Baseado em fatos reais que originou o livro “Lone Survivor” de Marcus Luttrell e Patrick Robinson, conta um pouco da operação Red Wings, quando quatro soldados do SEAL (unidade de operações especiais da Marinha dos EUA) vão fazer o reconhecimento de área em terras inimigas, ainda no inicio da missão.

A pretensão do filme é registrar as agruras suportadas pelo corpo e pela mente de soldados durante a batalha. Bandeiras de patriotismo não são levantadas. O sangue derramado e a tensão psicológica leva o espectador ao inferno suportado pelos personagens retratados.

Intenso, é um bom filme de ação! Com ótimas cenas de combate juntamente com os planos de câmera e a belíssima fotografia fazem de “Lone Survivor” um bom filme de guerra.

O diretor Peter Berg (Batleship e Hancock)  injeta a complexidade ética nas engrenagens da ação. A sensibilidade do ser humano, contraposta à mentalidade do poder, demonstra o quão difícil é morar em uma área onde Talibãs querer tomar conta completamente. O custo da missão cumprida a qualquer custo, de ambos os lados (seja ele qual for) vale a pena?

Quantas pessoas precisam morrer em vão, em busca de um poder que nunca será suficiente em ambas as nações?

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