A partir de hoje, o documentário Orlamundo está disponível nas plataformas digitais – ITunes, NOW, Google Play, Youtube Play, Vivo Play, LOOKE – com preço promocional a R$ 6,90 (50% off).

Orlamundo é uma ode à música, à cultura, às diferenças e a importância destas em nossas vidas, usando como plano de fundo a própria trajetória de Orlando Morais. Rodado quase inteiramente no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, na região Nordeste do Brasil, há também trechos captados no GRES Portela, no Rio de Janeiro. “Orlamundo” é a primeira produção feita pela Audaz Filmes e é distribuído pela O2 Play. O filme conta com a direção de Alexandre Bouchet e roteiro/idealização de Orlando Morais.

Filmado ao longo de 2017, Orlamundo teve sua estreia mundial foi em Paris em 2019, mesmo ano em que foi vencedor na categoria de “Melhor Documentário” no Los Angeles Independent Film Festival Awards (LAIFAA).

Orlamundo estreou no Brasil durante o 47° Festival de Gramado. “O documentário sou eu, é minha vida, é uma maneira de tentar devolver e fazer jus à importância que a música e a cultura têm em minha vida, expandindo de maneira que quem o assista reflita e sinta a mesma coisa. Estou extremamente feliz em disponibilizá-lo nas plataformas digitais, pois é a certeza que o filme poderá tocar mais e mais pessoas”, diz Orlando Morais.

A trilha sonora original que recheia o filme foi toda feita de maneira orgânica entre Orlando e todos os 13 participantes. Um resultado das conexões entre eles, em uma verdadeira união de culturas, de sentimentos e experiências que se traduziram em ondas sonoras e resultaram em músicas. Somos apresentados à união entre a poesia chinesa e brasileira através do erhu (instrumento clássico chinês) de Guo Gan; a busca pela verdade através da música com Kuku, da Nigéria; ao autoconhecimento pela caminhada, trajetória com as composições de Amen Viana, do Togo; a alegria, hierarquia, respeito e história com o samba brasileiro de Áurea Martins, Sérgio Procópio, a Velha da Guarda da Portela, além de Monarco, o baluarte e presidente de honra da Portela; a genialidade e delicadeza de Caetano Veloso; ao sentimento do amor como força maior com Antonia Morais; às raízes com a viola de Jairo Reis e Marcus Biancardini; a entender e perceber as igualdades apesar das diferenças, com a cantora tradicional do Vietnã, Huong Thanh; o entendimento de sentimentos e trajetórias através da voz com Kassé Mady Diabaté, do Mali; da atenção e parceria que somente as amizades verdadeiras e de alma podem nos proporcionar, com Jean Lamoot, da França, que é amigo de longa data de Orlando e baixista do grupo que formam juntos, Rivière Noire.

Como o próprio Orlando Morais explica em um dos trechos do filme: “Em Orlamundo a gente se encontra, a gente fala muito pouco, a gente se explica muito pouco, mas ao mesmo vamos achando caminhos, que não precisam necessariamente serem perfeitos ou os melhores caminhos. São caminhos. Caminhos são caminhos. E a música tem essa coisa sublime, essa coisa natural, da natureza, da força…”.

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