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	<title>Entrevistas - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Entrevistas - Rota Cult</title>
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		<title>Charles Cosac fala da sua relação com a obra de Mário Ribahi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 15:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição &#8220;Gênese&#8221;, de Mário Ribahi, tem curadoria de Charles Cosac. A exposição &#8220;Gênese&#8221; abarca a produção recente, do artista, em cartaz no Centro Cultural Correios RJ de 10 de setembro a 24 de outubro de 2021.  Nas palavras de Charles Cosac, a exposição contrasta a organicidade da pedra natural a vergalhões de ferro verticais, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">A exposição &#8220;Gênese&#8221;, de Mário Ribahi, tem curadoria de Charles Cosac.</h1>
<p style="text-align: center;">A exposição &#8220;Gênese&#8221; abarca a produção recente, do artista, em cartaz no Centro Cultural Correios RJ de 10 de setembro a 24 de outubro de 2021.  Nas palavras de Charles Cosac, a exposição contrasta a organicidade da pedra natural a vergalhões de ferro verticais, que as mantêm suspensas.  Os vergalhões florescem de uma base maior, igualmente de pedra.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;Embora o uso da pedra não seja o fim, mas o meio, essas obras, sem a menor intenção de enfatizar a beleza natural, nos apresentam uma natureza alternativa, uma nova ordem com os mesmos conteúdos que a natureza nos dá. Sinto que elas trazem grande impacto visual ao expectador que se vê ante um mundo impossível, mas ao mesmo tempo tão familiar. Isso porque é capaz de reconhecer na obra, quase abstrata, a ideia que temos de uma floresta”, diz ele.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O que te levou a ser curador da exposição “Gênese”? Como e quando surgiu a sua ligação com o trabalho de Ribahi?</strong><br />
<strong>Charles Cosac &#8211;</strong> Eu conheci Mário Ribahi há um ano, quando ele expunha, igualmente, nos Museus do Correio, em uma coletiva. As obras que vi foi o grupo anterior ao ora exposto, que me interessa mais. Os trabalhos anteriores tinham um grande débito com a linguagem da joalheria fato esse que eu desgostava.</p>
<p style="text-align: center;">Embora tenha tido consciência de Ribahi e seu trabalho há um ano, cabe dizer que ele é meu primo, e isso também pesou.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>&#8220;Gênese” traz quartzos, ônix, fuchisita verde, pedras, vergalhões, arame e latão, materiais brutos que foram lapidados, assim, como o ser humano durante a vida. A metáfora da pedra e homem tem relevância na criação da trajetória cultural de Ribahi?</strong><br />
<strong>Charles Cosac &#8211;</strong> Eu confesso que não havia pensado dessa maneira, pois eu não sei se há metáfora ou nada além ao desejo de realizar/fazer e representar, mas seu ponto é pertinente e aponta para um caminho a se investigar na obra de Ribahi.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Podemos dizer, que o trabalho de Ribahi preenche um vazio existencial? A obra dele rememora algum artista do Surrealismo?</strong><br />
<strong>Charles Cosac &#8211;</strong> Eu não creio que uma obra de arte possa preencher um vazio existencial, talvez anímico. Sim, vejo rastros do surrealismo na obra de Ribehi.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Sua ligação com a cultura mundial é de grande relevância, você é referência no Brasil culturalmente, gostaria de saber como você vê o momento atual que estamos vivendo sobre o sucateamento da cultura?</strong><br />
<strong>Charles Cosac &#8211;</strong> O Brasil vive um momento turvo, mas são justamente à essas ocasiões que a “boa” arte é criada. A cultura no Brasil nunca foi prioridade, portanto eu não vejo tanta mudança. De certa maneira, eu até vejo o quadro com certo otimismo. Nesses últimos 25 anos, a arte se profissionalizou, há mais Museus e espaços expositivos, mais artistas, mais críticos e mais galerias. É verdade que isso tudo foi fruto da iniciativa privada, com pouco apoio do poder central. Todavia todos nós nos beneficiamos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Para encerrar, qual é importância da arte na educação de um povo? Como podemos influencia-los a consumir o que é nosso de direito culturalmente?</strong><br />
Arte e educação é um assunto que eu não domino, mas que tenho grande interesse em aprender, escutar e ver. Então, eu me limitaria a dizer que a educação e a cultura são os alicerces de uma sociedade saudável e isso não vem ocorrendo no país.</p>
<p style="text-align: center;">Sim. Nós, certamente, temos direitos ao consumo cultural, mas para tal há de haver apetite!</p>
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		<title>Carlos Vergara fala sobre a exposição “Carlos Vergara – Prospectiva”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2019 23:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição “Carlos Vergara – Prospectiva” percorre a produção do celebrado artista, desde 2003 até obras recentes e inéditas, em que busca os sinais do sagrado em várias localidades. Entre os seus trabalhos inéditos e criados especialmente para a exposição estão pinturas de grande formato – as maiores já realizadas pelo artista – a partir [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A exposição “Carlos Vergara – Prospectiva” percorre a produção do celebrado artista, desde 2003 até obras recentes e inéditas, em que busca os sinais do sagrado em várias localidades. Entre os seus trabalhos inéditos e criados especialmente para a exposição estão pinturas de grande formato – as maiores já realizadas pelo artista – a partir de monotipias feitas no Cais do Valongo, na zona portuária carioca, onde chegaram os escravizados vindos da África, e nos trilhos do bonde em Santa Teresa, no Rio de Janeiro, onde fica seu ateliê.  A curadoria da exposição é do próprio artista.</p>
<p style="text-align: center;"> <strong>Você afirma que seu trabalho não é um projeto cristão ou antropológico, seria possível defini-lo dentro de ideologias?</strong><br />
<strong>Carlos Vergara &#8211;</strong> Acho difícil. Não é religioso no sentido convencional. A questão do sudário, que é parte do trabalho, procura sinais do inefável nos lugares por onde eu viajo. E quando viajo a ideia é fazer uma imersão, não simplesmente turismo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A curadoria da exposição é sua, um olhar de fora atrapalharia no conceito de “Prospectiva”? Porque assumir tanta responsabilidade?</strong><br />
<strong>Carlos Vergara &#8211; </strong>Não atrapalharia. Mas a ideia que tive foi de construir eu mesmo uma imagem geral prospectiva do meu trabalho e para isso eu seria o melhor curador.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>“Prospectiva” percorre a sua produção desde 2003 até obras recentes e inéditas, o que te levou a fazer uma retrospectiva do seu trabalho? Teve um ponto de partida? Gostaria de saber, o que em tempos atuais, te inspira a pintar?</strong><br />
<strong>Carlos Vergara &#8211; </strong>Não é uma retrospectiva, são trabalhos que se entrelaçam e que estão presentes no agora sem interrupção. O poeta Manoel de Barros responde por mim essa pergunta quando ele diz: &#8220;imagens são palavras que nos faltaram&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Nessa exposição você faz uma releitura de sua icônica obra “Empilhamento”, porque recria-la?</strong><br />
<strong>Carlos Vergara &#8211; </strong>Porque ela continua, a meu ver, atual. Como disse Graciliano Ramos quando estava preso no presidio da Frei Caneca: &#8220;estamos nós aqui empilhados feito bonecos&#8221;. Essa frase continua vigente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O MAM irá expor um conjunto de obras suas em “Alucinações à beira-mar”, com curadoria de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes, você ajudou no processo de criação?</strong><br />
<strong>Carlos Vergara &#8211; </strong> Não, foi um projeto de autoria deles. Eu fui ver a montagem pronta e confesso que gostei. Fernando e Fernanda têm feito um trabalho muito bom com as coleções do Museu, como pode ser visto nas exposições que têm acontecido.</p>
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		<title>CasaCor: Maurício Nóbrega fala sobre o novo projeto com participação de Bruno Big, João Lelo e Bruno Bogossian</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 12:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como foi o convite para trabalhar com os artistas Bruno Big, João Lelo e Bruno Bogossian? Como vocês alinharam a perspectiva do projeto até a sua execução? Convidei  Bruno Big, João Lelo e Bruno Bogossian para reforçarem o conceito de um morador criativo que gosta de esportes, arte, design. Foi bem legal, a arte deles [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Como foi o convite para trabalhar com os artistas Bruno Big, João Lelo e Bruno Bogossian? Como vocês alinharam a perspectiva do projeto até a sua execução?</strong><br />
Convidei  Bruno Big, João Lelo e Bruno Bogossian para reforçarem o conceito de um morador criativo que gosta de esportes, arte, design. Foi bem legal, a arte deles tem tudo a ver com o projeto. Eles nos enviaram as peças que tinham disponíveis e acabamos usando todas.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-35389 alignright" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_07-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_07-300x199.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_07-768x509.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_07-1024x679.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_07-696x462.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_07-1068x708.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_07-633x420.jpg 633w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_07.jpg 1069w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />São 124 m², o tamanho do espaço foi um desafio para você?</strong><br />
Na verdade o tamanho do espaço foi um facilitador nesse caso porque foi possível colocar uma meia quadra de basquete e ainda ter espaço para uma área de estar , um bar e o carro. Quando penso numa garagem penso num espaço multiuso, algumas pessoas usam suas garagens (alem de guardar o carro) para trabalhar, outras para praticar esporte, outras como atelier, outras para armazenar objetos ou moveis que não gostariam de se desfazer e etc&#8230; Sendo assim, criei um ambiente multi uso com uma meia quadra de basquete. Uma área de bar e uma área de estar, onde a garagem vira também um grande espaço de entretenimento. Tudo com móveis e objetos garimpados e misturados (alguns até meus pessoais).</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="size-medium wp-image-35387 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_03-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_03-300x199.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_03-768x509.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_03-1024x678.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_03-696x461.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_03-1068x707.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_03-634x420.jpg 634w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/rsz_renault_art_garage_sports_bar_03.jpg 1235w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Quanto tempo você levou para criar o projeto? </strong><br />
A elaboração do projeto é muito rápida no casa cor porque temos cerca de 2 meses para pensar no projeto e executar a obra.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Você tem estrada no CasaCor, é possível se reinventar a cada projeto?</strong><br />
Sim, esse tipo de evento é legal porque nos permite a cada ano fazer um projeto diferente. E o CasaCor Rio, a cada ano é num lugar diferente, então é possível criar um projeto especial preservando também as características de cada local.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Quanto de você pode ser visto a cada projeto? É possível identificar as suas principais ideologias e filosofias?</strong><br />
Eu gosto muito de misturar os estilos, usar o novo com o antigo, preservar as características interessantes de cada local, e acho que isso é possível notar nos meus projetos.</p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Mauro Trindade, curador da mostra Natureza Concreta, fala sobre a exposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 11:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição Natureza Concreta discute e aprofunda um tema de interesse permanente na arte, na ciência e na filosofia: as relações dos seres humanos com a natureza e o mundo que os cerca. Entre fotografias, vídeos e instalações em formatos variados, serão apresentadas 94 obras de 17 artistas e grupos brasileiros, na Caixa Cultural Rio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-32206 alignright" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a-300x227.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a-768x582.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a-1024x776.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a-80x60.jpg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a-696x528.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a-1068x810.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a-554x420.jpg 554w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/09/eu-2015a.jpg 1174w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A exposição Natureza Concreta discute e aprofunda um tema de interesse permanente na arte, na ciência e na filosofia: as relações dos seres humanos com a natureza e o mundo que os cerca. Entre fotografias, vídeos e instalações em formatos variados, serão apresentadas 94 obras de 17 artistas e grupos brasileiros, na Caixa Cultural Rio de Janeiro, de 9 de setembro a 12 de novembro de 2017.</p>
<p>Confira abaixo a entrevista com o curador da mostra.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Podemos considerar a exposição/mostra um movimento em busca de um mundo melhor? Qual é o objetivo dela?</strong><br />
<strong>Mauro Trindade &#8211;</strong> Olha, a exposição tem um compromisso bastante claro com algumas questões, como a preocupação com a destruição da ecossistemas do cerrado e da Amazônia, a qualidade de vida das populações nas grandes cidades, o direito de ir e vir cerceado por problemas de mobilidade, o custo da moradia, a gentrificação e a especulação imobiliária, entre outras. Mas, principalmente, a exposição oferece a possibilidade de pensar na nossa maneira de enxergar o que, afinal, são essas &#8220;coisas&#8221; que chamamos de Natureza e de Cultura, e se realmente existe uma separação entre elas ou é uma forma historicamente construída de encararmos a realidade. Até mesmo aquilo que temos de mais nosso e particular, que são nossos corpos, ficam onde nessa divisão entre a Natureza e a Cultura? Talvez existam outras formas de se encarar o mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>É possível discutir natureza através da Arte?</strong><br />
<strong>Mauro Trindade &#8211;</strong> Claro, é uma longa relação que a arte mantém com a Natureza, realmente milenar. Lá atrás, os gregos teriam valorizado a aproximação da pintura com a realidade, em busca de uma imitação tão fiel que seria capaz de enganar tanto os pássaros quanto os homens, como na célebre disputa de Zêuxis e Parrásio. Mas a arte costuma ser mais composição que mera reprodução e os sentidos que passa a adquirir ultrapassam e muito uma única e engessada interpretação. Mesmo a fotografia, costumeiramente entendida como uma &#8220;prova&#8221; do real, também pode ser realizada de forma muito particular e trazer uma forte subjetividade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O fotografo Alexandre Sant’Anna expõe seu olhar sobre a Amazônia, podemos contrapor o trabalho dele com o de Sebastião Salgado?</strong><br />
<strong>Mauro Trindade</strong> &#8211; Contrapor é entendido quase sempre com opor, menos que comparar. Não vejo um oposição entre eles, mas formas distintas de trabalhar. Sebastião Salgado é um fotógrafo que deixou uma importante reflexão sobre o mundo natural chamada &#8220;Gênesis&#8221;. Creio que o Alex Sant&#8217;Anna aproxima-se mais de outros autores, como Marcel Gautherot, além de ser uma atualização importante na forma de interpretar a floresta amazônica, sem o glamour que a era das revistas ilustradas, como a Manchete, emprestaram &#8211; e muito bem, por sinal &#8211; à Amazônia. Sua floresta é mais escura, mais tátil e mais envolvente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ciência Vs. filosofia. Com as relações humanas influenciam no regimento da natureza?</strong><br />
<strong>Mauro Trindade &#8211;</strong> O impacto humano sobre a Natureza é devastador, mas não creio que isso se deva à uma espécie de maldade inata dos homens. Vivemos em um mundo dividido de homens divididos, dirigidos por uma ganância sem limites, porque há poucos limites para os poderosos. A venda &#8211; se preferir doação &#8211; da Reserva Nacional do Cobre e Associados, a Renca, é o mais recente exemplo desse desprezo pelo meio ambiente e ambição doentia levada a cabo por pessoas cujo destino final é o lixo da História. Ciência, progresso e desenvolvimento são conceitos que estão inseridos num determinada maneira de encarar a vida e o mundo e não são valores isentos de ideologia. Pelo contrário.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Fotografias, vídeos e instalações, fomo foi processo de criação e de pesquisa? E do que será exibido?</strong><br />
<strong>Mauro Trindade &#8211;</strong> Cada artista e coletivo desenvolveu se trabalho de forma independente. Alguns deles trabalham em questões como paisagem, Natureza e cidade há décadas e aqui eles apresentam um pouco do melhor de suas pesquisas. Há muita coisa para ver, são cerca de 100 obras de arte, de artistas muito variados. Tenho certeza que todos que virem essas imagens não irão apenas apreciar a beleza e a estranheza delas, mas poderão refletir um pouco mais sobre o mundo e nossas próprias vidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/09/mauro-trindade-curador-da-mostra-natureza-concreta-fala-sobre-a-exposicao/">Mauro Trindade, curador da mostra Natureza Concreta, fala sobre a exposição</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Da moda para pintura, Paula Klien conta como foi o processo de mudança</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2017/08/da-moda-para-pintura-paula-klien-conta-como-foi-o-processo-de-mudanca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=da-moda-para-pintura-paula-klien-conta-como-foi-o-processo-de-mudanca</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Aug 2017 12:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A  carioca Paula Klien, nome referência no meio da fotografia de moda,  assinou muitos editorais e muitas campanhas, inclusive para a Vogue Brasil e na Rolling Stones, resolveu mudar o rumo da sua carreira, retomando o universo das artes plásticas. A artista que retratou Niemeyer para a exposição “Edible”, encontra na tradição milenar do nanquim, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-31056 alignright" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4-300x220.jpg" alt="" width="300" height="220" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4-300x220.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4-768x562.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4-1024x749.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4-80x60.jpg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4-696x509.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4-1068x782.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4-574x420.jpg 574w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes4.jpg 1600w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />A  carioca Paula Klien, nome referência no meio da fotografia de moda,  assinou muitos editorais e muitas campanhas, inclusive para a Vogue Brasil e na Rolling Stones, resolveu mudar o rumo da sua carreira, retomando o universo das artes plásticas.</p>
<p style="text-align: center;">A artista que retratou Niemeyer para a exposição “Edible”, encontra na tradição milenar do nanquim, um contraponto à sua experiência com a produção de imagens. Atualmente, ela vem se dedicando integralmente à pintura, desenvolvendo uma técnica pessoal, nas influências da doutrina Taoísta na China, seguindo o princípio de deixar fluir.</p>
<p style="text-align: center;"> Paula é a única brasileira expondo na coletiva &#8220;Asia on my Mind&#8221;, na aquabitArt Gallery, em Berlim. Suas obras também serão expostas simultaneamente, de 14 a 17 de setembro, na Saatchi Gallery, de Londres, com cinco obras, das quais quatro inéditas; e na Positions Berlin Art Fair, com três telas, duas inéditas. Confira a entrevista:</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-31055 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes3-1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes3-1-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes3-1-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes3-1-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes3-1-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes3-1-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Paula-Klien-creditos-Alessandro-Mendes3-1-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />De onde vem a sua ligação com a Arte?</strong><br />
Paula Klien &#8211; Da intensidade dos meus sentimentos e da minha inquietude para transformar e criar.</p>
<p><strong>Como você define a pintura na sua vida?</strong><br />
Paula Klien &#8211; Uma coisa orgânica, assim como o desenho. É um movimento natural, que faz parte de mim.</p>
<p><strong>Você é a única brasileira que participou da coletiva &#8220;Asia On My Mind&#8221; na aquabitArt gallery, em Berlim. Qual é a importância disso na sua carreira?</strong><br />
Paula Klien &#8211; De estar sendo posicionada como uma artista, apesar de brasileira, que trabalha com uma técnica milenar de origem Asiática, fazendo parte do grupo que a eleva ao patamar da contemporaneidade.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-31057 alignright" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/3-Marga-Moon-Ridas-Paula-Klien-Positions-Berlim-Art-Fair-WEB-235x300.jpg" alt="" width="235" height="300" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/3-Marga-Moon-Ridas-Paula-Klien-Positions-Berlim-Art-Fair-WEB-235x300.jpg 235w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/3-Marga-Moon-Ridas-Paula-Klien-Positions-Berlim-Art-Fair-WEB-768x980.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/3-Marga-Moon-Ridas-Paula-Klien-Positions-Berlim-Art-Fair-WEB-803x1024.jpg 803w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/3-Marga-Moon-Ridas-Paula-Klien-Positions-Berlim-Art-Fair-WEB-696x888.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/3-Marga-Moon-Ridas-Paula-Klien-Positions-Berlim-Art-Fair-WEB-1068x1362.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/08/3-Marga-Moon-Ridas-Paula-Klien-Positions-Berlim-Art-Fair-WEB-329x420.jpg 329w" sizes="auto, (max-width: 235px) 100vw, 235px" />Como foi o processo de migração da Fotografia para a pintura? Como foi esse caminho?</strong><br />
Paula Klien &#8211; Na verdade, fui trazida de volta a primeira das minhas manifestações artísticas visuais, após ter me dedicado a tantas outras como foi , por último, a fotografia.</p>
<p><strong>Você conseguiria se autobiografar através do seu trabalho?</strong><br />
Paula Klien &#8211; Meus planos para uma futura autobiografia incluem não só meus processos criativos mas principalmente coisas que vivi.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>MOSTRA FRIDA KAHLO &#8211; ENTREVISTA COM A CURADORA TERESA ARCQ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2016 15:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição Frida Kahlo: Conexões entre mulheres surrealistas no México reúne um amplo panorama do pensamento plástico da artista, e revela a intricada rede e o potente imaginário que se formaram, tendo como eixo sua figura. A exposição, que abrange pinturas, esculturas e fotografias, além de documentos, registros fotográficos, catálogos e reportagens está em exibição na CAIXA Cultural Rio de Janeiro. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2016/02/mostra-frida-kahlo-entrevista-com-a-curadora-teresa-arcq-por-aleshcolnik/">MOSTRA FRIDA KAHLO &#8211; ENTREVISTA COM A CURADORA TERESA ARCQ</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: inherit;"><span style="background: white;"><br />
</span></span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: inherit;"><span style="background: white;">A exposição<span class="apple-converted-space"> </span><span class="il"><i>Frida</i></span><span class="apple-converted-space"><i> </i></span><span class="il"><i>Kahlo</i></span><i>: Conexões entre mulheres surrealistas<span class="apple-converted-space"> </span></i></span><i>no México</i> reúne um amplo panorama<span class="apple-converted-space"> </span>do pensamento plástico da artista, e revela a intricada rede<span class="apple-converted-space"> </span>e o potente imaginário que se formaram, tendo como eixo sua figura. A exposição, que abrange pinturas, esculturas e fotografias, além de documentos, registros fotográficos, catálogos e reportagens está em exibição na CAIXA Cultural Rio de Janeiro. A</span><span style="font-family: inherit;">baixo, você confere a entrevista que fizemos com a curadora da exposição.</span></div>
<div style="text-align: center;"></div>
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://2.bp.blogspot.com/-JTwN17EFp4w/VrIT-73qu2I/AAAAAAAAHrg/U8R6RUDiiI4/s1600/frida%2B2.jpg"><span style="font-family: inherit;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://2.bp.blogspot.com/-JTwN17EFp4w/VrIT-73qu2I/AAAAAAAAHrg/U8R6RUDiiI4/s400/frida%2B2.jpg" width="325" height="400" border="0" /></span></a></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-family: inherit;"> </span></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="MsoListParagraph" style="text-align: justify;"><span style="font-family: inherit;"> <b style="text-align: center;"><span lang="ES" style="font-size: 9pt;">Frida Kahlo </span></b><b style="text-align: center;"><i><span lang="ES" style="font-size: 9pt;">Autorretrato con collar</span></i></b><span lang="ES" style="font-size: 9pt; text-align: center;">, 1933 </span><span style="font-size: 9pt; text-align: center;">[Autorretrato<br />
com colar]</span><i style="text-align: center;"><span lang="EN-US" style="font-size: 9pt;">[Self-portrait with Necklace] </span></i><span style="font-size: 9pt; text-align: center;">Óleo sobre metal </span><i style="font-size: 9pt; text-align: center;">Oil on metal </i><span style="font-size: 9pt; text-align: center;">35&#215;29 cm </span><b style="text-align: center;"><span lang="EN-US" style="font-size: 9pt;">The Vergel Foundation </span></b><b style="text-align: center;"><span lang="EN-US" style="font-size: 9pt;">Foto <i>Photo</i> Gerardo Suter </span></b><b style="text-align: center;"><span style="font-size: 9pt;">©2015<br />
Banco de México Diego Rivera &amp; Frida Kahlo Museums Trust. Av. 5 de Mayo<br />
No.2, Col. Centro, Del. </span></b><b style="text-align: center;"><span lang="ES" style="font-size: 9pt;">Cuauhtémoc 06059,<br />
México , D.F</span></b></span></div>
<div class="MsoNormal"><b><span lang="ES" style="font-size: 9pt;"><span style="font-family: inherit;">Reproducción Autorizada por el Instituto Nacional de<br />
Bellas Artes y Literatura, 2015</span></span></b><b><span lang="ES" style="font-size: 9pt;"><span style="font-family: inherit;"><br />
</span></span></b></p>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"></div>
</div>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-family: inherit; font-size: 13.5pt;"> </span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><strong>1 &#8211; O que te levou a montar a Mostra?</strong><span style="font-family: inherit; font-size: 13.5pt;"><br />
</span></div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"></div>
<p>O instituto Tomie Ohtake queria fazer uma exposição sobre Frida Kahlo e outras artistas mexicanas. Quando eles começaram a discutir a ideia com o Instituto de Belas Artes no México, fui sugerida como curadora, baseada em uma outra exposição que fiz: “In Wonderland. The Adventures of Women Artists in Mexico and the United States” (No mundo das maravilhas. As aventuras de Mulheres artistas no México e nos Estados Unidos).</p>
<p>O conceito da curadoria desta exposição é baseada na minha mais recente pesquisa nos arquivos secretos de Frida Kahlo que proporcionou novos documentos e informações com as conexões entre Frida e outras mulheres surrealistas, então essa foi a oportunidade de mostrar seu trabalho com um diferente contexto, mostra-la como uma figura influente com o mundo da Artes no México.<span style="font-family: inherit; font-size: 13.5pt; text-align: center;"> </span></p>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">
<p><strong>2 &#8211; Quanto tempo você levou para preencher as lacunas que gostaria de expor sobre Frida Kahlo?</strong></p>
<p>Minha pesquisa começou muitos anos atrás com o trabalho dos Remedios Varo, Leonora Carrington, Alice Rahon e Kati Horna com várias mostras. Eu comecei a fazer curadoria em 2008, seguido por um grande projeto em colaboração com o Museu de Artes de Los Angeles sobre mulheres surrealistas no México e nos Estados Unidos. A primeira grande exibição explorava as conexões entre artistas dos dois países que se interessavam em Surrealismo e as mulheres artistas que viveram no exílio desses países.</p>
</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://3.bp.blogspot.com/-_OrzSRiJau8/VrIUGt9swLI/AAAAAAAAHrk/JyNZzEre5j8/s1600/surrealismo.jpg"><span style="font-family: inherit;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://3.bp.blogspot.com/-_OrzSRiJau8/VrIUGt9swLI/AAAAAAAAHrk/JyNZzEre5j8/s320/surrealismo.jpg" width="236" height="320" border="0" /></span></a><span style="font-family: inherit;"><b><span style="font-size: 9pt;">Remedios<br />
Varo </span></b><b><i><span style="font-size: 9pt;">Roulotte<br />
(Carricoche)</span></i></b><span style="font-size: 9pt;">,<br />
1955 </span><span style="font-size: 9pt;">[Carroção] </span><i><span style="font-size: 9pt;">[Caravan]</span></i><span style="font-size: 9pt;">Óleo<br />
sobre madeira Masonite </span><i style="font-size: 9pt;">Oil on masonite</i></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align: center;"><span style="font-family: inherit;"><span style="font-size: 9pt;">78&#215;80<br />
cm </span><b><span style="font-size: 9pt;">Coleção<br />
<i>Collection of</i> Museo de Arte Moderno de Mexico  </span></b><b><span style="font-size: 9pt;">©<br />
Varo, Remédios/ AUTVIS, Brasil, 2015.</span></b></span></div>
<div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b><span style="font-size: 9pt;"><span style="font-family: inherit;"> </span></span></b></div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">
<p>Dois anos atrás, eu fui convidada pelo Museu Frida Kahlo para pesquisar no arquivos secretos dela para uma iminente publicação sobre a amizade dela com outras mulheres surrealistas. Muitos documentos e novos achados ajudaram na estrutura da ideia de curadoria para essa mostra.</p>
<p>A maior dificuldade foi a disponibilidade de trabalhos, especialmente com Frida, Remedios Varo e Leonora Carrington. Muitos deles, eu quis colocar, mas já estavam comprometidos com outras exibições.</p>
</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><strong>3 &#8211; Qual a sua relação com as obras dela?</strong></p>
<p>Como historiadora da Arte e curadora com um interesse especial em artistas mulheres e o movimento Surrealista. Frida é uma dos meus muitos interesses. Ela foi inovadora e uma artista criativa de muitas formas, isso é o que eu mais gosto nela, ela é como outras arestas na mostra, personificada com o ideal do Surrealismo, a fusão da arte e da vida de forma criativa e libertadora.</p>
<p><strong>4 &#8211; Frida Kahlo é uma artista contemporânea, você acredita que no futuro, suas obras podem continuar se mantendo nesse segmento? </strong></div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"></div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">
<p>Se considerarmos o contexto de História da Arte, ela pertence ao Modernismo de alguma forma no México, mas ela trabalha nos termos contemporâneos, isso quer dizer, para uma público contemporâneo. Acho que o trabalho dela é muito interessante em muitos níveis que claramente terá continuidade por ser muito atrativo no futuro.</p>
<p><strong>5 &#8211; Hoje em dia a industria de moda expõe claramente as texturas dela,podemos considerar isso uma vitoria dentro do Feminismo? </strong></p>
<p>Eu não acho que o seu estilo de moda fala sobre o Feminismo, como individualismo e criatividade. Ela criou um estilo único e o que eu gosto nela é que Frida Kahlo foi muito feminista nas suas ideias, em termos de ser intelectualmente igual e nos direitos das mulheres, porém ela não acreditava que homens e mulheres eram iguais. Quando jovem brincava se vestindo como homem, seu estilo de roupa era inteiramente feminino. Foi uma grande declaração com o tempo, quando muitas mulheres acreditavam que para ser tratadas como homem, elas deveriam se vestir como.</p>
</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"><a style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-Mlsvi5TMRzk/VrITVPCMgNI/AAAAAAAAHrc/D9wAhu2XjS4/s1600/frida%2B5.jpg"><span style="font-family: inherit;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://4.bp.blogspot.com/-Mlsvi5TMRzk/VrITVPCMgNI/AAAAAAAAHrc/D9wAhu2XjS4/s320/frida%2B5.jpg" width="213" height="320" border="0" /></span></a><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-0X6jjebYMMk/VrITQZgEIzI/AAAAAAAAHrY/yYHJysZero4/s1600/frida%2B4.jpg"><span style="font-family: inherit;"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://4.bp.blogspot.com/-0X6jjebYMMk/VrITQZgEIzI/AAAAAAAAHrY/yYHJysZero4/s320/frida%2B4.jpg" width="213" height="320" border="0" /></span></a></div>
<div class="separator" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;" align="center"><span style="font-family: inherit;"> </span></div>
<div class="separator" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: center;" align="center"><span style="font-family: inherit;"><b><span style="font-size: 9pt;">Traje composto Nahua-Zapoteco<span class="apple-converted-space"><i> </i></span><i>Nahua-Zapotec<br />
Attire</i></span></b></span></div>
<div class="separator" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: center;" align="center"><span style="font-family: inherit;"><span style="font-size: 9pt;">Blusa nahua de Tianguismanalco, Puebla, México, c.1950; lantejoula<br />
bordada sobre popeline de algodão Saia zapoteca de Santo Domingo<br />
Tehuantepec, Oaxaca, México, 1924; apliques bordados em ponto correntinha com<br />
fios de algodão e babado de organdi Jonguarhikua (faixa) purépecha de<br />
Tarecuato, Michoacán, 2007; algodão tecido em tear de cintura com técnica de brocado<br />
tramado Echarpe mestiça de Santa María del Río, San Luis Potosí, c.1960;<br />
franja de fios de seda tingidos com técnica de ikat, tecida em tear de<br />
cintura Brincos mestiços de Oaxaca de Juárez, Oaxaca, 2013; prata<br />
chapeada, contas e pedras semipreciosas  </span><b><span lang="ES" style="font-size: 9pt;">Coleção<span class="apple-converted-space"> </span><i>Collection<br />
of</i><span class="apple-converted-space"> </span>Comisión Nacional para el<br />
Desarrollo de los Pueblos Indígenas (CDI)</span></b></span></div>
<div class="separator" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;" align="center"></div>
<div class="separator" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;" align="center"></div>
<div class="separator" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: center;" align="center"><span style="font-family: inherit;"><b><span lang="ES" style="font-size: 9pt;">Traje composto de Yalalteca e Tehuana<span class="apple-converted-space"><i> </i></span><i>Yalaltec and Tehuana<br />
Attire </i></span></b><span style="font-size: 9pt;">Huipil zapoteco (blusa) de Villa Hidalgo (Yalálag), Oaxaca,<br />
México, c.1960; algodão tecido em tear de cintura com técnica de textura em<br />
relevo, com aplicação de fios de seda Saia zapoteca de Santo Domingo<br />
Tehuantepec, Oaxaca, México, c.1930; apliques bordados com algodão em ponto<br />
correntinha, babado de algodão engomado Colar zapoteco de San Pedro Quiatoni,<br />
Oaxaca, México, séc. XIX; contas de vidro passadas por fio de<br />
algodão Brincos purépechas de Pátzcuaro, Michoacán, c.1940; prata laminada<br />
e coral </span><b><span lang="ES" style="font-size: 9pt;">Coleção<span class="apple-converted-space"> </span><i>Collection<br />
of</i><span class="apple-converted-space"> </span>Comisión Nacional para el<br />
Desarrollo de los Pueblos Indígenas (CDI)</span></b></span></div>
<div class="separator" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;" align="center"><span style="font-family: inherit; font-size: 13.5pt;"> </span></div>
<div class="separator" style="margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: justify;"><strong>6 &#8211; Qual a importância de Frida Kahlo dentro da Cultura Mundial?</strong><br />
Frida kahlo é provavelmente a artista mulher mais reconhecida internacionalmente. Desde os movimentos femininistas, ela foi revindicada como mulher e artista, mas com muita ênfase na sua liberdade e independência.Ela também foi uma das maiores e inovadoras artistas que mudaram completamente a abordagem da auto-representação na Arte. Sua influencia vai muito além da Arte Mundial. Ela inspira na moda, na musica e no cinema.</p>
</div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="background: white; font-family: inherit , serif; font-size: 13.5pt;"> </span></div>
<div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;">
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b><u>Serviço</u></b><b>:<u></u><u></u></b></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><b><span style="font-family: inherit;">Exposição <i><span class="il">Frida</span> <span class="il">Kahlo</span> – Conexões entre mulheres surrealistas no México<u></u><u></u></i></span></b></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Entrada franca </b>(as senhas já podem ser retiradas no site <a style="color: #1155cc;" href="http://frida.ingresse.com/" target="_blank"><span class="il">frida</span>.ingresse.com</a>; e estarão disponíveis, também, na recepção da CAIXA Cultural a partir de 30 de janeiro)<b><u></u><u></u></b></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Local:</b> CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Galerias 1, 2 e 3<u></u><u></u></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Endereço: </b>Av. Almirante Barroso, 25 – Centro (Metrô: Estação Carioca)<u></u><u></u></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Telefone:</b><span style="color: navy;"> </span><a dir="ltr" href="tel:(21)%203980-3815">(21) 3980-3815</a><u></u><u></u></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Visitação:</b><a style="color: #222222;" href="https://www.blogger.com/null" name="-2004096550__GoBack"></a><span style="color: navy;"> </span>30 de janeiro a 27 de março de 2016<b><u></u><u></u></b></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Horário:</b> de terça-feira a domingo, das 10h às 21h<u></u><u></u></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Classificação indicativa:</b> Livre<u></u><u></u></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Acesso para pessoas com deficiência</b><u></u><u></u></span></div>
<div class="MsoNormal" style="background-color: white; margin: 0cm 0cm 0.0001pt;"><span style="font-family: inherit;"><b>Patrocínio:</b><span style="color: navy;"> </span>Caixa Econômica Federal<span style="color: navy;"> </span>e<span style="color: navy;"> </span>Governo Federal</span></div>
</div>
</div>
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