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	<title>Destaque - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Destaque - Rota Cult</title>
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		<title>Primeira grande exposição sobre memes chega ao CCBB Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No país que figura entre os maiores produtores e consumidores de memes do mundo, rir da notícia virou também uma forma de pensar sobre ela. É dessa ideia que parte “MEME: no Br@sil da memeficação”, primeira grande exposição dedicada ao tema, que abre ao público no sábado, 7 de novembro de 2026, a partir das [&#8230;]</p>
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<p>No país que figura entre os maiores produtores e consumidores de memes do mundo, rir da notícia virou também uma forma de pensar sobre ela. É dessa ideia que parte “MEME: no Br@sil da memeficação”, primeira grande exposição dedicada ao tema, que abre ao público no sábado, 7 de novembro de 2026, a partir das 12h00, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.</p>



<p>A mostra reúne mais de 800 criações de 200 produtores de conteúdo e artistas para investigar o meme como linguagem e como ferramenta de crítica social e política. Obras de nomes como Anna Maria Maiolino e Nelson Leirner dividem espaço com perfis que fazem o país rir todos os dias nas redes. Depois de São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, a exposição chega à cidade de O Pasquim e do Porta dos Fundos, onde fica em cartaz até 1º de fevereiro de 2027.</p>



<p>A mostra ocupa a rotunda e o primeiro andar do CCBB RJ e reúne vídeos, neons, esculturas, roupas, quadrinhos, pinturas, objetos,&nbsp;<em>backlights</em>, instalações audiovisuais e experiências interativas. Logo na entrada, na rotunda, onças de diferentes materiais retomam o meme “alisa meu pelo” e recebem o público numa instalação tátil.<s></s></p>



<p>Mais do que apresentar memes, a exposição propõe uma reflexão sobre a memeficação, fenômeno que ultrapassa o universo digital e atravessa diferentes dimensões da vida contemporânea, da política à cultura, da comunicação às relações sociais. A memeficação diz respeito à maneira como imagens, frases, gestos e acontecimentos são constantemente apropriados, reproduzidos, transformados e colocados em circulação, adquirindo novos sentidos a cada contexto. Embora tenha ganhado força com a internet e as redes sociais, essa lógica não é inteiramente nova: operações como a repetição, a paródia, a sátira e o deslocamento de significados fazem parte da história da cultura há muito tempo. Ao explorar essas continuidades e transformações,&nbsp;<em>MEME: no Br@sil da memeficação</em>&nbsp;convida o público a perceber como os memes não apenas refletem o mundo em que vivemos, mas também participam ativamente da construção de nossas percepções, comportamentos e disputas políticas e culturais.</p>



<p>“Os memes são ferramentas políticas e afetivas. É por meio deles que o Brasil elabora e expressa, em tempo real, suas diferenças sociais, raciais, de gênero e estéticas”, afirma Clarissa Diniz. “A exposição parte do humor para provocar uma pergunta: como estamos refazendo o país por meio das suas imagens mais debochadas?”</p>



<p>“É impossível compreender o Brasil de hoje sem entender seus memes”, afirma Ismael Monticelli, criador do @newmemeseum (2020–2025), perfil de memes no Instagram que manteve anonimamente durante cinco anos e que chegou a reunir quase meio milhão de seguidores, funcionando como uma espécie de laboratório para a concepção da exposição.</p>



<p>“Os memes não apenas representam a realidade: eles interferem nela, produzem memória e disputam sentidos. Enquanto fazemos memes, os memes também refazem o Brasil.”</p>



<p>O humor carioca ocupa boa parte do percurso e atravessa gerações. O Pasquim, semanário fundado no Rio em 1969 que fez da piada uma forma de enfrentar a ditadura, está no núcleo dedicado à sátira política, e a charge aparece com Chico Caruso e Claudius Ceccon. Da televisão e da internet vêm Marcelo Adnet, o Porta dos Fundos, coletivo de humor criado na cidade em 2012, Rafael Portugal, Raphael Vicente, Felipe Neto e Paulo Gustavo, ator e humorista nascido em Niterói.</p>



<p>No Rio, a exposição encontra muitos criadores da casa. Felipe Barbosa, nascido em Cabo Frio, Victor Arruda, Laura Lima, Panmela Castro, Pietrina Checcacci, Alexandre Mury, Gustavo Speridião e Regina Vater estão entre os nomes da arte contemporânea ligados ao estado que participam da mostra.</p>



<p>Completam o time os criadores de conteúdo Ademara, Dri Maria (Blogueira Trans), Erika Affonso, Fábio Cruz (Fabão), Felipe Haiut, Gilberto Porcidonio, Guto TV, História no Paint, Juju dos Teclados, Nathalia Cruz, Rafael Madeira e Valentina Bandeira. O carioca Gregório Duvivier, um dos fundadores do Porta dos Fundos, está entre os entrevistados do epílogo, feito com a equipe do #MUSEUdeMEMES, projeto da Universidade Federal Fluminense (UFF) coordenado pelo pesquisador Viktor Chagas.</p>



<p>“Será que essa vocação memética do Brasil começou mesmo com os memes digitais?”, questiona Clarissa. “Ou ela já se anunciava no Carnaval, nos bordões da TV, nas pichações e nos outdoors? O que acontece quando a política se dobra aos formatos da zoeira?”</p>



<p>A ideia da exposição começou a tomar forma durante a pandemia de Covid-19, a partir das conversas que os curadores mantinham à distância. “No período mais intenso do isolamento, eu e Ismael conversávamos muito pela internet e fomos percebendo como os memes haviam se tornado parte da nossa comunicação. Aquelas imagens pareciam expressar certas angústias que estávamos vivendo melhor do que muitas tentativas de colocá-las em palavras”, lembra Clarissa.</p>



<p>“Em julho de 2020, por sugestão da Clarissa, criei anonimamente o perfil de memes @newmemeseum. Durante cinco anos, alimentei a página sem revelar minha identidade. Clarissa era uma das poucas pessoas que sabiam que eu estava por trás dela. Acho que a ideia da exposição foi amadurecendo nesse processo, alimentada tanto pela experiência com o perfil quanto pelas nossas conversas sobre os memes e sua linguagem. Em algum momento, começamos a imaginar o que aconteceria se levássemos essa discussão para dentro de um espaço expositivo”, conta Ismael. O perfil permaneceu ativo até dezembro de 2025, quando foi removido pela Meta.</p>



<p>A exposição se organiza em cinco núcleos temáticos (<em>Ao pé da letra, A hora dos amadores, Da versão à inversão, O eu proliferado&nbsp;</em>e<em>&nbsp;Combater ficção com ficção</em>), com o prólogo tátil&nbsp;<em>Alisa meu pelo</em>&nbsp;e o epílogo&nbsp;<em>Memes: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam?</em>. Segundo os curadores, cada núcleo reúne práticas que a memeficação põe em movimento.</p>



<p>“MEME: no Br@sil da memeficação” é uma produção da Patuá Produções, com patrocínio do Banco do Brasil e da BB Asset.</p>



<p><strong>SERVIÇO: </strong> <strong>Endereço: </strong>Rua Primeiro de Março, 66, Centro <strong><br>Período: </strong>07/11/2026 (a partir de 12h) a 01/02/2027 <br><strong>Funcionamento: </strong>Quarta a segunda, das 9h às 20h (fechado às terças-feiras) <strong><br>Entrada: </strong>gratuita &#8211; Ingressos disponíveis na bilheteria do CCBB e no site <a href="http://bb.com.br/cultura">bb.com.br/cultura</a> <strong>Classificação: </strong>livre</p>
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		<title>Assalto à Brasileira recria assalto a banco no Brasil do Plano Cruzado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Giacobbo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lendo as críticas de Roger Ebert, aquele que, para mim, é o maior crítico de cinema norte-americano de todos os tempos, aprendi a relacionar as minhas próprias críticas com aspectos pessoais da minha vida. Ebert fazia isso muito bem, e era uma maneira de convidar o leitor a entrar naquela viagem, tentando, de alguma forma, [&#8230;]</p>
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<p>Lendo as críticas de Roger Ebert, aquele que, para mim, é o maior crítico de cinema norte-americano de todos os tempos, aprendi a relacionar as minhas próprias críticas com aspectos pessoais da minha vida. Ebert fazia isso muito bem, e era uma maneira de convidar o leitor a entrar naquela viagem, tentando, de alguma forma, fazer com que ele se identificasse com o que estava lendo. Só que nem todos os filmes permitem esse tipo de aproximação.&nbsp;<em>Assalto à Brasileira</em>, novo filme de José Eduardo Belmonte, talvez seja um desses casos. Afinal, nunca presenciei ao vivo um assalto a banco e muito menos fui refém. Quem sabe eu possa pensar em uma identificação com o personagem principal, Paulo Ubiratan, interpretado por Murilo Benício, um jornalista que acabou de ficar desempregado. O ano é 1987, o Brasil está em crise, a inflação altíssima e o Plano Cruzado naufragando. Ubiratan vai parar no cerne do assalto, um acontecimento baseado em fatos reais, porque estava na agência bancária para sacar seu FGTS. Como um jornalista que está procurando uma ocupação fixa há algum tempo, quiçá o encaixe passe por aí. Mas ele não é perfeito, eu sei. De qualquer modo, o longa-metragem estreia em um período pós-eleições, em que muita coisa está sendo dita e a gente sabe que, economicamente, o país não enfrenta o seu melhor momento, ainda que esteja longe de se parecer com a situação da metade dos anos 80.</p>



<p>Na história dirigida por Belmonte e roteirizada por L.G. Bayão, Ubiratan está dentro do banco quando o assalto é anunciado. Sete homens invadem a agência, fazem todo mundo que está lá dentro de refém e dão início ao roubo. Essa ação vai descambar em um dia inteiro de bastante tensão. O assalto acontece pela manhã. O carro-forte deveria passar às nove horas, mas não passa. O banco não tem o dinheiro que os criminosos imaginam. A polícia logo é avisada, chega ao local e cerca o prédio. Começa, então, uma negociação muito difícil. Assim, o personagem de Benício acaba servindo de mediador entre os policiais e os bandidos. Acontece que aqueles não são criminosos comuns. Eles não são profissionais. Eles são apenas pessoas desesperadas, afetadas pela crise que assola o Brasil, e que, precisando de dinheiro, partem para uma solução extremada. Se isso será um fator complicador ou facilitador, porque profissionais talvez consigam manter os ânimos controlados, mas amadores não, é o filme que vai dizer. De qualquer forma, o roteiro de Bayão funciona muito bem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Filme é inspirado em um dos assaltos a banco mais emblemáticos do país.</h2>



<p>Como a história se passa em 1987 e é, portanto, uma produção de época, um dos trunfos de&nbsp;<em>Assalto à Brasileir</em>a é a fotografia, a cargo de Leslie Montero. Em diversos momentos, a imagem a que temos acesso parece mesmo esmaecida, tirada de uma velha fita VHS guardada no arquivo de uma televisão. Por sinal, o microfone da TV Manchete, que não existe mais, aparece em diversos momentos. É um mérito esta belíssima fotografia, uma decisão que, provavelmente, foi tomada em conjunto pela dupla Belmonte e Montero. Emular uma imagem de arquivo serve para colocar o público dentro da película, aproximá-lo da sensação de estar vivendo aquilo. Simultaneamente, um filme que tinha tudo para ser um drama apresenta diversos toques cômicos. Ele oscila entre o drama e a comédia o tempo todo, algo que alguns críticos ou espectadores podem enxergar como um defeito, mas eu vejo como uma qualidade. Afinal, a natureza daquelas pessoas que não eram assaltantes de verdade e estavam ali para pegar o dinheiro que o governo lhes devia, já que o país estava uma droga, faz a gente pensar em uma situação absurdamente cômica.</p>



<p><em>Assalto à Brasileira</em>&nbsp;se associa a uma tradição de filmes de assalto no Brasil. Como não lembrar de&nbsp;<em>Assalto ao Trem Pagador</em>, de 1962, dirigido por Roberto Farias, ou de&nbsp;<em>Assalto ao Banco Central</em>, com direção de Marcos Paulo, em 2011? Salvo engano, esses são os dois filmes deste subgênero de maior destaque na cinematografia brasileira. A obra de Belmonte vem ocupar um lugar nessa tradição, acima de&nbsp;<em>Assalto ao Banco Centra</em>l e abaixo do intocável e imbatível&nbsp;<em>Assalto ao Trem Pagador</em>. Todavia, curiosamente, enquanto assistia à película, a associação que eu fazia não era tanto com esses filmes. Era com outra produção de assalto, um filme norte-americano chamado&nbsp;<em>Um Dia de Cão</em>, de Sidney Lumet, de 1975. E a associação aconteceu pelo seguinte motivo: na película gringa, os assaltantes interpretados por Al Pacino e John Cazale também não são profissionais. Estão ali assaltando um banco em um momento de desespero. E a gente vê no longa-metragem de Lumet a mesma dualidade entre o drama e a comédia que encontramos na produção brasileira. Essa é uma referência que talvez nem todos os espectadores percebam, mas eu percebi. E, para mim, isso só enaltece o filme de Belmonte, porque gera uma comparação interessante com um clássico de um dos maiores cineastas americanos de todos os tempos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Filme é um retrato do Brasil dos anos 1980</h2>



<p>É preciso falar rapidamente do elenco. O núcleo principal tem, além de Murilo Benício, Christian Malheiros e Robson Nunes como os dois líderes do grupo de assaltantes; e Paulo Miklos como um comandante da Polícia Militar que negocia com Ubiratan. O papel de Benício serve para legitimá-lo não só como um dos maiores atores vivos da atualidade, mas como um dos grandes nomes da história da nossa dramaturgia. Alguém que consegue transitar com a mesma competência entre a comédia e o drama. Ele surgiu como ator de comédia e hoje é um ator dramático de mão cheia. E, quando você tem uma história que transita entre os dois gêneros, ele está totalmente em casa. Tenho que destacar também o elenco de apoio, com nomes mais conhecidos, como Vertin Moura, protagonista de um clássico recente,&nbsp;<em>Sertânia</em>, de 2020, e o ex-VJ da MTV, Luiz Thunderbird; algumas &#8220;revelações&#8221; como Yohama Eshima, Laura Luz e Fernando Mais; além de intérpretes mais tarimbados, Augusto Madeira e Fernanda de Freitas, em participações pequenas, porém muito legais. Esse elenco coeso é uma das melhores coisas do cinema brasileiro no ano de 2026.</p>



<p>Se eu recomendo&nbsp;<em>Assalto à Brasileira</em>? Sim, demais. Já em relação àquele gancho inicial sobre o qual discorri, de fato, ele me permite uma identificação com o jornalista, apesar de, como escrevi anteriormente, nunca ter testemunhado ou ter estado no cerne de um assalto a banco. Contudo, uma associação entre a crise do Brasil em 1987 e a insegurança econômica de uma nação em permanente ebulição política pós-eleições, provavelmente seja um gancho mais pertinente para essa aproximação.</p>



<p><strong>Desliguem os celulares e excepcional diversão.</strong></p>
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		<title>Festival Sinédoque chega à 6ª edição com 23 documentários brasileiros e programação gratuita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 4 e 8 de novembro, a sexta edição da Sinédoque – Festival Nacional de Documentários Curtos reúne 23 filmes de cinco regiões do país, com exibições gratuitas no Estação Claro Rio, em Botafogo. A programação inclui seis sessões competitivas organizadas por temas, todas seguidas de debates com o público, duas masterclasses e [&#8230;]</p>
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<p>Entre os dias 4 e 8 de novembro, a sexta edição da Sinédoque – Festival Nacional de Documentários Curtos reúne 23 filmes de cinco regiões do país, com exibições gratuitas no Estação Claro Rio, em Botafogo. A programação inclui seis sessões competitivas organizadas por temas, todas seguidas de debates com o público, duas masterclasses e encontros entre realizadores e espectadores. Ao final do festival, cinco produções serão premiadas.</p>



<p>Criada em 2021, durante a pandemia, a Sinédoque nasceu no ambiente digital e consolidou-se como um espaço de valorização e difusão do documentário brasileiro, apostando na diversidade de narrativas, linguagens e perspectivas para aproximar o público de histórias que ajudam a compreender o Brasil contemporâneo. &#8220;Somos o único festival do Brasil dedicado exclusivamente ao documentário brasileiro em curta-metragem. Acreditamos no curta como uma forma de expressão cinematográfica com valor próprio, e não apenas como um caminho para chegar ao longa-metragem. Aqui, o curta é protagonista, recebe o espaço e a atenção que merece, com exibições na tela grande e encontros entre realizadores e público. Queremos valorizar essa produção e torná-la cada vez mais acessível, em um festival democrático e gratuito&#8221;, destaca Lucas Vasconcellos, diretor do festival.</p>



<p>A seleção deste ano reúne produções que transitam entre memória, política,cultura popular, questões ambientais e direitos humanos. As narrativas abordam temas como racismo, violência urbana, migração, ancestralidade, transformações sociais e manifestações artísticas, combinando diferentes linguagens e perspectivas. Com filmes de todas as regiões do país, a programação revela a diversidade do documentário brasileiro contemporâneo, reunindo histórias que partem de experiências individuais e coletivas para provocar reflexões sobre o passado, o presente e o futuro.</p>



<p>Entre os destaques da seleção estão <em>Helena! Cinema!</em>, de Cavi Borges e Christian Caselli, que celebra a trajetória de Helena Ignez, atriz e cineasta fundamental para o cinema brasileiro; <em>Os Arcos Dourados de Olinda</em>, de Douglas Henrique, curta pernambucano elegível e na corrida por uma indicação ao Oscar 2027, na categoria de Melhor Documentário em Curta-Metragem, que revisita o embate entre a cidade de Olinda e a chegada de uma unidade do McDonald&#8217;s; e <em>Réquiem para Moïse</em>, de Susanna Lira e Caio Barretto Briso, que aborda o assassinato do jovem imigrante congolês no Rio de Janeiro, expondo o racismo e a violência enfrentados por refugiados africanos no Brasil.</p>



<p>Os filmes estão distribuídos em seis sessões temáticas, que propõem diálogos entre obras de diferentes regiões e estilos. Ordem Mundial reúne documentários sobre disputas ideológicas, memória e transformações políticas, enquanto Mulheres em Perfil apresenta trajetórias femininas marcadas pela resistência, pela criação artística e pela afirmação de identidades.</p>



<p>Em Arquivo e Memória, os filmes recorrem a imagens históricas e documentos para revisitar acontecimentos, questionar narrativas oficiais e recuperar histórias esquecidas. Já Cultura de Rua explora manifestações como o hip-hop, a poesia falada, a dança e a arte urbana. Dos quatro documentários da sessão, três são produções do Rio de Janeiro: &#8220;Versos da Rua&#8221;, sobre poetas que ocupam ruas e praças cariocas com batalhas de poesia; &#8220;Filme em Cartaz&#8221;, que dá voz a um cartaz de rua; e &#8220;Luis do Charme&#8221;, que recupera, em um encontro entre pai e filha, a trajetória de um homem dedicado à dança. Completa a sessão &#8220;Nação Hip Hop: Cultura de Rua&#8221;, de Santa Catarina, sobre o primeiro programa independente de televisão aberta dedicado ao hip-hop no Brasil.</p>



<p>A sessão Violência Carioca reúne três documentários que abordam o racismo, a desigualdade e a violência nas favelas do Rio de Janeiro, sem perder de vista a memória e as trajetórias de seus personagens. Em outro registro, Queridinhos aposta no humor, na música e na poesia do cotidiano, com histórias que encontram o extraordinário nas experiências mais comuns. A sessão será seguida de debate.</p>



<p>Além disso, a Sinédoque promove duas masterclasses gratuitas, com vagas limitadas e inscrições pelo site<a href="http://www.sinedoque.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>www.sinedoque.com.br</strong></a>, voltadas à troca de experiências e à reflexão sobre processos criativos do cinema documental.</p>



<p>No dia 5 de novembro, das 15h às 18h, a roteirista Rita Toledo ministra <em>Roteiro para Documentário: argumento, pesquisa, montagem e linguagem híbrida</em>. Realizada em parceria com o Projeto Paradiso, por meio do programa Paradiso Multiplica, a atividade parte do filme <em>Morro Grande</em>, escrito e dirigido por Rita Toledo e Isabel Joffily, para discutir as etapas de construção de um documentário, os desafios da escrita e reescrita e as possibilidades de desenvolvimento de projetos.</p>



<p>No dia 6 de novembro, também das 15h às 18h, o artista visual e pesquisador Rafael Cosme apresenta <em>Fabular o Brasil: arquivos, fotografia e memória</em>. A partir de seu acervo de fotografias amadoras do Rio de Janeiro, reunidas ao longo de mais de uma década no projeto <em>O Passado é Um Ponto de Luz</em>, Cosme aborda as relações entre imagem, memória e criação artística. A atividade inclui a exibição do curta-metragem homônimo, dirigido por Tadeu Bijos. As duas atividades acontecem presencialmente no Estação Claro Rio, em Botafogo.</p>



<p>O júri do festival reúne profissionais com diferentes trajetórias no audiovisual e na crítica cultural. Entre os integrantes estão Ana Bovino, diretora e produtora selecionada para a Sundance Institute Latin Scholarship; Flavia Candida, cineasta e curadora com passagens por importantes festivais brasileiros; e Gabriel Trigueiro, escritor, crítico literário e doutor em História Comparada pela UFRJ.</p>



<p>A Sinédoque vai premiar cinco produções nesta edição. Três filmes receberão o Prêmio do Público, resultado da votação dos espectadores, enquanto o júri oficial será responsável pela escolha do Prêmio do Júri e de uma Menção Honrosa.</p>



<p>Os vencedores serão anunciados no dia 8 de novembro, durante a sessão de encerramento, às 18h, que também contará com a exibição dos filmes premiados. Cada produção vencedora receberá um troféu.</p>
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		<title>Casa Roberto Marinho apresenta Guardar, exposição dedicada ao acervo particular de Marcia e Luiz Chrysostomo </title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa Roberto Marinho recebe a exposição &#8220;Guardar, exposição dedicada ao acervo particular de Marcia e Luiz Chrysostomo&#8221;, coleção de destaque no panorama das artes visuais no país, formada ao longo de três décadas e hoje composta por mais de 2 mil itens. Com curadoria de Paulo Venancio Filho, a exposição apresenta cerca de 300 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Casa Roberto Marinho recebe a exposição &#8220;<em>Guardar</em>, exposição dedicada ao acervo particular de Marcia e Luiz Chrysostomo&#8221;, coleção de destaque no panorama das artes visuais no país, formada ao longo de três décadas e hoje composta por mais de 2 mil itens. Com curadoria de Paulo Venancio Filho, a exposição apresenta cerca de 300 obras e percorre diferentes momentos da arte brasileira e internacional, das vanguardas do início do século XX à produção contemporânea.</p>



<p>A exposição amplia uma relação iniciada em 2023, quando o casal participou de&nbsp;<em>Conversas entre Coleções</em>, também na Casa Roberto Marinho, estabelecendo diálogos entre trabalhos de seu acervo e obras da instituição. Agora, pela primeira vez, a Casa dedica uma mostra exclusivamente a esse conjunto.</p>



<p>Um poema do filósofo e escritor carioca Antonio Cícero, de 1996, que acompanha Luiz Chrysostomo há décadas, inspira o título da exposição. A ideia de guardar como gesto de cuidado e preservação encontra correspondência na própria história da coleção, que não nasceu de um projeto previamente definido, mas de uma relação continuada com a arte.</p>



<p>Josef Albers (1888-1976) e Max Bill (1908-1994), referências fundamentais da abstração geométrica e do pensamento construtivo, abrem a exposição frente a frente.&nbsp;A escolha funciona, segundo Venancio Filho, como uma espécie de “declaração” da curadoria e estabelece uma chave que se desdobra pelo percurso. A partir deles, a mostra acompanha diferentes caminhos do pensamento construtivo e suas reverberações na arte brasileira, aproximando tempos, geografias e linguagens.</p>



<p>“Uma coleção é uma constelação viva”, escreve Paulo no texto curatorial. Para ele, um acervo dessa natureza nunca está concluído: cada nova aquisição cria relações e contágios intencionais ou inesperados. Seu ponto de partida foi reconhecer a fisionomia que Marcia e Luiz imprimiram ao conjunto ao longo dos anos. “Meu cuidado foi não chegar com a autoridade do curador. Procurei entender a coleção tal como ela é.”</p>



<p>A geometria e a cor conduzem as primeiras salas, com nomes como Ivan Serpa, Amilcar de Castro, Judith Lauand, Sergio Camargo e Franz Weissmann, ao lado de artistas internacionais como Bridget Riley e Vera Molnár. A relação entre abstração geométrica e arquitetura moderna aparece em outro núcleo, no qual obras convivem com projetos e publicações ligados a Oscar Niemeyer, Le Corbusier e à Bauhaus.</p>



<p>O percurso avança para experiências das décadas de 1960 e 1970, reunindo trabalhos de Cildo Meireles, Artur Barrio, Antonio Dias, Waltercio Caldas, Carmela Gross, Carlos Vergara e Rubens Gerchman, entre outros.&nbsp;Mais adiante, a aproximação entre arte e palavra ganha protagonismo. Antonio Manuel e exemplares do&nbsp;<em>Poema/Processo</em>abrem caminho para um núcleo no qual poesia visual, livros de artista e experimentação gráfica colocam em diálogo nomes como Mira Schendel, Hélio Oiticica, Rubem Valentim, Luciano Figueiredo, Man Ray, Augusto de Campos e Julio Plaza.</p>



<p>O interesse de Luiz Chrysostomo pelas origens e desdobramentos dos movimentos artísticos também permeia a mostra. Um dos núcleos parte das vanguardas históricas europeias e de suas repercussões na arte brasileira e latino-americana, com trabalhos de Wassily Kandinsky, Paul Klee, Joaquín Torres-García, Georges Braque, Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Cícero Dias e Oswaldo Goeldi.</p>



<p>Livros de artista, publicações raras e documentos históricos, apresentados em vitrines, reforçam o caráter investigativo da coleção e seu interesse pelas origens de questões presentes na produção brasileira. Entre os exemplares selecionados estão marcos ligados à Bauhaus e à VKhUTEMAS, escola de arte e design criada na Rússia nos anos 1920;&nbsp;<em>Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul)</em>, publicado em 1912 por Wassily Kandinsky e Franz Marc; e&nbsp;<em>La Fin du monde filmée par l&#8217;Ange N.-D.</em>, de Blaise Cendrars, publicado em 1919 com ilustrações de Fernand Léger. O conjunto atravessa o século XX e chega à produção contemporânea, com exemplares de Max Bill e Josef Albers, e livros de artista de Beatriz Milhazes.</p>



<p>Outro núcleo se volta para o pensamento construtivo no Brasil e na América Latina. Lygia Clark, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Ivan Serpa, Aluísio Carvão, Amilcar de Castro e Geraldo de Barros convivem com artistas latino-americanos, evidenciando aproximações e diferentes caminhos desenvolvidos a partir do concretismo e do neoconcretismo.&nbsp;Entre os nomes reunidos, Venancio Filho chama atenção para Rubem Ludolf, artista próximo de Luiz Chrysostomo, cuja obra considera particularmente importante dentro da ideia de construção que orienta a mostra.</p>



<p>A arte cinética ocupa a sala considerada pelo curador um dos pontos altos da exposição. Obras de Abraham Palatnik, Julio Le Parc, Carlos Cruz-Diez, Jesús Rafael Soto, Sérvulo Esmeraldo, Luis Tomasello e Martha Boto, entre outros, mostram como movimento, luz e participação do olhar ampliaram as pesquisas do campo construtivo.&nbsp;Marcel Duchamp aparece como um dos precursores dessa experimentação.</p>



<p>Na sequência, a escala muda. Na maior sala da Casa Roberto Marinho, obras de grande formato, predominantemente tridimensionais, ocupam o chão, as paredes e o teto, criando uma espécie de passeio entre os trabalhos. Estão nesse núcleo Tunga, Ernesto Neto, Tomie Ohtake, Elisa Bracher, Ivens Machado, Ascânio MMM e Sheila Hicks.</p>



<p>A Geração 80 e seus desdobramentos introduzem outra inflexão. A relação com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage confere ao núcleo uma dimensão particularmente afetiva para Luiz Chrysostomo, que estudou na instituição em meados dos anos 1980. Daniel Senise, Cristina Canale, Leda Catunda, Luiz Zerbini e Beatriz Milhazes aparecem ao lado de artistas de outras gerações, como Lucia Laguna, Rosângela Rennó, José Damasceno e Rebeca Carapiá.</p>



<p>A exposição termina com um conjunto dedicado à abstração brasileira. Alfredo Volpi, Iberê Camargo, Maria Leontina, Ione Saldanha, Antonio Bandeira, Aluísio Carvão e Maria Polo estão entre os artistas reunidos nesse núcleo.</p>



<p><strong>Uma coleção construída no tempo</strong></p>



<p>A coleção de Marcia e Luiz Chrysostomo começa a ganhar forma em 1993, com a compra de uma tela da&nbsp;pintora e gravadora italiana&nbsp;Maria Polo, de 1964. A obra, hoje apresentada em&nbsp;<em>Guardar</em>, marca o início de um processo&nbsp;que não partiu da intenção de formar uma coleção. O conjunto foi crescendo a partir do interesse do casal pela arte, da convivência com artistas e galeristas e das escolhas feitas ao longo do caminho.</p>



<p>Economistas de formação, Marcia e Luiz construíram trajetórias profissionais distintas, sem se afastar do interesse comum pela arte. Luiz desenvolveu uma atuação continuada no campo cultural, como curador e também no âmbito institucional. Marcia, com trajetória profissional no mercado financeiro, é psicanalista, mestre em Economia e pós-graduada em História da Arte e Arquitetura, com pesquisa dedicada à obra de Ione Saldanha.&nbsp;Desde a primeira aquisição, uma escolha compartilhada com Luiz, Marcia participa ativamente da construção do acervo, na discussão sobre a incorporação de novas obras, na convivência com artistas e nas pesquisas e visitas a museus realizadas pelo casal.</p>



<p>Com o passar dos anos, o acervo adquiriu uma estrutura própria, marcada pelo pensamento construtivo, pela investigação das origens dos movimentos e pelas relações que as obras estabelecem entre si. “A palavra construção é a coisa mais forte da coleção”, afirma Luiz. Para ele, a definição não se restringe à geometria rígida: abrange o círculo, a curva, o ponto, a linha, a palavra e a poesia.</p>



<p>A coleção permanece, ao mesmo tempo, atenta ao presente. A experiência de Luiz como curador e sua atuação em instituições culturais o mantêm em contato próximo com diferentes gerações de artistas.&nbsp;Ao lado de nomes consagrados, o acervo reúne trabalhos adquiridos no início de determinadas trajetórias, antes de seu reconhecimento no circuito.</p>



<p>As aquisições não obedecem a um roteiro fechado. “Não existe acaso, existe impulso”, resume Luiz. A atração por uma obra pode ser imediata, mas a escolha passa por um olhar formado ao longo do tempo e por uma reflexão sobre o próprio trabalho. Uma aquisição pode levar a outra, e obras compradas em momentos distintos estabelecem novas relações quando reunidas: um processo que o colecionador define como um “mosaico infinito”. </p>



<p>A coleção começa em 1993, mas a história de Luiz Chrysostomo com a Coleção Roberto Marinho havia começado nove anos antes. Em 1985, aos 21 anos, ele visitou três vezes a exposição&nbsp;<em>Seis décadas de arte moderna na Coleção Roberto Marinho</em>, no Paço Imperial. Naquele momento, estudava Economia e frequentava a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, dividido entre a formação acadêmica e um interesse pela arte que continuaria presente ao longo de sua vida.</p>



<p>O contexto cultural do Rio era muito diferente. O acesso a exposições, publicações e reproduções de obras era limitado. Encontrar reunida no Paço Imperial uma coleção privada de grande dimensão significou a possibilidade de ver pessoalmente trabalhos e artistas que conhecia sobretudo pelos livros. “Foi uma epifania”, recorda. Luiz passou horas na exposição, voltou outras vezes e guardou o pequeno catálogo distribuído na ocasião. A experiência permaneceu como referência, embora a ideia de tornar-se colecionador ainda estivesse distante.</p>



<p>Quarenta e um anos depois, a coleção formada por ele e Marcia ocupa a Casa Roberto Marinho. O movimento teve peso na decisão do casal de aceitar o convite. Avessos à exposição pessoal, hesitaram diante da ideia de apresentar publicamente um acervo construído no âmbito privado.</p>



<p>“A coleção não é um troféu. É um testemunho de uma vida, de um olhar, de uma forma de encarar o mundo”, observa Luiz. A possibilidade de proporcionar a outros visitantes uma experiência semelhante à que teve aos 21 anos ajudou a mudar essa perspectiva. Parte dos trabalhos reunidos em <em>Guardar</em>, especialmente obras históricas internacionais, raramente pode ser vista no Brasil. </p>



<p>O colecionismo ultrapassa, aqui, o âmbito privado. Para Venancio, coleções particulares podem contribuir para suprir lacunas dos acervos públicos: “O sentido maior é o de resguardar o que tem relevância não só para o colecionador, mas para as artes plásticas brasileiras”, analisa.</p>



<p>Essa compreensão se manifesta na relação de Marcia e Luiz com o acervo, cujas obras são frequentemente emprestadas a instituições e exposições.&nbsp;É nesse movimento que a preservação se associa ao desejo de tornar as obras visíveis e acessíveis a outros públicos.</p>



<p>A mostra inaugura um projeto da Casa Roberto Marinho que poderá receber futuramente outras coleções particulares. Segundo Lauro Cavalcanti, diretor-executivo da instituição, a abrangência, a qualidade das obras e o rigor na constituição do acervo de Marcia e Luiz Chrysostomo contribuíram para sua escolha para iniciar o programa.</p>



<p>SERVIÇO:  Abertura pública: 19 de novembro de 2026, às 12h Encerramento: 14 de março de 2027 / Local: Instituto Casa Roberto MarinhoEnd: Rua Cosme Velho, nº 1105 <br>Visitação: terça a domingo, das 12h às 18h<br>(Aos sábados, domingos e feriados, a Casa Roberto Marinho abre a área verde e a cafeteria a partir das 9h.) <br><br>Estacionamento gratuito para visitantes, em frente ao local.</p>
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		<title>Já é Natal no Rio! Confira shoppings com programação natalina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já é Natal no Rio! Confira shoppings com programação natalina! A temporada de Natal de 2026 já começou! é isso mesmo!&#160; O Shopping Metropolitano Barra vai se transformar em um cenário de encanto e fantasia para celebrar a chegada do Natal. No dia 8 de novembro, a partir das 15h, o empreendimento dá início à [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Já é Natal no Rio! Confira shoppings com programação natalina! A temporada de Natal de 2026 já começou! é isso mesmo!&nbsp;</p>



<p>O Shopping Metropolitano Barra vai se transformar em um cenário de encanto e fantasia para celebrar a chegada do Natal. No dia 8 de novembro, a partir das 15h, o empreendimento dá início à programação natalina com o tema “Bosque do Natal”, convidando as famílias a entrarem no clima da época mais mágica do ano. O ponto alto da celebração será a chegada do Papai Noel, às 17h, na Praça de Alimentação, no 2º piso, em uma tarde de música, personagens e surpresas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-205417" style="width:465px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-1024x768.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-300x225.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-768x576.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-560x420.jpeg 560w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-80x60.jpeg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-150x113.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-696x522.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-1068x801.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-265x198.jpeg 265w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p>A programação começa com a Parada Natalina da Animasom, que percorrerá os corredores do shopping às 15h e às 16h, levando personagens temáticos para interagir com o público e espalhar o espírito natalino pelo mall. Às 16h, a Praça de Alimentação recebe uma programação especial no palco, com DJ tocando músicas temáticas e um mestre de cerimônias que vai animar o público e preparar o ambiente para o momento mais aguardado da tarde.</p>



<p>Às 17h, todas as atenções se voltam para a chegada do Papai Noel ao palco, celebrada com uma chuva de prata para marcar oficialmente a abertura da temporada de Natal no Shopping Metropolitano Barra.</p>



<p>“O Natal é um momento especial para reunir as famílias e criar memórias afetivas. Com o tema ‘Bosque do Natal’, queremos proporcionar uma experiência acolhedora e encantadora, convidando crianças e adultos a mergulharem na magia dessa época. A chegada do Papai Noel é o ponto de partida para uma temporada de muita alegria e momentos especiais no shopping”, afirma Aline Piubel, gerente de Marketing do Shopping Metropolitano Barra.</p>



<p>Com entrada gratuita, o evento é uma oportunidade para reunir a família, aproveitar a programação especial e dar as boas-vindas ao Natal em um ambiente de alegria e encantamento.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong> <strong>Tema:</strong>&nbsp;Bosque do Natal<br><strong>Data:</strong>&nbsp;8 de novembro (domingo)<br><strong>Programação:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>15h:&nbsp;</strong>Parada Natalina da Animasom pelo mall.</li>



<li><strong>16h:&nbsp;</strong>Parada Natalina da Animasom pelo mall e programação no palco da Praça de Alimentação, com DJ e mestre de cerimônias.</li>



<li><strong>17h:&nbsp;</strong>Chegada do Papai Noel |&nbsp;<strong>Local:</strong>&nbsp;Praça de Alimentação – 2º piso</li>
</ul>



<p><strong>Entrada:</strong>&nbsp;Gratuita</p>



<p><strong><u>Fotos gratuitas com Papai Noel</u></strong></p>



<p><strong>Período:</strong>&nbsp;08/11 (após a chegada) a 24/12</p>



<p><strong>Horário:</strong>&nbsp;12h às 20h <strong>Local:</strong>&nbsp;2º piso – Próximo ao Cinemark </p>



<p>A partir de 8 de novembro, mesmo mês em que completa cinco anos de inauguração, o ParkJacarepaguá apresenta seu Natal 2026. Com o tema &#8220;Doce Natal&#8221;, o empreendimento traz um espetáculo exclusivo na pista de patinação, no piso L1, que contará com a participação de patinadores profissionais, personagens e artistas caracterizados. Após o show &#8216;O que faz o Natal ser doce?&#8217;, que tem entrada gratuita e duração aproximada de 30min, um cortejo especial com Papai Noel e banda percorre os corredores do shopping.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="851" height="562" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua.png" alt="" class="wp-image-205418" style="aspect-ratio:1.5142661492809861;width:481px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua.png 851w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-300x198.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-768x507.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-636x420.png 636w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-150x99.png 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-696x460.png 696w" sizes="(max-width: 851px) 100vw, 851px" /></figure>
</div>


<p>A partir desta data, e até 06 de janeiro, o público encontra uma decoração que transporta os visitantes para o universo lúdico e encantador dos doces, criando uma atmosfera única e repleta de experiências para toda a família. Na portaria principal, uma árvore de 9 metros recheada de pirulitos, chocolates e outras guloseimas, com uma passagem instagramável de túnel, dá as boas-vindas ao público juntamente com um Papai Noel mecanizado, enquanto a praça no piso L2, conta com um jogo da velha gigante, área para fotos e um escorregador.</p>



<p>Já o Bom Velhinho, que fica no piso L2, atenderá durante toda a temporada, em horários variados, até o dia 24 de dezembro. No espaço, além de um trono pet, os pequenos podem deixar uma cartinha na caixa de correios.</p>



<p>Ao longo de todo empreendimento, elementos aéreos com doces, laços, guirlandas e bengalas enfeitam os corredores, assim como ginger inflável de 3,5 metros de altura, 13 árvores de Natal, carrinhos com doces e cogumelos e cupcakes. Na área externa, próximo ao Parque da Magia, um ambiente instagramável com estruturas natalinas iluminadas toma conta de todo o espaço. A instalação ficará montada até 6 de janeiro de 2027 e haverá acendimento diário às 18h. </p>



<p>Idealizado pela bailarina, coreógrafa e<strong>&nbsp;</strong>diretora de movimento Semadha Rodrigues, que também assina a direção junto com a assistente Lia Canineu, o show na pista de patinação do ParkJacarepaguá promete encantar o público. Com cerca de<strong>&nbsp;</strong>20 pessoas envolvidas em todo o projeto, dentre elas seis patinadores profissionais e quatro atores, além de figurinistas, consultores e equipes de som e imagem, a apresentação reúne música, teatro e performance durante 30 minutos.</p>



<p>A equipe de patinação reúne grandes nomes da modalidade: Rafael Braga, tricampeão brasileiro e bicampeão sul-americano; Luiza Ventura, campeã sul-americana e bicampeã brasileira; Caio Souza, bicampeão sul-americano e brasileiro; Jaqueline Pastusiak, bicampeã sul-americana e tricampeã brasileira; Beatriz Dolbeth, tricampeã carioca e bicampeã sul-americana; e Simone Pastusiak, heptacampeã brasileira e tricampeã sul-americana.</p>



<p>A apresentação é gratuita e aberta ao público.&nbsp;</p>



<p><strong><u>Serviço: </u></strong> -De: 8 de novembro a 6 de janeiro de 2027<br>&#8211; Acendimento do espaço instagramável externo: todos os dias, às 18h, até 6 de janeiro<br>&#8211; Horário do Papai Noel até 24 de dezembro: segunda a sexta, das 14h às 22h (intervalo: 17h às 18h); sábados, das 10h às 22h (intervalo: 12h às 13 e 17h às 18h); e aos domingos, das 13h às 21h (intervalo: 17h às 18h)<br>&#8211; Promoção de Natal: 08 de novembro a 24 de dezembro para sorteio de carro e 18 de novembro a 24 de dezembro para troca de panetone<br>&#8211; Doação de alimentos: de 08 de novembro a 24 de dezembro, durante o horário de funcionamento do shopping<br>&#8211; Brinde panetone Bacio di Latte: a partir de 18 de novembro e enquanto durarem os estoques</p>



<p>Piões, ioiôs, dominós e jogos que fazem parte da infância de diferentes gerações inspiram o Natal de Memórias, decoração que o Shopping Nova América inaugura no dia 31 de outubro, com a chegada do Papai Noel. A proposta é reunir crianças e adultos em torno de brincadeiras que despertam lembranças e criam oportunidades para compartilhar momentos em família. A abertura terá paradas natalinas a partir das 16h e a chegada do Bom Velhinho, acompanhada de personagens e queima de fogos,&nbsp;por volta de18h.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-205419" style="width:341px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-683x1024.jpg 683w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-768x1151.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-1025x1536.jpg 1025w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-1367x2048.jpg 1367w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-280x420.jpg 280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-150x225.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-300x449.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-696x1043.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-1068x1600.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-1920x2877.jpg 1920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-scaled.jpg 1709w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: ThaisMonteiro</figcaption></figure>
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<p>Na Praça de Eventos do primeiro piso, próxima ao Acesso A, uma árvore de oito metros de altura será o destaque da decoração. Ao redor dela, brinquedos clássicos vão compor o cenário, com piões, blocos de empilhar, cubos mágicos, dominós, jogo da velha e aviõezinhos.&nbsp;</p>



<p>As brincadeiras também serão parte das atrações interativas, todas gratuitas. O público poderá experimentar um piano cujas teclas são acionadas pelos passos dos visitantes, um jogo de memorização de cores, um pião interativo e um jogo da velha gigante. Uma casa de boneca, uma caixa de presente com dois escorregadores e um foguete cenográfico, onde as crianças poderão tirar fotos, completam as opções de diversão.&nbsp;</p>



<p>Outra atração, disponível a partir de 3 de novembro, será o Kabum, uma torre de seis metros de altura que sobe e desce e comporta até cinco pessoas por vez. O brinquedo terá ingressos a R$ 10 de segunda a quinta-feira e R$ 15 de sexta-feira a sábado. Clientes cadastrados no programa de benefícios aMais terão valores especiais de R$ 5 e R$ 10, respectivamente.&nbsp;</p>



<p>A programação de abertura terá início às 16h, com paradas natalinas pelos corredores do shopping, que também acontecerão às 17h. Já a chegada do Papai Noel está marcada para&nbsp;começar às&nbsp;18h, na área externa do Acesso A. Ele virá em um carro conversível, acompanhado por personagens natalinos e pelo Tijolinho, mascote do shopping. O cortejo sairá do estacionamento próximo ao Hotel Ibis e seguirá até o trono do Bom Velhinho. Durante a celebração, também haverá queima de fogos no alto de uma das torres corporativas do empreendimento.&nbsp;</p>



<p>“A abertura do Natal coincide com mais um aniversário do Nova América e nos permite celebrar nossa história ao lado das famílias que fazem parte dela. Ao resgatar brincadeiras que aproximam gerações e despertam lembranças, queremos promover encontros e criar memórias com o público”, afirma Alisson Mori, gerente de Marketing e Vendas do Shopping Nova América.&nbsp; </p>



<p>De 31 de outubro a 24 de dezembro, o Papai Noel receberá os visitantes na decoração natalina. As famílias poderão tirar fotos gratuitamente com celular ou câmera própria. Também haverá um trono pet para registros com cães e gatos, além de um espaço onde as crianças poderão deixar cartinhas e entregar chupetas ao Bom Velhinho.&nbsp;</p>



<p>O atendimento será de segunda a sexta-feira, das 14h às 22h, com uma hora de intervalo. Aos sábados, o horário será das 10h às 22h, com dois intervalos de 45 minutos. Aos domingos, o atendimento acontecerá das 13h às 21h, com uma hora de intervalo.&nbsp;</p>



<p>Para quem desejar levar uma recordação, haverá serviço de fotografias impressas, digitais e presentes personalizados. Entre as opções, estão pacotes de fotos impressas a partir de R$ 50, de fotografias a partir de R$ 60 e um kit que reúne globo de neve personalizado, duas fotos 10&#215;15 cm, duas polaroids e acesso às imagens digitais por QR Code, por R$ 130.&nbsp;</p>



<p>Durante a temporada, o shopping receberá alimentos não perecíveis para a campanha Natal Sem Fome, da ONG Ação da Cidadania, apoiada anualmente pelos shoppings da Ancar.</p>



<p><strong>Serviço | Natal de Memórias no Shopping Nova América</strong></p>



<p><strong>Inauguração:</strong>&nbsp;31 de outubro &nbsp;</p>



<p><strong>Programação de abertura:</strong></p>



<p><strong>16h e 17h:</strong>&nbsp;paradas natalinas pelos corredores do shopping.&nbsp;</p>



<p><strong>18h:</strong>&nbsp;chegada do Papai Noel, cortejo de personagens natalinos, participação do mascote Tijolinho e queima de fogos.&nbsp;</p>



<p><strong>Local para acompanhar a chegada e os fogos:</strong>&nbsp;área externa do Acesso A, próximo ao estacionamento do Hotel Ibis.&nbsp;</p>



<p><strong>Decoração:</strong>&nbsp;Praça de Eventos do primeiro piso, próxima ao Acesso A.&nbsp;</p>



<p><strong>Atrações gratuitas:</strong>&nbsp;piano de chão, casa de boneca, caixa de presente com escorregadores, pião, jogo da velha, Gênius e espaços para fotos.&nbsp;</p>



<p><strong>Kabum (atração paga):</strong></p>



<p><strong>A partir de 03 de novembro<br>Segunda a quinta-feira:</strong>&nbsp;R$ 10.&nbsp;</p>



<p><strong>Sexta-feira a sábado:</strong>&nbsp;R$ 15.&nbsp;</p>



<p><strong>Clientes aMais, de segunda a quinta-feira:</strong>&nbsp;R$ 5.&nbsp;</p>



<p><strong>Clientes aMais, de sexta-feira a sábado:</strong>&nbsp;R$ 10.&nbsp;</p>



<p><strong>Fotos com o Papai Noel</strong></p>



<p><strong>Período:</strong>&nbsp;de 31 de outubro a 24 de dezembro.&nbsp;</p>



<p><strong>Horários:</strong>&nbsp;segunda a sexta-feira, das 14h às 22h, com uma hora de intervalo; sábados, das 10h às 22h, com dois intervalos de 45 minutos; domingos, das 13h às 21h, com uma hora de intervalo.&nbsp;</p>



<p><strong>Local:</strong>&nbsp;Praça de Eventos do primeiro piso, próxima ao Acesso A.&nbsp;</p>



<p><strong>Fotos com celular ou câmera própria:</strong>&nbsp;gratuitas.&nbsp;</p>



<p><strong>Serviços fotográficos opcionais:</strong>&nbsp;produtos e pacotes a partir de R$ 35, conforme tabela da empresa&nbsp;Photopark.&nbsp;</p>



<p><strong>Endereço:</strong>&nbsp;Av. Pastor Martin Luther King Jr., 126, Del Castilho, Rio de Janeiro – RJ.&nbsp;</p>



<p>No dia 1º de novembro,&nbsp;<strong>o</strong> Papai Noel chega ao Botafogo Praia Shopping&nbsp;para inaugurar a temporada natalina na Zona Sul do Rio. A partir das&nbsp;14h, o empreendimento promove uma programação especial para receber o Bom Velhinho, apresentar a decoração deste ano e encantar toda a família. Com um&nbsp;cortejo musical&nbsp;que conduzirá o público pelos corredores do shopping, as atividades se concentram no 2º piso.</p>



<p>Será a primeira oportunidade do público de conhecer os encantos do&nbsp;Bosque Mágico, conceito trabalhado na decoração do Natal 2026. Inspirado na atmosfera lúdica dos bosques e em seus elementos naturais, o cenário promete transportar os visitantes para um universo de fantasia, com espaços pensados para reunir, celebrar e registrar momentos especiais.</p>



<p>A partir das 14h, os clientes poderão aproveitar uma programação especial, com&nbsp;oficinas infantis&nbsp;e a&nbsp;presença de Foguinho, mascote do Botafogo Praia Shopping. Ao longo da tarde, paradas natalinas pelos andares do shopping, uma ação de fotos e distribuição de balões e doces completam as atrações, criando um ambiente de diversão para toda a família.</p>



<p>Às 18h,&nbsp;o Papai Noel chega à entrada principal do empreendimento, em uma encenação que promete envolver crianças e adultos no clima mais mágico do ano. Após a recepção, o público poderá acompanhá-lo em um cortejo especial até a Praça de Eventos, no 2º piso, onde estarão concentrados o cenário do Bosque Mágico e o trono do anfitrião da celebração.</p>



<p>“O Natal é uma das épocas mais especiais do ano, marcada pelos encontros, pela troca de carinho e pela criação de memórias em família. Estamos preparando cada detalhe para que essa atmosfera esteja presente no shopping desde a chegada do Papai Noel até o fim do ano. Afinal, esse também é um período estratégico para o varejo, que ganha força com a busca por presentes e pelas experiências compartilhadas”, afirma Isabella Colonna, gerente de Marketing do Botafogo Praia Shopping.<br></p>



<p><strong>Serviço: Chegada do Papai Noel no Botafogo Praia Shopping<br></strong>Data: 01/11 (domingo)<br>Horário: a partir das 14h<br>Local: Praça de Eventos, no 2º piso<br>Endereço: Praia de Botafogo, 400 Evento gratuito</p>



<p>O Madureira Shopping abre, no dia 8 de novembro, a partir das 13h, a temporada de Natal com uma programação voltada para toda a família. A decoração deste ano traz uma árvore de sete metros, de tamanho inédito no empreendimento, além de um brinquedão temático, cenário com&nbsp;jogo da memória e&nbsp;escorrega. A abertura também marca o retorno de uma tradição do shopping: o Papai Noel negro, que estará disponível para fotos e contará com espaço para cartinhas e trono pet.&nbsp;</p>



<p>Às 14h, personagens natalinos circularão pelo shopping, interagindo com o público e distribuindo doces, além de figuras do universo geek, como o Grinch. A programação&nbsp;também terá&nbsp;uma edição especial do Clube da Maduzinha. No domingo, os pequenos poderão participar de uma oficina de gorrinhos de Papai Noel e escrever cartinhas para o Bom Velhinho. As oficinas natalinas da programação infantil continuarão nos domingos seguintes, dias 15, 22 e 29 de novembro, sempre das 15h às 18h, com resgate pelo aplicativo do Madureira Shopping.&nbsp;</p>



<p>Para encerrar a programação de inauguração, às 17h, o 4º piso recebe o espetáculo musicado “Um Sonho de Natal”. Na história, um duende cria um plano mirabolante para espalhar o espírito natalino. Com canções, cenário e figurinos temáticos, a apresentação leva a magia do Natal ao público de forma lúdica e divertida.&nbsp;</p>



<p>Um dos personagens mais aguardados da temporada também estará presente: o clássico Papai Noel negro do Madureira Shopping. A escolha reforça a diversidade presente no bairro e amplia a representatividade de um dos principais símbolos do Natal, especialmente para crianças que poderão se reconhecer no personagem durante os encontros e registros em família.&nbsp;</p>



<p>“Queremos que o Natal seja um período de encontros e de experiências especiais para as famílias que fazem parte do Madureira Shopping. A decoração foi pensada para criar momentos de diversão para as crianças e, ao mesmo tempo, trazer elementos que dialoguem com o nosso público. Ter um Papai Noel negro também reforça a diversidade que faz parte de Madureira e amplia a identificação das famílias”, afirma Carolina Cereja, coordenadora de Marketing do Madureira Shopping.&nbsp;</p>



<p>Além da decoração e da programação gratuita de Natal, o shopping contará com um brinquedão temático, uma atração paga e independente da decoração natalina. Voltado para crianças de até 13 anos, o espaço reúne torre, passarelas, escorregadores tubulares e temáticos, Rolo Maluco e piscina de bolinhas, com atividades de diferentes níveis de aventura. Menores de 4 anos devem estar acompanhados por um adulto responsável, e pessoas com necessidades especiais têm direito a 50% de desconto mediante comprovação.&nbsp;</p>



<p><strong>Encontros com o Papai Noel</strong>&nbsp;</p>



<p>A partir da inauguração, o Papai Noel receberá as famílias na Praça de Eventos, no primeiro piso, para fotos e encontros durante toda a temporada, de 8 de novembro a 24 de dezembro. Na abertura, o atendimento começa às 13h. Nos demais dias, o atendimento será de segunda a sexta-feira, das 13h às 22h; aos sábados, das 10h às 22h; e aos domingos e feriados, das 13h às 21h.&nbsp;</p>



<p>O espaço contará ainda com uma caixa de correio para as crianças depositarem suas cartinhas para o Papai Noel, além de um trono pet, permitindo que os animais de estimação também participem dos registros natalinos com as famílias.&nbsp;</p>



<p><strong>Promoção de Natal</strong>&nbsp;</p>



<p>A campanha ganha uma nova frente a partir de 1º de dezembro, com o início da promoção Compre e Ganhe. Durante a ação, os clientes poderão receber um panetone da Cacau Show, enquanto durarem os estoques.&nbsp;</p>



<p><strong>Serviço – Natal no Madureira Shopping</strong>&nbsp;</p>



<p><strong>Inauguração:</strong>&nbsp;8 de novembro de 2026&nbsp;</p>



<p><strong>Início da programação:</strong>&nbsp;13h&nbsp;</p>
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		<title>Beneh GastroBar agora serve almoço aos sábados e domingos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 13:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> O Beneh GastroBar agora serve almoço aos sábados e domingos, tornando-se o destino completo para quem busca gastronomia de excelência, bebidas geladas e música de qualidade. Aos sábados e domingos, a casa passa a abrir as portas a partir das 12h para reunir amigos e familiares em um ambiente acolhedor e descontraído. O novo cardápio [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> O Beneh GastroBar agora serve almoço aos sábados e domingos, tornando-se o destino completo para quem busca gastronomia de excelência, bebidas geladas e música de qualidade. Aos sábados e domingos, a casa passa a abrir as portas a partir das 12h para reunir amigos e familiares em um ambiente acolhedor e descontraído.</p>



<p class="has-text-align-center">O novo cardápio de almoço do Beneh conta com pratos fartos para compartilhar, como por exemplo o Bife à milanesa (R$ 79 para duas pessoas), que vem acompanhado de arroz de brócolis, batata frita e salada da casa; já a Feijoada do Beneh (R$ 94 para duas pessoas), é servida com arroz branco, couve, farofa e laranja; entre outras opções de dar água na boca.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além da gastronomia e do tradicional cardápio de petiscos, opções vegetarianas e drinks autorais exclusivos, os clientes aproveitam uma programação musical especial no final de semana:</p>



<p class="has-text-align-center">Sexta: Pagode na Varanda&nbsp;<br>Sábado: Pagode do Beneh<br>Domingo: Samba Dona Maria</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Queremos que o Beneh seja aquele ponto de encontro onde as pessoas chegam para um almoço sem pressa em família e acabam esticando com os amigos embalados por uma boa música ao vivo. Preparamos uma estrutura aconchegante e pratos saborosos e muito bem servidos para que todo mundo se sinta em casa&#8221;, comenta Guilherme Silva, empresário e sócio do Beneh.<br><strong><br>Serviço &#8211; Beneh Gastrobar:</strong><br>Endereço: Rua Dona Maria, 9 – Tijuca<br>Horário de Funcionamento: Terça a quinta das 18h às 00h; Sexta das 18h às 01h; Sábado das 12h às 01h; e Domingo &#8211; das 12h às 22h<br>Reservas: (21) 99945-1740<br>Instagram: @beneh.rio</p>
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		<title>Exposição &#8220;Vladimir Machado&#8221; traz os três gêneros artísticos do artista</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 16:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ICON Artes Galeria apresenta a exposição &#8220;Vladimir Machado &#8211; há mais de 50 anos pintando histórias&#8221;, trazendo o valioso conjunto de pinturas, gravuras e desenhos do artista plástico Vladimir Machado, que há décadas explora o figurativo com um olhar contemporâneo, cujos fundamentos aprendeu na Escola de Belas Artes da UFRJ com o Mestre J. Moraes.  Neste encontro a exposição [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A ICON Artes Galeria apresenta a exposição &#8220;Vladimir Machado &#8211; há mais de 50 anos pintando histórias&#8221;, trazendo o valioso conjunto de pinturas, gravuras e desenhos do artista plástico Vladimir Machado, que há décadas explora o figurativo com um olhar contemporâneo, cujos fundamentos aprendeu na Escola de Belas Artes da UFRJ com o Mestre J. Moraes. </p>



<p class="has-text-align-center">Neste encontro a exposição segue em&nbsp;temas, com obras cuidadosamente selecionadas de seu vasto acervo, a cargo da esposa Ana Golubi. Com uma base&nbsp;clássica sólida, Vladimir constrói uma linguagem pictórica única, onde o clássico e o&nbsp;contemporâneo se encontram.</p>



<p class="has-text-align-center">Seus surrealismos, apresentados em litogravuras, serigrafias e desenhos, revelam um artista que transita com maestria entre o íntimo e o simbólico. Seus nus, cenas cariocas e releituras de Pompéia, expõem tanto o seu tocante interesse por questões pessoais quanto sua paixão por assuntos de alcance histórico, cultural e universal. O artista explora o íntimo e o autobiográfico com a mesma intensidade que o simbólico e o metafórico, questionando a própria arte e a condição humana com igual prazer e<br>apuro técnico. Nessa busca, reinventa a tradição, dialoga com o presente e nos faz ver o mundo – e a nós mesmos – de outra forma.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição é, certamente, um convite a mergulhar nessa linguagem visual poderosa, feita de camadas, texturas e significados, onde arte e reflexão se entrelaçam.</p>



<p class="has-text-align-center">Com curadoria de Ricardo Garcia e realização de Paulo Salgado, diretor da ICON, a exposição&nbsp; pode ser visitada a partir de 3 de outubro, até 21 de novembro, na ICON Artes Galeria, no térreo da Fábrica Bhering.</p>
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		<title>&#8220;Confissões de Adolescente&#8221;, de Maria Mariana, ganha versão musical</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 19:06:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Musical]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há dores que, certamente, toda uma geração conhece: a primeira paixão, o primeiro desencontro, a sensação de estar vivendo tudo pela primeira vez, sem manual de instruções. É desse território que renasce um clássico absoluto dos anos 90: &#8220;Confissões de Adolescente&#8221;, de Maria Mariana, agora em versão musical. Mais de trinta anos depois de marcar toda [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Há dores que, certamente, toda uma geração conhece: a primeira paixão, o primeiro desencontro, a sensação de estar vivendo tudo pela primeira vez, sem manual de instruções. É desse território que renasce um clássico absoluto dos anos 90: &#8220;Confissões de Adolescente&#8221;, de Maria Mariana, agora em versão musical. </p>



<p class="has-text-align-center">Mais de trinta anos depois de marcar toda uma geração no teatro, na literatura e na televisão, a obra renasce a partir de um novo argumento assinado pela própria autora, trazendo como protagonista um dos nomes mais talentosos e promissores da nova geração: Flor Gil que, aos 18 anos, estreia nos palcos encarando o desafio de viver a protagonista interpretada por Maria Mariana nos anos 1990.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a nova versão também carrega uma simbologia rara de passagem de bastão entre gerações. Clara Guimarães, filha de Ingrid Guimarães; e Laura de Oliveira, filha de Maria Mariana, estreiam nos palcos na mesma peça que consagrou suas mães nos anos 1990. Completam o elenco Vannessa Gerbelli,Igor Jansen, Gi Alparone, Belle Restum, Belle Cárceres e Sanny Feijó. </p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a cada sessão, um convidado especial vai encantar o público, tornando o espetáculo único e surpreendente. A direção e o texto são de Matheus Souza; a produção é de Diego Timbó (que também assina a direção musical ao lado de Felipe Bade e Victor Huggo), Victor Pinto e Beatriz Rhaddour; a direção de produção é de Lidyani Marques; coreografia de Roberta Serrado; figurinos de Carol Roquette e iluminação de Rodrigo Belay.</p>



<p class="has-text-align-center">Na nova trama, Carol (Flor Gil) é uma jovem às voltas com os dilemas e as inquietações de toda adolescência. Sem saber como atravessá-los, ela faz uma viagem ao passado e encontra a própria mãe ainda adolescente. Juntas, elas se unem para enfrentar essa travessia e tudo o que vem com ela.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A ideia surgiu numa reunião com o Diego Timbó e a Beatriz Rhaddour, quando pensávamos em obras para adaptar ao público mais jovem. Aí lembrei que, em 2012, fiz um teste para o filme &#8216;Confissões de Adolescente&#8217;. Não passei, mas foi um teste que me marcou muito. Como também trabalhamos com música, pensamos num formato musical. Procuramos a Maria Mariana, ela gostou da proposta e já tinha um novo argumento, porque a intenção não era repetir o texto, mas criar uma nova obra&#8221;, conta Victor Pinto, produtor do espetáculo.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo Victor, o que a nova adaptação traz de mais forte é o debate sobre questões geracionais, além de mais personagens para o palco, saindo da construção clássica de apenas quatro meninas em cena.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Ter mais artistas representando nos ajuda a trazer uma diversidade muito maior de olhares, experiências e temas atuais. Para completar, é um projeto pensado para ter vida longa: além dos palcos, também queremos desdobrar o Confissões no formato de podcast e em outros formatos artísticos&#8221;, explica. </p>



<p class="has-text-align-center">A obra original &#8211; <a href="https://rotacult.com.br/2026/08/classico-dos-anos-90-confissoes-de-adolescente-ganha-nova-edicao-34-anos-apos-seu-lancamento/">que também acaba de ser relançada, 34 anos depois da primeira edição</a> &#8211; marcou época e tocou toda uma geração ao falar abertamente das descobertas, dos conflitos e das transformações da adolescência, trazendo à tona temas que, até então, eram considerados tabus entre os jovens, como morte, sexo, aborto e muito mais. </p>



<p class="has-text-align-center">Para o diretor Matheus Souza, remontar a obra é também honrar o espírito com que ela nasceu.&#8221;O grande marco do &#8216;Confissões&#8217; original é que ele ofereceu algo novo para aquela época. Algo que as pessoas não esperavam. O Domingos Oliveira dizia muito isso. O papel do artista não é dar o que o público está querendo. É dar o que o espectador não sabe que quer&#8230; E que está precisando muito receber&#8221;, afirma Matheus Souza.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> Temporada: de 23 de outubro a 29 de novembro / Horário: Sexta, às 20h; sábado e domingo, às 19h Local: EcoVilla Ri Happy &#8211; Sala Tom Jobim Endereço: Rua Jardim Botânico, 1008, Jardim Botânico Ingressos antecipados em: <a href="https://click.knewin360.com/Click/click/eyJhbGciOiJIUzI1NiIsInR5cCI6IkpXVCJ9.eyJjYW1wYWlnbklkIjoiZjBjOWQ3NTAtM2E0MC00YTA5LTZhYjItMDhkZjA3NWFkMjJkIiwicGVyc29uSWQiOiJkZTcwZTRiOS1jY2UyLTQ2ZmUtYTBmMy02MzNkNGUzYjc2ODUiLCJlbWFpbCI6ImNvbnRhdG9Acm90YWN1bHQuY29tLmJyIiwidXJsIjoiaHR0cHM6Ly93d3cuaW5ncmVzc28uY29tL2VzcGV0YWN1bG9zL2NvbmZpc3NvZXMtZGUtYWRvbGVzY2VudGUiLCJpc1NlZ21lbnRhdGlvbiI6IlRydWUiLCJuYmYiOjE3OTAzNTE5ODUsImV4cCI6MTc5Mjk0Mzk4NSwiaWF0IjoxNzkwMzUxOTg1fQ.qe5YvL7bky1ee4RP1alkg-Gl_CJ8iyBJZAwJbM3IctY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.ingresso.com/espetaculos/confissoes-de-adolescente</a>  / Classificação indicativa: 12 anos</p>
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