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	<title>Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Rota Cult</title>
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		<title>Cineclube da Casa Firjan exibe curta &#8220;Até a China&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 12:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste sábado, às 16h, a Casa Firjan, em Botafogo, exibe o curta animado &#8220;Até a China&#8221; (2015), de Marão, e o western &#8220;Luzia Homem&#8221; (1988), de Fabio Barreto, no cineclube mensal em homenagem à produtora LC. A sessão tem entrada franca. Ao fim das projeções, o crítico Rodrigo Fonseca, setorista de cinema no Correio da [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Neste sábado, às 16h, a Casa Firjan, em Botafogo, exibe o curta animado &#8220;Até a China&#8221; (2015), de Marão, e o western &#8220;Luzia Homem&#8221; (1988), de Fabio Barreto, no cineclube mensal em homenagem à produtora LC. A sessão tem entrada franca. Ao fim das projeções, o crítico Rodrigo Fonseca, setorista de cinema no Correio da Manhã, bate um papo com o público.</p>
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		<title>&#8220;Queijos com Prosa&#8221;: Signatures recebe jantar harmonizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 12:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Signatures, restaurante-escola do Le Cordon Bleu Rio de Janeiro, recebe uma noite dedicada ao queijo artesanal nacional com o jantar &#8220;Queijos com Prosa&#8221;, realizado em parceria com o projeto Queijo com Prosa, sob curadoria de Daniel Martins. O evento propõe um menu degustação de seis tempos, assinado pelo chefs Yann Kamps, Mbark Guerfi e Phillipe Brye, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Signatures, restaurante-escola do Le Cordon Bleu Rio de Janeiro, recebe uma noite dedicada ao queijo artesanal nacional com o jantar <strong>&#8220;</strong>Queijos com Prosa&#8221;, realizado em parceria com o projeto Queijo com Prosa, sob curadoria de Daniel Martins. O evento propõe um menu degustação de seis tempos, assinado pelo chefs Yann Kamps, Mbark Guerfi e Phillipe Brye, com cada prato pensado a partir de um queijo brasileiro específico e harmonizado por vinhos selecionados sob a condução da sommelière Eliane Oliveira.</p>



<p class="has-text-align-center">A proposta do jantar é apresentar o repertório de queijarias artesanais brasileiras — da Serra da Canastra ao interior fluminense — em um roteiro gastronômico que dialoga com técnica francesa e releituras de clássicos nacionais.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>O menu</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>I. Biscoito de Polvilho com Creme de Queijo Derretido</strong>&nbsp;Biscoito de polvilho crocante, servido quente com um creme de queijo derretido do lado.&nbsp;<em>Queijo: Queijo Canastra</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>II. Tartelette de Vale do Testo com Compota de Figo</strong>&nbsp;Tartelette crocante de queijo de casca lavada Vale do Testo, finalizada com compota de figo.&nbsp;<em>Queijo: Vale do Testo (3 meses, casca lavada)</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>III. Salada de Chèvre Chaud com Lardons</strong>&nbsp;Feta de ovelha gratinada sobre brioche, salada de folhas verdes leves, lardons crocantes e vinagrete de mostarda.&nbsp;<em>Queijo: Feta de Ovelha, Casa Bianchi</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>IV. Capelletti de Boursin e Abóbora</strong>&nbsp;Capelletti recheado de queijo Boursin e abóbora, servido sobre fonduta de queijo.&nbsp;<em>Queijo: Boursin e queijo para fonduta</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>V. Ancho ao Molho de Queijo Azul</strong>&nbsp;Filé mignon grelhado, molho de Azul de Pardinho, mil folhas de batatas e redução de vinho tinto.&nbsp;<em>Queijo: Azul de Pardinho</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>VI. Romeu e Julieta Revisitado</strong>&nbsp;Releitura do clássico brasileiro: requeijão de corte em textura de mousse, goiabada e crumble.&nbsp;<em>Queijo: Requeijão de Corte com raspa, Queijaria Jorogoaba (Quissamã, RJ)</em></p>



<p class="has-text-align-center">A curadoria de vinhos, assinada pela sommelière Eliane Oliveira, acompanha a evolução dos pratos do início ao fim da refeição:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Domínio de Punctum 99 Rosas Chardonnay Viognier Edição Especial 2024</strong> (branco) — tempos I e II</li>



<li><strong>Carmim Regia Colheita 2024</strong> (branco) — tempos III e IV</li>



<li><strong>João Portugal Ramos Marquês de Borba Alentejo 2023</strong> (tinto) — tempo V</li>



<li><strong>Justino&#8217;s Madeira 3 Anos Doce</strong> (doce/fortificado) — tempo VI</li>
</ol>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: Terça &#8211; feira, 08 de setembro, às 19h / Restaurante Signatures — Le Cordon Bleu Rio de Janeiro  Rua da Passagem &#8211; 179 &#8211; Botafogo / Condução da harmonização: Sommelière Elaine Oliveira (@boadecopo)</p>
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		<title>&#8216;Berta – Minha Vida Por Um Palco&#8217;: A épica de uma estrela, do intimismo ao riso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 12:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No fechar das cortinas da sessão de estreia de &#8220;Berta – Minha Vida Por Um Palco&#8221; esculhambando com o mau humor do mundo, fazendo gato e sapato do coração da gente, um espectador enlevado pela mistura de gozo e de saudade na essência daquela dramaturgia, mirou para o balcão superior do Centro Cultural Justiça Federal [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No fechar das cortinas da sessão de estreia de &#8220;Berta – Minha Vida Por Um Palco&#8221; esculhambando com o mau humor do mundo, fazendo gato e sapato do coração da gente, um espectador enlevado pela mistura de gozo e de saudade na essência daquela dramaturgia, mirou para o balcão superior do Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), onde fica a técnica, a fim de agradecer pela engenharia de luz. Caçava, afoito, a figura de Aurélio de Simoni, bamba da iluminação, a dizer: &#8220;A luz é tua? Cara, parece uma pintura. A gente viaja pra dentro de um quadro&#8221;. Era um desabafo de extasia, uma catarse&#8230; mas, o sujeito tem razão. É uma moldura.  </p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/08/berta-minha-vida-por-um-palco-celebra-o-centenario-de-berta-loran/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>



<p class="has-text-align-center">Nela, vetorizado pela direção de movimento de Lavínia Bizzotto e Alê Maïa e pela trilha sonora de Ary Coslov (que comanda a encenação) e Marcelo Aquino (coautor do texto), um quarteto de arlequins em estado de graça &#8220;veste&#8221; diferentes figuras essenciais à biografia da atriz Berta Loran (1926-2025). Andrea Dantas e Patrícia Pinho dividem-na, por diferentes fases da História, a começar pela diáspora, de Varsóvia ao Rio, nos anos 1930. Com seu vozeirão tonitruante e sua ginga Alexandre Regis infla o palco na composição de diferentes figuras masculinas que cruzaram a vida da estrela, umas espertalhonas, outras parceiras. Junior Vieira, num notável trabalho de expressão corporal, emprega sua sagacidade cênica para desenhar homens que fizeram Berta ir adiante em sua jornada&#8230; ainda que cometendo escorregões aqui e acolá. As sequência em que ele encarna o pai da protagonista, sonolento na cama, escorrem mel.   </p>



<p class="has-text-align-center">Coslov consegue um feito notável nessa montagem: construir um épico sobre imigração que vai por um terreno do intimismo, da implosão, e, ainda assim, é capaz de ser engraçado. Um pouco como (o hoje esquecido) filme &#8220;Avalon&#8221; (1990), de Barry Levinson. O detalhe é que a fina narrativa dramatúrgica escrita por Miriam Halfim e Marcelo Aquino celebra a memória, numa luta pelo não esquecimento.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Na escrita, Miriam e Aquino partem do corpo morto de Basza Ajs, nome real de Berta, e, com a ajuda do Além, convida-a a relembrar seus feitos, numa dinâmica ágil de <em>biopic</em> (jargão para definir uma épica biográfica). Basza nasceu na Polônia em 23 de março de 1926, chegou ao Brasil ainda menina e subiu ao palco pela primeira vez aos 14 anos. A estreia para grandes plateias viria no Teatro Carlos Gomes, em 1952; no cinema, apareceu em &#8220;Sinfonia Carioca&#8221; (1955), de Watson Macedo, e depois em chanchadas dirigidas por Carlos Manga. <br><br>Na TV, que encarava como um oásis (e como meta profissional), a diva passou por &#8220;Balança Mas Não Cai&#8221;, &#8220;Planeta dos Homens&#8221;, &#8220;Viva o Gordo&#8221;, &#8220;Escolinha do Professor Raimundo&#8221; e &#8220;Zorra Total&#8221;, além de novelas como &#8220;Amor com Amor Se Paga&#8221;, &#8220;Cama de Gato&#8221;, &#8220;Cordel Encantado&#8221; e, já aos 93 anos, a novelaça &#8220;A Dona do Pedaço&#8221;. Ao reviver esse périplo midiático, de quase oito décadas de carreira e mais de 2 mil personagens, Coslove nos entrega a aventura de um corpo em trânsito, mar adentro, Rio adentro. A peça é, certamente, a aventura da imigrante que, na dor da desterritorialização, passou a vida em busca de pertenças. O teatro foi a mais calorosa delas.</p>
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		<title>Beyoncé celebra seu aniversário com o lançamento de uma edição deluxe remasterizada do álbum &#8220;B&#8217;DAY&#8221; </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 16:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, Beyoncé celebra seu aniversário com o lançamento da extensa edição remasterizada de B&#8217;DAY, seu segundo álbum de estúdio e uma obra que marcou sua transição para a maturidade artística. Quando foi lançado em 4 de setembro de 2006, B&#8217;DAY apresentou ao mundo uma artista de 25 anos com uma voz ousada e renovada. Não apenas uma das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Hoje, Beyoncé celebra seu aniversário com o lançamento da extensa <a href="https://beyonce.lnk.to/BDAY20_digital">edição remasterizada</a> de <em>B&#8217;DAY</em>, seu segundo álbum de estúdio e uma obra que marcou sua transição para a maturidade artística. Quando foi lançado em 4 de setembro de 2006, <em>B&#8217;DAY</em> apresentou ao mundo uma artista de 25 anos com uma voz ousada e renovada. Não apenas uma das vozes mais poderosas da música, mas uma criadora determinada a assumir o controle de sua própria trajetória como cantora, compositora, produtora e artista visual.</p>



<p class="has-text-align-center">Gravado em apenas duas semanas, o álbum nasceu de um período de intensa inspiração criativa, com Beyoncé totalmente no comando do processo e com uma visão clara do que queria realizar.</p>



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</div></figure>



<p class="has-text-align-center">Beyoncé estava constantemente se desafiando, revelando novas camadas de sua abordagem inovadora à gravação, composição e produção musical. Essa postura intensa e determinada também se estendeu a todos os seus colaboradores, incentivando cada um deles a ir além de seus próprios limites para ajudar a definir a sonoridade de um álbum profundamente pessoal.</p>



<p class="has-text-align-center">“Eu queria que o álbum fosse grandioso, percussivo, intenso, acelerado e cheio de energia, e era importante para mim que utilizássemos instrumentação ao vivo”, relembra Beyoncé. “Na época, o hip-hop estava dominando a cena, mas eu lutava para preservar as pontes, melodias e harmonias que sempre estiveram no coração do R&amp;B. O objetivo era unir esses dois mundos por meio da arte do sampling. Eu adorava o minimalismo de um belo arranjo vocal sobre uma batida simples ou uma guitarra clássica, como em ‘Irreplaceable’&#8230; mas apenas se aquele 808 estivesse pulsando forte por baixo.”</p>



<p class="has-text-align-center">O&nbsp;<em>B’DAY</em>&nbsp;foi essencialmente seu primeiro álbum visual, com curtas-metragens que exploravam, por completo, a construção de um relacionamento, passando por todas as suas fases. Foi um projeto conceitual, urgente e cativante. Seus temas, como descobrir a própria confiança, libertação, ousadia e compatibilidade, continuam tão relevantes hoje quanto eram há duas décadas.</p>



<p class="has-text-align-center">E, para preparar este lançamento histórico, Beyoncé voltou mais uma vez ao estúdio para trabalhar na remasterização das músicas. Os vídeos, originalmente capturados em película de 35 mm, agora foram remasterizados, tiveram suas cores restauradas e finalizados em 4K, incluindo “Déjà Vu”, com participação de JAY-Z e dirigido por Sophie Muller, que também chega hoje.</p>



<p class="has-text-align-center">Imagens, registradas em locações em Nova Orleans e nunca antes vistas, também estão incluídas. Nova Orleans, cidade onde a família de Beyoncé possui raízes profundas, estava trabalhando em sua reconstrução após os danos causados pelo furacão Katrina. A resiliência e a força da cidade serviram de inspiração para Beyoncé, que queria contribuir, à sua maneira, para a revitalização do local.</p>



<p class="has-text-align-center">Quando as notícias sobre a <em>B’DAY (20th Anniversary Edition)</em> foram divulgadas, em 4 de julho, o anúncio veio acompanhado da música “MORNING DEW (DONK)”. Fãs atentos rapidamente apontaram o histórico da faixa, que havia vazado em 2023. Um remix da música, com participação de JAY-Z, foi lançado em 4 de agosto, consolidando a faixa entre os mais de vinte e três anos de história de colaborações entre os Carters.</p>



<p class="has-text-align-center">A <em>B’DAY 20th Anniversary Edition</em> é recheada de uma celebração de músicas em espanhol que refletem o amor e a admiração de Beyoncé pela cultura e pelos artistas incríveis que contribuíram e continuam a construir o gênero. “Cuerpo Tumbao (Get Me Bodied) feat. Maluma” marca a primeira colaboração com o artista colombiano, uma das principais vozes da música latina. Fã de seu trabalho, Beyoncé se sente honrada por finalmente trabalhar com o artista, que transita por diferentes gêneros musicais.</p>



<p class="has-text-align-center">Filantropo em todos os sentidos, Maluma também é admirado por Beyoncé pelo trabalho que realiza em seu país para ajudar jovens por meio das artes e por seus esforços humanitários após o recente terremoto. A música contém um sample de “La Negra Tiene Tumbao”, da estrela afro-cubana Celia Cruz. Beyoncé há muito admira o orgulho de Cruz por sua cultura africana, sua recusa em se curvar diante do racismo e do colorismo e sua resistência às definições limitadas de beleza. Em uma época em que a sociedade queria vê-la amargurada e destruída, ela reivindicou sua negritude com coragem. O sample se encaixou perfeitamente em uma música que celebra força e confiança, tanto na pista de dança quanto na vida. A faixa foi produzida por Beyoncé, Edgar Barrera e CASTA, com coprodução de Ali “Ali Ali” Alvarez.</p>



<p class="has-text-align-center">“Irreemplazable (Como La Flor) featuring Selena” é uma inclusão marcante. Selena foi uma das artistas mexicano-americanas mais celebradas e ficou conhecida como a “Rainha da Música Tejana”. Desde sua morte, em 1995, seu espólio raramente autoriza o uso de sua música.</p>



<p class="has-text-align-center">A aprovação significativa do espólio de Selena Quintanilla para Beyoncé tornou possível este dueto histórico e significativo. Duas mulheres do Texas. Duas vozes inconfundíveis e insubstituíveis que romperam e continuam rompendo barreiras.</p>



<p class="has-text-align-center">Beyoncé sempre reverenciou Selena e se lembra de ouvi-la no rádio em Houston. A artista atribui a ela a inspiração para a gravação de <em>Irreemplazable</em>, seu EP em espanhol lançado em 2007.</p>



<p class="has-text-align-center">B&#8217;DAY 20th Anniversary Edition – Deluxe Vinyl é uma edição especial em quatro LPs prensados em vinil Bayou Blue de 180 gramas. O lançamento inclui a faixa “MORNING DEW (DONK)”, gravações em espanhol e B-sides raros, além de um livreto comemorativo de 60 páginas e duas artes colecionáveis frente e verso.</p>



<p class="has-text-align-center">O Deluxe Vinyl reúne uma série de preciosidades inéditas para os fãs, incluindo “Can I Watch You”, produzida por Beyoncé em parceria com Pharrell, e “My First Time”, música originalmente gravada para o álbum de estreia solo de Beyoncé,&nbsp;<em>Dangerously in Love</em>, mas que acabou ficando de fora da seleção final de faixas.</p>



<p class="has-text-align-center">A edição também traz “Lost Yo Mind”, “Creole” e “Back Up”, B-sides que não foram incluídos na versão original de <em>B&#8217;DAY</em> lançada em 2006.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>B&#8217;DAY (20th Anniversary Edition)</em> está disponível nas versões padrão e deluxe em vinil e CD, além de uma edição digital deluxe.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>B&#8217;DAY 20th Anniversary Edition</em>, na versão <em>Standard Vinyl</em>, é uma edição limitada em vinil duplo (2LP) de 180 g, com nova ordem das faixas e novas músicas e remixes. A edição inclui “MORNING DEW (DONK)” e um livreto colecionável de 16 páginas com imagens inéditas.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>B’DAY 20th Anniversary Edition Digital Deluxe</em> inclui todas as faixas presentes na edição deluxe em vinil, além de duas faixas bônus exclusivas da versão digital: “Cuerpo Tumbao (featuring Maluma)” e “Irreemplazable (Como La Flor) Featuring Selena”.</p>
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		<title>&#8220;Pra Quem Não Me Conhece&#8221; estreia na Casa de Cultura Laura Alvim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 15:53:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>E se a criança que você foi tivesse algo a dizer sobre quem você se tornou? Nicole Musafir convida o público a uma jornada íntima e divertida em &#8220;Pra Quem Não Me Conhece&#8221;, espetáculo que estreia na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Artista multidisciplinar com trajetória construída entre atuação, dramaturgia, música e direção, Nicole [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">E se a criança que você foi tivesse algo a dizer sobre quem você se tornou?<em> </em>Nicole Musafir convida o público a uma jornada íntima e divertida em &#8220;Pra Quem Não Me Conhece&#8221;, espetáculo que estreia na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema.</p>



<p class="has-text-align-center">Artista multidisciplinar com trajetória construída entre atuação, dramaturgia, música e direção, Nicole enfrenta um bloqueio criativo que perdura por anos. Bisbilhotando o baú de lembranças, traumas e superações que a influenciaram como artista, encontra na própria história uma forma de destravar sua criatividade. A partir daí, segredos compartilhados apenas em seus diários ganham palco, para a ira ou a gratidão da criança que volta à cena.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao seu lado, a pianista Ceci Nery, sob direção musical de Leo Valor, acompanha essa viagem no tempo, costurando canções autorais, relatos e poemas escritos desde os 6 anos de idade. E essa caminhada não é contada só por ela hoje olhando para trás, mas também pela Nicole criança e adolescente, mostrando as diferentes visões que ela mesma registrou ao longo da vida. &#8220;Afinal, toda criança é um artista. O problema é como permanecer artista depois de crescer&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center">Temas como amizades, paixões, perdas, família, carreira e as descobertas sobre si mesma atravessam o espetáculo com leveza, humor e emoção. Entre as canções está &#8220;Evite Apaixonar&#8221;, escrita por Nicole aos 13 anos, que já naquela época parecia ter encontrado uma solução bastante simples para os problemas do amor: &#8220;Se livre do amor e vai sobreviver&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Temporada: de 09 a 24 de setembro /  quartas e quintas-feiras, às 19h / Local: Casa de Cultura Laura Alvim &#8211; Espaço Rogério Cardoso &#8211; Av. Vieira Souto, 176, Ipanema / Ingressos no site<a href="https://share.google/vXXIzQUPeSAFpjLXK" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://share.google/vXXIzQUPeSAFpjLXK</a> Classificação: 12 anos </p>
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		<title>“Revolução na América do Sul”, clássico de Augusto Boal, estreia no Teatro Poeirinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 15:47:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Marco fundador do teatro épico no Brasil, a obra “Revolução na América do Sul”, do dramaturgo, diretor e ensaísta Augusto Boal (1931-2009), ganha nova montagem mais de 60 anos após sua estreia no Teatro de Arena. Sob direção de Wellington Fagner, o espetáculo não apenas revive o texto clássico de Boal, mas o reinterpreta para [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Marco fundador do teatro épico no Brasil, a obra “Revolução na América do Sul”, do dramaturgo, diretor e ensaísta Augusto Boal (1931-2009), ganha nova montagem mais de 60 anos após sua estreia no Teatro de Arena. Sob direção de Wellington Fagner, o espetáculo não apenas revive o texto clássico de Boal, mas o reinterpreta para o contexto atual. Depois de apresentações em diferentes cidades do Rio de Janeiro e de uma turnê por Portugal, a peça estreia agora em temporada: de 8 de setembro a 21 de outubro de 2026, no Teatro Poeirinha (sessões às terças e quartas-feiras, sempre às 20h). A realização é do Instituto Augusto Boal.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto surgiu em 2019, quando a psicanalista Cecília Boal – viúva de Boal e à frente do instituto dedicado a preservar e difundir seu legado – assistiu a uma leitura da peça, dirigida por Fagner. Entre os convidados estava o diretor Aderbal Freire-Filho, que manifestou seu desejo de levar a montagem para o Teatro Poeira. Mas a pandemia mudou os planos: a peça estreou primeiro no formato on-line, conquistando uma indicação ao 16º Prêmio APTR na categoria Jovem Talento-Elenco. Em seguida, ganhou a estrada, com apresentações em cidades do Rio de Janeiro e de Portugal, até chegar à sua primeira temporada no Poeirinha.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Revolução na América do Sul” foi uma das primeiras peças nacionais a colocar a classe trabalhadora no centro da cena sob a ótica da luta de classes. A montagem acompanha a saga do operário José da Silva, um representante do povo em busca de uma solução para a fome que o devora. Nesse itinerário, o protagonista mergulha num Brasil contraditório,&nbsp;permeado por caricaturas políticas e sociais – e por meio de uma sátira política atual e carnavalizada, revela as engrenagens opressivas de um sistema que, mesmo com nova roupagem, continua perpetuando a desigualdade.&nbsp;O elenco é formado por Cássio Duque, Junior Melo, Letícia Ambrósio, Levi Duarte, Nathalia Cantarino e Ritiele Reis.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Criada originalmente para relatar a luta de classes nos anos 1960, a obra agora dialoga com realidades contemporâneas, como a precarização do trabalho e o fenômeno da “uberização”. “A montagem busca atualizar o clássico de Boal entendendo que, embora o texto original seja datado em seu contexto histórico, a encenação e as dores da classe trabalhadora permanecem urgentes”, diz Wellington Fagner.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Na direção, aposto em recursos cômicos, paródicos e musicais para tratar de temas trágicos, gerando uma reflexão crítica por meio do humor e da estética popular. Utilizo também elementos do teatro de revista, como as cenas de passagem e da paródia política. Os personagens não possuem profundidade psicológica realista: são ‘tipos sociais’, caricaturas que expõem o funcionamento do capitalismo e das eleições”, afirma o diretor.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Cecília Boal lembra que essa peça surgiu no contexto do Seminário de Dramaturgia do Teatro de Arena de São Paulo, em 1960. “O objetivo do Boal era que houvesse uma dramaturgia nacional, e esse gesto de instigar os escritores brasileiros a criarem uma dramaturgia própria já era, em si, uma ação política, porque só se encenavam peças estrangeiras”, diz.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Eu me pergunto hoje, no contexto atual, o que o Boal diria. O que ele diz nessa peça ainda é verdade: o povo brasileiro, representado por Zé da Silva, é tão pobre que vende o voto por um prato de comida. Mas agora as motivações são outras. Uma questão que me parece fundamental é que o sentimento patriótico está adormecido, e não percebemos que o que está em jogo é a soberania do nosso país. Precisamos afirmar, com muita força, que o nosso país não está à venda”, ressalta Cecília.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O ator Júnior Melo traça um paralelo entre a realidade de então e a de hoje. “Se a classe trabalhadora hoje não é idêntica àquela existente em meados do século passado, ela também não está em vias de desaparição, nem ontologicamente perdeu seu sentido estruturante. A cena teatral contemporânea traz as questões urgentes do presente, mas sempre em fricção com o passado. Este texto é um clássico da dramaturgia política brasileira e, como todo clássico, está sujeito a novas temporalidades. Boal é nosso Shakespeare com a língua dos três ‘P’ – popular, político e poético”, analisa.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO:</u></strong> <strong>Temporada: </strong>de 08 de setembro a 21 de outubro de 2026 / <strong>Local:</strong> Teatro Poeirinha (Rua São João Batista, 104<strong> – </strong>Botafogo) <strong>Vendas online: </strong><a href="http://www.sympla.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.sympla.com.br</a> <strong>Classificação etária: </strong>12 anos </p>
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		<title>&#8220;Carmem&#8221;, da Cia. de Dança Thiago Soares cumpre curta temporada, no Teatro Multiplan</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ballets]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos artistas brasileiros mais celebrados da dança internacional, Thiago Soares retorna aos palcos do Rio de Janeiro com &#8220;Carmem&#8221;, releitura do clássico de Georges Bizet criada para a Cia. de Dança Thiago Soares. O bailarino, coreógrafo e diretor artístico apresenta uma montagem que aproxima a personagem do universo latino-americano e combina a técnica clássica à dança contemporânea, às [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center" id="v1isPasted">Um dos artistas brasileiros mais celebrados da dança internacional, Thiago Soares retorna aos palcos do Rio de Janeiro com &#8220;Carmem&#8221;, releitura do clássico de Georges Bizet criada para a Cia. de Dança Thiago Soares. O bailarino, coreógrafo e diretor artístico apresenta uma montagem que aproxima a personagem do universo latino-americano e combina a técnica clássica à dança contemporânea, às linguagens urbanas e à teatralidade.  </p>



<p class="has-text-align-center">Conhecida por atravessar gerações como símbolo de desejo, sensualidade e insubmissão, &#8220;Carmem&#8221; ganha novos contornos nesta versão. Mais do que a mulher fatal perpetuada pelo imaginário em torno da obra, ela surge como uma mulher consciente de suas escolhas, que se recusa a estabelecer suas relações a partir da ideia de posse. É essa liberdade, e o preço cobrado por ela, que conduz a narrativa.</p>



<p class="has-text-align-center">A relação entre Carmem e José concentra o principal conflito da montagem. O que começa pelo desejo e pela paixão se transforma com a chegada do ciúme, do controle e da tentativa de determinar a liberdade do outro. Ao deslocar o foco da história, Thiago propõe uma leitura atual sobre a diferença entre amar alguém e acreditar que esse amor concede o direito de posse.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Carmem sempre me interessou pela força da personagem e, principalmente, pelo que ela representa: liberdade, desejo e a recusa em pertencer a alguém. É uma obra muito conhecida, mas justamente por isso me interessava encontrar uma maneira de contá-la a partir do meu olhar e do nosso tempo. Minha intenção nunca foi simplesmente remontar um clássico, mas utilizar essa história como ponto de partida para construir uma linguagem própria&#8221;, afirma.</p>



<p class="has-text-align-center">A música de Bizet permanece como um dos pilares da criação, mas a montagem não pretende reproduzir uma Espanha tradicional nem transportar literalmente a ópera para a dança. A narrativa se aproxima da América Latina, ganha características brasileiras e passa pela experiência dos corpos que estão em cena. O vocabulário clássico convive com uma movimentação mais contemporânea, física e teatral, na qual os encontros, as tensões e os conflitos entre os personagens também constroem a dramaturgia.</p>



<p class="has-text-align-center">Esse encontro entre a técnica clássica, as linguagens urbanas e a teatralidade acompanha Thiago desde o início de sua história com a dança. Nascido em São Gonçalo e criado no Rio de Janeiro, ele começou pela dança de rua e pelo hip-hop antes de chegar ao balé clássico, aos 15 anos, no Centro de Dança Rio. Dois anos depois, já integrava o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2001, conquistou a medalha de ouro no Concurso Internacional de Ballet de Moscou, resultado que projetou seu nome internacionalmente.</p>



<p class="has-text-align-center"> A dimensão internacional da temporada se amplia com a participação especial de Sasha De Sola, primeira bailarina do San Francisco Ballet, que fará em &#8220;Carmem&#8221; suas primeiras apresentações no Brasil. Integrante da companhia norte-americana desde 2007, ela foi promovida a Principal Dancer em 2017 e, três anos depois, recebeu o título de Diane B. Wilsey Principal Dancer. Em seu repertório estão personagens centrais do balé clássico e contemporâneo, como Aurora, de &#8220;A Bela Adormecida&#8221;, e Kitri, de &#8220;Dom Quixote&#8221;, além de obras como &#8220;O Lago dos Cisnes&#8221;, &#8220;Giselle&#8221;, &#8220;Romeu e Julieta&#8221;, &#8220;O Quebra-Nozes&#8221; e &#8220;Onegin&#8221;. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> <strong>Temporada:</strong> de 16 a 19 de setembro de 2026<br><strong>Horários:</strong> quarta, quinta, sexta e sábado, às 20h; sábado também às 16h<br><strong>Sessões com participação especial de Sasha De Sola:</strong> 17 e 19 de setembro, às 20h<br><strong>Local:</strong> Teatro Multiplan – VillageMall<br><strong>Endereço:</strong> Avenida das Américas, 3.900 – Barra da Tijuca  <br><strong>Vendas:</strong> Sympla<br><strong>Duração:</strong> 80 minutos<br><strong>Classificação etária:</strong> livre<br><strong>Concepção, direção e coreografia:</strong> Thiago Soares<br><strong>Convidada especial:</strong> Sasha De Sola</p>
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		<title>&#8220;Penelopéia – uma palestra-dançada&#8221; faz três apresentações no Teatro Gláucio Gill</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que, entre tantas personagens femininas mágicas e instigantes presentes na &#8220;Odisseia&#8221;, de Homero, a atriz e coreógrafa Raquel Karro se identificou com Penélope, a mulher que espera por 20 anos seu marido Ulisses voltar da Guerra de Tróia? Esta pergunta motivou a criação de &#8220;Penelopéia – uma palestra-dançada&#8221;. A obra reestreia neste momento em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Por que, entre tantas personagens femininas mágicas e instigantes presentes na &#8220;Odisseia&#8221;, de Homero, a atriz e coreógrafa Raquel Karro se identificou com Penélope, a mulher que espera por 20 anos seu marido Ulisses voltar da Guerra de Tróia? Esta pergunta motivou a criação de &#8220;Penelopéia – uma palestra-dançada&#8221;. A obra reestreia neste momento em que o mito de Ulisses voltou aos holofotes, impulsionado pelo lançamento do filme épico &#8220;A Odisseia&#8221;, de Christopher Nolan. Assim como sua personagem-inspiradora, a criadora esperou: a obra, que chegou aos palcos em 2023, é fruto de 14 anos de pesquisa.  </p>



<p class="has-text-align-center">A obra, que une dança, teatro e performance, ganhou forma durante o mestrado em Artes da Cena na UFRJ sob a orientação de Eleonora Fabião a partir de um questionamento: por que uma das mulheres mais conhecidas na literatura ocidental está associada ao &#8220;esperar&#8221;? A estrutura dramatúrgica se baseia em três perguntas: &#8220;Por que Penélope?&#8221;, &#8220;O que se espera de Penélope?&#8221;, &#8220;E se esperássemos por Penélope, aquela que tanto esperou?</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Durante um grupo de estudos sobre a &#8220;Odisseia&#8221;, me questionei por que tinha uma identificação com Penélope, a mulher que cuidava da casa e do filho, e esperava o marido. Por que não Circe, a feiticeira que transformava os homens em porcos? Por que não Calipso, a ninfa sedutora? Por que não Atena, uma deusa? É certo que o papel de Penélope na Odisseia não se resume àquele de uma dona de casa, e também não acho que seja pouca coisa ser uma dona de casa, mas me interessa a apropriação do mito pelos interesses de uma cultura patriarcal como a nossa&#8221;, lembra Raquel Karro, e acrescenta: &#8220;Os movimentos sociais feministas vêm contribuindo para a complexificação de nossa noção de história. E se somos constituídas também pelos mitos que nos foram contados, dançá-los e recontá-los pode fazer parte de um processo de cura&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Em &#8220;Penelopéia – uma palestra-dançada&#8221;, Raquel Karro leva à cena momentos autobiográficos que buscam refletir sobre o lugar deste mito na sociedade atual, e se pergunta: &#8220;O que fica no rastro da história? De todas as facetas do mito, o que colou em mim e nas mulheres do meu tempo?&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center">Sua pesquisa cênica contou com interlocução de Bianca Byington, Caio Riscado, Felipe Ribeiro, Luísa Buarque, Luísa Espíndola, Maria Palmeiro, Olívia Ferreira, Patrick Pessoa e Thierry Trémouroux.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Nos dias que antecedem o espetáculo, a atriz também realiza a performance &#8220;Esperando por Penélope&#8221;, quando interage com transeuntes em locais de chegadas e partidas: pontos de ônibus, estações de metrô, estações de barcas, localizados nas cercanias do espaço de apresentação. Trechos em vídeo das performances são exibidos na montagem.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço</u></strong> <strong>Temporada:</strong> 16, 23 e 30 de setembro de 2026<br><strong>Dias e horários:</strong> quartas-feiras, às 20h. Sessões com intérprete de Libras <br><strong>Teatro Gláucio Gill:</strong> Praça Cardeal Arcoverde, s/nº, Copacabana, Rio de Janeiro.<br><strong>Ingressos:</strong>   <a href="https://funarj.eleventickets.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://funarj.eleventickets.com/</a> <strong>Classificação:</strong> Livre</p>



<p></p>
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		<title>Infâncias e ancestralidade ganham programação especial no Galpão Bela Maré</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Galpão Bela Maré, espaço cultural do Observatório de Favelas, anuncia sua programação de setembro que, tem como um de seus eixos as infâncias e as celebrações de Ibejis, Curumins e Erês. Ao longo do mês, o espaço reúne atividades gratuitas de artes visuais, cinema, literatura, oficinas e ações educativas, articulando diferentes linguagens e temas relacionados às [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Galpão Bela Maré, espaço cultural do Observatório de Favelas, anuncia sua programação de setembro que, tem como um de seus eixos as infâncias e as celebrações de Ibejis, Curumins e Erês. Ao longo do mês, o espaço reúne atividades gratuitas de artes visuais, cinema, literatura, oficinas e ações educativas, articulando diferentes linguagens e temas relacionados às favelas e periferias.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos destaques da programação de setembro é a exposição Tudo começa pelo território, que reúne diferentes formas de representar as favelas e periferias a partir do olhar de quem vive, pesquisa e produz nos territórios populares. A mostra integra as comemorações dos 25 anos do Observatório de Favelas e é apresentada em parceria com o Imagens do Povo. O conjunto reúne trabalhos de artistas, fotógrafas, fotógrafos, pesquisadoras, pesquisadores e realizadores do audiovisual que, em diferentes momentos, passaram a constituir o acervo do projeto.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição também recebe visitas mediadas às terças e quintas, às 14h, mediante agendamento. Durante a atividade, a equipe do programa educativo propõe um percurso de troca de narrativas, orientado pela perspectiva curatorial da mostra. As visitas podem ser individuais ou em grupo e devem ser agendadas pelo e-mail <a href="mailto:educativo.belamare@observatoriodefavelas.org.br">educativo.belamare@observatoriodefavelas.org.br</a>.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação de artes visuais também se conecta à sétima edição da residência artística ELÃ, iniciativa do Observatório de Favelas em parceria com a Produtora Automatica, realizada pela primeira vez no Ceará em 2026. A exposição Confluências, resultado da residência, reúne trabalhos de 13 artistas e segue em cartaz até 4 de outubro no Museu de Arte Contemporânea do Ceará, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza.</p>



<p class="has-text-align-center">No campo da literatura, o&nbsp;<strong>Espaço de Leitura recebe Cristiane de Souza</strong>&nbsp;no dia 1º de setembro. Autora de Morro das Almas, a escritora participa de um encontro com o público a partir das temáticas presentes na obra, que acompanha a trajetória de Janaína em uma comunidade do Rio de Janeiro. A atividade propõe uma reflexão sobre memórias, identidades e projeções de futuros construídas a partir de vivências individuais e coletivas em favelas e periferias.<br><br>As ações de formação também integram a programação do mês. No dia 10, a&nbsp;<strong>oficina</strong>&nbsp;<strong>Rouanet nas Favelas</strong>&nbsp;promove um encontro sobre o mecanismo de incentivo à cultura. Já o&nbsp;<strong>Sinalário do Bela</strong>&nbsp;apresenta mensalmente termos da Língua Brasileira de Sinais relacionados às práticas culturais e artísticas contemporâneas que dialogam com favelas e periferias. No dia 28, o conteúdo online será dedicado ao termo &#8220;criatividade&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">O cinema também ganha espaço na programação voltada às infâncias. No dia 23 de setembro, o&nbsp;<strong>CineBela realiza, em parceria com o CineSesc,</strong>&nbsp;uma sessão de<strong>&nbsp;Zarafa,</strong>&nbsp;dirigido por Rémi Bezançon e Jean-Christophe Lie. Voltado ao público infantojuvenil e a seus familiares, o filme acompanha a jornada de Maiki e Zarafa em uma travessia do Sudão até Paris. Depois da exibição, a equipe realiza uma roda de conversa sobre a importância da contação de histórias na infância.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Ibejis, Curumins e Erês: infâncias e ancestralidade atravessam a programação de setembro</strong></p>



<p class="has-text-align-center">As infâncias atravessam a programação de setembro do Galpão Bela Maré em atividades que abordam ancestralidade, memória e celebração. No dia 26, o<strong>&nbsp;Onipé Ibeji</strong>&nbsp;reúne, a partir das 13h, chegança, distribuição de caruru e cachorro-quente, atividades do CineBela, jogos e brincadeiras, karaokê, celebração dos Ibejis e show de Preta Queen B Rull. A programação reverencia os Ibejis como Orixás Crianças e suas tradições de celebração nos meses de setembro e outubro.</p>



<p class="has-text-align-center">A&nbsp;<strong>oficina Recordar o Eu,&nbsp;</strong>realizada em 8 de setembro, aproxima infância, memória e criação a partir da força dos Ibejis e das memórias afetivas. A atividade propõe uma roda de conversa sobre as narrativas pessoais dos participantes e, a partir dessas lembranças, convida o público a criar máscaras com papelão, tintas, papéis coloridos e tecidos. A oficina também inclui uma ativação corporal com exercícios de caminhada, respiração e expressão.</p>



<p class="has-text-align-center">O&nbsp;<strong>Espaço de Leitura Indica</strong>&nbsp;realiza, em 14 de setembro, uma edição online dedicada às tradições afro-brasileiras e indígenas ligadas às celebrações de crianças, erês e curumins. A atividade apresenta os livros Awani, de Carolina Cunha, e O Presente de Jaxy Jaterê, de Olívio Jekupe, publicações que partem de tradições orais e trazem referências das culturas yorubá e guarani, abordando a transmissão de saberes, a ancestralidade e a preservação de tradições.</p>



<p class="has-text-align-center">Já o CineBela Celebrações promove, em 17 de setembro, a sessão Celebrando os Ibejis, Curumins e Erês, com os curtas-metragens Ibejis, de Kallyane Nery, e Ibeji Ibeji, de Victor Rodrigues. As produções abordam diferentes dimensões das tradições relacionadas aos Ibejis e às infâncias. Depois da sessão, haverá uma conversa com Pâmela Carvalho, pesquisadora e ativista que discute cultura, relações raciais e educação a partir das favelas.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação dedicada às infâncias segue no Espaço de Leitura Contação, no dia 24 de setembro, com O Caderno de Rimas do João, de Lázaro Ramos. A publicação acompanha João, um menino negro que utiliza a poesia para registrar experiências, pensamentos e descobertas. A atividade aborda infância, imaginação, expressão, ancestralidade e representatividade da cultura e das identidades negras.</p>



<p class="has-text-align-center">O Galpão Bela Maré é apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Observatório de Favelas, com patrocínio de Vale, Itaú Unibanco e White Martins, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura; apoio institucional do Itaú Cultural e do Instituto JCA; e parceria da Automática e da TradInterLab. A realização é do Observatório de Favelas, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço | Galpão Bela Maré &#8211; Programação de setembro</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Endereço: Rua Bitencourt Sampaio – Maré, Funcionamento: terça a sábado, das 10h às 18h</p>



<p class="has-text-align-center">Todas as atividades são gratuitas, contam com tradução em Libras e são realizadas em espaço físico é acessível</p>
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		<title>Nebulosa gráfica reúne pela primeira vez três gerações de gravadoras brasileiras</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:36:42 +0000</pubDate>
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<p class="has-text-align-center">Uma reunião inédita na história da gravura brasileira chega ao espaço expositivo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em setembro, na Galeria Candido Portinari. “Nebulosa gráfica: multiplicidades da gravura abstrata”, com curadoria de Ana Carla Soler e Fernanda Pequeno, coloca lado a lado dezessete artistas mulheres cuja produção atravessa mais de sessenta anos de experimentação com a matriz gráfica. A exposição parte de um recorte pouco explorado pela historiografia da arte nacional, exaltando o protagonismo feminino na construção da abstração em gravura, desde as vanguardas dos anos 1950 e 1960 até as pesquisas contemporâneas do século XXI.</p>



<p class="has-text-align-center">O título da exposição toma emprestado o vocabulário da astronomia. Uma nebulosa de reflexão é uma massa de gás e poeira interestelares que se torna visível apenas pelo reflexo de estrelas próximas. A curadoria propõe pensar a produção destas gravadoras nesses mesmos termos relacionais: cada obra ganha densidade quando vista ao lado das demais, em um sistema de ressonâncias que atravessa gerações. </p>



<p class="has-text-align-center">O eixo fundador remete ao Ateliê Livre de Gravura do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, coordenado por Edith Behring a partir de 1959. Por aquele espaço passaram Anna Letycia e Anna Bella Geiger, formando um núcleo geracional que a curadoria situa no centro da pesquisa. Fayga Ostrower atua nesse conjunto como voz teórica de referência, enquanto Renina Katz, Isabel Pons e Helena Lopes ampliam a cartografia da gravura abstrata brasileira para São Paulo e Brasília, evidenciando que essa linhagem nunca se restringiu ao eixo carioca.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao lado dessas fundadoras, a produção contemporânea de Eneida Sanches, Inês de Araújo, Siwaju Lima, Elaine Arruda, Ana Takenaka, Kika Levy, Aline Besouro, Renata Basile, Laila Terra, Elisa Arruda e Adriana Moreno dá sequência a um repertório técnico que percorre xilogravura, litografia, gravura em metal, monotipia e serigrafia. Cada artista resolve à sua maneira problemas visuais herdados das formas e das manchas, mantendo viva a experimentação com a matriz como método de trabalho.</p>



<p class="has-text-align-center">Com obras que vão da década de 1960 até a segunda década do século XXI, a seleção acessa as tradições abstratas por vocabulários plásticos distintos ancorados em diversas técnicas gráficas. A mostra reúne peças de acervos institucionais, coleções privadas e dos próprios ateliês das artistas, formando um panorama pouco explorado até aqui, que é o cruzamento direto entre a cisão histórica que dividiu a abstração geométrica e a abstração informal, e sua reelaboração pelas gerações seguintes.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Nebulosa gráfica&#8221; é o desdobramento de uma pesquisa iniciada com o estudo sobre Edith Behring e o Ateliê Livre de Gravura do MAM/RJ, que já havia gerado as exposições Gravadas no Corpo (2024) e Órbitas Abstratas (2025-2026), com curadoria de Ana Carla Soler, agora ainda mais encorpada com a pesquisa de Fernanda Pequeno, professora na UERJ e orientadora de Ana carla Soler, com suas pesquisas acadêmicas sobre artistas mulheres e arte no Brasil. A mostra atual realiza o cruzamento buscado desde o início do projeto, colocando as protagonistas históricas em diálogo direto com artistas que hoje reelaboram a mancha, a matriz e o gesto.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> Abertura: 03 de setembro até 30 de outubro Local: Galeria Candido Portinari (UERJ) Endereço: R. São Francisco Xavier, 524 &#8211; Maracanã /  Entrada franca </p>
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