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	<title>Exposições - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Exposições - Rota Cult</title>
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		<title>&#8220;O Caminho do Ouro”, na a.thebaldigaleria, no CasaShopping</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:20:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Belo Horizonte, Uberaba e Juiz de Fora se encontram no Rio de Janeiro na exposição O Caminho do Ouro” que será inaugurada na a.thebaldigaleria, no CasaShopping. Mais do que a origem geográfica em comum, Mais do que a origem geográfica em comum, os artistas mineiros Hélio Siqueira, Paulo Miranda, Paulo Torres e Petrillo compartilham nesta [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Belo Horizonte, Uberaba e Juiz de Fora se encontram no Rio de Janeiro na exposição O Caminho do Ouro” que será inaugurada na a.thebaldigaleria, no CasaShopping. Mais do que a origem geográfica em comum, Mais do que a origem geográfica em comum, os artistas mineiros Hélio Siqueira, Paulo Miranda, Paulo Torres e Petrillo compartilham nesta coletiva investigações que partem de matéria e memória das terras de Minas Gerais, estabelecendo um percurso sensível entre tradição e contemporaneidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Reunindo trabalhos inéditos de produção recente, a mostra foi concebida por Edson Thebaldi, marchand à frente da galeria que celebra 40 anos de trajetória este ano. O conjunto de obras atravessa diferentes linguagens como técnica mista utilizando pigmentos naturais, colagem, carvão e pastel oleoso sobre lona e sobre papel, esculturas em cerâmica em alta temperatura submetidas a fornos com queima a lenha e têmpera acrílica com pigmentos minerais, terra e concreto retirado das calçadas das cidades.</p>



<p class="has-text-align-center">Hélio Siqueira&nbsp;apresenta a série de objetos “Bilhas”, uma alusão às cerâmicas utilizadas na antiguidade como reservatórios de água. Algumas com formas próxima às configurações dos antigos objetos e outras que partem dessa referência, mas caminhas para objetos contemporâneos que discutem a cerâmica contemporânea e se colocam como objetos artísticos e se mesclam a formas de minha vivência de infância na roça. Potes, castiçais, moendas, pilões e solitários que povoavam a vida e enfeitavam as casas nas fazendas.</p>



<p class="has-text-align-center">Todas as peças foram feitas em cerâmica de alta temperatura, queimadas à lenha em fornos Anagama e Novorigama em ciclos de até 72 horas ininterruptas de fogo.</p>



<p class="has-text-align-center">A paisagem é o ponto de partida para uma investigação sensível sobre memória e tempo nas obras produzidas por&nbsp;Paulo Miranda&nbsp;para a exposição. Suas pinturas apresentam cenas de entardecer em transformação: brancos que se tingem de nuances amareladas e contrastam com os pretos evidenciando luz e sombra, verdes que se adensam em tons oliva e fundos terrosos, e azuis que lentamente se aprofundam até atingir tonalidades índigo. Em alguns momentos, a atmosfera se aproxima do noturno, reduzindo o campo de visão e criando áreas de respiro que parecem flutuar, convidando o olhar a percorrer a imagem em constante descoberta.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Áreas acinzentadas surgem como infiltrações dessa matéria densa, apontando para novos percursos, caminhos que remetem ao minério, ao carvão e ao pó.</p>



<p class="has-text-align-center">Destaque da mostra, a obra “Terra Vermelha” organiza-se como um tríptico em que o movimento é elemento central. Suas partes sugerem o deslocamento do solo, evocando placas tectônicas e um tempo em permanente tensão, onde a composição irradia energia em tons de vermelho e laranja.</p>



<p class="has-text-align-center">A busca por novos horizontes é o eixo que atravessa os trabalhos de&nbsp;Paulo Torres&nbsp;desenvolvidos para a coletiva. Em meio ao mar de concreto e asfalto que define a paisagem urbana contemporânea, o artista investiga aquilo que se oculta sob as camadas do tempo: cores veladas, marcas, desgastes e vestígios que a cidade acumula silenciosamente todos os dias.</p>



<p class="has-text-align-center">Linhas, ângulos e geometrias emergem como elementos estruturais dessa pesquisa, revelando a tensão constante entre permanência e transformação. O gesto artístico ultrapassa o ateliê e se inscreve diretamente no espaço urbano. Ao colar telas em ruas, viadutos, muros e calçadas, o artista extrai da cidade sua epiderme, apropriando-se de fragmentos que carregam histórias anônimas e camadas invisíveis. Esses vestígios são então reorganizados, transformados em paisagens que não representam a cidade, mas a reinterpretam sob um olhar singular.</p>



<p class="has-text-align-center">Nesta nova série de obras expostas na a.thebaldigaleria, o artista visual&nbsp;Petrillo&nbsp;dá continuidade à sua investigação sobre a paisagem. Desta vez, investiga e se volta para as jazidas e a topografia mineira, que servem como pretexto dialético para a construção imagética das obras. Longe de um compromisso com uma representação naturalista, ele sugere a reinvenção do território por meio de uma abordagem lúdica e singular, criando uma nova proposição de espaços – lugares.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Seu trabalho lança um olhar único sobre a espacialidade, elaborando novas geografias visuais: montanhas e serras são recriadas de forma onírica, em composições que evocam tanto memória e quanto imaginação. Nas obras, uma paleta marcada por tonalidades terrosas e neutras, reforça a materialidade das superfícies e dialoga com as faturas plásticas presentes nas obras, consolidando a poética desta série, profundamente inspirada no relevo e nas jazidas das paisagens das Minas Gerais.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 21 de maio até 14 de junho de 2026 / Local: a.thebaldigaleria Endereço: Av. Ayrton Senna, 2150 &#8211; lojas F e M &#8211; bloco G &#8211; Barra da Tijuca</p>
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		<title>Flavia Daudt reflete sobre a riqueza ecológica em nova exposição</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um percurso sensorial e poético pelo Cerrado brasileiro por meio da arte contemporânea é o que propõe a exposição &#8220;Ser(tão): Imersão no Cerrado&#8221; no Museu do Jardim Botânico. Com obras inéditas da artista visual Flavia Daudt, a mostra ocupa diferentes espaços do museu e articula fotocolagem, instalação e arte sonora para refletir sobre a riqueza [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Um percurso sensorial e poético pelo Cerrado brasileiro por meio da arte contemporânea é o que propõe a exposição &#8220;Ser(tão): Imersão no Cerrado&#8221; no Museu do Jardim Botânico. Com obras inéditas da artista visual Flavia Daudt, a mostra ocupa diferentes espaços do museu e articula fotocolagem, instalação e arte sonora para refletir sobre a riqueza ecológica e a vulnerabilidade do segundo maior bioma do país. </p>



<p class="has-text-align-center">O Museu do Jardim Botânico convida o público a refletir sobre o Cerrado e os desafios relacionados à sua conservação. Ocupando cerca de um quarto do território nacional e responsável por importantes nascentes hidrográficas, o Cerrado é um dos biomas mais ameaçados pelo avanço do desmatamento e da expansão agropecuária.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir de pesquisas e viagens realizadas desde 2021, Flavia Daudt e Ana Paula Freitas Valle desenvolveram trabalhos inspirados nas paisagens, espécies e comunidades do Cerrado. Para a exposição no Museu do Jardim Botânico, foi concebido um percurso dividido em três ambientes, associados simbolicamente à terra, à água e ao ar.</p>



<p class="has-text-align-center">Logo na entrada, o público encontra a instalação &#8220;Um Cerrado Assim&#8221;, idealizada por Ana Paula Freitas Valle, composta por grandes fotocolagens de autoria de Flavia Daudt, impressas em seda e organza, em grandes dimensões de até quase três metros de altura. As obras recriam poeticamente as paisagens e belezas naturais do bioma. O espaço também apresenta esculturas inspiradas em cupinzeiros produzidas pelo artista convidado Willy Reuter, que ampliam a sensação de imersão na paisagem retratada.</p>



<p class="has-text-align-center"><br>Outro destaque é &#8220;Terra que Guarda&#8221;, instalação de 8 metros de altura que ocupa a escada principal do museu com a imagem monumental de uma árvore e suas raízes bordadas pela artista convidada Mirele Volkart. A obra desce do pé-direito até o térreo do museu e é complementada por uma arte sonora com o barulho das águas, assinada por Joe Stevens.</p>



<p class="has-text-align-center">No primeiro pavimento, a exposição homenageia o joão-de-pau, ave presente no Cerrado brasileiro, com um grande ninho de madeira imersivo – produzido com galhos de poda sustentável das árvores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro – pelo artista convidado Ricardo Siri. Na parede, além de uma fotocolagem de autoria de Flavia Daudt, um grande painel com aves do bioma, desenvolvido pelo ornitólogo Luciano Lima, apresenta o canto de diferentes espécies. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: 23 de maio  a 3 de novembro / Museu do Jardim Botânico<br>Visitação: quinta a terça-feira, das 10h às 18h (última entrada às 17h)<br>Entrada gratuita mediante retirada de ingresso pelo site <a href="https://jbrj.eleventickets.com/#!/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jbrj.eleventickets.com/#!/home</a></p>
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		<title>Ana Holck completa 25 anos de trajetória com exposição</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para marcar os 25 anos de trajetória da artista Ana Holck, será inaugurada no dia 21 de maio de 2026 a exposição &#8220;Imprevistos&#8221;, na galeria Maneco Müller: Multiplo, com a mais recente produção da artista carioca. Serão apresentadas cerca de 16 obras inéditas, produzidas este ano, em um desdobramento da pesquisa da artista com a cerâmica e o aço inox. Os [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Para marcar os 25 anos de trajetória da artista Ana Holck, será inaugurada no dia 21 de maio de 2026 a exposição &#8220;Imprevistos&#8221;, na galeria Maneco Müller: Multiplo, com a mais recente produção da artista carioca. Serão apresentadas cerca de 16 obras inéditas, produzidas este ano, em um desdobramento da pesquisa da artista com a cerâmica e o aço inox. Os novos trabalhos trazem elementos inéditos, como novas formas e a introdução de cores no barro, algo nunca antes utilizado pela artista. Ana Holck é uma das mais destacadas artistas de sua geração e ao longo de mais de duas décadas de atuação construiu uma carreira consolidada no meio da arte. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Sua prática se desdobra por meio de uma investigação contínua de estruturas espaciais, tensões materiais e a dimensão experiencial da escultura. Trabalhando principalmente com materiais como metal e porcelana, Holck constrói ambientes que desafiam a estabilidade da forma, ao mesmo tempo que ativam a percepção e a presença corporal do espectador&#8221;, afirma a crítica e curadora de arte Daniela Labra, que assina o texto da exposição e há mais de uma década acompanha o trabalho da artista.</p>



<p class="has-text-align-center">Na mostra, serão apresentadas obras da nova série &#8220;Desajustados&#8221;, iniciada este ano, além de trabalhos inéditos das séries &#8220;Entroncados&#8221; e &#8220;Grades&#8221;, também produzidos este ano. As esculturas dialogam entre si, não só pelo fato de todas utilizarem a cerâmica como base, mas também por suas formas, ritmo e construção. Além disso, pela primeira vez, as obras trazem elementos de cor. &#8220;Uma coisa muito nova que une esses trabalhos é a presença da cor. Comecei com a porcelana, sempre branca, cheguei a usar também a preta, mas cor, é a primeira vez&#8221;, conta a artista, que usa tons suaves e rebaixados, muitas vezes mesclando duas cores de tons similares na mesma obra. &#8220;Utilizo mais a cor como um marcador de tempo e espaço. Tem um ritmo que está sendo dado por essas cores, que eu chamo de &#8216;não-cores&#8217;, pois não são tons fortes, são nuances de cor&#8221;, explica a artista, que usa um tipo de barro canadense chamado &#8220;Gres&#8221;, que já vem com as cores de fábrica.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Inquieta, a artista encontrou na cerâmica uma nova forma de trabalhar. &#8220;Quando fui para a cerâmica, foi muito prazeroso assumir o controle da produção, pois até então eu terceirizava muito, fazia maquete, croquis e outra pessoa executava. O fato de estar com a mão na massa propicia um potencial muito grande de mudança dentro do trabalho, de transformações da linguagem&#8221;, conta a artista, que é formada em arquitetura e urbanismo e traz características de sua formação para o fazer artístico. &#8220;Trabalho muito com módulo e repetição, que foi uma forma que encontrei para expandir o tamanho da obra na cerâmica, e também são elementos que tem a ver com a arquitetura, com o minimalismo, com a ideia de repetição, serialidade, que são elementos caros ao meu trabalho de antemão&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Apesar de utilizar um material bruto e maleável, Ana Holck o subverte, transformando a porcelana em tubos de bitolas regulares, pré-estabelecidas, através de uma prensa chamada extrusora. &#8220;O meu trabalho tem muita composição, muita montagem. É um trabalho de cerâmica, mas não da forma convencional, que tem o toque da mão, a expressividade toda. É mais minimalista no sentido que eu uso a extrusora para fazer os tubos que compõem o trabalho&#8221;, diz a artista. &#8220;Ana Holck possui um amplo conhecimento, seja técnico, conceitual ou histórico, que também é transdisciplinar. Seu trabalho dialoga criticamente com o discurso escultórico contemporâneo, mantendo ao mesmo tempo uma forte qualidade poética e experiencial&#8221;, ressalta Daniela Labra. </p>



<p class="has-text-align-center">A exposição apresentará conjuntos de trabalhos que dialogam entre si. Na nova série &#8220;Desajustados&#8221;, tubos de cerâmica, com cores variadas, interligados pelo aço inox, trazem a sensação de movimento e ritmo. &#8220;Eles possuem duas cores e imprimem um ritmo através delas. É uma composição lúdica de linhas e retas&#8221;, afirma a artista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Estes trabalhos dialogam diretamente com os da série &#8220;Entroncados&#8221;, que também são feitos de cerâmica e metal. Se nos &#8220;Desajustados&#8221; a cerâmica expande através de um núcleo de metal, nos &#8220;Entroncados&#8221; é a fita de aço inox que expande a partir do núcleo de cerâmica. &#8220;Um é um pouco o inverso do outro. Um é reto, o outro é curvo. Eles são meio complementares&#8221;, ressalta a artista.</p>



<p class="has-text-align-center">Completam a exposição obras da série &#8220;Grades&#8221;, feitas em cerâmica, também com cores. Inéditas, essas obras remetem aos primeiros trabalhos da artista na cerâmica, há quase dez anos. &#8220;A grade é um elemento constante na minha obra e permeia o meu trabalho, estando presente em muitas obras. É algo muito ligado a projeto, planejamento, uma estrutura universal. Já tinha usado grades nas pontes que fazia com fitas, nas instalações em vinil e na série &#8216;Canteiros de obras&#8217;. A minha grade sempre tem uma espacialidade&#8221;, diz a artista. &#8220;Quando comecei na cerâmica era tudo muito novo para mim, então senti necessidade de ir para um assunto familiar, que era a grade&#8221;, conta. Essas novas grades possuem uma tridimensionalidade, sendo algumas com sobreposições e outras oblíquas, e também possuem cores, assim como as demais obras da exposição.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong>  21 de maio  até 17 de julho de 2026 / Maneco Müller: Múltiplo (MMM Galeria) Rua Dias Ferreira, 417, sala 206 | Leblon </p>
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		<title>&#8220;Imaginário Misterioso&#8221;, do artista visual Fessal, no Santa Teresa Hotel RJ – MGallery</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 14:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Santa Teresa Hotel RJ – MGallery recebe a mostra &#8220;Imaginário Misterioso&#8221;, do artista visual Fessal. A mostra apresenta uma série de desenhos e pinturas criados a partir da relação do artista com os lugares que atravessa, transformando experiências, atmosferas e memórias em linguagem visual. Com forte presença do gesto manual e do desenho de [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Santa Teresa Hotel RJ – MGallery recebe a mostra &#8220;Imaginário Misterioso&#8221;, do artista visual Fessal. A mostra apresenta uma série de desenhos e pinturas criados a partir da relação do artista com os lugares que atravessa, transformando experiências, atmosferas e memórias em linguagem visual.</p>



<p class="has-text-align-center">Com forte presença do gesto manual e do desenho de observação, as obras propõem um olhar mais atento para o tempo, os percursos e os detalhes que muitas vezes passam despercebidos no cotidiano. Entre linhas, manchas e camadas de cor, Fessal constrói composições que transitam entre realidade e imaginação.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição dialoga diretamente com a atmosfera do hotel e com o bairro de Santa Teresa, conhecido pela conexão histórica com a arte e a cultura carioca. A mostra integra o Art Project, iniciativa do hotel voltada à difusão da arte contemporânea e à aproximação entre artistas, cidade e visitantes. &#8220;O Art Project nasceu justamente para criar essas trocas entre artistas, cidade e visitantes. Cada mostra transforma o hotel de uma maneira diferente&#8221;, afirma Sophie Barbara, gerente-geral do hotel.</p>



<p class="has-text-align-center">Além das obras expostas, a programação inclui atividades que ampliam a proposta da mostra, como encontros de desenho no jardim do hotel e caminhadas até o Parque das Ruínas, convidando o público a experimentar o espaço urbano de forma mais sensível e contemplativa. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: Período: De 14 de maio a 30 de junho de 2026 / Hotel Santa Teresa MGallery (Rua Almirante Alexandrino, 660 &#8211; Santa Teresa) </p>
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		<title>24ª Semana Nacional de Museus</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Museu do Amanhã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) participa da 24ª Semana Nacional de Museus com uma programação especial em seus equipamentos culturais. Entre os dias 18 e 24 de maio, os museus da fundação vão realizar mais de 20 atividades gratuitas, incluindo oficinas, palestras, rodas de conversa, visitas mediadas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) participa da 24ª Semana Nacional de Museus com uma programação especial em seus equipamentos culturais. Entre os dias 18 e 24 de maio, os museus da fundação vão realizar mais de 20 atividades gratuitas, incluindo oficinas, palestras, rodas de conversa, visitas mediadas, exibições audiovisuais e ações educativas voltadas para diferentes públicos. Neste ano, o tema da iniciativa promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) é &#8220;Museus unindo um mundo dividido&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">A estreia da exposição &#8220;Carmen: Embaixatriz do Samba&#8221;, do acervo do Museu Carmen Miranda, no Teatro Armando Gonzaga, também integra a programação da Funarj para a 24ª Semana Nacional de Museus. Além da mostra, os equipamentos culturais da fundação promovem atividades que estimulam o diálogo, a inclusão e a participação social, com ações acessíveis em Libras, oficinas criativas e debates sobre pertencimento e diversidade cultural.</p>



<p class="has-text-align-center">No Museu Antonio Parreiras, em Niterói, a programação inclui ações como a visita mediada em Libras da exposição &#8220;Zumbi: reinar sobre a história&#8221;, oficinas criativas sobre memória e território, formação em educação museal e rodas de conversa sobre museus e polarização social. Já o Museu do Ingá, também em Niterói, promove atividades colaborativas voltadas à escuta ativa, convivência e construção coletiva, incluindo oficinas e debates sobre relações sociais e inclusão.</p>



<p class="has-text-align-center">Na Casa de Oliveira Vianna, a programação propõe reflexões sobre memória, imigração, pertencimento e diálogo intercultural, com sessões de cinema interativas, rodas de conversa e uma exposição virtual sobre refúgio na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Já a Casa de Euclides da Cunha, em Cantagalo, realiza palestras, apresentações culturais, exibições de mini-documentários, ações sociais, atividades educativas e dinâmicas interativas inspiradas no legado de Euclides da Cunha e na promoção da inclusão e da convivência entre diferentes públicos.</p>



<p class="has-text-align-center">A Semana Nacional de Museus acontece anualmente em comemoração ao Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio, mobilizando instituições culturais de todo o país em torno de ações educativas e de valorização do patrimônio histórico e cultural.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Confira a programação completa por equipamento</strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Museu Antonio Parreiras</strong></p>



<p class="has-text-align-center">19 de maio | 14h às 16h — Cartas para o Museu do Futuro &#8211; Que museu você gostaria de encontrar no futuro?<br>21 de maio | 11h — Visita Mediada em Libras da exposição &#8220;Zumbi: reinar sobre a história&#8221;<br>22 de maio | 14h — Formação em Educação Museal e Práticas Educativas no Museu<br>23 de maio | 14h — Oficina Criativa Narrativas e Cartografias<br>24 de maio | 14h — Oficina Criativa &#8211; Cartografias da memória: o que cabe no museu<br>24 de maio | 14h às 16h — Roda de Conversa &#8211; Museus, território e diálogo em tempos de polarização</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Museu do Ingá</strong></p>



<p class="has-text-align-center">20 de maio | 14h — Limites e possibilidades<br>21 de maio | 14h — Palestra sobre acessibilidade, inclusão e transformação social nos museus<br>22 de maio | 14h — Construindo mundos possíveis<br>23 de maio | 14h — Oficina &#8220;Fuxico: costurando relações&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Casa de Oliveira Vianna</strong></p>



<p class="has-text-align-center">18 a 22 de maio | 11h às 17h — Árvore das gerações<br>18 de maio | 13h30 — Visita mediada com a instituição Cristã Amor ao Próximo<br>19 de maio | 14h — Pontes do Tempo &#8211; Sessão de cinema interativa<br>20 de maio | 14h — Roda de conversa &#8220;Uma Casa Chamada Brasil&#8221;, com o imigrante tunisiano Ridhá Mansour<br>21 de maio | 11h — Inauguração da exposição virtual &#8220;O mundo é nossa casa: refúgios no Rio de Janeiro&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Casa de Euclides da Cunha</strong></p>



<p class="has-text-align-center">18 de maio — Ação social &#8220;A Casa vai ao Asilo&#8221;<br>19 de maio — Visitação guiada ao acervo, exibição de mini-documentários e teatro de fantoche<br>20 de maio | manhã — Palestra do Movimento Euclidiano<br>20 de maio | tarde — Sala de obstáculos, exibição de mini-documentários e teatro de fantoche<br>20 de maio | noite — Palestra com professora de Libras<br>21 de maio | 9h às 16h — Visitação guiada ao acervo e teatro de fantoche<br>21 de maio | noite — Atividades de cuidados de beleza (EJA)<br>22 de maio | 9h às 16h — Visitação guiada ao acervo, sala de obstáculos, exibição de mini-documentários e teatro de fantoche</p>



<p class="has-text-align-center"><em>*As informações atualizadas das atividades podem ser conferidas nas redes sociais de cada museu.</em></p>



<p class="has-text-align-center">O Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico prepararam atividades para diversos tipos de público na 24ª Semana Nacional de Museus. Com o tema &#8220;Museus unindo um mundo dividido&#8221;, o evento promovido pelo IBRAM conecta memória, ciência, natureza e inclusão social. No Rio de Janeiro, as duas instituições oferecem atrações presenciais e online entre os dias 19 e 24 de maio, todas gratuitas e com foco em acessibilidade, diversidade e participação comunitária.</p>



<p class="has-text-align-center">No Museu do Amanhã, a programação destaca a preservação da memória digital e a democratização dos acervos. No dia 22 de maio, a Oficina de Preservação de Acervos Digitais, em parceria com o Museu da Pessoa, oferece introdução prática a ferramentas e metodologias de gestão de arquivos pessoais e institucionais, uma atividade que responde diretamente ao desafio de incluir narrativas historicamente silenciadas. Ainda no dia 22, a Roda de Conversa &#8220;Quem Conta a História? Acervos e Democratização&#8221; reúne especialistas para debater ética, tecnologia e os futuros da memória no campo patrimonial. As inscrições para ambas as atividades devem ser feitas via&nbsp;<a href="https://visite.museus.gov.br/faca-parte" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>link</u></a>.</p>



<p class="has-text-align-center">O debate se dá na esteira do lançamento do&nbsp;<a href="https://acervo.museudoamanha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Centro de Documentação e Memória</u></a>, uma plataforma online criada pelo Museu do Amanhã para ampliar o acesso ao conhecimento produzido pela instituição ao longo de seus dez anos de trajetória. O portal reúne dados, conteúdos e registros que dialogam com os temas centrais do museu &#8212; arquitetura, ciência, cultura e sociedade &#8212; organizados em três eixos: bibliográfico, arquivístico e museológico. Ao disponibilizar publicamente pesquisas, exposições e projetos, o centro reforça o papel da instituição como espaço de produção e compartilhamento de conhecimento, aberto e acessível a todos. A iniciativa conecta-se diretamente à proposta da 24ª Semana Nacional de Museus ao unir memória, transparência e participação social.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O museu também investe em experiências imersivas e lúdicas. No dia 19, a Imersão &#8220;Geopoética das águas&#8221; usa fotografias, poemas e movimento para refletir sobre a relação afetiva com os oceanos. No dia 21, a atividade &#8220;Escondidos nas profundezas&#8221; estimula a imaginação sobre seres das profundezas marinhas. Já no dia 22, &#8220;Palavras que unem mundos&#8221; convida o público a criar frases inspiradas nos jogos de Paulo Freire, como exercício de esperançar futuros possíveis.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Para quem deseja explorar o território, no dia 23 acontece o Rolé de Bike &#8220;Marcas do passado: do território ao museu&#8221;. A rota inicia na Pequena África carioca, com paradas no Cais do Valongo e no Instituto dos Pretos Novos, e encerra no Museu de História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB). A programação infantil inclui no dia 24 o espetáculo &#8220;Tilintar dos contos&#8221;, da Cia Trilhos, e a contação &#8220;A Cobra Canoa e a criação do Mundo&#8221;. Destaque também para a televisita pelo TikTok &#8220;Oceanos unindo o mundo&#8221; (19/05, às 17h), que leva o tema da semana às redes sociais.</p>



<p class="has-text-align-center">No Museu do Jardim Botânico, a conexão com a Semana Nacional de Museus se dá pelo viés da memória ancestral, inclusão sensorial e educação científica. No dia 21, a atividade &#8220;Saberes Ancestrais: Adinkras&#8221; apresenta símbolos visuais dos povos Akan (Gana, Costa do Marfim) como linguagem e repositório de sabedoria sobre a natureza &#8212; um exemplo direto de museu como ponte entre culturas e mundos divididos.</p>



<p class="has-text-align-center">O compromisso com a acessibilidade aparece nas Visitas educativas cognitivo-sensoriais dos dias 22 e 24 (das 9h às 10h), adaptadas para pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais, com objetos táteis e ajustes sonoros. No dia 23, &#8220;Plantando Histórias: Jatobá&#8221; une literatura, arte e cultura para construir memória afetiva sobre o Cerrado, a partir da série de pinturas da artista Rosana Paulino. E no dia 24, a visita &#8220;Da Floresta ao Laboratório&#8221; revela a ciência por trás da conservação da flora brasileira &#8212; mostrando como pesquisa e memória natural caminham juntas.</p>



<p class="has-text-align-center">Saiba mais sobre as atividades nos sites oficiais do&nbsp;<a href="https://museudoamanha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Museu do Amanhã</u></a>&nbsp;e<a href="https://www.gov.br/jbrj/pt-br/assuntos/museu-do-jardim-botanico" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>&nbsp;Museu do Jardim Botânico</u></a>.</p>



<p class="has-text-align-center">Já o CCJF inaugura exposições que propõem diferentes visões sobre identidade, imagem, pertencimento e construção da subjetividade. A mostra&nbsp;<em>Falso Brilhante</em>, de Wilson Piran, com curadoria de Marcus Lontra e Rafael Peixoto, traz 34 obras inspiradas na pop arte que discute o excesso de imagens na sociedade atual e a formação de identidades e imaginários coletivos. Com muita cor e glitter, o artista mostra suas versões de personalidades, entre elas Cartola, Rogéria, Pelé, Marielle Franco, Rita Lee,&nbsp; Gal Costa e Santos Dumont </p>



<p class="has-text-align-center">Já&nbsp;<em>Morro pela Boca, Vivo pelos Olhos</em>, com curadoria de Juan Santoli, reúne obras de 8 artistas e reflete sobre a produção da arte no contexto da história da arte&nbsp;<em>queer</em>&nbsp;brasileira, abordando temas como solidão, desejo, incerteza, paixão e transformação de si.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Período de visitação:</strong> de 20/5/26 a 21/6/26 (terça-feira a domingo), de 11h às 19h / <strong>Centro Cultural Justiça Federal</strong> • CCJF Avenida Rio Branco, 241 – Centro • Rio de Janeiro (há possibilidade de entrada pela Rua México, 57)</p>
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		<title>&#8216;Papo Reto&#8217; traz residência artística do projeto UPLOAD para o Futuros &#8211; Arte e Tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentar mais de 50 obras como extensões criativas dos cotidianos e territórios de artistas do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia, com sede no Morro do Santo Amaro, na Zona Sul do Rio, e artistas mulheres convidadas, esta é a proposta da exposição &#8220;Papo Reto&#8221;, que ocupa duas galerias do centro cultural Futuros &#8211; Arte [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Apresentar mais de 50 obras como extensões criativas dos cotidianos e territórios de artistas do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia, com sede no Morro do Santo Amaro, na Zona Sul do Rio, e artistas mulheres convidadas, esta é a proposta da exposição &#8220;Papo Reto&#8221;, que ocupa duas galerias do centro cultural Futuros &#8211; Arte e Tecnologia, no Flamengo, a partir de 15 de maio. Com entrada gratuita, a mostra com curadoria de Leonardo Moraes marca o desdobramento final da residência artística do projeto UPLOAD, iniciada em 2025. </p>



<p class="has-text-align-center">Por meio de instalações, pinturas, fotografias, impressões 3D e vídeos, &#8216;Papo Reto&#8217; explora temas como identidade, vida em comunidade, criatividade, memória e futuro, trazendo manifestações políticas e expressões poéticas relacionadas às vivências de 11 artistas do Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia e 11 artistas mulheres convidadas a integrar a mostra. Fundado em 2022, o Laboratório 2050 de Arte e Tecnologia aciona, no Morro do Santo Amaro e em outras partes do mundo, experiências criativas no campo da arte, da inovação e da tecnologia.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Praticar um processo de residência e imersão artística é um tempo de aprendizado, de mergulho em pesquisas singulares e de produções significativas. No decorrer deste quase um ano de trabalho tive a oportunidade e a felicidade de acompanhar e viver este percurso, com artistas que se lançaram no universo das visualidades. Com reflexões e inflexões sobre questões urgentes e emergentes do mundo contemporâneo em que vivemos, &#8216;Papo Reto&#8217; é um convite para estarmos ligados à visão das e dos crias, que unem arte e tecnologia, para falar ao mundo sobre suas memórias, seus territórios e suas vidas&#8221;, destaca Leonardo Moraes, curador da exposição e da residência UPLOAD.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O Futuros existe para ser uma ponte entre linguagens e territórios. O UPLOAD provou que quando você investe tempo real numa residência com artistas das comunidades, o resultado é sofisticado, urgente e genuinamente contemporâneo. São obras que conversam com qualquer museu do mundo — e nasceram aqui&#8221;, destaca Victor D&#8217;Almeida, gerente de cultura do Instituto Futuros.</p>



<p class="has-text-align-center">O UPLOAD é um projeto que une residência artística e exposição de trabalhos no centro cultural Futuros &#8211; Arte e Tecnologia. A residência proporcionou visitas dos artistas à 68 exposições e 23 museus cariocas e paulistas; encontros coletivos entre artistas residentes e profissionais da cadeia produtiva da cultura; processos de produção artística individual e coletivo; difusão de pesquisas artísticas por meio de debates; e a composição de duas exposições no Futuros &#8211; Arte e Tecnologia: &#8220;Vai Tomando&#8221;, exibida entre fevereiro e abril deste ano, e &#8220;Papo Reto&#8221;, que abre em 15 de maio.   </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> <strong>Exposição &#8216;Papo Reto&#8217;</strong><br>Data: 15 de maio a 16 de agosto<br>Horário: quarta a domingo, das 11h às 20h<br>Local: Futuros – Arte e Tecnologia &#8211; Galerias 1 e 2<br>Endereço: Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo<br>Entrada franca</p>
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		<title>A Turma do Seu Lobato chega ao BioParque do Rio </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir do dia 17 de maio, o BioParque do Rio recebe uma programação especial pensada para o público infantil, onde histórias, música e encontros ganham espaço ao lado da proposta de inclusão. Em parceria com A Turma do Seu Lobato, a agenda convida famílias a percorrer o parque por outros caminhos, em experiências que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A partir do dia 17 de maio, o BioParque do Rio recebe uma programação especial pensada para o público infantil, onde histórias, música e encontros ganham espaço ao lado da proposta de inclusão. Em parceria com A Turma do Seu Lobato, a agenda convida famílias a percorrer o parque por outros caminhos, em experiências que combinam leveza, escuta e convivência. Entre os destaques está o lançamento do livro &#8220;O Mundo Colorido de Bob&#8221; (Ed. Zitt), da autora Daniela Mazzola, que aborda, de forma sensível, o universo de crianças neurodivergentes e amplia o diálogo sobre o autismo.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação começa no dia 17 de maio com o lançamento oficial do livro e uma edição da Sessão Azul, iniciativa voltada a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Nesse formato, o parque abre mais cedo, das 8h30 às 10h, em um período exclusivo de visitação antes do funcionamento regular. A proposta é simples e cuidadosa: um ambiente mais silencioso, com menos estímulos e fluxo reduzido de visitantes, favorecendo uma experiência mais confortável.</p>



<p class="has-text-align-center">Durante esse intervalo, pessoas com TEA têm entrada gratuita, mediante comprovação na bilheteria, e podem estar acompanhadas por até três pessoas, que têm direito à meia-entrada. Para manter o fluxo controlado, os ingressos dos acompanhantes são disponibilizados previamente, em horários escalonados. A partir das 10h, o funcionamento segue normalmente para o público em geral.<br> </p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do dia 17, o público também poderá encontrar os personagens da Turma: Seu Lobato, Lilica, Bob e Joca. Os personagens estarão presentes em&nbsp;<em>meet and greet</em>&nbsp;para registrar fotos. No dia 24, a proposta continua com novos encontros com os personagens e atividades recreativas conduzidas pela Turma do Seu Lobato, mantendo o tom lúdico e participativo.&nbsp;<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Criado no Brasil, o projeto A Turma do Seu Lobato reúne conteúdos educativos que atravessam temas como hábitos saudáveis, sustentabilidade e respeito às diferenças, por meio da música, do teatro e de plataformas digitais. Com forte presença online, o grupo soma milhões de visualizações e leva essa proposta para o BioParque em uma série de atividades presenciais ao longo do mês.</p>



<p class="has-text-align-center">As ações acontecem dentro de um espaço já consolidado como opção de lazer na cidade. Localizado na Quinta da Boa Vista, o BioParque abriga cerca de 650 animais de 124 espécies distribuídos em 56 recintos, entre eles o leão Simba, os hipopótamos Tim e Bocão, a elefanta Koala e o urso-de-óculos Baloo. Ao integrar a programação cultural à visitação, o parque amplia as possibilidades de experiência e convida o público a permanecer por mais tempo, explorando diferentes formas de se relacionar com o espaço.</p>



<p><em><strong>Programação detalhada:</strong></em><br><br><strong>17 de maio</strong></p>



<p>8h30 às 10h – Sessão Azul (visitação exclusiva para pessoas com TEA)</p>



<p>9h30 às 10h – Meet and greet com os personagens da Turma do Seu Lobato (Sessão Azul)</p>



<p>11h às 11h30 – Meet and greet com os personagens da Turma do Seu Lobato</p>



<p>14h às 16h – Recreação&nbsp;</p>



<p><br><strong>24 de maio</strong></p>



<p>11h às 12h – Meet and greet com os personagens da Turma do Seu Lobato</p>



<p>11h às 14h – Recreação</p>



<p>14h às 15h – Meet and greet com os personagens da Turma do Seu Lobato</p>



<p><br><strong>31 de maio</strong></p>



<p>11h às 11h30 – Meet and greet com os personagens da Turma do Seu Lobato</p>



<p>14h às 14h30 &#8211; Meet and greet</p>



<p><br><strong>Serviço:</strong><br>BioParque do Rio<br>Endereço: Parque da Quinta da Boa Vista, s/n, São Cristóvão, Rio de Janeiro<br>Horário de funcionamento: de quarta a domingo, das 9h às 17h (última entrada às 16h)<br>Mais informações e ingressos:&nbsp;<a href="https://www.bioparquedorio.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.bioparquedorio.com.br</a></p>
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		<title>Victor Biglione completa 50 anos de carreira com exposição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:15:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O homem por trás das seis cordas com mais participações na história da MPB, Victor Biglione festeja seus 50 anos de estrada pelo mundo com uma exposição com cerca de 150 pôsteres, artes plásticas, vídeos e objetos de memorabilia do lendário guitarrista, arranjador e compositor. Por meio de um vasto e exclusivo acervo, o público [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O homem por trás das seis cordas com mais participações na história da MPB, Victor Biglione festeja seus 50 anos de estrada pelo mundo com uma exposição com cerca de 150 pôsteres, artes plásticas, vídeos e objetos de memorabilia do lendário guitarrista, arranjador e compositor.  </p>



<p class="has-text-align-center">Por meio de um vasto e exclusivo acervo, o público terá a oportunidade de fazer uma imersão no universo do artista, do menino que chegou da Argentina ao Brasil como foragido político em 1964 ao guitarrista com a maior contribuição em gravações e shows na música brasileira, segundo o Instituto Cultural Cravo Albin, em livro de Euclides Amaral, com lançamento da versão colorida durante a estreia do evento.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo pesquisa do biógrafo Euclides Amaral, Victor atuou em mais de 1.170 fonogramas e diversos concertos com mais de 300 nomes da MPB, tornando-se o guitarrista com a maior atuação em gravações e shows da história da música brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">Os visitantes também poderão ver, entre os 25 prêmios conquistados ao longo da carreira, seis conquistas relacionadas às suas trilhas para o Cinema, com 11 indicações (incluindo dois &#8220;Kikitos&#8221;). Há ainda fotos ao lado dos artistas com quem trabalhou nessas décadas de participação na cultura brasileira — uma verdadeira viagem através do tempo. Biglione tem mais de 35 álbuns solo, incluindo parcerias com Wagner Tiso, Cássia Eller, Marcos Valle, Marcos Ariel, Jane Duboc, Andy Summers e Zé Renato. Fez parte de importantes grupos brasileiros, como A Cor do Som e Som Imaginário. O músico também conquistou um Grammy Latino com Milton Nascimento, em 2000, com o álbum &#8220;Crooner&#8221;, e foi finalista com &#8220;Mercosul&#8221; no Grammy Latino de 2016.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:</strong> Temporada: de 15 de maio até 17 de julho, de segunda a sábado, das 12h às 19h  / Local: Casa Tao Brasil &#8211; Rua Joaquim Silva, 77, Lapa  </p>
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		<title>Kidzhouse Festival desembarca pela primeira vez no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2026 12:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após conquistar São Paulo em duas edições de sucesso, o Kidzhouse Festival desembarca pela primeira vez no Rio de Janeiro. A estreia acontece no dia 28 de junho, das 10h às 20h, no Jockey Club Brasileiro, dentro do Village Rio, maior evento temático da Copa na cidade. Com expectativa de reunir cerca de 7 mil [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após conquistar São Paulo em duas edições de sucesso, o Kidzhouse Festival desembarca pela primeira vez no Rio de Janeiro. A estreia acontece no dia 28 de junho, das 10h às 20h, no Jockey Club Brasileiro, dentro do Village Rio, maior evento temático da Copa na cidade.  Com expectativa de reunir cerca de 7 mil pessoas, o festival promete uma verdadeira maratona de entretenimento com programação completa voltada para crianças. A venda de ingressos será realizada a partir de 13 de maio no <a href="https://kidzhousefestival.com.br">site oficial do festival</a>.</p>



<p class="has-text-align-center">Consolidado em São Paulo, o Kidzhouse se firma como referência nacional em entretenimento infantil e dá um passo importante ao expandir sua atuação para o Rio. A proposta do evento se mantém: oferecer uma experiência completa com o conceito de &#8220;all inclusive de diversão&#8221;, em que todas as atividades estão inclusas no ingresso, com exceção da alimentação.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo do dia, o público terá acesso a uma programação diversa, que reúne shows, encontros com personagens, oficinas, ativações de marcas e espaços interativos que estimulam o brincar e a convivência. Entre as atrações confirmadas estão Lance de Escola, Chico Bento, Beatles para Crianças, Mundo Bita e Violúdico. Já entre os personagens, destaque para Smurfs, Bob Esponja, Galinha Pintadinha, Patrulha Canina, Hello Kitty e Turma da Bola, entre outros.</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a estrutura do festival foi pensada para oferecer conforto e praticidade às famílias, com sala de amamentação, área PCD, espaços de descanso, praça de alimentação, infláveis e monitoria especializada ao longo de toda a experiência. </p>



<p class="has-text-align-center">Criado pela plataforma Kidzhouse, que tem como propósito tornar o mundo um lugar mais kids friendly, o festival aposta em experiências imersivas, atrações de grande apelo infantil e uma operação estruturada para atender toda a família, consolidando-se como um dos principais eventos do segmento no Brasil.</p>
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		<title>&#8220;E eu me levanto e conto uma história&#8221;, de Paula Parisot, no Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A exposição &#8220;E eu me levanto e conto uma história, de Paula Parisot, reúne obras produzidas entre 2018 e 2026 — entre pinturas, vídeos e trabalhos inéditos — em uma reflexão profunda sobre memória, corpo, narrativa e sobrevivência. Com curadoria de Cesar Oiticica, a mostra apresenta um conjunto de trabalhos que já integrou exposições internacionais [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"> A exposição &#8220;E eu me levanto e conto uma história, de Paula Parisot, reúne obras produzidas entre 2018 e 2026 — entre pinturas, vídeos e trabalhos inéditos — em uma reflexão profunda sobre memória, corpo, narrativa e sobrevivência. Com curadoria de Cesar Oiticica, a mostra apresenta um conjunto de trabalhos que já integrou exposições internacionais como a Bienal Sur 2021 (Buenos Aires), a Casa de América (Madrid), a Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa) e o Museu de Arte de Brasília, ao lado de novas pinturas apresentadas pela primeira vez ao público.</p>



<p class="has-text-align-center">A exposição parte da ideia de que contar uma história é afirmar o direito de existir dentro dela. Em um mundo onde tantas narrativas são construídas a partir do poder — jurídico, político, econômico ou patriarcal — narrar a própria vida torna-se um gesto de resistência. Quem tem o direito de contar uma história? A quem pertence uma memória? O que acontece quando uma mulher decide narrar a si mesma, recusando o silêncio e as versões construídas pelos outros?</p>



<p class="has-text-align-center">Durante um período de intensa troca entre Paula Parisot e a escritora portuguesa Susana Moreira Marques, surgiram reflexões sobre maternidade, violência, deslocamento, silêncio e sobrevivência. Em um dos textos produzidos a partir dessa correspondência, Paula diz a Susana: &#8220;Ter direito à nossa história, com tudo o que tem de ruim e tudo o que tem de bom, é a única coisa que faz a vida possível&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">A frase atravessa toda a exposição. Nas pinturas de grande escala, nos vídeos íntimos e coletivos, nas imagens que oscilam entre fragilidade e enfrentamento, Paula Parisot transforma experiência pessoal em linguagem visual. Seu trabalho não busca separar vida e obra; ao contrário, afirma que o corpo, a memória e a experiência de uma mulher são também matéria política e estética.</p>



<p class="has-text-align-center">A literatura de Leonardo Padura frequentemente retorna à memória como forma de permanência e enfrentamento contra o apagamento. Em E eu me levanto e conto uma história, essa resistência aparece como gesto insistente de permanência: levantar-se, falar, lembrar, registrar. Não permitir que apenas aqueles que detêm poder construam as versões oficiais do mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">As obras reunidas na mostra atravessam anos marcados por deslocamentos geográficos, batalhas judiciais, maternidade, luto e reconstrução. Ao mesmo tempo profundamente autobiográfica e coletiva, a exposição transforma a experiência individual em espaço de reconhecimento para outras vozes e outras histórias.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que romper o silêncio, Paula Parisot reivindica o direito à própria narrativa. E, ao fazê-lo, convida o público a perguntar: quantas histórias foram interrompidas antes mesmo de poderem ser contadas?</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:<br>Abertura:</strong> 16 de maio<br><strong>Local:</strong> Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica <strong>Endereço: </strong>Rua Luís de Camões, 68 &#8211; Centro </p>
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