A versão da Blumhouse para o clássico cult Jovens Bruxas dirigida pela atriz e diretora Zoe Lister-Jones, traz um eclético quarteto de adolescentes aspirantes à bruxas que recebem mais do que jamais esperavam ao se aprofundar no uso de seus recém descobertos poderes. Porém chamar Jovens Bruxas: Nova Irmandade de continuação é um pouco forçado. Além disso, a sequência não explica quando ou como Lily, Frankie, Tabby e Lourdes adquiriram seus poderes.

Aliás, a sequencia na faz jus ao primeiro filme, esse sim,  por sinal, com um bom enredo, inclusive, mais sombrio e com personagens mais cativantes. A fotografia de Jovens Bruxas: Nova Irmandade é aberta demais, além de trazer muitas cores. A trama aborda a história de um ponto completamente dramático, com direito a muitas cenas de bullying, assim fazendo as garotas usarem seus poderes. Porém, o que poderia ser uma discussão intrigante e vital é tratada de maneira tão simplória com resultados ocos e bobos.

Com subtramas e conflitos largados, Jovens Bruxas: Nova Irmandade se torna um filme sem sentido, além de tedioso. Aliás, a construção das personagens e do mundo mágico também é muito rasa. O filme se quer se resume a um reboot disfarçado de continuação que pouco faz para angariar novos fãs para a franquia e não deve render outra sequência.

Com facilidades narrativas preguiçosas e um número de tramas abandonadas impressionantes, com personagens rasos e entediantes, Jovens Bruxas: Nova Irmandade pouco tem a oferecer.

Em breve num streaming perto de você, no dia 23 de dezembro!

 

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