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	<title>Festival do Rio 2019 - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Festival do Rio 2019 - Rota Cult</title>
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		<title>Festival do Rio 2019 chega ao fim com entrega do Troféu Redentor no Museu do Amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 03:30:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2019  foi um ano complicado para o Festival, que dependeu Uma campanha de arrecadação coletiva feita na internet , por conta da perda dos principais patrocinadores estatais &#8211; Petrobras, BNDES e Prefeitura do Rio -, por muito pouco o evento não foi realizado. A vigésima-primeira edição do Festival do Rio chegou ao fim na noite [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">2019  foi um ano complicado para o Festival, que dependeu Uma campanha de arrecadação coletiva feita na internet , por conta da perda dos principais patrocinadores estatais &#8211; Petrobras, BNDES e Prefeitura do Rio -, por muito pouco o evento não foi realizado. A vigésima-primeira edição do Festival do Rio chegou ao fim na noite desta quinta-feira (19), em uma cerimônia realizada no Museu do Amanhã, Praça Mauá, Zona Portuária da cidade.</p>
<p style="text-align: center;">Onze dias, mais de 100 filmes internacionais e 91 produções brasileiras depois. Para a organização, a realização da edição foi uma mistura de alívio e dever cumprido.</p>
<p style="text-align: center;">“Sem dúvida foi um ano de aprendizado. Tivemos que pensar em outras maneiras de garantir o festival. A partir de agora, para a organização das próximas edições, essas alternativas estarão presentes”, explicou a diretora do festival, Ilda Santiago.</p>
<p style="text-align: center;">Confira, abaixo, os premiados da noite.</p>
<p style="text-align: center;">MOSTRA GERAÇÃO:<br />
“Alice Júnior”.</p>
<p style="text-align: center;">PRÊMIO FÉLIX (Filmes com temática LGBTQ):<br />
“Retrato de uma jovem em chamas” &#8211; categoria longa-metragem de ficção”</p>
<p style="text-align: center;">“Um artista contra a ditadura chilena” &#8211; categoria longa-metragem documentário.</p>
<p style="text-align: center;">“Alice Júnior” &#8211; filme brasileiro.</p>
<p style="text-align: center;">“Bicha bomba” &#8211; curta-metragem.</p>
<p style="text-align: center;">Personalidade Félix do Ano: Bruna Linzmayer</p>
<p style="text-align: center;">MOSTRA NOVOS RUMOS:<br />
“Bonde” &#8211; Menção honrosa &#8211; Curta-metragem.</p>
<p style="text-align: center;">“Revoada” &#8211; Melhor curta-metragem.</p>
<p style="text-align: center;">“Sete anos em maio” &#8211; Longa-metragem.</p>
<p style="text-align: center;">“A rosa azul de Novalis” &#8211; Menção honrosa &#8211; Prêmio especial do júri.</p>
<p style="text-align: center;">“Chão” &#8211; Prêmio especial do júri.</p>
<p style="text-align: center;">PREMIÈRE BRASIL:<br />
Curta-metragem (voto popular) &#8211; “Carne”.</p>
<p style="text-align: center;">Curta-metragem (escolha do júri) &#8211; “A mentira”.</p>
<p style="text-align: center;">Melhor longa-metragem de ficção (voto popular) &#8211; “M8 &#8211; Quando a morte socorre a vida”.</p>
<p style="text-align: center;">Melhor longa-metragem de ficção (escolha do júri) &#8211; &#8220;Fim de festa&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;">Montagem &#8211; Renato Vallone &#8211; “Breve miragem de sol”.</p>
<p style="text-align: center;">Roteiro &#8211; Hilton Lacerda &#8211; “Fim de festa”.</p>
<p style="text-align: center;">Fotografia &#8211; Miguel Vassy &#8211; “Breve miragem de sol”.</p>
<p style="text-align: center;">Prêmio especial do júri &#8211; O som do filme “A febre”.</p>
<p style="text-align: center;">Ator coadjuvante &#8211; Augusto Madeira &#8211; “Acqua movie”.</p>
<p style="text-align: center;">Atriz coadjuvante &#8211; Gabriela Carneiro da Cunha &#8211; “Anna”.</p>
<p style="text-align: center;">Ator &#8211; Fabrício Boliveira &#8211; “Breve miragem de sol”.</p>
<p style="text-align: center;">Atriz &#8211; Regina Casé &#8211; “Três verões”.</p>
<p style="text-align: center;">Melhor documentário &#8211; longa-metragem (voto popular) &#8211; “Favela é moda”.</p>
<p style="text-align: center;">Melhor documentário &#8211; (júri oficial) &#8211; “Ressaca”.</p>
<p style="text-align: center;">Direção de documentário &#8211; Vincent Rimbaux e Patrícia Landi &#8211; “Ressaca”.</p>
<p style="text-align: center;">Direção de ficção &#8211; Maya Da-Rin &#8211; “A febre”.</p>
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		<title>Aos Olhos de Ernesto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 12:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>​Um velho fotógrafo uruguaio, que está ficando cego, tenta conviver com as limitações da velhice. Até que Bia, uma jovem e descuidada cuidadora de cães, atropela a sua vida e coloca em risco seu metódico cotidiano. Ernesto então descobre que a vida e o amor são possíveis, também, aos 78 anos. Aos Olhos de Ernesto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">​Um velho fotógrafo uruguaio, que está ficando cego, tenta conviver com as limitações da velhice. Até que Bia, uma jovem e descuidada cuidadora de cães, atropela a sua vida e coloca em risco seu metódico cotidiano. Ernesto então descobre que a vida e o amor são possíveis, também, aos 78 anos.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Aos Olhos de Ernesto</em> investe num humanismo sóbrio a partir da história de um homem idoso perdendo a visão, enquanto busca manter sua autonomia. Ao mesmo tempo que trata de temáticas contemporâneas, como o processo de envelhecimento e o tratamento ao idoso na sociedade, dinâmicas familiares, machismo, violência contra a mulher e relacionamentos amorosos altamente abusivos. O roteiro busca discutir as  suas nuances e contradições.</p>
<p style="text-align: center;">O longa respeita o tempo de desenvolvimento dos personagens, oferecendo em sua simplicidade, um cinema oferece para histórias tão universais. A direção de fotografia fortalece o contraste entre a segurança dos espaços internos e a impressão de risco representada pelas ruas.</p>
<p><strong>Foto: Fabio Rebelo</strong></p>
<p><strong>Mostra: Première Latina</strong></p>
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		<title>Fim de Festa: Novo longa de Hilton Lacerda  remete a uma melancolia dos dias pós-Carnaval</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 01:07:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Breno (Gustavo Patriota) e Penha (Amanda Beça) conhecem Ângelo (Leandro Villa) e Indira (Safira Moreira), um casal que veio da Bahia para festejar o carnaval. Em uma confraternização, os quatro jovens se reúnem na casa de Breno, mas a quarta-feira de cinzas traz uma má notícia: Uma jovem francesa é brutalmente assassinada a pauladas. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Breno (Gustavo Patriota) e Penha (Amanda Beça) conhecem Ângelo (Leandro Villa) e Indira (Safira Moreira), um casal que veio da Bahia para festejar o carnaval. Em uma confraternização, os quatro jovens se reúnem na casa de Breno, mas a quarta-feira de cinzas traz uma má notícia: Uma jovem francesa é brutalmente assassinada a pauladas. O crime faz com que o pai de Breno, um policial civil, retorne mais cedo de suas férias para investigar o caso. Além do incômodo de ter estranhos em sua casa, o oficial acaba encontrando vestígios afetivos no desdobramento do crime.</p>
<p style="text-align: center;">O novo filme do diretor e roteirista pernambucano Hilton Lacerda se passa justamente nos dias seguintes à folia, quando a sensação de ressaca dita o ritmo das pessoas e das atividades cotidianas. Se em seu filme anterior,<em> Tatuagem,</em> a repressão era olhada com uma lupa para o passado, em <em>Fim de Festa</em> estamos nos dias de hoje matando foliões no Carnaval.</p>
<p style="text-align: center;">Hilton retoma a parceria firmada com o ator Irandhir Santos. Toda a linha narrativa do filme se constrói a partir da inserção do personagem de Irandhir nos dois núcleos, mas é graças ao seu olhar paternal a todos a sua volta que um núcleo funciona bem mais que o outro. Ainda que seja um pai em busca de colo, em mais um momento transcendental da carreira desse ator brilhante.</p>
<p style="text-align: center;">O recorte temporal em que a trama se desenvolve &#8211; entre a quarta-feira de cinzas e o domingo seguinte &#8211; serve para traçar reflexões sobre o Brasil.  A trama traz uma leitura bastante metafórica, fala um pouco sobre a melancolia da perda, de como é difícil encarar  o novo ano que, de fato, começou.</p>
<p style="text-align: center;">É impossível não traçar paralelos entre <em>Fim de festa</em> e o filme anterior do cineasta. As conexões são confirmadas pelo diretor. &#8220;É uma continuação direta de &#8216;Tatuagem&#8217;, não no sentido da dramaturgia, mas sim dos contextos. Tem algumas pistas nos filmes que você vai entendendo. Não é a toa que o ator é o mesmo. Embora as pessoas achem <em>Tatuagem</em> libertário, eu vejo ele como um filme de alerta, porque fala de um país que caminhava para determinado lugar de aparentes avanços e, de repente, entra numa marcha à ré. Isso é uma coisa que se repete esporadicamente dentro da sociologia brasileira&#8221;, afirma Hilton Lacerda.</p>
<p>*filme visto durante o Festival do Rio 2019</p>
<p>Imagem: divulgação Imovision</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="cHLuqR3Qffc"><iframe title="Fim de Festa - Teaser Oficial" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/cHLuqR3Qffc?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Flores do Cárcere</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 00:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>​Mel, Xakila, Dani, Charlene, Rosa e Ana Pérola são ex-detentas da Cadeia Feminina de Santos. Doze anos depois, retornam ao espaço prisional, hoje abandonado. Revisitam a antiga experiência e refletem sobre o encarceramento feminino, as questões relativas à autoestima e à reinserção na sociedade. O documentário “Flores do Cárcere”, de Bárbara Cunha e Paulo Caldas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">​Mel, Xakila, Dani, Charlene, Rosa e Ana Pérola são ex-detentas da Cadeia Feminina de Santos. Doze anos depois, retornam ao espaço prisional, hoje abandonado. Revisitam a antiga experiência e refletem sobre o encarceramento feminino, as questões relativas à autoestima e à reinserção na sociedade.</p>
<p style="text-align: center;">O documentário “Flores do Cárcere”, de Bárbara Cunha e Paulo Caldas, foi gravado na desativada Penitenciária Feminina de Santos e levanta importantes temas sociais que se misturam às histórias de vida de cada protagonista: Xal, Pérola, Chachá, Dani e Mel.</p>
<p style="text-align: center;">Inspirado no livro “Flores do Cárcere”, de Flavia Ribeiro de Castro, o documentário registra de forma sensível os aprendizados que o tempo em reclusão trouxe na vida dessas mulheres. O sofrimento com a saudade da família e dos filhos, os arrependimentos, as dificuldades que a privação da liberdade traz e o preconceito fora da cadeia.</p>
<p style="text-align: center;">Os diretores retratam as demais mulheres que ali um dia estiveram presas. As atrizes Nash Laila e Brenda Lígia Miguel, vivem no filme Rosa e sua prima, respectivamente, representando as do sistema penitenciário feminino brasileiro.</p>
<p><strong>Em cartaz na Mostra: Première Brasil: Competição longa documentário</strong></p>
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		<title>O Farol: Willem Defoe e Robert Pattinson em ótimas atuações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 13:25:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor Robert Eggers ganhou certa notoriedade com A Bruxa, em 2015, e o longa de horror foi mundialmente premiado. Agora ele ressurge com O Farol, em uma proposta ainda mais ousada. Ambos os personagens de Willem Defoe e Robert Pattinson, respectivamente, Thomas Wake e Ephraim Winslow, são faroleiros. Os dois tem que cuidar e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">O diretor Robert Eggers ganhou certa notoriedade com <em>A Bruxa</em>, em 2015, e o longa de horror foi mundialmente premiado. Agora ele ressurge com <em>O Farol,</em> em uma proposta ainda mais ousada. Ambos os personagens de Willem Defoe e Robert Pattinson, respectivamente, Thomas Wake e Ephraim Winslow, são faroleiros. Os dois tem que cuidar e preservar um farol de uma ilha a alto mar, ficar tanto tempo em um pedaço de pedra abandonada por Deus no meio do mar, sozinho e isolado, começa a afetar a mente de qualquer homem.</p>
<p style="text-align: center;">Sendo mestre do horror, Eggers, criou uma atmosfera de loucura neste longa deste o princípio. Os personagens chegam na ilha repleta de névoa, um ponto completamente esquecido do mundo. Thomas é o verdadeiro faroleiro, que cuida da luz do farol durante a escuridão da noite, enquanto o zelador, Ephraim, cuida dos serviços gerais (alimentar a fornalha, manutenção da casa e do farol e por ai vai), deixando claro uma relação de poder estabelecida. Apesar da história em si ser repleta de signos, o que logo iremos decorrer sobre, o importante aqui é atuação dos dois. Defoe é praticamente o Capitão Ahab, sem sua Moby Dick, o estereótipo do marinheiro barbudo, manco e que conta histórias sem parar. Pattinson é o personagem de mistério, sob o qual é o que mais sofre com a loucura que toma posse de sua mente, ele é atormentado por culpa e desejo reprimido. Os dois são opostos e espetaculares em seus papéis.</p>
<p style="text-align: center;">Como dito, o foco é atuação, porém o roteiro é tão entrelaçado nessas atuações que tem tanta importância quanto. O fato de Thomas contar tantas histórias, ou todas as suas falas serem pura poesia, serve para marcar as características do personagem. Ambos os personagens são obcecados pela luz do farol, esse signo, a luz, é o poder sobre aquela lugar, pois aquela ilha só é relevante pelo farol. Existe também uma membrana de tensão sexual misturada ao desejo reprimido que surge na sereia, que Ephraim vê constantemente. Essa figura é na verdade uma figura sexual que os homens do mar criaram como fantasia, o que acarreta em relações homossexuais muitas vezes, também presente no filme de maneira sutil. E a relação de poder do filme também se refere ao sexo, porque o próprio ato sexual está ligado ao poder.</p>
<p style="text-align: center;">A história, o estilo do texto, assim como a própria ambientação é baseada na obra de Herman Melville, autor de &#8220;Moby Dick&#8221;. Além de também usar fatos retirados de diários de faroleiros. O que já se tornou característico de Robert Eggers, pois <em>A Bruxa</em> era baseado nos relatos de bruxas durante a era colonial da Nova Inglaterra. O longa é em preto e branco, técnica muito bem usadoa, brincando com o contraste e com as sombras. Os planos de filmagem relembram muito o estilo Impressionista do cinema, mesclando imagens e usando planos subjetivos. Também há influência Surrealista, apesar deste estar mais ligado ao roteiro.</p>
<p style="text-align: center;">Muito similar ao passo que muito diferente ao irmão, o novo filho de Robert Eggers, <em>O Farol</em>, é uma obra de arte em sentidos visuais, narrativos e subjetivos. Filmes como esse são o que fazem do cinema a Sétima Arte.</p>
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		<title>SEGUNDO TEMPO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2019 00:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana e Carl são dois jovens irmãos que nunca se deram bem, mas depois de sofrerem uma grande perda familiar, partem em busca de respostas. Os dois tentam encontrar no Brasil e na Alemanha, seus próprios caminhos e identidades, atravessando a História de sua família e do século XX. Rodado no Brasil e na Alemanha, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Ana e Carl são dois jovens irmãos que nunca se deram bem, mas depois de sofrerem uma grande perda familiar, partem em busca de respostas. Os dois tentam encontrar no Brasil e na Alemanha, seus próprios caminhos e identidades, atravessando a História de sua família e do século XX.</p>
<p style="text-align: center;">Rodado no Brasil e na Alemanha, o longa de Rubens Rewald que também assina o roteiro, utiliza-se das diretrizes de um road movie, acompanhando as jornadas de autoconhecimento de seus personagens. Carl e Ana nunca se deram bem. Ambos não tem muito dinheiro nem perspectivas profissionais. Não sabem exatamente de onde vêm ou para onde vão. Na tentativa de encontrarem seu lugar no mundo, os irmãos partem para a Alemanha em busca de suas histórias e identidades. Eles tentam, de alguma forma, descobrir uma narrativa própria para que possam lidar com esse mundo caótico, que parece cada vez mais sem sentido. E, nessa jornada, aprendem a importância e a força do afeto – talvez a única arma que possuam para continuar sobrevivendo nesse mundo violento e injusto.</p>
<p style="text-align: center;">Nas décadas de 1930 e 1940, milhares de alemães fugiram de seu país em decorrência da perseguição nazista durante a II Guerra Mundial e precisaram se adaptar a um novo país. Situação semelhante acontece atualmente com os novos refugiados, que fogem das guerras, da fome, da crise econômica e política, buscando melhores condições de vida. Mas, hoje, num sentindo contrário, de volta à Europa, como o segundo tempo de um jogo.</p>
<p style="text-align: center;">Um destes imigrantes que teve que deixar seu país de origem foi Helmut, que migrou da Alemanha para o Brasil e aqui constituiu família. Os irmãos Ana e Carl são filhos desse mundo que Helmut deixou para trás e com o qual ele não conseguiu conviver e nem explicar a seus filhos.</p>
<p style="text-align: center;">Para o diretor, mesmo de maneira indireta, o longa conta um pouco de sua história, pois é descendente de imigrantes. &#8220;A família de meu pai veio da Alemanha, fugindo da II Guerra Mundial, e a família de minha mãe veio da Hungria e da Turquia, fugindo da guerra entre a Turquia e a Grécia. Todos se conheceram em São Paulo durante a década de 1950, enquanto tentavam iniciar uma nova vida em um novo país. SEGUNDO TEMPO, embora completamente ficcional, carrega uma forte abordagem que deriva de meu imaginário pessoal e familiar&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: center;">Rewald destaca que o espaço urbano é mais do que um cenário; a cidade é uma das principais personagens do filme. &#8220;Uma questão crucial é sobre as famílias na cidade, suas histórias atuais e antigas. São Paulo é povoada por inúmeros migrantes e imigrantes, sendo que a identidade da cidade se forma a partir deste caldeirão étnico e cultural. Nesse sentido, há muitas histórias ocultas sobre pessoas ou famílias que apagaram seus passados para tentar se reinventar em uma nova vida&#8221;, conclui.</p>
<p><strong>Mostra Novos Rumos Hors Concours</strong></p>
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		<title>O Último Amor de Casanova: Benoit Jacquot leva as telas, um outro lado do personagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniel Deroza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2019 17:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história de Casanova não é novidade nenhuma, muito menos para o cinema, que já retratou as aventuras do conquistador italiano algumas vezes ao longo das décadas, transformando o nome em um adjetivo &#8211; um equivalente a Don Juan. Porém, enquanto outras produções focavam muito mais no lado mulherengo desta persona, o longa de Benoit [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A história de Casanova não é novidade nenhuma, muito menos para o cinema, que já retratou as aventuras do conquistador italiano algumas vezes ao longo das décadas, transformando o nome em um adjetivo &#8211; um equivalente a Don Juan. Porém, enquanto outras produções focavam muito mais no lado mulherengo desta persona, o longa de Benoit Jacquot segue o caminho oposto.</p>
<p style="text-align: center;">  Assim, o filme tem início no fim da vida de Casanova (Vincent Lindon), quando uma jovem vai à sua casa interessada no passado do homem. Com isso, a narrativa volta trinta anos no tempo &#8211; aproximadamente para 1770 -, quando, inesperadamente, o italiano sofreu por amor, em uma Inglaterra que passava por mudanças sociais, que afetavam as relações interpessoais.</p>
<p style="text-align: center;"> É neste contexto que Casanova conhece a jovem La Charpillon (Stacy Martin), que &#8211; surpreendentemente ou não, dependendo da expectativa do público &#8211; assume o protagonismo diversas vezes na trama, fazendo-se presente mesmo quando não está em cena, uma vez que, ao resistir aos encantos de Casanova, consegue fazer com que o homem se dobre às suas vontades. No entanto, é a partir deste ponto que o roteiro e a direção começam a apresentar falhas.</p>
<p style="text-align: center;">La Charpillon é uma jovem e conhecida prostituta &#8211; o que quase nunca chega a ser uma questão na trama -, porém, enquanto há momentos em que a personagem apresenta uma ingenuidade pueril e virginal, em outros a moça transmite uma malícia calculada capaz de antever e controlar os próximos passos de seu pretendente &#8211; e essa alternância não parece ser intencional, é muito mais um caso de modificar a personalidade da personagem de acordo com a conveniência.</p>
<p style="text-align: center;">Por outro lado, Lindon &#8211; um ótimo ator &#8211; apresenta, a partir da metade do longa, o Casanova mais apático da história. Por mais que a personagem ainda seja um sedutor, a interpretação perde o brilho, sem, ao menos, mostrar perturbação ou confusão ao se ver como a presa pela primeira vez. A partir da metade da projeção, a atuação de Lindon parece entrar no Modo Automático.</p>
<p style="text-align: center;">E, como exemplo do grande problema da direção, está a incapacidade total de criar a esperada tensão sexual entre Casanova e La Charpillon &#8211; e o roteiro tenta fazê-lo por várias vezes. No entanto, os longos silêncios, as vontades não realizadas e as condições impostas &#8211; tudo isso sem qualquer reflexão mais profunda &#8211; conseguem apenas ser, ora entediantes, ora involuntariamente cômicas justamente por parecer, a certa altura, que não há mais história a ser contada, tornando a segunda metade do filme extremamente redundante.</p>
<p style="text-align: center;">Assim, <em>O Último Amor de Casanova</em> até tem a interessante proposta de abordar um ponto fora da curva, mostrar um outro lado do homem cuja fama de sedutor de caráter duvidoso o precede, e estudar a mulher que fez com que um dos maiores conquistadores da História ficasse aos seus pés. No entanto, falta energia, falta tensão, falta reflexão, falta desenvolvimento, resultando em um longa repetitivo sobre quase nada.</p>
<p><strong>Foto: divulgação Califórnia Filmes</strong></p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="o8pBEwmkvLg"><iframe title="O Último Amor de Casanova - Trailer legendado [HD]" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/o8pBEwmkvLg?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>A Batalha das Correntes: Benedict Cumberbatch e Michael Shannon em ótimas atuações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mallu Correa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2019 13:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A batalha das correntes, filme estrelado por Benedict Cumberbatch e Michael Shannon, conta a história verdadeira da disputa pelo monopólio da eletricidade nos Estados Unidos, com ideias distintas, mas que representavam um mesmo desejo: acender um país. Cumberbatch faz o papel de ninguém mais ninguém menos que Thomas Edison, que defendia a chamada corrente contínua, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>A batalha das correntes</em>, filme estrelado por Benedict Cumberbatch e Michael Shannon, conta a história verdadeira da disputa pelo monopólio da eletricidade nos Estados Unidos, com ideias distintas, mas que representavam um mesmo desejo: acender um país.</p>
<p style="text-align: center;">Cumberbatch faz o papel de ninguém mais ninguém menos que Thomas Edison, que defendia a chamada corrente contínua, enquanto Michael, representa seu mais rival, George Westinghouse, que defendia a corrente alternada. Travando uma enorme batalha com muito dinheiro e fama envolvida, Edison usava de toda sua genialidade e arrogância para provar um ponto: que a energia da westinghouse poderia matar pessoas.</p>
<p style="text-align: center;">O filme tenta, tecnicamente, mostrar o lado de cada um dos envolvidos, a relação deles com o trabalho, com a família, os erros e acertos de cada um. Porém, apesar disso, existe uma clara intenção de exaltar a figura de Edison, enquanto ironiza a de George. O roteiro é realmente focado em contar os conflitos de Thomas Edison tanto externamente quanto internamente para se tornar o nome de peso que tem hoje, enquanto utiliza de Westinghouse apenas como seu maior obstáculo até esse feito.</p>
<p style="text-align: center;">O elenco está particularmente incrível, com nomes como Tom Holland, Nicholas Hoult, Katherine Waterston e Tuppence Middleton, as atuações não deixam a desejar, deixando transparecer a sincera busca por poder e por dinheiro.</p>
<p style="text-align: center;">Infelizmente, por tentar abranger toda a história de duas famílias extremamente poderosas e de uma briga que durou anos em pouco tempo, o roteiro acabou ficando corrido e desenvolvendo muito pouco os personagens. Ele ainda menciona Nikola Tesla, outro grande gênio, de uma maneira extremamente superficial e diminuída, além de, infelizmente, utilizar muito pouco o talento das mulheres, que acabam sendo destinadas a apenas serem &#8220;o apoio&#8221; para aqueles homens no meio de uma enorme briga.</p>
<p style="text-align: center;">De qualquer forma, pra quem tem interesse no tema, o filme é uma ótima pedida, pois trata com didática sobre assuntos não tão dominados por todos.</p>
<p>foto: divulgação Diamond Films</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="FOubNFy62rg"><iframe title="A Batalha das Correntes | Trailer Legendado | Breve nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/FOubNFy62rg?start=3&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>PACIFICADO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2019 20:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os temas mais candentes da atualidade cinematográfica do passado final de semana, encontra-se o anúncio do palmarés, que é semelhante ao polêmico, do Festival de San Sebastián. A produção brasileira, segundo trabalho como diretor americano Paxton Winters (&#8216;Crude&#8217;), se aloja com a codificada Concha de Oro, assim como nos prêmios de melhor ator e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Entre os temas mais candentes da atualidade cinematográfica do passado final de semana, encontra-se o anúncio do palmarés, que é semelhante ao polêmico, do Festival de San Sebastián. A produção brasileira, segundo trabalho como diretor americano Paxton Winters (&#8216;Crude&#8217;), se aloja com a codificada Concha de Oro, assim como nos prêmios de melhor ator e melhor fotografia.</p>
<p style="text-align: center;">​Tati é uma menina introspectiva de 13 anos que luta para se conectar com seu estranho pai, Jaca, recém-saído da prisão no momento turbulento das Olimpíadas do Rio. Enquanto a polícia “pacificadora” luta para ocupar as favelas ao redor do Rio, eles precisam navegar entre as forças que ameaçam suas esperanças para o futuro. Nascido de uma longa colaboração criativa entre a comunidade do Morro dos Prazeres e o diretor Paxton Winters, o filme oferece um retrato íntimo de uma família tentando encontrar a paz no inconstante campo de batalha que eles chamam de casa. ​</p>
<p style="text-align: center;">O título se refere à iniciativa de &#8220;pacificação&#8221; do governo do Brasil para reprimir gangues nas favelas durante as Olimpíadas do Rio 2016.</p>
<p style="text-align: center;">Winters, cujo histórico também inclui inúmeras reportagens, vive em uma favela há anos e mostra em profundidade de compaixão e compreensão que ele e seus co-escritores Wellington Magalhães e Joseph Carter trazem para a história de uma jovem garota e ela. relacionamento com seu pai afastado em sua libertação da prisão. Evita-se o sensacionalismo, pois eles mostram o aumento de pressões menores sobre aqueles que vivem à margem.</p>
<p style="text-align: center;">A espreita de inter-relações permite que nossas emoções sejam atraídas em diferentes direções, como as dos protagonistas. Os problemas podem se multiplicar à medida que o filme avança, mas Winters também mostra uma comunidade que também oferece esperança aos personagens.</p>
<p><strong>Em cartaz na Mostra: Première Brasil: Hors Concours longa ficção</strong></p>
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		<title>Aqueles que Ficaram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 21:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Festival do Rio 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano é 1948, a Hungria foi um dos países que mais sofreu na Segunda Guerra mundial, depois da invasão dos soviético e romenos, os húngaros tentam reestruturar suas vidas. Tanto Aladár (Károly Hajduk) quanto Klará (Abigél Szõke) perderam familiares. Eles se conhecem e desenvolvem uma amizade, mas algo assim pode ser visto com maus [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">O ano é 1948, a Hungria foi um dos países que mais sofreu na Segunda Guerra mundial, depois da invasão dos soviético e romenos, os húngaros tentam reestruturar suas vidas. Tanto Aladár (Károly Hajduk) quanto Klará (Abigél Szõke) perderam familiares. Eles se conhecem e desenvolvem uma amizade, mas algo assim pode ser visto com maus olhos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">A obra dirigida por Barnabás Tóth, que também é um dos roteiristas, engloba várias personagens, que perderam parte de suas vidas durante a Guerra, e seus traumas. Elas acabam por se apoiar uma na outra, como  se tentassem preencher o vazio que sentem. A relação de Klará e Aladár é exatamente isso, eles transitam pelo amor paternal, e por um instante pelo romântico. A sensação desse romance estilo </span><i><span style="font-weight: 400;">Lolita </span></i><span style="font-weight: 400;">fica presente na primeira interação deles. O filme também é sustentado praticamente por esse plano de fundo do pós-guerra, na presença opressora do Partido Comunista, da espionagem da URSS.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Apesar do roteiro possuir tais pontos positivos, não há uma história. Os personagens não tem amplo desenvolvimento, não há senso de urgência e perigo. Só existem impressões de “pode ser isso&#8221; ou “parece ser aquilo”. Não há uma moral concreta, nem um objetivo concreto que justifique a obra. As atuações são boas, os planos de câmara são razoáveis, a fotografia evoca a melancolia cinzenta pós-guerra.</span></p>
<p style="text-align: center;"><i><span style="font-weight: 400;">Os Que Ficaram p</span></i><span style="font-weight: 400;">oderia ter sido mas bem aproveitado se fosse um curta-metragem, ainda mais que os personagens relevantes pode se contar com uma mão. Uma história mais direta teria sido muito mais receptiva.</span></p>
<p><strong>Mostra Expectativa 2019</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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