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	<title>Alê Shcolnik, Autor em Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Alê Shcolnik, Autor em Rota Cult</title>
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		<title>Michael: Antoine Fuqua leva as telas a criação do Rei do Pop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cinebiografia Michael, enfim, chega aos cinemas, com direção de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento) e roteiro de John Logan (Gladiador). O filme explora a trajetória complexa do Rei do Pop, desde a infância no grupo Jackson 5 até o auge da fama mundial e as polêmicas de sua vida pessoal. Michael Jackson é interpretado brilhantemente pelo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A cinebiografia Michael, enfim, chega aos cinemas, com direção de Antoine Fuqua (<em>Dia de Treinamento</em>) e roteiro de John Logan (<em>Gladiador</em>). O filme explora a trajetória complexa do Rei do Pop, desde a infância no grupo Jackson 5 até o auge da fama mundial e as polêmicas de sua vida pessoal.</p>



<p class="has-text-align-center">Michael Jackson é interpretado brilhantemente pelo seu sobrinho, Jaafar Jackson. Sua atuação  oferece semelhança física e vocal impressionante. Aliás, para atingir o nível de fidelidade esperado, Jaafar passou por um treinamento intensivo de mais de um ano, focado em mimetizar os movimentos e a voz de Michael. E o fez muito bem, o trabalho de corpo e voz apresentado é milimétrico e completamente preciso, apresentando um ótimo ator em sua estreia. Jaafar Jackson está fenomenal com uma atuação fora de série!</p>



<p class="has-text-align-center">O elenco conta com Colman Domingo como o patriarca, Joe Jackson em grande atuação, enquanto Nia Long assume o papel de Katherine Jackson. Ambos os atores fazem o contraponto perfeito na vida de Michael Jackson. Já ator Miles Teller como o advogado e empresário John Branca, parece um pouco desconfortável no papel. </p>



<p class="has-text-align-center">Sempre soubemos que a relação entre Michael Jackson e seu pai não é apenas um detalhe narrativo, mas o coração pulsante de sua história. E o filme faz uso desse vínculo com firmeza, revelando como os conflitos geraram suas fragilidades. </p>



<p class="has-text-align-center"> A história do fenômeno musical passa pelos seus primeiros dias na Motown, se apresentando com seus irmãos no Jackson 5, até sua ascensão como artista solo. Além disso, o filme conta com cerca de 13 canções icônicas, com requinte de detalhes em suas produções audiovisuais. </p>



<p class="has-text-align-center"><em>Michael </em>proporciona uma imersão completa na evolução artística do cantor ao longo das décadas retratadas na tela. A Direção de Arte e figurino recria tudo com riqueza de detalhes e as cenas musicais são construídas como verdadeiras experiências sensoriais.</p>



<p class="has-text-align-center">A direção de Antoine Fuqua é precisa, com ritmo consistente, sem excesso e gostinho de quero mais. O público é conduzido com equilíbrio, acompanhando a ascensão de um artista que não apenas alcançou o sucesso, mas redefiniu os limites da música Pop. </p>
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		<title>Jim Jarmuch marginaliza a dor silenciosa da interação humana, em novo filme.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jim Jarmusch está de volta aos cinemas em um filme sobre cotidianos familiares e a dimensão do tempo vs. rotina. Pai, Mãe, Irmã, Irmão é um filme minimalista sobre três histórias familiares que transmite uma sensação simultaneamente melancólica e comovente. Com raízes focadas nos personagens e com fortes atuações do elenco, destaque para Cate Blanchett, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Jim Jarmusch está de volta aos cinemas em um filme sobre cotidianos familiares e a dimensão do tempo vs. rotina. <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão</em> é um filme minimalista sobre três histórias familiares que transmite uma sensação simultaneamente melancólica e comovente. </p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Com raízes focadas nos personagens e com fortes atuações do elenco, destaque para Cate Blanchett, Adam Driver e Tom Waits por incorporarem profundamente seus personagens, o diretor entrega um filme familiar, saudoso pela sua essência e cheio de conexões interpessoais. O diretor trata temas comuns em sua obra marginalizando a dor silenciosa da interação humana.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Mesclando melancolia com humor sutil, <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão</em> é composto por três histórias separadas, ambientadas em locais diferentes (EUA, Dublin, Paris), que se ecoam mutuamente, Jim Jarmuch traz à cena uma imagem delicada, muitas vezes silenciosa sobre relacionamentos familiares.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Com estética discreta, a fotografia, ora cinzenta, ora amarelada, traduz a rotina familiar em um roteiro que é uma proeza poética sobre a vida. <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão e Irmã</em> traz, surpreendentemente, uma visão da vida sem ambição, orientado apenas pela ação de viver, é, certamente, um filme sóbrio e altamente cru sobre as pequenas reflexões da vida.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text"> Em seu novo filme, Jim Jarmusch consegue ser profundamente agradável, nos oferecendo algo novo e pessoal  sobre a rotina de seus protagonistas, que sobrevivem com muitas possibilidades em drama sutilmente cômico. Por fim, fica a sensação de mortalidade e a nuvem de escuridão que se adensa sobre nossas cabeças ao entrarmos na meia-idade como uma preocupação constante e persistente com a saúde de nossos pais idosos.</p>



<p> </p>
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		<title>O DRAMA: Zendaya e Robert Pattinson enfrentam segredos obscuros antes do casamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que você faria se descobrisse, às vésperas do seu casamento, a pior coisa que a pessoa com quem você vai se casar já fez? O quanto do seu passado você deve revelar ao seu adorável noivo antes do grande dia? Questões muito delicadas provavelmente devem ser evitadas nos preparativos para a cerimônia, mas ainda [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> O que você faria se descobrisse, às vésperas do seu casamento, a pior coisa que a pessoa com quem você vai se casar já fez? O quanto do seu passado você deve revelar ao seu adorável noivo antes do grande dia? Questões muito delicadas provavelmente devem ser evitadas nos preparativos para a cerimônia, mas ainda podem ser levantadas de forma imprudente por jovens atraentemente ingênuos que presumem que os problemas não podem ser tão grandes.  É isso o que acontece com Charlie e Emma, em <em>O DRAMA</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Apaixonado, o casal está se preparando para o momento mais feliz de suas vidas quando uma brincadeira traz à tona uma revelação sobre o passado de Emma que faz Charlie se questionar o quanto ele realmente conhece a pessoa com quem vai se casar. Entre momentos felizes do relacionamento e tensões desencadeadas pelo segredo, o filme propõe a discussão sobre até onde as pessoas conhecem quem está ao seu lado e o que pode – ou não – ser superado. </p>



<p class="has-text-align-center">Dirigido pie Kristoffer Borgli, <em>O DRAMA</em> oferece um olhar original e provocador sobre relacionamentos ao contrapor a expectativa de felicidade e empolgação associadas ao casamento com a realidade nem tão encantada dos relacionamentos reais e seus desafios.  Borgli consegue revelar algo sinistro, impondo um estilo de terror psicológico aos clichês da comédia romântica. O design de som é estranho, ruídos ambientes sinistros se dissipam no silêncio, closes se aproximam e figuras de sopro dissonantes e inquietantes compõem a trilha sonora.  Conforme o dia do casamento se aproxima, Charlie e Emma vão jantar, regados a álcool, com os amigos Rachel (Alana Haim) e Mike (Mamoudou Athie), durante o qual desafiam uns aos outros a dizer as piores coisas que já fizeram.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>O Drama</em> parte de sua genialidade de ser uma sátira e um suspense ao mesmo tempo. O filme oferece uma provocação, um jogo de espírito de indignação, um colapso psicológico articulado com mais astúcia do que em muitos outros filmes com intenções mais solenes. Além de certamente nos entregar o que promete no título.</p>



<p class="has-text-align-center">Além de Zendaya e Pattinson, integram o elenco do filme nomes como Alana Haim (<em>&#8220;Licorice Pizza&#8221;</em>), Mamoudou Athie (<em>&#8220;Tipos de Gentileza&#8221;</em>) e Hailey Gates (<em>&#8220;Marty Supreme&#8221;</em>).&nbsp; </p>



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<div class="youtube-embed" data-video_id="eJ7_iPylqS4"><iframe title="O DRAMA | Trailer Oficial Legendado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/eJ7_iPylqS4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<item>
		<title>NUREMBERG: Russell Crowe interpreta braço direito de Hitler</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baseado em fatos reais, NUREMBERG retrata o encontro de Dr. Douglas Kelley, um psiquiatra, que avalia líderes nazistas para os julgamentos de Nuremberg. Nesse contexto, o psiquiatra norte-americano é enviado como o responsável por cuidar da saúde mental dos prisioneiros e garantir que permaneçam vivos. Porém, o que ele não esperava era desenvolver uma relação [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><br>Baseado em fatos reais, <em>NUREMBERG</em> retrata o encontro de Dr. Douglas Kelley, um psiquiatra, que avalia líderes nazistas para os julgamentos de Nuremberg. Nesse contexto, o psiquiatra norte-americano é enviado como o responsável por cuidar da saúde mental dos prisioneiros e garantir que permaneçam vivos. Porém, o que ele não esperava era desenvolver uma relação complexa com o controverso Göring, que o levou a dilemas éticos e a reflexões sobre bem e mal, vindo mais tarde a lançar um livro sobre o marechal alemão. Aliás, o filme é baseado em seu livro ‘O Nazista e o Psiquiatra’. Dr. Douglas Kelley acaba formando um laço perturbador com Hermann Göring,  sendo arrastado para uma jornada da qual não há retorno.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>NUREMBERG </em>traz, certamente, uma das mais potentes performances de Russell Crowe. No papel do marechal alemão Hermann Göring, conhecido como o braço direito de Hitler, Crowe tem brilhante atuação, trazendo a cena um pomposo, ardiloso manipulador, sagaz nas palavras. Este, certamente, é o melhor trabalho dele em muito tempo, entregando um trabalho tão poderoso. Crowe capta o paradoxo entre o carisma e a monstruosidade de Göring, retratando um homem capaz de seduzir uma sala inteira mesmo enquanto seus crimes horrorizam o mundo.  </p>



<p class="has-text-align-center">Dirigido por James Vanderbilt, Nuremberg é um drama histórico primorosamente construído, centrado em explorar plenamente a complexidade do tema. <em>NUREMBERG</em>  é centrado quando os líderes nazistas remanescentes são capturados e levados a julgamento, o qual dá nome ao filme. O filme se apoia em registros médicos, relatos pessoais e documentos históricos para construir uma narrativa intensa e provocadora sobre moralidade, empatia e os limites da ciência diante da barbárie.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>NUREMBERG</em> tenta compreender o que leva seres humanos a cometer atos de tamanha crueldade na tentativa de educar e inspirar ao mesmo tempo em que busca entreter.</p>
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		<title>Melissa Vettore encena &#8220;Prima Facie&#8221;, em italiano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Radicada na Suíça há oito anos, a atriz brasileira Melissa Vettore vem conquistando a crítica italiana com sua atuação no monólogo da autora australiana Suzie Miller. Com mais de 30 anos de experiência como artista, atuando na televisão, cinema e principalmente no teatro. Sua bagagem inclui vários países, enfrentando sempre desafios e recitando em cinco [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Radicada na Suíça há oito anos, a atriz brasileira Melissa Vettore vem conquistando a crítica italiana com sua atuação no monólogo da autora australiana Suzie Miller. Com mais de 30 anos de experiência como artista, atuando na televisão, cinema e principalmente no teatro. Sua bagagem inclui vários países, enfrentando sempre desafios e recitando em cinco línguas diferentes. Agora, Melissa Vettore encara mais uma empreitada: estrelar na versão italiana do monólogo &#8220;Prima Facie&#8221;.  Aliás, Prima Facie é uma expressão latina que significa a primeira vista. No contexto jurídico se refere a um evento considerado verdadeiro com base na primeira impressão.</p>



<p class="has-text-align-center">Escrita pela australiana Suzie Miller, a peça já foi traduzida em 20 idiomas e apresentada em 38 países, inclusive no Brasil, interpretada por Débora Falabella, sob a direção de Yara de Novaes. Na Itália, o diretor suíço Daniele Finzi Pasca e Melissa Vettore compraram os direitos da peça. Confira abaixo entrevista com Melissa Vettore.</p>



<p class="has-text-align-center">Como foi seu processo de construção e desconstrução da personagem? Você teve contato com a Debora Falabella, Yara Novaes e Suzie Miller?</p>



<ol class="wp-block-list"></ol>



<p class="has-text-align-center">MV:&nbsp;Meu processo de construção foi primeiro entrando na língua italiana, como não é minha primeira língua, pedi o texto em inglês também para poder entre vários idiomas, me aproximar daquelas palavras. Um ator quando interpreta em outra língua, precisa encontrar elos afetivos, em palavras que as vezes não se traduzem emocionalmente, então meu trabalho de construção inicial foi mergulhar nessas sonoridades e fazê-las ressoar como se estivesse falando com intimidade como faria em português, ou seja na minha língua materna.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="272" height="186" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Melissa-Vettore-encena-22Prima-Facie22-em-italiano.jpeg" alt="Melissa Vettore" class="wp-image-198315" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Melissa-Vettore-encena-22Prima-Facie22-em-italiano.jpeg 272w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Melissa-Vettore-encena-22Prima-Facie22-em-italiano-150x103.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Melissa-Vettore-encena-22Prima-Facie22-em-italiano-218x150.jpeg 218w" sizes="(max-width: 272px) 100vw, 272px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">A desconstrução pessoal, foi para encontrar o corpo de uma advogada feroz, com uma jovialidade que me lembro de ter tido aos 30 anos, quando é a primeira vez que o mundo profissional aparece claro. A ambição bonita que existe na vontade de ‘vencer’, de construir um espaço. Essa é uma característica de Tessa, e é só depois da queda, que ela consegue enxergar algo que a ‘cegava’, pela ‘paixão’ que ela nutria pelo sistema jurídico.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Melissa Vettore conta que a personagem vai se desconstruindo, se humanizando e tirando a lei do lugar ‘inatingível’ em que foi colocada, e resumindo-a a uma pergunta simples: “A lei não é um processo orgânico, construído por nós, sob a luz das nossas experiências? Então TEM que mudar! Porque a verdade é que 1 em cada 3 mulheres sofre uma violência sexual.”</p>



<p class="has-text-align-center">Ela completa, &#8220;Eu admiro a Yara e nos conhecemos. A encontrei em uma festa quando estava em São Paulo e nos abraçamos quando contei que faria a versão italiana, ela me convidou para assistir a Débora e disse uma coisa muito bonita. Ela me falou: somos ‘Tessas’, somos todas irmãs. Isso ficou no meu coração&#8221;. A ideia de que entre as 48 atrizes que interpretam ou interpretaram Tessa no mundo, uma certamente influencia a outra de alguma forma.</p>



<p class="has-text-align-center">Suzie Miller veio nos assistir em Roma, na estreia nacional de Prima Facie na Itália. Ela é uma pessoa extraordinária, engajada na causa, nos contou como esse texto foi escrito rapidamente, já que ela tinha tanta experiência no assunto. Ficou muito encantada com a direção do Daniele, e a linguagem poética da Compagnia Finzi Pasca, e comentou que estava surpresa ao ver como eu me transformava da advogada a vítima. Desde então permanecemos em contato.</p>



<p class="has-text-align-center">O que a versão em italiano do traz de diferente seja na linguagem ou na estética? </p>



<p class="has-text-align-center">MV:&nbsp;Cada versão traz uma particularidade, são 48 versões diferentes, traduzido em 20 línguas. Fico curiosa para ver a versão chinesa ou turca, são tantas. A nossa traz a marca da linguagem poética do diretor, e meu marido, Daniele Finzi Pasca.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Daniele é um ‘clown’, dirigiu dois shows para o Cirque du Soleil (Corteo e Luzia), então ele lê o ‘teatro de prosa’ &#8211; como chamamos em italiano &#8211; a partir de uma certa fisicalidade. Nos encontramos muito bem nesse aspecto, porque sempre me dediquei muito ao trabalho corporal, então acabei dando corpo aos diferentes personagens que aparecem na narração, não só Tessa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em geral as montagens fazem uma cenografia na primeira parte e outra na segunda parte da peça. Nossa montagem tem bastante impacto cenográfico e de iluminação, uma marca do diretor, que traz leveza ao texto, jogando com aspectos que surpreendem o espectador. Então construímos uma cena diferente para as 18 cenas do texto.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Por exemplo, caem coisas do teto dando um aspecto surreal, como processo que infinitamente se acumulam. Tem também a presença de um objeto cênico acrobático que foi uma criação do cenógrafo Matteo Verlicchi. Daniele queria para a cena da violência sexual, algo metafórico que desse a sensação de vertigem, que começasse divertido e acabasse gerando medo e impotência. Se tornou uma cena muito impactante, onde eu sou girada a uma certa velocidade nesse objeto, manipulado por um técnico. O resultado é que muitos homens dizem entender pela primeira vez, como uma mulher se sente em um momento de violência.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Gostaria de saber como foi a sua primeira reação ao ler o texto?</p>



<p class="has-text-align-center">MV:&nbsp;A primeira coisa que me seduziu no texto foi o ritmo, uma musicalidade que faz com que mesmo 95 páginas, fluam de um modo preciso e ritmado. Admiro a arquitetura do texto, Suzie Miller constrói uma contradição enorme, a partir da primeira parte onde Tessa exibe o orgulho de estar vencendo como advogada (mesmo que defendendo homens acusados por violência sexual) e depois da violência que ela é vítima na segunda parte, ela revela questões éticas em relação a tudo que fazia como advogada entes disso.&nbsp;</p>



<p>Também senti pânico!! Eu faço a versão italiana, que diferente do inglês, mantêm frases mais muito longas e com palavras do mundo jurídico, difíceis de pronunciar. Então compreendi que além do trabalho que normalmente temos que fazer como atores, eu teria que trabalhar dobrado para dominar minha pronúncia.</p>



<p class="has-text-align-center">O texto fala da violência de gênero, trazendo debates globais sobre a necessidade de um sistema jurídico mais sensível às vítimas de crimes sexuais. Você acha que “Prima Facie” abriu portas para falarmos de injustiças?</p>



<p class="has-text-align-center">MV: &#8220;Prima Facie&#8221; se transformou em um fenômeno global, capaz de mudar as leis em alguns países, e de forma geral de sensibilizar muitos grupos. Poderia dar alguns exemplos como na Irlanda do Norte, onde os juízes para se formar, devem ler o texto de Prima Facie. </p>



<p class="has-text-align-center">Na Suiça italiana, onde a Compagnia em que trabalho está sediada, por exemplo, após a nossa estreia nasceu um Grupo Multidisciplinar de Sensibilização Contra a Violência de Gênero, inspirado no espetáculo, com representantes de vários âmbitos da sociedade, como autoridades, universidade, medicina, polícia. A ideia é ajudar a ‘mover a engrenagem’, porque mesmo existindo tantos programas em cada área, os números de violência contra a mulher, continuam muito altos na Suiça (imagina!!). Então esse grupo pretende fazer com que eles se comuniquem melhor entre si. Acho que no Brasil, estão propondo algo semelhante.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Também quando estreamos em Milão, participamos de uma coisa incrível que foi o ‘Manifesto dos Homens’, uma ação conjunta da Compagnia Finzi Pasca, com a prefeitura de Milão, com o Teatro Franco Parenti, e a revista F. Os homens depois do espetáculo faziam fila para assinar o manifesto que convida os homens jovens a uma educação afetiva, e propões que os homens que falem entre si sobre: o corpo da mulher, consenso, rejeição, para que sejam um novo modelo masculino.</p>



<p class="has-text-align-center">Esse ‘Manifesto dos Homens’ nós estamos girando a Itália e Suiça italiana, é engraçado, porque antes de eu entrar em cena, tem sempre algum convidado em cada cidade, prefeito, assessor de cultura, ou jornalista, que pede para abrir o espetáculo, e fazer uma pequeno discurso, dando a importância merecida ao tema.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Também foram organizados debates com vários especialistas do tema, dando visibilidade também as Associações de Mulheres que se ocupam de fornecer acolhimento e informação, a mulheres que sofreram violência, sobre igualdade de gênero, e também consciência das diversas formas de violência: sexual, física, psicológica e&nbsp;financeira. Impressionante como após o espetáculo, vários centros em Lugano (na Suiça italiana) e programas de televisão, nos informaram que dobraram o número de ligações de mulheres recebidas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Pela representatividade de Simone de Beauvoir  e seu idealismo e sua filosofia podemos acreditar que  Beauvoir faz parte da construção do monologo?</p>



<p class="has-text-align-center">MV:&nbsp;Me lembro bem de quando completei 11 anos e minha mãe colocou um cartaz no meu quarto que dizia: “Não se nasce mulher, torna-se mulher” – foi a primeira vez que ouvi falar de Simone de Beauvoir. Não sei se aos 11 anos entendi o que a frase queria dizer, mas cresci procurando essa resposta.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Minha mãe é uma mulher que me ensina muitas coisas, e a melhor tradução que encontrei para isso que penso que ela queria me dizer, foi ‘a capacidade de escolher, e não ser definida ou escolhida pelo olhar masculino’. Não é um conceito fácil, mas é a chave do processo de libertação de uma mulher dentro da sociedade em que vivemos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Agradeço essa ‘chave’ que minha mãe me deu e perpetuo esse conceito entre as novas gerações, para que não se perca. E isso vem das antigas feministas, autonomia da escolha gera liberdade, então acredito que sim, Simone Beauvoir , e minha mãe!, estão presentes nesse monólogo e em todos os avanços aos quais ainda devemos ainda lutar.&nbsp;</p>
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		<title>Manual Pratico da Vingança Lucrativa: Em busca do dinheiro perdido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 14:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA["As Oito Vítimas"]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Glen Powell]]></category>
		<category><![CDATA[Manual Pratico da Vingança Lucrativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Glen Powell vem se destacando cada vez mais na indústria de cinema norte-americana, com papeis menos estereotipados. Em Manual Pratico da Vingança Lucrativa, o ator tem a chance de mostrar mais uma vez sua versatilidade diante de um papel que exige muitas nuances. Com roteiro e direção de John Patton Ford, o longa é um thriller [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Glen Powell vem se destacando cada vez mais na indústria de cinema norte-americana, com papeis menos estereotipados. Em <em><em>Manual Pratico da Vingança Lucrativa</em></em>, o ator tem a chance de mostrar mais uma vez sua versatilidade diante de um papel que exige muitas nuances. Com roteiro e direção de John Patton Ford, o longa é um thriller sobre ambição, vingança e poder na sociedade americana, marcada por um tom afiado e crítico, propondo uma reflexão original sobre ambição e poder na sociedade americana.</p>



<p class="has-text-align-center">Para isso, curiosamente o cineasta parte de um filme dos anos 1940 que, como seu sucessor espiritual, é também dono de um tom muito particular: <em>&#8220;As Oito Vítimas&#8221;</em>, de Robert Hamer. A trama analisa os efeitos da riqueza nas pessoas. John Patton Ford traz um olhar peculiar ao explorar as diferentes versões da riqueza e o que elas causam nas pessoas. Cada personagem usa o dinheiro e essa vantagem de uma maneira única. O filme oscila desajeitadamente entre humor irônico e drama boa parte da sua duração, antes de finalmente encontrar seu tom satírico.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="530" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--1024x530.jpg" alt="" class="wp-image-197709" style="aspect-ratio:1.9321392165428863;width:514px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--1024x530.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--300x155.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--768x397.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--1536x794.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--2048x1059.jpg 2048w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--812x420.jpg 812w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--150x78.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--696x360.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--1068x552.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Manual-Pratico-da-Vinganca-Lucrativa--1920x993.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">  Em <em>Manual Pratico da Vingança Lucrativa</em>, o trabalhador Becket Redfellow (Glen Powell), rejeitado ao nascer por sua família bilionária, fará o que for preciso para recuperar a herança que lhe foi negada, mesmo que isso signifique eliminar cada parente que esteja em seu caminho. Aliás, é possível ter uma certa<em>identificação com o personagem</em> assim como em<em>Psicopata Americano, Manual Pratico da Vingança Lucrativa </em>é um filme sobre vingança, um prato que se come frio. ë um filme, surpreendentemente sobre o comportamento humano. E de certa forma, divertido e perversamente empolgante.</p>



<p class="has-text-align-center">O filme, de fato, aproxima o espectador aos dilemas do seu protagonista Becket Redfellow (Powell), um jovem trabalhador que teve uma vida de privilégios negada. Assim, conforme a vingança de Becket toma contornos cada vez mais intensos e chocantes, o cineasta coloca o público para se questionar sobre sua cumplicidade nessa jornada. </p>



<p class="has-text-align-center">O elenco formado por Ed Harris, Margaret Qualley, Topher Grace, Jessica Henwick, Bill Camp e Zach Woods, além de Glenn Powell, consegue levar a cena um retrato da da vida dos milionários, com um certo sadismo. É, certamente, um thriller enganosamente sombrio, mas também repleto de humor.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="6EovZE2NR_U"><iframe loading="lazy" title="MANUAL PRÁTICO DA VINGANÇA LUCRATIVA | Trailer Oficial Legendado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/6EovZE2NR_U?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Isso Ainda Está de Pé?: Bradley Cooper dirige comedia dramática agridoce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida adulta pode ser cheia de desafios e obstáculos e cada um lida com eles à própria maneira, incluindo métodos nada convencionais. Dirigido por Bradley Cooper , Isso Ainda Está de Pé? acompanha Alex Novak (Will Arnett), um homem passando por uma crise de meia-idade que vê o casamento de 20 anos com a ex-atleta [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> A vida adulta pode ser cheia de desafios e obstáculos e cada um lida com eles à própria maneira, incluindo métodos nada convencionais. Dirigido por Bradley Cooper , <em>Isso Ainda Está de Pé?</em> acompanha Alex Novak (Will Arnett), um homem passando por uma crise de meia-idade que vê o casamento de 20 anos com a ex-atleta de vôlei, Tess (Laura Dern), chegar ao fim. Enquanto ela reflete sobre os sacrifícios que fez pela família, ele se joga na comédia stand-up, utilizando as apresentações como uma espécie de terapia.  </p>



<p class="has-text-align-center">A jornada de Alex Novak é baseada na história real do ex-jogador de futebol, representante farmacêutico e ator John Bishop. Na vida real, enquanto passava pelo divórcio, ele foi a um bar em uma noite de microfone aberto. Para não pagar a entrada, Bishop colocou o próprio nome na lista de comediantes que se apresentariam na ocasião e assim o fez. O resultado foi seu primeiro show, cujo repertório foi focado no que estava passando no momento.</p>



<p class="has-text-align-center">John continuou com as apresentações até um dia em que, por acaso, a ex-esposa estava na plateia. Isso levou os dois a uma conversa que acabou com a reconciliação do casal. Essa história inspirou Will Arnett a escrever um roteiro inspirado na vida de Bishop.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, Bradley Cooper não só dirige o longa, ele é um dos roteiristas e também atua no filme.  Como diretor, ele consegue extrair um retrato maduro de um casamento em crise. Certamente, é um excelente estudo de relacionamentos com oo talento dramático de Will Arnett. Além disso, o filme firmemente conectado ao espírito da Geração X.</p>



<p class="has-text-align-center">Esse retrato do casamento fracassado traz personagens e dilemas pouco melodramáticos. Em vez disso, com as câmeras nos ombros do diretor de fotografia Matthew Libatique adota um estilosimples, mergulhando na jornada íntima de autodescoberta de uma alma atormentada.  </p>



<p class="has-text-align-center"><em>Isso Ainda Está de Pé?</em> conta com  romance, comédia e drama na medida certa para entreter e encantar o público adulto, é um filme agridoce com um elenco estelar.</p>



<p></p>
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		<title>O Morro dos Ventos Uivantes traz Margot Robbie e Jacob Elordi em ótimas atuações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova versão de &#8220;O morro dos ventos uivantes&#8221; faz uma releitura do clássico de Emily Brontë, através de um sonho e um pesadelo para os fãs. Se você está esperando um filme que repassa todos os fatos do clássico literário, esqueça! Considerando a devoção dos aficionados pelo romance, era inevitável que qualquer filme que [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A nova versão de &#8220;O morro dos ventos uivantes&#8221; faz uma releitura do clássico de Emily Brontë, através de um sonho e um pesadelo para os fãs. Se você está esperando um filme que repassa todos os fatos do clássico literário, esqueça! Considerando a devoção dos aficionados pelo romance, era inevitável que qualquer filme que se afastasse do texto fosse visto por alguns como um ataque pessoal. A ironia é que a diretora, Emerald Fennell, afirma adorar o livro tanto quanto qualquer outra pessoa. No Festival de Escrita Feminina Brontë, ela disse que estava &#8220;obcecada&#8221; e &#8220;enlouquecida&#8221; pelo livro desde que o leu aos 14 anos. Na versão dela, somos levados ao ponto de vista de uma criada contando a história de amor entre Heathcliff e Catherine.</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;&nbsp;Emerald Fennell traz à cena o erotismo explícito de <em>Saltburn e Bela Vingança</em>. Além disso, o longa abraça&nbsp;visuais deslumbrantes seja no figurino, na direção de arte e na fotografia, enquanto Margot Robbie e Jacob Elordi dão vida ao casal do livro com beleza, exagero (e tesão). Aliás, a química entre os protagonistas interpretados por Margot Robbie e Jacob Elordi é, certamente, sufocante. Ambos estão muito bem! Margot Robbie está ótima em cena, mas cabe a Jacob Elordi se destacar como o bruto Heathcliff. A tensão sexual entre ambos é sólida, e perpetua por corpos quentes por amor e beijos embriagados de amor e tesão, no meio disso, até o melodrama fica ainda mais melodramático.</p>



<p class="has-text-align-center"> Emerald Fennell reconta essa história de obsessão, classe e crueldade na Inglaterra do século 19,  focada na relação doentia entre o casal de protagonistas e em como pode afetar as pessoas à sua volta.&nbsp;O amor entre Heathcliff e Catherine era impossível&nbsp;devido à divisão de classes sociais, além do orgulho de Catherine que a fez se casar com Edgar Linton por status. Porém, a natureza destrutiva e obsessiva de ambos os personagens, foi consumida por vingança.&nbsp;A traição de Catherine e o subsequente ódio e vingança de Heathcliff, tornaram o amor deles uma força que corrói tudo ao redor. Além disso, o longa explora a restrição dos desejos e impulsos femininos, vistos como vergonhosos pela sociedade da época. </p>



<p class="has-text-align-center">Durante o filme, Margo Robbie vestiu mais de cinquenta figurinos todos nas cores vermelho, preto e branco. Curiosamente, o vermelho está presente em todos os visuais da protagonista. Cor crucial para contar essa história vivida, com certo toque de cores de Almodovar, com o uso de cores vivas e saturadas e personagens com desejos, ânsias e cheio de contrastes. A nova versão traz referencias ao cineasta Almodóvar não só nas cores, mas também na valorização com relação a sexualidade de seus personagens. Da mesmas forma que Pedro Almodóvar, &nbsp;&nbsp;Emerald Fennell  não esconde as pulsões de seus protagonistas deixando-os mais humanos e carnais.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, os figurinos são assinados pela profissional Jacqueline Durran, que afirmou que os trajes não são de época, mas versões criativas do que seriam esses visuais tradicionais. Jacqueline buscou referências da Era de Ouro de Hollywood, da era vitoriana e do período elisabetano para construir os <em>looks</em>.</p>
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		<title>Justiça Artificial provoca reflexões sobre a ética e o papel da IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 11:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pratt]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O &#160;tema Inteligência Artificial tem se tornado cada vez mais forte na industria cinematográfica explorando a ética e os limites da tecnologia, Justiça Artificial é justamente sobre isso. No passado, obras de ficção científica nos levaram a imaginar um futuro em que máquinas poderiam pensar, sentir e até mesmo governar o mundo. Livros como 1984 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O &nbsp;tema Inteligência Artificial tem se tornado cada vez mais forte na industria cinematográfica explorando a ética e os limites da tecnologia, <em>Justiça Artificial</em> é justamente sobre isso. No passado, obras de ficção científica nos levaram a imaginar um futuro em que máquinas poderiam pensar, sentir e até mesmo governar o mundo. Livros como 1984 de George Orwell e Admirável Mundo Novo de Aldous Huxley nos alertaram sobre os perigos de um mundo dominado pela tecnologia e pelo controle automatizado. Mas o que era especulação literária se tornou uma realidade palpável no século XXI. Hoje, a Inteligência Artificial não é apenas um conceito de ficção científica, mas algo que vem remodelando o mundo.</p>


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<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--1024x576.jpg" alt="Justiça Artificial" class="wp-image-197106" style="width:473px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--1536x864.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--747x420.jpg 747w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--150x84.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial--1068x601.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Justica-Artificial-.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center"><em>Justiça Artificial</em> é cheio de referencias a filmes do gênero, como Matrix, que antecipou muitas discussões sobre a dependência da humanidade em relação à tecnologia e os perigos potenciais da IA. <em>A.I. &#8211; Inteligência Artificial </em>e <em>Minority Report, </em>ambos de de Steven Spielberg, e os mais recentes<em>, M3GAN 2.0, </em>que reacende o debate sobre IA com uma nova ameaça, focando na responsabilidade humana e ética da tecnologia e <em>Acompanhante Perfeita</em>, um thriller de ficção científica sobre relações humanas e uma IA avançada.</p>



<p class="has-text-align-center">O filme provoca reflexões importantes sobre a ética e o papel da IA no mundo contemporâneo, além do que até onde podemos ir na criação de máquinas que imitam a vida. Até onde estamos dispostos a deixar que as máquinas influenciam nossas escolhas e destinos? Como podemos assegurar que a IA sirva ao bem comum e não apenas reflita nossos piores vieses?</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Justiça Artificial</em> levanta questões sobre controle, vigilância e autonomia, até então, pertinentes em um mundo onde dados são o novo petróleo e a privacidade é constantemente desafiada por avanços tecnológicos. </p>



<p class="has-text-align-center">No longa, em um futuro próximo, um juiz de IA avançado diz a um detetive cativo que ele está sendo julgado pelo assassinato de sua esposa. Se ele falhar em provar sua inocência em 90 minutos, será executado no local.</p>



<p class="has-text-align-center">Com direção de Timur Bekmambetov, <em>Justiça Artificial</em> tem tudo para ser um filme pipoca divertido, mesmo trazendo questões relevantes à discussão. A montagem dinâmica e câmera tremula trazem uma boa identidade ao longa, que conta com Chris Pratt no banco dos réus.</p>



<p class="has-text-align-center">O filme, certamente, ressoa com preocupações atuais sobre a segurança e ética da inteligência artificial. Será que ideia de tecnologia virando-se contra seus criadores não é apenas ficção científica? Mas um debate real no campo da ética em tecnologia?</p>



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		<title>O Beijo da Mulher Aranha mistura fantasia a realidade em um espetáculo musical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Jennifer Lopez]]></category>
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<p class="has-text-align-center"> Baseado no Livro por Manuel Puig, que originou o filme de Hector Babenco e futuramente o musical da Broadway, <em>O Beijo da Mulher Aranha</em> mostra que o show não tem razão de existir sem a luta. O romance de 1976 do escritor Manuel Puig retrata as conversas diárias entre dois companheiros de cela em uma prisão argentina durante a Ditadura Militar. Nesse período, Molina e Valentín constroem um vínculo íntimo forte e devastador para a época. </p>



<p class="has-text-align-center">Foi em 1985, que Hector Babenco coproduziu entre Brasil e EUA, com Sônia Braga no papel da diva Ingrid Luna, que protagoniza o filmes contados por Molina. Junto a ela, <strong>J</strong>osé Lewgoy, Milton Gonçalves e Fernando Torres e os atores hollywoodianos Raul Julia e William Hurt protagonizam a obra. Babenco transportou a história para a ditadura militar brasileira trazendo Sonia Braga com um toque latino. Agora, em 2026, chega aos cinemas o filme de Bill Condon, baseado no musical da Broadway. Portanto, todo o contexto histórico relevante perde a cena para contar a história da diva que protagoniza <em>O Beijo da Mulher Aranha</em> ainda assim a fantasia espelha a realidade.</p>



<p class="has-text-align-center"> <em>O Beijo da Mulher Aranha</em> faz uso de uma linha é cruzada quase de instantânea de suas tramas, de fato, mas com um foco maior no espetáculo mundo dos musicais, aliás, cabe a Jennifer Lopez conduzir essa parte do show. Como a grande perfomer que é, J.Lo se move como Rita Hayworth e Dolores Del Río. Como as suas precursoras, a performance da atriz não é um grande feito dramático, mas encontra no espetáculo da dança,  da feminilidade e da sensualidade uma forma de ser adorada.</p>



<p class="has-text-align-center">O diretor Bill Condon (<em>Dreamgirls – Em Busca de um sonho</em>) filma a outra metade ambientada na prisão, com a necessária gravidade, porém com menos cores luminosas. Molina (Tonatiuh Elizarraraz) e Agustín (Diego Luna) ganham vozes com atuações delicadas e triunfantes. O drama se mistura à fantasia para fugir dos horrores da prisão para o delírio dos números musicais. As linhas temporais se unem pelo espetáculo romântico de Hollywood e a teoria política de libertação do jugo autoritário. Tudo isso em busco do amor.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>O Beijo da Mulher-Aranha</em> é uma adaptação do musical da Broadway de 1993, que rendeu à Chita Rivera um Tony Award pelo papel da personagem que dá nome ao filme.</p>
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