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Na Zona Cinzenta: Guy Ritchie está de volta com muito tiro, porrada e bomba

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Guy Ritchie está de volta aos cinemas com Na Zona Cinzenta. No longa, Jake Gyllenhaal, Henry Cavill e Eiza González são contratados para reaver uma fortuna bilionária que foi roubada. Recheado de cenas de ação como a gente gosta (e como só Guy Ritchie sabe fazer), Na Zona Cinzenta traz sequências de ação frenéticas e eletrizantes, planos elaborados em uma trama de tirar o fôlego. Aliás, essa é a terceira parceria de Eiza González com o diretor e roteirista, com o qual já tinha trabalhado em Guerra sem Regras e A Fonte da Juventude.

Como em Esquema de Risco, Infiltrado, Snatch – Porcos e Diamantes, entre outros filmes do diretor, Guy Ritchie faz de suas obras um cinema marcado por uma estética forte, marcada por cores vivas, que instigam a violência. A temática da vingança, de fato, faz parte dos filmes do cineasta, o que obviamente nos leva a filmes violentos, porém nem sempre sanguinários. Ritchie tem o cuidado de trabalhar sua paleta de cores em uma trama onde seus personagens são bem definidos por elas.

Na Zona Cinzenta é aquele tipo de filme com uma nova classe de criminosos e justiceiros em busca de dinheiro acima de tudo. O titulo em inglês “In The Gray” remete a um termo onde regras não são aplicadas e muita vezes requer interpretações. stamos falando de falta de limites morais, onde as fronteiras não são claramente definidas como boas ou más.

O filme acompanha Sophia (González), uma negociadora com ampla experiência em transações milionárias que se utiliza de todos os meios possíveis para completar sua tarefa. Quando recebe uma missão de alto nível, convoca seus dois agentes de elite, Bronco (Gyllenhaal) e Sid (Cavill), para realizar um plano elaborado que garanta sua fuga de uma ilha fortemente guardada. 

Do outro lado da mesa está um fugitivo poderoso, interpretado por Carlos Bardem. É ele quem está no comando do território onde as negociações serão realizadas e em posse do dinheiro que Sophia precisa recuperar. A dinâmica entre os dois se torna rapidamente uma caçada de gato e rato com cada um se utilizando das ferramentas à sua disposição para render o adversário. 

Ao melhor estilo Guy Ritchie, as cenas de ação são temperadas em tiro, porrada e bomba. Mas, em meio aos fortes homens e suas armas, o que chama atenção é o fato de a trama ter duas mulheres como as grandes chefonas da história. Rosamund Pike e Eliza González são quem verdadeiramente dão as ordens. Porém só uma delas vencerá mesmo que estejam do mesmo lado do jogo.

Alê Shcolnik
Alê Shcolnikhttps://www.rotacult.com.br
Editora de conteúdo e fundadora do site, jornalista, publicitária, fotografa e crítica de cinema (membro da ACCRJ - Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro). Amante das Artes, aprendiz na arte de expor a vida como ela é. Cultura e tattoos nunca são demais!

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