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 “Vida Reinventada – A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro” oferece experiência sensorial e documental sobre a pandemia de Covid-19.

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Memória, Justiça e Reparação, essas são as palavras que definem a exposição “Vida Reinventada – A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro” uma experiência sensorial e documental, que propõe uma travessia coletiva pelas múltiplas respostas da sociedade à pandemia de Covid-19. Com inauguração prevista para o dia 30 de junho, a exposição será realizada no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), prédio histórico, recentemente reinaugurado e que abriga o Memorial da Pandemia, localizado no centro do Rio de Janeiro, integrante do Corredor Cultural e do Complexo da Praça XV.

 "Vida Reinventada
Vidas Importam – Memória visual da pandemia de Covid 19 no Rio de Janeiro – Crédito Erbs Jr

Com concepção de Nísia Trindade Lima, socióloga, sanitarista, pesquisadora e primeira mulher a ocupar o cargo Presidente da Fiocruz e de Ministra da Saúde do Brasil, a exposição promove uma reflexão profunda sobre memória, verdade e justiça como elementos indispensáveis para a elaboração e superação do trauma coletivo. 

Poderia ter sido diferente: Para Nísia, “reinventar a vida implica também em transformar o futuro, assim, a exposição busca dar ênfase à dimensão subjetiva e ao mesmo tempo, entender a dimensão política de todo o processo e a luta por prevenir, preparar e responder de forma coletiva e adequada a futuras emergências em saúde”.

O projeto expográfico e a cenografia de  “Vida Reinventada – A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro” oferece experiência sensorial e documental sobre a pandemia de Covid-19. são assinados por André Cortez, um dos principais cenógrafos brasileiros, com trajetória consolidada em teatro, ópera e exposições. “A pandemia nos lançou ainda mais fundo nos corpos digitais, que nos salvaram, mas também nos ameaçaram. Urdiduras atravessadas por tramas: nosso tecido social. A criatividade humana (coletiva) sempre floresceu diante do desafio — seja para ampliar o conforto físico e espiritual, seja para nos salvar. Durante a pandemia, muitas redes humanas foram criadas “, diz André Cortez. A expografia, certamente, transforma essas reflexões em uma experiência contemporânea e tecnológica, com vídeos, áudios e projeções.

Aliás, “Vida Reinventada” é resultado de uma polifonia, desenvolvida com a participação de pesquisadores de diferentes áreas e instituições. A exposição reúne imagens, vídeos e testemunhos produzidos durante e sobre a pandemia, transformando memória e experiência coletiva em narrativa expositiva”, explica Inês Fernandes.

A exposição dá destaque para o papel da ciência, da pesquisa e da inovação na superação da crise sanitária, ao mesmo tempo em que valoriza a arte como registro e interpretação da realidade. Assim, transforma dor, luto, resiliência e reinvenção em expressões que promovem o diálogo entre cultura, ciência, história e sociedade. Além disso, entre as ações complementares da exposição, estão previstos um ciclo de seminários em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), uma mostra de filmes em parceria com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) e rodas de leitura realizadas em conjunto com a Fundação Biblioteca Nacional, ampliando o alcance cultural, científico e educativo do projeto.

A parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) prevê a realização de um ciclo de debates presenciais com transmissão online, dedicado às reflexões sobre os impactos sociais, científicos e humanos da pandemia de Covid-19. A programação dos encontros será desenvolvida pela SBPC e contará com pesquisadores, especialistas da área da saúde e convidados de diferentes campos do conhecimento. Ao longo do período expositivo, novos encontros e seminários também serão incorporados à agenda de atividades. A exposição também integrará a programação cultural da Reunião Anual da SBPC, que acontecerá de 26 de julho à 1 de agosto deste ano em Niterói, ampliando o diálogo entre ciência, cultura e memória.

As rodas de leitura promovidas com a Fundação Biblioteca Nacional estão previstas para os dias 06 de julho, 03 de agosto e 08 de setembro, abordando registros históricos de crises sanitárias, reflexões artísticas e literárias produzidas no contexto da pandemia de Covid-19, além de obras e publicações relacionadas às ciências biomédicas e sociais.  Já a mostra de filmes realizada em parceria com o MAM-Rio entre os dias 5 e 9 de agosto, reunirá documentários, ficções e curtas-metragens produzidos durante a pandemia, apresentando diferentes perspectivas sobre os impactos sociais, políticos e humanos da Covid-19. A programação contará ainda com debates entre realizadores, pesquisadores, profissionais da saúde e convidados. 

Serviço: De 30 de junho até abril de 2027 Local: Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) Endereço: Praça Marechal Âncora (Praça XV) – s/nº, térreo Funcionamento: Terça-feira a sábado, das 10h às 17h  Tel.: (21) 2240-5568 / Telefaxes: (21) 2240-2813/2845 / Agendamento para visitas em grupo: (21) 2240-5318

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Redação do site E-mail: contato@rotacult.com.br

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