Harry Styles vive amor proibido na Inglaterra da década de 50.

"Meu Policial"Depois de conquistar Hollywood, “Meu Policial” chega, agora, às livrarias brasileiras pela Editora Melhoramentos. A obra virou que virou filme protagonizado por Harry Styles, conta a história de um romance proibido na Inglaterra dos anos 50.

“Meu Policial”, de Bethan Roberts, teve grande repercussão no último ano após ganhar adaptação para os cinemas com Harry Styles , Emma Corrin (“The Crown”) e David Dawson (Peaky Blinders) no elenco. Aliás, ao que parece, o filme será lançado no streaming Amazon Prime. Além disso, os fãs de um bom romance já podem iniciar a leitura e ficar por dentro do que está por vir nas telas.

 Publicada originalmente no Reino Unido, a obra é baseada na vida do escritor inglês E.M. Foster, que durante 40 anos se relacionou com um policial casado.

Na história, Tom se apaixona por Patrick, curador do Museu de Brighton, e os dois passam a enxergar um mundo novo, cheio de desejo, liberdade e felicidade. No entanto, para ceder às regras da época, Tom se casa com Marion, a melhor amiga de sua irmã, e os três vivem um triângulo amoroso com consentimento. Quer dizer, até um deles se rebelar, o que acabará por desmoronar a vida que ‘sustentaram’ até ali.

Contada sob o ponto de vista tanto de Marion quanto de Patrick, ambos escrevendo sobre o policial no centro de suas vidas, esta história é uma narrativa belamente construída. Dolorosa e trágica, é verdade, mas muito reveladora de como os costumes e a moral de uma época podem ser capazes de destruir vidas tanto quanto o desejo humano.

“Meu policial” é uma história de anos perdidos, de amores complicados e de esperanças frustradas. De como, não importando o nível de progresso de uma sociedade, certas coisas ainda são impossíveis. Bethan Roberts produziu um romance intenso e primorosamente brutal, porém terno, que prova como ela é uma voz impressionante.

Harry Styles dá vida a Tom, um policial que vive um amor proibido na Inglaterra da década de 50, época em que ter uma relação homoafetiva implicava em perder os direitos civis.

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