íntimos e coletivos da vida urbana, onde serenidade e inquietação coexistem como forças complementares.</p>



<p class="has-text-align-center">Participam da mostra, que tem Lia do Rio como homenageada, os seguintes artistas: Andréa Facchini, Anita Fiszon, Benjamin Rothstein, Bruno Castaing, Daniela Marton, Fátima Vollú, Gloria Seddon,Helena Trindade, Heloisa Alvim, Jabim Nunes, Kacá Versiani, Laura&nbsp; Bonfá Burnier, Leila Bokel, Luís Teixeira, Luiz Badia, Luiz Bhering, Marcela Wirá, Maria Eugê</p>



<p class="has-text-align-center">nia Baptista, Marilou Winograd, Mario Camargo, Marcelo Rezende, Osvaldo Carvalho, Osvaldo Gaia, Petrillo, Roberto Tavares, Rodrigo Viana, Rose Aguiar, Regina Hornung, Sanagê, Sandra Gonçalves, Sandra Passos, Sonia Guaraldi e Vania Pena C.<br>Além da exposição, haverá uma vídeo performance Sonora com os artistas&nbsp;André Sheik, Luiz Badia e Osvaldo Carvalho,&nbsp;que tem um projeto de criar trilhas sonoras ao vivo de imagens de vídeo arte criadas por Badia, que mesclam pintura e filmagens, resultando numa imersão sensorial, usando imagens da natureza em vídeo projetado, no caso, paisagens que são sonorizadas ao vivo pela banda, através de sintetizadores, pianos, guitarras e percussão eletrônica. A proposta para o café do Museu do Parque da Cidade é exibir durante a vernissage, um ato de arte sonora que vai tocar no sensorial do espectador com duração de&nbsp; 25 minutos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura acontece no dia 13 de dezembro, das 11h às 16h, e pode ser visitada até o dia 08 de fevereiro de 2026, com entrada franca. / Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro – MHC RIO<br>Estrada Santa Marinha, s/nº — Gávea </p>
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		<title>Museu de Favela (MUF) reabre para o público</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;O Museu de Favela (MUF), localizado no complexo Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Ipanema, reabre para o público, no dia 10 de dezembro, a sua nova sede e base de gestão do museu territorial. O marco dessa retomada é a inauguração de nova série da exposição &#8220;Um Despertar de Almas e de Sonhos&#8220;, resultado da iniciativa [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&nbsp;O Museu de Favela (MUF), localizado no complexo Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, em Ipanema, reabre para o público, no dia 10 de dezembro, a sua nova sede e base de gestão do museu territorial. O marco dessa retomada é a inauguração de nova série da exposição &#8220;<em>Um Despertar de Almas e de Sonhos</em>&#8220;, resultado da iniciativa público-privada que amplia as possibilidades de atuação do museu, dentro de uma favela da Zona Sul carioca, acolhendo narrativas culturais e biográficas de outras importantes favelas do Rio de Janeiro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição de inauguração da nova sede do MUF comporta ambientes físicos e digitais, integrando acervos, experiências com realidade virtual, uma sala imersiva e um game interativo no Roblox.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A iniciativa do Governo do Estado do Rio, com projetos elaborados pela equipe do Programa Cidade Integrada e parceria da Light, transforma a visitação numa experiência museal vibrante, permitindo que visitantes se aproximem de narrativas de memória, arte e de culturas diversas de algumas favelas no Rio de Janeiro. A iniciativa discursa sobre talento, criatividade e resistência de parte importante da população da cidade do Rio de Janeiro, aquela que habita as favelas. </p>



<p class="has-text-align-center"> O espaço inclui área expositiva, área externa destinada para crianças e um café, totalizando cerca de 1.700 m² de novos ambientes (sala para experiências imersivas, laboratório criativo, auditório, reserva técnica e loja com produtos das redes criativas locais). O espaço recebe a exposição de longa duração &#8220;<em>Um Despertar de Almas e de Sonhos</em>&#8220;, temática proposta pelo MUF, com 20 seções expositivas de fragmentos de memórias das nove favelas cariocas, sendo cinco delas com experiências tecnológicas interativas.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra se estrutura em três grandes eixos — Território, Gente e Arte —, que revelam as diversas dimensões da vida na favela, suas expressões culturais e a força de suas histórias. No eixo Território, o visitante é convidado a percorrer a arqueologia das primeiras habitações do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. Foi criada uma casa de taipa, em real grandeza, de modo que o público possa adentrar a exposição, evocando a realidade das primeiras moradias da região.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em seguida, o visitante é conduzido às primeiras intervenções tecnológicas interativas da exposição. No museu digital, encontra-se uma galeria informativa sobre as nove comunidades, em que é possível escolher em qual território vivenciar uma experiência a partir de realidade virtual, conhecendo cenários, histórias e personagens. Logo a seguir, mais uma animação tecnológica: visitantes poderão jogar o game do museu, feito no Roblox, escolhendo qual favela representar.</p>



<p class="has-text-align-center">O eixo Território também é composto por obras como o&nbsp;<em>Poço do Caminho Novo,</em>&nbsp;da artista Evania de Paula, e as esculturas cinéticas&nbsp;<em>Resiliência</em>, do artista Acme, além de um espaço de homenagem e de reafirmação dos laços, história e raízes que conectam as comunidades. Ao final do primeiro eixo, o visitante poderá percorrer, em realidade virtual, trajetos até mirantes do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, Morro da Providência e Rocinha, em cima de uma moto, além de tirar uma foto para recordação.</p>



<p class="has-text-align-center">O eixo Gente homenageia lideranças locais com instalações como&nbsp;<em>Velhos Ilustres</em>, composta por cinco totens retro iluminados que apresentam fotos e a história de dez moradores que marcam a memória social do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. O visitante também poderá ver o&nbsp;<em>MUFALA</em>, primeira peça do acervo do MUF, que é um megafone de papel criado como uma ferramenta para auxiliar a comunicação comunitária e simboliza a origem do próprio museu.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Nessa parte, o visitante também poderá ouvir músicas e depoimentos que expressam as vozes das favelas, além de conhecer um holograma com histórias de moradores. Outras seções do eixo celebram as Mulheres Guerreiras, às Memórias do Samba e prestam uma homenagem àqueles que afirmam identidade coletiva, potência empreendedora criativa e resiliência cidadã em suas comunidades.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim, o eixo Arte expõe obras de quatro artistas moradores do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo e experiências digitais, como o Grafite Interativo, no qual o público poderá criar desenhos inspirados em estilos de grafite, que ganham movimento por meio de inteligência artificial, compartilhando suas criações nas redes sociais.</p>



<p class="has-text-align-center">Além da exposição de longa duração, o MUF abriga a exposição de curta duração &#8220;<em>Água e Vida: do poço à torneira</em>&#8220;, desenvolvida em parceria com a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae), no âmbito das comemorações dos 50 anos da companhia, que convida à reflexão sobre a importância da água como elemento essencial para a dignidade ambiental da vida no território.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> <br><strong>Exposições:</strong> &#8220;<em>Um Despertar de Almas e de Sonhos</em>&#8221; e &#8220;<em>Água e Vida: do poço à torneira</em>&#8220;<br><strong>Dias de funcionamento: </strong>Terça a sábado <strong>Horário: </strong> das 10h às 18h / <strong>Local:</strong> Museu de Favela (MUF): Rua Alberto de Campos 12, 4º andar – Ipanema  / <strong>Acesso virtual:</strong> <a href="https://www.emuseudasfavelas.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.emuseudasfavelas.com.br/</a> </p>
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		<title>MNBA reabre galeria com exposição de Vicente de Mello</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 12:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu Nacional de Belas Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Museu Nacional de Belas Artes (MNBA)&#160;apresenta a primeira exposição temporária no âmbito do programa &#8220;Um olhar pela fechadura&#8221; que tem o objetivo de partilhar com seu público sua requalificação física e conceitual. A&#160;exposição Breu, sob a&#160;curadoria de Aldones Nino,&#160;é a primeira individual de&#160;Vicente de Mello&#160;na Instituição, reabrindo temporariamente a&#160;Galeria de Moldagens 2. Na mostra, o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O&nbsp;Museu Nacional de Belas Artes (MNBA)&nbsp;apresenta a primeira exposição temporária no âmbito do programa &#8220;Um olhar pela fechadura&#8221; que tem o objetivo de partilhar com seu público sua requalificação física e conceitual. A&nbsp;exposição Breu, sob a&nbsp;curadoria de Aldones Nino,&nbsp;é a primeira individual de&nbsp;Vicente de Mello&nbsp;na Instituição, reabrindo temporariamente a&nbsp;Galeria de Moldagens 2. </p>



<p class="has-text-align-center">Na mostra, o público terá contato com oito fotografias inéditas das esculturas, capturadas na histórica Galeria quando se encontravam recobertas por tecido de proteção e que agora serão exibidas ao lado de moldagens recentemente restauradas, estabelecendo um diálogo entre o passado e o presente. As imagens, editadas digitalmente com efeito de &#8220;negativo&#8221;, exploram a velatura de monumentos e estátuas — um &#8220;efeito ótico&#8221;, que desconstrói as formas originais e cria uma atmosfera etérea e fantasmática.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo o curador Aldones Nino,&nbsp;<em>&#8220;o envelopamento das moldagens confere uma nova percepção e aparência ao objeto, envolvendo efeito fantasmático e sedutor, de certa aparência irreal&#8221;</em>.&nbsp; As fotos de Vicente de Mello propõem uma reflexão sobre desaparecimento, invisibilidade e ressignificação de símbolos escultóricos, enquanto celebram a riqueza do processo de restauração do acervo do MNBA.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A simbologia das moldagens e a interferência de temporalidade efêmera de cobri-las para protege-las, provoca uma ação desestruturante das formas originais, ressignificando esses elementos, como ideia de monumento temporário.&nbsp;&nbsp;Breu&nbsp;reconfigura a observação das obras, com efeito fantasmático e sedutor, de certa aparência etérea e irreal, de&nbsp;&nbsp; desaparecimento e invisibilidade&#8221;, diz o artista.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">As moldagens são cópias em gesso produzidas a partir de esculturas originais de museus europeus e representam um legado histórico do ensino artístico no Brasil.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A série de Vicente de Mello se destaca por criar um diálogo poético entre escultura e fotografia, transformando o gesto técnico da fotografia em metáfora visual. As esculturas veladas pelos tecidos protetores ganham presenças suspensas, formas atenuadas que habitam uma zona entre o visível e o oculto, provocando o olhar do visitante e ativando a imaginação. Em vez de reforçar a mimese tradicional, as imagens propõem novos modos de ver, convertendo história e técnica em experiência sensorial contemporânea.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>O significado da palavra breu sempre me soou como um momento no espaço anterior ao Fiat lux, em que a ausência de luz permite que na escuridão, pequenas penumbras, pequenos volumes, pequenas chamas possam aparecer minimamente envolvidas por essa neblina, como um pó que flutua, em que se pode passar por ela e sentir a &#8220;forma&#8221; da escuridão</em>&#8220;, afirma Vicente.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço </strong>: Visitação: 12 de setembro de 2025 até março de 2026<br>Local: Museu Nacional de Belas Artes – MNBA, Galeria de Moldagens 2 Av. Rio Branco, 199 &#8211; Centro</p>
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		<title> Museu da Justiça inaugura exposição criada pela SuperUber</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:18:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro anuncia a conclusão da primeira fase de seu projeto de revitalização. A partir de 10 de julho, duas das salas do prédio histórico, antes ociosas, receberão exposições de longa duração concebidas pela SuperUber &#8211; empresa especializada em design de experiências para museus, centros culturais e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro anuncia a conclusão da primeira fase de seu projeto de revitalização. A partir de 10 de julho, duas das salas do prédio histórico, antes ociosas, receberão exposições de longa duração concebidas pela SuperUber &#8211; empresa especializada em design de experiências para museus, centros culturais e eventos. O projeto propõe uma abordagem moderna e dinâmica que humaniza o tema jurídico, traduzindo conceitos complexos em narrativas tangíveis para o grande público. A entrada é gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">Com imersão e interatividade, a nova exposição relembra os primeiros códigos de leis de civilizações antigas ― como o Código de Hamurabi ― e, em seguida, conta a história da justiça no Brasil de forma cronológica, abordando suas Constituições e casos emblemáticos como o de Luiz Gama ― advogado negro que libertou centenas de escravizados ― e o de Inês Etienne Romeu, única presa política sobrevivente à &#8220;Casa da Morte&#8221;, que passou a vida lutando pelos direitos das vítimas da ditadura brasileira e seus familiares. O projeto de revitalização do Museu da Justiça prevê ainda uma segunda fase, com mais instalações interativas, cujo desenvolvimento ainda está em andamento.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;No Museu da Justiça, tivemos a honra de modernizar um espaço que guarda uma memória importante e que precisa contar suas histórias para diferentes gerações. Fizemos tudo isso com experiências inclusivas e interativas, para cumprir a missão de conectar o público de forma original&#8221;, afirma Liana Brazil, diretora criativa da SuperUber.</p>



<p class="has-text-align-center">Para a desembargadora Renata Silvares França, responsável pela coordenação geral da revitalização do Museu, o objetivo principal é conectar o público com a história e a prática da Justiça, comunicando esse conhecimento fundamental de forma interativa, acessível e divertida: &#8220;Queremos dialogar sobre a evolução da Justiça e do Poder Judiciário e, contribuir, dessa forma, para a formação de uma cultura e de uma sociedade mais justa, ética e com responsabilidade social&#8221;, explica a magistrada.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto de revitalização do Museu da Justiça foi viabilizado pelo apoio do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e do Governo do Estado do Rio de Janeiro, além do patrocínio de parceiros do setor cultural Bradesco, Multiplan, Águas do Rio/Instituto Aegea, Instituto Vale, Bermudes Advogados, Amil, Prudential, 15º Cartório de Notas, Seguros Unimed e 1º RCPN. A iniciativa tem gestão, pesquisa e curadoria da empresa cultural Fora.</p>



<p class="has-text-align-center">O Museu da Justiça fica na R. Dom Manuel, 29 &#8211; Centro.</p>
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		<title>Museu Nacional reabre para visitas temporárias</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 17:14:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Nacional/UFRJ e os parceiros do Projeto Museu Nacional Vive (cooperação técnica entre a UFRJ, A UNESCO e o Instituto Cultural Vale) apresentam a programação especial “Entre Gigantes: uma experiência no Museu Nacional”.   A iniciativa convida o público a acessar temporariamente &#8211; pela primeira vez após o incêndio de 2018 &#8211; três ambientes internos da sede do Museu, o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu Nacional/UFRJ e os parceiros do Projeto Museu Nacional Vive <em>(cooperação técnica entre a UFRJ, A UNESCO e o Instituto Cultural Vale)</em> apresentam a programação especial “Entre Gigantes: uma experiência no Museu Nacional”.  </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="521" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/07/P-Museu-Nacional-foto-do-Acervo-do-Museu-Nacional-_-Rafael-Moura-1024x521.jpg" alt="Museu Nacional" class="wp-image-56699" style="width:510px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/07/P-Museu-Nacional-foto-do-Acervo-do-Museu-Nacional-_-Rafael-Moura-1024x521.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/07/P-Museu-Nacional-foto-do-Acervo-do-Museu-Nacional-_-Rafael-Moura-300x153.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/07/P-Museu-Nacional-foto-do-Acervo-do-Museu-Nacional-_-Rafael-Moura-768x391.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/07/P-Museu-Nacional-foto-do-Acervo-do-Museu-Nacional-_-Rafael-Moura-696x354.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/07/P-Museu-Nacional-foto-do-Acervo-do-Museu-Nacional-_-Rafael-Moura-1068x544.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/07/P-Museu-Nacional-foto-do-Acervo-do-Museu-Nacional-_-Rafael-Moura-825x420.jpg 825w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/07/P-Museu-Nacional-foto-do-Acervo-do-Museu-Nacional-_-Rafael-Moura.jpg 1216w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">oto do Acervo do Museu Nacional _ Rafael Moura</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">A iniciativa convida o público a acessar temporariamente &#8211; <em>pela primeira vez após o incêndio de 2018 </em>&#8211; três ambientes internos da sede do Museu, o Paço de São Cristóvão, que está em obras. De 2 de julho a 31 de agosto, os visitantes vão apreciar os avanços no restauro do palácio; reencontrar um acervo icônico, o meteorito Bendegó; e conhecer uma conquista recente da instituição: o esqueleto de um cachalote, com 15,7 metros de comprimento, afixada na nova claraboia do edifício.  </p>



<p class="has-text-align-center"><em>“Esta é uma programação que evidencia a </em>resiliência dos trabalhadores do Museu Nacional, a excelência das ações de restauro que estão em andamento e, claro, a relevância científica dos nossos acervos para ampliação do acesso ao conhecimento. É um momento histórico: poder, mesmo que por pouco<em> tempo, abrir uma pequena parte do palácio para visitação! Toda a sociedade está convidada a participar dessa nova fase do Museu!”</em>, afirma Alexander Kellner, diretor do Museu Nacional/UFRJ.  </p>



<p class="has-text-align-center">Para Lucia Basto, gerente executiva do Projeto Museu Nacional Vive, “é ainda uma oportunidade para dialogar sobre as conquistas e os desafios desta reconstrução. Além da claraboia sobre a escadaria monumental, será possível apreciar também alguns elementos artísticos restaurados na sala do Bendegó que, mesmo antes do incêndio, estavam encobertos por camadas de tinta”, adianta. </p>



<p class="has-text-align-center">A experiência sugere uma trilha que articula natureza, patrimônio e arte. O Bendegó – <em>um gigante com mais de cinco toneladas </em>– e outros exemplares da coleção de meteorítica são o ponto de partida. Neste primeiro momento, o visitante encontrará ainda obras de Gustavo Caboco, artista visual wapichana, que ressignificou o meteorito para produzir uma série de trabalhos artísticos em conjunto com sua família.  </p>



<p class="has-text-align-center">Já no pátio da escadaria monumental, a observação do cachalote é resultado de um trabalho especializado de restauro e preparação do material biológico que durou cerca de dois meses, e envolveu procedimentos como consolidação óssea, pintura e até reposição de algumas estruturas esqueléticas do cetáceo. Além do içamento e da afixação de peças, que somam cerca de três toneladas. O Museu está lançando uma campanha para que a população dê um nome ao cachalote, o maior da América do Sul a ser exibido. </p>



<p class="has-text-align-center">A terceira e última sala é dedicada à história do Museu Nacional e à reconstrução do palácio, destacando aspectos arquitetônicos e de restauro, expondo acervos originais como duas esculturas de mármore de Carrara; originais e réplicas de ornamentos artísticos; e uma série de imagens sobre o cotidiano do trabalho na obra.  </p>



<p class="has-text-align-center">As visitas ao Museu Nacional acontecerão de terça a domingo, de 2 de julho a 31 de agosto, de forma gratuita, por meio de agendamento e retirada de ingressos na plataforma <em>Sympla. </em><a href="https://www.sympla.com.br/evento/entre-gigantes-uma-experiencia-no-museu-nacionalufrj/2973454" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>https://www.sympla.com.br/evento/entre-gigantes-uma-experiencia-no-museu-nacionalufrj/2973454</em></a><em> </em> </p>
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		<title>Super Sábados no MAM</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 12:33:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 12 de abril, das 11h às 18h, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) realizará mais uma edição do&#160;Super Sábados no MAM Petrobras&#160;– programa de eventos mensais que investiga diferentes linguagens artísticas, nas áreas externas. Intitulada&#160;Livros, vozes e versos, esta quarta edição celebra a literatura, no ano em que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">No dia 12 de abril, das 11h às 18h, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) realizará mais uma edição do&nbsp;<em>Super Sábados no MAM Petrobras</em>&nbsp;– programa de eventos mensais que investiga diferentes linguagens artísticas, nas áreas externas. Intitulada&nbsp;<em>Livros, vozes e versos</em>, esta quarta edição celebra a literatura, no ano em que o Rio é a Capital Mundial do Livro.</p>



<p class="has-text-align-center">Na ocasião, a Biblioteca MAM Rio reabrirá suas portas ao público, agora em novo local entre a Cinemateca e a Cantina, com visitas mediadas. A programação completa inclui apresentação do show &#8220;Alfabeto Sonoro&#8221;, de Letrux e Thiago Vivas, uma microedição da Feira Tijuana de Arte Impressa e contação de histórias. Em simultâneo, a comunidade de pequenos produtores da feira Junta Local ocupará os jardins do museu.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia 17 de maio, das 11h às 18h, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) realizará mais uma edição do programa gratuito&nbsp;<em>Super Sábados no MAM Petrobras</em>, que convida o público a investigar diferentes linguagens artísticas, nos pilotis e jardins do edifício no Aterro do Flamengo. Intitulada&nbsp;Ritmos afro-brasileiros, esta quinta edição celebra as batidas dos tambores, os cânticos e danças afro-brasileiras, que atravessam gerações e seguem como símbolos de resistência, memória e identidade dos povos africanos em diáspora.</p>



<p class="has-text-align-center">O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro  realiza no próximo dia&nbsp;18 de outubro, das 12h às 19h, mais uma edição do programa&nbsp;Super Sábados no MAM Petrobras. Com o tema&nbsp;<em>Para brincar e cantar</em>, o encontro celebra o mês das crianças com programação lúdica e participativa pensada para toda a família</p>



<p class="has-text-align-center">Oficinas de acrobacia e malabares, apresentações circenses e números de mágica&nbsp;tomam conta dos pilotis e jardins do museu ao longo da tarde, abrindo caminho para um show inédito e gratuito:&nbsp;Moreno Veloso convida Domenico Lancellotti&nbsp;para encerrar o dia com um repertório intimista, construído ao longo de décadas de parceria e amizade. Um programa especial para os adultos que acompanham as crianças, transformando a tarde em um encontro de gerações.</p>



<p class="has-text-align-center">Durante todo o evento, a feira gastronômica<strong>&nbsp;</strong>Junta Local&nbsp;reúne produtores independentes e cozinheiros da cidade, com diversas opções de comidas e bebidas.</p>



<p class="has-text-align-center">O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) realiza no próximo dia&nbsp;15 de novembro, das 12h às 19h, mais um&nbsp;Super Sábados no MAM Petrobras, com um convite à criação compartilhada e à experimentação artística. Intitulada&nbsp;<em>&#8220;Esquenta Bloco Escola&#8221;</em>, esta edição antecipa as celebrações pela retomada do espaço dedicado historicamente à educação da instituição, prevista para 2026.</p>



<p class="has-text-align-center">Com atividades abertas e gratuitas, o programa traz&nbsp;oficinas de gravura, pintura mural coletiva e construção de máscaras, e culmina com um show da banda&nbsp;Crizin da Z.O., que encerra o dia com repertório de seu quarto álbum,&nbsp;<em>ACELERO</em>.&nbsp;A programação inclui ainda a feira gastronômica&nbsp;Junta Local, nos jardins, e a&nbsp;Biblioteca MAM Rio de portas abertas, com uma seleção de publicações que revisita a história das ações educativas do museu.&nbsp;As atividades tomam conta dos&nbsp;pilotis&nbsp;e do Bloco Escola, propondo um espaço de encontro entre arte, corpo e música.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Super Sábados é um programa que reafirma o papel do MAM Rio como um museu-escola vivo, que convida o público a experimentar, criar e se reconhecer nos espaços do museu&#8221;, afirma Pablo Lafuente, diretor artístico do museu.</p>



<p>E para encerrar o ano, No sábado, 20 de dezembro, das 12h às 19h, o MAM Rio promove a edição <em>Tarde de Verão</em> do programa Super Sábados no MAM Petrobras, convidando o público a celebrar a chegada da estação com experiências ao ar livre, música e ações participativas nos jardins. A programação reúne a ativação Descoloração Global, do artista carioca Maxwell Alexandre, shows de Qinhones e Hyldon, além da feira gastronômica Junta Local ocupando o espaço com produtores e empreendedores da cena carioca. Release em anexo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>13h – 16h: Descoloração Global, com Maxwell Alexandre O artista Maxwell Alexandre realiza no museu a ativação&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>16h – 17h: Show de Qinhones&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>17h – 18h: Show de Hyldon&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>12h – 19h: Feira Junta Local&nbsp;</strong></p>
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		<title>Museu da Imagem e do Som abre exposição &#8220;A fotografia pelas lentes do MIS RJ&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 12:38:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS RJ) inaugurou a exposição &#8220;A fotografia pelas lentes do MIS RJ&#8221;, uma mostra dedicada à fotografia e a sua importância na preservação da memória. A exposição reúne equipamentos antigos, fotografias, documentos e acessórios que pertenceram a grandes nomes deste segmento no Brasil, como [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS RJ) inaugurou a exposição &#8220;A fotografia pelas lentes do MIS RJ&#8221;, uma mostra dedicada à fotografia e a sua importância na preservação da memória. A exposição reúne equipamentos antigos, fotografias, documentos e acessórios que pertenceram a grandes nomes deste segmento no Brasil, como Augusto Malta, Guilherme Santos, Ortiz Rubio Alexim e Ronaldo Câmara.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Essa ação destaca o trabalho desses grandes fotógrafos e reforça o papel do museu como guardião da memória visual do Rio de Janeiro e do Brasil. Cada imagem presente no acervo conta uma história, e nos ajuda a compreender o passado a partir do olhar sensível e único desses profissionais. Preservar e difundir esse legado é fundamental para que as futuras gerações possam acessar e valorizar esse patrimônio cultural&#8221;, ressalta Cesar Miranda Ribeiro, presidente do MIS RJ.</p>



<p class="has-text-align-center">A fotografia sempre esteve no DNA do MIS RJ. Desde sua inauguração, em 1965, o museu abriga um vasto acervo iconográfico, que hoje ultrapassa 100 mil itens. Com esta exposição, o público poderá conhecer de perto não apenas o olhar desses fotógrafos sobre o Rio de Janeiro e o Brasil, mas também o trabalho de preservação e digitalização realizado pelo museu.</p>



<p class="has-text-align-center">Augusto Malta e Guilherme Santos registraram as transformações urbanísticas do Rio de Janeiro no início do século XX. Suas coleções somam, aproximadamente, 60 mil itens, incluindo imagens estereoscópicas e fotografias das mudanças arquitetônicas e sociais da cidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Ortiz Rubio Alexim, fotógrafo e cinegrafista, documentou cenas marcantes da década de 1950, como a construção do Maracanã e figuras políticas como Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Seus equipamentos fotográficos fazem parte do setor tridimensional do museu.</p>



<p class="has-text-align-center">Já Ronaldo Câmara, com uma carreira iniciada em 1965, registrou personalidades da cultura brasileira, de Nara Leão a Tom Jobim, além de paisagens do Rio e cenas do cotidiano de povos indígenas na Amazônia. Sua coleção doada ao MIS RJ conta com cerca de 70 mil itens.</p>



<p class="has-text-align-center">Com a curadoria da museóloga do MIS RJ, Eliane Antunes, a exposição convida o público a mergulhar na história por meio das imagens e equipamentos que ajudaram a construir a memória visual do país. Além disso, destaca o papel do museu como guardião e difusor desse rico acervo. O público poderá conhecer não apenas o trabalho e técnica desses fotógrafos, mas também a importância da preservação da imagem como patrimônio cultural.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra está aberta ao público no MIS RJ, sede Lapa, de segunda a sexta, das 10h às 17h, e se conecta diretamente com a recém inaugurada Fototeca Estadual do Rio de Janeiro, que segue expandindo o acesso a esse acervo histórico e inestimável.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: Exposição &#8220;A fotografia pelas lentes do MIS RJ&#8221;<br>Local: MIS RJ, Sede Lapa, Rua Visconde de Maranguape, 15<br>Horário de visitação:  De segunda a sexta, das 10h às 17h<br>Contato Fototeca: <a href="mailto:fototeca@mis.rj.gov.br">fototeca@mis.rj.gov.br</a><br>Contato MIS RJ: <a href="mailto:ascom@mis.rj.gov.br">ascom@mis.rj.gov.br</a></p>
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