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	<title>Destaque - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Destaque - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;O Processo&#8221;, de Kafka, mapeia a cultura da burocracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 14:09:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Dez anos depois de &#8220;A Metamorfose&#8221; (1915), livro no qual o impasse de um homem tornava-o um inseto, veio &#8220;O Processo&#8221; (1925), que abre sua prosa com ponderação de culpa: &#8220;Alguém certamente havia caluniado Josef K., pois, numa manhã, ele foi detido sem ter feito mal algum&#8221;. A narrativa nasce de um manuscrito de 161 páginas (arrancadas de cadernos) que Franz Kafka (1883-1924) escreveu ao largo da I Guerra. A badalada tradução para o português de Modesto Carone (1937-2019), é eivada de claustrofobia. Agora, sua nova versão recente para os palcos vai em igual toada. É, certamente, sufocante, mas gera bem-vindas reflexões. </p>



<p class="has-text-align-center">Rubens Bonfim adaptou o romance para os palcos, consolidando-o como espetáculo sob a direção de Cecília Terrana, que aproveita com inteligência a exasperação da argamassa literária kafkiana. Em seus aforismos, o pensador de Praga escreveu: &#8220;O verdadeiro caminho passa por uma corda que não está esticada no alto, mas logo acima do chão. Parece mais destinada a fazer tropeçar do que a ser percorrida&#8221;. Esse é o caminho de Joseph K. &nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center"> Kafka foi considerado por Jean Paul Sartre como o pai da literatura moderna</h2>



<p class="has-text-align-center">Além disso, há uma outra lição, deixada pelo escritor, que fala de seu personagem (vivido pelo próprio Bonfim): &#8220;De um certo ponto adiante não há mais retorno. Esse é o ponto que deve ser alcançado&#8221;. Bancário, K. tem uma vida modesta que é interrompida por uma calúnia. Cruzar o portal da lei é sua meta, para alcançar justiça e se expiar. Esta é representada por uma moldura de caixonete, como porta padrão, cujo acesso é negado recorrentemente ao protagonista por personagens vividos por Victor Nalin e Claudio Basttos. </p>



<p class="has-text-align-center">O interdito deles, numa ciranda de ações (e reações) em busca da verdade, gera, na encenação de Cecília, uma metáfora viva da burocracia que cerca não só o sistema judicial, mas diversos âmbitos da vida social, seja a religião ou o mundo laboral – de fábricas a repartições. Encolhe-se uma subjetividade a cada carimbada de uma sociedade de formulários e de algoritmos. &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A iluminação de Vanessa Miranda desenha, surpreendentemente, esse &#8220;encolhimento&#8221; da vontade, nas opressões que se impõem à virtude, a partir de uma operação de luz de destreza singular, que acossa Kafka e sua plateia, enquanto a trilha sonora de Afonso Henrique Soares eleva o tônus fervente de uma panela de pressão em acalorada ebulição. </p>



<p class="has-text-align-center">A mirada quase clownesca da máscara adotada por Bonfim desenha-se numa margem trágica de desesperança diante da condição moderna da percepção das hecatombes silenciosas que os tribunais arbitram, sem empatia. As máscaras de Nalin e de Basttos garimpam o tragicômico, de modo a expor o circo de um sistema desumanizado.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A permanência de &#8220;O Processo&#8221; no palco do Teatro Abu coincide com a chegada ao Rio do filmaço &#8220;Franz&#8221;, da polonesa Agnieszka Holland, que investiga a persona de Kafka e os signos que sua obra fabricou. Peça e longa-metragem se articulam para decifrar uma esfinge da literatura. &nbsp;</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/06/o-processo-de-franz-kafka-ganha-adaptacao-no-espaco-abu/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>
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		<title>&#8220;Apocalip-se&#8221; celebra a vida e as propriedades analgésicas do rock</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 13:45:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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]]></description>
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<p class="has-text-align-center">Tem um momento de &#8220;Tootsie&#8221; (1982), que ecoava vespertino na &#8220;Sessão da Tarde&#8221; da Globo, com Newton DaMatta a dublar Dustin Hoffman, em que se ouvia: &#8220;Eu não acredito no Diabo, eu acredito em desemprego&#8221;. O protagonista desse sucesso de bilheteria tinha um cabelinho meio desgrenhado pelo seu jeitão elétrico de falar e usava umas roupas informais de moletom que forravam a casca que criou para si a fim de se proteger do mundo. Jorge Caetano aparece igualzinho em &#8220;Apocalip-se&#8221;, tragicomédia musical crepuscular que se desfolha até desabrochar como afirmação da vida. É a peça mais celebrativa a zanzar pelos palcos do Rio desde janeiro.&nbsp;</p>



<p><a href="https://rotacult.com.br/2026/06/apocalip-se-de-julia-spadaccini-e-marcia-brasil-no-teatro-poeira/">Saiba mais sobre a peça!</a></p>



<p class="has-text-align-center">Jorge Caetano é um zé-pereira da arte. Canta, compõe, atua (bem pacas), faz artes plásticas&#8230; joga nas onze e marca gol em todas. A alquimia que construiu ao longo de quase 15 anos com a autora Julia Spadaccini (&#8220;A Porta da Frente&#8221;) pavimentou uma trilha de descobertas de seu patrimônio cênico através do corpo, da voz e o seu carisma tamanho GG) além das abordagens dramatúrgicas de um bicho carnívoro chamado Solidão.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="906" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-1024x906.jpeg" alt="&quot;Apocalip-se&quot;" class="wp-image-201098" style="aspect-ratio:1.1302495953658744;width:388px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-1024x906.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-300x265.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-768x679.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-1536x1358.jpeg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-475x420.jpeg 475w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-150x133.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-696x615.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-1068x944.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22-1920x1698.jpeg 1920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/22Apocalip-se22.jpeg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Aliás, Jorge é um ator de escuta: ouve o mundo, em seus lamentos e em suas demandas. Retribui o que escuta com uma pantomima de acolhimento. É o homem alquebrado que se fortalece na abertura para as hipóteses que o mundo lhe oferece. Em geral, em suas escolhas, esse estado do ser aparece. Percebe-se isso mesmo nas horas em que seu personagem em &#8220;Apocalip-se&#8221; só resmunga e zanga. Há gerúndio em seus verbos. Há perseverança&#8230; ainda que preguiçosa. </p>



<p class="has-text-align-center">Esculpido por Spadaccini em parceria com Márcia Brasil numa reação aos saldos (e soldos) da pandemia, &#8220;Apocalip-se&#8221; flagra o momento em que um sujeito louco por música, um tal Jorge (mesmo nome do ator), ensaia sua primeira saída de casa depois da pandemia. É um ensaio que se retarda por meses de muito iFood ruim e de muitos ecos de um vazio existencial. Esse ecoar se materializa, em cena, de uma maneira extra diegética com a execução de músicas que cantam seu modo de estar e seu devir. </p>



<p class="has-text-align-center">A angústia desse Jorge é modulada pela relação com uma IA com ares de valquíria (ou seja, de guerreira mítica) por Nina da Costa Reis, numa atuação de lavar a alma. A confluência de forças entre esses dois atores é notável nessa ópera-rock que o próprio J. Caetano dirigiu, em duo com Alexandre Mello (um expert em encenar feridas d&#8217;alma). <br><br>Além disso, as seis canções originais são compostas por Jorge em parceria com Felipe Storino e poderiam tocar no rádio (ou no Spotfy) de tão azeitadas que estão. Como dizia o cineasta Wim Wenders: &#8221; O Rock &#8216;n&#8217; Roll salvou minha vida&#8221;. O roquenrol da Alexia malandra de Nina da Costa é, certamente, analgésico, antibiótico, ansiolítico, complexo vitamínico. De fato, seu fator de cura, de fazer inveja ao do Wolverine, contagia a plateia numa atuação em estado de graça, que leva o vulcão Jorge à erupção. </p>



<p class="has-text-align-center">Cabe também dizer que Spadaccini nunca esteve tão existencialista, construindo com Márcia uma escrita que não fetichiza o viver solitário, nem sua gêmea, a solitude. O texto é mais uma crônica de um instante (do mundo) em que o isolamento foi uma solução possível. Um instante que, às vezes, pode ser largo, mas passa. O que fica são as atuações lépidas em cena.    </p>
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		<title>Dwayne Johnson lança live action de Moana no RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 13:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dwayne Johnson lançou o live action de Moana no RJ. Também conhecido como The Rock, o ator contou em coletiva de imprensa que está acompanhando a Copa do Mundo e torcendo pelo Brasil, país que ele é fã de coração, por conta das similaridades com a sua cultura. Aliás, essa é a sua segunda visita [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Dwayne Johnson lançou o live action de Moana no RJ. Também conhecido como The Rock, o ator contou em coletiva de imprensa que está acompanhando a Copa do Mundo e torcendo pelo Brasil, país que ele é fã de coração, por conta das similaridades com a sua cultura. Aliás, essa é a sua segunda visita aqui. Dwayne Johnson enfatizou como o nosso futebol é incrível e relembrou nossas 5 vitorias na Copa do Mundo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ-1024x682.jpeg" alt="Dwayne Johnson " class="wp-image-201240" style="aspect-ratio:1.5014994624568552;width:512px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ-1024x682.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ-300x200.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ-768x512.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ-630x420.jpeg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ-150x100.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ-696x464.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ-1068x712.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dwayne-Johnson-lanca-live-action-de-Moana-no-RJ.jpeg 1100w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Divulgação Bcbiz / assessoria Disney.</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Sobre o filme, ele conta que seu personagem é inspirado em seu avô, um homem com muitas tatuagens, que sabia cantar, além de ser homem carinhoso e corajoso. &#8220;Ele era um homem que não tinha medo de chorar em frente a família&#8221;, conta.</p>



<p class="has-text-align-center">Sobre Catherine Laga&#8217;aia (Moana), ele conta que ela tia 17 anos quando filmaram o longa, aliás, esse é seu primeiro longa, foi sua estreia, literalmente. Ele ressaltou que ela foi maravilhosa em cena e que ela se entregou totalmente. &#8220;É muita pressão, eu estou muito orgulhoso dela&#8221;, enfatizou. </p>



<p class="has-text-align-center">Sobre o numero musical de &#8220;Welcome&#8221;, musica que ele canta, Dwayne conta que foi filmado em 2 semanas. &#8220;Por ser um live action, gostaríamos de fazer melhor essa sequencia, e, de fato, foi uma realização por poder fazer melhor que na animação&#8221;. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Dwayne Johnson conta sobre Maui</h2>



<p class="has-text-align-center">Sobre Maui, The Rock contou, &#8220;Eu faço esse personagem há alguns anos, eu, certamente, sei as batidas da animação, então, dar vida à ele, é surpreendentemente, um grande diferença emocional para mim. Eu aprendi muito comigo nessa jornada, é uma experiência de vida maravilhosa como ator. Eu me dei conta que fazer esse personagem, dez anos depois, é especial para mim. Tem um momento no filme que Maui se revela vulnerável e conta que quando era um bebê, foi deixado ao mar, é algo pesado e o que deixa muito vulnerável, mas ele não quer demostrar isso porque ele um Semi Deus, mas quando ele realmente se abre seu super poder aparece e ele fica mais forte&#8221;. Além disso, o ator também contou que suas filhas aparecem no filme muito rapidamente. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-201244" style="width:458px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ-1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ-747x420.jpg 747w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ-150x84.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ-1068x601.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/07/coletiva-DJ.jpg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Graça Paes</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Depois de uma coletiva de imprensa animada, com direito a confirmação de um terceiro filme da franquia <em>Moana</em>, a lha Fiscal recebeu o lançamento oficial da turnê global do live-action de&nbsp;<em>MOANA</em>. Durante um evento exclusivo para fãs, Dwayne Johnson animou o público com uma participação especial que encantou todos os convidados presentes.</p>



<p class="has-text-align-center"> Dwayne Johnson, obviamente, foi a grande atração do tapete azul, onde concedeu entrevistas à imprensa e interagiu com os fãs. Como parte central da passagem da tour pelo país, o evento também contou com diversas atividades temáticas que transportaram os convidados diretamente para o universo do longa, inspirado no Pacífico. </p>



<p class="has-text-align-center">Prometendo uma experiência cinematográfica visualmente espetacular, a adaptação de&nbsp;<em>MOANA</em>&nbsp;convida o público a redescobrir as lendas e a magia do Pacífico. A história acompanha Moana (Catherine Laga&#8217;aia), a corajosa herdeira de Motunui, que, ao aceitar uma missão confiada pelo próprio oceano, embarca em uma perigosa jornada ao lado de Maui (Dwayne Johnson) para quebrar uma antiga maldição. O longa celebra as culturas do Pacífico e apresenta figurinos ricos em detalhes, inspirados no patrimônio cultural da região, além de coreografias espetaculares ao som das músicas que o público já conhece e ama, expandindo o universo da franquia de forma épica. </p>



<p class="has-text-align-center">A estrela mundial de <em>Moana </em>acontece em 8 de julho nos cinemas. </p>
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		<title>Water Lantern Festival, um dos maiores festivais de lanternas flutuantes do mundo, pela primeira vez no RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio de Janeiro será a primeira cidade brasileira a receber o Water Lantern Festival, uma das experiências ao ar livre mais populares do mundo, ocupará o Museu do Amanhã, na região portuária da cidade, reunindo arte, emoção e um espetáculo de luzes à beira d&#8217;água. O festival convida os participantes a escrever mensagens, homenagens, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Rio de Janeiro será a primeira cidade brasileira a receber o Water Lantern Festival, uma das experiências ao ar livre mais populares do mundo, ocupará o Museu do Amanhã, na região portuária da cidade, reunindo arte, emoção e um espetáculo de luzes à beira d&#8217;água.</p>



<p class="has-text-align-center">O festival convida os participantes a escrever mensagens, homenagens, desejos ou reflexões pessoais em lanternas iluminadas, que serão lançadas sobre a água ao pôr do sol, formando uma instalação visual coletiva marcada por significado e conexão humana. .</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da tarde, o público poderá aproveitar uma programação complementar com áreas de convivência, gastronomia, pequenos empreendedores e atividades culturais antes do momento principal do festival.</p>



<p class="has-text-align-center">A escolha do Museu do Amanhã reforça a proposta do evento de ocupar espaços urbanos icônicos com experiências que estimulam reflexão, encontro e convivência. Com a Baía de Guanabara como cenário, o ritual das lanternas ganha uma dimensão visual única, transformando a paisagem em uma celebração coletiva de esperança, gratidão e renovação.</p>



<p class="has-text-align-center">O público poderá acessar gratuitamente as áreas abertas do evento e acompanhar parte da atmosfera da experiência, incluindo áreas de convivência e ativações complementares. Para participar do lançamento das lanternas, será necessário adquirir um dos kits oficiais disponíveis na Fever.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além da experiência cultural, o Water Lantern Festival também mantém um compromisso ambiental. As lanternas são produzidas com madeira, papel de arroz e iluminação LED sem chama. Após o encerramento de cada sessão, todas as lanternas são recolhidas pela equipe organizadora, que realiza uma limpeza completa da área.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: <strong>Datas: </strong>25 e 26 de julho de 2026<br><strong>Horário: </strong>A partir das 15h / <strong>Local: </strong>Museu do Amanhã<br> <strong>Ingressos disponíveis em: </strong><a href="https://feverup.com/m/656806" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://feverup.com/m/656806</a></p>
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		<title>&#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221; no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (CNFCP/Iphan), no Catete, recebe exposição &#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221;. Primeira exposição da fotógrafa e documentarista mineira Isis Medeiros no Rio, &#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221; é um projeto autoral de longa duração, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (CNFCP/Iphan), no Catete, recebe exposição &#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Primeira exposição da fotógrafa e documentarista mineira Isis Medeiros no Rio, &#8220;Zona de Sacrifício: do ouro ao pó&#8221; é um projeto autoral de longa duração, fomentado pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia (17ª edição). O projeto se desdobra em fotografia documental, audiovisual, pesquisa, escuta de territórios e uma exposição itinerante. </p>



<p class="has-text-align-center">A partir da perspectiva de Chico do Poço das Antas, o filme registra os acontecimentos no Vale do Jequitinhonha – o nordeste de Minas Gerais detém 85% do lítio no Brasil. O lítio é o mineral essencial na fabricação de baterias para carros elétricos, celulares e sistemas de armazenamento de energia. A visitação é gratuita &#8211; de terça a sexta-feira 10h/18h; sábados, domingos e feriados, 11h/17h.  </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Nos últimos anos, tenho acompanhado de perto o avanço da mineração de lítio no Vale do Jequitinhonha, um território que aprendi a amar profundamente por sua cultura, pelas pessoas e pela força das comunidades que vivem ali&#8221;, afirma Isis Medeiros. Ao documentar e atualizar a forma como atuam as mineradoras, a artista visual põe em xeque a forma como essa nova corrida mineral é definida &#8220;transição energética verde&#8221;. &#8220;No território o que aparece são poeira, explosões, pressão sobre a água e impactos diretos na vida das pessoas. Isso levanta perguntas inevitáveis: mineração sustentável para quem? Mineração verde para quem? Como falar em mineração verde quando ela deixa rastros tão visíveis de destruição ambiental e de ameaça aos modos de vida locais? Esta exposição nasce dessa inquietação e da necessidade de tornar visíveis histórias e conflitos que muitas vezes permanecem invisíveis para o restante do país&#8221;, define Isis Medeiros.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto fundamenta-se no conceito de &#8220;zonas de sacrifício&#8221; — áreas onde a exploração econômica é priorizada em detrimento da vida e do meio ambiente. Historicamente marcado por ciclos que vão do ouro ao diamante, o Vale do Jequitinhonha reencontra-se no centro de uma disputa global. Já são dois anos de trabalho permanente, tendo como base Araçuaí e Itinga, dois dos 54 municípios do Vale do Jequitinhonha atingidos pela mineração. No início do ano, a mostra teve uma primeira exibição no Instituto Federal do Norte de Minas Gerais, em Araçuaí. De acordo com Rafael Barros, o diretor do CNFCP, o trabalho de Isis Medeiros é fundamental sob vários aspectos. &#8220;É um trabalho sensível, possível de ser realizado graças à cumplicidade e proximidade entre a artista e as comunidades tradicionais do Vale do Jequitinhonha. Essas comunidades enfrentam a sanha predatória da exploração do lítio, que fere de morte os seus saberes e seus conhecimentos, além de sua dinâmica existencial inserida nesse território, de valor imensurável para a cultura popular brasileira&#8221;, enfatiza.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Visitação: 2 de julho a 1º de novembro de 2026. Terça a sexta-feira, das 10h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 11h às 17h. Grátis / Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular – Rua do Catete, 179 | Galeria Mestre Vitalino – Museu de Folclore Edison Carneiro.  </p>



<p class="has-text-align-center">Domingo, 5 de julho, em função do jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o Museu de Folclore Edison Carneiro estará fechado.</p>
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		<title>Franz: Agnieszka Holland faz recorte biografico sobre Kafka</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando lançada para o mundo, Agnieszka Holland não se parecia uma promessa, mas já uma certeza. Seu&#160;Filhos da Guerra, uma produção polonesa, rompeu padrões ao se tornar um indicado ao Oscar de roteiro adaptado, sem sequer ter sido indicado na categoria internacional. O sucesso de sua visão autoral, a colocou para dirigir sua primeira produção [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Quando lançada para o mundo, Agnieszka Holland não se parecia uma promessa, mas já uma certeza. Seu&nbsp;<em>Filhos da Guerra</em>, uma produção polonesa, rompeu padrões ao se tornar um indicado ao Oscar de roteiro adaptado, sem sequer ter sido indicado na categoria internacional. O sucesso de sua visão autoral, a colocou para dirigir sua primeira produção em larga escala, a adaptação&nbsp;<em>O Jardim Secreto</em>, um grande e merecido sucesso. De lá pra cá, Holland voltou a centrar suas atividades na Europa e ultimamente voltou a ficar nos holofotes com seu filme anterior,&nbsp;<em>Zona de Exclusão</em>, que chegou a aparecer em inúmeras listas de melhores do ano. Particularmente, seu novo filme,&nbsp;<em>Franz</em>, parece ter as qualidades que não encontrei no último, e aqui sim sua visão me parece ter pertinência em sua biografia alegórica de um, olhem só, verdadeiro alegorista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Sim, o Franz do título é o próprio Kafka que se imagina, um dos escritores tchecos mais prestigiados do século passado e autor de obras seminais como &#8216;O Processo&#8217;, &#8216;A Metamorfose&#8217; e &#8216;O Castelo&#8217;, entre outros. Para uma mente que produziu ideias tão alucinantes, uma biografia tradicional não faria sentido, e Holland escolhe um caminho bem difícil, que é o de condensar as necessidades de uma leitura mais tradicional e uma visão absolutamente disruptiva do que é contado. Não está também apenas no lugar que se conta, mas especificamente na forma e em como tais imagens podem fazer jus a sua fatia menos formal enquanto autor. Na tela, o resultado é um passeio que pode gerar fascínio em determinados momentos, e em outros encontra refúgio em um espaço mais reconhecível de cinema.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O filme tem um recorte completo, que geralmente tornam essas peças engessadas em uma estrutura tradicional. A diretora, no entanto, consegue aquela exceção que confirma a regra, demonstrando, aos 77 anos, uma ferocidade estética que não estava lhe acometendo nos trabalhos recentes. Isso acontece porque o roteiro, de autoria conjunta entre Holland e Marek Epstein, não pretende acompanhar sua vida em esquema sequencial, e sim se deixar livre para encontrar personagens e depois não lhes dar mais espaço, abordar eventos que logo serão irrelevantes, pular de forma consciente por um objeto de estudo (ou estudo de personagem) que não se situava da maneira convencional no trabalho. Assim sendo,&nbsp;<em>Franz&nbsp;</em>funciona mais como uma experimentação de ideias libertas do que respeitar uma costura que pretenderia&nbsp;castrar a visão dos artistas &#8211; Kafka e Holland.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Existe a maneira abstrata então de tratar a jornada desse homem tímido e passivo, que escolheu uma vida pacata quase como um contraste ao que lhe fervilhava as ideias. Nesse sentido, a amplitude que a direção de arte de Henrich Boraros&nbsp;lega a&nbsp;<em>Franz&nbsp;</em>é essencial para que esse equilíbrio se estabeleça, em sua visão prática e também no acesso onírico que se abre diante de Kafka. Também é um acerto do projeto que esses aspectos sejam dosados ao que é apresentado ao espectador, o que permite que dois públicos distintos se envolvam com a história. Conhecer a argamassa que forma a obra do biografado, obviamente nos faz adentrar ao mundo extraordinário que a diretora promove, e também à fotografia de Tomasz Naumiuk é um ponto a ser destacado, que intercala o cinza que se arvora pelo escritor, e a profusão de rebuscamento que sua imaginação&nbsp;promovia.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Do que estava no concreto, fora do universo literário, a relação com ao menos duas namoradas diferentes &#8211; em que pelo menos uma delas, é encerrada de maneira trágica por Kafka &#8211; com sua irmã e principalmente com seu pai (e o que tal homem promoveu de destruição emocional à toda família) estão em primeiro plano entre o que ele viveu. O pai, vivido com brilhante tratamento do melodrama por Peter Kurth em momentos carregados de tensão, é o principal vetor da desarticulação mental do escritor, que foi tratado como um pária por quem deveria amá-lo. Aos poucos, tal relação começa a se desprender da toxicidade para entrar no terreno da exploração e de um sacrifício que não faz sentido, do ponto de vista moral. Mas que é repleto de camadas psicológicas que fazem de&nbsp;<em>Franz</em>, em diversas passagens, parecer-se uma fita de horror.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A presença de Idan Weiss é o ponto onde o filme consegue, enfim, manter esse complexo equilíbrio entre a concretude narrativa e a liberdade de experimentação. Seu olhar é forte, e sua postura é inclemente diante das dificuldades apresentadas; sua atuação traduz esse envolvimento difuso que precisa também conquistar quem está do outro lado da tela, por mais que trata-se de alguém que faz uma quantidade considerável de escolhas erradas ou absurdas. É a humanidade que ele emprega a esse cara cuja simpatia não é um ponto forte que amarra os pontos de conexão de quem assiste com a obra de Holland, que não pretendia &#8211; e não irá &#8211; agradar ao maior número de pessoas. Assim como sua inspiração,&nbsp;<em>Franz&nbsp;</em>é ousado e não pede por tais consensos; talvez por isso também seja tão hipnótico.&nbsp;</p>
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		<title>Café 18 do Forte renova cardápio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Matérias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Café 18 do Forte acaba de apresentar seu novo cardápio, reforçando a proposta de ser um destino gastronômico para diferentes momentos do dia. Com vista privilegiada para a orla de Copacabana, o restaurante amplia sua oferta de brunches, pratos contemporâneos, sobremesas e coquetéis autorais, valorizando ingredientes brasileiros, preparos artesanais e combinações que unem técnica [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="has-text-align-center">O Café 18 do Forte acaba de apresentar seu novo cardápio, reforçando a proposta de ser um destino gastronômico para diferentes momentos do dia. Com vista privilegiada para a orla de Copacabana, o restaurante amplia sua oferta de brunches, pratos contemporâneos, sobremesas e coquetéis autorais, valorizando ingredientes brasileiros, preparos artesanais e combinações que unem técnica e afeto.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-201105" style="aspect-ratio:1.4992937454093451;width:490px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-1536x1024.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-630x420.jpg 630w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-150x100.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1-1920x1280.jpg 1920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/@nubrafasari-3-133-1.jpg 2047w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: @nubrafasari  </figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Entre as principais novidades está o Brunch para Dois (R$ 272), experiência pensada para compartilhar que reúne seleção de pães artesanais produzidos na casa, waffles belgas, ovos pochê com molho béarnaise, burrata cremosa com rosbife artesanal, iogurte grego com frutas frescas da estação, rabanada de brioche e mimosas preparadas na hora.</p>



<p class="has-text-align-center">Outra opção é o Café do Forte para Dois (R$ 178), que aposta em uma mesa farta com pães recém-assados, banana bread, frios de pequenos produtores, ovos caipiras mexidos, frutas frescas, bolinhos de chuva e acompanhamentos servidos para uma experiência completa de café da manhã.</p>



<p class="has-text-align-center">As novidades seguem também nos pratos principais. Entre os destaques está o Short Rib Wagyu (R$ 182), corte nobre da costela alta servido com aipim gratinado com trufa e salada cítrica da casa. O tradicional Bobó de Camarão (R$ 98) ganha nova apresentação, acompanhado de arroz basmati, batata palha artesanal e quenelle de mascarpone, enquanto o Polvo alla Valencia (R$ 136) mantém o protagonismo do arroz de polvo, finalizado com tentáculo grelhado, linguiça artesanal e aioli de limão.</p>



<p class="has-text-align-center">Nas entradas, a casa aposta em receitas para compartilhar como o Cannoli Tartare (R$ 68), massa crocante recheada com filé-mignon batido na faca e maionese kewpie, e o Tempura de Milho &amp; Tartare de Atum (R$ 62), combinação que reúne guacamole da casa, atum fresco, ovo mole e chilli crunch.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-201106" style="aspect-ratio:0.6670111972437553;width:298px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--683x1024.jpg 683w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--768x1152.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--1024x1536.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--280x420.jpg 280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--150x225.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--300x450.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--696x1044.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari--1068x1602.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/drink-@nubrafasari-.jpg 1365w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: @nubrafasari </figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Além disso, o novo cardápio também amplia a seção de cafés e bebidas especiais. Entre as novidades estão o White Caramel Mochaccino (R$ 22), preparado com chocolate branco, caramelo salgado e espresso duplo, além dos refrescantes Mango Matcha (R$ 32) e Blueberry Matcha (R$ 32). </p>



<p class="has-text-align-center">Para a sobremesa, a estrela é o Matilda foi ao Forte (R$ 46), bolo de chocolate com camadas de brigadeiro servido com creme inglês, ao lado do clássico bolo gelado de coco (R$ 36), receita que acompanha a história da casa desde 2010. </p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a carta de coquetéis autorais também foi renovada e traz criações como o Primavera em Florença (R$ 42), que combina gin, blueberries e espuma de gengibre, o Passione (R$ 42), elaborado com maracujá, caramelo salgado e queijo coalho tostado, o Della Nonna (R$ 42), que mistura destilado de grãos maltados e cereja com frutas vermelhas e espuma de gengibre, e o Caju Amigo à Moda do Forte (R$ 38), releitura da clássica receita brasileira preparada com compota de caju da casa e borbulhante de caju.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> O Café 18 do Forte fica no Forte de Copacabana (Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana) – Praça Cel. Eugênio Franco, 1 – Copacabana / <strong>Instagram:</strong> @cafe18doforte</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>*Valores sujeito à alteração</strong></p>
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