O ano é 1585, a rainha da Inglaterra, Elizabeth I, comanda uma das maiores monarquias do mundo. No continente europeu, Felipe II da Espanha constrói a maior frota marinha já vista para obliterar o governo anglicano herético da Inglaterra, e assim se coroar rei da ilha britânica junto a Mary da Escócia, e também restaurar a Igreja Católica na Inglaterra.

Sim, é muita informação, mas em Elizabeth: A Era de Ouro  fala de política, enquanto seu antecessor tinha de trama pessoal da rainha. O filme é um dos papéis mais icônicos na carreira de Cate Blanchett, além do elenco contar com Clive Owen, Geoffrey Rush e Eddie Redmayne. O nível de produção do filme é fantástico na questão de figurino e maquiagem, ou seja, visualmente, o longa é extremamente bonito! Pode se perder olhando para a opulência e a beleza artístico dos cenários e dos quadros também.

O roteiro conta a Guerra Anglo-Espanhola, um quadro bem complexo, mas que o filme consegue explicar. Em resumo, Mary da Escócia seria rainha se o casamento de Henrique VIII com sua mãe ainda valesse, mas como ele se divorciou dentro da Igreja Anglicana, fundada por ele mesmo, Elizabeth é a herdeira legítima. Mary de casa com Felipe da Espanha, e pela visão católica, ela ainda é a rainha de direito. Ou seja, na visão de Felipe, conquistar a Inglaterra é uma missão de Deus para liberta-la dessa igreja falsa.

A obra apresenta não só esse conflito político, mas também aspectos da vida pessoal da rainha, como a sua constante procura por um marido. Existem três rainhas que marcaram a história da Inglaterra: A nossa rainha Elizabeth II, a rainha Vitória que reinou no maior apogeu do Império Britânico, e a rainha Elizabeth I da Casa Tudor, que inaugurou a ascensão do Império da Inglaterra.

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