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	<title>Arquivos Ney Matogrosso - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos Ney Matogrosso - Rota Cult</title>
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		<title>Barão Vermelho Encontro reúne formação original da banda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 11:25:21 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">Quando o jornalista e produtor Ezequiel Neves ouviu a primeira fita do Barão Vermelho, ele sentenciou: “É rock puro, escrachado e demencial, imperfeito e carnívoro. Trombetas selvagens anunciando o começo de um novo mundo”. Ao emoldurar o sentimento de rebeldia e liberdade dos anos 1980 com a “voz de Cazuza cuspindo fogo em doses avassaladoras” (como bem disse Ezequiel), o grupo revolucionou o cenário musical da época. As canções, com poesia e irreverência, deram conta de se tornar a trilha sonora de um país complexo como o Brasil. </p>



<p class="has-text-align-center">Agora, começa a turnê &#8220;Barão Vermelho Encontro &#8211; Pro Mundo Inteiro Acordar&#8221; que reúne a formação original do grupo: Roberto Frejat (guitarra e voz), Guto Goffi (bateria), Mauricio Barros (teclados) e Dé Palmeira (baixo) – e terá ainda como convidado especial o guitarrista Fernando Magalhães, que ingressou no grupo em 1985. </p>



<p class="has-text-align-center">O Barão Vermelho é certamente resultado da fusão das referências de seus integrantes. Dé Palmeira trouxe a música brasileira (com menção importante aos Novos Baianos), Frejat flertava com o blues, enquanto Mauricio e Guto vinham com o rock. “Era uma banda disfuncional que funcionava&#8221;, definiu Mauricio no documentário “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?”. Cazuza era uma mistura de todas essas inspirações e, na contramão dos movimentos anteriores, como a Jovem Guarda e os próprios Mutantes, que tinham o inglês latente em seus gritos de “yeah&#8221;, ele definiu o que seria a atitude de um <em>rock and roll </em>brasileiro, cantado em português “É”. Não à toa, o Barão se estabeleceu como um dos nomes que abriram caminho para o BRock. </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a turnê Barão Vermelho Encontro faz parte da label “Encontro”, criada pela promotora 30e, e que teve como primeira iniciativa o Titãs Encontro, responsável por reunir Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto.    </p>



<p class="has-text-align-center">Mauricio Barros e Guto Goffi, que, atualmente, rodam o país com o Barão na turnê “Do Tamanho da Vida” (tendo Fernando Magalhães e Rodrigo Suricato na formação), farão uma pausa para se dedicar ao Barão Vermelho Encontro. Logo após o tour Encontro, eles retornam à estrada com a formação atual da banda e com a previsão de lançar material inédito. Ambos estão entusiasmados com a oportunidade de realizar uma turnê com o quarteto original do grupo. “É especial fazer essa série de shows com nossos amigos Dé e Frejat. Será como no início, nos primeiros ensaios, ainda na sala da minha casa, mesmo antes da chegada do Cazuza. Apesar de não o termos no palco, ele estará bem representado por suas letras e músicas&#8221;, comenta Mauricio Barros.</p>



<p class="has-text-align-center">“Esse encontro da formação original me traz muitas boas lembranças daquela época de 1982, quando estreamos nacionalmente. Os bons filhos à casa tornam e confesso que o Cazuza não estar entre nós hoje em dia ainda mexe bastante conosco. Vamos viver isso para o nosso bem e para o de todos&#8221;, complementa Guto Goffi, há 44 anos no Barão Vermelho.</p>



<p class="has-text-align-center">“Estou completando 44 anos de carreira e tenho planejado projetos para celebrar esse marco. Não tenho como comemorar essa data sem passar pelo Barão Vermelho, que foi o início de tudo. Essa turnê de encontro tem um sabor especial e é o ponto de partida para outros voos&#8221;, comenta Frejat, que celebrará sua trajetória com o projeto Quatro Décadas e Um Pouco Mais.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O repertório do Barão Vermelho Encontro vai abranger todas as fases do grupo. De “Todo Amor Que Houver Nessa Vida&#8221;, parceria de Cazuza e Frejat, que, após ser cantada por Caetano Veloso em um show no Canecão, projetou o nome da banda, a outros hinos, entre eles &#8220;Por Você&#8221;, “Bete Balanço&#8221;, “Pro Dia Nascer Feliz&#8221;, “Maior Abandonado”, “Puro Êxtase&#8221; e “Codinome Beija-Flor”. O espetáculo se torna ainda mais emocionante por contar com a participação especial de Ney Matogrosso.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Considero esse projeto um presente da vida. Poder subir ao palco junto com Frejat, Mauricio Barros e Guto Goffi para celebrarmos aquele encontro que aconteceu há mais de quarenta anos e que transformou as nossas vidas é uma alegria imensa. Acho que o público que acompanha as nossas trajetórias pode esperar um show como o Barão sempre entregou. Só que dessa vez, de um jeito especial&#8221;, afirma Dé Palmeira.</p>



<p class="has-text-align-center">Barão Vermelho Encontro é a materialização do texto de Ezequiel Neves: “[Eles] querem apenas tocar rock e seguir em frente, mas é justamente por quererem apenas isso que transcendem as teorias caducas e instalam sua verdade através de vozes e guitarras incendiárias”. Uma experiência para amplificar o que, agora, é legado!</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO<br>Turnê Barão Vermelho Encontro &#8211; Pro Mundo Inteiro Acordar</strong> <strong><br>Data: </strong>30 de abril de 2026 (quinta-feira)<br><strong>Local: </strong>Farmasi Arena &#8211; Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 &#8211; Barra Olímpica <br><strong>Classificação Etária:</strong> Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados<br>dos pais ou responsáveis legais. / A pré-venda exclusiva para clientes do Itaú tem 15% de desconto no valor dos ingressos e começa no dia 12 de dezembro, às 15h;  a venda geral começa ao meio-dia do dia 15 de dezembro, pelo site da Eventim (<a href="http://eventim.com.br/baraovermelhoencontro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse aqui</a>). </p>
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		<title>Homem com H: Esmir Filho expõe biografia de Ney Matogrosso, com um recorte questionador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma criança se aventura pela floresta, que parece adensar até engoli-la &#8211; ou seria ela um chamado ancestral para um novo ser, sendo gestado de maneira híbrida: meio homem, meio bicho, meio flora, totalmente selvagem. A abertura de&#160;Homem com H&#160;é uma forma de seu cineasta Esmir Filho nos olhar e dizer: &#8220;vocês vieram até aqui [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Uma criança se aventura pela floresta, que parece adensar até engoli-la &#8211; ou seria ela um chamado ancestral para um novo ser, sendo gestado de maneira híbrida: meio homem, meio bicho, meio flora, totalmente selvagem. A abertura de&nbsp;<em>Homem com H&nbsp;</em>é uma forma de seu cineasta Esmir Filho nos olhar e dizer: &#8220;vocês vieram até aqui para assistir uma biografia né?, pois aguarde; esse filme é meu&#8221;. Não se trata de uma apresentação vazia para nos enganar logo em seguida; ao contrário do que podíamos imaginar ou do que o gênero nos acostumou, é melhor preparar-se para uma ligeira saída dos padrões. Se como convém ao formato o filme precisa bater ponto em certas necessidades, elas parecem estar em cena para possibilitar a gradual natureza de seu cineasta, inquieto e questionador como seu objeto de leitura.&nbsp;</p>


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<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="888" height="549" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/homem-com-h.webp" alt="Homem com H" class="wp-image-188125" style="width:534px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/homem-com-h.webp 888w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/homem-com-h-300x185.webp 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/homem-com-h-768x475.webp 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/homem-com-h-679x420.webp 679w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/homem-com-h-150x93.webp 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/homem-com-h-696x430.webp 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2025/04/homem-com-h-356x220.webp 356w" sizes="(max-width: 888px) 100vw, 888px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">O título já diz que a figura em questão é Ney Matogrosso, um dos grandes artistas de todos os tempos da música brasileira. Além da beleza do intérprete ainda estar em plena forma física, na ativa e ainda manter suas características essenciais enquanto de contestador aos 83 anos, a proximidade dele ao projeto como uma espécie de consultor liberta a produção de certas necessidades narrativas, e de questões menos prosaicas de arranjo de roteiro. A própria natureza de Ney não permitiria um olhar para sua vida e obra que não representasse os valores que ele ainda defende e honra. Na tela, caminham em paralelo as obrigações desse recorte a uma vontade de responder apenas ao que é arte, ao que é essência e furor.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Filho tem uma carreira de vinte anos, mas <em>Homem com H </em>é apenas seu quarto longa metragem. Logo em sua estreia, com <em>Os Famosos e os Duendes da Morte</em>, o diretor ganhou o Festival do Rio. Aqui, ele parece introduzir uma atmosfera de sonho a sua obra que já estava na estreia, criando a raiz de voz autoral dentro de uma produção de larga comunicação. O resultado é uma tentativa de integração de públicos que eu entendo como bem sucedida, no sentido de que são universos que o autor conseguiu aproximar. Graças às inspirações do artista, Filho aproxima-se de uma selvageria visual que não é o que se imagina de um título de pretensões populares. </p>



<p class="has-text-align-center">Contribuem para essa atmosfera que passeia entre camadas de sonho tanto a fotografia de Azul Serra (de&nbsp;<em>Aos Teus Olhos</em>) quanto a direção de arte de Thales Junqueira (de&nbsp;<em>Bacurau&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Aquarius</em>), dois dos melhores em suas áreas hoje. Eles não apenas reproduzem com fidelidade momentos de um passado documentado, criando texturas de imagens condizentes com o período e um aspecto reconhecível ao que está em cena, como eles conduzem essa jornada de descobertas de Ney ao longo de três décadas, conjurando realismo e fantasia de maneira profunda. Existe tanto a sensação de ser arremessado para um outro tempo-espaço perdido no calendário, como também a certeza de descobertas profundas na cadência entre luzes e cores.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, existe a certeza de estarmos diante do que conseguimos acompanhar, que é a auto descoberta de um artista fora do comum, sua ascensão e suas posteriores quedas emocionais. Acompanhando em paralelo, a construção emocional de um homem que assistiu de perto o horror da violência desde cedo, e com isso criou as próprias armas de defesa. <em>Homem com H,</em> certamente, tem a inteligência de não se conformar com as amarras de uma biografia tradicional, além de ambicionar o voo de seu personagem através da sua liberdade artística.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, consegue compor um quadro de beleza inequívoca a partir de um homem que fez da própria imagem uma bandeira e uma máscara. Conseguir capturar as rédeas de uma biografia e transformá-la em material autoral é uma prova de que Filho ainda não mostrou todos os predicados que lapida ao longo da carreira. </p>



<p class="has-text-align-center">Com um elenco irrepreensível e em excelência, que incluem as presenças brilhantes de Rômulo Braga e Hermila Guedes, o filme não funcionaria se seu protagonista não fosse uma extensão daquele corpo e daquela gênese. Jesuíta Barbosa nos desnorteia há muitos anos, tendo já participado de momentos antológicos em <em>Praia do Futuro </em>e <em>Tatuagem</em>. Sua encarnação de Ney Matogrosso não apenas é um retrato de sobrevivência dentro do risco, como uma carta de amor ao seu personagem, tamanho é a entrega, dedicação e finesse com que compõe o que vemos. Diante de uma performance sem amarras como essa, Jesuíta Barbosa nos convida a adentrar a sua sabedoria cênica em cada momento do longa, é um mergulho de verdade dentro da história de Ney Matogrosso. <em>Homem com H</em> é um bálsamo que tanto Filho quanto Barbosa fazem juntos ao prestar uma homenagem pulsante por ser tão genuína enquanto peça cinematográfica, sem jamais tentar domar a incandescência de um homem sem par. </p>



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		<title>Ney Matogrosso leva turnê &#8220;Bloco na Rua&#8221; para o Qualistage</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 12:24:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Ney Matogrosso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após uma trajetória de sucesso desde sua estreia no Rio de Janeiro, há seis anos, a turnê &#8220;Bloco na Rua&#8221;, de Ney Matogrosso volta ao Qualistage. Com plateias lotadas no Brasil e no exterior, incluindo um show consagrador no Rock in Rio 40 anos e uma apresentação no Allianz Parque, em São Paulo, Ney continua [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após uma trajetória de sucesso desde sua estreia no Rio de Janeiro, há seis anos, a turnê &#8220;Bloco na Rua&#8221;, de Ney Matogrosso volta ao Qualistage. Com plateias lotadas no Brasil e no exterior, incluindo um show consagrador no Rock in Rio 40 anos e uma apresentação no Allianz Parque, em São Paulo, Ney continua encantando o público com sua performance aos 83 anos.</p>



<p class="has-text-align-center"> A turnê, que foi temporariamente interrompida pela pandemia, retorna com força total, trazendo canções que misturam sucessos já gravados e obras de outros artistas. O repertório inclui clássicos como &#8220;Eu quero é botar meu bloco na rua&#8221; (Sérgio Sampaio), &#8220;A Maçã&#8221; (Raul Seixas), &#8220;Jardins da Babilônia&#8221; (Rita Lee / Lee Marcucci), &#8220;O beco&#8221; (Herbert Vianna) e &#8220;Sangue Latino&#8221; (Paulo Mendonça / João Ricardo), do lendário álbum dos Secos e Molhados.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, o show também impressiona na parte visual. A estatueta, sempre aguardada pelos fãs, foi criada pelo estilista Marcos Paulo, enquanto o cenário é contratado por Batman Zavareze, videografismo por Eduardo Souza e vídeos adicionais de Luiz Stein, com projeções que compõem a atmosfera. A iluminação, comandada por Juarez Farinon e Arthur Farinon, conta com a supervisão minuciosa de Ney.</p>



<p class="has-text-align-center">A banda que acompanha o artista é composta por músicos de excelência: Sacha Amback (direção musical e teclados), Marcos Suzano (bateria e percussão), Felipe Roseno (percussão), Dunga (contrabaixo e vocal), Tuco Marcondes (guitarra e vocal), Aquiles Moraes (trompete e flugelhorn) e Everson Moraes (trombone).</p>



<p class="has-text-align-center">Com décadas de carreira e presença de um palco inigualável, Ney Matogrosso reafirma seu lugar como uma das maiores vozes da música brasileira e promete fazer história mais uma vez no QUALISTAGE.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: data: 25 de janeiro / Local: Qualistage (Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 &#8211; Barra da Tijuca) / Ingressos em <br>Vendas on-line: https://www.ticketmaster.com.br/event/ney-matogrosso-no-qualistage<a href="http://Vendas on-line: https://www.ticketmaster.com.br/event/ney-matogrosso-no-qualistage">http://Vendas on-line: https://www.ticketmaster.com.br/event/ney-matogrosso-no-qualistage</a></p>
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		<title>&#8220;Flores Astrais – Um Tributo aos 50 anos dos Secos &#038; Molhados&#8221; no Teatro Rival Petrobras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2024 11:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O premiado espetáculo &#8220;Flores Astrais – Um Tributo aos 50 anos dos Secos &#38; Molhados&#8221;, que celebra e reconstitui com ousadia os primeiros shows do icônico grupo Secos &#38; Molhados, lançou Ney Matogrosso e foi imortalizado por inúmeros sucessos, como Sangue latino, Rosa de Hiroshima, O vira, Flores Astrais entre outros, estará no tradicional palco [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2024/06/flores-astrais-um-tributo-aos-50-anos-dos-secos-molhados-no-teatro-rival-petrobras/">&#8220;Flores Astrais – Um Tributo aos 50 anos dos Secos &amp; Molhados&#8221; no Teatro Rival Petrobras</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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<p class="has-text-align-center">O premiado espetáculo &#8220;Flores Astrais – Um Tributo aos 50 anos dos Secos &amp; Molhados&#8221;, que celebra e reconstitui com ousadia os primeiros shows do icônico grupo Secos &amp; Molhados, lançou Ney Matogrosso e foi imortalizado por inúmeros sucessos, como Sangue latino, Rosa de Hiroshima, O vira, Flores Astrais entre outros, estará no tradicional palco do Teatro Rival Petrobras.</p>



<p class="has-text-align-center">Secos &amp; Molhados também revolucionou pela força de suas canções, pelos seus figurinos ousados, pelas maquiagens criativas e pela movimentação gestual cênica, que colocou não só a MPB, como a cena pop brasileira dos anos 70 de cabeça pra baixo, em plena ditadura militar. O show tributo passou pelos principais teatros do Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte e recebeu o &#8220;Prêmio Funarj Música Ao Vivo 2023&#8221;, também foi selecionado no &#8220;Viva o Talento 2023&#8221; e entre os primeiros colocados no &#8220;Prêmio Rio do Rock da Funarj 2023&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Há exatos 50 anos, o país foi sacudido por um furacão performático, que de forma absolutamente criativa e inédita, fez um sucesso inimaginável na época e chancelou um lugar na história da música e nos corações dos jovens daquele tempo e das gerações posteriores, onde o mix de poesia, folclore, Beatles e Rock progressivo dos Secos &amp; Molhados reverbera ainda hoje. O lendário álbum dos Secos &amp; Molhados (1973) em que os integrantes da banda aparecem na capa com suas cabeças servidas como banquete, acabou de entrar na capa da Revista Rolling Stones Brasil, edição Colecionador de Junho de 2023, e está na lista entre os melhores que completaram 50 anos no ano de 2023.</p>



<p class="has-text-align-center">O álbum foi o mais vendido daquele ano de 73 e bateu todos os recordes naquele ano, em que Ney Matogrosso e seus companheiros dos Secos &amp; Molhados literalmente rebolaram na cara da ditadura militar e mesmo sem apoio da mídia lotaram os teatros por onde passaram. O sucesso se repetiu com o segundo álbum lançado em 1974.</p>



<p class="has-text-align-center">No espetáculo, um grupo de experientes músicos – Danilo Fiani (voz), Luiz Lopez (voz, piano, escaleta, violão de 12 cordas), Mario Vitor (voz, guitarra, violão de nylon e gaita), Odeid (contrabaixo) e Rike Frainer (bateria, ganzá duplo e castanholas) – homenageia Ney Matogrosso, João Ricardo e Gerson Conrad, e resgata um repertório fantástico, respeitando os arranjos, as sonoridades e a ambientação originais. O que parecia impossível e apenas um sonho até para músicos experientes tornou-se o Flores Astrais: Um Tributo aos Secos &amp; Molhados. Um trabalho meticuloso que exigiu muita dedicação e pesquisa para tentar reproduzir uma das mais preciosas e populares pérolas da MPB, formando um caldeirão para de novo emocionar um país inteiro – 50 anos depois.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Flores Astrais – Um Tributo aos 50 anos dos Secos &amp; Molhados&#8221; se espelha na arte do Desbunde, na qual Ney Matogrosso e banda eram expoentes, tão representativa na transgressão e massificação da cultura nacional, que renovou o cenário artístico, transformou de certa forma significativa o que a Tropicália almejou, dentro de um período delicado da história nacional. Secos &amp; Molhados traziam um teor de liberdade onde não havia. Caracterizavam-se na busca de novos valores e novas formas de expressão, transgrediam os valores ditos formais da sociedade pautados direta ou indiretamente pelos princípios da contracultura.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo, com direção artística, cenografia e iluminação de Djalma Amaral, com produção executiva da Portal Produções, prima pela qualidade musical e traz ao público toda a efervescência e irreverência dos Secos &amp; Molhados e por intermédio de uma seleção de 21 músicas, resgata um repertório revolucionário, poético e absolutamente atemporal.</p>



<p class="has-text-align-center">João Ricardo, fundador, integrante e maior compositor dos Secos &amp; Molhados, acompanha o projeto desde o seu início e assistiu ao espetáculo no Blue Note São Paulo (2024), ficou nitidamente emocionado e chancelou o espetáculo como &#8220;…o melhor tributo aos Secos &amp; Molhados… Músicos primorosos e excelentes artistas&#8221;, e pessoalmente, no palco, em poucas palavras resumiu, que sua obra: &#8220;Floresceu!&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO:<br>Flores Astrais – Um Tributo aos 50 Anos dos Secos &amp; Molhados<br>Local: Teatro Rival Petrobras<br>Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia – próximo ao metrô Cinelândia<br>Data: Sábado, 22 de junho, às 19h30<br>Ingressos:<a href="https://www.sympla.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Sympla </a>e bilheteria do teatro</p>
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