O clássico do cinema brasileiro, que colecionou mais de 50 prêmios internacionais por onde passou, conta a história de André (Selton Mello), um jovem desgarrado da família e decidido a sair de casa para se livrar da rigidez do pai (Raul Cortez) e do sufocamento da mãe (Juliana Carneiro da Cunha). Com a missão de trazer o irmão de volta, Pedro (Leonardo Medeiros) consegue convencê-lo a retornar para casa.

Homenageado desta edição do Festival do Rio, o filme Lavoura arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho baseado no romance de Raduan Nassar, virou tema de uma instalação do artista plástico Raimundo Rodriguez para celebrar os 15 anos de lançamento do longa-metragem.

A mostra, que fica em cartaz até dia 16, apresenta a memorabilia do filme, com elementos do cenário, como a cadeira da pensão do protagonista André (Selton Mello), o vestido branco usado por Ana (Simone Spoladore), críticas publicadas na época, fotos e diários do diretor, com desenhos e estudos de cena.

O filme terá uma sessão especial, em 35mm, na quinta-feira, dia 13, no Estação Net Botafogo 1, às 21h. Haverá também uma apresentação do longa-metragem no dia 14, sexta-feira, às 19h, no Cine Reserva Cultural, em Niterói.

Numa atmosfera bem brasileira, mas dominada por um sopro universal da tradição clássica mediterrânea, Lavoura arcaica é a versão ao avesso da parábola do Filho Pródigo. Transposição da obra homônima do escritor Raduan Nassar, o filme conta a história de uma família de imigrantes libaneses no interior do Brasil, trazendo para a tela temas como o amor, o incesto e as relações familiares.

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