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	<title>Alê Shcolnik, Autor em Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Alê Shcolnik, Autor em Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Victor ou Victoria&#8221; mistura deboche, glamour e humor na medida certa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinte e cinco anos depois que a icônica montagem de &#8220;Victor ou Victoria&#8221; arrebatou São Paulo em 2001, com Marília Pêra, a montagem finalmente chega, enfim, ao Rio de Janeiro. Inspirado no filme homônimo de&#160;Blake Edwards,&#160;em 1982, que recebeu sete indicações ao&#160;Oscar e na sua versão no&#160;Teatro Musical para Broadway, de 1995, com Julie Andrews, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Vinte e cinco anos depois que a icônica montagem de &#8220;Victor ou Victoria&#8221; arrebatou São Paulo em 2001, com Marília Pêra, a montagem finalmente chega, enfim, ao Rio de Janeiro.  Inspirado no filme homônimo de&nbsp;Blake Edwards,&nbsp;em 1982, que recebeu sete indicações ao&nbsp;Oscar e na sua versão no&nbsp;Teatro Musical para Broadway, de 1995, com Julie Andrews, a montagem é considerada um dos marcos da representação LGBTQIA+.</p>



<p class="has-text-align-center">A história se passa na Paris dos anos 1930 e acompanha Victoria Grant, uma cantora desempregada que, com a ajuda de um amigo cantor, arquiteta um plano brilhante: ela se disfarça de homem que performa como mulher no palco (&#8220;Victor&#8221;). O sucesso é imediato, mas a farsa cria situações cômicas e debates inteligentes sobre identidade e preconceito</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Victor ou Victoria&#8221; mistura deboche, glamour e humor na medida certa. No papel-título, Alessandra Verney encara o desafio de equilibrar o legado de Julie Andrews e substituir Marilia Pêra. Em tom impressionante, a atriz e cantora domina o palco, a cena e a voz de forma ímpar, enquanto Miguel Falabella traz seu (eterno) talento cômico e improviso. Além disso, Falabella parece estar bem vontade em cena, dominando o personagem com uma beleza estonteante e uma voz poderosíssima, impressionando com sua eloquência. Aliás, Miguel Falabella volta a dividir o palco com Verney após o êxito de &#8220;Kiss me, Kate&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Destaque também para imprevisibilidade de Maria Clara Gueiros como Norma Cassidy platinadíssima, lembrando a estética de Marliyn Monroe. Encantadora e divertidíssima! </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Victor ou Victoria&#8221; é, certamente, puro glamour! O musical conta com Charles Moeller assinando o visual com rigor estético absurdo, com trocas de cenários muito bem montados, no meio da dança das cadeiras que é o palco teatral. No meio disso, o texto traduzido por Claudio Botelho traz uma carga jazzística sonora. </p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/03/victor-ou-victoria-faz-temporada-no-teatro-claro-mais-rj/#google_vignette">Saiba mais sobre a peça</a></p>
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		<title>Dia D resgata a essência de Steven Spielberg, em longa sobre Aliens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Se você descobrisse que não estamos sozinhos, isso te assustaria?&#8221;. Essa é a premissa de Dia D, novo filme do cineasta Steven Spielberg, aliás, podemos chamar de um novo filme da franquia alienígena do diretor, que adora explorar a temática.Desde Contatos Imediatos do Terceiro Grau, lançado em 1977, passando por E.T. O Extraterrestre, Minority Report e Guerra [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;Se você descobrisse que não estamos sozinhos, isso te assustaria?&#8221;. Essa é a premissa de<em> Dia D,</em> novo filme do cineasta Steven Spielberg, aliás, podemos chamar de um novo filme da franquia alienígena do diretor, que adora explorar a temática.<em>Desde Contatos Imediatos do Terceiro Grau,</em> lançado em 1977, passando por <em>E.T. O Extraterrestre, Minority Report e Guerra dos Mundos</em>, Steven Spielberg resgata sua essência em seu novo longa sobre Aliens.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="987" height="555" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dia-d-critica.webp" alt="Dia D" class="wp-image-200452" style="aspect-ratio:1.7784330808927016;width:494px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dia-d-critica.webp 987w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dia-d-critica-300x169.webp 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dia-d-critica-768x432.webp 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dia-d-critica-747x420.webp 747w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dia-d-critica-150x84.webp 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/dia-d-critica-696x391.webp 696w" sizes="(max-width: 987px) 100vw, 987px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Estrelado por Emily Blunt (em atuação magnifica!), Josh O&#8217;Connor, Colin Firth e Colman Domingo, <em>Dia D </em>conta o que aconteceria com a nossa sociedade com a chegada de uma civilização desconhecida. A trama, já conhecida do publico, de certa forma, nos coloca em posição de partida.</p>



<p class="has-text-align-center"> O longa é, certamente, um thriller de ficção científica com conspirações magistralmente executado, do jeito que  Spielberg sabe fazer. Passado e presente são utilizados de uma forma fascinante e com qualidade. ,&nbsp;<em>Dia D&nbsp;</em>é justamente o tipo de coisa que Spielberg busca colocar nas telas de cinema desde os anos 1970.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;Com arquétipos já conhecidos do diretor, os heróis chegam dotados de personalidade o suficiente para conquistar nossa torcida. Além disso, o filme conta com cenas de ação eletrizantes, perseguições emocionantes, diálogos hilários e uma atuação memorável de Emily Blunt (aguardo uma indicação ao Oscar!), <em>Dia D</em> nos transporta de volta ao universo Spielberg de mistério, heróis comuns e uma mensagem otimista e inspirador, com uma produção técnica deslumbrante.</p>
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		<title>Caroline Vital, diretora da Kérastase no Brasil, conta as novidades da linha Gloss Absolut</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Moda e Beleza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alinhada às novas demandas de comportamento que buscam a desconexão do ambiente digital através de experiências físicas e sensoriais, a Kérastase anuncia uma colaboração exclusiva com a Musa Rio, espaço que oferece experiências gastronômicas inspiradas em Bali e Austrália. Em conversa com o Rota Cult, Caroline Vital, diretora da Kérastase no Brasil, conta as novidades da linha Gloss Absolut. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Alinhada às novas demandas de comportamento que buscam a desconexão do ambiente digital através de experiências físicas e sensoriais, a Kérastase anuncia uma colaboração exclusiva com a Musa Rio, espaço que oferece experiências gastronômicas inspiradas em Bali e Austrália. Em conversa com o Rota Cult, Caroline Vital, diretora da Kérastase no Brasil, conta as novidades da linha Gloss Absolut.</p>



<p class="has-text-align-center">Quais foram as inspirações para criar a linha Gloss Absolut?</p>



<p class="has-text-align-center"> Caroline Vital &#8211; A linha Gloss Absolut foi lançada ano passado, é uma linha voltada para brilho espelhado e anti-friss, e agora vem com uma extensão de linha que é o hair mist, que a gente chama de perfume de cabelo, com uma fragrância irresistível. Agora a extensão de linha chega para os cabelos médios a grossos, enfim, atendendo a todo tipo de cabelo. O novo lançamento da marca, Gloss Absolu Crème são produtos pensados especificamente para fios médios a grossos e propensos ao frizz, oferecendo uma experiência capilar desenvolvida para promover tratamento profundo e brilho espelhado nos cabelos.  </p>



<p class="has-text-align-center">A marca já pensa em alguma embaixadora para essa linha? Bruna Marquezine é super embaixadora de Kérastase, ela tá com a gente desde o ano passado. </p>



<p class="has-text-align-center">Como que aconteceu essa parceria com o Quiosque Musa? </p>



<p class="has-text-align-center"> Caroline Vital &#8211; Essa parceria vem de encontro com o propósito da conscientização do bem estar. A gente estava em busca de uma união de marcas que pudessem traduzir a fusão cremosa de Gloss Absolut, com algo que pudesse promover uma experiencia imersiva. A gente lança o smoothie proteico com ingredientes existentes nesse novo lançamento. Essa parceria, certamente, é a celebração do autocuidado e da nossa visão de um ritual que vai além da beleza, abraçando o bem-estar de forma integral, de dentro para fora. A Kérastase sempre esteve comprometida em proporcionar experiências que potencializam a mulher, valorizando sua individualidade, sua confiança e seus momentos de pausa. </p>



<p class="has-text-align-center"> A Kérastase e Musa Rio apresentam bebida proteica exclusiva inspirada na coleçãoGloss Absolut Crème, unindo o universo do autocuidado e da beleza capilar em uma experiência sensorial única na capital carioca, durante todo o mês de junho, com o Pink Gloss, o brilho do autocuidado em formato de smoothie.  A parceria oferecerá ao público consumidor um sabor inédito e exclusivo de smoothie nas unidades da Musa Rio em São Conrado, Ipanema, Gávea e Village Mall, no Rio de Janeiro, durante todo o mês de junho. </p>



<p> </p>
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		<title>Natal Amargo faz uso da autoficção repleta de metalinguagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 14:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo filme de Pedro Almodóvar faz uso da autoficção repleta de metalinguagem. Em Natal Amargo, o cineasta coloca suas memórias e a própria carreira no divã, em uma espécie de inflexão autobiográfica. Almodóvar sempre foi ousado ao usar de suas obras para falar de si. Em Natal Amargo não é diferente, ele propõe uma reflexão [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Novo filme de Pedro Almodóvar faz uso da autoficção repleta de metalinguagem. Em <em>Natal Amargo,</em> o cineasta coloca suas memórias e a própria carreira no divã, em uma espécie de inflexão autobiográfica.</p>



<p class="has-text-align-center">Almodóvar sempre foi ousado ao usar de suas obras para falar de si. Em <em>Natal Amargo</em> não é diferente, ele propõe uma reflexão sobre o que fez de si mesmo ao longo de sua vida. Estamos diante de criador e criatura, com direito a uma metalinguagem aguçada, colocando o publico em uma dinâmica que nos coloca assistindo a um filme dentro de outro. Engraçado e dramático, <em>Natal Amargo </em>traz ecos entre criador e criação de forma inesperada. Almodóvar cria uma experiência temperada com bons risos, onde os problemas são típicos de pessoas que vivem bem e têm casas de praia para escaparem da confusão diária.</p>



<p class="has-text-align-center">O filme se passa em duas narrativas diferentes, que vão correndo em paralelo, saltando entre 2004 e 2026, transformando um personagem em outro, às vezes até um personagem em dois, ( o que, aliás, pode confundir a cabeça do espectador avoado). O longa obviamente traz a assinatura visual marcante de Almodóvar, com suas cores fortes e vibrantes com um olhar requintado para cores e contrastes, além de diálogos que transitam entre o humor inesperado e a emoção.  </p>



<p class="has-text-align-center">De fato, Almodóvar não perdeu a mão para dosar o drama com pitadas de humor. Nesse novo longa seus temas voltam as telas com mais intensidade e mais maduros. O diretor volta a falar de moralismo ao levantar uma questão, interessante: até que ponto um artista tem o direito de usar a vida alheia para fabricar suas obras? Diante desses embates, a vida real parece sempre desmontar o controle do cineasta.</p>



<p class="has-text-align-center">Frequentemente aclamado pelas suas narrativas intimistas sobre o universo feminino e o peso singular da morte, Almodóvar constrói seus personagens com desejos, ânsias e pulsões. Eles são falhos, moralmente equivocados e até desprezíveis, mas acima de tudo humanos. Lidando com sua finitude, o novo longa consegue ser inquieto e surpreendente, além disso, como em <em>Dor e Gloria, </em>Natal Amargo, certamente, tem ares de uma autobiografia. </p>



<p class="has-text-align-center">  Em seu 25º longa-metragem, <em>Natal Amargo</em> fez a sua estreia internacional na seleção oficial do 79º Festival de Cannes. O filme chega aos cinemas brasileiros em 28 de maio.</p>
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		<title>Na Zona Cinzenta: Guy Ritchie está de volta com muito tiro, porrada e bomba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guy Ritchie está de volta aos cinemas com Na Zona Cinzenta. No longa, Jake Gyllenhaal, Henry Cavill e Eiza González são contratados para reaver uma fortuna bilionária que foi roubada. Recheado de cenas de ação como a gente gosta (e como só Guy Ritchie sabe fazer), Na Zona Cinzenta traz sequências de ação frenéticas e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Guy Ritchie está de volta aos cinemas com <em> Na Zona Cinzenta</em>. No longa, Jake Gyllenhaal, Henry Cavill e Eiza González são contratados para reaver uma fortuna bilionária que foi roubada. Recheado de cenas de ação como a gente gosta (e como só Guy Ritchie sabe fazer), <em>Na Zona Cinzenta</em> traz sequências de ação frenéticas e eletrizantes, planos elaborados em uma trama de tirar o fôlego. Aliás, essa é a terceira parceria de Eiza González com o diretor e roteirista, com o qual já tinha trabalhado em <em>Guerra sem Regras</em> e <em>A Fonte da Juventude</em>.  </p>



<p class="has-text-align-center">Como em <em>Esquema de Risc</em>o, <em>Infiltrado</em>, <em>Snatch &#8211; Porcos e Diamantes,</em> entre outros filmes do diretor, Guy Ritchie faz de suas obras um cinema marcado por uma estética forte, marcada por cores vivas, que instigam a violência. A temática da vingança, de fato, faz parte dos filmes do cineasta, o que obviamente nos leva a filmes violentos, porém nem sempre sanguinários. Ritchie tem o cuidado de trabalhar sua paleta de cores em uma trama onde seus personagens são bem definidos por elas. </p>



<p class="has-text-align-center"><em>Na Zona Cinzenta</em> é aquele tipo de filme com uma nova classe de criminosos e justiceiros em busca de dinheiro acima de tudo. O titulo em inglês &#8220;In The Gray&#8221; remete a um termo onde regras não são aplicadas e muita vezes requer interpretações.  stamos falando de falta de limites morais, onde as fronteiras não são claramente definidas como boas ou más.</p>



<p class="has-text-align-center">O filme acompanha Sophia (González), uma negociadora com ampla experiência em transações milionárias que se utiliza de todos os meios possíveis para completar sua tarefa. Quando recebe uma missão de alto nível, convoca seus dois agentes de elite, Bronco (Gyllenhaal) e Sid (Cavill), para realizar um plano elaborado que garanta sua fuga de uma ilha fortemente guardada. </p>



<p class="has-text-align-center">Do outro lado da mesa está um fugitivo poderoso, interpretado por Carlos Bardem. É ele quem está no comando do território onde as negociações serão realizadas e em posse do dinheiro que Sophia precisa recuperar. A dinâmica entre os dois se torna rapidamente uma caçada de gato e rato com cada um se utilizando das ferramentas à sua disposição para render o adversário. </p>



<p class="has-text-align-center">Ao melhor estilo Guy Ritchie, as cenas de ação são temperadas em tiro, porrada e bomba. Mas, em meio aos fortes homens e suas armas, o que chama atenção é o fato de a trama ter duas mulheres como as grandes chefonas da história. Rosamund Pike e Eliza González são quem verdadeiramente dão as ordens. Porém só uma delas vencerá mesmo que estejam do mesmo lado do jogo.</p>
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		<title>&#8220;Uma vida de Amizade” faz retrato delicado e autêntico sobre a amizade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 13:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Silvia Pfeifer, Adriana Garambone e Helena Fernandes protagonizam peça sobre a amizade, aquela com todas as nuances possíveis, com situações hilárias e dramáticas, afinal, é assim que a vida, é, né. Em “Uma vida de Amizade”. Silvia Pfeifer, Adriana Garambone e Helena Fernandes dão vida a três mulheres 50+ que se reencontram uma vez por ano numa [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Silvia Pfeifer, Adriana Garambone e Helena Fernandes protagonizam peça sobre a amizade, aquela com todas as nuances possíveis, com situações hilárias e dramáticas, afinal, é assim que a vida, é, né. Em “Uma vida de Amizade”. Silvia Pfeifer, Adriana Garambone e Helena Fernandes dão vida a três mulheres 50+ que se reencontram uma vez por ano numa data especial. A cada ano, elas se deparam com as transformações nas vidas umas da outras. E assim, o publico vai se identificando e se emocionando! </p>



<p class="has-text-align-center">“Uma vida de Amizade” não é baseado em fatos reais, mas poderia ser, é uma peça com contexto delicado, atual, essencial para a nossa saúde mental. A peça nos remete a lugares emocionais que vivemos, lembrando como funciona a verdadeira amizade, como um &#8220;abrigo&#8221; seguro que proporciona suporte emocional e alegria. Amizade é uma relação afetiva e voluntária entre pessoas, baseada na lealdade, confiança, respeito mútuo e afeição. E é justamente isso que vemos no palco, o trio em cena traz uma sintonia digna de muitas histórias, mesmo que as vezes coloquem suas amizades à prova. No meio disso, a peça aborda o processo de envelhecimento da mulher do ponto de vista de três jovens foram modelos nos anos 90.</p>



<p class="has-text-align-center">Fernando Philbert dirige essa comedia dramática sobre laços fraternais, com texto de Gustavo Pinheiro. Em cena, Silvia Pfeifer, Adriana Garambone e Helena Fernandes transformam “Uma vida de Amizade” em um retrato autêntico da amizade verdadeira. Fala de lealdade, confiança, sinceridade, mesmo quando é difícil, é uma relação sem exigências ou pesos.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre poses e choros, a peça nos comove e nos diverte com as histórias de três mulheres que podem estar em qualquer esquina do mundo. &#8220;Ser amiga não é concordar com tudo, mas seguir junto, segurando a onda.”.</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/05/uma-vida-de-amizade-com-silvia-pfeifer-adriana-garambone-e-helena-fernandes-estreia-no-rj/#google_vignette">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>O Diabo Veste Prada 2: Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt se reencontram na Era Digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 18:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diabo Veste Prada 2, a aguardada sequência de um dos filmes mais amados dos anos 2000, enfim chega aos cinemas. Vinte anos depois, o papel da editora de moda já não condiz com os tempos atuais e esse é justamente o plot da nova narrativa agora na Era Digital, ou seja métricas e clicks [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>O Diabo Veste Prada 2</em>, a aguardada sequência de um dos filmes mais amados dos anos 2000, enfim chega aos cinemas. Vinte anos depois, o papel da editora de moda já não condiz com os tempos atuais e esse é justamente o plot da nova narrativa agora na Era Digital, ou seja métricas e clicks são importantes abordando o sucateamento das revistas de moda.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="752" height="501" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/O-Diabo-Veste-Prada-2.jpg" alt="O Diabo Veste Prada 2" class="wp-image-198540" style="width:487px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/O-Diabo-Veste-Prada-2.jpg 752w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/O-Diabo-Veste-Prada-2-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/O-Diabo-Veste-Prada-2-630x420.jpg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/O-Diabo-Veste-Prada-2-150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/04/O-Diabo-Veste-Prada-2-696x464.jpg 696w" sizes="(max-width: 752px) 100vw, 752px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">O primeiro filme de <em>O Diabo Veste Prada</em> é uma adaptação do livro homônimo de Lauren Weisberger, que escreveu uma continuação em 2013, chamada &#8220;A Vingança veste Prada&#8221;. Porém, <em>O Diabo Veste Prada 2</em> não adapta o segundo romance e, em vez disso, conta uma história original.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;As personagens principais ainda são as criações de Lauren, mas esse é um mundo novo com novas circunstâncias, dilemas, dificuldades e uma evolução no relacionamento delas”, explicou a roteirista Aline Brosh McKenna. Com o retorno da equipe criativa do original, a nova produção tem a missão de falar sobre o mundo atual e mostrar como as icônicas personagens de&nbsp;Meryl Streep,&nbsp;Anne Hathaway&nbsp;e&nbsp;Emily Blunt&nbsp;se encaixam nele.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>O Diabo Veste Prada 2</em>&nbsp;acompanha o retorno de Andy Sachs (Anne Hathaway) à revista Runway, que passa por um momento delicado mesmo sob o comando da implacável editora-chefe Miranda Priestly (Meryl Streep). Para trazer a publicação de volta a seus dias de glória, elas precisam se reconectar com Emily Charlton (Emily Blunt), ex-assistente de Miranda, que agora comanda uma marca de luxo que pode ser a chave para manter a Runway ativa. </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, o filme reside na sua capacidade de evocar uma tríade cromática ao trazer uma paleta de cores (Vermelho, Branco e Preto), que representa os alicerces simbólicos da expressão humana, já presentes nas pinturas das cavernas e que chegam ao século XX e suas vanguardas artísticas. O uso do vermelho não é apenas paixão, é a &#8220;energia revolucionária&#8221; necessária para manter a Runway no topo de um mercado que devora os fracos.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a paleta de cores também realça o mundo corporativo da alta moda, um ecossistema competitivo onde a sobrevivência profissional exige uma liderança implacável. A representação visual usa a mesma paleta para denotar autoridade, herança política e até mesmo um toque de sacrifício (vestido vermelho) ou sobriedade intelectual (preto). Os figurinos são um caso à parte, ​Meryl Streep, em seu vestido vermelho, domina como uma força vital e ancestral de liderança. De forma inteligente, o figurino da personagem utiliza de cores para denotar autoridade e um sentido de poder que transcende o tempo.</p>



<p class="has-text-align-center">Já a personagem de Anne Hathaway, Andy Sachs, equilibra poder com humanidade. Sua personagem personifica uma liderança baseada na intercessão, compaixão e sabedoria maternal ao mesmo tempo que evolui para uma líder que recusa a tirania fria e absolutista. Ela se apropria dos códigos de poder do mundo da moda (o controle, a estética, a autoridade), mas, ao final, escolhe um caminho de &#8220;liderança compassiva&#8221;.&nbsp;Enquanto isso, Nigel (Stanley Tucci) evoca a autoridade civil e a &#8216;liderança pela sobriedade&#8217; . O personagem projeta uma liderança baseada na ordem e na lei, Nigel pode ser considerado como o pilar de estabilidade e o guardião do legado da revista.&nbsp; Ele é o mentor que não precisa da coroa, pois detém o conhecimento técnico e a visão institucional.</p>



<p class="has-text-align-center">No meio dessa tríade, Emily  (Emily Blunt) representa o poder do dinheiro trabalhando em um grande marca de luxo, estamos falando de nada mais, nada menos da Dior. A entrada e a representatividade de uma Maison como essa num filme de grande aporte lucrativo, já demonstra que o aporte financeiro no mundo da Moda existe (e com força). Seja como anunciantes, seja como estrutura fashion ou no uso de modelos e influenciadores para a divulgação de uma marca. Enfim, a construção do figurino de Emily representa tudo isso, a personagem literalmente depende de uma marca (não importa o tamanho) atrás dela, para se promover.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim, podemos dizer que <em>O Diabo Veste Prada 2 </em>consegue conciliar tradição e modernidade, sinalizando que a verdadeira liderança no mundo da alta moda exige uma disciplina e uma austeridade quase diplomáticas, desafiando a lógica do mundo da moda. O filme é uma meditação sobre a relatividade dos caminhos, onde a direção que escolhemos não é absoluta, mas uma construção da nossa própria perspectiva. O caminho para o poder é complexo e para cada degrau que subimos, estamos fazendo uma escolha fundamental sobre a nossa própria identidade e o tipo de mundo que queremos liderar.</p>



<p class="has-text-align-center">Das paredes de pedra passando pelas capas de revista e chegando aos pixels das redes sociais, as ferramentas visuais de autoridade e a luta pela ascendência permanecem as mesmas. Seguimos vivendo um jogo constante entre a paixão vital (vermelho), a integridade ou vazio (branco) e a autoridade implacável (preto) que define quem domina o topo e quem se perde nos degraus. </p>



<p class="has-text-align-center">O filme reúne também todos os responsáveis pelo primeiro longa. A produção tem direção do vencedor do Oscar® David Frankel&nbsp;(<em>Inventando Anna</em>) e roteiro de&nbsp;Aline Brosh McKenna&nbsp;(<em>Cruella</em>;&nbsp;<em>Crazy Ex-Girlfriend</em>) com base nos personagens criados pela escritora&nbsp;Lauren Weisberger, enquanto o figurino e a trilha sonora são novamente assinados pelos vencedores do Emmy Awards®&nbsp;Molly Rogers&nbsp;(<em>Sex and the City</em>) e&nbsp;Theodore Shapiro&nbsp;(<em>Ruptura</em>), respectivamente.&nbsp;Florian Ballhaus&nbsp;(<em>Sex and the City</em>) ficou a cargo da direção de fotografia e&nbsp;Jess Gonchor<strong>&nbsp;</strong>(<em>Adoráveis Mulheres</em>) voltou como designer de produção.</p>
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		<title>Michael: Antoine Fuqua leva as telas a criação do Rei do Pop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cinebiografia Michael, enfim, chega aos cinemas, com direção de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento) e roteiro de John Logan (Gladiador). O filme explora a trajetória complexa do Rei do Pop, desde a infância no grupo Jackson 5 até o auge da fama mundial e as polêmicas de sua vida pessoal. Michael Jackson é interpretado brilhantemente pelo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A cinebiografia Michael, enfim, chega aos cinemas, com direção de Antoine Fuqua (<em>Dia de Treinamento</em>) e roteiro de John Logan (<em>Gladiador</em>). O filme explora a trajetória complexa do Rei do Pop, desde a infância no grupo Jackson 5 até o auge da fama mundial e as polêmicas de sua vida pessoal.</p>



<p class="has-text-align-center">Michael Jackson é interpretado brilhantemente pelo seu sobrinho, Jaafar Jackson. Sua atuação  oferece semelhança física e vocal impressionante. Aliás, para atingir o nível de fidelidade esperado, Jaafar passou por um treinamento intensivo de mais de um ano, focado em mimetizar os movimentos e a voz de Michael. E o fez muito bem, o trabalho de corpo e voz apresentado é milimétrico e completamente preciso, apresentando um ótimo ator em sua estreia. Jaafar Jackson está fenomenal com uma atuação fora de série!</p>



<p class="has-text-align-center">O elenco conta com Colman Domingo como o patriarca, Joe Jackson em grande atuação, enquanto Nia Long assume o papel de Katherine Jackson. Ambos os atores fazem o contraponto perfeito na vida de Michael Jackson. Já ator Miles Teller como o advogado e empresário John Branca, parece um pouco desconfortável no papel. </p>



<p class="has-text-align-center">Sempre soubemos que a relação entre Michael Jackson e seu pai não é apenas um detalhe narrativo, mas o coração pulsante de sua história. E o filme faz uso desse vínculo com firmeza, revelando como os conflitos geraram suas fragilidades. </p>



<p class="has-text-align-center"> A história do fenômeno musical passa pelos seus primeiros dias na Motown, se apresentando com seus irmãos no Jackson 5, até sua ascensão como artista solo. Além disso, o filme conta com cerca de 13 canções icônicas, com requinte de detalhes em suas produções audiovisuais. </p>



<p class="has-text-align-center"><em>Michael </em>proporciona uma imersão completa na evolução artística do cantor ao longo das décadas retratadas na tela. A Direção de Arte e figurino recria tudo com riqueza de detalhes e as cenas musicais são construídas como verdadeiras experiências sensoriais.</p>



<p class="has-text-align-center">A direção de Antoine Fuqua é precisa, com ritmo consistente, sem excesso e gostinho de quero mais. O público é conduzido com equilíbrio, acompanhando a ascensão de um artista que não apenas alcançou o sucesso, mas redefiniu os limites da música Pop. </p>
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		<title>Jim Jarmuch marginaliza a dor silenciosa da interação humana, em novo filme.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Jarmuch]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Jarmusch]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jim Jarmusch está de volta aos cinemas em um filme sobre cotidianos familiares e a dimensão do tempo vs. rotina. Pai, Mãe, Irmã, Irmão é um filme minimalista sobre três histórias familiares que transmite uma sensação simultaneamente melancólica e comovente. Com raízes focadas nos personagens e com fortes atuações do elenco, destaque para Cate Blanchett, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Jim Jarmusch está de volta aos cinemas em um filme sobre cotidianos familiares e a dimensão do tempo vs. rotina. <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão</em> é um filme minimalista sobre três histórias familiares que transmite uma sensação simultaneamente melancólica e comovente. </p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Com raízes focadas nos personagens e com fortes atuações do elenco, destaque para Cate Blanchett, Adam Driver e Tom Waits por incorporarem profundamente seus personagens, o diretor entrega um filme familiar, saudoso pela sua essência e cheio de conexões interpessoais. O diretor trata temas comuns em sua obra marginalizando a dor silenciosa da interação humana.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Mesclando melancolia com humor sutil, <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão</em> é composto por três histórias separadas, ambientadas em locais diferentes (EUA, Dublin, Paris), que se ecoam mutuamente, Jim Jarmuch traz à cena uma imagem delicada, muitas vezes silenciosa sobre relacionamentos familiares.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Com estética discreta, a fotografia, ora cinzenta, ora amarelada, traduz a rotina familiar em um roteiro que é uma proeza poética sobre a vida. <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão e Irmã</em> traz, surpreendentemente, uma visão da vida sem ambição, orientado apenas pela ação de viver, é, certamente, um filme sóbrio e altamente cru sobre as pequenas reflexões da vida.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text"> Em seu novo filme, Jim Jarmusch consegue ser profundamente agradável, nos oferecendo algo novo e pessoal  sobre a rotina de seus protagonistas, que sobrevivem com muitas possibilidades em drama sutilmente cômico. Por fim, fica a sensação de mortalidade e a nuvem de escuridão que se adensa sobre nossas cabeças ao entrarmos na meia-idade como uma preocupação constante e persistente com a saúde de nossos pais idosos.</p>



<p> </p>
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		<item>
		<title>O DRAMA: Zendaya e Robert Pattinson enfrentam segredos obscuros antes do casamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que você faria se descobrisse, às vésperas do seu casamento, a pior coisa que a pessoa com quem você vai se casar já fez? O quanto do seu passado você deve revelar ao seu adorável noivo antes do grande dia? Questões muito delicadas provavelmente devem ser evitadas nos preparativos para a cerimônia, mas ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"> O que você faria se descobrisse, às vésperas do seu casamento, a pior coisa que a pessoa com quem você vai se casar já fez? O quanto do seu passado você deve revelar ao seu adorável noivo antes do grande dia? Questões muito delicadas provavelmente devem ser evitadas nos preparativos para a cerimônia, mas ainda podem ser levantadas de forma imprudente por jovens atraentemente ingênuos que presumem que os problemas não podem ser tão grandes.  É isso o que acontece com Charlie e Emma, em <em>O DRAMA</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Apaixonado, o casal está se preparando para o momento mais feliz de suas vidas quando uma brincadeira traz à tona uma revelação sobre o passado de Emma que faz Charlie se questionar o quanto ele realmente conhece a pessoa com quem vai se casar. Entre momentos felizes do relacionamento e tensões desencadeadas pelo segredo, o filme propõe a discussão sobre até onde as pessoas conhecem quem está ao seu lado e o que pode – ou não – ser superado. </p>



<p class="has-text-align-center">Dirigido pie Kristoffer Borgli, <em>O DRAMA</em> oferece um olhar original e provocador sobre relacionamentos ao contrapor a expectativa de felicidade e empolgação associadas ao casamento com a realidade nem tão encantada dos relacionamentos reais e seus desafios.  Borgli consegue revelar algo sinistro, impondo um estilo de terror psicológico aos clichês da comédia romântica. O design de som é estranho, ruídos ambientes sinistros se dissipam no silêncio, closes se aproximam e figuras de sopro dissonantes e inquietantes compõem a trilha sonora.  Conforme o dia do casamento se aproxima, Charlie e Emma vão jantar, regados a álcool, com os amigos Rachel (Alana Haim) e Mike (Mamoudou Athie), durante o qual desafiam uns aos outros a dizer as piores coisas que já fizeram.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>O Drama</em> parte de sua genialidade de ser uma sátira e um suspense ao mesmo tempo. O filme oferece uma provocação, um jogo de espírito de indignação, um colapso psicológico articulado com mais astúcia do que em muitos outros filmes com intenções mais solenes. Além de certamente nos entregar o que promete no título.</p>



<p class="has-text-align-center">Além de Zendaya e Pattinson, integram o elenco do filme nomes como Alana Haim (<em>&#8220;Licorice Pizza&#8221;</em>), Mamoudou Athie (<em>&#8220;Tipos de Gentileza&#8221;</em>) e Hailey Gates (<em>&#8220;Marty Supreme&#8221;</em>).&nbsp; </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="eJ7_iPylqS4"><iframe title="O DRAMA | Trailer Oficial Legendado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/eJ7_iPylqS4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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