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	<title>Exposições - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>&#8220;Maré de origem&#8221;, individual da artista Brenda Guimarães, na Galeria de Arte Solar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:53:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Galeria de Arte Solar, na comunidade do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo apresenta a exposição &#8220;Maré de origem&#8221;, de Brenda Guimarães. Com curadoria de Adriana Nakamuta, a individual reúne cerca de dez obras, entre objetos, esculturas e pinturas matéricas, incluindo cinco trabalhos inéditos. A mostra traz a pesquisa da artista cearense que transforma resíduos de plástico e papelão em [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Galeria de Arte Solar, na comunidade do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo apresenta a exposição &#8220;Maré de origem&#8221;, de Brenda Guimarães. Com curadoria de Adriana Nakamuta, a individual reúne cerca de dez obras, entre objetos, esculturas e pinturas matéricas, incluindo cinco trabalhos inéditos. A mostra traz a pesquisa da artista cearense que transforma resíduos de plástico e papelão em objetos de arte e design a partir de uma técnica autoral derivada do papel machê. Em cartaz até 9 de outubro, com entrada gratuita, a exposição conecta-se com o programa “Do Morro ao Mar: Justiça Ambiental em Ação”, projeto pedagógico e ambiental, que rendeu ao Solar Meninos de Luz o selo Escola Azul. </p>



<p class="has-text-align-center">Na Galeria de Arte Solar, Brenda Guimarães apresenta um conjunto de obras que parte de uma investigação sobre memória, materialidade e futuro, com base em material de descarte urbano, atado, rearranjado, sobreposto e recoberto por massa de celulose, feita de papelão e pigmentos minerais. Entre camadas que remetem a formações geológicas, organismos imaginados e paisagens afetivas, a artista constrói um território onde lembranças e natureza se encontram, numa reflexão sobre as relações entre o humano e a terra. Daí o título da exposição, “Maré de origem”, e das séries apresentadas, Escavação e Abissal.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre as obras se destaca Aquilo que resiste, pintura realizada com massa de celulose, pigmentos minerais e tampa de garrafa pet sobre madeira, de 130 x 110 x 10 cm. Entre as esculturas, está Corpo sedimentado, feita a partir de embalagem de marmita de isopor e rolo de fita, revestidos com polpa de celulose com pigmento orgânico e tinta acrílica, de 20 x 17 x 9 cm. E, ainda, Coral, de 80 x 20 x 27 cm, de massa de celulose, galão plástico, garrafa pet, embalagem plástica de alfinete, marmita de isopor, cápsula de café, tampa de garrafa pet, rolo de fita kraft, rolo de papel toalha e arame.</p>



<p class="has-text-align-center">Formada em Design de Moda, Brenda Guimarães trabalhou por mais de 18 anos no varejo antes de dedicar-se às artes visuais. A convivência com uma cadeia produtiva marcada pelo consumo acelerado despertou questionamentos que hoje atravessam sua obra. “Os objetos descartados carregam marcas do tempo e da nossa relação com o mundo. Ao reinseri-los em novos contextos, convido o público a refletir sobre o impacto que produzimos no meio ambiente e sobre outras possibilidades de convivência com a matéria&#8221;, diz a artista.</p>



<p class="has-text-align-center">Incluindo amostras dos insumos utilizados, das etapas do processo e outras referências, a expografia pretende revelar o percurso de criação das obras. “Brenda olha o processo artístico como algo transformador de mentalidade, sendo propulsor de uma nova concepção de mundo. Queremos que o público seja sensibilizado por esse pensamento. A exposição é também um convite a refletirmos sobre as relações que estabelecemos com aquilo que consumimos e descartamos&#8221;, diz Adriana.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo Guilherme Maltaroli, diretor do Solar Meninos de Luz, a exposição amplia, no campo da arte, o debate sobre sustentabilidade, conceito que integra a formação dos alunos e a cultura da instituição. “Neste ano, conquistamos o selo Escola Azul com o projeto &#8216;Do Morro ao Mar: Justiça Ambiental em Ação&#8217;, que norteará as ações pedagógicas e ambientais do Solar pelos próximos dois anos. A exposição de Brenda Guimarães reforça esse movimento ao trazer essas discussões para o campo da expressão artística”, afirma. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> <br>Abertura: 14 de agosto<br>Encerramento: 9 de outubro de 2026<br>Visitação: Segundas, terças e quintas-feiras, das 9h às 18h; quartas e sextas, das 14h às 18h<br>Local: Galeria de Arte Solar<br>Endereço: Rua Saint Roman, 149 – Pavão-Pavãozinho – Copacabana<br>Entrada franca<br>www.solarmeninosdeluz.org.br </p>
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		<title>X-Todas leva mulheres negras e indígenas aos palcos dos Teatros Firjan SESI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 12:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos e Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Debates]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival X-Todas leva mulheres negras e indígenas aos palcos dos Teatros Firjan SESI na região metropolitana. Os Teatros Firjan SESI Caxias, Centro e Jacarepaguá se transformam em palco para o X-Todas 2026, festival que reúne música, teatro, cinema, oficinas, performances, vivências e debates em torno das memórias, saberes e trajetórias de mulheres negras e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><br>O Festival X-Todas leva mulheres negras e indígenas aos palcos dos Teatros Firjan SESI na região metropolitana. Os Teatros Firjan SESI Caxias, Centro e Jacarepaguá se transformam em palco para o X-Todas 2026, festival que reúne música, teatro, cinema, oficinas, performances, vivências e debates em torno das memórias, saberes e trajetórias de mulheres negras e indígenas. Com o tema &#8220;Memórias que Insistem: Caminhos de Mulheres Negras e Indígenas&#8221;, o festival propõe um olhar sobre ancestralidade, território, pertencimento e resistência por meio de diferentes linguagens artísticas. Entre os destaques estão Sued Nunes, Kaê Guajajara, Juçara Marçal e Kiko Dinucci, além de encontros e atividades com nomes como Amanda Dias (Grana Preta) e Eliane Potiguara. A programação reúne ainda artistas e coletivos de diferentes territórios do estado.</p>



<p class="has-text-align-center">O X-Todas é resultado de uma trajetória que começou em 2010, quando o projeto ainda se chamava X-Tudo Cultural. Criado com a proposta de democratizar o acesso à cultura no estado do Rio de Janeiro, o projeto reuniu, ao longo dos anos, atrações de música, dança, artes plásticas, cinema e teatro, além de oficinas, palestras e workshops. Em 2023, passou a se chamar X-Todas e ampliou o foco para as trajetórias e o protagonismo das mulheres.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2026, o festival volta o olhar para as mulheres negras e indígenas, colocando em diálogo diferentes formas de preservar e transmitir histórias. A mostra de cinema &#8220;A Memória também sonha: Mulheres Negras e Indígenas em movimento&#8221;, por exemplo, reúne filmes dirigidos por mulheres negras e indígenas brasileiras e aborda temas como memória, território, ancestralidade, espiritualidade e permanência cultural.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os títulos selecionados estão &#8220;Mar de Dentro&#8221;, drama de 2020 de Dainara Toffoli; &#8220;Teko Haxy – Ser Imperfeita&#8221;, documentário de 2018 de Sophia Pinheiro e Patrícia Ferreira; &#8220;Mãos de Barro&#8221;, documentário de 2003 sobre a escultora Reinata Sadimba; e &#8220;Um Transe de Dez Milésimos de Segundo&#8221;, curta-metragem de 2021, com vídeo-performance experimental dirigido e interpretado pela artista baiana Jamile Cazumbá.</p>



<p class="has-text-align-center">As artes cênicas também ocupam espaço importante no festival. Os espetáculos &#8220;Alàfia&#8221;, de Valéria Monã, e &#8220;Pega no Laço&#8221;, de Lian Gaia, chegam a diferentes teatros da rede, abordando memória, ancestralidade, resistência e as histórias de mulheres negras e indígenas. Em Jacarepaguá e no Centro, o público poderá conferir ainda &#8220;Jaity Muro&#8221;, com Kuña Poty Rajegua e Júnia Pereira.<br><br>A programação se estende para além dos palcos. Oficinas de bordado, escrita criativa, escultura em argila, dança afro e grafismo, além de vivências e performances, convidam o público a participar diretamente das experiências propostas pelo festival. Entre as atividades está a oficina Escrita Criativa e Memória Feminina, conduzida pela escritora, educadora e ativista indígena Eliane Potiguara.&nbsp;<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"> Festival acontece de 25 a 30 de agosto com shows, espetáculos, cinema, oficinas e debates; programação reúne atividades gratuitas e ingressos a preços populares. Programação completa em <a href="http://firjan.com.br/xtodas/programacao">firjan.com.br/xtodas/programacao</a>. / A programação tem atividades gratuitas e atrações com ingressos a preços populares. As atrações pagas têm ingressos de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Todos os ingressos, gratuitos ou pagos, podem ser adquiridos pela Sympla.</p>
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		<title>Matheus Ribs abre individual no Centro Cultural Correios </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O artista visual carioca Matheus Ribs inaugura sua primeira exposição institucional no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Correios. Com curadoria de Clara Anastacia e Juão Nÿn, &#8220;Reencantar a terra&#8221; parte da ideia de que enfrentar a devastação ambiental exige também recuperar outras formas de relação com a terra e seus habitantes, baseadas na abundância, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O artista visual carioca Matheus Ribs inaugura sua primeira exposição institucional no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Correios. Com curadoria de Clara Anastacia e Juão Nÿn, &#8220;Reencantar a terra&#8221; parte da ideia de que enfrentar a devastação ambiental exige também recuperar outras formas de relação com a terra e seus habitantes, baseadas na abundância, na reciprocidade, na espiritualidade e no cuidado.</p>



<p class="has-text-align-center">Para Matheus, o processo colonial introduziu na América uma lógica de escassez em territórios historicamente marcados pela abundância. A exploração dos recursos naturais, a expropriação da terra, povos dominados e escravizados e a consequente produção da miséria aparecem, não como fenômenos isolados, mas como parte de um projeto histórico de transformação da relação entre sociedade e natureza.</p>



<p class="has-text-align-center">Essa reflexão ganha forma em um dos painéis centrais da exposição, no qual uma mulher negra e uma mulher indígena carregam cestos repletos de alimentos tradicionais na América Latina (milho, mandioca, inhame, coco, banana, entre outros) que são também aqueles oferecidos aos orixás em diferentes práticas do candomblé. Sobre a terra, as personagens derramam água, evocando um ditado yorubá segundo o qual somente a água fresca apazigua o calor da terra.</p>



<p class="has-text-align-center">A água torna-se, assim, um dos principais fios condutores da exposição. O artista recorre ao Itan (narrativa sagrada) de Oxum, no qual ela retira a água do mundo como forma de protesto por não ser ouvida pelos demais orixás. Sem água, a vida deixa de se reproduzir: as crianças não nascem, as plantas não crescem e os alimentos não prosperam. Quando Oxum é finalmente escutada, devolve a água à terra e a vida retorna. É nesse gesto que o artista identifica uma das chaves de sua exposição: a água como força capaz de reencantar a terra.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir dessa perspectiva, a mostra aborda os conflitos coloniais e contemporâneos em torno dos recursos hídricos: mineração, barragens, hidrelétricas e as diferentes formas de devastação. Em uma das séries, as sereias tornam-se representações dos rios brasileiros. Cada figura reúne, em seu corpo, referências ao povo indígena que vive às margens de determinado rio e a um peixe característico de suas águas. Tapajós, Paraguai, Doce, Xingu, São Francisco, Iguaçu e Tocantins aparecem, assim, como uma espécie de cartografia afetiva e espiritual do território brasileiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo a curadora Clara Anastácia,&#8221;A pintura de Matheus Ribs não disputa apenas o que vemos; ela disputa a forma como o mundo pode voltar a se organizar. Se a pintura colonial ajudou a verticalizar a vida, Reencantar a Terra faz da figuração uma tecnologia de reconstituição da trama que nos liga à terra, às águas, aos encantados e uns aos outros.Ao percorrer a exposição, somos convidados a experimentar um pequeno deslocamento: sair da lógica do reconhecimento individual para recuperar a percepção da vida como parentesco, como interdependência e como responsabilidade compartilhada. Em tempos de exaustão política, ambiental e afetiva, Matheus Ribs nos lembra que talvez o gesto mais radical seja também o mais ancestral: reaprender a encantar a terra para que ela volte a nos encantar&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a exposição também destaca figuras da tradição popular e das cosmologias afro-indígenas, como Curupira, Caipora, Mãe d&#8217;Água, Saci e Aroni. Ao trazê-los para cenas de devastação ambiental, o artista questiona a transformação dessas entidades em personagens folclóricos e infantis, distantes de sua potência original. Para Matheus, o termo &#8220;folclore&#8221; contribuiu para retirar dessas figuras sua dimensão espiritual, política e cosmológica. Chamados de &#8220;encantados&#8221;, esses seres não são apenas personagens de histórias, mas forças que habitam e protegem a floresta, a água e a vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Nesse conjunto, o Saci ocupa um lugar especial como figura de interseção entre referências afro-brasileiras e indígenas. O artista aproxima o personagem de Aroni, entidade associada às folhas e aos segredos da floresta no candomblé, estabelecendo uma rede de correspondências entre diferentes tradições espirituais brasileiras.</p>



<p class="has-text-align-center">Além das pinturas e desenhos, &#8220;Reencantar a Terra&#8221; marca um novo momento na produção do artista ao incorporar instalações. Um recipiente dedicado aos ancestrais da terra, preenchido por elementos associados à fartura e à alimentação. </p>



<p class="has-text-align-center">A mostra &#8220;Reencantar a terra&#8221; tem abertura na quarta-feira, 19 de agosto, às 16h, e segue até o dia 10 de outubro. O Centro Cultural Correios fica na R. Visconde de Itaboraí, 20 &#8211; Centro. Funcionamento: de terça a sábado, das 12h às 19h. Entrada gratuita.</p>
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		<title>Fotógrafa espanhola Beatriz Ruibal inaugura mostra no Instituto Cervantes</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de ser apresentada na rede de Institutos Cervantes, passando por Budapeste, na Hungria, por Cracóvia, na Polônia, por Palermo, na Itália (Igreja Santa Eulália de Catalanos), e por último em Lisboa, em Portugal, a exposição “Inventário. Os objetos olham para nós” inicia sua itinerância no Brasil pela sede do Instituto Cervantes do Rio de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Depois de ser apresentada na rede de Institutos Cervantes, passando por Budapeste, na Hungria, por Cracóvia, na Polônia, por Palermo, na Itália (Igreja Santa Eulália de Catalanos), e por último em Lisboa, em Portugal, a exposição “Inventário. Os objetos olham para nós” inicia sua itinerância no Brasil pela sede do Instituto Cervantes do Rio de Janeiro, em Botafogo, a partir do dia 28 de agosto, seguindo posteriormente para Porto Alegre. Trata-se de uma importante e reflexiva mostra fotográfica individual da artista espanhola Beatriz Ruibal, com profundas relações com o contexto da Guerra Civil espanhola.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em parceria com o festival FOTORIO, na cidade carioca estará incluída na programação oficial dos eventos que o antecedem e se desdobra em duas atividades. No dia 28 de agosto, às 18h, haverá uma conversa no auditório do ICRio entre a fotógrafa da mostra, Beatriz Ruibal, e o diretor do festival FOTORIO, Milton Guran. Ambos possuem projetos de pesquisas relacionados à fotografia, memória e Guerra Civil Espanhola: durante anos, Milton pesquisou a famosa “A mala mexicana”, de Robert Capa (conjunto de cerca de 4.500 negativos fotográficos da Guerra Civil Espanhola.desaparecido por mais de meio século até ser encontrado na Cidade do México em 2007). O bate-papo será sobre os seus processos de pesquisa e de criação, bem como os pontos em comum entre seus trabalhos. No mesmo dia, a partir das 19h15, será inaugurada a exposição “Inventário. Os objetos olham para nós”, que ficará em cartaz durante dois meses.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: Período de visitação: de 29 de agosto a 28 de outubro  / Local: Instituto Cervantes do Rio de JaneiroEndereço: Rua Visconde de Ouro Preto, 62 – Botafogo  </p>
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		<title>&#8220;Inefável Presença&#8221; reúne artistas do Ateliê Oruniyá no Centro Cultural dos Correios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural dos Correios recebe a exposição &#8220;Inefável Presença&#8221;, reunindo nove artistas cuja produção foi atravessada pela convivência no Ateliê Oruniyá, na Tijuca. Com curadoria de Ayla de Oliveira, a mostra apresenta trabalhos de Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos, Paula Siebra, Nelson Macedo, Ana Moura, Lucas Moura [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Centro Cultural dos Correios recebe a exposição &#8220;Inefável Presença&#8221;, reunindo nove artistas cuja produção foi atravessada pela convivência no Ateliê Oruniyá, na Tijuca. Com curadoria de Ayla de Oliveira, a mostra apresenta trabalhos de Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos, Paula Siebra, Nelson Macedo, Ana Moura, Lucas Moura e Renato Alvim. São desenhos e pinturas a óleo que partem de investigações individuais, mas compartilham a prática do ateliê, o estudo da tradição pictórica e a compreensão da pintura como campo de transmissão, diálogo e continuidade.</p>



<p class="has-text-align-center">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nas obras, paisagens reconhecíveis se transformam em atmosferas de sonho; figuras femininas se fundem à natureza; conchas herdadas tornam-se imagens de proteção e memória; cenas cotidianas revelam o imaginário popular; e a luz faz surgir portais, vultos e aparições. A exposição propõe ao visitante uma experiência em que matéria, cor e imagem não precisam se encerrar em uma explicação única.</p>



<p class="has-text-align-center">            A história do grupo começou em 2017, na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde Nelson Macedo era professor de desenho de modelo vivo. A partir desse encontro, alunas passaram a frequentar seu ateliê e conheceram também a artista e professora Ana Moura. Durante sete anos, os encontros semanais reuniram Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos e Paula Siebra sob a orientação de Nelson e Ana e com o acompanhamento de Lucas Moura e Renato Alvim.</p>



<p class="has-text-align-center"> As segundas-feiras à noite iam além das aulas de desenho e pintura. A prática era acompanhada por conversas sobre cinema, poesia, arte popular e história da arte, além do contato com textos e referências de artistas brasileiros e de diferentes tradições. O que começou como uma turma de pintura consolidou-se como uma comunidade de artistas unida pelo exercício contínuo do olhar e pela investigação da imagem.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>&#8220;Existia um certo medo de que não houvesse espaço no mercado para o nosso trabalho por ser uma pintura mais figurativa. Quando entrei no mercado de arte, fui percebendo e mostrando aos outros que havia, sim, pessoas interessadas em conhecer a pintura e que existia espaço para essa pesquisa&#8221;, conta Ayla de Oliveira.</em></p>



<p class="has-text-align-center">            É desse percurso que nasce <em>Inefável Presença</em>. O título aproxima duas ideias: o inefável, aquilo que não pode ser inteiramente traduzido em palavras, e a presença, aquilo que se manifesta e se oferece ao encontro. A pintura surge como uma presença revelada pela matéria, pela cor, pela luz e pela relação entre obra e espectador. Em vez de pedir uma interpretação imediata, a mostra convida o público a desacelerar e permanecer diante das imagens.</p>



<p class="has-text-align-center"></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong><strong></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Exposição:&nbsp;</strong>Inefável Presença</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Curadoria:&nbsp;</strong>Ayla de Oliveira</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Artistas:&nbsp;</strong>Anna Lívia Taborda Monahan, Ayla de Oliveira, Laura Ribeiro de Castro, Maria Victória Santos, Paula Siebra, Nelson Macedo, Ana Moura, Lucas Moura e Renato Alvim</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local:&nbsp;</strong>Centro Cultural dos Correios</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Endereço:&nbsp;</strong>R. Visc. de Itaboraí, 20 &#8211; Centro, Rio de Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Abertura:&nbsp;</strong>19 de agosto de 2026, das 16h às 20h</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Visitação:&nbsp;</strong>19 de agosto a 10 de outubro de 2026</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Dias e horários:&nbsp;</strong>Terça a sábado de 12h às 19h</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Entrada:&nbsp;</strong>Gratuita</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Classificação indicativa:</strong>&nbsp;Livre</p>
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		<title>Jarbas Lopes apresenta instalação inédita no Shopping Leblon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O renomado artista visual Jarbas Lopes apresenta a instalação inédita &#8220;Dia e Noite em Escorpião&#8221;, criada especialmente para o Art Wall do Shopping Leblon. Com curadoria de Christiane Laclau, da Artmotiv, a exposição ficará em cartaz até 12 de outubro e traduz, em escala monumental, uma pesquisa desenvolvida pelo artista ao longo de mais de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O renomado artista visual Jarbas Lopes apresenta a instalação inédita &#8220;Dia e Noite em Escorpião&#8221;, criada especialmente para o Art Wall do Shopping Leblon. Com curadoria de Christiane Laclau, da Artmotiv, a exposição ficará em cartaz até 12 de outubro e traduz, em escala monumental, uma pesquisa desenvolvida pelo artista ao longo de mais de três décadas.</p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecido por uma produção que transita entre pintura, escultura, desenho, objetos, performances e vídeos, Jarbas Lopes constrói uma obra marcada pelo movimento, pela participação e pelas relações entre o fazer artístico e a experiência coletiva. Entre seus trabalhos mais conhecidos está Troca-troca, instalação pertencente ao acervo do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), composta por três Fuscas que compartilham peças coloridas e considerada um dos marcos de sua trajetória.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">Em &#8220;Dia e Noite em Escorpião&#8221;, essa investigação ganha uma nova dimensão. Com cerca de 13 metros de extensão, a instalação é formada por elásticos pintados de branco, tensionados por esferas que emergem da superfície e remetem às estrelas da constelação de Escorpião. Inspirada em um dos mais antigos sistemas de orientação da humanidade, a peça propõe uma reflexão sobre as conexões que estruturam o universo e o lugar que ocupamos nele.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A obra integra a série Pintura Elástica, iniciada pelo artista nos anos 1990. Nela, as tiras elásticas deixam de funcionar apenas como suporte e passam a constituir a própria pintura, criando uma superfície dinâmica que desafia a bidimensionalidade tradicional e transforma o ato de tecer em elemento central da criação.<br><br> &#8220;Simples e familiar, a constelação é sistema de orientação e de significados múltiplos, que sobrevive em tantos povos e gerações, e aqui representa ainda a trama maior, a grande rede que organiza o universo e o lugar que nele ocupamos &#8221; comenta Christiane Laclau, curadora da Artmotiv. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> Período: 16 de agosto a 12 de outubro <strong>Local:</strong> Art Wall – Shopping Leblon <strong>Endereço:</strong> Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Leblon</p>
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		<title>Museu da Justiça tem rodas de conversas e Circuito Centenário no Palácio Tiradentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 11:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), por meio do Museu da Justiça, promove para a próxima semana atividades gratuitas abertas ao público com rodas de conversa e Circuito Centenário no Palácio Tiradentes. Confira abaixo a programação.&#160; 19 de agosto – quarta-feira Papo de Museu convida procurador da República para falar sobre usos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), por meio do Museu da Justiça, promove para a próxima semana atividades gratuitas abertas ao público com rodas de conversa e Circuito Centenário no Palácio Tiradentes. Confira abaixo a programação.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>19 de agosto – quarta-feira</strong> <strong>Papo de Museu convida procurador da República para falar sobre usos e limites do patrimônio cultural no Rio</strong></p>



<p class="has-text-align-center">O programa Papo de Museu vai promover o encontro “Patrimônio Cultural para que(m)? Usos e limites do patrimônio cultural no Rio de Janeiro”, com participação do procurador da República Sergio Gardenghi Suiama. A atividade tem o objetivo de propor uma reflexão crítica sobre as políticas de proteção do patrimônio cultural implementadas no Brasil após a Constituição de 1988, a partir de exemplos de casos acompanhados pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Procurador da República desde 2002, Sergio Suiama atua há 12 anos no Núcleo do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural do MPF no Rio de Janeiro e atualmente coordena a Comissão de Patrimônio Histórico e Cultural do Ministério Público Federal, junto à Procuradoria-Geral da República. Doutorando em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o convidado também é mestre em Direito pela Universidade de Columbia e em Patrimônio Mundial pela Universidade de Turim.</p>



<p class="has-text-align-center">Serão concedidas horas de capacitação pela Escola de Administração Judiciária aos participantes que acompanharem todo o evento.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Local: Museu da Justiça do Rio de Janeiro – Sala Multiuso</p>



<p class="has-text-align-center">Endereço: Rua Dom Manuel,29, térreo – Centro, Rio de Janeiro</p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 15h</p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://forms.cloud.microsoft/pages/responsepage.aspx?id=ZBFOzm-YMkGF0R48F899bqSnaxFI81NAoiXSmC3OnftUNlhSVzRORzBKS0JITENIMUdCS01VUloxSC4u&amp;route=shorturl" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Clique neste link para se inscrever</a></p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://teams.microsoft.com/dl/launcher/launcher.html?url=%2F_%23%2Fmeet%2F265945213337925%3Fp%3DxxQQuFoZrttndPjyVw%26anon%3Dtrue&amp;type=meet&amp;deeplinkId=c4ce75e9-b8b9-4347-bcb4-5d1d7b5c00b0&amp;directDl=true&amp;msLaunch=true&amp;enableMobilePage=true&amp;suppressPrompt=true" rel="noreferrer noopener" target="_blank">Clique neste link para assistir</a></p>



<p class="has-text-align-center">Classificação livre | Entrada Franca</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>20 de agosto – quinta-feira</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Circuito Centenário no Palácio Tiradentes</strong></p>



<p class="has-text-align-center">O Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal propõe um reencontro com marcos históricos, convidando o público a revisitar os espaços como testemunhas ativas de uma história que ainda reverbera no presente. Desta vez, a palestra vai ter como foco o Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), e terá como convidado o historiador Douglas Liborio e a relações institucionais da Subdiretoria-Geral de Cultura da Alerj Vitória Mello. O debate busca analisar o papel da arquitetura de poder na construção do imaginário político brasileiro.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Local: Palácio Tiradentes – Plenário Barbosa Lima Sobrinho Endereço: Rua Primeiro de Março, s/n° &#8211; Centro, </p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 11h Classificação livre | Entrada Franca</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>21 de agosto – sexta-feira</strong> <strong>Diálogos que Inspiram promove roda de conversa “Mulheres, Territórios e Futuros”</strong></p>



<p class="has-text-align-center">O Educativo do Museu da Justiça, por meio do programa “Diálogos que inspiram”, em consonância com a exposição “Lideranças Quilombolas do Rio de Janeiro: História e Resistência”, promove a roda de conversa “Mulheres, Territórios e Futuros”. A proposta busca evidenciar o protagonismo, a potência e as trajetórias de lideranças quilombolas, educadoras e ativistas, apresentando suas formas de resistência, organização e produção de saberes nos territórios.</p>



<p class="has-text-align-center">A atividade também propõe o fortalecimento de redes de cuidado e troca, reconhecendo o papel fundamental das mulheres quilombolas na preservação cultural e na reinvenção de caminhos coletivos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Local: Museu da Justiça do Rio de Janeiro – Sala Multiuso Endereço: Rua Dom Manuel,29, térreo – Centro </p>



<p class="has-text-align-center">Horário: 15h</p>



<p class="has-text-align-center">Classificação livre | Entrada Franca<br></p>
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		<item>
		<title>Ascânio MMM expõe na galeria carioca Silvia Cintra+Box 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 12:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um conjunto de trabalhos inéditos é o que o escultor Ascânio MMM apresenta na exposição Poex**, na galeria carioca Silvia Cintra+Box 4. Poex reúne 10 peças de parede e uma escultura de chão, penetrável, de quase quatro metros de altura, realizadas entre 2024 e 2026. A novidade desta nova série de trabalhos de perfis de alumínio e parafusos é que o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Um conjunto de trabalhos inéditos é o que o escultor Ascânio MMM apresenta na exposição Poex**, na galeria carioca Silvia Cintra+Box 4. Poex reúne 10 peças de parede e uma escultura de chão, penetrável, de quase quatro metros de altura, realizadas entre 2024 e 2026.</p>



<p class="has-text-align-center">A novidade desta nova série de trabalhos de perfis de alumínio e parafusos é que o artista troca os perímetros quadrados e retangulares por irregularidades na montagem dos elementos de alumínio vazado&nbsp;que constituem&nbsp;a peça.</p>



<p class="has-text-align-center">Em seu texto de apresentação, o crítico Felipe Scovino diz que &#8220;Poex passa não só a adotar formatos irregulares, mas, acima de tudo, institui a ruptura da trama. O sistema em <em>grid </em>[&#8230;] não deixa de existir, mas passa a ser atravessado por um regime da falta&#8221;. Scovino defende que nesta mostra, diferente de outras fases do artista, o vazio não é retirado ou camuflado, mas é uma força poética do trabalho.</p>



<p class="has-text-align-center">Além do formato e das barras de alumínio que deixaram de ser só estruturais para ser&nbsp;componentes geométricos das peças, Ascânio inclui mais cores, que estão fora do catálogo de pintura eletrostática. Os perfis de alumínio são pintados a 200<sup>o</sup>&nbsp;de temperatura. Em razão da limitação do catálogo de pintura eletrostática, Ascânio passou a usar também tinta&nbsp;<em>spray</em>&nbsp;sobre o branco eletrostático para aumentar sua paleta.&nbsp;&nbsp;&#8220;Assim como o pintor, testo todas as cores possíveis&#8221;, revela o artista.</p>



<p class="has-text-align-center">Scovino qualifica: &#8220;Ascânio é um escultor que pensa como pintor&#8221;. A grande trama de alumínio, construída manualmente pelo artista carregando traços de singularidade e diferença para cada obra, é também uma tela onde volumetria, tridimensionalidade, profundidade, escala e materialidade [&#8230;] se associam ininterruptamente com um pensamento pictórico, no qual paleta de cores, textura e gestualidade têm seu lugar de protagonismo.&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center">Sobre as dimensões variadas de cada trabalho de parede, Ascânio conta que surgem a partir da experiência, do dia a dia do ateliê, do contato com os materiais e dos estudos em cadernos de papel quadriculado&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">A grande escultura de chão, esta&nbsp;sem&nbsp;segmentos&nbsp;em cor, é&nbsp;formada por módulos semicirculares que se encaixam. Na parte superior, há&nbsp;espelhos suspensos a 3 e 3,5 metros do chão. O visitante pode entrar no trabalho e ter ali uma experiência de &#8220;infinitude e mistério&#8221;, como propõe o artista. Intitulada &#8220;Quasos/Poligonal&#8221;, a peça pesa 140 quilos.</p>



<p class="has-text-align-center">**Poex é a abreviação de &#8220;poética experimental&#8221;, expressão proposta por Paulo Herkenhoff a respeito da pesquisa do artista, no livro &#8220;Ascânio MMM: poética da razão&#8221;.</p>



<p><strong>Serviço</strong>: Em cartaz de 16 de agosto até 26 de setembro / <strong>Galeria Silvia Cintra+Box 4</strong> Rua das Acácias 104 – Gávea / Segunda a sexta, 10 às 19h / Sábado por agendamento [21 2521 0426]</p>
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		<item>
		<title>Sheraton Grand Rio recebe exposição da artista Mazeredo </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 12:22:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 11 de agosto e 9 de setembro, o Sheraton Grand Rio Hotel &#38; Resort abre espaço para a arte contemporânea brasileira ao receber, em seu Lobby Bar, uma exposição da artista visual Mazeredo, que leva o nome de Diálogo Conexão Verde. Com entrada gratuita, a mostra reúne obras que refletem a trajetória de uma das artistas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Entre os dias 11 de agosto e 9 de setembro, o Sheraton Grand Rio Hotel &amp; Resort abre espaço para a arte contemporânea brasileira ao receber, em seu Lobby Bar, uma exposição da artista visual Mazeredo, que leva o nome de <em>Diálogo Conexão Verde</em>. Com entrada gratuita, a mostra reúne obras que refletem a trajetória de uma das artistas mais reconhecidas do cenário nacional, marcada por exposições em importantes cidades do mundo e trabalhos instalados em espaços públicos e instituições culturais brasileiras. </p>



<p class="has-text-align-center">No hotel, as obras ganham um contexto especial. Instaladas no Lobby Bar, elas dialogam com a luz natural, a paisagem do oceano e a atmosfera descontraída do hotel, criando um percurso de descoberta que acompanha o visitante desde sua chegada. Entre formas que evocam movimento, feminilidade e elementos da natureza, a exposição convida o público a uma pausa contemplativa em meio à rotina da cidade. Todas as obras apresentadas estarão disponíveis para aquisição durante o período da mostra. <br>  <br> &#8220;A fase Diálogos representa um momento muito especial da minha trajetória artística. É quando compreendo que a arte dialoga com tudo: com a natureza, com as pessoas, com a espiritualidade, com as cidades e com o nosso tempo. Quando Patrícia (Patrícia Pederneiras, produtora da exposição) me apresentou a plataforma Conexão Verde, percebemos que estávamos falando da mesma essência, cada uma por uma linguagem diferente. Dessa união nasceu o Diálogo Conexão Verde, um convite para que as pessoas enxerguem a arte como um elo capaz de aproximar diferentes universos.&#8221;, afirma Mazeredo. </p>



<p class="has-text-align-center">A iniciativa integra a proposta do Sheraton Grand Rio de ampliar sua atuação como um polo de experiências que conectam hospitalidade, cultura e lifestyle. Ao abrir espaço para artistas e manifestações criativas, o hotel contribui para fortalecer a cena cultural carioca e oferece aos hóspedes e visitantes novas formas de vivenciar o destino, valorizando talentos que ajudam a contar a história e a diversidade da arte brasileira contemporânea. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong><br><strong>Exposição Mazeredo</strong><br>Data: 11 de agosto a 9 de setembro de 2026<br>Endereço: Av. Niemeyer, 121 &#8211; Leblon <br>Local: Lobby Bar &#8211; Sheraton Grand Rio Hotel &amp; Resort<br>Entrada gratuita<br>Obras disponíveis para aquisição durante todo o período da exposição.<br> </p>
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		<title>&#8220;Demons in Fragile Bodies&#8221;, com curadoria de Victor Gorgulho, no Tropigalpão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 12:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A NND &#124; AZECO apresenta a exposição &#8220;Demons in Fragile Bodies&#8220;, com curadoria de Victor Gorgulho, no Tropigalpão. A exposição reúne Andy Vilella e Gerben Mulder, dois artistas de trajetórias e contextos distintos que encontram na pintura um campo de experimentação e investigação. Aliás, a exposição aproxima duas pesquisas que têm a pintura como eixo, mas partem de experiências bastante diferentes. Andy Vilella desenvolve uma [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A NND | AZECO apresenta a exposição &#8220;<em>Demons in Fragile Bodies</em>&#8220;, com curadoria de Victor Gorgulho, no Tropigalpão. A exposição reúne Andy Vilella e Gerben Mulder, dois artistas de trajetórias e contextos distintos que encontram na pintura um campo de experimentação e investigação.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a exposição aproxima duas pesquisas que têm a pintura como eixo, mas partem de experiências bastante diferentes. Andy Vilella desenvolve uma prática marcada pela experimentação de materiais, pelo gesto e pela relação do próprio corpo com a superfície da tela, articulando procedimentos como acrílica, stencil, bastão oleoso, spray e fogo. Gerben Mulder constrói uma pintura de atmosfera onírica e inquietante, povoada por flores, animais e figuras humanas que transitam entre o reconhecimento e a deformação. Ao reunir os dois artistas, <em>&#8220;<em>Demons in Fragile Bodies</em>&#8220;</em> cria um campo de diálogo entre diferentes maneiras de construir a imagem e de tensionar os limites da representação.</p>



<p class="has-text-align-center">O encontro entre os dois artistas se dá a partir de uma aproximação construída para esta exposição, colocando em relação trabalhos que não partem das mesmas referências nem utilizam os mesmos procedimentos. O próprio título sugere uma convivência entre forças aparentemente opostas — aquilo que inquieta e aquilo que é vulnerável —, aspecto que encontra diferentes ressonâncias nas pinturas de Vilella e Mulder. A escolha de reunir os dois permite observar como diferentes experiências com a pintura podem produzir imagens que oscilam entre o reconhecimento e o estranhamento, entre a presença do corpo e sua transformação. Mais do que estabelecer equivalências, a mostra propõe acompanhar essas aproximações e diferenças no espaço expositivo.</p>



<p class="has-text-align-center">As trajetórias dos dois artistas também revelam diferentes momentos de consolidação de suas pesquisas. Andy Vilella participou recentemente de uma exposição no Museu de Arte Contemporânea, em Salvador, que resultou na incorporação de sua obra à coleção permanente da instituição. Gerben Mulder, por sua vez, já apresentou seu trabalho no Rio de Janeiro em diferentes contextos: em 2024, dividiu as salas da Carpintaria com Iberê Camargo, em mostra com curadoria de Luiz Zerbini, Paulo Azeco e Tiago Mesquita, e, no mesmo ano, teve sua produção reunida em <em>O burro cansou</em>, na NONADA ZN, com curadoria de Luiz Zerbini e Paulo Azeco. Em <em>Demons in Fragile Bodies</em>, os dois artistas se encontram agora em uma exposição dedicada ao diálogo entre suas produções.</p>



<p class="has-text-align-center">Apresentada pela primeira vez no Tropigalpão, ocupando o primeiro e o segundo andares do espaço, <em>Demons in Fragile Bodies</em> marca uma nova ação da NND | AZECO, que amplia sua atuação no Rio de Janeiro e cria, a partir de diferentes espaços e circuitos, novas possibilidades para a apresentação de seu programa artístico.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço  <strong>Período:</strong> 14 de agosto a 10 de setembro de 2026 <strong>Local: Tropigalpão</strong> <strong>Endereço:</strong> R. Benjamin Constant, 118, Glória, Rio de Janeiro – 1º e 2º andares <strong>Visitação:</strong> quarta a sábado, das 12h às 18h</p>
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