Cinéfilos de plantão, saber mais sobre David Lynch, certamente, nunca é demais! Alguns acham ele genial, outros maluco. Independente de gosto e opinião, quem quiser entrar na cabeça deste cineasta e entender o que se passa nos filmes e seriados, basta adentrar no mundo dos símbolos, alegorias e metáforas. Aliás, exemplos é o que não falta: eletricidade, cortinas vermelhas, chão geométrico, cachorros e latidos, toca-discos, entre outros.

Aliás, ao fazer o curso Dicionário David Lynch, cada aluno receberá um catálogo da Mostra “David Lynch – O lado sombrio da alma”, além disso, vai experimentar o café que tem a marca do David Lynch e a famosa torta de cereja do seriado “Twin Peaks”.

As inscrições já abertas pelo site. Dicionário David Lynch começa dia 25 de abril no Estação NET Botafogo 3. São 5 encontros de 2h cada para entender toda essa simbologia.

O jornalista, cineasta e crítico de cinema Mário Abbade destrinchará o significado das escolhas e dos símbolos adotados por Lynch. Cada detalhe, e seu significado, é explicado por meio das próprias reflexões do diretor.

A ideia é falar de todas as questões que envolvem a arte de Lynch: A incomunicabilidade de Antonioni; o universo onírico de Fellini; as questões existenciais de Bergman; o jump cut de Godard, entre outras inovações narrativas – centenas de cineastas e seus temas e estilos já foram objeto de cursos e estudos. Mas e o surrealismo de David Lynch? Já apareceram algumas teorias e explicações sobre os filmes do cineasta, mas quais são os seus verdadeiros significados? O que passava pela cabeça do diretor em cada uma de suas escolhas?

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