Uma equipe de cientistas americanos, em sua base na Antártida, é perturbada por um homem que persegue um de seus cães. Após o homem ser morto, se descobre que ele é sobrevivente da base norueguesa de pesquisa, que foi vítima de uma chacina. O cão perseguido começa a agir de maneira estranha, até que se descobre ele é na verdade uma criatura capaz se assimilar corpos e tomar a forma deles, incluindo humanos. A equipe é forçada a enfrentar essa besta sem saber quem é amigo ou inimigo.

O filme de John Carpenter não teve um bom começo no cinema americano, foi um fracasso de bilheteria, ficando por anos no ostracismo. Todavia, a produção foi revalorizada e entrou pro catálogo de filmes do gênero cult. Tendo no elenco o ator Kurt Russell, e trilha sonora do ganhador do Oscar, Ennio Morricone, o filme é uma gama do terror pelo desconhecido com suspense. Carpenter se inspirou na novela de horror intitulado “How Goes There?”.

A tensão é a parte mais incrível no longa, pois quando a Criatura começa a tomar a forma dos cientistas, eles entram em paranoia desconfiando uns dos outros, até acharem um meio de descobrir quem é quem, o momento mais tenso do filme. Apesar do clima nada leve, ainda há momentos galhofas de alívio, presentes em todos os filmes da década de 1980. Um exemplo é na cena em que o personagem de Russell enfrenta a Criatura, que era uma amálgama de todos os seres que assimilou, em resposta ao rugido ininteligível da fera, o homem responde: “Well, fuck you too!”.

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