Jared Leto dá nuances ao novo vilão do MCU.

MorbiusHomem-Aranha: Longe de casa realmente teve um grande impacto no Multiverso Cinematográfico do Homem-Aranha, à medida que o filme explorava o conceito de várias realidades. Partindo desse ponto, Morbius, enfim (ou não), ganhou sua adaptação para as telonas.

Vilão dos quadrinhos do Homem-Aranha, Morbius aparece pela primeira vez nos quadrinhos, em 1971, como um brilhante como cientista, tentando criar uma cura para sua rara doença sanguínea. Nascido e criado na Grécia, antes de se tornar um estudioso de renome, Morbius viveu uma infância isolada, devido a uma rara condição sanguínea debilitante. Com uma doença rara no sangue e determinado a salvar outros que sofrem o mesmo destino, Dr. Morbius aposta em um tratamento experimental envolvendo DNA de morcego e terapia de eletrochoque.

Tornando-se uma criatura parecida com um vampiro, além de poderes e habilidades vampíricas, Morbius, assim como fizeram com Venom, cria um novo multiverso. Mas será que o filme dá um passo sólido na construção desse novo universo cinematográfico?

Com cenas de combate chamativas e bem coreografadas, o longa, no aspecto visual é deslumbrante! Seja com as cenas em câmera lenta e a aura esfumaçada que faz o espectador adentrar as batalhas. Além disso, a trilha sonora pontua bem o longa ao apresentar o protagonista e como ele conseguiu seus poderes, além dos seus dilemas internos.

Aliás, Jared Leto está muito bem na pele do personagem! Certamente, trazendo a redenção do ator em um papel do universo MCU, após, o fatídico Coringa, da DC Comics, o ator consegue dar nuances ao vilão. Porém, Morbius segue a fórmula usual do gênero cinematográfico. É, certamente, mais um filme sobre vilões.

Se vai agradar aos fãs do Homem-Aranha, não sabemos. O que sabemos é que mesmo mostrando os efeitos posteriores de Homem-Aranha: Longe de casa  Morbius  se encontra de uma maneira muito preguiçosa, em seu roteiro,  ao introduzir um novo personagem do MCU, porém esquece de adequá-lo a sua narrativa.

Morbius tem os ingredientes do que poderia ter sido um ótimo filme e um ótimo começo para o Universo Cinematográfico do Homem-Aranha da Sony. No entanto, o filme fica aquém ao não enfatizar os principais detalhes da história.

 

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