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	<title>Museus - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>Museu Histórico Nacional recebe exposição sobre a história da alimentação na China antiga</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Histórico Nacional recebe a exposição &#8220;Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga&#8221;, nela o visitante percorre milhares de anos da civilização chinesa a partir de uma de suas expressões mais fundamentais: a comida. São mais de 120 objetos provenientes do Museu Nacional da China, em Pequim, ocupando as galerias temporárias do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu Histórico Nacional recebe a exposição &#8220;Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga&#8221;, nela o visitante percorre milhares de anos da civilização chinesa a partir de uma de suas expressões mais fundamentais: a comida. São mais de 120 objetos provenientes do Museu Nacional da China, em Pequim, ocupando as galerias temporárias do Museu Histórico Nacional. </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição parte da comida e da bebida para recontar a história de uma civilização. Cada peça do acervo é um fragmento de como os chineses pensavam o mundo, organizavam o poder, cultivavam o prazer e negociavam com o sagrado. Para a curadoria, a alimentação é o domínio da vida humana onde mais dimensões da cultura se encontram ao mesmo tempo. Para o público brasileiro, a mostra é uma porta de entrada para uma China que vai muito além do que o cotidiano costuma mostrar: a que cozinha, ritualiza, filosofa e encontra beleza à mesa em cerâmicas, bronzes e porcelanas de até dez mil anos de idade. A mostra foi apresentada no Museu de Etnografia de Budapeste, em 2024, e nos Museus do Kremlin, em Moscou, em 2025.</p>



<p class="has-text-align-center">Cada núcleo constrói sobre o anterior, abrindo o percurso à medida que o visitante avança, revelando escolhas cuidadosas de curadoria do Museu chinês. Vale conferir com calma. Aliás, a exposição cobre um arco que vai da pré-história agrícola ao ano de 1911, quando se encerra a dinastia Qing e, com ela, a China imperial. Da China antiga às transformações do século XX, &#8220;Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga&#8221; conta com cinco núcleos temáticos, cada um iluminando uma camada distinta da relação entre os chineses e sua cultura alimentar.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Conheça os núcleos:</h2>



<p class="has-text-align-center">O primeiro núcleo,&nbsp;Uma alimentação variada como base da nutrição, parte de uma afirmação arqueológica: a China figura entre os berços do cultivo do arroz e do milheto, e é também uma das regiões mais antigas do mundo na domesticação de animais como o porco e a galinha. Por volta de quatro mil anos atrás, chegaram ao território chinês, vindos da Ásia Ocidental, o carneiro, o gado bovino, o cavalo e o trigo, ampliando progressivamente a diversidade alimentar de uma civilização que já era rica antes mesmo desses contatos.</p>



<p class="has-text-align-center">Os textos de parede desse núcleo evocam o Clássico Interno do Imperador Amarelo, obra de referência da medicina e do pensamento chinês antigo, para sintetizar essa filosofia alimentar: “Os cinco grãos nutrem, os cinco animais enriquecem, os cinco frutos auxiliam e os cinco vegetais complementam”. Uma dieta fundada na variedade, mas também numa ideia de equilíbrio que atravessa toda a cultura chinesa clássica.</p>



<p class="has-text-align-center">O núcleo seguinte,&nbsp;Alimentos cozidos e bebidas quentes, lida com uma das mais antigas fronteiras simbólicas da humanidade: a que separa o cru do cozido. Para os antigos chineses, o domínio do fogo era uma questão técnica, mas, sobretudo, um marco civilizatório. As dezenas de técnicas culinárias desenvolvidas ao longo dos milênios, vapor, fervura, salteado, fritura, assado, cura, fermentação, constituíram um repertório sem paralelo. Dois métodos são considerados invenções propriamente chinesas: o cozimento no vapor e o salteado no wok.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, o núcleo também dedica espaço às bebidas quentes. O vinho aparece aquecido, prática que tem uma razão técnica: o calor elimina o metanol, tornando a bebida mais segura. E o chá comparece em toda a sua complexidade. Há um vídeo sobre o método do chá batido, uma das formas mais antigas de preparo, que pouco tem a ver com a infusão em saquinho que o Ocidente popularizou. Objetos das dinastias Tang e Song e trechos de poemas de Bai Juyi, um dos maiores poetas da literatura chinesa, aparecem ao longo deste núcleo.</p>



<p class="has-text-align-center">No terceiro núcleo,&nbsp;Reverenciar o Céu e cumprir os ritos, a alimentação ganha dimensão política e espiritual. Na China antiga, os ritos tinham sua origem na comida e na bebida. As peças em bronze apresentam uma gramática do poder: a quantidade e o tipo de recipientes que um senhor feudal exibia em seus banquetes determinavam sua posição na hierarquia social.</p>



<p class="has-text-align-center">O tripé ding, presente em exemplares de diferentes períodos, talvez seja o símbolo mais eloquente dessa transformação: de vasilha de cozinha a emblema do poder real. Os sinos de bronze que acompanhavam os banquetes da nobreza, o jogo de arremessar flechas em vasos que animava as reuniões letradas, as pinturas murais com cenas de banquetes da dinastia Han – tudo mostra como comer, na China antiga, era um ato profundamente político</p>



<p class="has-text-align-center">O quarto núcleo,&nbsp;Deleitar os olhos, apaziguar o espírito, desdobra outra dimensão dessa cultura: a recusa em separar funcionalidade e beleza. Os artesãos e artistas chineses produziram utensílios de mesa que eram, ao mesmo tempo, ferramentas cotidianas e obras de arte. O percurso reúne cerâmicas pintadas do Neolítico, bronzes da Antiguidade, porcelanas imperiais de refinamento extremo, objetos em ouro e prata da dinastia Liao e peças em jade de diferentes períodos. A curadoria parte do entendimento de que a experiência de comer é também sensorial e estética, e que a beleza dos recipientes intensifica o prazer da comida.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim , o quinto núcleo,&nbsp;Beleza compartilhada em harmonia, fecha o percurso com a dimensão do intercâmbio. A cultura alimentar chinesa nunca foi fechada sobre si mesma. As nozes e a pimenta-do-reino chegaram pela Rota da Seda. A batata e o pimentão vieram das Américas. O arroz, o chá e o tofu migraram para o mundo. A porcelana chinesa influenciou as artes decorativas europeias e, ao mesmo tempo, a China incorporou objetos de ouro, prata e vidro de fabricação europeia. É neste núcleo que aparece o capítulo sobre o Jardim Botânico do Rio de Janeiro: a gravura dos agricultores chineses trazidos por Dom João VI, plantando as primeiras mudas de chá no Brasil, é um dos momentos mais próximos do público carioca, uma espécie de “carinho” curatorial incorporado ao percurso.</p>



<p class="has-text-align-center">Os 121 objetos, certamente, abrangem um arco de aproximadamente dez mil anos. A diversidade de materiais é um dado em si: cerâmica, bronze, porcelana, ouro, prata, jade, pedras preciosas, laca e madeira. Vale notar que o que está sendo apresentado é o que ficou na China. A porcelana que chegou à Europa pela Companhia das Índias era produção de exportação, feita para consumidores que não conheciam o padrão dos melhores ateliês chineses. O acervo aqui reunido é de outra categoria.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre as peças de maior interesse histórico estão os vasos rituais em bronze das dinastias Shang, Zhou Ocidental e do período das Primaveras e Outonos, alguns com mais de três mil anos. Nesses objetos está inscrita a gramática do poder ritual chinês: o ding para cozinhar e oferecer alimentos, o you e o gu para armazenar e servir vinho, o gui e o xu como recipientes de comida para cerimônias. Exibir determinado número de ding e gui à mesa era protocolo: os utensílios diziam, antes de qualquer palavra, a posição social de quem estava sentado ali.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sabores da Tradição&#8221; chega ao Brasil no contexto do Ano Cultural Brasil-China 2026. A realização conta com a articulação institucional do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cultura, que coordenou as tratativas brasileiras e o Museu Nacional da China. Em contrapartida, o Museu Nacional da China apresenta, em Pequim,&nbsp;&#8220;O Brasil de Portinari&#8221;, exposição dedicada à obra de Candido Portinari. </p>



<p class="has-text-align-center">Para o diretor do MHN, Cícero de Almeida conta, &#8221; O Museu celebra a história da alimentação na China, mas também a possibilidade de construir pontes culturais capazes de ampliar horizontes e estimular novas formas de compreensão do mundo contemporâneo. “Que esta mostra seja, para o público brasileiro, uma experiência de descoberta, encontro e reflexão”, enfatiza.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> Período: 27 de junho a 11 de outubro / Local: Museu Histórico Nacional Endereço: Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro / Funcionamento: Quarta a domingo, das 10h às 17h (último acesso às 17h e encerramento às 18h) / Entrada: gratuita</p>
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		<title>&#8220;PRO-POLIS&#8221;, do artista Ricardo Siri, traz pinturas e esculturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há cerca de oito anos, o artista transdisciplinar Ricardo Siri começou a estudar e a criar abelhas nativas brasileiras. Esse processo lhe rendeu prêmios, como o terceiro melhor mel do Brasil, e transbordou para a sua criação artística. O resultado será apresentado pela primeira vez na exposição &#8220;PRO-POLIS&#8221; no Museu Histórico da Cidade, na Gávea. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Há cerca de oito anos, o artista transdisciplinar Ricardo Siri começou a estudar e a criar abelhas nativas brasileiras. Esse processo lhe rendeu prêmios, como o terceiro melhor mel do Brasil, e transbordou para a sua criação artística. O resultado será apresentado pela primeira vez na exposição &#8220;PRO-POLIS&#8221; no Museu Histórico da Cidade, na Gávea.</p>



<p class="has-text-align-center"> Com curadoria de Fernanda Lopes, serão apresentadas cerca de 20 obras inéditas, entre pinturas e esculturas, produzidas com mel, cera de abelha e própolis. &#8220;Os trabalhos estabelecem uma ponte entre natureza, cidade e cultura, revelando processos invisíveis de construção coletiva, proteção e transformação&#8221;, afirma o artista.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Em PRO-POLIS, Ricardo Siri transforma materiais produzidos pelas abelhas em dispositivos de pensamento. Ao trazer mel, cera e própolis para o campo da arte, o artista nos convida a refletir sobre formas de coexistência, cuidado e construção coletiva que atravessam tanto a natureza quanto a vida em sociedade. Seu interesse não está em representar a natureza, mas em trabalhar a partir dela. Seus materiais carregam histórias, geografias e relações ecológicas complexas&#8221;, diz a curadora Fernanda Lopes.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A própolis – substância utilizada pelas abelhas para proteger e imunizar a colmeia – torna-se matéria pictórica, em obras abstratas. O material, normalmente associado à defesa e à saúde do organismo das abelhas, é transformado em pintura, criando superfícies orgânicas com tonalidades naturais de marrom, verde e vermelho. &#8220;Nas pinturas, a própolis atua simultaneamente como matéria, cor e arquivo. Produzida a partir de resinas coletadas pelas abelhas em diferentes paisagens, ela traz para a superfície da obra vestígios de territórios, vegetações e ciclos naturais que permanecem inscritos em sua materialidade&#8221;, conta a curadora. Algumas obras incorporam também geoprópolis, mistura de terra e própolis produzida por espécies como as abelhas mandaçaia, ampliando o diálogo entre arte, território e biologia. &#8220;As pinturas revelam texturas, transparências e densidades próprias desses materiais, trazendo para o campo da arte uma matéria viva que carrega em si a memória vegetal das paisagens visitadas pelas abelhas&#8221;, ressalta Siri.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição apresentará também quadros nos quais o artista cria estruturas a partir de folhas de cera de abelha, usando a história da arte como referência. Nas obras chamadas &#8220;Estudos para Movimento Mel Concreto&#8221;, ele faz uma alusão ao Movimento Neoconcreto, um dos mais importantes da arte contemporânea, surgido em 1959. &#8220;Eu junto a cera, derreto e faço uma folha, que passo no alveolador, que a deixa hexagonal, e crio estruturas, sempre muito matemáticas. De certa forma, todos os trabalhos falam de geometria, porque as abelhas são muito geométricas&#8221;, conta Siri, que é formado em engenharia civil.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ampliando a pesquisa sobre os movimentos artísticos, Siri também faz referências a importantes nomes da história da arte, como Piet Mondrian (1872 – 1944), reproduzindo as formas e as cores de sua obra, com cera de abelha e mel em natura, em trabalhos que chamou de &#8220;Meldrian&#8221;. As cores vêm da própria cera, sem pigmentos. Em seus estudos, Siri descobriu que cada espécie de abelha produz a cera de uma cor, e, muitas vezes, dentro da mesma colmeia, da mesma espécie, há variação de cores.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda com as folhas de cera de abelha, cortando e montando, o artista criou QR codes, que, para sua surpresa, podem ser lidos por aparelho celulares e levam o público para dentro das colmeias, com mais informações sobre a vida das abelhas que criaram aquela cera. A tecnologia também fará parte de pinturas inspiradas nas estruturas das colmeias, feitas com própolis e pigmentos naturais de flores e plantas do quintal da casa do artista, que são polinizadas pelas abelhas, como bougainville, urucum e café. Em um primeiro olhar, o espectador verá formas hexagonais, de cores diversas. Ao fotografá-las, no entanto, aparecerão imagens concretas na tela, como uma abelha e uma flor, ampliando a experiência do público. &#8220;As pessoas estão o tempo todo com o celular nas exposições e, muitas vezes, fotografam sem nem olhar a obra direito. Então é uma brincadeira com o olhar, uma forma de chamar a atenção para o que está ali, uma forma de polinizar as pessoas&#8221;, diz o artista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A maioria dos trabalhos são feitos com materiais vindos do meliponário do artista, que tem esse nome devido às melíponas, que são as abelhas nativas brasileiras. No entanto, no Brasil, encontramos outras espécies de abelhas, vindas de outros países, mas que não polinizam o nosso bioma. Em uma homenagem a estas abelhas, e aos milhares de estrangeiros que vieram para o Brasil, com os próprios avós do artista, ele criou obras que trazem imagens de mapas-múndi, feitos com cera de abelhas estrangeiras, encontradas em nosso país. &#8220;Todos esses mapas são para falar desse lugar de migração das abelhas. E até uma homenagem a elas, porque eu acho que elas são bem-vindas&#8221;, diz.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Completam a exposição, estruturas em formatos de colmos, feitos com corda e cera de abelha, que se relacionam com os trabalhos da exposição e também com a pesquisa que o artista vem desenvolvendo há muito tempo sobre os ninhos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> Abertura: 27 de junho  até 22 de agosto de 2026 / Museu Histórico da Cida (MHC) [3º andar]   Estrada Santa Marinha, s/n – Gávea  De terça a domingo, das 9h às 16h. </p>
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		<title>Museu da República se transforma em território de celebração da ancestralidade</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:03:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[3º Encontro das Nações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu da República será palco de um dos mais importantes encontros dedicados à valorização dos Povos e Comunidades Tradicionais do Estado do Rio de Janeiro. Nos dias 20 e 21 de junho acontece o 3º Encontro das Nações – Saberes do Estado do Rio de Janeiro, reunindo representantes de povos indígenas, povos e comunidades [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu da República será palco de um dos mais importantes encontros dedicados à valorização dos Povos e Comunidades Tradicionais do Estado do Rio de Janeiro. Nos dias 20 e 21 de junho acontece o 3º Encontro das Nações – Saberes do Estado do Rio de Janeiro, reunindo representantes de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais de terreiro, cultura cigana, comunidades quilombolas, baianas tradicionais, mestres da cultura popular, artistas, pesquisadores, escritores, lideranças comunitárias e agentes culturais em uma grande celebração da ancestralidade e do patrimônio cultural brasileiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que um evento cultural, o 3º Encontro das Nações é um espaço de encontro entre os diversos Povos e Comunidades Tradicionais que preservam saberes, práticas e manifestações fundamentais para a identidade cultural brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">Com entrada gratuita e programação voltada para toda a família, o evento chega à sua terceira edição consolidando-se como um espaço de diálogo, reconhecimento e fortalecimento das tradições que ajudam a construir a identidade cultural fluminense.</p>



<p class="has-text-align-center">Nesta edição, o encontro alcança um marco importante ao reunir 90 expositores, número que representa a capacidade máxima permitida pelo Museu da República para ocupação dos espaços destinados à feira multicultural. Para quem conhece a estrutura do local, a lotação total dos espaços expositivos demonstra a dimensão e o sucesso alcançado pelo evento, que cresce a cada edição e se consolida como uma das principais celebrações dos Povos e Comunidades Tradicionais do estado.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizado por Marcelo Fritz e realizado pelo ICAPRA – Instituto Cultural de Apoio e Pesquisa às Tradições Afro, o encontro promove a integração entre diferentes manifestações culturais por meio das tradições indígenas, afro-brasileiras, ciganas e dos Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro, valorizando saberes ancestrais, religiosidade, gastronomia, literatura, música, dança, artesanato e práticas culturais transmitidas de geração em geração.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Chegar à terceira edição é a confirmação de que existe uma necessidade real de reunir, valorizar e dar visibilidade aos saberes dos povos e comunidades tradicionais. O Encontro das Nações nasceu para ser um espaço de pertencimento, respeito e reconhecimento da riqueza cultural que forma o nosso estado. Mais do que um evento, é um movimento de preservação da memória, fortalecimento da identidade e valorização da diversidade&#8221;, afirma o idealizador Marcelo Fritz.</p>



<p class="has-text-align-center">Um encontro entre diferentes tradições que formam a identidade brasileira</p>



<p class="has-text-align-center">Durante os dois dias de programação, o público terá a oportunidade de vivenciar manifestações culturais indígenas, afro-brasileiras, ciganas e de diversas comunidades tradicionais que mantêm viva uma herança transmitida de geração em geração.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os participantes estão lideranças indígenas de diferentes aldeias do país, representantes da cultura cigana, povos e comunidades tradicionais de terreiro, mestres da cultura popular, jongueiros, percussionistas, artistas, escritores, baianas tradicionais, artesãos e guardiões de saberes que compõem um patrimônio cultural vivo e fundamental para a construção da identidade brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">Já confirmaram presença importantes lideranças indígenas, entre elas Mestre Jiru Pataxó e Aruanda Pataxó, da Aldeia Velha, em Porto Seguro (BA); Xohã Pataxó; Garapira Pataxó; Kandara Pataxó, presidente da Associação de Mulheres Indígenas Pataxó do Extremo Sul da Bahia; e Maiuri Pataxó.</p>



<p class="has-text-align-center">Os representantes indígenas abrirão os dois dias de programação com cantos tradicionais, danças e interação com os visitantes. Mestre Jiru Pataxó também realizará uma tradicional defumação ancestral, proporcionando uma experiência de conexão com os saberes dos povos originários.</p>



<p class="has-text-align-center">Os Povos e Comunidades Tradicionais de Terreiro terão papel de destaque durante o encontro, apresentando manifestações culturais, literatura, musicalidade, gastronomia ancestral, saberes tradicionais e práticas que fazem dos terreiros importantes espaços de preservação da memória, acolhimento, educação e resistência cultural.</p>



<p class="has-text-align-center">Já os povos ciganos levarão ao evento sua arte, espiritualidade, música e tradições, incluindo a tradicional Procissão de Santa Sara Kali, um dos momentos mais simbólicos da programação.</p>



<p class="has-text-align-center">O evento também celebra importantes patrimônios culturais brasileiros, como as tradicionais baianas do acarajé, mestres da cultura popular, guardiões da oralidade, da gastronomia ancestral e das práticas que mantêm vivas as raízes culturais do país.</p>
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		<title>Museu Nacional/UFRJ lançam duas exposições temporárias e inéditas no interior do Paço de São Cristóvão</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 11:18:11 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">No dia&nbsp;18 de junho, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e os parceiros do Projeto Museu Nacional Vive&nbsp;<em>(cooperação técnica entre UFRJ, Unesco e Instituto Cultural Vale)</em>&nbsp;lançam&nbsp;duas exposições temporárias e inéditas&nbsp;no interior do Paço de São Cristóvão:&nbsp;“Bastidores da Ciência”&nbsp;<em>(Museu Nacional e PMNV)</em>&nbsp;e&nbsp;“Rescaldo das Memórias”&nbsp;<em>(Vik Muniz)</em>.&nbsp; A programação especial é alusiva aos 208 anos do Museu, que está em reconstrução.<br><br>Para o público geral, as exposições serão abertas apenas no dia 21 de junho, enriquecendo a programação de aniversário do Museu que acontece anualmente na Quinta da Boa Vista. Durante o lançamento das exposições, serão transmitidas mais informações, os horários de visitação e as formas de acesso.</p>



<p class="has-text-align-center"><u>Presenças confirmadas:</u> Roberto Medronho, Reitor da UFRJ; Aloizio Mercadante, Presidente do BNDES; Ronaldo Fernandes, Diretor do Museu Nacional; Lucia Basto, Gerente Executiva do Projeto Museu Nacional Vive; Mariana Salvadori, Oficial de Projetos da Cultura UNESCO; Mariana Luz, Diretora de Investimento Social Privado e Cultura da Vale; Davi Lopes, luthier; Vik Muniz, artista visual; e mais parceiros da reconstrução do Museu.  </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, o projeto Coral Vivo é um dos participantes do evento &#8220;208 anos do Museu Nacional/UFRJ: ciência, cultura e memória&#8221; na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro, com diversas atividades gratuitas, entre 10h e 16h. A participação marca um encontro simbólico entre o projeto e a instituição onde sua história começou há mais de duas décadas. Foi no Museu Nacional que surgiram as primeiras pesquisas que deram origem ao Coral Vivo, hoje uma das mais importantes iniciativas brasileiras dedicadas à conservação dos ambientes recifais, que conta com o patrocínio da Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao levar a pesquisa científica para um espaço aberto ao público, a iniciativa busca despertar a curiosidade de crianças, jovens e famílias, aproximando a sociedade do conhecimento produzido nas universidades e centros de pesquisa. Com uma proposta de mergulho no Coral Vivo, a ação faz parte da iniciativa coletiva &#8220;Tesouros do Mar&#8221;, desenvolvida em parceria com diferentes setores do Departamento de Invertebrados da instituição, reunindo pesquisadores que apresentarão ao público a diversidade de organismos marinhos, suas características, curiosidades e importância para os ecossistemas.</p>



<p class="has-text-align-center">No estande do projeto, os visitantes poderão conhecer uma coleção didático-científica de esqueletos de corais que destacam a biodiversidade brasileira. O espaço também contará com publicações do projeto, atividades de interação com o público e uma experiência imersiva em realidade virtual, que permitirá aos participantes explorar ambientes submarinos por meio de imagens em 360 graus registradas no Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, na Bahia, e no Parque Natural Municipal Marinho do Recife de Fora, em Porto Seguro.</p>



<p class="has-text-align-center">A participação possui um significado especial para o projeto. O Coral Vivo nasceu a partir de pesquisas desenvolvidas no Departamento de Invertebrados do Museu Nacional e une forças novamente com a instituição para apresentar ao público parte de todo o conhecimento construído ao longo de mais de duas décadas de atuação. Um movimento que conecta passado, presente e futuro da iniciativa, reafirmando suas raízes na pesquisa científica brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Museu Nacional atua em ensino, pesquisa e extensão no Brasil e no exterior. Em 2003, após duas décadas de estudos sobre os recifes brasileiros, sua vocação como instituição nacional foi fundamental para a criação do Projeto Coral Vivo. Quase 23 anos depois, o Museu segue presente na iniciativa, envolvendo novas gerações de especialistas, como a professora Amana Garrido. É uma grande alegria ver essa parceria de sucesso continuar mesmo após minha aposentadoria&#8221;, comemora Clovis Castro, fundador do projeto.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Sobre o Projeto Coral Vivo: </strong>O Projeto Coral Vivo integra o Instituto Coral Vivo, OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) referência nacional na conservação de ambientes costeiros e marinhos no Brasil, incluindo recifes de coral, restingas e manguezais. Criado em 2003 no Museu Nacional/UFRJ, o projeto nasce da experiência acumulada de seus pesquisadores, com mais de 40 anos de atuação na área. Patrocinado pela Petrobras desde 2006, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, desenvolve ações integradas de pesquisa científica, educação, políticas públicas, comunicação e mobilização social voltadas à proteção dos ecossistemas costeiros e marinhos. Conta ainda com o copatrocínio do Arraial d&#8217;Ajuda Eco Parque e parcerias com diversas universidades e instituições de pesquisa no país. O Projeto Coral Vivo integra a Rede Biomar e a REDAGUA, iniciativas colaborativas voltadas à conservação da biodiversidade marinha brasileira e à proteção de ecossistemas costeiros no entorno da Baía de Guanabara, respectivamente.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> <br>Data: 21 de junho de 2026<br>Local: Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro (RJ),  Alameda das Sapucaias. / Horário: 10h às 16h.<br>Atividade do Coral Vivo: &#8220;Mergulhando no Coral Vivo&#8221;<br>Entrada gratuita.<strong><br></strong></p>
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		<title>Museu Nacional recebe dinossauro animatrônico, com 5 metros de altura</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 10:49:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A paisagem do Museu Nacional/UFRJ está diferente. Desde a manhã deste domingo (14/06), quem passa pela frente do Palácio de São Cristóvão se depara com um animatrônico de&#160;Oxalaia&#160;quilombensis, um dos mais importantes dinossauros já descritos no Brasil. Com 5 metros de altura e 15 metros de comprimento, o exemplar tem uma série de movimentos e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A paisagem do Museu Nacional/UFRJ está diferente. Desde a manhã deste domingo (14/06), quem passa pela frente do Palácio de São Cristóvão se depara com um animatrônico de&nbsp;<em>Oxalaia&nbsp;quilombensis</em>, um dos mais importantes dinossauros já descritos no Brasil. Com 5 metros de altura e 15 metros de comprimento, o exemplar tem uma série de movimentos e foi doado pelo Parque Terra dos Dinos, de Miguel Pereira.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Este exemplar de&nbsp;<em>Oxalaia&nbsp;quilombensis</em>&nbsp;ficará em frente ao museu até agosto. Depois, será levado para a entrada do Centro de Visitantes do Museu Nacional, conhecido como Estação Museu Nacional, para recepcionar os grupos agendados que visitam a exposição permanente Museu de Descobertas. É importante lembrar que essa doação é um reconhecimento à contribuição do Museu Nacional/UFRJ na curadoria científica do Parque&nbsp;Terra&nbsp;dos Dinos”, explica Juliana Sayão, paleontóloga e vice-diretora do Museu Nacional/UFRJ.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O&nbsp;<em>Oxalaia&nbsp;quilombensis</em>&nbsp;pertence ao grupo dos&nbsp;Spinosauridae&nbsp;e viveu há cerca de 95 milhões de anos na Ilha do Cajual, no Maranhão. Considerado um dos maiores predadores já registrados no Brasil, o dinossauro tinha hábitos predominantemente piscívoros e era adaptado à captura de peixes em ambientes aquáticos e costeiros.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Um dos pontos mais interessantes sobre essa espécie é o fato de ela ter sido descrita por paleontólogos do Museu Nacional/UFRJ, entre eles uma aluna de doutorado do&nbsp;PPGZoo, o que reforça o compromisso da&nbsp;nossa&nbsp;instituição com a ciência, a educação e a formação de recursos humanos”, reforça Juliana, que integra também o INCT PALEOVERT.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Um detalhe importante é que parte do fóssil original, que estava depositado no Museu Nacional, foi resgatada durante os trabalhos realizados no Palácio de São Cristóvão após o incêndio, com financiamento conjunto do MEC, da UFRJ e do Governo da Alemanha.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Parceria</strong>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A parceria entre o Museu Nacional/UFRJ e o Terra dos Dinos surgiu ainda na fase de concepção do parque, em Miguel Pereira, a partir da necessidade de garantir o rigor científico do conteúdo apresentado aos visitantes. Desde a implantação do parque, o Museu Nacional acompanha tecnicamente o&nbsp;projeto, com curadoria do professor Alexander Kellner, paleontólogo e ex-diretor do Museu Nacional/UFRJ.&nbsp;</p>



<p>“Desde o primeiro dia, acreditamos que o Terra dos Dinos deveria ser mais do que um parque. Queríamos criar uma experiência capaz de despertar a curiosidade, aproximar as pessoas da ciência e valorizar a riqueza da história natural brasileira. Poder retribuir ao Museu Nacional, que esteve ao nosso lado nessa jornada, é motivo de orgulho. Esta doação simboliza uma parceria construída sobre conhecimento, propósito e o compromisso de inspirar pessoas e deixar um legado a partir do parque”, explica Marcio Clare, fundador do Parque Terra dos Dinos.&nbsp;</p>
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		<title> Rodrigo Borges inaugura exposição &#8220;O Jardim da Memória&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O artista visual carioca Rodrigo Borges inaugura na Galeria do Lago, no Museu da República, a exposição &#8220;O Jardim da Memória&#8221;. Com entrada gratuita, a mostra tem como principal destaque o painel homônimo, uma obra de grandes proporções que cobre quase toda a extensão da galeria: 1,50 metro de altura por 14,4 metros de extensão, criado com técnica mista [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O artista visual carioca Rodrigo Borges inaugura na Galeria do Lago, no Museu da República, a exposição &#8220;O Jardim da Memória&#8221;. Com entrada gratuita, a mostra tem como principal destaque o painel homônimo, uma obra de grandes proporções que cobre quase toda a extensão da galeria: 1,50 metro de altura por 14,4 metros de extensão, criado com técnica mista que une desenhos e textos. Ainda compõem a exposição 24 estudos preparatórios em grafite que documentam o processo criativo.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Jardim da Memória&#8221; acompanha a jornada de uma personagem: a Memória, representada por uma criança, que adentra o jardim do museu em busca de uma lembrança esquecida. À medida que avança em direção ao passado, ela se confunde, inventa, mistura escalas e temporalidades. O cenário se transforma: flores cedem lugar a fungos, a arquitetura se desconstrói.</p>



<p class="has-text-align-center">O painel incorpora elementos reais do Museu da República: o portão, o relógio, a cadeira, a fachada do palácio, entre outros, tecendo conexões entre o espaço e o universo fictício criado pelo artista. O final da jornada da Memória não existe para revelar a verdade, mas para instigar quem observa a refletir seus múltiplos significados.</p>



<p class="has-text-align-center">Esta é a segunda exposição individual de Borges. Depois de &#8220;A Floresta que Habito&#8221;, realizada no início de 2025 na Galeria Iconic, o artista aprofunda sua investigação sobre tempo, mito, memória e imagem em uma obra de escala e ambição inéditas em sua trajetória. O painel é resultado de mais de dois meses de trabalho ininterrupto em seu ateliê, e ficará em exibição até 6 de setembro de 2026. A curadoria é assinada por Isabel Portella.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> Período de visitação: de 13 de junho de 2026 a 6 de setembro de 2026/ Local: Galeria do Lago &#8211; Museu da República Endereço: R. do Catete, 153 &#8211; Catete  </p>
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		<title>&#8220;BioOCAnomia Amazônica&#8221; aborda biodiversidade e saberes ancestrais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu do Jardim Botânico recebe a partir de 4 de junho a exposição &#8220;BioOCAnomia Amazônica&#8221;, concebida pelo SESI Lab e inédita no Rio de Janeiro. A exposição convida o público a mergulhar em uma experiência imersiva sobre bioeconomia, biodiversidade, inovação e conservação ambiental. &#8220;BioOCAnomia Amazônica&#8221; evidencia a potência da bioeconomia como estratégia para o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu do Jardim Botânico recebe a partir de 4 de junho a exposição &#8220;BioOCAnomia Amazônica&#8221;, concebida pelo SESI Lab e inédita no Rio de Janeiro. A exposição convida o público a mergulhar em uma experiência imersiva sobre bioeconomia, biodiversidade, inovação e conservação ambiental. &#8220;BioOCAnomia Amazônica&#8221; evidencia a potência da bioeconomia como estratégia para o desenvolvimento sustentável das diferentes Amazônias, articulando conservação da biodiversidade, mitigação das mudanças climáticas, a partir de cinco áreas temáticas: &#8220;A floresta e o mundo&#8221;; &#8220;Saberes amazônicos&#8221;; &#8220;Bioeconomia&#8221;; &#8220;Indústria e inovação&#8221;; &#8220;Direitos da floresta&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Toda a cenografia da exposição foi desenvolvida com materiais sustentáveis, como chapas plásticas recicladas e subprodutos da agroindústria, ciência, tecnologia e valorização de saberes intergeracionais. A iniciativa integra um esforço do Sistema Indústria e parceiros para apresentar ao público soluções baseadas na conservação da natureza, apoiadas pela inovação e por práticas produtivas sustentáveis.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Logo na entrada, o visitante é convidado a refletir sobre a Amazônia como um bioma em disputa, fundamental para o equilíbrio climático global e profundamente impactado por desafios como desmatamento, queimadas, mineração, expansão das desigualdades e mudanças climáticas. A partir daí, o percurso expositivo se desdobra em diferentes ambientes imersivos que articulam ciência, biodiversidade, cultura e inovação.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Museu do Jardim Botânico tem como uma de suas vocações promover reflexões sobre biodiversidade, conservação e futuro. Receber a &#8216;BioOCAnomia Amazônica&#8217; reforça esse compromisso ao aproximar o público de debates urgentes sobre desenvolvimento sustentável e valorização dos saberes tradicionais, por meio de uma experiência sensorial, educativa e acessível&#8221;, afirma Grazielle Giacomo, gerente técnica do Museu do Jardim Botânico. </p>



<p class="has-text-align-center">O desenvolvimento da exposição contou com um comitê curatorial formado por consultores especializados, cientistas de universidades do Amazonas e do Pará, além da participação do Instituto Amazônia+21, dos Institutos SENAI de Inovação e da Gerência Executiva de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A itinerância da mostra também contou com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. </p>



<p class="has-text-align-center">No dia 19 de junho (sexta-feira), às 16h, na sala multiuso do Museu do Jardim Botânico, acontece uma edição especial do evento Vivências do MAZ, realizado em parceria com o Museu das Amazônias. Com o tema &#8220;Vivências Amazônicas: Saberes, Territórios e Futuro&#8221;, o encontro promove um diálogo essencial sobre a bioeconomia e a valorização das populações tradicionais e seus modos de vida na construção do desenvolvimento sustentável.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Gratuito e aberto ao público, o encontro reúne a chef paraense Adriana Veloso, do restaurante Pescados na Brasa, e a museóloga Gabriele Martins, coordenadora de programação do Museu das Amazônias, para compartilhar conhecimentos e experiências que cruzam cultura, ciência, biodiversidade e os saberes dos territórios amazônicos.<br> </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: Visitação: 4 de junho a 3 de novembro de 2026<br>Museu do Jardim Botânico<br>Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico </p>



<p class="has-text-align-center">* Há bicicletários e estacionamento exclusivo para pessoas com severas deficiências de locomoção (veículos adesivados); é permitida a entrada de carros para embarque e desembarque de pessoas com dificuldades de locomoção.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <strong>Vivências do MAZ no MJB</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Vivências Amazônicas: Saberes, Territórios e Futuro</p>



<p class="has-text-align-center">Data: sexta-feira, 19 de junho</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 16h às 18h</p>



<p class="has-text-align-center">Local: Sala multiuso do Museu do Jardim Botânico &#8211; 1º pavimento</p>



<p class="has-text-align-center">Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008 – Jardim Botânico<br> </p>
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		<title>Flavia Daudt reflete sobre a riqueza ecológica em nova exposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um percurso sensorial e poético pelo Cerrado brasileiro por meio da arte contemporânea é o que propõe a exposição &#8220;Ser(tão): Imersão no Cerrado&#8221; no Museu do Jardim Botânico. Com obras inéditas da artista visual Flavia Daudt, a mostra ocupa diferentes espaços do museu e articula fotocolagem, instalação e arte sonora para refletir sobre a riqueza [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Um percurso sensorial e poético pelo Cerrado brasileiro por meio da arte contemporânea é o que propõe a exposição &#8220;Ser(tão): Imersão no Cerrado&#8221; no Museu do Jardim Botânico. Com obras inéditas da artista visual Flavia Daudt, a mostra ocupa diferentes espaços do museu e articula fotocolagem, instalação e arte sonora para refletir sobre a riqueza ecológica e a vulnerabilidade do segundo maior bioma do país. </p>



<p class="has-text-align-center">O Museu do Jardim Botânico convida o público a refletir sobre o Cerrado e os desafios relacionados à sua conservação. Ocupando cerca de um quarto do território nacional e responsável por importantes nascentes hidrográficas, o Cerrado é um dos biomas mais ameaçados pelo avanço do desmatamento e da expansão agropecuária.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir de pesquisas e viagens realizadas desde 2021, Flavia Daudt e Ana Paula Freitas Valle desenvolveram trabalhos inspirados nas paisagens, espécies e comunidades do Cerrado. Para a exposição no Museu do Jardim Botânico, foi concebido um percurso dividido em três ambientes, associados simbolicamente à terra, à água e ao ar.</p>



<p class="has-text-align-center">Logo na entrada, o público encontra a instalação &#8220;Um Cerrado Assim&#8221;, idealizada por Ana Paula Freitas Valle, composta por grandes fotocolagens de autoria de Flavia Daudt, impressas em seda e organza, em grandes dimensões de até quase três metros de altura. As obras recriam poeticamente as paisagens e belezas naturais do bioma. O espaço também apresenta esculturas inspiradas em cupinzeiros produzidas pelo artista convidado Willy Reuter, que ampliam a sensação de imersão na paisagem retratada.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Outro destaque é &#8220;Terra que Guarda&#8221;, instalação de 8 metros de altura que ocupa a escada principal do museu com a imagem monumental de uma árvore e suas raízes bordadas pela artista convidada Mirele Volkart. A obra desce do pé-direito até o térreo do museu e é complementada por uma arte sonora com o barulho das águas, assinada por Joe Stevens.</p>



<p class="has-text-align-center">No primeiro pavimento, a exposição homenageia o joão-de-pau, ave presente no Cerrado brasileiro, com um grande ninho de madeira imersivo – produzido com galhos de poda sustentável das árvores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro – pelo artista convidado Ricardo Siri. Na parede, além de uma fotocolagem de autoria de Flavia Daudt, um grande painel com aves do bioma, desenvolvido pelo ornitólogo Luciano Lima, apresenta o canto de diferentes espécies. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 23 de maio  a 3 de novembro / Museu do Jardim Botânico<br>Visitação: quinta a terça-feira, das 10h às 18h (última entrada às 17h)<br>Entrada gratuita mediante retirada de ingresso pelo site <a href="https://jbrj.eleventickets.com/#!/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jbrj.eleventickets.com/#!/home</a></p>
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		<title>24ª Semana Nacional de Museus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[24ª Semana Nacional de Museus]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Amanhã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) participa da 24ª Semana Nacional de Museus com uma programação especial em seus equipamentos culturais. Entre os dias 18 e 24 de maio, os museus da fundação vão realizar mais de 20 atividades gratuitas, incluindo oficinas, palestras, rodas de conversa, visitas mediadas, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) participa da 24ª Semana Nacional de Museus com uma programação especial em seus equipamentos culturais. Entre os dias 18 e 24 de maio, os museus da fundação vão realizar mais de 20 atividades gratuitas, incluindo oficinas, palestras, rodas de conversa, visitas mediadas, exibições audiovisuais e ações educativas voltadas para diferentes públicos. Neste ano, o tema da iniciativa promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) é &#8220;Museus unindo um mundo dividido&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">A estreia da exposição &#8220;Carmen: Embaixatriz do Samba&#8221;, do acervo do Museu Carmen Miranda, no Teatro Armando Gonzaga, também integra a programação da Funarj para a 24ª Semana Nacional de Museus. Além da mostra, os equipamentos culturais da fundação promovem atividades que estimulam o diálogo, a inclusão e a participação social, com ações acessíveis em Libras, oficinas criativas e debates sobre pertencimento e diversidade cultural.</p>



<p class="has-text-align-center">No Museu Antonio Parreiras, em Niterói, a programação inclui ações como a visita mediada em Libras da exposição &#8220;Zumbi: reinar sobre a história&#8221;, oficinas criativas sobre memória e território, formação em educação museal e rodas de conversa sobre museus e polarização social. Já o Museu do Ingá, também em Niterói, promove atividades colaborativas voltadas à escuta ativa, convivência e construção coletiva, incluindo oficinas e debates sobre relações sociais e inclusão.</p>



<p class="has-text-align-center">Na Casa de Oliveira Vianna, a programação propõe reflexões sobre memória, imigração, pertencimento e diálogo intercultural, com sessões de cinema interativas, rodas de conversa e uma exposição virtual sobre refúgio na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Já a Casa de Euclides da Cunha, em Cantagalo, realiza palestras, apresentações culturais, exibições de mini-documentários, ações sociais, atividades educativas e dinâmicas interativas inspiradas no legado de Euclides da Cunha e na promoção da inclusão e da convivência entre diferentes públicos.</p>



<p class="has-text-align-center">A Semana Nacional de Museus acontece anualmente em comemoração ao Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio, mobilizando instituições culturais de todo o país em torno de ações educativas e de valorização do patrimônio histórico e cultural.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Confira a programação completa por equipamento</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Museu Antonio Parreiras</strong></p>



<p class="has-text-align-center">19 de maio | 14h às 16h — Cartas para o Museu do Futuro &#8211; Que museu você gostaria de encontrar no futuro?<br>21 de maio | 11h — Visita Mediada em Libras da exposição &#8220;Zumbi: reinar sobre a história&#8221;<br>22 de maio | 14h — Formação em Educação Museal e Práticas Educativas no Museu<br>23 de maio | 14h — Oficina Criativa Narrativas e Cartografias<br>24 de maio | 14h — Oficina Criativa &#8211; Cartografias da memória: o que cabe no museu<br>24 de maio | 14h às 16h — Roda de Conversa &#8211; Museus, território e diálogo em tempos de polarização</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Museu do Ingá</strong></p>



<p class="has-text-align-center">20 de maio | 14h — Limites e possibilidades<br>21 de maio | 14h — Palestra sobre acessibilidade, inclusão e transformação social nos museus<br>22 de maio | 14h — Construindo mundos possíveis<br>23 de maio | 14h — Oficina &#8220;Fuxico: costurando relações&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Casa de Oliveira Vianna</strong></p>



<p class="has-text-align-center">18 a 22 de maio | 11h às 17h — Árvore das gerações<br>18 de maio | 13h30 — Visita mediada com a instituição Cristã Amor ao Próximo<br>19 de maio | 14h — Pontes do Tempo &#8211; Sessão de cinema interativa<br>20 de maio | 14h — Roda de conversa &#8220;Uma Casa Chamada Brasil&#8221;, com o imigrante tunisiano Ridhá Mansour<br>21 de maio | 11h — Inauguração da exposição virtual &#8220;O mundo é nossa casa: refúgios no Rio de Janeiro&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Casa de Euclides da Cunha</strong></p>



<p class="has-text-align-center">18 de maio — Ação social &#8220;A Casa vai ao Asilo&#8221;<br>19 de maio — Visitação guiada ao acervo, exibição de mini-documentários e teatro de fantoche<br>20 de maio | manhã — Palestra do Movimento Euclidiano<br>20 de maio | tarde — Sala de obstáculos, exibição de mini-documentários e teatro de fantoche<br>20 de maio | noite — Palestra com professora de Libras<br>21 de maio | 9h às 16h — Visitação guiada ao acervo e teatro de fantoche<br>21 de maio | noite — Atividades de cuidados de beleza (EJA)<br>22 de maio | 9h às 16h — Visitação guiada ao acervo, sala de obstáculos, exibição de mini-documentários e teatro de fantoche</p>



<p class="has-text-align-center"><em>*As informações atualizadas das atividades podem ser conferidas nas redes sociais de cada museu.</em></p>



<p class="has-text-align-center">O Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico prepararam atividades para diversos tipos de público na 24ª Semana Nacional de Museus. Com o tema &#8220;Museus unindo um mundo dividido&#8221;, o evento promovido pelo IBRAM conecta memória, ciência, natureza e inclusão social. No Rio de Janeiro, as duas instituições oferecem atrações presenciais e online entre os dias 19 e 24 de maio, todas gratuitas e com foco em acessibilidade, diversidade e participação comunitária.</p>



<p class="has-text-align-center">No Museu do Amanhã, a programação destaca a preservação da memória digital e a democratização dos acervos. No dia 22 de maio, a Oficina de Preservação de Acervos Digitais, em parceria com o Museu da Pessoa, oferece introdução prática a ferramentas e metodologias de gestão de arquivos pessoais e institucionais, uma atividade que responde diretamente ao desafio de incluir narrativas historicamente silenciadas. Ainda no dia 22, a Roda de Conversa &#8220;Quem Conta a História? Acervos e Democratização&#8221; reúne especialistas para debater ética, tecnologia e os futuros da memória no campo patrimonial. As inscrições para ambas as atividades devem ser feitas via&nbsp;<a href="https://visite.museus.gov.br/faca-parte" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>link</u></a>.</p>



<p class="has-text-align-center">O debate se dá na esteira do lançamento do&nbsp;<a href="https://acervo.museudoamanha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Centro de Documentação e Memória</u></a>, uma plataforma online criada pelo Museu do Amanhã para ampliar o acesso ao conhecimento produzido pela instituição ao longo de seus dez anos de trajetória. O portal reúne dados, conteúdos e registros que dialogam com os temas centrais do museu &#8212; arquitetura, ciência, cultura e sociedade &#8212; organizados em três eixos: bibliográfico, arquivístico e museológico. Ao disponibilizar publicamente pesquisas, exposições e projetos, o centro reforça o papel da instituição como espaço de produção e compartilhamento de conhecimento, aberto e acessível a todos. A iniciativa conecta-se diretamente à proposta da 24ª Semana Nacional de Museus ao unir memória, transparência e participação social.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O museu também investe em experiências imersivas e lúdicas. No dia 19, a Imersão &#8220;Geopoética das águas&#8221; usa fotografias, poemas e movimento para refletir sobre a relação afetiva com os oceanos. No dia 21, a atividade &#8220;Escondidos nas profundezas&#8221; estimula a imaginação sobre seres das profundezas marinhas. Já no dia 22, &#8220;Palavras que unem mundos&#8221; convida o público a criar frases inspiradas nos jogos de Paulo Freire, como exercício de esperançar futuros possíveis.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Para quem deseja explorar o território, no dia 23 acontece o Rolé de Bike &#8220;Marcas do passado: do território ao museu&#8221;. A rota inicia na Pequena África carioca, com paradas no Cais do Valongo e no Instituto dos Pretos Novos, e encerra no Museu de História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB). A programação infantil inclui no dia 24 o espetáculo &#8220;Tilintar dos contos&#8221;, da Cia Trilhos, e a contação &#8220;A Cobra Canoa e a criação do Mundo&#8221;. Destaque também para a televisita pelo TikTok &#8220;Oceanos unindo o mundo&#8221; (19/05, às 17h), que leva o tema da semana às redes sociais.</p>



<p class="has-text-align-center">No Museu do Jardim Botânico, a conexão com a Semana Nacional de Museus se dá pelo viés da memória ancestral, inclusão sensorial e educação científica. No dia 21, a atividade &#8220;Saberes Ancestrais: Adinkras&#8221; apresenta símbolos visuais dos povos Akan (Gana, Costa do Marfim) como linguagem e repositório de sabedoria sobre a natureza &#8212; um exemplo direto de museu como ponte entre culturas e mundos divididos.</p>



<p class="has-text-align-center">O compromisso com a acessibilidade aparece nas Visitas educativas cognitivo-sensoriais dos dias 22 e 24 (das 9h às 10h), adaptadas para pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais, com objetos táteis e ajustes sonoros. No dia 23, &#8220;Plantando Histórias: Jatobá&#8221; une literatura, arte e cultura para construir memória afetiva sobre o Cerrado, a partir da série de pinturas da artista Rosana Paulino. E no dia 24, a visita &#8220;Da Floresta ao Laboratório&#8221; revela a ciência por trás da conservação da flora brasileira &#8212; mostrando como pesquisa e memória natural caminham juntas.</p>



<p class="has-text-align-center">Saiba mais sobre as atividades nos sites oficiais do&nbsp;<a href="https://museudoamanha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Museu do Amanhã</u></a>&nbsp;e<a href="https://www.gov.br/jbrj/pt-br/assuntos/museu-do-jardim-botanico" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>&nbsp;Museu do Jardim Botânico</u></a>.</p>



<p class="has-text-align-center">Já o CCJF inaugura exposições que propõem diferentes visões sobre identidade, imagem, pertencimento e construção da subjetividade. A mostra&nbsp;<em>Falso Brilhante</em>, de Wilson Piran, com curadoria de Marcus Lontra e Rafael Peixoto, traz 34 obras inspiradas na pop arte que discute o excesso de imagens na sociedade atual e a formação de identidades e imaginários coletivos. Com muita cor e glitter, o artista mostra suas versões de personalidades, entre elas Cartola, Rogéria, Pelé, Marielle Franco, Rita Lee,&nbsp; Gal Costa e Santos Dumont </p>



<p class="has-text-align-center">Já&nbsp;<em>Morro pela Boca, Vivo pelos Olhos</em>, com curadoria de Juan Santoli, reúne obras de 8 artistas e reflete sobre a produção da arte no contexto da história da arte&nbsp;<em>queer</em>&nbsp;brasileira, abordando temas como solidão, desejo, incerteza, paixão e transformação de si.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Período de visitação:</strong> de 20/5/26 a 21/6/26 (terça-feira a domingo), de 11h às 19h / <strong>Centro Cultural Justiça Federal</strong> • CCJF Avenida Rio Branco, 241 – Centro • Rio de Janeiro (há possibilidade de entrada pela Rua México, 57)</p>



<p class="has-text-align-center">O Crematório e Cemitério da Penitência passa a integrar o circuito de visitação da Semana Nacional de Museus de 2026 com a realização do Necrotour Noturno, uma visita guiada às dependências do local, inaugurado em 1875. A experiência, que acontece no dia 23 de maio às 17h, oferece ao público uma imersão no patrimônio histórico, artístico e simbólico da arte cemiterial, com narrativas sobre personalidades e curiosidades que ajudam a contar a formação da cidade.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Em geral, as pessoas associam o passeio noturno a algo macabro, mas é uma oportunidade de apreciar a mudança da luz do dia para a da noite. As sombras acabam revelando detalhes arquitetônicos, esculturas e vitrais sob a iluminação noturna. Nosso passeio é um verdadeiro convite à observação, memória e reflexão&#8221;, diz Samantha Lobo, a responsável pelo Necrotour noturno. &#8220;Os visitantes têm a possibilidade de contemplar o antigo e o novo. O passeio retrata uma história de mais de cem anos: da capela histórica em estilo neogótico, e do ossuário em estilo Art-Nouveau, único do Rio de Janeiro, até o columbário, uma espécie de museu moderno, com espaço para guardar as cinzas do ente querido&#8221;, complementa Rodrigo Bernardo, diretor do Cemitério da Penitência.</p>



<p class="has-text-align-center">A Semana Nacional de Museus será realizada de 18 a 24 de maio em todo o país. O necrotour noturno no Cemitério da Penitência é gratuito e acontece dia 23 de maio às 17h. Para mais informações e inscrições antecipadas, basta acessar o perfil oficial @necrotourrj nas redes sociais. O Cemitério da Penitência fica na Rua Monsenhor Manuel Gomes, 307, no bairro do Caju, na zona portuária do Rio.</p>
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		<title>Festival Livro é companhia no rio acontece no Museu do Amanhã</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 10:56:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 16 de maio, o Museu do Amanhã será palco do Festival Livro é companhia no rio, um evento gratuito que celebra a literatura como ferramenta essencial para imaginar e construir o amanhã. Organizado pela editora Companhia das Letras em comemoração aos seus 40 anos, em parceria com a Janela Livraria e o Museu [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No dia 16 de maio, o Museu do Amanhã será palco do Festival Livro é companhia no rio, um evento gratuito que celebra a literatura como ferramenta essencial para imaginar e construir o amanhã. Organizado pela editora Companhia das Letras em comemoração aos seus 40 anos, em parceria com a Janela Livraria e o Museu do Amanhã, o festival reúne nomes fundamentais da cultura brasileira: o músico e escritor Emicida, a navegadora e escritora Tamara Klink e o ator e escritor Gregorio Duvivier. </p>



<p class="has-text-align-center">Com o tema &#8220;livro é companhia para pensar o futuro&#8221;, a programação foi desenhada para conectar gerações e diferentes linguagens artísticas em torno do poder transformador da leitura. Além dos encontros com grandes autores, que também farão sessões de autógrafos, o festival contará com uma feira de livros e uma programação dedicada aos pequenos leitores, incluindo contação de histórias. </p>



<p class="has-text-align-center">Totalmente gratuito (retirada de ingressos pelo <a href="https://www.sympla.com.br/produtor/companhiadasletras" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sympla</a>), o evento tem o objetivo de apontar para os próximos 40 anos da editora ao reafirmar seu compromisso com a formação de novos leitores e com a construção de um diálogo vivo com o mundo contemporâneo.</p>
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