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	<title>Exposições - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>Nossa Galeria apresenta a exposição &#8216;Mulheres que Inspiram no Brasil&#8217;, celebrando sua força de criação </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 14:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A NOSSA GALERIA  apresenta a exposição &#8216;MULHERES QUE INSPIRAM NO BRASIL&#8217;, coletiva que traz 24 artistas, com pinturas e esculturas, além da participação de uma delas pintando com a boca, com curadoria de Ricardo Garcia e Viviane Aquino, no 2º andar da Fábrica Bhering. D &#8216;Mulheres que Inspiram no Brasil&#8217; não celebra a delicadeza da mulher. Ela celebra a [&#8230;]</p>
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<p>A NOSSA GALERIA  apresenta a exposição &#8216;MULHERES QUE INSPIRAM NO BRASIL&#8217;, coletiva que traz 24 artistas, com pinturas e esculturas, além da participação de uma delas pintando com a boca, com curadoria de Ricardo Garcia e Viviane Aquino, no 2º andar da Fábrica Bhering. D </p>



<p>&#8216;Mulheres que Inspiram no Brasil&#8217; não celebra a delicadeza da mulher. Ela celebra a sua força de criação. O objetivo é romper com a ideia de que a arte feita por mulheres é suave, pequena, decorativa ou apenas intimista. Ela até pode ser, mas não é sobre isso. O oposto é a verdade: a arte da mulher brasileira é estrutural. É grande. É necessária. É uma arte que não nasceu do excesso, mas da decisão radical de transformar tudo em matéria-prima: a falta, a dor, o cuidado, o trabalho, a própria vida.                       <br>São obras feitas com o que se tem à mão. O improviso como potência. O precário que se torna precioso. A coragem de começar mesmo sem ter tudo. Durante séculos ela foi silenciada e colocada no lugar de musa. Aqui ela é autora. Obras que ocupam espaço, que gritam, que não pedem licença. Obras que exigem ser vistas. </p>



<p><strong>Serviço</strong> <br>Abertura: dia 07 de novembro (sábado), às 14h (aberto tanto para os artistas quanto para o público em geral)<br>Visitação:  somente aos sábados, nos dias 07, 14 e 21 de novembro, das 14h às 19h. <br>Curadoria: Ricardo Garcia e Viviane Aquino @garcia.rg12 @viviaquino_curadoria @nossagaleria.arts<br><strong>Visita guiada</strong> gratuita às exposições: dia 14/11 às 14h</p>



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		<title>Primeira grande exposição sobre memes chega ao CCBB Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No país que figura entre os maiores produtores e consumidores de memes do mundo, rir da notícia virou também uma forma de pensar sobre ela. É dessa ideia que parte “MEME: no Br@sil da memeficação”, primeira grande exposição dedicada ao tema, que abre ao público no sábado, 7 de novembro de 2026, a partir das [&#8230;]</p>
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<p>No país que figura entre os maiores produtores e consumidores de memes do mundo, rir da notícia virou também uma forma de pensar sobre ela. É dessa ideia que parte “MEME: no Br@sil da memeficação”, primeira grande exposição dedicada ao tema, que abre ao público no sábado, 7 de novembro de 2026, a partir das 12h00, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro.</p>



<p>A mostra reúne mais de 800 criações de 200 produtores de conteúdo e artistas para investigar o meme como linguagem e como ferramenta de crítica social e política. Obras de nomes como Anna Maria Maiolino e Nelson Leirner dividem espaço com perfis que fazem o país rir todos os dias nas redes. Depois de São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, a exposição chega à cidade de O Pasquim e do Porta dos Fundos, onde fica em cartaz até 1º de fevereiro de 2027.</p>



<p>A mostra ocupa a rotunda e o primeiro andar do CCBB RJ e reúne vídeos, neons, esculturas, roupas, quadrinhos, pinturas, objetos,&nbsp;<em>backlights</em>, instalações audiovisuais e experiências interativas. Logo na entrada, na rotunda, onças de diferentes materiais retomam o meme “alisa meu pelo” e recebem o público numa instalação tátil.<s></s></p>



<p>Mais do que apresentar memes, a exposição propõe uma reflexão sobre a memeficação, fenômeno que ultrapassa o universo digital e atravessa diferentes dimensões da vida contemporânea, da política à cultura, da comunicação às relações sociais. A memeficação diz respeito à maneira como imagens, frases, gestos e acontecimentos são constantemente apropriados, reproduzidos, transformados e colocados em circulação, adquirindo novos sentidos a cada contexto. Embora tenha ganhado força com a internet e as redes sociais, essa lógica não é inteiramente nova: operações como a repetição, a paródia, a sátira e o deslocamento de significados fazem parte da história da cultura há muito tempo. Ao explorar essas continuidades e transformações,&nbsp;<em>MEME: no Br@sil da memeficação</em>&nbsp;convida o público a perceber como os memes não apenas refletem o mundo em que vivemos, mas também participam ativamente da construção de nossas percepções, comportamentos e disputas políticas e culturais.</p>



<p>“Os memes são ferramentas políticas e afetivas. É por meio deles que o Brasil elabora e expressa, em tempo real, suas diferenças sociais, raciais, de gênero e estéticas”, afirma Clarissa Diniz. “A exposição parte do humor para provocar uma pergunta: como estamos refazendo o país por meio das suas imagens mais debochadas?”</p>



<p>“É impossível compreender o Brasil de hoje sem entender seus memes”, afirma Ismael Monticelli, criador do @newmemeseum (2020–2025), perfil de memes no Instagram que manteve anonimamente durante cinco anos e que chegou a reunir quase meio milhão de seguidores, funcionando como uma espécie de laboratório para a concepção da exposição.</p>



<p>“Os memes não apenas representam a realidade: eles interferem nela, produzem memória e disputam sentidos. Enquanto fazemos memes, os memes também refazem o Brasil.”</p>



<p>O humor carioca ocupa boa parte do percurso e atravessa gerações. O Pasquim, semanário fundado no Rio em 1969 que fez da piada uma forma de enfrentar a ditadura, está no núcleo dedicado à sátira política, e a charge aparece com Chico Caruso e Claudius Ceccon. Da televisão e da internet vêm Marcelo Adnet, o Porta dos Fundos, coletivo de humor criado na cidade em 2012, Rafael Portugal, Raphael Vicente, Felipe Neto e Paulo Gustavo, ator e humorista nascido em Niterói.</p>



<p>No Rio, a exposição encontra muitos criadores da casa. Felipe Barbosa, nascido em Cabo Frio, Victor Arruda, Laura Lima, Panmela Castro, Pietrina Checcacci, Alexandre Mury, Gustavo Speridião e Regina Vater estão entre os nomes da arte contemporânea ligados ao estado que participam da mostra.</p>



<p>Completam o time os criadores de conteúdo Ademara, Dri Maria (Blogueira Trans), Erika Affonso, Fábio Cruz (Fabão), Felipe Haiut, Gilberto Porcidonio, Guto TV, História no Paint, Juju dos Teclados, Nathalia Cruz, Rafael Madeira e Valentina Bandeira. O carioca Gregório Duvivier, um dos fundadores do Porta dos Fundos, está entre os entrevistados do epílogo, feito com a equipe do #MUSEUdeMEMES, projeto da Universidade Federal Fluminense (UFF) coordenado pelo pesquisador Viktor Chagas.</p>



<p>“Será que essa vocação memética do Brasil começou mesmo com os memes digitais?”, questiona Clarissa. “Ou ela já se anunciava no Carnaval, nos bordões da TV, nas pichações e nos outdoors? O que acontece quando a política se dobra aos formatos da zoeira?”</p>



<p>A ideia da exposição começou a tomar forma durante a pandemia de Covid-19, a partir das conversas que os curadores mantinham à distância. “No período mais intenso do isolamento, eu e Ismael conversávamos muito pela internet e fomos percebendo como os memes haviam se tornado parte da nossa comunicação. Aquelas imagens pareciam expressar certas angústias que estávamos vivendo melhor do que muitas tentativas de colocá-las em palavras”, lembra Clarissa.</p>



<p>“Em julho de 2020, por sugestão da Clarissa, criei anonimamente o perfil de memes @newmemeseum. Durante cinco anos, alimentei a página sem revelar minha identidade. Clarissa era uma das poucas pessoas que sabiam que eu estava por trás dela. Acho que a ideia da exposição foi amadurecendo nesse processo, alimentada tanto pela experiência com o perfil quanto pelas nossas conversas sobre os memes e sua linguagem. Em algum momento, começamos a imaginar o que aconteceria se levássemos essa discussão para dentro de um espaço expositivo”, conta Ismael. O perfil permaneceu ativo até dezembro de 2025, quando foi removido pela Meta.</p>



<p>A exposição se organiza em cinco núcleos temáticos (<em>Ao pé da letra, A hora dos amadores, Da versão à inversão, O eu proliferado&nbsp;</em>e<em>&nbsp;Combater ficção com ficção</em>), com o prólogo tátil&nbsp;<em>Alisa meu pelo</em>&nbsp;e o epílogo&nbsp;<em>Memes: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam?</em>. Segundo os curadores, cada núcleo reúne práticas que a memeficação põe em movimento.</p>



<p>“MEME: no Br@sil da memeficação” é uma produção da Patuá Produções, com patrocínio do Banco do Brasil e da BB Asset.</p>



<p><strong>SERVIÇO: </strong> <strong>Endereço: </strong>Rua Primeiro de Março, 66, Centro <strong><br>Período: </strong>07/11/2026 (a partir de 12h) a 01/02/2027 <br><strong>Funcionamento: </strong>Quarta a segunda, das 9h às 20h (fechado às terças-feiras) <strong><br>Entrada: </strong>gratuita &#8211; Ingressos disponíveis na bilheteria do CCBB e no site <a href="http://bb.com.br/cultura">bb.com.br/cultura</a> <strong>Classificação: </strong>livre</p>
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		<title>Casa Roberto Marinho apresenta Guardar, exposição dedicada ao acervo particular de Marcia e Luiz Chrysostomo </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa Roberto Marinho recebe a exposição &#8220;Guardar, exposição dedicada ao acervo particular de Marcia e Luiz Chrysostomo&#8221;, coleção de destaque no panorama das artes visuais no país, formada ao longo de três décadas e hoje composta por mais de 2 mil itens. Com curadoria de Paulo Venancio Filho, a exposição apresenta cerca de 300 [&#8230;]</p>
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<p>A Casa Roberto Marinho recebe a exposição &#8220;<em>Guardar</em>, exposição dedicada ao acervo particular de Marcia e Luiz Chrysostomo&#8221;, coleção de destaque no panorama das artes visuais no país, formada ao longo de três décadas e hoje composta por mais de 2 mil itens. Com curadoria de Paulo Venancio Filho, a exposição apresenta cerca de 300 obras e percorre diferentes momentos da arte brasileira e internacional, das vanguardas do início do século XX à produção contemporânea.</p>



<p>A exposição amplia uma relação iniciada em 2023, quando o casal participou de&nbsp;<em>Conversas entre Coleções</em>, também na Casa Roberto Marinho, estabelecendo diálogos entre trabalhos de seu acervo e obras da instituição. Agora, pela primeira vez, a Casa dedica uma mostra exclusivamente a esse conjunto.</p>



<p>Um poema do filósofo e escritor carioca Antonio Cícero, de 1996, que acompanha Luiz Chrysostomo há décadas, inspira o título da exposição. A ideia de guardar como gesto de cuidado e preservação encontra correspondência na própria história da coleção, que não nasceu de um projeto previamente definido, mas de uma relação continuada com a arte.</p>



<p>Josef Albers (1888-1976) e Max Bill (1908-1994), referências fundamentais da abstração geométrica e do pensamento construtivo, abrem a exposição frente a frente.&nbsp;A escolha funciona, segundo Venancio Filho, como uma espécie de “declaração” da curadoria e estabelece uma chave que se desdobra pelo percurso. A partir deles, a mostra acompanha diferentes caminhos do pensamento construtivo e suas reverberações na arte brasileira, aproximando tempos, geografias e linguagens.</p>



<p>“Uma coleção é uma constelação viva”, escreve Paulo no texto curatorial. Para ele, um acervo dessa natureza nunca está concluído: cada nova aquisição cria relações e contágios intencionais ou inesperados. Seu ponto de partida foi reconhecer a fisionomia que Marcia e Luiz imprimiram ao conjunto ao longo dos anos. “Meu cuidado foi não chegar com a autoridade do curador. Procurei entender a coleção tal como ela é.”</p>



<p>A geometria e a cor conduzem as primeiras salas, com nomes como Ivan Serpa, Amilcar de Castro, Judith Lauand, Sergio Camargo e Franz Weissmann, ao lado de artistas internacionais como Bridget Riley e Vera Molnár. A relação entre abstração geométrica e arquitetura moderna aparece em outro núcleo, no qual obras convivem com projetos e publicações ligados a Oscar Niemeyer, Le Corbusier e à Bauhaus.</p>



<p>O percurso avança para experiências das décadas de 1960 e 1970, reunindo trabalhos de Cildo Meireles, Artur Barrio, Antonio Dias, Waltercio Caldas, Carmela Gross, Carlos Vergara e Rubens Gerchman, entre outros.&nbsp;Mais adiante, a aproximação entre arte e palavra ganha protagonismo. Antonio Manuel e exemplares do&nbsp;<em>Poema/Processo</em>abrem caminho para um núcleo no qual poesia visual, livros de artista e experimentação gráfica colocam em diálogo nomes como Mira Schendel, Hélio Oiticica, Rubem Valentim, Luciano Figueiredo, Man Ray, Augusto de Campos e Julio Plaza.</p>



<p>O interesse de Luiz Chrysostomo pelas origens e desdobramentos dos movimentos artísticos também permeia a mostra. Um dos núcleos parte das vanguardas históricas europeias e de suas repercussões na arte brasileira e latino-americana, com trabalhos de Wassily Kandinsky, Paul Klee, Joaquín Torres-García, Georges Braque, Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Cícero Dias e Oswaldo Goeldi.</p>



<p>Livros de artista, publicações raras e documentos históricos, apresentados em vitrines, reforçam o caráter investigativo da coleção e seu interesse pelas origens de questões presentes na produção brasileira. Entre os exemplares selecionados estão marcos ligados à Bauhaus e à VKhUTEMAS, escola de arte e design criada na Rússia nos anos 1920;&nbsp;<em>Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul)</em>, publicado em 1912 por Wassily Kandinsky e Franz Marc; e&nbsp;<em>La Fin du monde filmée par l&#8217;Ange N.-D.</em>, de Blaise Cendrars, publicado em 1919 com ilustrações de Fernand Léger. O conjunto atravessa o século XX e chega à produção contemporânea, com exemplares de Max Bill e Josef Albers, e livros de artista de Beatriz Milhazes.</p>



<p>Outro núcleo se volta para o pensamento construtivo no Brasil e na América Latina. Lygia Clark, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Ivan Serpa, Aluísio Carvão, Amilcar de Castro e Geraldo de Barros convivem com artistas latino-americanos, evidenciando aproximações e diferentes caminhos desenvolvidos a partir do concretismo e do neoconcretismo.&nbsp;Entre os nomes reunidos, Venancio Filho chama atenção para Rubem Ludolf, artista próximo de Luiz Chrysostomo, cuja obra considera particularmente importante dentro da ideia de construção que orienta a mostra.</p>



<p>A arte cinética ocupa a sala considerada pelo curador um dos pontos altos da exposição. Obras de Abraham Palatnik, Julio Le Parc, Carlos Cruz-Diez, Jesús Rafael Soto, Sérvulo Esmeraldo, Luis Tomasello e Martha Boto, entre outros, mostram como movimento, luz e participação do olhar ampliaram as pesquisas do campo construtivo.&nbsp;Marcel Duchamp aparece como um dos precursores dessa experimentação.</p>



<p>Na sequência, a escala muda. Na maior sala da Casa Roberto Marinho, obras de grande formato, predominantemente tridimensionais, ocupam o chão, as paredes e o teto, criando uma espécie de passeio entre os trabalhos. Estão nesse núcleo Tunga, Ernesto Neto, Tomie Ohtake, Elisa Bracher, Ivens Machado, Ascânio MMM e Sheila Hicks.</p>



<p>A Geração 80 e seus desdobramentos introduzem outra inflexão. A relação com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage confere ao núcleo uma dimensão particularmente afetiva para Luiz Chrysostomo, que estudou na instituição em meados dos anos 1980. Daniel Senise, Cristina Canale, Leda Catunda, Luiz Zerbini e Beatriz Milhazes aparecem ao lado de artistas de outras gerações, como Lucia Laguna, Rosângela Rennó, José Damasceno e Rebeca Carapiá.</p>



<p>A exposição termina com um conjunto dedicado à abstração brasileira. Alfredo Volpi, Iberê Camargo, Maria Leontina, Ione Saldanha, Antonio Bandeira, Aluísio Carvão e Maria Polo estão entre os artistas reunidos nesse núcleo.</p>



<p><strong>Uma coleção construída no tempo</strong></p>



<p>A coleção de Marcia e Luiz Chrysostomo começa a ganhar forma em 1993, com a compra de uma tela da&nbsp;pintora e gravadora italiana&nbsp;Maria Polo, de 1964. A obra, hoje apresentada em&nbsp;<em>Guardar</em>, marca o início de um processo&nbsp;que não partiu da intenção de formar uma coleção. O conjunto foi crescendo a partir do interesse do casal pela arte, da convivência com artistas e galeristas e das escolhas feitas ao longo do caminho.</p>



<p>Economistas de formação, Marcia e Luiz construíram trajetórias profissionais distintas, sem se afastar do interesse comum pela arte. Luiz desenvolveu uma atuação continuada no campo cultural, como curador e também no âmbito institucional. Marcia, com trajetória profissional no mercado financeiro, é psicanalista, mestre em Economia e pós-graduada em História da Arte e Arquitetura, com pesquisa dedicada à obra de Ione Saldanha.&nbsp;Desde a primeira aquisição, uma escolha compartilhada com Luiz, Marcia participa ativamente da construção do acervo, na discussão sobre a incorporação de novas obras, na convivência com artistas e nas pesquisas e visitas a museus realizadas pelo casal.</p>



<p>Com o passar dos anos, o acervo adquiriu uma estrutura própria, marcada pelo pensamento construtivo, pela investigação das origens dos movimentos e pelas relações que as obras estabelecem entre si. “A palavra construção é a coisa mais forte da coleção”, afirma Luiz. Para ele, a definição não se restringe à geometria rígida: abrange o círculo, a curva, o ponto, a linha, a palavra e a poesia.</p>



<p>A coleção permanece, ao mesmo tempo, atenta ao presente. A experiência de Luiz como curador e sua atuação em instituições culturais o mantêm em contato próximo com diferentes gerações de artistas.&nbsp;Ao lado de nomes consagrados, o acervo reúne trabalhos adquiridos no início de determinadas trajetórias, antes de seu reconhecimento no circuito.</p>



<p>As aquisições não obedecem a um roteiro fechado. “Não existe acaso, existe impulso”, resume Luiz. A atração por uma obra pode ser imediata, mas a escolha passa por um olhar formado ao longo do tempo e por uma reflexão sobre o próprio trabalho. Uma aquisição pode levar a outra, e obras compradas em momentos distintos estabelecem novas relações quando reunidas: um processo que o colecionador define como um “mosaico infinito”. </p>



<p>A coleção começa em 1993, mas a história de Luiz Chrysostomo com a Coleção Roberto Marinho havia começado nove anos antes. Em 1985, aos 21 anos, ele visitou três vezes a exposição&nbsp;<em>Seis décadas de arte moderna na Coleção Roberto Marinho</em>, no Paço Imperial. Naquele momento, estudava Economia e frequentava a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, dividido entre a formação acadêmica e um interesse pela arte que continuaria presente ao longo de sua vida.</p>



<p>O contexto cultural do Rio era muito diferente. O acesso a exposições, publicações e reproduções de obras era limitado. Encontrar reunida no Paço Imperial uma coleção privada de grande dimensão significou a possibilidade de ver pessoalmente trabalhos e artistas que conhecia sobretudo pelos livros. “Foi uma epifania”, recorda. Luiz passou horas na exposição, voltou outras vezes e guardou o pequeno catálogo distribuído na ocasião. A experiência permaneceu como referência, embora a ideia de tornar-se colecionador ainda estivesse distante.</p>



<p>Quarenta e um anos depois, a coleção formada por ele e Marcia ocupa a Casa Roberto Marinho. O movimento teve peso na decisão do casal de aceitar o convite. Avessos à exposição pessoal, hesitaram diante da ideia de apresentar publicamente um acervo construído no âmbito privado.</p>



<p>“A coleção não é um troféu. É um testemunho de uma vida, de um olhar, de uma forma de encarar o mundo”, observa Luiz. A possibilidade de proporcionar a outros visitantes uma experiência semelhante à que teve aos 21 anos ajudou a mudar essa perspectiva. Parte dos trabalhos reunidos em <em>Guardar</em>, especialmente obras históricas internacionais, raramente pode ser vista no Brasil. </p>



<p>O colecionismo ultrapassa, aqui, o âmbito privado. Para Venancio, coleções particulares podem contribuir para suprir lacunas dos acervos públicos: “O sentido maior é o de resguardar o que tem relevância não só para o colecionador, mas para as artes plásticas brasileiras”, analisa.</p>



<p>Essa compreensão se manifesta na relação de Marcia e Luiz com o acervo, cujas obras são frequentemente emprestadas a instituições e exposições.&nbsp;É nesse movimento que a preservação se associa ao desejo de tornar as obras visíveis e acessíveis a outros públicos.</p>



<p>A mostra inaugura um projeto da Casa Roberto Marinho que poderá receber futuramente outras coleções particulares. Segundo Lauro Cavalcanti, diretor-executivo da instituição, a abrangência, a qualidade das obras e o rigor na constituição do acervo de Marcia e Luiz Chrysostomo contribuíram para sua escolha para iniciar o programa.</p>



<p>SERVIÇO:  Abertura pública: 19 de novembro de 2026, às 12h Encerramento: 14 de março de 2027 / Local: Instituto Casa Roberto MarinhoEnd: Rua Cosme Velho, nº 1105 <br>Visitação: terça a domingo, das 12h às 18h<br>(Aos sábados, domingos e feriados, a Casa Roberto Marinho abre a área verde e a cafeteria a partir das 9h.) <br><br>Estacionamento gratuito para visitantes, em frente ao local.</p>
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		<title>&#8220;Quando aparecer um rio atravesse-o&#8221;, de Fernanda Leme, no Centro Cultural Candido Mendes </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Nov 2026 16:00:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 5 de novembro, será inaugurada a exposição &#8220;Quando aparecer um rio atravesse-o&#8221;, da artista carioca Fernanda Leme, no Centro Cultural Candido Mendes (Galeria Maria de Lourdes Mendes de Almeida), em Ipanema, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Denise Araripe, serão apresentadas cerca de 70 obras, que abordam temas como a finitude e a efemeridade das imagens no mundo [&#8230;]</p>
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<p>No dia 5 de novembro, será inaugurada a exposição &#8220;Quando aparecer um rio atravesse-o&#8221;, da artista carioca Fernanda Leme, no Centro Cultural Candido Mendes (Galeria Maria de Lourdes Mendes de Almeida), em Ipanema, no Rio de Janeiro. Com curadoria de Denise Araripe, serão apresentadas cerca de 70 obras, que abordam temas como a finitude e a efemeridade das imagens no mundo contemporâneo. A exposição incluirá trabalhos inéditos e obras que serão completadas com a participação do público. </p>



<p>&#8220;A exposição propõe uma reflexão sobre a finitude e sobre como a consciência de nossa impermanência pode nos levar a repensar a própria vida. É através das imagens, da pintura e das operações que realiza sobre elas que Fernanda pensa. Cortar, fragmentar, deslocar e reconstruir não são apenas procedimentos formais, mas maneiras de elaborar uma experiência e produzir novos sentidos para aquilo que vive&#8221;, afirma a curadora Denise Araripe.</p>



<p>A artista apresentará nesta mostra uma pesquisa inédita, que começou a desenvolver este ano especialmente para a exposição, na qual recorta suas próprias pinturas em tiras horizontais de tamanhos variados e as remonta, desconstruindo as imagens originais e transformando-as em composições abstratas, que ganham novos sentidos. &#8220;Recorto a imagem em tiras de diferentes espessuras e as colo de maneira desencontrada em cima de um poster de madeira. Uso a própria obra pictórica e a transformo em outra obra. Uso então o que já existe para construir um outro, que reconstruo com outras técnicas e materiais&#8221;, conta a artista que iniciou esse processo após ler textos de Nicolas Bourriaud sobre o conceito de pós-produção, que envolve a apropriação e a reconfiguração de materiais e imagens preexistentes, e estudos de Rosalind Krauss e Yve-Alain Bois sobre a teoria do informe, que questiona as noções tradicionais de forma.</p>



<p>Nesses novos trabalhos, apesar de a imagem se tornar abstrata, alguns elementos figurativos permanecem. &#8220;Nesse conjunto aparecem também os barcos, trazendo para a exposição uma ideia de deslocamento e travessia&#8221;, conta a curadora. Em seus trabalhos, Fernanda Leme discute temas da contemporaneidade, como a sociedade líquida e a fugacidade das imagens. Muitas vezes, recorre ao autorretrato e aborda o protagonismo feminino, articulando sua experiência pessoal a questões coletivas. &#8220;Essa nova série tem tudo a ver com&nbsp;esse ser contemporâneo, com a rapidez do mundo atual. O trabalho está todo recortado, tem um movimento, uma rapidez e a imagem não se forma&#8221;, afirma a artista.</p>



<p>Fernanda Leme começou a desconfigurar as imagens de forma sutil nos trabalhos da série &#8220;Estilhaços&#8221;, iniciada no ano passado, que também farão parte desta exposição. Nessas obras, a artista introduz camadas gráficas, como se fossem um espelho estilhaçado, sobre os retratos. O figurativo ainda aparece com clareza, mas a imagem começa a ser desconstruída através das tramas. &#8220;Rostos e figuras são atravessados por uma malha geométrica, como se a imagem estivesse estilhaçada. A figura permanece, mas sua unidade é colocada em questão&#8221;, observa a curadora.</p>



<p>A exposição também terá 60 obras da série &#8220;Cabeças&#8221;, produzidas desde 2014. Em formato 30X40cm, elas fazem uma analogia com as fotos 3X4, em que a artista retrata seu próprio rosto em diversas fases da vida. &#8216;É um working in progress, que não termina nunca, vou sempre acrescentando mais rostos&#8221;, conta. Para esta exposição, ao invés de novos rostos, a artista incluirá quatro espelhos, do tamanho das pinturas, para que o público veja o próprio rosto refletivo, como uma selfie, discutindo também a efemeridade da imagem. &#8220;Discuto a sociedade líquida, a rapidez com que tudo acontece. As milhares de selfies que são feitas, na maioria das vezes, são jogadas fora, nem chegam a serem impressas.&nbsp; A&nbsp;questão do espelho tem a ver com isso. A pessoa se olha e imediatamente sua imagem já sumiu&#8221;, diz a artista.&nbsp;</p>



<p>Em tratamento contra um câncer de mama, após ter perdido o pai, a mãe e o irmão para a doença, a artista olha para vida de forma positiva e suas pinturas, alegres e coloridas, refletem isso. O título da exposição, &#8220;Quando aparecer um rio, atravesse-o&#8221;, tem a ver com esse pensamento. &#8220;O rio surge como aquilo que interrompe o caminho, mas também como aquilo que precisa ser atravessado para que o percurso continue. A finitude não aparece apenas como limite, mas como consciência capaz de transformar nossa relação com o tempo e com a vida. Atravessar, aqui, não significa permanecer intacto, mas aceitar a transformação como parte do caminho&#8221;, afirma Denise Araripe.</p>



<p>Durante a fase mais intensa do tratamento, quando perdeu os cabelos, a artista criou a série &#8216;Morfemas&#8217;, na qual utiliza os próprios fios para compor desenhos geométricos, como pequenos signos. Essas peças completam a exposição e dialogam com as demais séries por meio das tramas. Para Fernanda Leme, elas deram início à pesquisa que posteriormente se desdobraria nas tramas gráficas e, consequentemente, nos recortes</p>



<p><strong>Serviço: </strong> De 6 de novembro até 28 de novembro de 2026 Centro Cultural Candido Mendes &#8211; Galeria Maria de Lourdes Mendes de Almeida Endereço: Rua Joana Angélica, 63 – Ipanema </p>
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		<title>“Dois Rios: Um corpo d’água” investiga a autoria compartilhada na pintura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:52:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Exposições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois rios podem percorrer caminhos distintos até que suas águas se encontrem. A partir desse ponto, preservam as marcas de suas origens, mas passam a constituir um fluxo comum, no qual já não é possível delimitar com precisão onde termina um e começa o outro. Essa imagem orienta a exposição &#8220;Dois Rios: Um corpo d’água&#8220;, em [&#8230;]</p>
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<p>Dois rios podem percorrer caminhos distintos até que suas águas se encontrem. A partir desse ponto, preservam as marcas de suas origens, mas passam a constituir um fluxo comum, no qual já não é possível delimitar com precisão onde termina um e começa o outro. Essa imagem orienta a exposição &#8220;<em>Dois Rios: Um</em> <em>corpo d’água</em>&#8220;, em cartaz no Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro, que toma a criação compartilhada como ponto de partida para investigar os limites da autoria individual e as possibilidades da produção artística em parceria.</p>



<p> Com obras produzidas a quatro mãos pelos artistas Márcia Holanda e Joésio Silveira, a mostra tem curadoria de Mariana Bahia, idealizadora do Instituto Vozes do Mundo. O projeto parte de uma questão central: o que acontece quando dois artistas dividem não apenas o espaço expositivo, mas também as decisões, os gestos e a autoria de uma mesma obra?</p>



<p>Em vez de apresentar trabalhos individuais lado a lado, a exposição reúne pinturas construídas sobre uma mesma superfície, nas quais cores, dimensões, técnicas, pesquisas e pinceladas se articulam a partir de escolhas conjuntas. Cada obra resulta de um processo de negociação, interferência e escuta, no qual a contribuição de um artista modifica a atuação do outro.</p>



<p>A experiência tem origem em uma relação de amizade construída ao longo de cerca de cinco décadas. Mais recentemente, o compartilhamento do ateliê aproximou também as práticas artísticas dos dois. A convivência cotidiana, marcada pela troca de referências, opiniões e experiências, deu origem à proposta de levar essa cumplicidade para o interior das próprias pinturas.</p>



<p><a></a>O exercício, no entanto, exigiu o enfrentamento de uma questão recorrente na produção artística: a relação entre identidade e autoria. Ao compartilhar a superfície pictórica, os artistas precisaram negociar escolhas e rever decisões individuais em favor de uma construção comum. O processo envolveu desde a pesquisa inicial e a definição das cores e dimensões até a execução da última pincelada.</p>



<p>Pintar em parceria não foi uma experiência fácil. Exigiu de nós maturidade e disposição de abrir mão do eu pelo nós. A conciliação e o consenso começaram na pesquisa, na escolha das cores, do tamanho da obra e seguiram até a última pincelada”, conta Márcia Holanda.</p>



<p>Pintar a quatro mãos significou, assim, colocar em xeque uma das ideias mais arraigadas da produção artística: a obra como território individual. A experiência exigiu que os artistas conciliassem perspectivas e onstruíssem, por meio do diálogo, uma linguagem comum.</p>



<p><strong>Serviço</strong> <br><strong>Período de visitação:</strong> 8 de outubro a 28 de novembro de 2026<br><strong>Horário:</strong> de terça-feira a sábado, das 12h às 19h<br><strong>Local:</strong> Centro Cultural Correios Rio de Janeiro<br><strong>Endereço:</strong> Rua Visconde de Itaboraí, 20, Centro<br><strong>Entrada:</strong> gratuita</p>
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		<title>Instituto Paulo Gustavo abre as portas no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 12:18:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Centros Culturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A arte como espaço de liberdade, encontro e transformação atravessou a vida de Paulo Gustavo. Agora, sua história ganha novos caminhos para continuar alcançando pessoas. O&#160;Instituto Paulo Gustavo&#160;abre suas portas no Rio de Janeiro com a missão de preservar e expandir o legado artístico, afetivo e sociocultural de um dos artistas mais queridos do Brasil, [&#8230;]</p>
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<p>A arte como espaço de liberdade, encontro e transformação atravessou a vida de Paulo Gustavo. Agora, sua história ganha novos caminhos para continuar alcançando pessoas. O&nbsp;Instituto Paulo Gustavo&nbsp;abre suas portas no Rio de Janeiro com a missão de preservar e expandir o legado artístico, afetivo e sociocultural de um dos artistas mais queridos do Brasil, transformando sua memória em acesso à cultura, formação e acolhimento.</p>



<p>O Instituto terá programação cultural, exposição com fotografias e itens do acervo de Paulo Gustavo e oficinas gratuitas de cinema e teatro voltadas a crianças e jovens em situação de vulnerabilidade. Entre seus projetos, também está o acolhimento de famílias homoafetivas, ampliando para além dos palcos e das telas valores que fizeram parte da trajetória e da vida do artista.</p>



<p><br>Presidente do Instituto, Thales Bretas, viúvo de Paulo Gustavo, conta que a iniciativa começou a tomar forma a partir da exposição dedicada à vida do ator realizada em 2025 e da resposta do público ao projeto. <em>&#8220;A ideia começou com a exposição sobre a vida do Paulo que fizemos em 2025. Recebi muitas mensagens positivas e, a partir daí, senti uma responsabilidade social que cresceu com o tempo. Assim como na vida do Paulo, a arte pode ser um caminho de aceitação, identidade e liberdade para outras pessoas. É importante que se tenha o acolhimento para quem precisa deste espaço para se expressar&#8221;</em>, comenta.</p>



<p><br>E é justamente em uma data carregada de significado que esse legado começa a ocupar novos espaços. A partir de 31 de outubro, o Instituto inicia sua primeira ocupação na Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. A programação se estende ao longo de novembro com o &#8220;Mês Paulo Gustavo&#8221;, reunindo exposição de fotografias, figurinos e objetos pessoais do ator, sessões de cinema, oficinas de teatro e pintura, atividades circenses e a apresentação de &#8220;Matilde&#8221;, produção idealizada por Paulo Gustavo e protagonizada por Malu Valle e Gil Coelho. Estudantes de instituições públicas também participarão de visitas guiadas exclusivas.</p>



<p>Mais do que revisitar sua trajetória, a proposta é fazer com que aquilo que o ator construiu continue em movimento. A partir da arte e da cultura, o Instituto pretende abrir portas para novas histórias, novos artistas e pessoas que talvez encontrem nesses espaços a mesma possibilidade de expressão que acompanhou Paulo Gustavo ao longo de sua vida. <em>&#8220;O Instituto tem o objetivo de fomentar a cultura e as artes de forma democrática, especialmente no teatro e no cinema, e criar caminhos para que a história do Paulo continue inspirando novas gerações&#8221;</em>, finaliza Thales.</p>



<p>O Mês Paulo Gustavo é uma iniciativa do Instituto Paulo Gustavo (@institutopaulogustavo) patrocinada pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, com o apoio da Casa de Cultura Laura Alvim, FUNARJ, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. O projeto também conta com patrocínio da Bradesco Seguros e da Prio, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura &#8211; Lei Rouanet. Realização: Ministério da Cultura.</p>



<p>A programação gratuita se estende até o dia 29 de novembro, com a exposição &#8220;Rir, Um Ato de Resistência&#8221;, que reúne peças do acervo pessoal do humorista; sessão de cinema com os sucessos &#8220;Minha Mãe é Uma Peça &#8211; O Filme&#8221;, &#8220;Minha Mãe É uma Peça 2&#8221;, &#8220;Minha Mãe É Uma Peça 3&#8221; e &#8220;Minha Vida Em Marte&#8221;; apresentação de &#8220;Matilde&#8221;, produção teatral idealizada por Paulo Gustavo e protagonizada por Malu Valle e Gil Coelho; e programação infantil aos domingos, com oficina de pintura, pintura de rosto e atividades circenses.</p>



<p><strong><u>MÊS PAULO GUSTAVO</u></strong></p>



<p><strong>Data:</strong>&nbsp;até o dia 29 de novembro.<br><strong>Local:&nbsp;</strong>Casa de Cultura Laura Alvim (Av. Vieira Souto, 176 – Ipanema, Rio de Janeiro).</p>



<p><strong>Site oficial:</strong><a href="https://institutopaulogustavo.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Link</a></p>



<p><strong>Instagram oficial:</strong>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/institutopaulogustavo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Link</a><br><br><br><strong><u>PROGRAMAÇÃO</u></strong><br>&nbsp;</p>



<p><strong>EXPOSIÇÃO RIR, UM ATO DE RESISTÊNCIA</strong></p>



<p>De Terça a Domingo, das 13h às 19h.<br>&nbsp;</p>



<p><strong>TEATRO</strong></p>



<p>&#8220;Matilde&#8221;</p>



<p>Sextas, sábados e domingos às 20h.</p>



<p>Idealizada por Paulo Gustavo, estrelada por Malu Valle e Gil Coelho e escrita por Julia Spadaccini, &#8220;Matilde&#8221; aborda com leveza e bom humor a história de uma mulher de 60 anos, aposentada, que decide alugar um quarto do seu apartamento em Copacabana. A chegada de Jonas, um ator de 36 anos em busca de reconhecimento profissional, transforma sua rotina e dá início a uma relação marcada por provocações e afeto.&nbsp;</p>



<p><em>Retirada de ingressos na bilheteria no dia da exibição, das 16h às 19h30.</em>&nbsp;</p>



<p><strong>FILMES&nbsp;</strong></p>



<p>Terça a Sexta, às 14h e às 16h.</p>



<p>Sábado e Domingo, às 14h, 16h e 18h.<br><br><em>Exibições de &#8220;Minha Mãe é Uma Peça &#8211; O Filme&#8221;, &#8220;Minha Mãe É uma Peça 2&#8221;, &#8220;Minha Mãe É Uma Peça 3&#8221; e &#8220;Minha Vida Em Marte&#8221;.</em></p>



<p><strong>INFANTIL</strong></p>



<p>Domingo:</p>



<p>Oficina de Pintura: aulas às 13h30, 15h, 16h30 e 18h.</p>



<p>Pintura de Rosto: das 14h às 18h.</p>



<p>Atividades Circenses: das 14h às 17h.</p>
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		<title>Galeria de Arte Solar leva a arte contemporânea ao Pavão-Pavãozinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 17:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A arte contemporânea convida o espectador a participar da obra, provocando questionamentos e despertando o pensamento crítico. No entanto, nem todos têm as mesmas oportunidades de acesso a esse universo, especialmente nas periferias. E se, em vez de o público ir às galerias, elas fossem até ele? É a partir dessa ideia que a Galeria [&#8230;]</p>
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<p>A arte contemporânea convida o espectador a participar da obra, provocando questionamentos e despertando o pensamento crítico. No entanto, nem todos têm as mesmas oportunidades de acesso a esse universo, especialmente nas periferias. E se, em vez de o público ir às galerias, elas fossem até ele?</p>



<p>É a partir dessa ideia que a Galeria de Arte Solar apresenta a <em>Pinacoteca Solar</em>, exposição coletiva que reúne pinturas de Dani Lacerda, Julia Debasse, Lucas Ururahy, Renata Leoa e Taty Arruda em torno do conceito de paisagem. A mostra abre em 29 de outubro e fica em cartaz até 11 de dezembro, com entrada gratuita, na Galeria de Arte Solar, localizada no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, comunidade na Zona Sul do Rio de Janeiro.</p>



<p>Criada pelo Solar Meninos de Luz — complexo educacional sem fins lucrativos que atende a 411 crianças e adolescentes, do berçário ao Ensino Médio —, a galeria tem entre seus desafios aproximar estudantes e moradores da experiência da arte contemporânea. “Nessa exposição, a ideia de paisagem deixa de ser apenas uma representação geográfica para se constituir como espaço de afeto, de vozes e de lutas. Dani Lacerda, Julia Debasse, Lucas Ururahy, Renata Leoa e Taty Arruda apresentam pesquisas sobre a paisagem em diferentes linguagens e suportes pictóricos, mostrando o ambiente não apenas como meio, mas como território vivo de aprendizado e pertencimento”, destaca Adriana Nakamuta.</p>



<p>A mostra&nbsp;<em>Pinacoteca Solar</em>&nbsp;reúne cerca de 20 obras que investigam paisagens naturais e culturais, reais ou simbólicas. Em suportes e poéticas diversas, Dani Lacerda evoca o Rio sobre plástico-bolha; Julia Debasse transforma figuras animais em uma galáxia pictórica; Lucas Ururahy conecta memória familiar e ecologia territorial; Renata Leoa dá visibilidade à Zona Oeste, historicamente sub-representada na pintura fluminense; e Taty Arruda expõe composições da série Natureza Morta, que denunciam a degradação ambiental provocada pelo descarte humano.</p>



<p><strong>Nova curadoria fortalece atuação da galeria</strong></p>



<p>Essa é a terceira exposição realizada em 12 meses sob a nova curadoria de Adriana Nakamuta, ex-integrante da comissão curatorial do Parque Lage. À frente da programação, Adriana já realizou exposições individuais de Marcos Cardoso, Heberth Sobral, Sabrina Corrêa e Fernanda Botelho, do Estúdio Safe Art, e Brenda Guimarães. Ao longo de seus 19 anos, a Galeria de Arte Solar também recebeu artistas como Anna Bella Geiger, Antônio Bokel, Barrão, Lia do Rio, Toz, entre outros. “Todo artista que expõe na galeria é convidado a realizar uma oficina com os alunos. Além de estimular o pensamento crítico, a arte é uma poderosa ferramenta de&nbsp;inclusão e transformação social”, explica Isabela Maltarolli, diretora pedagógica do Solar Meninos de Luz.</p>



<p>A exposição também dialoga com o programa&nbsp;<em>Do Morro ao Mar: Justiça Ambiental em Ação</em>, projeto pedagógico e ambiental que rendeu ao Solar Meninos de Luz o selo Escola Azul e orientará as ações educativas e ambientais da instituição nos próximos dois anos. Sem fins lucrativos, a Galeria de Arte Solar é a única no Rio de Janeiro com programação curatorial contínua instalada dentro de uma comunidade. O espaço conta com patrocínio do Belmond Copacabana Palace, do Instituto Yduqs e da Lorinvest, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (ISS-RJ).</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong> <br> 30 de outubro até 11 de dezembro de 2026<br>Visitação: Segundas, terças e quintas-feiras, das 9h às 18h; quartas e sextas, das 14h às 18h<br>Local: Galeria de Arte Solar<br>Endereço: Rua Saint Roman, 149 – Pavão-Pavãozinho – Copacabana – Rio de Janeiro<br>Entrada franca<br>www.solarmeninosdeluz.org.br </p>
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		<title>Já é Natal no Rio! Confira shoppings com programação natalina</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/10/ja-e-natal-no-rio-confira-shoppings-com-programacao-natalina/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ja-e-natal-no-rio-confira-shoppings-com-programacao-natalina</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já é Natal no Rio! Confira shoppings com programação natalina! A temporada de Natal de 2026 já começou! é isso mesmo!&#160; O Shopping Metropolitano Barra vai se transformar em um cenário de encanto e fantasia para celebrar a chegada do Natal. No dia 8 de novembro, a partir das 15h, o empreendimento dá início à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Já é Natal no Rio! Confira shoppings com programação natalina! A temporada de Natal de 2026 já começou! é isso mesmo!&nbsp;</p>



<p>O Shopping Metropolitano Barra vai se transformar em um cenário de encanto e fantasia para celebrar a chegada do Natal. No dia 8 de novembro, a partir das 15h, o empreendimento dá início à programação natalina com o tema “Bosque do Natal”, convidando as famílias a entrarem no clima da época mais mágica do ano. O ponto alto da celebração será a chegada do Papai Noel, às 17h, na Praça de Alimentação, no 2º piso, em uma tarde de música, personagens e surpresas.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-205417" style="width:465px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-1024x768.jpeg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-300x225.jpeg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-768x576.jpeg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-560x420.jpeg 560w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-80x60.jpeg 80w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-150x113.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-696x522.jpeg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-1068x801.jpeg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao-265x198.jpeg 265w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Met_Natal-26_2_Divulgacao.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p>A programação começa com a Parada Natalina da Animasom, que percorrerá os corredores do shopping às 15h e às 16h, levando personagens temáticos para interagir com o público e espalhar o espírito natalino pelo mall. Às 16h, a Praça de Alimentação recebe uma programação especial no palco, com DJ tocando músicas temáticas e um mestre de cerimônias que vai animar o público e preparar o ambiente para o momento mais aguardado da tarde.</p>



<p>Às 17h, todas as atenções se voltam para a chegada do Papai Noel ao palco, celebrada com uma chuva de prata para marcar oficialmente a abertura da temporada de Natal no Shopping Metropolitano Barra.</p>



<p>“O Natal é um momento especial para reunir as famílias e criar memórias afetivas. Com o tema ‘Bosque do Natal’, queremos proporcionar uma experiência acolhedora e encantadora, convidando crianças e adultos a mergulharem na magia dessa época. A chegada do Papai Noel é o ponto de partida para uma temporada de muita alegria e momentos especiais no shopping”, afirma Aline Piubel, gerente de Marketing do Shopping Metropolitano Barra.</p>



<p>Com entrada gratuita, o evento é uma oportunidade para reunir a família, aproveitar a programação especial e dar as boas-vindas ao Natal em um ambiente de alegria e encantamento.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong> <strong>Tema:</strong>&nbsp;Bosque do Natal<br><strong>Data:</strong>&nbsp;8 de novembro (domingo)<br><strong>Programação:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>15h:&nbsp;</strong>Parada Natalina da Animasom pelo mall.</li>



<li><strong>16h:&nbsp;</strong>Parada Natalina da Animasom pelo mall e programação no palco da Praça de Alimentação, com DJ e mestre de cerimônias.</li>



<li><strong>17h:&nbsp;</strong>Chegada do Papai Noel |&nbsp;<strong>Local:</strong>&nbsp;Praça de Alimentação – 2º piso</li>
</ul>



<p><strong>Entrada:</strong>&nbsp;Gratuita</p>



<p><strong><u>Fotos gratuitas com Papai Noel</u></strong></p>



<p><strong>Período:</strong>&nbsp;08/11 (após a chegada) a 24/12</p>



<p><strong>Horário:</strong>&nbsp;12h às 20h <strong>Local:</strong>&nbsp;2º piso – Próximo ao Cinemark </p>



<p>A partir de 8 de novembro, mesmo mês em que completa cinco anos de inauguração, o ParkJacarepaguá apresenta seu Natal 2026. Com o tema &#8220;Doce Natal&#8221;, o empreendimento traz um espetáculo exclusivo na pista de patinação, no piso L1, que contará com a participação de patinadores profissionais, personagens e artistas caracterizados. Após o show &#8216;O que faz o Natal ser doce?&#8217;, que tem entrada gratuita e duração aproximada de 30min, um cortejo especial com Papai Noel e banda percorre os corredores do shopping.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full is-resized"><img decoding="async" width="851" height="562" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua.png" alt="" class="wp-image-205418" style="aspect-ratio:1.5142661492809861;width:481px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua.png 851w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-300x198.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-768x507.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-636x420.png 636w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-150x99.png 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Natal-no-ParkJacarepagua-696x460.png 696w" sizes="(max-width: 851px) 100vw, 851px" /></figure>
</div>


<p>A partir desta data, e até 06 de janeiro, o público encontra uma decoração que transporta os visitantes para o universo lúdico e encantador dos doces, criando uma atmosfera única e repleta de experiências para toda a família. Na portaria principal, uma árvore de 9 metros recheada de pirulitos, chocolates e outras guloseimas, com uma passagem instagramável de túnel, dá as boas-vindas ao público juntamente com um Papai Noel mecanizado, enquanto a praça no piso L2, conta com um jogo da velha gigante, área para fotos e um escorregador.</p>



<p>Já o Bom Velhinho, que fica no piso L2, atenderá durante toda a temporada, em horários variados, até o dia 24 de dezembro. No espaço, além de um trono pet, os pequenos podem deixar uma cartinha na caixa de correios.</p>



<p>Ao longo de todo empreendimento, elementos aéreos com doces, laços, guirlandas e bengalas enfeitam os corredores, assim como ginger inflável de 3,5 metros de altura, 13 árvores de Natal, carrinhos com doces e cogumelos e cupcakes. Na área externa, próximo ao Parque da Magia, um ambiente instagramável com estruturas natalinas iluminadas toma conta de todo o espaço. A instalação ficará montada até 6 de janeiro de 2027 e haverá acendimento diário às 18h. </p>



<p>Idealizado pela bailarina, coreógrafa e<strong>&nbsp;</strong>diretora de movimento Semadha Rodrigues, que também assina a direção junto com a assistente Lia Canineu, o show na pista de patinação do ParkJacarepaguá promete encantar o público. Com cerca de<strong>&nbsp;</strong>20 pessoas envolvidas em todo o projeto, dentre elas seis patinadores profissionais e quatro atores, além de figurinistas, consultores e equipes de som e imagem, a apresentação reúne música, teatro e performance durante 30 minutos.</p>



<p>A equipe de patinação reúne grandes nomes da modalidade: Rafael Braga, tricampeão brasileiro e bicampeão sul-americano; Luiza Ventura, campeã sul-americana e bicampeã brasileira; Caio Souza, bicampeão sul-americano e brasileiro; Jaqueline Pastusiak, bicampeã sul-americana e tricampeã brasileira; Beatriz Dolbeth, tricampeã carioca e bicampeã sul-americana; e Simone Pastusiak, heptacampeã brasileira e tricampeã sul-americana.</p>



<p>A apresentação é gratuita e aberta ao público.&nbsp;</p>



<p><strong><u>Serviço: </u></strong> -De: 8 de novembro a 6 de janeiro de 2027<br>&#8211; Acendimento do espaço instagramável externo: todos os dias, às 18h, até 6 de janeiro<br>&#8211; Horário do Papai Noel até 24 de dezembro: segunda a sexta, das 14h às 22h (intervalo: 17h às 18h); sábados, das 10h às 22h (intervalo: 12h às 13 e 17h às 18h); e aos domingos, das 13h às 21h (intervalo: 17h às 18h)<br>&#8211; Promoção de Natal: 08 de novembro a 24 de dezembro para sorteio de carro e 18 de novembro a 24 de dezembro para troca de panetone<br>&#8211; Doação de alimentos: de 08 de novembro a 24 de dezembro, durante o horário de funcionamento do shopping<br>&#8211; Brinde panetone Bacio di Latte: a partir de 18 de novembro e enquanto durarem os estoques</p>



<p>Piões, ioiôs, dominós e jogos que fazem parte da infância de diferentes gerações inspiram o Natal de Memórias, decoração que o Shopping Nova América inaugura no dia 31 de outubro, com a chegada do Papai Noel. A proposta é reunir crianças e adultos em torno de brincadeiras que despertam lembranças e criam oportunidades para compartilhar momentos em família. A abertura terá paradas natalinas a partir das 16h e a chegada do Bom Velhinho, acompanhada de personagens e queima de fogos,&nbsp;por volta de18h.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-205419" style="width:341px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-683x1024.jpg 683w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-768x1151.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-1025x1536.jpg 1025w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-1367x2048.jpg 1367w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-280x420.jpg 280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-150x225.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-300x449.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-696x1043.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-1068x1600.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-1920x2877.jpg 1920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/MontagemArvoreNatal-NovaAmerica-ThaisMonteiro-28-scaled.jpg 1709w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: ThaisMonteiro</figcaption></figure>
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<p>Na Praça de Eventos do primeiro piso, próxima ao Acesso A, uma árvore de oito metros de altura será o destaque da decoração. Ao redor dela, brinquedos clássicos vão compor o cenário, com piões, blocos de empilhar, cubos mágicos, dominós, jogo da velha e aviõezinhos.&nbsp;</p>



<p>As brincadeiras também serão parte das atrações interativas, todas gratuitas. O público poderá experimentar um piano cujas teclas são acionadas pelos passos dos visitantes, um jogo de memorização de cores, um pião interativo e um jogo da velha gigante. Uma casa de boneca, uma caixa de presente com dois escorregadores e um foguete cenográfico, onde as crianças poderão tirar fotos, completam as opções de diversão.&nbsp;</p>



<p>Outra atração, disponível a partir de 3 de novembro, será o Kabum, uma torre de seis metros de altura que sobe e desce e comporta até cinco pessoas por vez. O brinquedo terá ingressos a R$ 10 de segunda a quinta-feira e R$ 15 de sexta-feira a sábado. Clientes cadastrados no programa de benefícios aMais terão valores especiais de R$ 5 e R$ 10, respectivamente.&nbsp;</p>



<p>A programação de abertura terá início às 16h, com paradas natalinas pelos corredores do shopping, que também acontecerão às 17h. Já a chegada do Papai Noel está marcada para&nbsp;começar às&nbsp;18h, na área externa do Acesso A. Ele virá em um carro conversível, acompanhado por personagens natalinos e pelo Tijolinho, mascote do shopping. O cortejo sairá do estacionamento próximo ao Hotel Ibis e seguirá até o trono do Bom Velhinho. Durante a celebração, também haverá queima de fogos no alto de uma das torres corporativas do empreendimento.&nbsp;</p>



<p>“A abertura do Natal coincide com mais um aniversário do Nova América e nos permite celebrar nossa história ao lado das famílias que fazem parte dela. Ao resgatar brincadeiras que aproximam gerações e despertam lembranças, queremos promover encontros e criar memórias com o público”, afirma Alisson Mori, gerente de Marketing e Vendas do Shopping Nova América.&nbsp; </p>



<p>De 31 de outubro a 24 de dezembro, o Papai Noel receberá os visitantes na decoração natalina. As famílias poderão tirar fotos gratuitamente com celular ou câmera própria. Também haverá um trono pet para registros com cães e gatos, além de um espaço onde as crianças poderão deixar cartinhas e entregar chupetas ao Bom Velhinho.&nbsp;</p>



<p>O atendimento será de segunda a sexta-feira, das 14h às 22h, com uma hora de intervalo. Aos sábados, o horário será das 10h às 22h, com dois intervalos de 45 minutos. Aos domingos, o atendimento acontecerá das 13h às 21h, com uma hora de intervalo.&nbsp;</p>



<p>Para quem desejar levar uma recordação, haverá serviço de fotografias impressas, digitais e presentes personalizados. Entre as opções, estão pacotes de fotos impressas a partir de R$ 50, de fotografias a partir de R$ 60 e um kit que reúne globo de neve personalizado, duas fotos 10&#215;15 cm, duas polaroids e acesso às imagens digitais por QR Code, por R$ 130.&nbsp;</p>



<p>Durante a temporada, o shopping receberá alimentos não perecíveis para a campanha Natal Sem Fome, da ONG Ação da Cidadania, apoiada anualmente pelos shoppings da Ancar.</p>



<p><strong>Serviço | Natal de Memórias no Shopping Nova América</strong></p>



<p><strong>Inauguração:</strong>&nbsp;31 de outubro &nbsp;</p>



<p><strong>Programação de abertura:</strong></p>



<p><strong>16h e 17h:</strong>&nbsp;paradas natalinas pelos corredores do shopping.&nbsp;</p>



<p><strong>18h:</strong>&nbsp;chegada do Papai Noel, cortejo de personagens natalinos, participação do mascote Tijolinho e queima de fogos.&nbsp;</p>



<p><strong>Local para acompanhar a chegada e os fogos:</strong>&nbsp;área externa do Acesso A, próximo ao estacionamento do Hotel Ibis.&nbsp;</p>



<p><strong>Decoração:</strong>&nbsp;Praça de Eventos do primeiro piso, próxima ao Acesso A.&nbsp;</p>



<p><strong>Atrações gratuitas:</strong>&nbsp;piano de chão, casa de boneca, caixa de presente com escorregadores, pião, jogo da velha, Gênius e espaços para fotos.&nbsp;</p>



<p><strong>Kabum (atração paga):</strong></p>



<p><strong>A partir de 03 de novembro<br>Segunda a quinta-feira:</strong>&nbsp;R$ 10.&nbsp;</p>



<p><strong>Sexta-feira a sábado:</strong>&nbsp;R$ 15.&nbsp;</p>



<p><strong>Clientes aMais, de segunda a quinta-feira:</strong>&nbsp;R$ 5.&nbsp;</p>



<p><strong>Clientes aMais, de sexta-feira a sábado:</strong>&nbsp;R$ 10.&nbsp;</p>



<p><strong>Fotos com o Papai Noel</strong></p>



<p><strong>Período:</strong>&nbsp;de 31 de outubro a 24 de dezembro.&nbsp;</p>



<p><strong>Horários:</strong>&nbsp;segunda a sexta-feira, das 14h às 22h, com uma hora de intervalo; sábados, das 10h às 22h, com dois intervalos de 45 minutos; domingos, das 13h às 21h, com uma hora de intervalo.&nbsp;</p>



<p><strong>Local:</strong>&nbsp;Praça de Eventos do primeiro piso, próxima ao Acesso A.&nbsp;</p>



<p><strong>Fotos com celular ou câmera própria:</strong>&nbsp;gratuitas.&nbsp;</p>



<p><strong>Serviços fotográficos opcionais:</strong>&nbsp;produtos e pacotes a partir de R$ 35, conforme tabela da empresa&nbsp;Photopark.&nbsp;</p>



<p><strong>Endereço:</strong>&nbsp;Av. Pastor Martin Luther King Jr., 126, Del Castilho, Rio de Janeiro – RJ.&nbsp;</p>



<p>No dia 1º de novembro,&nbsp;<strong>o</strong> Papai Noel chega ao Botafogo Praia Shopping&nbsp;para inaugurar a temporada natalina na Zona Sul do Rio. A partir das&nbsp;14h, o empreendimento promove uma programação especial para receber o Bom Velhinho, apresentar a decoração deste ano e encantar toda a família. Com um&nbsp;cortejo musical&nbsp;que conduzirá o público pelos corredores do shopping, as atividades se concentram no 2º piso.</p>



<p>Será a primeira oportunidade do público de conhecer os encantos do&nbsp;Bosque Mágico, conceito trabalhado na decoração do Natal 2026. Inspirado na atmosfera lúdica dos bosques e em seus elementos naturais, o cenário promete transportar os visitantes para um universo de fantasia, com espaços pensados para reunir, celebrar e registrar momentos especiais.</p>



<p>A partir das 14h, os clientes poderão aproveitar uma programação especial, com&nbsp;oficinas infantis&nbsp;e a&nbsp;presença de Foguinho, mascote do Botafogo Praia Shopping. Ao longo da tarde, paradas natalinas pelos andares do shopping, uma ação de fotos e distribuição de balões e doces completam as atrações, criando um ambiente de diversão para toda a família.</p>



<p>Às 18h,&nbsp;o Papai Noel chega à entrada principal do empreendimento, em uma encenação que promete envolver crianças e adultos no clima mais mágico do ano. Após a recepção, o público poderá acompanhá-lo em um cortejo especial até a Praça de Eventos, no 2º piso, onde estarão concentrados o cenário do Bosque Mágico e o trono do anfitrião da celebração.</p>



<p>“O Natal é uma das épocas mais especiais do ano, marcada pelos encontros, pela troca de carinho e pela criação de memórias em família. Estamos preparando cada detalhe para que essa atmosfera esteja presente no shopping desde a chegada do Papai Noel até o fim do ano. Afinal, esse também é um período estratégico para o varejo, que ganha força com a busca por presentes e pelas experiências compartilhadas”, afirma Isabella Colonna, gerente de Marketing do Botafogo Praia Shopping.<br></p>



<p><strong>Serviço: Chegada do Papai Noel no Botafogo Praia Shopping<br></strong>Data: 01/11 (domingo)<br>Horário: a partir das 14h<br>Local: Praça de Eventos, no 2º piso<br>Endereço: Praia de Botafogo, 400 Evento gratuito</p>



<p>O Madureira Shopping abre, no dia 8 de novembro, a partir das 13h, a temporada de Natal com uma programação voltada para toda a família. A decoração deste ano traz uma árvore de sete metros, de tamanho inédito no empreendimento, além de um brinquedão temático, cenário com&nbsp;jogo da memória e&nbsp;escorrega. A abertura também marca o retorno de uma tradição do shopping: o Papai Noel negro, que estará disponível para fotos e contará com espaço para cartinhas e trono pet.&nbsp;</p>



<p>Às 14h, personagens natalinos circularão pelo shopping, interagindo com o público e distribuindo doces, além de figuras do universo geek, como o Grinch. A programação&nbsp;também terá&nbsp;uma edição especial do Clube da Maduzinha. No domingo, os pequenos poderão participar de uma oficina de gorrinhos de Papai Noel e escrever cartinhas para o Bom Velhinho. As oficinas natalinas da programação infantil continuarão nos domingos seguintes, dias 15, 22 e 29 de novembro, sempre das 15h às 18h, com resgate pelo aplicativo do Madureira Shopping.&nbsp;</p>



<p>Para encerrar a programação de inauguração, às 17h, o 4º piso recebe o espetáculo musicado “Um Sonho de Natal”. Na história, um duende cria um plano mirabolante para espalhar o espírito natalino. Com canções, cenário e figurinos temáticos, a apresentação leva a magia do Natal ao público de forma lúdica e divertida.&nbsp;</p>



<p>Um dos personagens mais aguardados da temporada também estará presente: o clássico Papai Noel negro do Madureira Shopping. A escolha reforça a diversidade presente no bairro e amplia a representatividade de um dos principais símbolos do Natal, especialmente para crianças que poderão se reconhecer no personagem durante os encontros e registros em família.&nbsp;</p>



<p>“Queremos que o Natal seja um período de encontros e de experiências especiais para as famílias que fazem parte do Madureira Shopping. A decoração foi pensada para criar momentos de diversão para as crianças e, ao mesmo tempo, trazer elementos que dialoguem com o nosso público. Ter um Papai Noel negro também reforça a diversidade que faz parte de Madureira e amplia a identificação das famílias”, afirma Carolina Cereja, coordenadora de Marketing do Madureira Shopping.&nbsp;</p>



<p>Além da decoração e da programação gratuita de Natal, o shopping contará com um brinquedão temático, uma atração paga e independente da decoração natalina. Voltado para crianças de até 13 anos, o espaço reúne torre, passarelas, escorregadores tubulares e temáticos, Rolo Maluco e piscina de bolinhas, com atividades de diferentes níveis de aventura. Menores de 4 anos devem estar acompanhados por um adulto responsável, e pessoas com necessidades especiais têm direito a 50% de desconto mediante comprovação.&nbsp;</p>



<p><strong>Encontros com o Papai Noel</strong>&nbsp;</p>



<p>A partir da inauguração, o Papai Noel receberá as famílias na Praça de Eventos, no primeiro piso, para fotos e encontros durante toda a temporada, de 8 de novembro a 24 de dezembro. Na abertura, o atendimento começa às 13h. Nos demais dias, o atendimento será de segunda a sexta-feira, das 13h às 22h; aos sábados, das 10h às 22h; e aos domingos e feriados, das 13h às 21h.&nbsp;</p>



<p>O espaço contará ainda com uma caixa de correio para as crianças depositarem suas cartinhas para o Papai Noel, além de um trono pet, permitindo que os animais de estimação também participem dos registros natalinos com as famílias.&nbsp;</p>



<p><strong>Promoção de Natal</strong>&nbsp;</p>



<p>A campanha ganha uma nova frente a partir de 1º de dezembro, com o início da promoção Compre e Ganhe. Durante a ação, os clientes poderão receber um panetone da Cacau Show, enquanto durarem os estoques.&nbsp;</p>



<p><strong>Serviço – Natal no Madureira Shopping</strong>&nbsp;</p>



<p><strong>Inauguração:</strong>&nbsp;8 de novembro de 2026&nbsp;</p>



<p><strong>Início da programação:</strong>&nbsp;13h&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>PACCO e Tarsila do Amaral transformam quatro obras da arte brasileira em edição limitada </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Oct 2026 17:12:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;A PACCO apresenta uma edição limitada da VYTA, sua garrafa térmica best-seller, em colaboração com Tarsila do Amaral. Abaporu, A Lua, Manacá e Autorretrato ganham novas formas na superfície da VYTA de 650 ml, transformando um objeto de design em uma peça para apreciar, usar e colecionar. A coleção parte de quatro obras emblemáticas da [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&nbsp;A PACCO apresenta uma edição limitada da VYTA, sua garrafa térmica best-seller, em colaboração com Tarsila do Amaral. Abaporu, A Lua, Manacá e Autorretrato ganham novas formas na superfície da VYTA de 650 ml, transformando um objeto de design em uma peça para apreciar, usar e colecionar.</p>


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<figure class="alignright size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="399" height="501" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PACCO-e-Tarsila-do-Amaral-t.jpeg" alt="" class="wp-image-205392" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PACCO-e-Tarsila-do-Amaral-t.jpeg 399w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PACCO-e-Tarsila-do-Amaral-t-239x300.jpeg 239w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PACCO-e-Tarsila-do-Amaral-t-334x420.jpeg 334w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PACCO-e-Tarsila-do-Amaral-t-150x188.jpeg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/PACCO-e-Tarsila-do-Amaral-t-300x377.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 399px) 100vw, 399px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">A coleção parte de quatro obras emblemáticas da artista e explora diferentes maneiras de incorporá-las ao desenho da garrafa. As composições vão da aplicação em grande formato na parte frontal à arte distribuída em 360°, preservando as particularidades visuais de cada obra. A assinatura de Tarsila é gravada a laser na parte posterior, e, certamente, acrescenta um detalhe autoral a cada peça.</p>



<p class="has-text-align-center">As peças foram desenvolvidas originalmente para a exposição imersiva &#8220;O Brasil de Tarsila&#8221;, em São Paulo. Agora, após o sucesso de vendas durante a mostra, a PACCO amplia a distribuição e leva a linha para consumidores de todo o país, em edição limitada. </p>



<p class="has-text-align-center">A collab PACCO e Tarsila do Amaral percorre diferentes momentos da trajetória da artista, das formas marcantes de Abaporu, uma das imagens mais conhecidas da arte brasileira, ao cenário quase surreal de A Lua, com suas cores intensas e atmosfera misteriosa. As duas obras ocupam toda a superfície da garrafa, em aplicações de 360°. Já Autorretrato destaca a imagem da própria artista em uma composição frontal, enquanto Manacá traz a natureza brasileira para a coleção, com formas delicadas e cores que traduzem o olhar particular de Tarsila sobre a flora nacional.</p>



<p class="has-text-align-center">Para transportar esse universo artístico às garrafas, a PACCO utiliza impressão UV, tecnologia que reproduz as cores e os detalhes das pinturas com alta durabilidade, sem desbotar ou descascar. O resultado são quatro versões da VYTA que levam algumas das imagens mais reconhecidas da arte brasileira para o dia a dia. </p>



<p class="has-text-align-center">Além da proposta artística, a coleção mantém as características que fazem da VYTA um dos produtos mais reconhecidos da PACCO. Com capacidade de 650 ml, a garrafa conta com parede dupla e isolamento a vácuo, que conserva bebidas geladas por até 24 horas e quentes por até 12 horas.</p>



<p class="has-text-align-center">Sua estrutura externa utiliza aço inoxidável 18/8, enquanto a parte interna é feita de aço inoxidável 18/10, de grau cirúrgico. A combinação de materiais e tecnologia térmica integra a funcionalidade do produto à proposta visual da edição limitada. O lançamento da coleção está previsto para 29 de outubro.</p>
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		<title>O Tablado celebra 75 Anos inaugurando estátua de Maria Clara Machado</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 16:48:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos mais importantes celeiros de talentos do teatro brasileiro, O Tablado completa 75 anos no próximo dia 28 de outubro e prepara uma programação especial para celebrar sua história. Fundado em 1951 pela dramaturga Maria Clara Machado, no Jardim Botânico, o teatro antecipa as comemorações para o dia 27 de outubro, a partir das 19h, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Um dos mais importantes celeiros de talentos do teatro brasileiro, O Tablado completa 75 anos no próximo dia 28 de outubro e prepara uma programação especial para celebrar sua história.</p>



<p class="has-text-align-center">Fundado em 1951 pela dramaturga Maria Clara Machado, no Jardim Botânico, o teatro antecipa as comemorações para o dia 27 de outubro, a partir das 19h, com a inauguração de uma estátua em tamanho real de sua fundadora, na praça em frente à instituição, e um coquetel reunindo os alunos. Estarão presentes alguns artistas que começaram sua carreira no espaço do Jardim Botânico, como Angela Vieira, Malu Mader, Claudia Abreu, Louise Cardoso, Rafael Vitti, André Mattos, Fernando Caruso, Fábio Porchat, Daniel Filho e Zezé Motta, entre outros.</p>


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<figure class="alignright size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="400" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-Tablado-celebra-75-Anos-inaugurando-estatua-de-Maria-Clara-Machado.jpg" alt="" class="wp-image-205323" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-Tablado-celebra-75-Anos-inaugurando-estatua-de-Maria-Clara-Machado.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-Tablado-celebra-75-Anos-inaugurando-estatua-de-Maria-Clara-Machado-225x300.jpg 225w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/10/O-Tablado-celebra-75-Anos-inaugurando-estatua-de-Maria-Clara-Machado-150x200.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">A escultura foi criada pelo artista plástico Edgar Duvivier, responsável também pela estátua de Marielle Franco. Para ajudar a financiar a homenagem, foram produzidas 50 réplicas em miniatura, numeradas e acompanhadas de certificado de autenticidade, que começaram a ser vendidas no início do ano.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;É uma forma de eternizar a presença de Maria Clara na porta do Tablado e celebrar o legado que ela deixou para a cultura brasileira&#8221;, explica Cacá Mourthé, diretora-geral do teatro e sobrinha da dramaturga.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a programação comemorativa inclui ainda a montagem de “A Bruxinha que Era Boa”, um dos clássicos de Maria Clara Machado, que estreou no início de agosto e tem sessões aos sábados e domingos, às 17h. Com direção de Cacá Mourthé, o espetáculo reúne uma nova geração de talentos formados pela instituição. No elenco estão Luísa Kosovski, Samuel Valadares, Helena Alpino, Grila Grimaldi, Maria Repeto, Bruna Zordan, Rodrigo Soares e Bia Linhales, que no ano passado interpretou Pluft, o Fantasminha. </p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de sua trajetória, O Tablado revelou e formou gerações de artistas que se destacaram no teatro, na televisão e no cinema, entre eles Marieta Severo, Fernanda Torres, Camila Pitanga, Drica Moraes, Débora Lamm, Maria Clara Gueiros, Gregorio Duvivier e os irmãos Enrique e Chico Diaz.</p>



<p class="has-text-align-center">Criado como um grupo de teatro amador, O Tablado ganhou projeção nacional com as peças infantis de Maria Clara Machado, especialmente “Pluft, o Fantasminha”, de 1955. Em 1964, a dramaturga implantou os cursos de improvisação, que transformaram o espaço em uma das principais escolas de formação teatral do Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que uma escola de atores, O Tablado tornou-se um patrimônio cultural e afetivo do Jardim Botânico, mantendo viva a filosofia de sua fundadora, baseada na criatividade, na liberdade de expressão e no trabalho coletivo. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> <strong>Inauguração da estátua de Maria Clara Machado<br></strong>Data: 27 de outubro de 2026 (terça-feira)<br>Horário: 19h<br>Local: Praça em frente ao Tablado<br>Endereço: Rua Lineu de Paula Machado, 795 – Jardim Botânico</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Espetáculo “A Bruxinha que Era Boa”</strong><strong><br></strong>Texto: Maria Clara Machado<br>Direção: Cacá Mourthé<br>Sessões: sábados e domingos, às 17h<br>Local: O Tablado – Rua Lineu de Paula Machado, 795 – Jardim Botânico<br>Informações: @otablado</p>
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