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Artistas contemporâneos têm trabalhos expostos em mobiliário urbano

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Projeto “Arte Atua” reúne reproduções de obras de arte contemporâneas espalhados pelas Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro.

Artistas contemporâneos
Poderosas artista Rafael Baron

Artistas contemporâneos têm trabalhos expostos em mobiliário urbano. Exposição a céu aberto apresenta artistas contemporâneos nas Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, com curadoria de Paula Borghi.

O projeto reúne obras de seis artistas que têm suas trajetórias ligadas às comunidades e periferias cariocas e que hoje são reconhecidos nacional e internacionalmente: Agrade Camiz, Arjan Martins, Jarbas Lopes, Marcela Cantuária, Maxwell Alexandre e Rafael Baron.

O Rio de Janeiro continua lindo e ganhou ainda mais cor com a exposição a céu aberto “Arte Atua”, que reúne reproduções de obras de arte contemporâneas espalhados por mais de 500 abrigos de ônibus e relógios digitais das Zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro, em bairros como Barra da Tijuca, Pechincha, Praça Seca, Vargem Grande, Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba, além de Irajá, Madureira, Marechal Hermes, Del Castilho, Engenho de Dentro, Cordovil, Bangu, Realengo, Vaz Lobo, Méier, Bonsucesso, Ramos e Vigário Geral.

“Buscamos trabalhar com artistas que dialogassem com a cidade de forma crítica. O trabalho de Jarbas Lopes propõe uma reflexão sobre a mobilidade acessível e não poluente, tendo como inspiração a ciclovia aérea, que já foi empregada em países como a China. Procuramos também que os trabalhos de arte despertassem uma identificação direta com a população local, como o trabalho de Maxwell Alexandre, uma pintura, sobre papel pardo, da camiseta do uniforme da escola pública do Rio”, conta Paula Borghi. O projeto Arte Atua é uma iniciativa da JCDecaux, empresa líder em mídia exterior, com apoio da start up Hunter, especializada em locação de veículos para motoristas de aplicativo.

Na obra “Poderosas”, o artista Rafael Baron conta que cada personagem tem suas características subjetivas, convidando o espectador a uma coautoria com o trabalho, a se identificar com as personalidades expostas. “A mostra nos equipamentos urbanos chega a lugares que o circuito de arte tradicional não alcança, sobretudo o de arte contemporânea. Poder expor meu trabalho para um público não especializado, para pessoas que têm as mesmas vivências que as minhas será bastante gratificante para mim.”

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