Royal Blood está de volta com o ritmos tensos e os riffs eletrizantes de “Trouble’s Coming”, já nas plataformas digitais. A banda, aliás, anuncia uma evolução ousada no som deles, enquanto caminham com confiança para o lançamento do aguardado terceiro álbum da carreira, no próximo ano.

Um mês depois do lançamento, a música já está se aproximando de 6 milhões de streams, tendo estreado como Hottest Record de Annie Mac e chegado à lista A da BBC Radio 1. Além disso, a  dupla estampou a capa da ROCK THIS, a principal playlist de rock global do Spotify, enquanto quebrava o Top 20 nos formatos de Rock Alternativo e Active Rock nos Estados Unidos.

Além disso, o Royal Blood contou com o suporte de rádios alternativas em todo o mundo, além da atenção da mídia internacional, abrangendo publicações como NME e Clash, Rolling Stone e Spin, e parecem prontos para causar o maior impacto de uma carreira de conquistas.

O ímpeto continua enquanto eles compartilham hoje o vídeo oficial de “Trouble’s Coming”. O baixo pesado de granito e ataques de bateria característicos da banda são agora temperados por grooves insistentes inspirados por Daft Punk, Justice e Phillipe Zdar.

 Quando Royal Blood começou a trabalhar em seu terceiro álbum, que eles próprios produziram amplamente na The Church e Sleeper Sounds em Londres, “Trouble’s Coming” provou ser o ponto de virada no processo criativo. De forma concisa, mostra o que esperar do disco: uma infusão muito orgânica com picadas viscerais de hard rock com um ritmo dançante que toca mais do que esmurra.

A turnê completa mais recente do Royal Blood no Reino Unido e na Irlanda os levou a se apresentarem para 100.000 pessoas, incluindo 30.000 em três noites esgotadas no Alexandra Palace de Londres. Os principais festivais incluem Glastonbury, onde eles descobriram, no meio do set, que seu segundo álbum estreou em #1.

Além disso, os destaques de sua extensa turnê internacional incluem enormes turnês na América do Norte com Queens of the Stone Age e Foo Fighters, além de shows em lugares distantes como Los Angeles, Tóquio e Sydney.

 

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