<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Adulto - Rota Cult</title>
	<atom:link href="https://rotacult.com.br/categoria/teatro/adulto/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rotacult.com.br/categoria/teatro/adulto/</link>
	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 Jun 2026 12:40:35 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-Favicon_3-32x32.png</url>
	<title>Adulto - Rota Cult</title>
	<link>https://rotacult.com.br/categoria/teatro/adulto/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>&#8220;Margaridas&#8221; homenageia educação e ao teatro no Sesc Copacabana</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/margaridas-homenageia-educacao-e-ao-teatro-no-sesc-copacabana/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=margaridas-homenageia-educacao-e-ao-teatro-no-sesc-copacabana</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/margaridas-homenageia-educacao-e-ao-teatro-no-sesc-copacabana/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=200898</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como ensinou Paulo Freire, &#8220;a educação modela as almas e recria os corações&#8221;. Foi com esse sentimento do magistério como eixo de resistência, questionamento e invenção que a professora, diretora, atriz e pesquisadora de teatro Ana Achcar idealizou o espetáculo &#8220;Margaridas&#8221;. Com texto de Cecília Ripoll e direção de Natasha Corbelino, a peça nasceu livremente [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/margaridas-homenageia-educacao-e-ao-teatro-no-sesc-copacabana/">&#8220;Margaridas&#8221; homenageia educação e ao teatro no Sesc Copacabana</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Como ensinou Paulo Freire, &#8220;a educação modela as almas e recria os corações&#8221;. Foi com esse sentimento do magistério como eixo de resistência, questionamento e invenção que a professora, diretora, atriz e pesquisadora de teatro Ana Achcar idealizou o espetáculo &#8220;Margaridas&#8221;. Com texto de Cecília Ripoll e direção de Natasha Corbelino, a peça nasceu livremente inspirada no clássico &#8220;Apareceu a Margarida&#8221;, de Roberto Athayde, imortalizado por Marília Pêra, e foi ganhando vida própria a partir das relações estabelecidas entre a equipe artística durante os ensaios. </p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo propõe uma reflexão: o que significa ser professora hoje, ocupar um lugar de escuta e transmissão de conhecimento em tempos de ruídos e desvalorização da educação? O projeto também celebra as relações afetivas estabelecidas entre a equipe, que nasceram em sala de aula e hoje se expandem para os palcos. Em cena, estão Ana Achcar, Bel Flaksman, Dani Barros, Graciana Valladares e Mariana Consoli. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Dou aula há mais de 30 anos na Uni-Rio, e muitos dos meus alunos se tornaram amigos ou artistas com os quais eu trabalhei depois. Neste projeto, quis estar em cena com essas pessoas que tiveram um papel tão importante na minha vida. Essas relações me constituíram como professora&#8221;, descreve Ana Achcar. &#8220;Com elas, quis criar esse espetáculo, que transita entre memória, afeto e crítica social&#8221;, completa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Na trama, cinco professoras chegam para dar uma aula. Cada uma delas supõe ser a única, concluindo, portanto, que as outras quatro são suas alunas. Sempre com humor, a situação gera uma série de conflitos. No dia anterior ao encontro das cinco, todas passaram por uma experiência de violência a partir da relação delas com o pai de um aluno. A peça faz um passeio por 200 anos de educação, de 1916 a um futuro imaginado em 2116. Também faz uma homenagem ao teatro, objeto de estudo e amor de todas as envolvidas no projeto.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Cinco atrizes professoras revelam seus múltiplos modos de olhar a educação. A peça nos faz rir das diferenças entre essas mulheres, mas também nos convida a refletir sobre algo muito atual e urgente: nossa dificuldade de ouvir quem pensa diferente de nós&#8221;, reflete a diretora Natasha Corbelino. &#8220;Ela nos lembra que arte e educação se aproximam ainda mais quando compartilhamos uma experiência que acreditamos ser transformadora. Como mulheres artistas e professoras têm atravessado as décadas?&nbsp; Falamos sobre a necessidade de construir pontes entre tempos, ideias e pessoas, sem renunciar à complexidade que nos constitui&#8221;, acrescenta.</p>



<p class="has-text-align-center">A dramaturga de Cecília Ripoll conta que, nas primeiras reuniões com a equipe, houve muita conversa e depoimentos sobre experiências pessoais em sala de aula. &#8220;O que mais me chamou a atenção foi a fluidez constante com que nossos relatos transitavam entre a posição de professora e aluna. Todas as nossas experiências mais marcantes com o ensino envolviam lembranças tanto enquanto professoras quanto enquanto alunas, e os limites entre essas duas posições pareciam bastante tênues. A partir daí, veio a inspiração para as primeiras linhas; e se o ponto de partida da trama fosse uma absoluta confusão entre esses dois papéis?&#8221;, lembra a autora.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço</u></strong> <br><strong>Temporada:</strong> de 09 de julho a 02 de agosto de 2026<br><strong>Dias e horários:</strong> quintas e sextas, às 19h; sábados e domingos, às 17h<br><strong>Sesc Copacabana — Espaço Multiuso: </strong>Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana,  / <strong>Informações:</strong> (21) 3180-5226 / <strong>Ingressos:</strong>  <a href="https://www.ingresso.com/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ingresso.com</a><br><strong>Classificação:</strong> A10</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/margaridas-homenageia-educacao-e-ao-teatro-no-sesc-copacabana/">&#8220;Margaridas&#8221; homenageia educação e ao teatro no Sesc Copacabana</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/margaridas-homenageia-educacao-e-ao-teatro-no-sesc-copacabana/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;A Moratória&#8221; faz nova temporada no Teatro Dulcina</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/a-moratoria-faz-nova-temporada-no-teatro-dulcina/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-moratoria-faz-nova-temporada-no-teatro-dulcina</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/a-moratoria-faz-nova-temporada-no-teatro-dulcina/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 12:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=201150</guid>

					<description><![CDATA[<p>O clássico &#8220;A Moratória&#8221;, de Jorge Andrade, chega à sua terceira temporada, dessa vez, no Teatro Dulcina. A montagem teatral propõe uma leitura contemporânea de um dos textos mais importantes da dramaturgia brasileira. Com direção de Daniel Herz, &#8220;A Moratória&#8221; reúne jovens atores da Cia. Churros de Polvo e aposta em um processo de imersão [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/a-moratoria-faz-nova-temporada-no-teatro-dulcina/">&#8220;A Moratória&#8221; faz nova temporada no Teatro Dulcina</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O clássico &#8220;A Moratória&#8221;, de Jorge Andrade, chega à sua terceira temporada, dessa vez, no Teatro Dulcina. A montagem teatral  propõe uma leitura contemporânea de um dos textos mais importantes da dramaturgia brasileira.</p>



<p class="has-text-align-center">Com direção de Daniel Herz, &#8220;A Moratória&#8221; reúne jovens atores da Cia. Churros de Polvo e aposta em um processo de imersão histórica sobre o ciclo do café. O projeto tem como proponente o produtor e diretor de produção Marcos Arzua, que convidou a Cia. Churros de Polvo e Daniel Herz para levar à cena o clássico do teatro brasileiro, propondo uma leitura contemporânea da obra. </p>



<p class="has-text-align-center">Escrita nos anos 1950, a peça retrata o colapso de uma família tradicional diante da perda de status social e da incapacidade de adaptação a um mundo em transformação. Ao abordar a decadência das elites agrárias após a crise do café de 1929, o texto expõe tensões econômicas, afetivas e morais que ainda ecoam na sociedade brasileira.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O processo de criação do espetáculo começou com um intenso trabalho de contextualização e imersão histórica, ministrado por Marcos Arzua. Antes mesmo do início dos ensaios de cena, o elenco foi convidado a mergulhar no universo social, econômico e cultural que atravessa a obra de Jorge Andrade.</p>



<p class="has-text-align-center">Como parte desse processo, os atores visitaram diferentes lugares ligados à história do café e à formação econômica do país. No Rio de Janeiro, o grupo esteve no Centro Cultural Banco do Brasil, edifício que já abrigou a antiga Bolsa de Valores, além de diversos pontos históricos da cidade. Entre os locais visitados estão também a Floresta da Tijuca e o Parque Lage, áreas que no século XIX sofreram intenso desmatamento para a plantação de café.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A pesquisa seguiu para o Vale do Café, com destaque para a cidade de Vassouras. O elenco visitou a Casa da Hera, importante patrimônio histórico da região e o único imóvel que mantém preservados seus interiores e mobiliário originais de época. O casarão terminou pertencendo a Eufrásia Teixeira Leite, cuja atuação foi fundamental para a preservação da memória ligada ao ciclo do café. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: Temporada: 3 a 19 de julho de 2026 (exceto em dias de jogo do Brasil na Copa) / Horários: Quintas, sextas e sábados, 19h | Domingos, 18h / Local: Teatro Dulcina (R. Alcindo Guanabara, 17, Condomínio do Edifício Teatro Regina) / Classificação: 12 anos  <br>Ingressos em<a href="https://www.sympla.com.br/evento/carlos-eduardo-muniz-regis/3481662?share_id=copiarlink" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Sympla</a></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/a-moratoria-faz-nova-temporada-no-teatro-dulcina/">&#8220;A Moratória&#8221; faz nova temporada no Teatro Dulcina</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/a-moratoria-faz-nova-temporada-no-teatro-dulcina/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Tudo que Não Dissemos&#8221; faz temporada na Lapa</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/tudo-que-nao-dissemos-faz-temporada-na-lapa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tudo-que-nao-dissemos-faz-temporada-na-lapa</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/tudo-que-nao-dissemos-faz-temporada-na-lapa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=201049</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Teatro Sede Cia dos Atores recebe &#8220;Tudo que Não Dissemos&#8221;, espetáculo de estreia do Coletivo X, novo grupo teatral formado por artistas da cena carioca. A trama acompanha oito amigos que voltam a se encontrar após anos afastados para um chá revelação. O que deveria ser uma celebração acaba se transformando em um intenso acerto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/tudo-que-nao-dissemos-faz-temporada-na-lapa/">&#8220;Tudo que Não Dissemos&#8221; faz temporada na Lapa</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Teatro Sede Cia dos Atores recebe &#8220;Tudo que Não Dissemos&#8221;, espetáculo de estreia do Coletivo X, novo grupo teatral formado por artistas da cena carioca.</p>



<p class="has-text-align-center">A trama acompanha oito amigos que voltam a se encontrar após anos afastados para um chá revelação. O que deveria ser uma celebração acaba se transformando em um intenso acerto de contas, marcado por segredos, ressentimentos e revelações capazes de mudar para sempre as relações entre eles.</p>



<p class="has-text-align-center">Com uma narrativa que mistura humor, emoção e momentos de forte tensão dramática, a peça convida o público a refletir sobre amizade, afeto, perdão e os impactos das escolhas feitas ao longo da vida.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;O espetáculo nos lembra que permanecer junto também é um ato de escolha. Convidamos o público a se sentar à nossa mesa e descobrir que, muitas vezes, é justamente aquilo que nunca foi dito que sustenta ou transforma uma relação&#8221;, destaca o diretor João Gofman.</p>



<p class="has-text-align-center">A montagem integra a proposta do Coletivo X de desenvolver trabalhos autorais inspirados em questões contemporâneas e experiências humanas universais.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: Temporada: 3 a 12 de julho / Local: Teatro Sede Cia dos Atores Endereço: Rua Manuel Carneiro, 12, Lapa / Classificação: 14 anos / Vendas: <a href="http://linktr.ee/Coletivo.x" target="_blank" rel="noreferrer noopener">linktr.ee/Coletivo.x</a></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/tudo-que-nao-dissemos-faz-temporada-na-lapa/">&#8220;Tudo que Não Dissemos&#8221; faz temporada na Lapa</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/tudo-que-nao-dissemos-faz-temporada-na-lapa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Corpos em Expurgo” reflete o que o tempo tem tirado dos seres humanos</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/corpos-em-expurgo-reflete-o-que-o-tempo-tem-tirado-dos-seres-humanos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=corpos-em-expurgo-reflete-o-que-o-tempo-tem-tirado-dos-seres-humanos</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/corpos-em-expurgo-reflete-o-que-o-tempo-tem-tirado-dos-seres-humanos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=201094</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#8220;Corpos em Expurgo&#8221;, xom dramaturgia e direção de Klever Schneider, investiga as marcas do tempo sobre o corpo, a memória e as relações humanas por meio de três histórias independentes conectadas pela mesma pergunta: &#8220;O que o tempo tem tirado de você?&#8221; . Em cena, os atores Camilo Ricardo, Ducco Baggio, Henrique Lott e Tchella Queiroz conduzem o público por uma experiência sensorial e poética que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/corpos-em-expurgo-reflete-o-que-o-tempo-tem-tirado-dos-seres-humanos/">“Corpos em Expurgo” reflete o que o tempo tem tirado dos seres humanos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">&#8220;Corpos em Expurgo&#8221;, xom dramaturgia e direção de Klever Schneider, investiga as marcas do tempo sobre o corpo, a memória e as relações humanas por meio de três histórias independentes conectadas pela mesma pergunta: &#8220;O que o tempo tem tirado de você?&#8221; .</p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, os atores Camilo Ricardo, Ducco Baggio, Henrique Lott e Tchella Queiroz conduzem o público por uma experiência sensorial e poética que investiga as marcas deixadas pelo tempo, pela velocidade da vida contemporânea e pelas perdas silenciosas que acumulamos ao longo da existência.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo é composto por três cenas de personagens que vivem histórias diferentes, mas conectadas por umamesma questão: a forma como o tempo influencia suas vidas. Em Hiato, um homem percebe que a velocidade cotidiana o afastou da capacidade de respirar e observar as coisas mais banais. Na cena seguinte, Biotério, um homem-rato vive submetido a regras e estímulos que o transformam gradualmente em uma criatura incapaz de distinguir instinto e identidade, como uma cobaia em um experimento. No último quadro, a partir de uma Infiltração, uma mulher entra em uma porta para lembranças de sua infância que julgava esquecidas, mas que insistem em permanecer. As três cenas propõem um jogo com o público: entre olhar e ser olhado.</p>



<p class="has-text-align-center">Costurando cada uma dessas cenas, são projetadas vozes de pessoas que respondem a pergunta-chave do espetáculo: O que o tempo tem tirado de você? O público responde a essa mesma reflexão em cena aberta, quando é recebido no teatro. Durante as cenas acontecem intervenções sonoras com teclado, ao vivo, que interferem nos quadros, realizadas por um ator-músico.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir dessas três trajetórias, o espetáculo convida o público a refletir sobre temas presentes na vida de todos: a falta de tempo, o excesso de cobranças, opressões “invisíveis”, mudanças que sofremos ao longo dos anos e as memórias que carregamos. São situações distintas, mas facilmente reconhecíveis por qualquer pessoa. Ao acompanhar os personagens, a plateia é levada a revisitar experiências próprias, encontrando paralelos entre o que acontece em cena e diferentes momentos de sua vida. O autor e diretor do espetáculo, Klever Schneider, reflete sobre o conceito da peça a partir de seu título: “<em>O que é expressado todos sabemos, mas ao expurgar e purificar, tornamos ainda mais visível o que insiste ficar adormecido ou escondido”, comenta.</em></p>



<p class="has-text-align-center">Ao mesmo tempo que &#8220;Corpos em Expurgo&#8221; traz uma montagem com atmosfera pós-apocalíptica, apresentando uma estética que mistura suspense e mistério, o espetáculo propõe uma reflexão sobre o que o tempo modifica em nós — e sobre aquilo que, apesar de tudo, continua resistindo. Um mergulho sensível sobre o tempo, a urgência de existir e a beleza esquecida nas rotinas mais banais. Uma experiência teatral que faz um convite à pausa, à escuta e à respiração. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço:<br>Corpos em Expurgo<br></strong>3 a 26 de julho de 2026 (sextas e sábados 19h, domingos 18h)<br>Casa de Cultura Laura Alvim &#8211; Espaço Rogério Cardoso<br>Av. Vieira Souto, 176 &#8211; Ipanema<br>Ingressos via Imply: <a href="http://funarj.eleventickets.com/">funarj.eleventickets.com</a> / Classificação Indicativa: 16 anos</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/corpos-em-expurgo-reflete-o-que-o-tempo-tem-tirado-dos-seres-humanos/">“Corpos em Expurgo” reflete o que o tempo tem tirado dos seres humanos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/corpos-em-expurgo-reflete-o-que-o-tempo-tem-tirado-dos-seres-humanos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Apocalip-se&#8221;, de Julia Spadaccini e Marcia Brasil, no Teatro Poeira</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/apocalip-se-de-julia-spadaccini-e-marcia-brasil-no-teatro-poeira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=apocalip-se-de-julia-spadaccini-e-marcia-brasil-no-teatro-poeira</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/apocalip-se-de-julia-spadaccini-e-marcia-brasil-no-teatro-poeira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=201097</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com texto inédito de Julia Spadaccini em parceria com Marcia Brasil, o espetáculo &#8220;Apocalip-se&#8221; propõe uma reflexão poética, bem-humorada e contemporânea sobre solidão, tecnologia, saúde mental e reconexão humana. Concebida como um musical, a montagem mistura teatro, rock e audiovisual para abordar o &#8220;fim do mundo&#8221; não como destruição, mas como revelação e transformação da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/apocalip-se-de-julia-spadaccini-e-marcia-brasil-no-teatro-poeira/">&#8220;Apocalip-se&#8221;, de Julia Spadaccini e Marcia Brasil, no Teatro Poeira</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Com texto inédito de Julia Spadaccini em parceria com Marcia Brasil, o espetáculo &#8220;<em>Apocalip-se&#8221;</em> propõe uma reflexão poética, bem-humorada e contemporânea sobre solidão, tecnologia, saúde mental e reconexão humana. Concebida como um musical, a montagem mistura teatro, rock e audiovisual para abordar o &#8220;fim do mundo&#8221; não como destruição, mas como revelação e transformação da consciência.  </p>



<p class="has-text-align-center">No centro da narrativa está um homem solitário, vivido por Jorge Caetano — vencedor do Prêmio APTR por sua atuação em <em>Outside</em> (2012) —, aprisionado pela lógica do consumo e pela dependência digital. Desde a pandemia, ele permanece isolado, relacionando-se apenas com a tela do celular e com uma assistente virtual, interpretada por Nina da Costa Reis. Incapaz de estabelecer vínculos reais, encontra na música a única possibilidade de comunicação genuína com o mundo e consigo mesmo.</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que anunciar um fim, o título propõe um novo verbo: &#8220;apocalipsar&#8221;. A palavra passa a significar o processo de atravessar o fim de um mundo conhecido, elaborando as marcas emocionais deixadas pelo isolamento e pela transformação das relações humanas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Apocalip-se</em> é um monólogo profundamente humano sobre um homem que desaprendeu a estar com as pessoas. A pandemia terminou, mas ele permaneceu isolado. Aos poucos, sua única interlocutora passa a ser uma Inteligência Artificial. A peça pergunta até que ponto a tecnologia aproxima ou apenas cria a ilusão do encontro&#8221;, resume Jorge Caetano, idealizador, protagonista e diretor do espetáculo ao lado de Alexandre Mello.</p>



<p class="has-text-align-center">Aos poucos, a Inteligência Artificial deixa de ser apenas uma ferramenta tecnológica e passa a ocupar o lugar de confidente, terapeuta e única testemunha da existência do protagonista, aprisionado dentro de casa. Entre momentos de humor, ironia e melancolia, o espetáculo investiga o que resta da identidade humana quando o único espelho disponível é um algoritmo.</p>



<p class="has-text-align-center">A dramaturgia nasceu durante o período mais crítico da pandemia e amadureceu ao longo dos últimos anos. &#8220;A IA acaba ocupando o lugar do outro. Ela parece substituir aquilo que é insubstituível: a presença imprevisível de uma pessoa. Como ferramenta, ela é extraordinária, mas é impossível não projetarmos nela algo mágico, humano. Quando isso acontece, nossa capacidade de encontro não se amplia. A ilusão do encontro talvez seja sua maior armadilha&#8221;, afirma Julia Spadaccini, uma das autoras.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Começamos a escrever a peça assombradas pelo &#8216;fim&#8217; do teatro, no auge da pandemia. Depois percebemos que a solidão daquele personagem era também a nossa. Hoje, entendemos que aquela experiência coletiva de afastamento abriu espaço para um enfraquecimento dos vínculos e para a fantasia de que companhias artificiais poderiam preencher esse vazio&#8221;, comenta Marcia Brasil, que escreveu o texto a quatro mãos com Júlia.</p>



<p class="has-text-align-center">Embora seja estruturado como um monólogo, &#8220;&#8221;<em>Apocalip-se</em> transforma a música em um segundo narrador da história. São seis canções inéditas, compostas por Felipe Storino e Jorge Caetano, que revelam aquilo que o personagem já não consegue expressar pela fala. Dialogando com a intensidade do rock e da MPB das décadas de 1960 e 1970, as músicas funcionam como o verdadeiro fluxo de consciência do protagonista.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;As canções são o lugar onde ele finalmente consegue dizer aquilo que não encontra palavras para explicar. É como se a música fosse a única linguagem ainda capaz de romper seu isolamento&#8221;, diz Jorge Caetano.</p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, além de Caetano e Nina, estão os músicos  Felipe Storino (guitarra e direção musical), Paula Otero(violoncelo), Maurício Chiari(bateria e direção musical) e Rafael Oliveira(guitarra), que permanecem visíveis durante toda a apresentação, reforçando a dimensão musical da montagem.</p>



<p class="has-text-align-center">A encenação aposta em uma linguagem multimídia, com projeções audiovisuais desenvolvidas especialmente para o espetáculo por Letícia Pantoja. O cenário de André Sanches transforma o palco em um ambiente povoado por telas e dispositivos tecnológicos, enquanto a iluminação de Paulo César Medeiros, cinco vezes vencedor doPrêmio Shell, e os figurinos de Ticiana Passos reforçam o contraste entre o universo digital e a experiência humana. A direção de produção é assinada por Fábio Dobbs e Guilherme Scarpa, do premiado espetáculo &#8220;<em>Sra. Klein&#8221;</em> (2024), estrelado por Ana Beatriz Nogueira, vencedor do Prêmio APTR de Melhor Atriz e do Prêmio Bibi Ferreira de Melhor Direção e Melhor Atriz Coadjuvante.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o diretor Alexandre Mello, que dirige pela sexta vez um texto de Julia Spadaccini, &#8220;<em>Apocalip-se</em>&#8221; discute uma das questões mais urgentes da contemporaneidade. &#8220;O texto investiga como a tecnologia construiu enormes pontes de comunicação que, paradoxalmente, acabaram nos afastando do encontro físico e da convivência real. O personagem acredita que pode substituir o outro por uma máquina, mas nós só existimos plenamente nas relações humanas. É dessa tensão entre humor, solidão e desejo de reencontro que nasce a força da peça&#8221;, afirma.</p>



<p class="has-text-align-center">Mello destaca ainda que trabalhar novamente com Jorge Caetano foi um processo marcado pela confiança artística: &#8220;Meu papel foi organizar a experiência sensorial do espetáculo — texto, música, vídeos e interpretação — para que tudo conduzisse o espectador ao encontro desse homem. Fazer essa parceria com Jorge não é um desafio; é um enorme prazer.&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center">Mais do que uma crítica ao excesso tecnológico, <em>Apocalip-se</em> propõe uma reflexão sobre o preço da hiperconectividade e a necessidade de reconstruir vínculos reais. Ao transformar o isolamento em teatro, música e poesia, o espetáculo convida o público a desacelerar, reaprender a escutar e redescobrir a potência do encontro humano.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>: <br>Temporada: 2 de julho a 30 de agosto de 2026<br>Horários: Quinta a sábado, às 20h | Domingo, às 19h<br>Local: Teatro Poeira Rua São João Batista, 98 – Botafogo <br>Classificação: 14 anos. Gênero: Comédia Musical. Duração: 60 min.<br>Ingressos na bilheteria ou pelo <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/122056" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Sympla</strong></a>: </p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/apocalip-se-de-julia-spadaccini-e-marcia-brasil-no-teatro-poeira/">&#8220;Apocalip-se&#8221;, de Julia Spadaccini e Marcia Brasil, no Teatro Poeira</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/apocalip-se-de-julia-spadaccini-e-marcia-brasil-no-teatro-poeira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Ciclomáticos celebram 30 anos com espetáculos premiados no Teatro Carlos Gomes</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/os-ciclomaticos-celebram-30-anos-com-espetaculos-premiados-no-teatro-carlos-gomes/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=os-ciclomaticos-celebram-30-anos-com-espetaculos-premiados-no-teatro-carlos-gomes</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/os-ciclomaticos-celebram-30-anos-com-espetaculos-premiados-no-teatro-carlos-gomes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:32:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=201056</guid>

					<description><![CDATA[<p>A companhia Os Ciclomáticos comemora três décadas de existência com uma temporada especial no coração do Rio de Janeiro. Fundado em Bonsucesso, no subúrbio carioca, o grupo reafirma sua relevância no teatro brasileiro e mundial. Após turnê em Portugal, o elenco apresenta &#8220;Sobre Mentiras e Segredos&#8221;  e &#8220;Casa Grande e Senzala – Manifesto Musical Brasileiro&#8221; no Teatro Carlos Gomes, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/os-ciclomaticos-celebram-30-anos-com-espetaculos-premiados-no-teatro-carlos-gomes/">Os Ciclomáticos celebram 30 anos com espetáculos premiados no Teatro Carlos Gomes</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">A companhia Os Ciclomáticos comemora três décadas de existência com uma temporada especial no coração do Rio de Janeiro. Fundado em Bonsucesso, no subúrbio carioca, o grupo reafirma sua relevância no teatro brasileiro e mundial. Após turnê em Portugal, o elenco apresenta &#8220;Sobre Mentiras e Segredos&#8221;  e &#8220;Casa Grande e Senzala – Manifesto Musical Brasileiro&#8221; no Teatro Carlos Gomes, sob autoria e direção de Ribamar Ribeiro.  </p>



<p class="has-text-align-center">A programação reúne dois trabalhos emblemáticos da companhia. O espetáculo &#8220;Sobre Mentiras e Segredos&#8221; é uma comédia inspirada no universo de Nelson Rodrigues, em que a inesperada gravidez de Alice desencadeia revelações capazes de desmontar a aparente perfeição de uma família. Entre segredos, suspeitas e situações hilárias, o espetáculo convida o público a refletir sobre as relações familiares e as verdades que insistimos em ocultar.</p>



<p class="has-text-align-center">Já &#8220;Casa Grande e Senzala – Manifesto Musical Brasileiro&#8221;, inspirado livremente na obra de Gilberto Freyre, percorre a formação do povo brasileiro por meio da música, da dança e do teatro. A montagem apresenta uma narrativa vibrante, crítica e popular, que celebra a diversidade cultural do país enquanto revisita marcas históricas que ainda ecoam na sociedade contemporânea.</p>



<p class="has-text-align-center">Para o diretor artístico Ribamar Ribeiro, a celebração simboliza força e valorização<strong>:</strong> &#8220;Estar no Teatro Carlos Gomes celebrando os 30 anos de Os Ciclomáticos é motivo de grande alegria. É a legitimidade de uma companhia formada por artistas brasileiros, cariocas, periféricos e suburbanos, que há três décadas mantém viva uma pesquisa artística séria, popular e transformadora. Sabemos o quanto é difícil manter uma companhia de teatro no Brasil, com repertório ativo e integrantes comprometidos. Por isso, esta celebração é também um ato de resistência.&#8221;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: <strong>2 e 3 de julho | 19</strong>h / <strong>4 e 5 de julho | 17h</strong>  / <strong>Local:</strong> Teatro Carlos Gomes <strong>Endereço:</strong> Praça Tiradentes – Centro  <strong>Ingressos:</strong> Sympla</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/os-ciclomaticos-celebram-30-anos-com-espetaculos-premiados-no-teatro-carlos-gomes/">Os Ciclomáticos celebram 30 anos com espetáculos premiados no Teatro Carlos Gomes</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/os-ciclomaticos-celebram-30-anos-com-espetaculos-premiados-no-teatro-carlos-gomes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title> &#8216;Minha Estrela Dalva&#8217; chega ao Rio com Soraya Ravenle como Dalva de Oliveira</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/minha-estrela-dalva-chega-ao-rio-com-soraya-ravenle-como-dalva-de-oliveira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=minha-estrela-dalva-chega-ao-rio-com-soraya-ravenle-como-dalva-de-oliveira</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/minha-estrela-dalva-chega-ao-rio-com-soraya-ravenle-como-dalva-de-oliveira/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=201037</guid>

					<description><![CDATA[<p>Após temporada com lotação esgotada em São Paulo, &#8220;Minha Estrela Dalva&#8221; estreia no Teatro Claro Mais (Copacabana) e traça a relação de Borghi com a estrela da Era de Ouro do rádio antes e depois de conhecê-la. &#8220;Tudo começou com um Renato ainda menino. Aos seis anos de idade, ganhei de minha mãe um disco [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/minha-estrela-dalva-chega-ao-rio-com-soraya-ravenle-como-dalva-de-oliveira/"> &#8216;Minha Estrela Dalva&#8217; chega ao Rio com Soraya Ravenle como Dalva de Oliveira</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><br>Após temporada com lotação esgotada em São Paulo, &#8220;Minha Estrela Dalva&#8221; estreia no Teatro Claro Mais (Copacabana) e traça a relação de Borghi com a estrela da Era de Ouro do rádio antes e depois de conhecê-la.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;<em>Tudo começou com um Renato ainda menino. Aos seis anos de idade, ganhei de minha mãe um disco da trilha sonora de &#8216;A Branca de Neve&#8217;, onde a voz da princesa era interpretada por Dalva de Oliveira. Ali, na vitrola da infância, nasceria uma paixão avassaladora e que atravessaria décadas, palcos e revoluções – culminando no encontro real e improvável entre fã e diva poucos anos antes dela nos deixar</em>&#8220;, diz Renato Borghi. Impulsionado por este amor incondicional, Borghi revisita suas memórias para homenagear uma das maiores cantoras brasileiras de todos os tempos. &#8216;Minha Estrela Dalva&#8217; é a celebração dessa história, um reencontro do artista com sua musa.</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2026, essa memória ganha novo corpo e voz no palco através de um encontro de gigantes. Soraya Ravenle, que iniciou sua já extensa trajetória no teatro musical no coro de &#8220;A Estrela Dalva&#8221; (1987), grande sucesso de Borghi com Marília Pêra, retorna agora para ocupar o centro do palco e encarnar a própria Estrela. </p>



<p class="has-text-align-center">Com a conhecida potência vocal, ela não interpreta apenas a &#8220;Rainha do Rádio&#8221;, mas a força da natureza que cantou a dor rasgada, a mulher que desafiou os moralismos de sua época com o peito aberto e a garganta em chamas. Soraya traz à cena o mito humano, o &#8220;Rouxinol do Brasil&#8221; que ensinou a um país inteiro que o sofrimento, quando cantado, vira beleza.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Nem nos meus mais belos sonhos eu poderia imaginar estar ao lado de Renato Borghi para falar de seu amor e devoção por Dalva de Oliveira, considerada por Villa-Lobos e tantas outras pessoas como a maior cantora popular brasileira. E meu primeiro musical foi &#8216;A Estrela Dalva&#8217;, com texto e atuação do próprio Renato, estrelado por Marília Pêra. É uma volta de 360° na minha vida, quase toda dedicada ao teatro musical brasileiro. Tenho pensado que assim como me aconteceu com Carmen, Dolores, e Isaurinha, o que faço é um trabalho de tradução. Me aproximo, investigo, estudo, decifro os códigos dessa língua Dalva Vicentina de Oliveira. De que lugar ela canta? Que caminhos sua voz faz? Que histórias essa voz conta para nós ainda hoje? Não me interessa a cópia da casca, me interessa chegar perto da sua alma e colocar a minha bem coladinha com a dela, para que juntas falemos de amor, música, machismo, coragens e medos, alegrias e tristezas de uma artista brasileira, grandiosa, inesquecível&#8221;, declara Ravenle.</p>



<p class="has-text-align-center">Em um jogo cênico vertiginoso, Renato Borghi divide a cena com sua própria juventude. Elcio Nogueira Seixas, que, além de dirigir o espetáculo, interpreta o Renato de 1969 — um jovem ator da contracultura que, entre a rebeldia do Teatro Oficina e o glamour do rádio, descobre em Dalva a alma do Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Desde o início dos anos 90, divido e multiplico a cena do mundo com Renato. Fui seu aluno e tornei-me seu parceiro na arte. Dalva entrou em mim como entrou nele — pela voz, pelo espanto, pelo chamamento. Só que o meu bolachão de 78 rotações foi o próprio Borghi. Hoje dirijo &#8216;Minha Estrela Dalva&#8217; ao lado de meu amado amigo e mestre Elias Andreato — que foi quem me aproximou do Renato. E no palco, sou ele jovem — o menino de sete anos que ouviu aquela voz pela primeira vez e nunca mais foi o mesmo. Neste espetáculo, sigo a receita antropófaga de Oswald de Andrade e faço a devoração de Renato e Dalva&#8221;, diz Elcio Nogueira Seixas.</p>



<p class="has-text-align-center">Completando esse triângulo de paixões, Ivan Vellame empresta sua voz de rara beleza para dar vida aos amores de Dalva, com destaque para o compositor Herivelto Martins, trazendo ao palco os sambas imortais e os conflitos públicos e midiáticos que marcaram a era de ouro do rádio.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A Dalva que Renato nos traz é uma convocação para adentrarmos a vida de uma mulher que viveu de alma nua, vocacionada para o Amor e para a Arte. Eu entro representando uns cabras que estranhavam o Amor. Construindo com a direção chegamos à uma encenação não documental, onírica e mítica, mas que não perde o valor de reflexão de que esses homens, os estranhos ao Amor mas que amavam muito &#8211; Bruno, Herivelto e Kiko &#8211; viam o feminino como sinônimo de desqualificação do masculino. Eu espero que, principalmente, os homens, saiam do teatro mais amorosos, menos machões&#8221;, enfatiza Vellame.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> Temporada: de 31 de julho a 27 de setembro / <strong>Teatro Claro Mais</strong> | Rua Siqueira Campos, 143 – 2º piso. Copacabana / <strong>Vendas em </strong><a href="http://uhuu.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uhuu.com</a> e bilheteria do teatro <strong>Classificação etária: </strong>14 anos </p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/minha-estrela-dalva-chega-ao-rio-com-soraya-ravenle-como-dalva-de-oliveira/"> &#8216;Minha Estrela Dalva&#8217; chega ao Rio com Soraya Ravenle como Dalva de Oliveira</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/minha-estrela-dalva-chega-ao-rio-com-soraya-ravenle-como-dalva-de-oliveira/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Cabaré Cibernético&#8221; faz duas apresentações no Teatro Ziembinski</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/cabare-cibernetico-faz-duas-apresentacoes-no-teatro-ziembinski/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cabare-cibernetico-faz-duas-apresentacoes-no-teatro-ziembinski</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/cabare-cibernetico-faz-duas-apresentacoes-no-teatro-ziembinski/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 11:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=201031</guid>

					<description><![CDATA[<p>O coletivo Cabaré Incoerente retorna aos palcos com &#8220;Cabaré Cibernético&#8221;, espetáculo que utiliza a linguagem livre e provocadora do cabaré para investigar as transformações das relações humanas em tempos de algoritmos e hiperconectividade. A montagem reúne paródias, números musicais e cenas inspiradas no universo virtual para criar um retrato bem-humorado e crítico dos comportamentos que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/cabare-cibernetico-faz-duas-apresentacoes-no-teatro-ziembinski/">&#8220;Cabaré Cibernético&#8221; faz duas apresentações no Teatro Ziembinski</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O coletivo Cabaré Incoerente retorna aos palcos com &#8220;Cabaré Cibernético&#8221;, espetáculo que utiliza a linguagem livre e provocadora do cabaré para investigar as transformações das relações humanas em tempos de algoritmos e hiperconectividade. A  montagem reúne paródias, números musicais e cenas inspiradas no universo virtual para criar um retrato bem-humorado e crítico dos comportamentos que marcam a vida contemporânea.</p>



<p class="has-text-align-center">Com tom mordaz, a montagem cria um mosaico contemporâneo sobre conexão, afeto e distorção tecnológica. O palco se transforma em tela viva, por meio de jogos de luz, sombra e projeção e convida o público a adentrar um ambiente de festa.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Segundo Christina Streva, &#8220;o cabaré é uma linguagem que não se prende a normas, que acolhe contradições e expõe as ambiguidades do tempo em que vivemos. O Cabaré Cibernético dá continuidade a essa tradição, denunciando e ao mesmo tempo celebrando os paradoxos da contemporaneidade&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre tecnologia e arte, ironia e poesia, o espetáculo se firma como um cabaré atual, híbrido e transgressor, que instiga a plateia a rir, refletir e questionar o mundo digital&nbsp;que&nbsp;nos&nbsp;cerca.</p>



<p class="has-text-align-center"> <strong>SERVIÇO </strong>Datas: 30 de junho e 1 de julho  Local: Teatro Ziembinski &#8211; Av. Heitor Beltrão s/n,0 / Ingressos:  <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/120719?share_id=1-copiarlink" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/</a> / Classificação: 18 anos / Duração: 105 minutos</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/cabare-cibernetico-faz-duas-apresentacoes-no-teatro-ziembinski/">&#8220;Cabaré Cibernético&#8221; faz duas apresentações no Teatro Ziembinski</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/cabare-cibernetico-faz-duas-apresentacoes-no-teatro-ziembinski/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Te Conto em Cena&#8221; celebra 15 anos de trajetória no Teatro Correios Léa Garcia</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/te-conto-em-cena-celebra-15-anos-de-trajetoria-no-teatro-correios-lea-garcia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=te-conto-em-cena-celebra-15-anos-de-trajetoria-no-teatro-correios-lea-garcia</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/te-conto-em-cena-celebra-15-anos-de-trajetoria-no-teatro-correios-lea-garcia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 10:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=201000</guid>

					<description><![CDATA[<p>O espetáculo &#8220;Te Conto em Cena&#8221;, dirigido pelo dramaturgo e professor Leonardo Simões, celebra 15 anos de trajetória no Teatro Correios Léa Garcia. O projeto apresenta seis dos mais célebres contos de Machado de Assis, um dos principais nomes da literatura brasileira.  Serão encenados A Cartomante, Missa do Galo e O Espelho, A Causa Secreta e O Enfermeiro e o conto cômico Ernesto de Tal. Embora escritos no século XIX, os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/te-conto-em-cena-celebra-15-anos-de-trajetoria-no-teatro-correios-lea-garcia/">&#8220;Te Conto em Cena&#8221; celebra 15 anos de trajetória no Teatro Correios Léa Garcia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O espetáculo &#8220;Te Conto em Cena&#8221;,<strong> </strong>dirigido pelo dramaturgo e professor Leonardo Simões, celebra 15 anos de trajetória no Teatro Correios Léa Garcia. O projeto apresenta seis dos mais célebres contos de Machado de Assis, um dos principais nomes da literatura brasileira.  Serão encenados <em>A Cartomante</em>, <em>Missa do Galo</em> e <em>O Espelho</em>, <em>A Causa Secreta</em> e <em>O Enfermeiro</em> e o conto cômico <em>Ernesto de Tal</em>.</p>



<p class="has-text-align-center">Embora escritos no século XIX, os seis contos abordam temas que seguem atuais, como desejo, vaidade, ciúme, jogos de poder e aparências sociais. Ao explorar as contradições da condição humana, Machado de Assis revela comportamentos que atravessam o tempo, reafirmando a força e a atualidade de sua obra.</p>



<p class="has-text-align-center">A encenação aposta em uma linguagem contemporânea, sem compromisso com a reconstituição histórica do período retratado nos textos. O cenário é composto por apenas quatro cadeiras, concentrando a atenção do público na força da dramaturgia machadiana e no trabalho minucioso dos intérpretes. O intuito é evidenciar a precisão, a fina ironia e a atemporalidade da escrita de Machado de Assis.</p>



<p class="has-text-align-center">Como atividade complementar, o projeto oferece uma oficina de quatro horas ministrada por Leonardo Simões. A atividade propõe jogos teatrais e exercícios de improvisação a partir de trechos dos contos presentes no espetáculo. O trabalho tem como base a metodologia da atriz, diretora e autora norte-americana Viola Spolin, referência internacional no teatro de improvisação. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio do link disponível na bio do perfil @tecontoemcena no Instagram.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> <strong>Datas:</strong> 02, 03, 04, 09, 10 e 11 de julho / <strong>Horários: </strong>Quintas, às 19h sextas, às19h e sábados, às 19h <strong>Local: </strong> Teatro Correios Léa Garcia (R. Visc. de Itaboraí, 20 &#8211; Centro) / <strong>Ingressos:</strong> R$30 / R$15 (meia) / Ingresso solidário, doando 1kg de alimento não perecível R$ 15 (os alimentos arrecadados vão para o Retiro dos Artistas) <strong>Classificação:</strong> 12 anos. / <strong>Duração:</strong> De 50 a 70 minutos, varia conforme o dia.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Acessibilidade:</strong>&nbsp;Intérprete de Libras em todas as apresentações.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Debates:</strong>&nbsp;sexta, dia 3, com a professora, mestra e doutora em Letras&nbsp;<strong>Luciane Nunes&nbsp;</strong>(especialista em Machado de Assis); sexta, dia 10, com a professora e crítica teatral&nbsp;<strong>Tânia Brandão.&nbsp;</strong></p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/te-conto-em-cena-celebra-15-anos-de-trajetoria-no-teatro-correios-lea-garcia/">&#8220;Te Conto em Cena&#8221; celebra 15 anos de trajetória no Teatro Correios Léa Garcia</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/te-conto-em-cena-celebra-15-anos-de-trajetoria-no-teatro-correios-lea-garcia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;O processo&#8221;, de Franz Kafka, ganha adaptação no Espaço Abu</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/06/o-processo-de-franz-kafka-ganha-adaptacao-no-espaco-abu/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-processo-de-franz-kafka-ganha-adaptacao-no-espaco-abu</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2026/06/o-processo-de-franz-kafka-ganha-adaptacao-no-espaco-abu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=200937</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sem medo de encarar Franz Kafka, considerado por Jean Paul Sartre “o pai da literatura moderna”, o ator Rubens Bomfim adapta para os palcos um dos mais perturbadores romances de todos os tempos, “O processo”. Publicado em 1925, o romance acompanha a saga do personagem Joseph K, processado sem saber o motivo e enredado numa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/o-processo-de-franz-kafka-ganha-adaptacao-no-espaco-abu/">&#8220;O processo&#8221;, de Franz Kafka, ganha adaptação no Espaço Abu</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Sem medo de encarar Franz Kafka, considerado por Jean Paul Sartre “o pai da literatura moderna”, o ator Rubens Bomfim adapta para os palcos um dos mais perturbadores romances de todos os tempos, “O processo”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="791" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3-1024x791.jpg" alt="" class="wp-image-200938" style="aspect-ratio:1.2945653234461898;width:460px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3-1024x791.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3-300x232.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3-768x593.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3-544x420.jpg 544w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3-150x116.jpg 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3-696x538.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3-1068x825.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2026/06/O-PROCESSO-Divulgacao-por-Cris-3.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Cristina Froment</figcaption></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Publicado em 1925, o romance acompanha a saga do personagem Joseph K, processado sem saber o motivo e enredado numa teia de argumentações cada vez mais absurdas, levando-o de um estado de crença em conceitos como verdade e justiça até o estado de total desesperança. A adaptação de Rubens Bomfim privilegia as relações entre os personagens masculinos, que entram constantemente em embate, mas ao fim revelam que todos vivem sob a mesma opressão de um poder invisível e misterioso.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A direção do espetáculo é de Cecília Terrana, atriz que transita com maestria entre a dança, a literatura e a dramaturgia, sempre com um olhar muito criativo e peculiar (evidenciado em seu trabalho como autora/diretora no alegórico espetáculo “Casa invadida”, de 2022) A atuação fica por conta do trio de atores composto pelo próprio Rubens Bomfim, com memoráveis participações em “Tambores na noite” e “O verdugo”, entre outros espetáculos, além de Victor Nalin, ator, cantor e músico com vasta experiência no teatro investigativo (“Boi”, “Vermelho Sangue”) e Cláudio Basttos, que atuou em montagens como “Olga Benário – um breve futuro” e “Missa dos quilombos”.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O Espaço Abu, por sua característica intimista, contribui para a criação de um ambiente denso capaz de potencializar a sensação de impotência de Joseph K., personagem em essência tão atual e perfeitamente conectado com a trajetória da Sereníssima Produções, realizadora do espetáculo, cuja missão é levar aos palcos textos socialmente relevantes, sempre acreditando na arte como ferramenta de transformação.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: Temporada de 4 a 26 de julho / Ingressos:  <a href="https://bileto.sympla.com.br/">https://bileto.sympla.com.br/</a> IMPORTANTE: Caso haja jogo do Brasil na Copa do Mundo no sábado ou no domingo, a apresentação será antecipada para a sexta-feira. / Local: Espaço Abu (Av. N. S. de Copacabana, 249 – Estação Cardeal Arcoverde. Tel.:&nbsp;2137-4184)</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2026/06/o-processo-de-franz-kafka-ganha-adaptacao-no-espaco-abu/">&#8220;O processo&#8221;, de Franz Kafka, ganha adaptação no Espaço Abu</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2026/06/o-processo-de-franz-kafka-ganha-adaptacao-no-espaco-abu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
