Teatro Jardim BotânicoImagine um ambiente completamente conectado à natureza no qual seja possível assistir espetáculos teatrais e musicais, além de desenvolver habilidades artísticas e educativas logo nos primeiros anos de vida, estes são os objetivos da Ecovilla Ri Happy, uma iniciativa com bases na matriz ESG que será sediada no consagrado Teatro Jardim Botânico, fechado há cinco anos, no bicentenário Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Aliás, este é o primeiro hub criativo do país voltado para o público infantojuvenil e suas famílias. O investimento inicial foi de R$ 4,8 milhões para reforma e capacitação do local que pretende suprir a carência de modais culturais de alto nível para o público-alvo. A Ecovilla Ri Happy é uma parceria da collab Alegria / Aventura com a Ri Happy, líder do setor que estreia sua presença no entretenimento. As cotas para patrocínio e apoio seguem abertas para as organizações que desejam empreender em um projeto inovador e pioneiro.

O objetivo é criar um hub de arte, cultura, entretenimento, compartilhamento e saber com uma matriz ESG. Luiz Calainho, Diretor de Negócios e Marketing da Aventura, e Aniela Jordan, Presidente da Alegria, tinham a Ecovilla Ri Happy como um sonho de longa data e que se concretiza no segundo semestre de 2022 para atender às demandas de um público carecido de iniciativas socioculturais de qualidade.

“Tínhamos o sonho de oferecer conteúdo de alta excelência para famílias e crianças. Quando surgiu esta oportunidade, entendemos que este, era, certamente, o momento certo para realizar este grande projeto, só faltava encontrar um parceiro. O caminho natural nos levou à Ri Happy, que tem o mesmo propósito”, afirma Calainho.

Para Ronaldo Pereira Junior, CEO do Grupo Ri Happy, a Ecovilla Ri Happy busca através da educação, da brincadeira e da arte, construir um espaço que priorize a felicidade. Esse investimento inaugura a chegada da líder no varejo de brinquedos com 34 anos de história em novos segmentos. “O projeto Ecovilla Ri Happy é um passo superimportante para tornar a Ri Happy um ecossistema amplo e completo de diversão, educação e entretenimento. Queremos que a Ecovilla Ri Happy se torne um local de confraternização das famílias”, afirma Ronaldo.

Além disso, o grupo Ri Happy vai ganhar a primeira loja foyer-conceito do Brasil, uma versão ímpar das já consolidadas lojas Ri Happy que somam mais de 300 unidades pelo país. A loja será a entrada e a saída para os ambientes de convivência, o que permite que os visitantes interajam e sejam impactados pelo espaço, prática já comum em outros lugares do mundo.

“A loja que iremos montar terá um conceito completamente novo que irá agregar ainda mais valor para esse lindo projeto que vai impulsionar ainda mais o Jardim Botânico como um dos principais pontos turísticos do Rio de Janeiro e do Brasil”, explica o CEO da Ri Happy. O projeto arquitetônico pretende incorporar a Mata Atlântica ao espaço, proporcionando uma experiência única e muito diferente das outras lojas da varejista.

A Ecovilla Ri Happy será instalada no Teatro Jardim Botânico e reformada com o intuito  de integrar e possibilitar maior acessibilidade nos ambientes. No passado, o local foi palco de artistas renomados como Adriana Calcanhoto e de grandes produções teatrais como Hamlet, mas foi fechado há cinco anos, deixando os mais de 370 lugares vazios e longe das criações culturais e artísticas.

Localizada no Jardim Botânico, que abriga 22.789 plantas, a Ecovilla Ri Happy representa a integração da história, natureza e cultura da América Latina. “É importantíssimo resgatar e devolver ao público um espaço de tanto potencial. Trabalhamos para garantir uma operação de sucesso e alinhada aos objetivos do Jardim Botânico do Rio, e estamos muito felizes e entusiasmados com o projeto”, afirma Ana Lúcia Santoro, presidente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

O público-alvo do projeto são crianças de 0 a 12 anos, bem como as famílias que buscam excelência na produção cultural e educativa para as crianças. Espetáculos de teatro, oficinas criativas, ateliês, formação artística e recreação são as principais atividades da programação. As atividades presentes na agenda do projeto vão utilizar ferramentas para favorecer a ocupação dos espaços por públicos de pessoas com deficiência, como presença de intérpretes de Libras nos espetáculos e narração para pessoas cegas ou com baixa visão. O acesso de públicos diversos à Ecovilla Ri Happy também prevê a criação de programas de formação de plateia, oferta de bolsas e a organização de visitas de pessoas de baixa renda. “Será um espaço mágico, acolhedor e inclusivo que vai receber todos com muita alegria”, afirma Ronaldo.

O projeto se posiciona como um player na agenda ESG e na construção de modais culturais especializados no público infantojuvenil. A Ecovilla Ri Happy deve começar as atividades no segundo semestre deste ano. Até lá, as cotas para patrocínio e apoio seguem disponíveis para as marcas que desejam fazer parte desta iniciativa inovadora e única no país, se posicionando como vanguarda no mundo corporativo.

DEIXE UM COMENTÁRIO

Please enter your comment!
Please enter your name here