Lá vem Alexander Payne colocar o dedo na ferida e falar com toda delicadeza da importância de cuidarmos do mundo em que vivemos. O diretor de Nebraska (2013) e Os Descendentes (2011) traça uma trama simples e mundana sobre a possibilidade do ser humano reduzir o estrago que tem feito pelo mundo, a fim de reduzir as estatísticas do fim do mundo, um cientista descobre uma formula para diminuir as pessoas de tamanho e consequentemente um caminho para a conservação da espécie.

Em Pequena Grande Vida, o diretor conta essa história através de Paul Safranek (Matt Damon), um homem aparentemente em estado de tédio. Porém durante a projeção o espectador percebe nitidamente que seu personagem é um apenas um homem sem uma real motivação que o faça querer ser feliz, é justamente esse o ponto que faz de Pequena Grande Vida, um filme de grandes expectativas.

Criticando o estado politico e social do mundo, Alexander Payne leva as telas a história de um homem em busca do seu proposito de vida, que ele encontra ao vivenciar essa nova experiência em estado reduzido. É uma trama simples e emocionante sobre os estragos do ser humano perante o mundo Vs. A história de um homem em busca do seu lugar no mundo.

Através de uma ótica bem humorada, Alexander Payne e Jim Taylor traçam essa narrativa com encantamento, traço característico de sua obra. Pequena Grande Vida é um filme com sentimentalismo, sem melodrama e que aproxima qualquer história da realidade, por mais fantástica que seja.

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