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	<title>Destaque - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Destaque - Rota Cult</title>
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		<title>O Mandaloriano e Grogu se afasta da essência da série</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cesar Monteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[George Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[O Mandaloriano e Grogu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a Lucasfilm decidiu retomar Star Wars nos cinemas após um hiato de sete anos, uma resolução era inegociável: não causar divisão ou polêmica entre os fãs. A trilogia que encerrou a chamada saga Skywalker não é exatamente uma unanimidade positiva entre os fãs da franquia, por isso, a Disney resolveu lançar mão de um produto de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quando a Lucasfilm decidiu retomar <em>Star Wars</em> nos cinemas após um hiato de sete anos, uma resolução era inegociável: não causar divisão ou polêmica entre os fãs. A trilogia que encerrou a chamada saga Skywalker não é exatamente uma unanimidade positiva entre os fãs da franquia, por isso, a Disney resolveu lançar mão de um produto de reputação ilibada: a série <em>O Mandaloriano</em>. O filme <em>O Mandaloriano e Grogu</em> traz exatamente esta segurança de que o estúdio precisava para um recomeço (talvez até um reboot) do universo criado por George Lucas na plataforma em que gera mais frisson: o cinema. Afinal de contas, ambas as retomadas de <em>Star Wars</em> nas telonas – <em>A Ameaça Fantasma</em> e <em>O Despertar da Força</em> – provocaram uma corrida às salas, enchendo os cofres com arrecadações na casa dos bilhões. O filme de 2015 fez 2 bilhões nas bilheterias, metade do valor da compra da Lucasfilm pela Disney.</p>



<p class="has-text-align-center">E se a estratégia é lucro certo, nada mais acertado do que apostar no principal ativo de&nbsp;<em>Star Wars</em>&nbsp;nos últimos anos: o pequenino Grogu, também conhecido vulgarmente como Baby Yoda (quando era chamado na série apenas de &#8220;A Criança&#8221;, devido ao fato de pertencer à mesma espécie do velho mestre Jedi). Enquanto os produtos licenciados dos novos filmes encalhavam nas prateleiras das lojas, os bonecos do pequeno sensitivo da Força vendiam aos borbotões. E as&nbsp;<em>action figures</em>&nbsp;do mercenário que dá nome à série também não faziam feio. Era questão de tempo para a dupla chegar aos cinemas.</p>



<p class="has-text-align-center">Ambientado após a queda do Império, o filme acompanha o mandaloriano Din Djarin, vivido por Pedro Pascal, e Grogu em uma nova jornada pela galáxia. Em meio ao processo de reconstrução política conduzido pela Nova República, a dupla se vê envolvida em uma missão que a leva a rastrear remanescentes imperiais e senhores da guerra escondidos em diferentes regiões do universo. Dando continuidade aos eventos da série, a trama aplica a receita que fez de&nbsp;<em>Star Wars</em>&nbsp;o fenômeno de massa que se tornou: aventura, ação e o vínculo entre mestre e aprendiz em um cenário de guerra — ou, neste caso, marcado pelas consequências dela.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, vale ressaltar que, além de trazer <em>Star Wars</em> de volta aos cinemas, o filme também é imbuído de um aspecto de reencontro do público com a série que pavimentou a galáxia muito distante no streaming da Disney, e com muito sucesso. A questão é que, no afã de conquistar todos os públicos — o juvenil, os não iniciados e os fãs consolidados —, <em>O Mandaloriano e Grogu</em> não se arrisca e apenas reproduz o que já deu certo na franquia. Estão ali a artilharia imperial, agora usada pelos remanescentes (os andadores AT-AT enchem os olhos na tela do IMAX); a vilania dos hutts, raça a que pertencia Jabba, de <em>O Retorno de Jedi</em>, agora representada por seu filho e membros da família nada nobres; a grande besta que habita uma cova; e as manobras da Razor Crest e de X-Wings. Porém, essa versão cinematográfica deixa um pouco de lado o que sua contraparte televisiva tinha de melhor, e que foi responsável pela fidelização dos fãs: explorar os aspectos mais interessantes do mundo criado por Lucas e ampliá-los com explicações plausíveis, mirando em um público já crescido. Aqui, as coisas são como são porque são, e maiores detalhamentos são vistos como entrave para que cenas de ação desenfreadas se encadeiem.</p>



<p class="has-text-align-center">Jon Favreau, criador da série — e que chegou a ser um dos nomes cogitados para comandar&nbsp;<em>O Despertar da Força</em>&nbsp;antes da escolha de J.J. Abrams —, era a escolha mais óbvia para o projeto. Não só por ser o dono do brinquedo, mas por ter sido ele o responsável por iniciar o Universo Cinematográfico da Marvel com seu&nbsp;<em>Homem de Ferro</em>, em 2008. Se era preciso alguém que entendesse de construir franquias, ele era o nome certo. Sua direção segue o convencional, sem grandes ousadias, e sempre prestando tributo tanto aos longas, sobretudo à Trilogia Clássica, quanto aos episódios da série. No entanto, por mais que o novo longa se venda como uma nova aventura de Din Djarin e Baby Yoda em uma escala cinematográfica, essa ambição já estava presente na série do Disney+ em diversos episódios, sobretudo nas duas primeiras temporadas. O roteiro assinado por Favreau e Dave Filoni (sucessor direto de Lucas e atual manda-chuva criativo da Lucasfilm) é estruturado em cima de situações familiares para quem acompanhou a série, sem nenhuma surpresa ou reviravolta para o arco dos personagens.</p>



<p class="has-text-align-center">No Brasil,&nbsp;<em>O Mandaloriano e Grogu</em>&nbsp;ganhou o prefixo&nbsp;<em>Star Wars</em>&nbsp;no título para garantir o interesse do público amplo. Uma manobra compreensível, já que por aqui a franquia, apesar de popular, não tem o mesmo apelo que possui nos Estados Unidos. O nome de Pedro Pascal também pode atrair plateias, apesar de ele não tirar o capacete por grande parte do tempo e em diversos momentos ser substituído por dublês. Sigourney Weaver, a eterna Ripley de&nbsp;<em>Alien</em>, está ali para arrancar um largo sorriso dos fãs de sci-fi no papel de uma coronel da Nova República, e as curiosas participações de Jeremy Allen White e até Martin Scorsese como dubladores podem ser consideradas atrativos. Já Grogu, como era de se esperar, está ali apenas para fazer gracinha e renovar o merchandising, já que seu arco se fechou no último episódio da segunda temporada e na terceira e última já estava relegado a essa função. Essa empreitada da Lucasfilm busca resgatar, sobretudo, o espírito de matinês que tanto influenciou o&nbsp;<em>Star Wars</em>&nbsp;de 1977, e o objetivo foi alcançado. O longa é um entretenimento ligeiro e eficaz. O pecado é jogar tão seguro que acaba abrindo mão da essência audaciosa da série.</p>
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		<title>Flavia Daudt reflete sobre a riqueza ecológica em nova exposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um percurso sensorial e poético pelo Cerrado brasileiro por meio da arte contemporânea é o que propõe a exposição &#8220;Ser(tão): Imersão no Cerrado&#8221; no Museu do Jardim Botânico. Com obras inéditas da artista visual Flavia Daudt, a mostra ocupa diferentes espaços do museu e articula fotocolagem, instalação e arte sonora para refletir sobre a riqueza [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Um percurso sensorial e poético pelo Cerrado brasileiro por meio da arte contemporânea é o que propõe a exposição &#8220;Ser(tão): Imersão no Cerrado&#8221; no Museu do Jardim Botânico. Com obras inéditas da artista visual Flavia Daudt, a mostra ocupa diferentes espaços do museu e articula fotocolagem, instalação e arte sonora para refletir sobre a riqueza ecológica e a vulnerabilidade do segundo maior bioma do país. </p>



<p class="has-text-align-center">O Museu do Jardim Botânico convida o público a refletir sobre o Cerrado e os desafios relacionados à sua conservação. Ocupando cerca de um quarto do território nacional e responsável por importantes nascentes hidrográficas, o Cerrado é um dos biomas mais ameaçados pelo avanço do desmatamento e da expansão agropecuária.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir de pesquisas e viagens realizadas desde 2021, Flavia Daudt e Ana Paula Freitas Valle desenvolveram trabalhos inspirados nas paisagens, espécies e comunidades do Cerrado. Para a exposição no Museu do Jardim Botânico, foi concebido um percurso dividido em três ambientes, associados simbolicamente à terra, à água e ao ar.</p>



<p class="has-text-align-center">Logo na entrada, o público encontra a instalação &#8220;Um Cerrado Assim&#8221;, idealizada por Ana Paula Freitas Valle, composta por grandes fotocolagens de autoria de Flavia Daudt, impressas em seda e organza, em grandes dimensões de até quase três metros de altura. As obras recriam poeticamente as paisagens e belezas naturais do bioma. O espaço também apresenta esculturas inspiradas em cupinzeiros produzidas pelo artista convidado Willy Reuter, que ampliam a sensação de imersão na paisagem retratada.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Outro destaque é &#8220;Terra que Guarda&#8221;, instalação de 8 metros de altura que ocupa a escada principal do museu com a imagem monumental de uma árvore e suas raízes bordadas pela artista convidada Mirele Volkart. A obra desce do pé-direito até o térreo do museu e é complementada por uma arte sonora com o barulho das águas, assinada por Joe Stevens.</p>



<p class="has-text-align-center">No primeiro pavimento, a exposição homenageia o joão-de-pau, ave presente no Cerrado brasileiro, com um grande ninho de madeira imersivo – produzido com galhos de poda sustentável das árvores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro – pelo artista convidado Ricardo Siri. Na parede, além de uma fotocolagem de autoria de Flavia Daudt, um grande painel com aves do bioma, desenvolvido pelo ornitólogo Luciano Lima, apresenta o canto de diferentes espécies. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 23 de maio  a 3 de novembro / Museu do Jardim Botânico<br>Visitação: quinta a terça-feira, das 10h às 18h (última entrada às 17h)<br>Entrada gratuita mediante retirada de ingresso pelo site <a href="https://jbrj.eleventickets.com/#!/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jbrj.eleventickets.com/#!/home</a></p>
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		<title>Companhia de Dança Deborah Colker apresenta seu mais recente trabalho no Theatro Municipal do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Espetáculos de Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia de Dança Deborah Colker realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado &#8220;Remix&#8221;, que reúne cenas icônicas extraídas de &#8220;Vulcão&#8221; (1994), &#8220;Rota&#8221; (1997), &#8220;4&#215;4&#8221; (2002) e &#8220;Belle&#8221; (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. Depois de passar por várias cidades do Sul do país, o espetáculo faz uma curta temporada no Theatro Municipal do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Companhia de Dança Deborah Colker realiza em 2026 a circulação pelo Brasil do seu mais recente trabalho intitulado &#8220;Remix&#8221;, que reúne cenas icônicas extraídas de &#8220;Vulcão&#8221; (1994), &#8220;Rota&#8221; (1997), &#8220;4&#215;4&#8221; (2002) e &#8220;Belle&#8221; (2014), incluindo as coreografias com os vasos suspensos e a roda gigante. Depois de passar por várias cidades do Sul do país, o espetáculo faz uma curta temporada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia desse &#8220;Remix&#8221; surgiu em 2025 quando a coreógrafa Deborah Colker foi agraciada com o título de Cidadã Honorária de Mesquita, cidade situada na Baixada Fluminense. No dia da cerimônia, havia uma exposição fotográfica com uma retrospectiva da atuação de Deborah e crianças que se dedicam à dança fizeram uma apresentação inspirada em espetáculos da Companhia. &#8220;Ficamos muito emocionados com a homenagem das crianças. Percebemos que nossas três décadas de trabalho já estão deixando um legado&#8221;, relembra o diretor executivo e cofundador João Elias.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O desafio de Deborah e Elias passou então a ser a escolha por cenas dentre quinze trabalhos. Essas cenas precisariam ainda atender a dois critérios: ser ao mesmo tempo impactantes para o reencontro com o público e demonstrar a potência criativa da Companhia. A decisão foi finalizada com a seleção da coreografia &#8220;Paixão&#8221; do espetáculo &#8220;Vulcão&#8221; (1994), a cena &#8220;Delírios&#8221; de &#8220;Belle&#8221; (2014), &#8220;As Meninas&#8221; e &#8220;Vasos&#8221; de &#8220;4&#215;4&#8221; (2002) e as coreografias &#8220;Gravidade&#8221; e &#8220;Roda&#8221; do espetáculo &#8220;Rota&#8221; (1997).</p>



<p class="has-text-align-center"><br>O resultado dessa remixagem tornou-se a produção mais ousada da Companhia. &#8220;São toneladas de equipamentos, muitas pessoas envolvidas e uma grande estrutura de montagem&#8221;, conta o diretor executivo. O elenco conta com 16 bailarinos que dançam com uma cortina gigantesca de 12 metros, 90 vasos e uma roda com 5 metros de diâmetro, em dois atos que reservam muitas surpresas. &#8220;São atos com emoções diferentes. No primeiro, há o encontro com os sentimentos mais densos e explosivos. No segundo, tem a alegria e a leveza&#8221;, explica Elias, que também assina a dramaturgia.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Remontar não é só repetir os movimentos. O mais difícil é lembrar o contexto da criação. O pensamento que deu origem ao movimento&#8221;, pontua Deborah, contabilizando que a viagem mais longa, no tempo e na memória, é de 32 anos, no princípio da Companhia quando coreografou &#8220;Paixão&#8221; para o espetáculo &#8220;Vulcão&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Para Deborah, &#8220;Remix&#8221; também direciona o olhar para além do próprio repertório. &#8220;Desde 2024, venho enfrentando duras batalhas na vida pessoal que me forçaram a olhar ainda mais para dentro de casa. Minha família e a Companhia são a minha vida&#8221;, destaca a coreógrafa, que avisa que o novo trabalho é um convite para o reencontro com diferentes fases de criação. &#8220;Como toda obra de arte, um livro que você relê, uma música que você ouve outra vez, um filme que você revê, o público vai sentir novas emoções com &#8216;Remix'&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A equipe criativa se completa com a direção de arte de Gringo Cardia, que assina todos os cenários originais. Os figurinos ficam sob a responsabilidade de Claudia Kopke, que atualiza os originais de Yamê Reis e Samuel Cirnansck. Berna Ceppas conduz a fusão da trilha sonora. A adaptação dos projetos de iluminação a partir dos originais de Jorginho de Carvalho foi feita por Eduardo Rangel.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Remix&#8221; é o terceiro projeto especial que remasteriza o próprio repertório da Companhia. Mas, diferencia-se de &#8220;Mix&#8221; (1995) e &#8220;Vero&#8221; (2016) justamente pela dramaturgia que, desta vez, ao invés de dois, cria um fio condutor para quatro espetáculos emblemáticos, que igualmente mostram ao público a inventividade e a ousadia, características marcantes dos espetáculos da Companhia de Dança Deborah Colker.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO </strong> Data e horário: 03, 04, 05/06 (quarta a sexta), às 19h30 | 06 e 07/06 (sábado e domingo), às 16h / Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Floriano, S/Nº – Centro)  Ingressos  <a href="https://feverup.com/m/609762?preview=92176726" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://feverup.com/m/609762?preview=92176726</a> </p>
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		<title>Deliciando Ao Fogo lança rodízio de culinária japonesa</title>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[culinária japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[Deliciando_Japa]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O restaurante Deliciando Ao Fogo, inaugurado em 2021 na Barra da Tijuca, dá mais um passo em sua proposta gastronômica com o lançamento do rodízio de culinária japonesa. Conhecido pelo tradicional cardápio de carnes nobres preparadas na brasa, o restaurante passou a desenvolver o conceito de integrar também a culinária japonesa à experiência já consolidada [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O restaurante Deliciando Ao Fogo, inaugurado em 2021 na Barra da Tijuca, dá mais um passo em sua proposta gastronômica com o lançamento do rodízio de culinária japonesa.</p>



<p class="has-text-align-center">Conhecido pelo tradicional cardápio de carnes nobres preparadas na brasa, o restaurante passou a desenvolver o conceito de integrar também a culinária japonesa à experiência já consolidada da casa. O empresário Diogo Januário atua no ramo de alimentação desde 2016 e traz para o Deliciando Ao Fogo referências e inspirações de viagens, incorporando ao restaurante tendências gastronômicas e experiências que unem diferentes culturas à essência da brasa. A proposta de combinar mar e fogo, sushi e churrasco premium, faz parte desse conceito de experiência mais ampla e contemporânea.</p>



<p class="has-text-align-center">O rodízio conta com uma seleção especial de sushis, sashimis e pratos quentes, como o Yakisoba Surf and Turf, que mistura camarão e carne bovina. Entre os destaques estão o Shake Truffle, com sashimis levemente maçaricados, azeite trufado, flor de sal e raspas de limão siciliano, Ebi Deliciando, com camarão VG empanado, topo de salmão e molho teriyaki, a Barriga Trufada, niguiri de barriga de salmão com flor de sal e azeite trufado, e o Smoke Rainbow, uramaki que combina diferentes pescados em uma apresentação sofisticada. </p>



<p class="has-text-align-center">O hand roll é outro destaque com uma versão contemporânea inspirada no formato de um taco mexicano, com alga nori ultra crocante servida aberta, recheada com tartare de salmão temperado e levemente picante. Uma combinação leve, crocante e cheia de textura, que traz uma experiência divertida e moderna ao rodízio.</p>



<p class="has-text-align-center">O rodízio&nbsp;está&nbsp;disponível de terça a&nbsp;às&nbsp;domingo. De terça a quinta-feira custa R$109 por pessoa, e sextas, sábados e domingos custa R$129 por pessoa.&nbsp;Para celebrar o lançamento, o restaurante promove durante todo o mês de maio uma condição especial: de terça a quinta-feira, a segunda pessoa recebe 50% de desconto no rodízio.</p>



<p class="has-text-align-center">A novidade reforça o posicionamento do Deliciando Ao Fogo como um dos destinos gastronômicos da Barra da Tijuca, oferecendo uma experiência completa que combina cortes premium, culinária japonesa, ambiente elegante e atendimento reconhecido pelo público. &#8220;Hoje existe um público que quer compartilhar a experiência da carne na brasa, mas também busca pratos mais leves, frescos e ligados a um estilo de vida de bem-estar. A culinária japonesa entra muito bem nesse contexto&#8221;, explica Diogo.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:<br>Deliciando ao Fogo&nbsp;<br>Endereço: Av. Marechal Henrique Lott, 163 – Barra da Tijuca</p>
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		<title>Editora Vida lança legado de A. W. Tozer em coleção com 14 clássicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:48:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De olho no interesse crescente dos leitores por formação e consistência espiritual, a Editora Vida lança a Coleção A. W. Tozer, que reúne 14 obras de um dos pensadores mais influentes do século XX. A publicação apresenta ao mercado uma curadoria dos principais títulos do autor, com proposta editorial que conecta projeto gráfico premium, tradição teológica e aplicação [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De olho no interesse crescente dos leitores por formação e consistência espiritual, a Editora Vida lança a Coleção A. W. Tozer, que reúne 14 obras de um dos pensadores mais influentes do século XX. A publicação apresenta ao mercado uma curadoria dos principais títulos do autor, com proposta editorial que conecta projeto gráfico premium, tradição teológica e aplicação prática da doutrina cristã.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os destaques estão obras amplamente conhecidas, como <em>A Vida Crucificada</em>, <em>Em Busca de Deus</em>, <em>Os Atributos de Deus </em>(vol. 1 e 2), <em>O Tamanho da Alma</em>, <em>Maturidade Espiritual</em> e <em>Ausência de Dons</em>. Com linguagem acessível e abordagem devocional, os livro dialogam tanto com líderes e estudantes de teologia quanto com o público em geral que busca viver uma fé mais autêntica.</p>



<p class="has-text-align-center">Além do conteúdo aprofundado, a nova coleção aposta em capa dura com&nbsp;<em>hot stamping</em>&nbsp;e miolo colorido. Os 14 títulos poderão ser adquiridos em um box ou individualmente em livrarias e no site: www.editoravida.com.br.</p>
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		<title>Saxofonista e compositor americano Joshua Redman vem ao Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:19:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[Joshua Redman]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Queremos! traz ao Brasil o saxofonista e compositor americano Joshua Redman, que se apresenta pela série Queremos! Jazz. Considerado um dos principais nomes do jazz contemporâneo nas últimas décadas, Redman desenvolve um trabalho marcado pela combinação entre virtuosismo técnico, improvisação coletiva e constante renovação estética. Os shows fazem parte da turnê de seu novo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Queremos! traz ao Brasil o saxofonista e compositor americano Joshua Redman, que se apresenta pela série Queremos! Jazz. Considerado um dos principais nomes do jazz contemporâneo nas últimas décadas, Redman desenvolve um trabalho marcado pela combinação entre virtuosismo técnico, improvisação coletiva e constante renovação estética.</p>



<p class="has-text-align-center">Os shows fazem parte da turnê de seu novo álbum, &#8220;Words Fall Short&#8221;, lançado pelo selo Blue Note. No trabalho, Joshua apresenta composições inéditas desenvolvidas ao longo dos últimos anos ao lado de uma nova formação composta pelo pianista Paul Cornish, o baixista Philip Norris e o baterista Nazir Ebo. O disco amplia a investigação musical do artista ao explorar temas ligados à imperfeição, linguagem, memória e conexão humana, em composições que transitam entre momentos contemplativos e passagens de intensa interação improvisada.</p>



<p>Com mais de três décadas de carreira, Joshua Redman consolidou uma das trajetórias mais relevantes do jazz moderno, reunindo trabalhos autorais e colaborações com nomes como Brad Mehldau, Christian McBride, Pat Metheny, Brian Blade e The Bad Plus. Ao longo dos anos, o saxofonista manteve presença constante nos principais festivais e salas de concerto do mundo, sendo reconhecido por sua capacidade de equilibrar tradição e experimentação em performances marcadas pela escuta coletiva e pela construção narrativa.</p>



<p class="has-text-align-center">Em &#8220;Words Fall Short&#8221;, Redman também amplia o diálogo entre diferentes gerações do jazz contemporâneo ao convidar artistas como a saxofonista Melissa Aldana, a trompetista Skylar Tang e a cantora Gabrielle Cavassa para participações especiais. O álbum sucede &#8220;where are we&#8221;, trabalho lançado em 2023 que marcou sua primeira experiência em um projeto centrado na voz.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A trajetória do Joshua Redman ajuda a entender como o jazz contemporâneo segue em transformação, conectando tradição, improvisação e novas formas de composição coletiva&#8221;, afirma Pedro Seiler, co-diretor do Queremos!. &#8220;Trazer esse trabalho ao Brasil faz parte do nosso compromisso em apresentar artistas fundamentais da música internacional em momentos importantes de suas carreiras&#8221;, completa Felipe Continentino, também diretor do projeto.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> Data: 30 de setembro de 2026 (quarta-feira) Local: Vivo Rio Endereço: Avenida Infante Dom Henrique, 85 &#8211; Parque do Flamengo  / <a href="https://www.ticketmaster.com.br/event/joshua-redman-queremos-no-vivo-rio-rj">VENDAS ONLINE RIO DE JANEIRO</a></p>
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		<title>CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta ciclo de leituras inspirado na vida e na obra de Abdias Nascimento </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Debates]]></category>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, entre os dias 20 de maio e 25 de junho, o ciclo de leituras e debates Pensando o Mundo Negro, inspirado na vida e na obra de Abdias Nascimento (1914-2011). Ao longo de seis encontros semanais gratuitos, o projeto articula a memória e a produção intelectual negra a temas contemporâneos como [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, entre os dias 20 de maio e 25 de junho, o ciclo de leituras e debates Pensando o Mundo Negro, inspirado na vida e na obra de Abdias Nascimento (1914-2011). Ao longo de seis encontros semanais gratuitos, o projeto articula a memória e a produção intelectual negra a temas contemporâneos como educação, política, artes visuais, teatro, poesia e panafricanismo. </p>



<p class="has-text-align-center">Os encontros partem da leitura de trechos de obras fundamentais de Abdias Nascimento e de autores e autoras que dialogam com o seu pensamento, promovendo um espaço de escuta, reflexão e atualização desses saberes. Cada dia será dedicado a um eixo temático e contará com mediação especializada, convidados e tradução em Libras. Ao final das exposições, o público poderá participar de um debate aberto. Haverá ainda sorteio de livros e emissão de certificados aos participantes.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O pensamento e o conhecimento sempre foram aliados da ação&#8221;, destaca Clícea Maria Miranda, diretora doInstituto Abdias Nascimento de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro) e curadora do evento. &#8220;Abdias Nascimento, assim como outros intelectuais negros, nos legaram um manancial de saberes como ferramentas de transformação. A proposta deste projeto é acessar o pensamento de Abdias Nascimento nos campos do conhecimento tendo, porém, como centralidade a experiência negra no mundo&#8221;, explica. </p>



<p class="has-text-align-center">A abertura do Pensando o Mundo Negro, em 20 de maio, contará com uma mesa sobre o pensamento social afro-brasileiro, com o sociólogo Tulio Custódio. Na semana seguinte (27/05), o encontro sobre educação reunirá as professoras Janete Ribeiro e Alessandra Pio. Já a sessão sobre Panafricanismo (03/06) terá a participação da escritora Elisa Larkin Nascimento e do antropólogo Rolf Malungo.</p>



<p class="has-text-align-center">Na noite dedicada à poesia (10/06), os destaques são o escritor Éle Semog e o embaixador aposentado Gonçalo de Barros Carvalho e Mello Mourão. O encontro sobre artes visuais (17/06) receberá os curadores Deri Andrade e Camila Rocha Campos. Encerrando o ciclo, a mesa sobre teatro (25/06) reunirá nomes como Jessé Oliveira, Gizelly de Paula e Tatiana Tibúrcio.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação completa está disponível no&nbsp;<a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da CAIXA Cultural</a>.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVI<u>ÇO:</u></strong>  <strong>Local: Datas: </strong>Dias 20/05, 27/05, 03/06, 10/06 e 17/06 (quartas-feiras); e dia 25/06 (quinta-feira) / CAIXA Cultural Rio de Janeiro &#8211; Unidade Passeio (Rua do Passeio, 38, Centro) / <strong>Inscrições gratuitas: </strong>Por este<strong> </strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdFYOhMO57wHisMwc9SQKKG4h3yR8YOqvcbYWLWXbUzFEYswg/viewform?usp=header" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></p>



<p><strong>Classificação Indicativa:&nbsp;</strong>Livre para todos os públicos</p>



<p><strong>Informações:</strong>&nbsp;(21) 3083-3610 |&nbsp;<a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da CAIXA Cultural</a>|&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/caixaculturalrj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caixaculturalrj</a></p>



<p><strong>Acesso para pessoas com deficiência</strong></p>



<p><strong> </strong></p>
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		<title>&#8220;Elogio da Loucura&#8221; chega ao Rio de Janeiro, em curta temporada no CCBB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sucesso de público e crítica em São Paulo, algumas capitais do Brasil (Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, entre outras) e, ainda, em cidades do interior de SP, &#8220;Elogio da Loucura&#8221; chega, enfim, ao Rio de Janeiro, em curta temporada no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. A atriz Leona Cavalli [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Sucesso de público e crítica em São Paulo, algumas capitais do Brasil (Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, entre outras) e, ainda, em cidades do interior de SP, &#8220;Elogio da Loucura&#8221; chega, enfim, ao Rio de Janeiro, em curta temporada no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">A atriz Leona Cavalli e o diretor Eduardo Figueiredo estreiam essa em nova parceria. Uma adaptação da obra de Erasmo de Rotterdam, para o teatro inspirada no livro &#8216;O Elogio da Loucura&#8217;. Erasmo de Rotterdam, o autor, viveu o final da Idade Média e o início da Idade Moderna e tornou-se um dos maiores escritores, humanistas e teólogos de todos os tempos. Aliás, ainda hoje vivemos conflitos semelhantes aos de séculos atrás; a hipocrisia e a perda dos valores da vida ainda são recorrentes.</p>



<p class="has-text-align-center">A encenação, repleta de ironia e humor, faz várias referências à loucura, presente nas artes, na História e na sociedade. A loucura, a insanidade mental, não é definida como uma condição humana que podemos adquirir. Erasmo trata a loucura de uma forma externa ao homem, e o homem só será louco se desejar ser.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Em um momento com tantas adversidades e repleto de inversões de valores éticos, políticos e sociais, um momento onde o homem apresenta sérios sinais de retrocesso e barbárie, a obra de Erasmo de Rotterdam nos apresenta uma importante reflexão sobre civilidade e empatia nos dias atuais&#8221;, diz o diretor Eduardo Figueiredo.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sempre fui apaixonada por esse texto de Erasmo de Rotterdam, inédito no teatro brasileiro, e incrivelmente atual, lúcido e necessário; por identificar a loucura como parte da condição humana, que, quando integrada, torna-se potência de transformação, arte e liberdade&#8221;, conta a atriz Leona Cavalli, que irá interpretar a Loucura.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo é pontuado com música ao vivo, executada pelos talentosos Daniel Líbano (violoncelo) e César LiRa (percussão). A trilha sonora transita entre o popular e o erudito, o contemporâneo e os ritmos étnicos.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra, escrita como uma sátira à sociedade dos séculos XV e XVI, tornou-se atemporal e profundamente atual; por apresentar uma nova visão da loucura, expondo as relações de poder na sociedade, na política e na Igreja, como espelhos de si mesma. Nessa versão para o teatro, a Loucura, interpretada pela atriz Leona Cavalli, se apresenta como personagem, mantendo a ótica, o sarcasmo e a sagacidade do conteúdo original da obra. Como definição gramatical, loucura é insanidade; porém o autor não a representa dessa forma, mas sim como parte da estrutura do nosso mundo, que como tal, clama por ser reconhecida e aceita.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> 28 de maio a 28 de junho de 2026 / Quinta a sábado, 19h | Domingo, 18h / Ingressos à venda na bilheteria ou pelo site  <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a> Local: Centro Cultural Banco do Brasil Rua Primeiro de Março, nº 66, Centro / Classificação indicativa: 16 anos</p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Klimt e Gaudí: O Impossível Existe&#8221;, exposição imersiva, aporta no Rio Design Barra </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 16:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os admiradores das obras de Klimt e Gaudí já podem garantir, suas entradas para exposição imersiva &#8220;Klimt e Gaudí: O Impossível Existe&#8221;, que estreia no Rio Design Barra no dia 10 de junho, data que marca o centenário da morte do arquiteto catalão e que posiciona a capital carioca como parte do epicentro global das [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Os admiradores das obras de Klimt e Gaudí já podem garantir, suas entradas para exposição imersiva &#8220;<em>Klimt e Gaudí: O Impossível Existe&#8221;</em>, que estreia no Rio Design Barra no dia 10 de junho, data que marca o centenário da morte do arquiteto catalão e que posiciona a capital carioca como parte do epicentro global das celebrações do chamado Ano Gaudí.</p>



<p class="has-text-align-center">O público carioca terá a oportunidade de presenciar exatamente os mesmos shows de superprojeções exibidos no Atelier des Lumières, em Paris, maior referência mundial em arte imersiva. Paredões de 7 metros de altura estruturam o mega-atelier de projeções, com quase 1.000 m², além dos ambientes cenográficos que o antecedem.</p>



<p>O espetáculo de luz e movimento levará os visitantes a uma viagem pelas pinturas brilhantes, sensuais e revolucionárias de Klimt, e pelas fachadas onduladas, mosaicos coloridos e padrões orgânicos de Gaudí.</p>



<p class="has-text-align-center">Com tecnologia de última geração, superprojetores de alta performance, megacomputadores para processamento de dados e transmissão 100% em fibra ótica, as enormes telas, inclusive o piso do espaço, serão tomadas pela arte dos dois célebres modernistas. A exposição apresenta releituras emocionantes por meio de técnicas avançadas de videografismo, que ampliam, animam e aplicam efeitos impressionantes sobre as obras.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição já passou por algumas das mais importantes cidades do mundo, como Paris, Nova York e Amsterdã, além de outras capitais europeias e da Ásia, e esteve em São Paulo dois anos atrás, recebendo mais de 5 milhões de visitantes como público total. Para o desembarque no Rio, está sendo construído um complexo de arte e tecnologia de 1.500 metros quadrados no shopping Rio Design Barra.</p>



<p class="has-text-align-center">O evento reúne duas exposições da produtora francesa Culturespaces Studio &#8211; Gustav Klimt, Gold in Motion (Gustav Klimt, Ouro em Movimento) e Gaudí, Architect of the Imaginary (Gaudí, o Arquiteto do Imaginário). O público brasileiro terá a oportunidade de presenciar exatamente os mesmos shows de super projeções exibidos no Atelier des Lumières, em Paris, maior referência mundial na arte imersiva.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Na temporada carioca, o espetáculo de movimento e luz tem realização da Lightland, da francesa Culturespaces Studio, e do Rio Design Barra, com parceria da Ingresso.com.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> A partir de 10 de junho / Local: Rio Design Barra &#8211; Av. das Américas, 7777 – Barra da Tijuca / <a href="https://www.riodesignbarra.com.br/novidade/exposicao-imersiva-klimt-e-gaudi-o-impossivel-existe#:~:text=Terça%20a%20sexta%20noturno%20(a,%2FR%2455%20meia%2Dentrada.">Ingressos a partir de 15 de maio à venda</a></p>



<p> </p>
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