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	<title>Exposições - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Exposições - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;Micélio, entre o fim e o começo&#8221; celebra a trajetória da artista Kyria Oliveira</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Paço Imperial apresenta a exposição &#8220;Micélio, entre o fim e o começo de tudo&#8221; da artista Kyria Oliveira. Com curadoria de Clara Pignaton, a exposição reúne esculturas produzidas por meio da técnica da feltragem e desenvolvidas a partir de sua pesquisa poética sobre o micélio — rede subterrânea de fungos capaz de estabelecer conexões, trocas e formas de comunicação invisíveis [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> Paço Imperial apresenta a exposição &#8220;Micélio, entre o fim e o começo de tudo&#8221; da artista Kyria Oliveira. Com curadoria de Clara Pignaton, a exposição reúne esculturas produzidas por meio da técnica da feltragem e desenvolvidas a partir de sua pesquisa poética sobre o micélio — rede subterrânea de fungos capaz de estabelecer conexões, trocas e formas de comunicação invisíveis entre organismos da floresta.</p>



<p class="has-text-align-center">Dona de uma técnica apurada e profundamente sensível, a artista esculpe como quem costura uma vestimenta, estabelecendo uma relação íntima entre matéria e corpo. A lã, sobreposta em delicadas camadas, é feltrada pelo atrito entre água, sabão e gesto, em um processo repetitivo e meditativo, no qual o fazer manual se torna uma espécie de ritual. As esculturas moles e delicadas evocam ninhos, vísceras, fungos, organismos desconhecidos ou fragmentos de paisagens vivas. Em sua maciez, despertam um desejo de aproximação, acolhimento e afeto.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição ocupa a galeria Armazém D&#8217;El Rei no Paço Imperial, reunindo obras da série Micélio, que convidam o público a fabular novos mundos a partir de estruturas híbridas que habitam o imaginário da artista, criando uma simbiose entre fungos e ninhos, entre proteção e decomposição, entre fim e reinício. O micélio, ao se expandir sob a terra, cria redes de troca e sobrevivência que permitem à floresta responder coletivamente às ameaças do ambiente. Mais do que uma referência científica, essa imagem torna-se, na exposição, uma metáfora poética e política: a possibilidade de imaginar formas de coexistência baseadas na interdependência, no cuidado e na capacidade de regeneração da vida.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Assim como a nossa existência está no limiar entre a vida e a morte, eu busco esse momento do &#8220;entre&#8221;: entre mundos, entre a casa, entre o corpo e entre o tempo. Entre o agora e a eternidade, somos o instante. Acredita-se que o micélio ao se ramificar pela floresta cria um canal de comunicação na floresta, independente de qualquer comprovação científica, é inspirador imaginar que a floresta se protege onde a humanidade falhou&#8221;, declara a artista.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Na série Micélio, interessa à artista pensar as esculturas para além da condição de objeto, propondo reflexões sobre uma ecologia política das coisas e sobre materialidades que resistem. Ninhos e cogumelos aparecem como fios condutores de vidas possíveis em meio às clareiras e aos solos áridos produzidos pelas transformações humanas sobre a paisagem. São formas que sugerem abrigo, regeneração e continuidade, mesmo diante de cenários de exaustão e ruína&#8221;, afirma a curadora&nbsp;Clara Pignaton.</p>



<p class="has-text-align-center"> Serviço:  Período: de 4 de julho a 6 de setembro / Local: Paço Imperial Praça Quinze de Novembro, 48. Centro. / Visitação: de terça a domingo, das 12h às 18h </p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Observe o Espaço-Entre&#8221; na CAIXA Cultural Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 1º de julho a 16 de outubro, a exposição &#8220;Observe o Espaço-Entre, de Conativo, artista visual nascido e criado no bairro de Imbariê, em Duque de Caxias (RJ), na Baixada Fluminense. Com entrada gratuita, a mostra reúne 16 obras que retratam os trabalhadores informais, a mobilidade urbana e o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 1º de julho a 16 de outubro, a exposição &#8220;Observe o Espaço-Entre, de Conativo, artista visual nascido e criado no bairro de Imbariê, em Duque de Caxias (RJ), na Baixada Fluminense. Com entrada gratuita, a mostra reúne 16 obras que retratam os trabalhadores informais, a mobilidade urbana e o cotidiano da periferia. </p>



<p class="has-text-align-center">Graduado em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Conativo desenvolve uma produção artística que valoriza as histórias das pessoas de sua cidade e seus deslocamentos diários em meio ao caos urbano. O artista conta que&nbsp;Observe o Espaço-Entre&nbsp;nasce justamente do ponto de vista e das experiências de quem vive na Baixada Fluminense.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;As pinturas falam de um deslocamento que faz parte da vida de muita gente daqui&#8221;, explica Conativo. &#8220;Então acaba sendo simbólico também que as obras agora façam esse mesmo movimento, saindo de Duque de Caxias e chegando no Centro do Rio. E entrando em contato com pessoas que mesmo vindo de outros territórios compartilham de experiências parecidas&#8221;, completa.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição<strong> </strong>conta com audiodescrição em todas as pinturas e placa tátil da obra <em>Vitral #1 Surfistas de Trem</em>. A mostra foi apresentada pela primeira vez em Duque de Caxias, cidade natal do artista. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO:</u></strong> <strong>Período de visitação: </strong>De 2 de julho a 16 de outubro / <strong>Local: </strong>CAIXA Cultural Rio de Janeiro &#8211; Unidade Passeio (Rua do Passeio, 38, Centro) <strong>Classificação Indicativa: </strong>Livre para todos os públicos / <strong>Informações:</strong> (21) 3083-3610 | <a href="https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/RiodeJaneiro.aspx" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da CAIXA Cultural</a>| <a href="https://www.instagram.com/caixaculturalrj/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">caixaculturalrj</a> </p>
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		<title>&#8220;Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea&#8221; chega à Casa Firjan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 11:10:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um desafio foi proposto a 11 fotógrafos selecionados pelo Mosaico Rio, edital de Cultura promovido pela Firjan SESI, que completa 80 anos em 1/7: interpretar o significado do Tempo através de imagens inéditas. E, assim, com câmeras e lentes apontadas para o passado, o presente e o futuro, produziram 39 obras especialmente para a exposição [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Um desafio foi proposto a 11 fotógrafos selecionados pelo Mosaico Rio, edital de Cultura promovido pela Firjan SESI, que completa 80 anos em 1/7: interpretar o significado do Tempo através de imagens inéditas. E, assim, com câmeras e lentes apontadas para o passado, o presente e o futuro, produziram 39 obras especialmente para a exposição &#8220;Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Os artistas participantes são: Alessandro Fracta, Bruno Marchetti, Cristina Froment, Daniel Oliveria, Francisco Valdean, Gabriella Silva, João MM, Rafa Chlum, Renata Xavier, Thaís Valencio e Thanis Parajara. Eles desenvolveram coletivamente o conceito da exposição &#8220;Arqueiros na espiral do tempo – fotografia brasileira contemporânea&#8221;durante uma semana de imersão na Casa Firjan. A proposta central foi, então, revelar &#8220;interpretações distintas sobre o inescapável fenômeno da passagem do tempo&#8221;, como explica a curadora da mostra, Marcia Mello.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Na cultura ocidental, predomina o entendimento do tempo cronológico e histórico, medido de forma precisa em segundos, minutos, horas. A vida se desdobra como uma seta direcionada apenas para o futuro. Já no tempo mítico, valoriza-se o sagrado. A realidade é atualizada em rituais e mitos através de movimentos cíclicos, como uma roda que gira&#8221;, completa ela.</p>



<p class="has-text-align-center">S<strong>erviço</strong><br>Período: de 3/7 até 20/9<br>Horário: Terça a domingo, das 9h às 18h30<br>Local: Casa Firjan &#8211; Rua Guilhermina Guinle, 211, Botafogo – Rio de Janeiro<br>Entrada gratuita</p>
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		<title>Daniel Senise volta a fazer uma individual no Paço Imperial, após 32 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Paço Imperial recebe a exposição “Os dois lados da janela”, com 59 obras do artista Daniel Senise, que abrangem sua produção desde 2000 até agora. A curadoria é de Pollyana Quintella, que destaca que a mostra oferece ao público a oportunidade de acompanhar os desdobramentos recentes da trajetória do artista, “através de uma articulação que privilegia aproximações não cronológicas, evidenciando recorrências e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Paço Imperial recebe a exposição “Os dois lados da janela”, com 59 obras do artista Daniel Senise, que abrangem sua produção desde 2000 até agora. A curadoria é de Pollyana Quintella, que destaca que a mostra oferece ao público a oportunidade de acompanhar os desdobramentos recentes da trajetória do artista, “através de uma articulação que privilegia aproximações não cronológicas, evidenciando recorrências e deslocamentos no interior de sua produção”. Os trabalhos expostos pertencem à coleção do artista e coleções particulares.</p>



<p class="has-text-align-center">Artista com uma grande produção, Daniel Senise conta está apreciando a ideia desta exposição, em que há trabalhos diversos do que se costuma identificar imediatamente como sendo dele.Reconhecido pelo uso de capturas de superfícies para a realização de seus trabalhos, nessa exposição estão presentes também obras que utilizam outros materiais e tecnicas, como aquarelas, fotografias, objetos que expandem a percepção do trabalho. </p>



<p class="has-text-align-center">Ele salienta que considera o Primeiro Andar do Paço Imperial – ocupado integralmente pela exposição – um espaço ideal para se fazer uma exposição que apresenta um panorama da obra. As salas mostram desdobramentos e afinidades, criando relações entre obras de períodos e materiais distintos. Ele ressalta que o início do percurso, na Antessala Gomes Freire, “é como se fosse uma síntese da exposição, do que aconteceu nos últimos 25 anos”. As obras ali são as monotipias ou coletas de parede – pesquisa que notabiliza o trabalho do artista – &#8220;Verônica (Blanchard Jacques)”, 2026, com 150 x 180 cm; e “Sem título (Guggenheim Museum)”, 2022, com 150 x 300 cm; e as duas em tinta acrílica e tinta metálica sobre tecido: “J.L” (2026), 84 x 83 cm, e “Lucrécia”, de 2026, de 200 x 125 cm. Uma referência a Lucrécia Borgia (1480-1519), “personagem extensivamente representada em pinturas desde o século 16”, observa Daniel Senise. “Nessa tela vemos uma imagem constituída por marcas e intervenções aparentemente aleatórias enquadrada como uma obra em um espaço supostamente museológico”, diz.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo da exposição, o público verá ainda uma série pequenas pinturas – as “pinturinhas” de Daniel Senise, experiências que ele faz em seu ateliê, além de textos de Pollyana Quintella, as “legendas expandidas”, que comentam algumas obras ou o conjunto do ambiente.</p>



<p class="has-text-align-center">Na Sala Gomes Freire, está “Misty Peach Vision Petal” (2004), com 2,15 metros de altura por 6,45 metros de comprimento, produzida a partir “da transferência de poeira, resíduos e marcas acumuladas no chão do ateliê para a tela”, explica Pollyana Quintella nas legendas expandidas que estarão na exposição. “O trabalho incorpora diretamente os vestígios do espaço onde foi produzido. No tríptico, uma mancha rosada atravessa as três telas. Quase invisível no piso original, o vermelho emergiu apenas após a impressão, fazendo surgir uma imagem que parecia existir latente na matéria”, conta.“Realizadas em momentos distintos sobre o mesmo chão, as impressões nunca coincidem integralmente: variações de densidade, opacidade e textura fazem com que cada tela retenha diferenças sutis, como se a própria duração do processo se inscrevesse na pintura. O título, construído a partir da combinação aleatória de palavras encontradas em um jogo de ímãs, reforça o caráter associativo da obra. ‘Misty’, ‘Peach’, ‘Vision’ e ‘Petal’ mantêm sentidos autônomos, mas, reunidas, produzem uma atmosfera rarefeita que atravessa toda a pintura”, afirma Pollyana Quintella. </p>



<p class="has-text-align-center">Na sala Academia dos Seletos – a sétima sala da exposição – está a obra “Arranjo em cinza e prata&#8221; (2019), com 2,44 metros de altura por 7,50 metros de comprimento, feita com os carpetes queimados no incêndio sofrido peloTeatro Villa-Lobos, em Copacabana, em 2011. Daniel Senise havia sido convidado para fazer um painel para a instituição, que iria passar por obras de renovação, quando houve o incêndio. Ele foi ao local e recolheu pedaços do tapete que cobria o chão. Anos depois, criou o trabalho com esses fragmentos, colocados sobre uma superfície de alumínio, que reflete o espectador. “O título dialoga com a obra ‘Arranjo em cinza e preto’ (1871), de James Abbott McNeill Whistler(1834-1903), artista cujo repertório reaparece em outras obras de Daniel Senise”, observa Pollyana Quintella nas legendas expandidas que estarão na exposição. </p>



<p class="has-text-align-center">Na sala Mestre Valentim, a última e a maior da exposição, está a obra “Vai que nós levamos as partes que te faltam” (2008), com 10 metros de comprimento por 1,20 metro de altura, uma composição de aquarelas feitas por Daniel Senise, que reproduzem um a um os tacos de madeira do corredor de sua residênciano Rio de Janeiro. Ao olhar atentamente, o público pode notar que se trata de uma “planta baixa”, com “as saídas para sala de TV, a de estar e para a cozinha”, conta o artista.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> Abertura: 4 de julho de 2026, a partir das 11h com a presença do artista / Até: 6 de setembro de 2026 / Centro Cultural do Patrimônio Paço Imperial Praça Quinze de Novembro, 48, Centro  / @pacoimperial_rj </p>
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		<title>Caravana do Silvinho chega à Cidade Maravilhosa</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de percorrer importantes cidades brasileiras, a Caravana do Silvinho chega ao Rio de Janeiro para uma temporada especial no BioParque do Rio, entre os dias 1º e 31 de julho. A parada ganha um significado ainda mais simbólico por acontecer justamente na cidade onde nasceu Silvio Santos, um dos maiores comunicadores da história da [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Depois de percorrer importantes cidades brasileiras, a Caravana do Silvinho chega ao Rio de Janeiro para uma temporada especial no BioParque do Rio, entre os dias 1º e 31 de julho. A parada ganha um significado ainda mais simbólico por acontecer justamente na cidade onde nasceu Silvio Santos, um dos maiores comunicadores da história da televisão brasileira e inspiração para o projeto.</p>



<p class="has-text-align-center">Criada pelas filhas do apresentador como uma homenagem ao legado deixado por seu pai, a Caravana do Silvinho tem como porta-voz a artista plástica Cintia Abravanel, que acompanha o projeto levando ao público uma celebração da memória afetiva construída ao longo de décadas de televisão. A exposição transforma o icônico personagem Silvinho em suporte para intervenções assinadas por artistas de diferentes estilos e regiões do País, unindo arte contemporânea, cultura e emoção. </p>



<p class="has-text-align-center">A Caravana do Silvinho teve início no Jardim Botânico de São Paulo e, desde então, passou por importantes capitais da região Sul, como Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, consolidando-se como uma exposição itinerante que aproxima a arte do público em espaços de grande circulação e promove uma homenagem sensível ao legado de Silvio Santos. A iniciativa convida visitantes de todas as idades a conhecer as 45 esculturas, feitas em fibra de vidro, que traduzem diferentes interpretações de artistas de todas as regiões brasileiras sobre uma personalidade que atravessou gerações.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">Entre as obras expostas está uma criação assinada pelo renomado muralista Eduardo Kobra, um dos principais nomes da arte urbana brasileira e participante da Caravana do Silvinho desde sua concepção. A exposição também reúne trabalhos de artistas plásticas cariocas selecionadas para integrar o projeto. Lhara Santana assina a obra &#8220;Colorir Tudo de Sílvio&#8221;, enquanto Titina Corso apresenta &#8220;Sílvio 40 Graus&#8221;. As criações representam diferentes olhares sobre o legado do comunicador e reforçam a diversidade artística da mostra, que reúne talentos de todas as regiões do país.</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura oficial acontece no dia 1º de julho, marcando o início da temporada da Caravana do Silvinho no BioParque do Rio. A programação inclui uma ação social voltada para estudantes de escolas públicas e representantes de organizações não governamentais, reforçando o compromisso da iniciativa com a democratização do acesso à arte e à cultura. </p>



<p class="has-text-align-center">Vale lembrar que as 45 esculturas que compõem a Caravana do Silvinho foram personalizadas por artistas de diferentes regiões do Brasil, que transformaram a escultura em fibra de vidro do personagem Silvinho em obras inéditas e autorais. Cada intervenção traduz uma visão singular sobre a trajetória, o carisma e o legado de Silvio Santos, reforçando a proposta da exposição de unir arte, memória e identidade cultural. </p>



<p class="has-text-align-center">Durante a visitação à exposição, o público também encontra uma estrutura completa de experiência no local. Localizado dentro da Quinta da Boa Vista, zoológico abriga cerca de 650 animais de 124 espécies distribuídos em 56 recintos. Entre os moradores mais conhecidos estão o leão Simba, os hipopótamos Tim e Bocão, a elefanta Koala e o urso-de-óculos Baloo. Além da observação dos animais, o espaço oferece atrações interativas para crianças, opções gastronômicas para adultos e crianças, loja de lembranças, tirolesa e estacionamento próprio, proporcionando uma experiência completa e segura para toda a família.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> Período: de 1º a 31 de julho / Local: BioParque do Rio – Parque da Quinta da Boa Vista, s/nº, São Cristóvão / Horário de funcionamento: aberto todos os dias do mês de julho – durante a alta temporada (das 9h às 17h, com última entrada às 16h). / Ingressos durante a temporada: inteira a partir de R$ 69 e meia-entrada a partir de R$ 34,50, conforme as políticas de bilheteria do BioParque do Rio.</p>
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		<title> &#8220;Vida Reinventada &#8211; A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro&#8221; oferece experiência sensorial e documental sobre a pandemia de Covid-19.</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Memória, Justiça e Reparação, essas são as palavras que definem a exposição &#8220;Vida Reinventada &#8211; A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro&#8221; uma experiência sensorial e documental, que propõe uma travessia coletiva pelas múltiplas respostas da sociedade à pandemia de Covid-19. Com inauguração prevista para o dia 30 de junho, a exposição será realizada [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Memória, Justiça e Reparação, essas são as palavras que definem a exposição &#8220;Vida Reinventada &#8211; A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro&#8221; uma experiência sensorial e documental, que propõe uma travessia coletiva pelas múltiplas respostas da sociedade à pandemia de Covid-19. Com inauguração prevista para o dia 30 de junho, a exposição será realizada no Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), prédio histórico, recentemente reinaugurado e que abriga o Memorial da Pandemia, localizado no centro do Rio de Janeiro, integrante do Corredor Cultural e do Complexo da Praça XV.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="534" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr.jpeg" alt=" &quot;Vida Reinventada" class="wp-image-201021" style="width:552px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr.jpeg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-300x200.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-768x513.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-629x420.jpeg 629w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-150x100.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Vidas-Importam-Memoria-visual-da-pandemia-de-Covid-19-no-Rio-de-Janeiro-Credito-Erbs-Jr-696x465.jpeg 696w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Vidas Importam &#8211; Memória visual da pandemia de Covid 19 no Rio de Janeiro &#8211; Crédito Erbs Jr</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Com concepção de Nísia Trindade Lima, socióloga, sanitarista, pesquisadora e primeira mulher a ocupar o cargo Presidente da Fiocruz e de Ministra da Saúde do Brasil, a exposição promove uma reflexão profunda sobre memória, verdade e justiça como elementos indispensáveis para a elaboração e superação do trauma coletivo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Poderia ter sido diferente: Para Nísia, &#8220;reinventar a vida implica também em transformar o futuro, assim, a exposição busca dar ênfase à dimensão subjetiva e ao mesmo tempo, entender a dimensão política de todo o processo e a luta por prevenir, preparar e responder de forma coletiva e adequada a futuras emergências em saúde&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">O projeto expográfico e a cenografia de  &#8220;Vida Reinventada &#8211; A Pandemia da Covid-19 e a Transformação do Futuro&#8221; oferece experiência sensorial e documental sobre a pandemia de Covid-19. são assinados por André Cortez, um dos principais cenógrafos brasileiros, com trajetória consolidada em teatro, ópera e exposições. &#8220;A pandemia nos lançou ainda mais fundo nos corpos digitais, que nos salvaram, mas também nos ameaçaram. Urdiduras atravessadas por tramas: nosso tecido social. A criatividade humana (coletiva) sempre floresceu diante do desafio — seja para ampliar o conforto físico e espiritual, seja para nos salvar. Durante a pandemia, muitas redes humanas foram criadas &#8220;, diz André Cortez. A expografia, certamente, transforma essas reflexões em uma experiência contemporânea e tecnológica, com vídeos, áudios e projeções.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, &#8220;Vida Reinventada&#8221; é resultado de uma polifonia, desenvolvida com a participação de pesquisadores de diferentes áreas e instituições. A exposição reúne imagens, vídeos e testemunhos produzidos durante e sobre a pandemia, transformando memória e experiência coletiva em narrativa expositiva&#8221;, explica Inês Fernandes.<br></p>



<p class="has-text-align-center"> A exposição dá destaque para o papel da ciência, da pesquisa e da inovação na superação da crise sanitária, ao mesmo tempo em que valoriza a arte como registro e interpretação da realidade. Assim, transforma dor, luto, resiliência e reinvenção em expressões que promovem o diálogo entre cultura, ciência, história e sociedade. Além disso, entre as ações complementares da exposição, estão previstos um ciclo de seminários em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), uma mostra de filmes em parceria com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) e rodas de leitura realizadas em conjunto com a Fundação Biblioteca Nacional, ampliando o alcance cultural, científico e educativo do projeto.</p>



<p class="has-text-align-center">A parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) prevê a realização de um ciclo de debates presenciais com transmissão online, dedicado às reflexões sobre os impactos sociais, científicos e humanos da pandemia de Covid-19. A programação dos encontros será desenvolvida pela SBPC e contará com pesquisadores, especialistas da área da saúde e convidados de diferentes campos do conhecimento. Ao longo do período expositivo, novos encontros e seminários também serão incorporados à agenda de atividades. A exposição também integrará a programação cultural da Reunião Anual da SBPC, que acontecerá de 26 de julho à 1 de agosto deste ano em Niterói, ampliando o diálogo entre ciência, cultura e memória.</p>



<p class="has-text-align-center">As rodas de leitura promovidas com a Fundação Biblioteca Nacional estão previstas para os dias 06 de julho, 03 de agosto e 08 de setembro, abordando registros históricos de crises sanitárias, reflexões artísticas e literárias produzidas no contexto da pandemia de Covid-19, além de obras e publicações relacionadas às ciências biomédicas e sociais.  Já a mostra de filmes realizada em parceria com o MAM-Rio entre os dias 5 e 9 de agosto, reunirá documentários, ficções e curtas-metragens produzidos durante a pandemia, apresentando diferentes perspectivas sobre os impactos sociais, políticos e humanos da Covid-19. A programação contará ainda com debates entre realizadores, pesquisadores, profissionais da saúde e convidados.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>De 30 de junho até abril de 2027 <strong>Local: </strong>Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) <strong>Endereço:</strong> Praça Marechal Âncora (Praça XV) &#8211; s/nº, térreo <strong>Funcionamento:</strong> Terça-feira a sábado, das 10h às 17h  <strong>Tel.:</strong> (21) 2240-5568 / Telefaxes: (21) 2240-2813/2845 / Agendamento para visitas em grupo: (21) 2240-5318 </p>
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		<title>Exposição revela o lado mais íntimo e afetivo de Roberto Burle Marx no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito além do paisagista que revolucionou a relação entre arte e natureza no Brasil, Roberto Burle Marx surge agora como anfitrião, colecionador, amigo, humanista e homem profundamente entrelaçado com a diversidade cultural que moldou sua trajetória. É essa dimensão menos conhecida de um dos maiores criadores brasileiros que ganha protagonismo em Roberto Burle Marx pelos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Muito além do paisagista que revolucionou a relação entre arte e natureza no Brasil, Roberto Burle Marx surge agora como anfitrião, colecionador, amigo, humanista e homem profundamente entrelaçado com a diversidade cultural que moldou sua trajetória. É essa dimensão menos conhecida de um dos maiores criadores brasileiros que ganha protagonismo em Roberto Burle Marx pelos amigos, exposição em cartaz no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro, a partir do dia 1º de julho de 2026.</p>



<p class="has-text-align-center">Com caráter imersivo, a mostra reúne cerca de 150 fotografias, documentos históricos, reproduções cenográficas, instalações interativas e ambientes sensoriais que conduzem o visitante por uma narrativa construída a partir das memórias de pessoas que conviveram com Burle Marx, especialmente em seus últimos anos de vida. A proposta desloca o olhar do artista monumental para revelar sua dimensão humana, doméstica e espiritual.</p>



<p class="has-text-align-center">Idealizada pelo Memorial Judaico de Vassouras, a exposição percorre episódios pouco conhecidos da biografia de Burle Marx, como suas origens familiares, filho de um judeu alemão e de uma professora católica pernambucana de ascendência francesa, a passagem pela Alemanha durante a juventude e o impacto da ascensão do nazismo sobre sua família paterna. Fotografias inéditas e documentos históricos ajudam a compreender como essa herança multicultural reverberou em sua visão de mundo e em sua produção artística, especialmente em seus últimos anos de vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Sempre cercado por muitos amigos, Roberto Burle Marx cultivou relações que atravessaram sua trajetória pessoal e artística. Foi justamente a partir da convivência entre o multiartista e o geofísico Luiz Benyosef, cofundador e presidente do Memorial Judaico de Vassouras, que nasceu o projeto paisagístico concebido por Burle Marx em homenagem a dois imigrantes marroquinos de religião judaica, que foram impedidos de serem sepultados no antigo cemitério católico da cidade no século XIX, dando origem ao Memorial. A exposição apresenta esse episódio como uma das expressões mais sensíveis de seu compromisso com a memória histórica, a tolerância e o diálogo entre povos e culturas.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do percurso, o público encontrará reproduções cenográficas da Sinagoga da Congregação Judaica do Brasil, último projeto realizado por Burle Marx pouco antes de sua morte, referências à Capela de Santo Antônio da Bica preservada no Sítio Roberto Burle Marx e ao projeto místico cabalistico Árvore da Vida, desenvolvido em parceria com sua grande amiga Sulamita Mareines. Judaísmo, catolicismo, religiosidade popular e sincretismo aparecem como elementos que atravessam sua filosofia de vida e ajudam a compreender uma produção artística guiada pela convivência entre diferenças.</p>



<p class="has-text-align-center">Distribuída por duas galerias internas, corredor imersivo e pelo pátio do Centro Cultural Correios, a exposição amplia a experiência para além das salas expositivas. Inspirado nos jardins do Sítio Roberto Burle Marx (IPHAN), o espaço externo será ocupado por um percurso de contemplação formado por placas com frases do artista, evocando o convite permanente à reflexão que ele fazia por meio da natureza e da convivência.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Além dos jardins, a experiência expositiva mergulha na atmosfera do Sítio Roberto Burle Marx, espaço onde arte, natureza e hospitalidade se confundiam. Grandes reproduções fotográficas, objetos cenográficos, ambientes interativos e totens em escala humana aproximam o público de uma intimidade raramente apresentada ao grande público.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Entre corredores imersivos inspirados em sua visão de mundo, jardins cenográficos, documentos históricos e instalações sensoriais, a mostra revela um criador que transitava com igual liberdade entre paisagismo, pintura, desenho, botânica, cerâmica, cenografia, tapeçaria, joalheria e música, fazendo de sua obra uma síntese singular entre arte e vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do período expositivo, a programação contará com visitas guiadas, exibições audiovisuais e encontros voltados à ampliação do debate sobre a obra e o legado de Roberto Burle Marx. Como ponto alto da programação, 4 de agosto, data de nascimento do artista, será celebrado com uma série de atividades especiais promovidas pela própria exposição. O público poderá assistir à exibição do documentário <em>Eu, Roberto Burle Marx</em>, seguida de conversa com a documentarista e pesquisadora Soraia Cals, codiretora do filme em parceria com a jornalista Tamara Leftel, participar de uma visita guiada com o historiador Joseph Benyosef e acompanhar um recital em homenagem ao artista com Ana Cecília Burle Marx, sobrinha de Roberto Burle Marx, e em sequência um recital com a pianista Miriam Grosman e a instrumentista Daniela Spielmann.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que celebrar um dos artistas fundamentais do século XX, &#8220;Roberto Burle Marx pelos amigos&#8221; propõe uma reflexão sobre memória, pertencimento e diversidade, mostrando que seu maior legado talvez não esteja apenas nos jardins que desenhou, mas na forma como compreendia a convivência entre pessoas, culturas e paisagens como uma verdadeira obra de arte.</p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: <strong>Período:</strong> 1º de julho a 22 de agosto de 2026 <strong>Local:</strong> Centro Cultural Correios <br>Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro  / <strong>Visitação:</strong> terça a sábado, das 12h às 19h </p>



<p></p>
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		<title>Museu Histórico Nacional recebe exposição sobre a história da alimentação na China antiga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu Histórico Nacional recebe a exposição &#8220;Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga&#8221;, nela o visitante percorre milhares de anos da civilização chinesa a partir de uma de suas expressões mais fundamentais: a comida. São mais de 120 objetos provenientes do Museu Nacional da China, em Pequim, ocupando as galerias temporárias do [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Museu Histórico Nacional recebe a exposição &#8220;Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga&#8221;, nela o visitante percorre milhares de anos da civilização chinesa a partir de uma de suas expressões mais fundamentais: a comida. São mais de 120 objetos provenientes do Museu Nacional da China, em Pequim, ocupando as galerias temporárias do Museu Histórico Nacional. </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição parte da comida e da bebida para recontar a história de uma civilização. Cada peça do acervo é um fragmento de como os chineses pensavam o mundo, organizavam o poder, cultivavam o prazer e negociavam com o sagrado. Para a curadoria, a alimentação é o domínio da vida humana onde mais dimensões da cultura se encontram ao mesmo tempo. Para o público brasileiro, a mostra é uma porta de entrada para uma China que vai muito além do que o cotidiano costuma mostrar: a que cozinha, ritualiza, filosofa e encontra beleza à mesa em cerâmicas, bronzes e porcelanas de até dez mil anos de idade. A mostra foi apresentada no Museu de Etnografia de Budapeste, em 2024, e nos Museus do Kremlin, em Moscou, em 2025.</p>



<p class="has-text-align-center">Cada núcleo constrói sobre o anterior, abrindo o percurso à medida que o visitante avança, revelando escolhas cuidadosas de curadoria do Museu chinês. Vale conferir com calma. Aliás, a exposição cobre um arco que vai da pré-história agrícola ao ano de 1911, quando se encerra a dinastia Qing e, com ela, a China imperial. Da China antiga às transformações do século XX, &#8220;Sabores da Tradição: história da alimentação na China antiga&#8221; conta com cinco núcleos temáticos, cada um iluminando uma camada distinta da relação entre os chineses e sua cultura alimentar.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Conheça os núcleos:</h2>



<p class="has-text-align-center">O primeiro núcleo,&nbsp;Uma alimentação variada como base da nutrição, parte de uma afirmação arqueológica: a China figura entre os berços do cultivo do arroz e do milheto, e é também uma das regiões mais antigas do mundo na domesticação de animais como o porco e a galinha. Por volta de quatro mil anos atrás, chegaram ao território chinês, vindos da Ásia Ocidental, o carneiro, o gado bovino, o cavalo e o trigo, ampliando progressivamente a diversidade alimentar de uma civilização que já era rica antes mesmo desses contatos.</p>



<p class="has-text-align-center">Os textos de parede desse núcleo evocam o Clássico Interno do Imperador Amarelo, obra de referência da medicina e do pensamento chinês antigo, para sintetizar essa filosofia alimentar: “Os cinco grãos nutrem, os cinco animais enriquecem, os cinco frutos auxiliam e os cinco vegetais complementam”. Uma dieta fundada na variedade, mas também numa ideia de equilíbrio que atravessa toda a cultura chinesa clássica.</p>



<p class="has-text-align-center">O núcleo seguinte,&nbsp;Alimentos cozidos e bebidas quentes, lida com uma das mais antigas fronteiras simbólicas da humanidade: a que separa o cru do cozido. Para os antigos chineses, o domínio do fogo era uma questão técnica, mas, sobretudo, um marco civilizatório. As dezenas de técnicas culinárias desenvolvidas ao longo dos milênios, vapor, fervura, salteado, fritura, assado, cura, fermentação, constituíram um repertório sem paralelo. Dois métodos são considerados invenções propriamente chinesas: o cozimento no vapor e o salteado no wok.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, o núcleo também dedica espaço às bebidas quentes. O vinho aparece aquecido, prática que tem uma razão técnica: o calor elimina o metanol, tornando a bebida mais segura. E o chá comparece em toda a sua complexidade. Há um vídeo sobre o método do chá batido, uma das formas mais antigas de preparo, que pouco tem a ver com a infusão em saquinho que o Ocidente popularizou. Objetos das dinastias Tang e Song e trechos de poemas de Bai Juyi, um dos maiores poetas da literatura chinesa, aparecem ao longo deste núcleo.</p>



<p class="has-text-align-center">No terceiro núcleo,&nbsp;Reverenciar o Céu e cumprir os ritos, a alimentação ganha dimensão política e espiritual. Na China antiga, os ritos tinham sua origem na comida e na bebida. As peças em bronze apresentam uma gramática do poder: a quantidade e o tipo de recipientes que um senhor feudal exibia em seus banquetes determinavam sua posição na hierarquia social.</p>



<p class="has-text-align-center">O tripé ding, presente em exemplares de diferentes períodos, talvez seja o símbolo mais eloquente dessa transformação: de vasilha de cozinha a emblema do poder real. Os sinos de bronze que acompanhavam os banquetes da nobreza, o jogo de arremessar flechas em vasos que animava as reuniões letradas, as pinturas murais com cenas de banquetes da dinastia Han – tudo mostra como comer, na China antiga, era um ato profundamente político</p>



<p class="has-text-align-center">O quarto núcleo,&nbsp;Deleitar os olhos, apaziguar o espírito, desdobra outra dimensão dessa cultura: a recusa em separar funcionalidade e beleza. Os artesãos e artistas chineses produziram utensílios de mesa que eram, ao mesmo tempo, ferramentas cotidianas e obras de arte. O percurso reúne cerâmicas pintadas do Neolítico, bronzes da Antiguidade, porcelanas imperiais de refinamento extremo, objetos em ouro e prata da dinastia Liao e peças em jade de diferentes períodos. A curadoria parte do entendimento de que a experiência de comer é também sensorial e estética, e que a beleza dos recipientes intensifica o prazer da comida.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim , o quinto núcleo,&nbsp;Beleza compartilhada em harmonia, fecha o percurso com a dimensão do intercâmbio. A cultura alimentar chinesa nunca foi fechada sobre si mesma. As nozes e a pimenta-do-reino chegaram pela Rota da Seda. A batata e o pimentão vieram das Américas. O arroz, o chá e o tofu migraram para o mundo. A porcelana chinesa influenciou as artes decorativas europeias e, ao mesmo tempo, a China incorporou objetos de ouro, prata e vidro de fabricação europeia. É neste núcleo que aparece o capítulo sobre o Jardim Botânico do Rio de Janeiro: a gravura dos agricultores chineses trazidos por Dom João VI, plantando as primeiras mudas de chá no Brasil, é um dos momentos mais próximos do público carioca, uma espécie de “carinho” curatorial incorporado ao percurso.</p>



<p class="has-text-align-center">Os 121 objetos, certamente, abrangem um arco de aproximadamente dez mil anos. A diversidade de materiais é um dado em si: cerâmica, bronze, porcelana, ouro, prata, jade, pedras preciosas, laca e madeira. Vale notar que o que está sendo apresentado é o que ficou na China. A porcelana que chegou à Europa pela Companhia das Índias era produção de exportação, feita para consumidores que não conheciam o padrão dos melhores ateliês chineses. O acervo aqui reunido é de outra categoria.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre as peças de maior interesse histórico estão os vasos rituais em bronze das dinastias Shang, Zhou Ocidental e do período das Primaveras e Outonos, alguns com mais de três mil anos. Nesses objetos está inscrita a gramática do poder ritual chinês: o ding para cozinhar e oferecer alimentos, o you e o gu para armazenar e servir vinho, o gui e o xu como recipientes de comida para cerimônias. Exibir determinado número de ding e gui à mesa era protocolo: os utensílios diziam, antes de qualquer palavra, a posição social de quem estava sentado ali.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sabores da Tradição&#8221; chega ao Brasil no contexto do Ano Cultural Brasil-China 2026. A realização conta com a articulação institucional do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), vinculado ao Ministério da Cultura, que coordenou as tratativas brasileiras e o Museu Nacional da China. Em contrapartida, o Museu Nacional da China apresenta, em Pequim,&nbsp;&#8220;O Brasil de Portinari&#8221;, exposição dedicada à obra de Candido Portinari. </p>



<p class="has-text-align-center">Para o diretor do MHN, Cícero de Almeida conta, &#8221; O Museu celebra a história da alimentação na China, mas também a possibilidade de construir pontes culturais capazes de ampliar horizontes e estimular novas formas de compreensão do mundo contemporâneo. “Que esta mostra seja, para o público brasileiro, uma experiência de descoberta, encontro e reflexão”, enfatiza.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> Período: 27 de junho a 11 de outubro / Local: Museu Histórico Nacional Endereço: Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro / Funcionamento: Quarta a domingo, das 10h às 17h (último acesso às 17h e encerramento às 18h) / Entrada: gratuita</p>
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		<title>&#8220;PRO-POLIS&#8221;, do artista Ricardo Siri, traz pinturas e esculturas</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há cerca de oito anos, o artista transdisciplinar Ricardo Siri começou a estudar e a criar abelhas nativas brasileiras. Esse processo lhe rendeu prêmios, como o terceiro melhor mel do Brasil, e transbordou para a sua criação artística. O resultado será apresentado pela primeira vez na exposição &#8220;PRO-POLIS&#8221; no Museu Histórico da Cidade, na Gávea. [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Há cerca de oito anos, o artista transdisciplinar Ricardo Siri começou a estudar e a criar abelhas nativas brasileiras. Esse processo lhe rendeu prêmios, como o terceiro melhor mel do Brasil, e transbordou para a sua criação artística. O resultado será apresentado pela primeira vez na exposição &#8220;PRO-POLIS&#8221; no Museu Histórico da Cidade, na Gávea.</p>



<p class="has-text-align-center"> Com curadoria de Fernanda Lopes, serão apresentadas cerca de 20 obras inéditas, entre pinturas e esculturas, produzidas com mel, cera de abelha e própolis. &#8220;Os trabalhos estabelecem uma ponte entre natureza, cidade e cultura, revelando processos invisíveis de construção coletiva, proteção e transformação&#8221;, afirma o artista.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Em PRO-POLIS, Ricardo Siri transforma materiais produzidos pelas abelhas em dispositivos de pensamento. Ao trazer mel, cera e própolis para o campo da arte, o artista nos convida a refletir sobre formas de coexistência, cuidado e construção coletiva que atravessam tanto a natureza quanto a vida em sociedade. Seu interesse não está em representar a natureza, mas em trabalhar a partir dela. Seus materiais carregam histórias, geografias e relações ecológicas complexas&#8221;, diz a curadora Fernanda Lopes.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A própolis – substância utilizada pelas abelhas para proteger e imunizar a colmeia – torna-se matéria pictórica, em obras abstratas. O material, normalmente associado à defesa e à saúde do organismo das abelhas, é transformado em pintura, criando superfícies orgânicas com tonalidades naturais de marrom, verde e vermelho. &#8220;Nas pinturas, a própolis atua simultaneamente como matéria, cor e arquivo. Produzida a partir de resinas coletadas pelas abelhas em diferentes paisagens, ela traz para a superfície da obra vestígios de territórios, vegetações e ciclos naturais que permanecem inscritos em sua materialidade&#8221;, conta a curadora. Algumas obras incorporam também geoprópolis, mistura de terra e própolis produzida por espécies como as abelhas mandaçaia, ampliando o diálogo entre arte, território e biologia. &#8220;As pinturas revelam texturas, transparências e densidades próprias desses materiais, trazendo para o campo da arte uma matéria viva que carrega em si a memória vegetal das paisagens visitadas pelas abelhas&#8221;, ressalta Siri.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição apresentará também quadros nos quais o artista cria estruturas a partir de folhas de cera de abelha, usando a história da arte como referência. Nas obras chamadas &#8220;Estudos para Movimento Mel Concreto&#8221;, ele faz uma alusão ao Movimento Neoconcreto, um dos mais importantes da arte contemporânea, surgido em 1959. &#8220;Eu junto a cera, derreto e faço uma folha, que passo no alveolador, que a deixa hexagonal, e crio estruturas, sempre muito matemáticas. De certa forma, todos os trabalhos falam de geometria, porque as abelhas são muito geométricas&#8221;, conta Siri, que é formado em engenharia civil.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ampliando a pesquisa sobre os movimentos artísticos, Siri também faz referências a importantes nomes da história da arte, como Piet Mondrian (1872 – 1944), reproduzindo as formas e as cores de sua obra, com cera de abelha e mel em natura, em trabalhos que chamou de &#8220;Meldrian&#8221;. As cores vêm da própria cera, sem pigmentos. Em seus estudos, Siri descobriu que cada espécie de abelha produz a cera de uma cor, e, muitas vezes, dentro da mesma colmeia, da mesma espécie, há variação de cores.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ainda com as folhas de cera de abelha, cortando e montando, o artista criou QR codes, que, para sua surpresa, podem ser lidos por aparelho celulares e levam o público para dentro das colmeias, com mais informações sobre a vida das abelhas que criaram aquela cera. A tecnologia também fará parte de pinturas inspiradas nas estruturas das colmeias, feitas com própolis e pigmentos naturais de flores e plantas do quintal da casa do artista, que são polinizadas pelas abelhas, como bougainville, urucum e café. Em um primeiro olhar, o espectador verá formas hexagonais, de cores diversas. Ao fotografá-las, no entanto, aparecerão imagens concretas na tela, como uma abelha e uma flor, ampliando a experiência do público. &#8220;As pessoas estão o tempo todo com o celular nas exposições e, muitas vezes, fotografam sem nem olhar a obra direito. Então é uma brincadeira com o olhar, uma forma de chamar a atenção para o que está ali, uma forma de polinizar as pessoas&#8221;, diz o artista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A maioria dos trabalhos são feitos com materiais vindos do meliponário do artista, que tem esse nome devido às melíponas, que são as abelhas nativas brasileiras. No entanto, no Brasil, encontramos outras espécies de abelhas, vindas de outros países, mas que não polinizam o nosso bioma. Em uma homenagem a estas abelhas, e aos milhares de estrangeiros que vieram para o Brasil, com os próprios avós do artista, ele criou obras que trazem imagens de mapas-múndi, feitos com cera de abelhas estrangeiras, encontradas em nosso país. &#8220;Todos esses mapas são para falar desse lugar de migração das abelhas. E até uma homenagem a elas, porque eu acho que elas são bem-vindas&#8221;, diz.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Completam a exposição, estruturas em formatos de colmos, feitos com corda e cera de abelha, que se relacionam com os trabalhos da exposição e também com a pesquisa que o artista vem desenvolvendo há muito tempo sobre os ninhos.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> Abertura: 27 de junho  até 22 de agosto de 2026 / Museu Histórico da Cida (MHC) [3º andar]   Estrada Santa Marinha, s/n – Gávea  De terça a domingo, das 9h às 16h. </p>
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		<title> Mostra &#8220;Ocupa Boal&#8221; acontece no Teatro Sergio Porto</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há sessenta anos, a psicanalista e atriz Cecília Boal conheceu o dramaturgo e diretor Augusto Boal(1931–2009) na Argentina. Companheira de vida e parceira artística de uma das figuras mais importantes do teatro mundial do século XX, Cecília está à frente do Instituto Augusto Boal, onde se dedica à preservação e difusão do legado do dramaturgo, diretor teatral, ensaísta e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Há sessenta anos, a psicanalista e atriz Cecília Boal conheceu o dramaturgo e diretor Augusto Boal(1931–2009) na Argentina. Companheira de vida e parceira artística de uma das figuras mais importantes do teatro mundial do século XX, Cecília está à frente do Instituto Augusto Boal, onde se dedica à preservação e difusão do legado do dramaturgo, diretor teatral, ensaísta e criador do Teatro do Oprimido. Entre 26 de junho e 19 de julho de 2026, o Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto recebe a mostra Ocupa Boal – um projeto dedicado à trajetória multifacetada do teatrólogo. Idealizada pelo Instituto Augusto Boal, a ocupação reúne a peça “Hamlet 16&#215;8”, solo com o ator Rogério Bandeira e direção de Marco Antonio Rodrigues, inédito no Rio; uma exposição com cartazes, fotos e registros de montagens de Boal, além de bate-papos e oficinas.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Cecília Boal, revisitar esse legado é também olhar para o Teatro de Arena como movimento cultural e político. “Existia ali uma proposta política para o Brasil muito definida, e a ditadura fez o possível para que houvesse um apagamento dessa experiência”, afirma. A mostra propõe justamente recolocar essa trajetória em circulação, aproximando o público de diferentes dimensões da obra do diretor, dramaturgo e pensador teatral.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Espetáculo</u></strong>&nbsp;– Inédito no Rio, o solo “Hamlet 16&#215;8”, com Rogério Bandeira e direção de Marco Antonio Rodrigues, parte do livro “Hamlet e o Filho do Padeiro: Memórias Imaginadas”, autobiografia em que Boal revisita a infância, o Teatro de Arena, a prisão, o exílio e sua trajetória internacional. Rodrigues constrói a encenação ao lado de Bandeira, ator com trajetória ligada à pesquisa teatral. A cena vai peneirando os achados, os ditos e os quereres de Boal, representando toda uma geração do teatro brasileiro refundada no Teatro de Arena. A peça “Hamlet 16&#215;8” estreou em São Paulo em 2021, tendo sido indicada na categoria Melhor Espetáculo do Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Exposição Augusto Boal</u></strong>&nbsp;– Com curadoria de Cecília Boal e Daniela Camargo, a exposição audiovisual inclui itens como cartazes, fotografias e registros históricos de montagens dirigidas por Boal no Brasil e no exterior, trechos de entrevistas e depoimentos em vídeo do dramaturgo, de amigos e de artistas que fizeram parte de sua trajetória. A exposição evidencia o papel fundamental de Boal como divulgador da dramaturgia íbero-latino-americana e reafirma sua importância e legado para a história do teatro brasileiro e mundial.</p>



<p class="has-text-align-center">A ocupação evidencia também a importância do Teatro de Arena, grupo fundamental da cena brasileira a partir dos anos 1950. Sob direção de Boal, o Arena consolidou uma dramaturgia voltada à realidade social brasileira e revelou autores, atores e encenadores que marcariam a história do teatro nacional. O grupo circulou por países como Estados Unidos, México, Peru e Argentina, tornando-se referência artística e política na América Latina e no mundo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Oficinas</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Teatro jornal: um arsenal do teatro do oprimido</strong> &#8211; O Teatro Jornal, considerada a primeira técnica criada por Augusto Boal no arsenal do Teatro do Oprimido, surgiu na década de 1970 como forma de denúncia durante a ditadura militar brasileira. Ministrada por Pedro Barroso, a oficina tem formato teórico-prático, combinando jogos do Teatro do Oprimido com a criação de cenas a partir de notícias atuais, e contará com a presença especial do ator Celso Frateschi — figura histórica do teatro brasileiro que participou do grupo com o qual Boal desenvolveu sua primeira peça de Teatro Jornal, e que atualmente dirige o Ágora Teatro, em São Paulo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Augusto Boal e o Teatro do Oprimido </strong> &#8211; Ministrada por Lucas Tostes e Thaís Paiva, a oficina propõe uma imersão teórico-prática na trajetória de Boal e no desenvolvimento do Teatro do Oprimido, abordando seu contexto histórico, político e cultural no cenário brasileiro e latino-americano, com realização de jogos e técnicas que articulam a prática teatral à conjuntura atual e às questões vividas pelos participantes em seus contextos sociais.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>SERVIÇO</u></strong> <strong>De 26 de junho a 19 de julho de 2026.<br>Local:</strong> Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto (Rua Visconde Silva S/N – Humaitá).</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Espetáculo “Hamlet 16&#215;8”</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local: </strong>Palco Principal. <strong>Temporada:</strong> de 26 de junho a 18 de julho.<br><strong>Dias e horários:</strong> Sextas e sábados, às 19h30. Domingos, às 18h.<br><strong>Ingressos:</strong> R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada). </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Vendas pelo site da Sympla </strong><a href="https://bileto.sympla.com.br/event/120872/d/386427/s/2557170">neste link</a> <strong>Duração:</strong> 1h40<br><strong>Classificação: </strong>14 anos<br></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Exposição <strong>Período: </strong>de 26 de junho a 19 de julho. / <strong>Dias e horários:</strong> de quarta a domingo, das 16h às 21h.</strong> <strong>Local: </strong>Galeria. <br><strong>Abertura:</strong> dia 26 de junho, às 18h, com visita mediada por Cecília Boal, às 18h30. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina Teatro Jornal: um arsenal do Teatro do Oprimido</strong><br><strong>Local:</strong> Sala Preta (acesso por escadas).<br><strong>Facilitador:</strong> Pedro Barroso | Participação de Celso Frateschi no dia 27/06.<br><strong>Datas e horários:</strong> 27 e 28 de junho (sábado e domingo), das 15h às 19h.<br><strong>Inscrições </strong><a href="https://augustoboal.com.br/2026/05/17/ocupa-boal-oficinas/">neste link</a> </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina Augusto Boal e o Teatro do Oprimido<br>Local:</strong> Sala Preta (acesso por escadas).<br><strong>Facilitadores:</strong> Lucas Tostes e Thaís Paiva.<br><strong>Datas e horários:</strong> 18 e 19 de julho (sábado e domingo), das 15h às 19h.<br><strong>Inscrições </strong><a href="https://augustoboal.com.br/2026/05/17/ocupa-boal-oficinas/">neste link</a> </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Conversa com Celso Frateschi</strong> <strong>Local: </strong>Palco Principal.<strong><br>Data e horário: </strong>27 de junho (sábado), às 17h.<br>Atividade gratuita, aberta ao público.  / Distribuição de senhas uma hora antes do início. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Conversa com Geo Britto</strong> <strong>Local: </strong>Palco Principal.<br>Data e horário: Domingo, 12 de julho, às 15h30.<br>Atividade gratuita, aberta ao público. / Distribuição de senhas uma hora antes do início. </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/mostra-ocupa-boal-acontece-no-teatro-sergio-porto/"> Mostra &#8220;Ocupa Boal&#8221; acontece no Teatro Sergio Porto</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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