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	<title>Museus - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Museus - Rota Cult</title>
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		<title>Museus da Funarj preparam programação especial para o Dia das Crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os museus da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro promoverão uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças. Entre os dias 7 e 16 de outubro, diferentes equipamentos da rede recebem atividades voltadas prioritariamente ao público infantil e às famílias, transformando os ambientes museológicos em espaços de brincadeira e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><br>Os museus da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro promoverão uma programação especial para celebrar o Dia das Crianças. Entre os dias 7 e 16 de outubro, diferentes equipamentos da rede recebem atividades voltadas prioritariamente ao público infantil e às famílias, transformando os ambientes museológicos em espaços de brincadeira e aprendizado.  </p>



<p class="has-text-align-center">Ao todo, são 24 atividades, entre oficinas, contação de histórias, jogos, experiências artísticas, cinema, teatro de fantoches, brincadeiras e ações digitais. A programação foi elaborada de acordo com a vocação, os acervos e os espaços de cada museu, criando diferentes possibilidades de aproximação das crianças com a arte, a história, a memória e o patrimônio cultural.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que uma celebração, a iniciativa reforça o papel dos museus como espaços vivos e acessíveis, capazes de estimular a formação de público desde a infância. As atividades também convidam pais, responsáveis e crianças a ocuparem os equipamentos culturais de maneira participativa, estabelecendo novas relações com seus acervos e com as histórias preservadas por cada instituição.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação reúne propostas desenvolvidas pelas próprias equipes dos museus, valorizando as características de cada equipamento e ampliando o acesso da população às atividades culturais promovidas pela FUNARJ. Com ações presenciais e digitais, a iniciativa leva diferentes linguagens artísticas e educativas a unidades da rede museológica estadual ao longo do mês de outubro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA PARA AS CRIANÇAS</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Casa de Oliveira Vianna</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>De 05 a 09/10</strong>: Atividades culturais, oficinas de construção de brinquedos e circuito de brincadeiras;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Museu Carmen Miranda</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>07/10</strong>: Atração musical&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>09/10</strong>: Exibição de filme infantil</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>7 a 12/10</strong>: Publicações digitais que estimulam o aprendizado sobre os espaços e história do museu;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Museu Antonio Parreiras</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>08/10: </strong>Oficina &#8220;Lanternas Lúdicas: Experimentos de Luz e Cor&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>09/10</strong>: Atividade cultural &#8220;Teatrinho da História: Zum zum zumbiiiiiiiiii: História de Zumbi dos Palmares para crianças&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>10/10:</strong> Exibição de um filme infantil &#8220;Cine Parreirinha: Meu Nome é Maalum&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>16/10:</strong> Atividade cultural &#8220;Uma Noite Assombrada&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Casa de Euclides da Cunha</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>12 a 15/10</strong>: Publicações digitais que estimulam o aprendizado sobre os espaços e história do museu</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>13/10</strong>: Teatro de Fantoches – Sítio do Pica-Pau Amarelo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>15/10</strong>: Teatro de Fantoches; Teatro de Fantoches e Contação de Histórias;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Museu do Ingá</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>07/10</strong>: Oficina de Argila – Dia das Crianças</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>08/10:</strong> Oficina de Contação de Histórias Folclóricas: Bumba meu boi – Dia das Crianças</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>10/10</strong>: Oficina de Criação para Pais e Filhos – Dia das Crianças</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>14/10</strong>: Oficina de Pintura no Jardim – Dia das Crianças</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Casa da Marquesa de Santos</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>05 a 12/10:</strong> Publicações digitais que estimulam o aprendizado sobre os espaços e história do museu.&nbsp;</p>
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		<title>“Andréa Hygino: Projeto parquinho” cria instalação formada por brinquedos em escala real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um parquinho com trepa-trepa, escorrega, balanço, gangorra e gira-gira ocupa o Espaço Petrobras, no foyer do Bloco de Exposições do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio). Há, no entanto, uma diferença fundamental: não foi feito para brincar. Em “Andréa Hygino: Projeto parquinho”, a artista carioca cria uma instalação formada por brinquedos em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Um parquinho com trepa-trepa, escorrega, balanço, gangorra e gira-gira ocupa o Espaço Petrobras, no foyer do Bloco de Exposições do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio). Há, no entanto, uma diferença fundamental: não foi feito para brincar. Em “Andréa Hygino: Projeto parquinho”, a artista carioca cria uma instalação formada por brinquedos em escala real que incorporam também elementos de cadeiras escolares. O trabalho inédito, com curadoria de Phelipe Rezende, curador assistente do MAM Rio, parte de uma investigação desenvolvida pela artista sobre os processos de ensino e aprendizado na escola para questionar as regras que determinam como, onde e de que maneira se brinca.</p>



<p class="has-text-align-center">Construídas em aço galvanizado, com pintura branca em esmalte e MDF laminado, as cinco obras que compõem&nbsp;<em>Projeto parquinho</em>&nbsp;(2026) reproduzem formas e dimensões comuns aos parques infantis, mas aparecem alteradas pela artista e atravessadas por elementos do mobiliário e do universo escolar. São elas&nbsp;<em>O jubilado</em>,&nbsp;<em>Sísifo</em>,&nbsp;<em>Grade curricular ou Espaço cartesiano</em>,&nbsp;<em>Gráfico de pizza</em>&nbsp;e&nbsp;<em>O princípio da alavanca</em>. Trepa-trepa, escorrega, balanço, gangorra e gira-gira têm sua lógica habitual subvertida: cadeiras surgem presas entre grades, partes são esvaziadas, movimentos são interrompidos e os brinquedos deixam de cumprir a função para a qual foram concebidos. A cor branca compartilhada pelos brinquedos e o piso onde se apoiam sugere uma estrutura clínica, onde brincadeira e disciplina fazem parte de um contínuo asséptico que, para continuar assim, precisa permanecer intocado.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto marca uma nova etapa da pesquisa que Andréa Hygino desenvolve há anos em torno da educação e dos processos de aprendizagem. Se trabalhos anteriores se concentravam principalmente na sala de aula e em objetos como carteiras, lápis e materiais escolares, a artista passou a investigar outros ambientes da escola e as pedagogias que surgem no refeitório, no pátio e nos períodos de lazer. Em&nbsp;<em>Projeto parquinho</em>, seu olhar chega ao recreio, intervalo que parece suspender temporariamente a organização rígida das aulas, mas também impõe regras e formas de orientar o corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">“Comecei a pensar de onde vem esse parquinho que a gente repete há tanto tempo no Brasil e cheguei à ideia do lazer orientado, que pode ser uma maneira de disciplinar os corpos. O brinquedo já traz uma instrução de como brincar. Quando você disseca essas estruturas, percebe que o material que faz a cadeira escolar, que segura o corpo dentro da sala de aula, é também o que constrói o brinquedo e determina movimentos no momento da brincadeira”, afirma Hygino.</p>



<p class="has-text-align-center">A impossibilidade de usar os brinquedos é central para o trabalho. O público poderá se aproximar das estruturas, mas encontrará um parquinho imobilizado, no qual escorregar, girar, balançar ou subir deixam de ser possibilidades. A retirada do movimento desloca a atenção para formas que atravessam gerações e raramente são observadas como dispositivos que organizam comportamentos. A grade do trepa-trepa, por exemplo, aproxima-se visualmente de uma gaiola; a gangorra determina posições e depende de uma relação específica entre dois corpos; o gira-gira estabelece um movimento circular previamente definido.</p>



<p class="has-text-align-center">“Andréa nos apresenta um jogo que tensiona as relações da disciplina e do controle dentro do ambiente escolar por meio de um parquinho composto por brinquedos que não podem ser utilizados. Pensar e discutir o tema da educação por meio da obra é uma oportunidade para refletir sobre determinadas normas do sistema educacional e também olhar para outros modos de pensar e interpretar o mundo ou, neste caso, de brincar”, comenta Phelipe Rezende.</p>



<p class="has-text-align-center">A instalação também estabelece uma relação particular com a arquitetura do museu. Localizado no térreo do Bloco de Exposições, o Espaço Petrobras ocupa uma área de passagem, aberta visualmente para os jardins e para a cidade. A artista explora essa condição intermediária: instala dentro do museu uma estrutura associada ao espaço externo e ao lazer, deslocando-a de seu contexto habitual. O parquinho pode ser reconhecido imediatamente, mas permanece suspenso entre brinquedo e escultura, uso e contemplação, movimento e imobilidade.</p>



<p class="has-text-align-center">A relação de Andréa Hygino com o universo escolar começa na infância. Sua mãe é professora e manteve durante alguns anos uma pequena escola dentro da casa da família, em Parque Anchieta, na Zona Norte do Rio. Duas salas foram equipadas com quadro, carteiras, materiais didáticos e havia um parquinho no quintal. Mesmo depois do encerramento da escola, o local continuou funcionando para aulas de reforço e alfabetização. Foi entre aquelas carteiras que, já estudante de Artes Visuais, Hygino identificou uma imagem que se tornaria decisiva para sua produção.</p>



<p class="has-text-align-center">As marcas e rasuras feitas por sucessivos alunos na madeira chamaram sua atenção quando estudava gravura. Andréa Hygino passou a imprimir as superfícies das carteiras, transformando-as em matrizes. A experiência deu origem a uma série de oito gravuras que a artista considera matricial em sua trajetória. A partir dela, passou a investigar a desobediência estudantil, as marcas produzidas pelos corpos na escola e as tensões entre disciplina e criação.</p>



<p class="has-text-align-center">A pesquisa deu origem a trabalhos realizados com lápis mordidos por estudantes, exercícios de escrita com a mão não dominante, investigações sobre a merenda escolar e experiências em pátios de escolas públicas.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Andréa Hygino, apresentar esse novo momento de sua pesquisa no MAM Rio tem ainda uma dimensão afetiva. Em 2012, quando cursava a graduação, ela esteve ali como aluna de Tatiana Grinberg, acompanhando uma exposição da artista com outros estudantes. Mais de uma década depois, retorna ao local com uma individual.</p>



<p class="has-text-align-center">“Eu lembro de estar ali como uma jovem aluna de graduação, sabendo muito pouco de arte, e de como foi marcante ir a uma abertura no MAM Rio. Agora é a minha vez de ocupar esse espaço. Para o meu trabalho individual como artista, é a maior coisa que já fiz e um grande marco na minha trajetória”, diz.</p>



<p class="has-text-align-center">Como desdobramento de <em>Projeto parquinho</em>, Andréa Hygino desenvolve, em diálogo com a equipe educativa do MAM Rio, um material impresso que será posteriormente ativado em uma oficina. A proposta é convidar crianças a imaginar outras formas e possibilidades de brincar.<strong> </strong></p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: <strong>Abertura:</strong> 17 de outubro de 2026<br><strong>Encerramento:</strong> 18 de abril de 2027 <br><strong>Horários de visitação:<br></strong>Quartas, quintas, sextas, sábados domingos e feriados, das 10h às 18h<br>Aos domingos, das 10h às 11h, visitação exclusiva para pessoas com deficiência intelectual<br><strong><br>Ingressos: </strong><a href="https://www.mam.rio/ingressos">https://www.mam.rio/ingressos</a><strong><br>Entrada gratuita para todos os públicos<br><br>Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro</strong> End: Av. Infante Dom Henrique, 85 &#8211; Aterro do Flamengo <strong>Website</strong>:<a href="https://www.mam.rio/"> https://www.mam.rio/<br></a><strong>Instagram</strong>: @mam.rio</p>
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		<title>&#8220;Mulheres na Ciência&#8221; homenageia as cientistas Marie Curie e Graziela Barroso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 11:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do dia 1º de outubro a 2 de novembro, o Museu do Jardim Botânico recebe a ocupação &#8220;Mulheres na Ciência&#8221;, que homenageia, em duas salas, as cientistas Marie Curie e Graziela Barroso. A iniciativa integra a programação gratuita da 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que este ano tem como tema &#8220;Ciência delas&#8221;, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Do dia 1º de outubro a 2 de novembro, o Museu do Jardim Botânico recebe a ocupação &#8220;Mulheres na Ciência&#8221;, que homenageia, em duas salas, as cientistas Marie Curie e Graziela Barroso. A iniciativa integra a programação gratuita da 23ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que este ano tem como tema &#8220;Ciência delas&#8221;, e ocorre em todo o país entre os dias 26 e 30 de outubro.</p>



<p class="has-text-align-center">Na Sala <em>Por Dentro dos Experimentos</em>, no primeiro pavimento do Museu, a mostra &#8220;Marie Curie esteve aqui&#8221; reúne imagens e informações sobre a visita da cientista franco-polonesa ao Brasil. Desenvolvida pelo projeto de extensão &#8220;Meninas e Mulheres nas Ciências&#8221;, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a iniciativa celebra esta grande cientista, pioneira em estudos sobre radioatividade e na aplicação dos raios-x na medicina. Primeira mulher a vencer o Nobel e única pessoa a receber o prêmio duas vezes em categorias científicas diferentes – de Física, em 1903, e de Química, em 1911 –, Marie Curie (1867–1934) desembarcou no Rio de Janeiro em 1926, acompanhada da filha e também cientista Irène Curie, a convite do Instituto Franco-Brasileiro de Alta Cultura. Durante a missão, que passou pelos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, ministrou um curso sobre radioatividade na Escola Politécnica da Universidade do Rio de Janeiro (atual UFRJ), e foi titulada membro correspondente da Academia Brasileira de Ciências. Em sua visita ao Jardim Botânico, foi recebida pelo então diretor da instituição, Antônio Pacheco Leão, e pela botânica Maria Bandeira.</p>



<p class="has-text-align-center">Já a <em>Sala de Expedições</em>, em frente à de Experimentos, reúne fotografias, documentos, instrumentos utilizados em expedições, além de exsicatas – amostras de plantas prensadas e secas – coletadas por Graziela Barroso (1912-2003). A junção desse material atua como um fio condutor da apresentação de sua trajetória como pesquisadora. Primeira mulher aprovada, em 1946, em concurso público para o corpo científico do Jardim Botânico do Rio de Janeiro – onde atuou por 58 anos –, descreveu 11 novos gêneros e 132 novas espécies de plantas, e publicou a obra em três volumes &#8220;Sistemática de Angiospermas do Brasil&#8221;, referência para o estudo da flora brasileira. Em 2001, foi eleita membro da Academia Brasileira de Ciências e, até hoje, seu legado continua presente: novas espécies descobertas por pesquisadores de diferentes partes do mundo ainda recebem nomes que homenageiam Graziela. Para além do campo científico, em 1997, ela foi homenageada no desfile da escola de samba Unidos da Tijuca, cujo registro também pode ser visto nesta sala.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Colocar Marie Curie e Graziela Barroso lado a lado neste museu é uma oportunidade de aproximar o público de duas trajetórias muito diferentes, mas que têm em comum a curiosidade, a dedicação e o compromisso com a ciência. São mulheres que observaram, registraram e insistiram em suas perguntas até transformá-las em conhecimento. Ao trazer essas histórias para o Museu do Jardim Botânico, queremos ampliar a visibilidade das mulheres na ciência e inspirar novas gerações a reconhecer que esse também é um espaço para elas&#8221;, afirma Grazielle Giacomo, gerente técnica do Museu do Jardim Botânico.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>No dia da abertura da ocupação, o público é convidado a participar da mesa de abertura &#8220;Mulheres na Ciência&#8221;, um bate papo sobre as duas homenageadas e seu legado, com a presença das pesquisadoras Andrea Costa (UNIRIO/Ibram) e Marli Pires Morim (JBRJ). A conversa será mediada por Marinez Siqueira, diretora da Escola de Botânica Tropical do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (ENBT/JBRJ). O evento começa às 14h30, na sala multiuso do museu, com capacidade para 50 pessoas, e é gratuito.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Abertura Ocupação &#8211; Mesa de abertura: Mulheres na Ciência</strong><br>Painelistas: Andrea Costa (UNIRIO/Ibram) e Marli Pires Morim (JBRJ)<br>Mediação: Marinez Siqueira (ENBT/JBRJ)<br>Data: 1° de outubro<br>Horário: 14h30 às 16h30<br>Local: sala multiuso | Museu do Jardim Botânico<br>Vagas: 50, por ordem de chegada<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Ocupação &#8220;Mulheres na Ciência: Graziela Barroso e Marie Curie&#8221;</strong><br>Período: 1º de outubro a 2 de novembro&nbsp;<br>Local: Museu do Jardim Botânico – Rua Jardim Botânico, 1008, Rio de Janeiro/RJ<br>Horário de funcionamento: quinta a terça-feira, das 10h às 18h (última entrada às 17h); fechado às quartas-feiras&nbsp;<br>Entrada: grátis</p>
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		<title>Segunda edição do projeto Caminhos e Trajetórias leva programação cultural gratuita ao Museu Histórico da Cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro recebe o lançamento da segunda edição do projeto Caminhos e Trajetórias. Gratuito, o evento terá como destaque o encontro cultural &#8220;Das margens para o agora&#8221;, com o escritor Jessé Andarilho e mediação da jornalista e apresentadora Marcela Monteiro. O lançamento é aberto ao público.  A programação começa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro recebe o lançamento da segunda edição do projeto Caminhos e Trajetórias. Gratuito, o evento terá como destaque o encontro cultural <em>&#8220;Das margens para o agora&#8221;</em>, com o escritor Jessé Andarilho e mediação da jornalista e apresentadora Marcela Monteiro. O lançamento é aberto ao público. </p>



<p class="has-text-align-center">A programação começa às 10h, com a recepção do público. Às 10h30, serão realizadas a apresentação do projeto, falas institucionais e agradecimentos. A mestre de cerimônias será Marcela Monteiro, que também conduzirá o bate-papo com Jessé Andarilho, das 11h às 12h30. O lançamento contará ainda com uma ocupação literária promovida pela Livraria da Janela.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">No encontro&nbsp;<em>&#8220;Das margens para o agora&#8221;</em>, Jessé Andarilho propõe uma reflexão sobre a cidade do Rio de Janeiro a partir das experiências, narrativas e memórias construídas em seus diferentes territórios. Ao abordar temas relacionados à vida urbana, às periferias, às desigualdades e às formas de representação da cidade, o escritor convida o público a olhar para o Rio para além de seus cartões-postais, reconhecendo as histórias e vivências que também constituem a identidade carioca.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Cria de Antares, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, Jessé Andarilho começou a escrever pelo celular durante viagens de trem. É autor dos livros&nbsp;<em>&#8220;Fiel&#8221;</em>,&nbsp;<em>&#8220;Efetivo Variável&#8221;</em>&nbsp;e&nbsp;<em>&#8220;Esquema&#8221;</em>, publicados pela Alfaguara, mentor da ideologia Marginow e criador da Batalha Marginow de Madureira, que ocupa o viaduto do bairro desde 2014.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Como presidente do Instituto Marginow, fundou a Biblioteca Marginow em um antigo posto policial desativado na comunidade onde nasceu. O projeto foi finalista do Prêmio Jabuti em 2025. Jessé também idealizou a iniciativa Poesia Marginow, que reúne mais de 200 vozes de diferentes regiões do Brasil, e promove o Papo Marginow, voltado para a cena do rap. </p>



<p class="has-text-align-center">A segunda edição do projeto Caminhos e Trajetórias promoverá, até o fim de janeiro de 2027, atividades artísticas e formativas nos espaços internos e externos do Museu Histórico da Cidade. O intuito é valorizar o acervo, a história e os ambientes do museu por meio de visitas mediadas, oficinas educativas, contações de histórias, encontros culturais, cursos livres e círculos de leitura. Todas as atividades serão gratuitas.  </p>



<p class="has-text-align-center">As visitas mediadas serão conduzidas por arte-educadores e convidarão o público a observar e refletir sobre os objetos, documentos, ambientes e narrativas que compõem o acervo, estabelecendo relações entre o passado, as experiências atuais da cidade e as perspectivas para o futuro. A atividade percorrerá a área externa e os dois prédios do museu, o Palacete e o Casarão de Exposições Temporárias, contemplando a exposição de longa duração e as mostras temporárias em cartaz.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Às quintas-feiras, as visitas poderão ser agendadas nos períodos da manhã, das 9h30 às 11h, e da tarde, das 14h às 15h30. O atendimento será prioritariamente destinado a alunos de escolas públicas, ONGs e grupos de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Os agendamentos devem ser feitos pelo e-mail&nbsp;<a href="mailto:agendamentos@graviolaproducoes.com.br">agendamentos@graviolaproducoes.com.br</a>.&nbsp; No início ou ao final das visitas agendadas, o público também poderão participar de oficinas educativas relacionadas às exposições, à cidade e à história do museu.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Aos domingos, os arte-educadores estarão disponíveis durante todo o dia para receber o público espontâneo, sem necessidade de agendamento. Grupos interessados em realizar a atividade em outros horários também poderão solicitar o agendamento por e-mail.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A programação contará ainda com contações de histórias com bonecos, relacionadas a períodos como o Dia das Crianças, o Natal e as férias; encontros culturais mensais com escritores, curadores, artistas e outros profissionais da cultura; e cursos livres com duas horas de duração sobre temas como sustentabilidade, educação ambiental, saúde, bem-estar e empoderamento feminino.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, outra atividade prevista é o círculo de leitura, que ocupará o pátio do museu. Os encontros serão realizados a partir de obras selecionadas pela curadoria da equipe do programa educativo e contarão com a leitura coletiva dos livros escolhidos.   </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Lançamento do Caminhos e Trajetórias – Segunda edição</strong>&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Encontro cultural:&nbsp;<em>&#8220;Das margens para o agora&#8221;</em>, com Jessé Andarilho e mediação de Marcela Monteiro&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Data: 26 de setembro / Horário: das 10h às 13h / Local: Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro Estrada Santa Marinha, s/nº, Gávea</p>



<p class="has-text-align-center">Entrada: gratuita e aberta ao público   / Não é necessário fazer inscrição prévia  / Acessibilidade: intérprete de Libras  </p>
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		<title>MAR apresenta primeira exposição individual de Guilherme Kid </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 12:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Terreiros, quintais, rodas e agremiações de samba aparecem nas narrativas do artista Guilherme Kid como espaços fundamentais de formação, preservação e circulação de conhecimentos. Ao reconhecer esses lugares como legítimos produtores de saberes, o artista da Zona Oeste do Rio de Janeiro, evidencia a memória compartilhada como instrumento de continuidade e afirmação das culturas negras brasileiras. A [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Terreiros, quintais, rodas e agremiações de samba aparecem nas narrativas do artista Guilherme Kid como espaços fundamentais de formação, preservação e circulação de conhecimentos. Ao reconhecer esses lugares como legítimos produtores de saberes, o artista da Zona Oeste do Rio de Janeiro, evidencia a memória compartilhada como instrumento de continuidade e afirmação das culturas negras brasileiras.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir dessa poética, o Museu de Arte do Rio inaugura “Quem me ensinou sabia”, primeira exposição individual de Guilherme Kid na instituição. O artista que já colaborou com o MAR em projetos anteriores, retorna agora ao museu para ocupar a galeria da Biblioteca com um conjunto de obras inéditas, resultado de uma pesquisa dedicada aos saberes transmitidos entre gerações e territórios nas culturas negras brasileiras. A exposição faz parte da programação do Festival ARUA Summit  e conta com a curadora da equipe MAR, formada por Marcelo Campos, Amanda Bonan, Jean Carlos Azuos e Amanda Rezende. </p>



<p class="has-text-align-center">Em suas pinturas, Guilherme Kid parte da escuta atenta e da vivência cotidiana para investigar como conhecimentos, memórias e tradições são preservados, compartilhados e renovados. A exposição também evidencia uma assinatura visual característica da produção de Kid, marcada pela presença de temas figurativos em suas pinturas, uma de suas principais marcas registradas. Nas obras, a dimensão cotidiana se articula à memória e à ancestralidade, criando imagens que refletem sobre os vínculos entre passado, presente e futuro.</p>



<p class="has-text-align-center">No MAR, o mais carioca dos museus, a pesquisa de Guilherme Kid encontra um território especialmente potente para refletir sobre as formas de transmissão da memória e sobre os saberes que constituem a experiência cultural da cidade. “Quem me ensinou sabia” propõe, assim, um olhar para aquilo que se aprende na convivência, na escuta e na experiência — e para a força de quem, geração após geração, mantém esses conhecimentos vivos.</p>



<p><strong>Serviço: </strong> A partir de 18 de setembro / Local: MAR &#8211; Museu de Arte do Rio Praça Mauá, 5 – Gamboa /  Entrada gratuita / Mais informações em <a href="http://www.museudeartedorio.org.br/">www.museudeartedorio.org.br</a></p>



<p></p>
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		<title>&#8220;O Futuro da Memória&#8221; apresenta recorte das novas aquisições ao acervo do Museu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dando sequência a reabertura em fluxos de seus espaços, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram inaugura a exposição &#8220;O Futuro da Memória&#8221; na Galeria Rodrigo Mello Franco, fechada desde março de 2020, e vai apresentar um recorte das novas aquisições que foram incorporadas ao acervo do Museu. Em seus mais de 350 m², estarão em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Dando sequência a reabertura em fluxos de seus espaços, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram inaugura a exposição &#8220;O Futuro da Memória&#8221; na Galeria Rodrigo Mello Franco, fechada desde março de 2020, e vai apresentar um recorte das novas aquisições que foram incorporadas ao acervo do Museu.</p>



<p class="has-text-align-center">Em seus mais de 350 m², estarão em exibição na Galeria cerca de 68 obras que traduzem o compromisso do MNBA com a renovação, a ampliação e a atualização de sua coleção pública. Através de pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, cerâmicas, a exibição propõe uma reflexão sobre quem somos enquanto sociedade, entre outras propostas. &nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Tendo como bússola a pluralidade e a inclusão de questões como raça, gênero, território, e identidade, a mostra está organizada em quatro núcleos: Rostos: diversidade em questão, remetendo às nossas origens; Êxtase e loucura, questionando certezas e abrindo espaço para as dúvidas; A cruz e a lança, que acende velas para a nossa diversidade religiosa, e envereda pelo terreiro do reconhecimento e exclusão de crenças. Finalmente, o módulo Tradição em disputa, promove um diálogo entre o passado, que situa o acervo do século 19 do MNBA como referência nacional, e o contemporâneo, no qual a coleção segue em expansão.       </p>



<p class="has-text-align-center">Neste desenho, o público vai poder descortinar obras de artistas como: Henrique Bernardelli (1857-1936), Di Cavalcanti (1897-1976), Eugênio Sigaud (1899-1979), Bené Fonteles (1953), Rafa Bqueer (1992), Djanira (1914-1979), Sergio Camargo (1930-1990), Edivan Alves (1961), Anna Bella Geiger (1933), José Joaquim da Rocha (1737-1807), Siron Franco (1947), Moara Tupinambá (1983), Ruben Valentim (1922-1991), Daniel Senise (1955), e Mario Cravo Neto (1947-2009) entre outros.</p>



<p class="has-text-align-center">Este generoso panorama reflete uma abrangência artística moderna e contemporânea sem fronteiras. Uma monumental escultura do aclamado artista indo-britânico Anish Kapoor (1954), a única em um acervo público no Brasil, também integra a mostra.&nbsp; Ao longo do tempo haverá troca de obras, algumas sairão e outras novas doações entrarão na exposição.</p>



<p class="has-text-align-center">Numa homenagem especial, obras de Carlos Zílio, recentemente doadas, foram contempladas com uma sala especial dentro da exposição. Com isso, busca-se traçar uma perspectiva temporal, conceitual e metodológica do artista carioca (1944) cujos trabalhos marcam a arte brasileira recente.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo os curadores Felipe Scovino e Maria De Simone, a exposição &#8220;O futuro da Memória&#8221; incita a &#8220;Pensar, de forma prospectiva, sobre o que será a memória das artes ou, melhor, o acervo de um museu público no país é diagnosticar as inúmeras disputas e experimentações que atravessam o campo das artes visuais assim como debater os dilemas de uma sociedade que pleiteia a igualdade de direitos e a diversidade em suas diferentes esferas&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: Período: de 18 de setembro até 19 de dezembro / Endereço: Av. Rio Branco, 199 &#8211; Centro, Entrada franca. / Classificação: livre</p>
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		<title>Museu do Amanhã inaugura &#8220;Jardim de Esculturas &#8211; A Cidade Entre o Jardim e a Baía&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:28:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu do Amanhã inaugura, em 17 de setembro, um novo espaço de convivência e contemplação. O Jardim de Esculturas ganha forma na lateral externa, configurando um grande passeio público – e gratuito – permeado pela arte e pela vista da Baía de Guanabara. A abertura integra a programação da primeira edição da Semana de Arte do Rio, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu do Amanhã inaugura, em 17 de setembro, um novo espaço de convivência e contemplação. O Jardim de Esculturas ganha forma na lateral externa, configurando um grande passeio público – e gratuito – permeado pela arte e pela vista da Baía de Guanabara. A abertura integra a programação da primeira edição da Semana de Arte do Rio, mas as obras não vão embora ao fim do evento, permanecendo instaladas no jardim por, no mínimo, um ano e consolidando o espaço como uma nova frente permanente de programação artística do Museu.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">O projeto, batizado sob o eixo curatorial <em>&#8220;A cidade entre o jardim e a Baía&#8221;</em>, reúne obras de diferentes períodos — históricas, modernas e contemporâneas — que dialogam com a paisagem, a arquitetura do Museu e as águas da Guanabara. Entre os destaques do ciclo inaugural estão as esculturas em aço de Amílcar de Castro, um dos nomes centrais do neoconcretismo brasileiro, e as peças em aço corten de Carlos Vergara, incluindo uma obra inédita criada especialmente para o jardim.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>&#8220;Todos os artistas selecionados, de alguma maneira, têm na sua escultura uma forma de olhar para a cidade do Rio de Janeiro e para a sua história, a partir desse recorte territorial da Baía e do Museu do Amanhã, permitindo que seja possível conhecê-la&#8221;, conta Camila Oliveira, curadora adjunta do Museu do Amanhã.</p>



<p class="has-text-align-center">O acervo reunido no Jardim de Esculturas é resultado de uma parceria com o IPAC (Instituto de Preservação de Arte Contemporânea), de Brasília, responsável pela guarda de parte significativa das obras expostas, além de colaborações com o Ateliê Carlos Vergara, a galeria A Gentil Carioca e o acervo particular de Camila e Álvaro Piquet.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Conheça as obras:<br> O jardim reúne, em seu ciclo inaugural, oito esculturas. Amílcar de Castro (1920-2002), do acervo IPAC-Brasília, foi o autor de quatro peças em aço. Uma delas, posicionada na entrada do jardim, nasce do corte e da dobra de uma chapa de aço, criando uma espécie de portal que convida o público a atravessar a geometria para ingressar no território onde matéria, vegetação, arquitetura e Baía se encontram. Outra obra reduz o corte à escala de uma janela, deixando que árvores, corpos e o céu apareçam e desapareçam na abertura ao longo do percurso. Uma terceira peça, de grandes dimensões, faz surgir a figura de um caminhante voltado para a Baía de Guanabara. A quarta escultura apresenta uma fresta curva entre duas extensões de aço, que comprime a paisagem e devolve o mundo em fragmento.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">Carlos Vergara contribui com duas obras da série <em>Natureza Inventada</em>, em aço corten. As chapas recortadas guardam a lembrança de uma vegetação sem se transformarem propriamente em folhas, galhos ou troncos — e, entre as formas, pequenas aberturas circulares produzem a impressão de olhos que observam quem passa. Uma das peças, a <em>Natureza Inventada, n13</em>, é inédita, criada entre 2018 e 2026 especialmente para este ciclo do jardim.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">Siwaju apresenta <em>ATMOS ISINMI: em memória a João Cândido</em>, obra em aço corten que instaura, diante da Baía de Guanabara, um campo de memória em homenagem a João Cândido Felisberto, o Almirante Negro, líder da Revolta da Chibata. Já José Resende assina <em>Vênus reclinada</em>, em aço corten, que desloca a tradição da representação da Vênus para uma relação entre matéria, gravidade e repouso, dialogando com a paisagem sem se impor sobre ela. <br> </p>



<p class="has-text-align-center">Além da fruição artística, o Jardim de Esculturas foi concebido para ser um espaço de convivência aberto à cidade. O acesso é totalmente gratuito, e o local contará com um quiosque de alimentos e bebidas, ampliando a experiência para além da contemplação das obras e convidando o público a permanecer, descansar e socializar entre o jardim e a Baía. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong><br> <strong>Jardim de Esculturas — a cidade entre o jardim e a Baía</strong><br>Inauguração e abertura ao público: 17 de setembro<br>Local: Área externa do Museu do Amanhã<br>Classificação indicativa: Livre<br>Acesso: Gratuito<br></p>
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		<title>&#8220;Abolicionistas Brasileiras&#8221; no Museu Nacional de Belas Artes</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 13:39:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Nacional de Belas Artes inaugura a exposição “Abolicionistas Brasileiras”, promovida pelo Instituto Artistas Latinas. Com curadoria de Ana Carla Soler e co-curadoria de Francela Carrera e Carolina Rodrigues, a mostra reúne trabalhos de 47 artistas visuais que revisitam as trajetórias de mulheres negras que marcaram a história e tiveram seus nomes silenciados ou apagados [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu Nacional de Belas Artes inaugura a exposição “Abolicionistas Brasileiras”, promovida pelo Instituto Artistas Latinas. Com curadoria de Ana Carla Soler e co-curadoria de Francela Carrera e Carolina Rodrigues, a mostra reúne trabalhos de 47 artistas visuais que revisitam as trajetórias de mulheres negras que marcaram a história e tiveram seus nomes silenciados ou apagados pelas narrativas oficiais. Em diálogo com pinturas do acervo da instituição, obras contemporâneas lançam novos olhares sobre personagens como Aqualtune, Anastácia, Maria Firmina dos Reis, Maria Felipa, entre outros símbolos femininos de resistência, protagonismo negro e luta por liberdade. Com entrada franca, a exposição ocupa a icônica Sala Bernardelli, agora totalmente reformada.</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura acontece junto com a reinauguração de três espaços expositivos do museu em setembro, que passa por reformas desde 2020. O evento integra a agenda da Semana de Arte do Rio, promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, de 16 a 27 de setembro, durante a ArtRio 2026, que, este ano, celebra sua 16ª Edição, na Marina da Glória, de 16 a 20 de setembro.</p>



<p class="has-text-align-center">Promovida pelo Instituto Artistas Latinas, “Abolicionistas Brasileiras” reúne trabalhos de artistas como Luna Bastos, Renata Felinto, Guilhermina Augusti, Lidia Lisbôa, Mônica Ventura, Aline Motta, Manuela Navas, entre outras. Ao todo, a mostra já alcançou mais de 100 mil visitantes ao longo de suas passagens pelo Museu de Arte do Rio (MAR); pelo Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (MAMAM), no Recife; pela Casa da Cultura da América Latina, em Brasília; e pelo Centro Cultural São Paulo (CCSP). De volta ao Rio de Janeiro, o projeto ganha nova dimensão, incorporando obras do acervo do MNBA, como pinturas de Marcia Falcão e Maria Auxiliadora.</p>



<p class="has-text-align-center">“Abolicionistas Brasileiras” apresenta-se como a maior exposição já realizada no Brasil dedicada à produção de mulheres artistas negras, reunindo diferentes gerações, linguagens e perspectivas em torno de experiências, memórias e lutas protagonizadas por mulheres negras no país. Ao ampliar a visibilidade dessas artistas e promover o reconhecimento de suas contribuições para a produção contemporânea das artes visuais brasileiras, o projeto reafirma o compromisso do Instituto Artistas Latinas com a pesquisa, a preservação e a difusão da produção de mulheres artistas latino-americanas, consolidando a instituição como uma referência na construção de novas narrativas para a história da arte.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo Paulo Farias, diretor do Instituto Artistas Latinas, “Abolicionistas Brasileiras” articula passado e presente para questionar os mecanismos de apagamento produzidos pelo projeto colonial e evidenciar como essas estruturas ainda moldam as disputas de memória e representação no Brasil. “Em diferentes linguagens, as obras nos fazem refletir sobre a permanência das estruturas de raça e gênero na sociedade brasileira, propondo novas formas de compreender o passado e pensar o futuro”, explica ele. “A mostra traz uma reflexão sobre as formas de representação da mulher negra e sobre questões como o direito à memória, à moradia, ao território, à educação, elaborando visões de futuro pautadas pela liberdade, pelo cuidado, pela ancestralidade e pela construção de novos imaginários”, diz Ana Carla Soler.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Daniela Matera do Monte Lins, diretora do MNBA, a inclusão da mostra no calendário expositivo do museu, que completa 90 anos em 2027, amplia as possibilidades de articulação entre patrimônio, história e produção artística contemporânea. “A mostra&nbsp;<em>Pretagonismos</em>&nbsp;abriu, a partir do acervo do MNBA, importantes caminhos para a revisão das narrativas sobre quem produz, ocupa e constrói a história da arte brasileira.&nbsp;<em>Abolicionistas Brasileiras</em>&nbsp;se insere nesse mesmo compromisso institucional, trazendo para o centro trajetórias e protagonismos que, por muito tempo, permaneceram à margem das narrativas oficiais”, afirma. A assinatura do projeto expográfico é de Gisele de Paula. A realização é do Instituto Artistas Latinas, que, em 2026, celebra sete anos de atuação na promoção, pesquisa e difusão da produção artística de mulheres latino-americanas.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> <strong><br>Abertura:</strong> 16 de setembro de 2026 (quarta-feira), às 11h<br><strong>Período expositivo:</strong> até 19 de dezembro de 2026<br><strong>Horários:</strong> de terça a sábado, das 11h às 17h (última entrada às 16h30). No segundo sábado do mês, das 11h às 15h.<br><strong>Local:</strong> Museu Nacional de Belas Artes – Sala Bernardelli<br><strong>Endereço:</strong> Avenida Rio Branco, 199 – Centro<br><strong>Valor:</strong> Entrada franca<br><strong>Classificação etária indicativa: </strong>Livre<br> </p>
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		<title>Museu de Arte do Rio recebe encontro gratuito de jogos de tabuleiro</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 17:56:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 50 jogos de tabuleiro e carteado estarão disponíveis neste sábado (5), das 12h às 18h, na Biblioteca do Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá, durante mais uma edição do Diversidade em Jogo. Gratuito e aberto a todas as faixas etárias, o encontro utiliza os jogos como ferramenta de convivência, acolhimento [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Mais de 50 jogos de tabuleiro e carteado estarão disponíveis neste sábado (5), das 12h às 18h, na Biblioteca do Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá, durante mais uma edição do Diversidade em Jogo. Gratuito e aberto a todas as faixas etárias, o encontro utiliza os jogos como ferramenta de convivência, acolhimento e socialização, com atenção especial ao público LGBTQIAPN+, pretas, periféricas e iniciantes no universo dos jogos de mesa.</p>



<p class="has-text-align-center">Não é necessário ter experiência com board games nem conhecer previamente as regras para participar. A equipe de mediação recebe os participantes, apresenta os jogos disponíveis e ensina as regras na hora. A proposta é facilitar a participação tanto de quem já costuma jogar quanto de quem está tendo o primeiro contato com os jogos de mesa.</p>



<p class="has-text-align-center">Os encontros também buscam criar oportunidades para conhecer novas pessoas. A dinâmica dos jogos ajuda a aproximar os participantes em torno de uma atividade compartilhada, facilitando a interação inclusive para quem chega desacompanhado. O Diversidade em Jogo reúne pessoas LGBT+ do Rio de Janeiro e também de outros países, ampliando as possibilidades de convivência e troca.  Além das partidas, a programação deste sábado terá sorteio de brindes. O encontro é aberto ao público em geral e a todas as faixas etárias.</p>



<p class="has-text-align-center">O Diversidade em Jogo é um projeto sociocultural que utiliza os jogos analógicos como ferramenta de mediação cultural, acolhimento e integração. A iniciativa busca tornar a cultura dos jogos de mesa mais acessível, inclusive para quem nunca teve contato com board games, e proporcionar um ambiente receptivo e livre de discriminação.</p>
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		<title>“Carmen: Rio Remix” reúne acervo histórico e produções contemporâneas de diferentes momentos da trajetória da artista</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:30:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No ano em que o Museu Carmen Miranda completa 50 anos de existência, o espaço cultural abre suas portas com a nova exposição &#8220;Carmen: Rio Remix&#8221;. A mostra propõe uma leitura da trajetória de Carmen Miranda a partir de sua formação cultural no Rio de Janeiro, de sua projeção internacional e das diferentes formas pelas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No ano em que o Museu Carmen Miranda completa 50 anos de existência, o espaço cultural abre suas portas com a nova exposição &#8220;Carmen: Rio Remix&#8221;. A mostra propõe uma leitura da trajetória de Carmen Miranda a partir de sua formação cultural no Rio de Janeiro, de sua projeção internacional e das diferentes formas pelas quais sua imagem, sua música e sua estética continuam sendo reinterpretadas. A visitação é gratuita.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição utiliza o conceito de &#8220;remix&#8221; como fio condutor, aproximando diferentes momentos da carreira da artista a acervo histórico, recursos audiovisuais e produções contemporâneas. O percurso aborda o Rio de Janeiro que influenciou Carmen, a imagem da cidade e da cultura brasileira projetada por ela internacionalmente e as formas como esse repertório é retomado e ressignificado no presente.</p>



<p class="has-text-align-center">O percurso é organizado em núcleos que abordam o contexto cultural do Rio de Janeiro e a formação artística da cantora, a projeção internacional da artista e a relação com a indústria do entretenimento. Além disso, há a aproximação de sua trajetória às produções contemporâneas, com trabalhos de estudantes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inspirados em Carmen e outras referências, demonstrando a permanência de sua influência cultural ao longo do tempo.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: visitação a partir de 1 de setembro<br>Horário: 16h<br>Local: Museu Carmen Miranda (Av. Rui Barbosa &#8211; Flamengo)<br>Visitação: gratuita</p>
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