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	<title>Teatro - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Teatro - Rota Cult</title>
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		<title>Música no Assyrio apresenta Kabarett ao Revés com artistas de vanguarda do TMRJ </title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:49:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Música no Assyrio vai celebrar, mais uma vez, o espetáculo Kabarett ao Revés, um grande sucesso da temporada. Formado por integrantes da vanguarda do TMRJ, com direção, roteiro e coreografia de Roberto Lima, a apresentação reúne música, dança e teatro, rompendo paradigmas da idade ao trazer artistas de 60+. A obra nasceu do desejo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Música no Assyrio vai celebrar, mais uma vez, o espetáculo Kabarett ao Revés, um grande sucesso da temporada. Formado por integrantes da vanguarda do TMRJ, com direção, roteiro e coreografia de Roberto Lima, a apresentação reúne música, dança e teatro, rompendo paradigmas da idade ao trazer artistas de 60+.</p>



<p class="has-text-align-center">A obra nasceu do desejo da bailarina Irene Orazem de festejar os seus 70 anos de carreira no Municipal do Rio e tornou-se uma celebração da longevidade, da criatividade e da resistência de artistas que dedicaram anos de suas vidas à arte.</p>



<p class="has-text-align-center">A estreia foi em 19 de julho, no Salão Assyrio. A montagem conquistou o Troféu Regina Ribeiro e recebeu uma Moção de Louvor e Aplausos aprovada pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em agosto, Kabarett Revés também integrou a programação do XXXI Encontro Fluminense de Dança, no Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói.</p>



<p class="has-text-align-center">O espetáculo acontecerá no dia 30 de agosto, domingo, às 11h, com ingressos a preços populares, através do site <a href="http://theatromunicipal.rj.gov.br">theatromunicipal.rj.gov.br</a> ou na bilheteria.</p>
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		<title>&#8220;Alguma coisa falta aqui&#8221; chega ao Poeirinha</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 12:41:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Terremotos, vulcões e tsunamis acontecem quando duas placas tectônicas se chocam. E quando duas pessoas se encontram, o que acontece? É a partir dessa provocação que nasce &#8220;Alguma Coisa Falta Aqui&#8221;, espetáculo escrito por Bernardo Coimbra. Em cena, um casal convida o público a assistir ao próprio término, enquanto dois melhores amigos compartilham lembranças da infância [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Terremotos, vulcões e tsunamis acontecem quando duas placas tectônicas se chocam. E quando duas pessoas se encontram, o que acontece? É a partir dessa provocação que nasce &#8220;Alguma Coisa Falta Aqui&#8221;, espetáculo escrito por Bernardo Coimbra.</p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, um casal convida o público a assistir ao próprio término, enquanto dois melhores amigos compartilham lembranças da infância até o momento da separação. A partir desses encontros e desencontros, quatro personagens se multiplicam em dez — ou até 8.849 —, construindo uma linha do tempo fragmentada sobre começos e fins: da vida, do mundo e das relações.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de 80 minutos, o espetáculo transita entre humor, delírio e melancolia para investigar um sentimento cada vez mais presente: a sensação de que alguma coisa está sempre faltando. Em meio ao excesso de informações, possibilidades e estímulos do mundo contemporâneo, a peça propõe ao espectador o desafio de organizar — ou simplesmente aceitar — uma narrativa que se constrói de maneira fragmentada.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Alguma Coisa Falta Aqui&#8221; utiliza o humor como ferramenta para provocar o público a reconhecer e assimilar seus próprios preconceitos, contradições e angústias.</p>



<p class="has-text-align-center">A montagem estreou em outubro de 2025 no Teatro Municipal Domingos Oliveira, no Planetário da Gávea, e acaba de ganhar uma nova forma: o texto foi transformado em livro, publicado pela Editora Cobogó. Este ano, a peça integrou a programação do Fringe, do Festival de Curitiba e, em agosto, teve sessões no Teatro da UFF, em Niterói.  </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong> Temporada: De 3 de setembro a 25 de outubro / Teatro Poeirinha (R. São João Batista 104) / Classificação: 14 anos / Ingressos: <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/125319?share_id=1-copiarlink" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/</a></p>
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		<title>Festival Brasilidades &#038; Futuros Música no Petrobras Futuros &#8211; Arte e Tecnologia</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 13:00:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artes]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma exposição da Bahia com obras de artistas indígenas de diversas etnias; uma instalação multimídia do Paraná que articula representação vocal e paisagem sonora; um espetáculo cênico-musical da Baixada Fluminense que celebra a potência criativa feminina no funk. Estas são algumas das atrações que inauguram a nova programação do Petrobras Futuros &#8211; Arte e Tecnologia, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Uma exposição da Bahia com obras de artistas indígenas de diversas etnias; uma instalação multimídia do Paraná que articula representação vocal e paisagem sonora; um espetáculo cênico-musical da Baixada Fluminense que celebra a potência criativa feminina no funk. Estas são algumas das atrações que inauguram a nova programação do Petrobras Futuros &#8211; Arte e Tecnologia, no Flamengo,a partir do dia 28. Entre agosto e abril de 2027, o centro cultural traz para a cidade projetos artísticos inéditos com diferentes brasilidades, linguagens e tecnologias, promovendo a circulação cultural. Eles foram selecionados a partir da chamada pública Brasilidades &amp; Futuros e reúnem iniciativas de 12 estados e cinco regiões. A programação é totalmente gratuita e inédita no Rio de Janeiro.</p>



<p class="has-text-align-center">Para marcar a nova fase, na sexta, 28, um evento com direção artística de Batman Zavareze dá boas-vindas ao público a partir das 19h. Será possível conhecer dois trabalhos de artes visuais que ocupam as galerias 2 e 3: respectivamente, a exposição baiana &#8220;Nhe´ẽ Se – Desejo de Fala&#8221;, com obras de artistas indígenas contemporâneos, e a instalação multimídia paraense &#8220;Imunidade&#8221;, desenvolvida por 15 mulheres em uma experiência coletiva. Em seguida, terá início o Festival Brasilidades &amp; Futuros Música, que reúne artistas musicais de diferentes regiões do país. No térreo, às 20h15m, o duo paraense&#8221;Uaná System&#8221; se apresenta misturando carimbó, música eletrônica, tecnologia e cultura amazônica. Em seguida, às 21h15, é a vez das DJs, MCs e bailarinas do #estudeofunk com o espetáculo cênico-musical &#8220;Donas do Baile&#8221;, oriundo da Baixada Fluminense, no Teatro Petrobras Futuros. Os ingressos gratuitos para as atrações do dia 28 de agosto estão disponíveis <a href="https://www.sympla.com.br/evento/abertura-da-nova-programacao-petrobras-futuros-arte-e-tecnologia/3531439?referrer=www.google.com&amp;referrer=www.google.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AQUI </a>e são sujeitos à lotação.</p>



<p class="has-text-align-center">No sábado, 29, o Festival Brasilidades &amp; Futuros Música continua comdois novos shows que destacam sonoridades de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, respectivamente. Às 20h15, a performance audiovisual imersiva &#8220;De Keke!&#8221;, do produtor e DJ Vhoor, no térreo, transforma o funk mineiro e a vivência das periferias em uma experiência de videomapping ao vivo. Já às 21h15, &#8220;Boca do Tempo&#8221;, projeto solo do musicista e pesquisador Sergio Krakowski, usa o pandeiro como interface tecnológica, transformando gestos em sons e imagens.</p>



<p class="has-text-align-center">Dando início à programação de artes cênicas – serão oito espetáculos destinados aos adultos e ao público infantil até abril de 2027 -, estreia na sexta-feira, 4 de setembro, a peça adulta mineira &#8220;Mordida Exploratória&#8221;. Com direção de Amora Tito, o Grupo Armatrux traz ao palco do Teatro Petrobras Futuros uma reflexão sobre consumo, memória e crise ambiental. </p>



<p class="has-text-align-center">Para os shows e espetáculos teatrais adultos e infantis, será necessária a retirada de ingresso pelo Sympla. Os 30 projetos artísticos de Artes Cênicas, Artes Visuais e Música foram selecionados pela chamada&nbsp;pública nacional Brasilidades &amp; Futuros do Instituto Futuros e patrocinada pela&nbsp;Petrobras, via Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), do Ministério da Cultura.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Dar início ao novo programa artístico é celebrar a multiplicidade de vozes que constroem o Brasil. Na convergência entre arte, tecnologia e saberes diversos, o centro cultural Petrobras Futuros – Arte e Tecnologia abre as portas para narrativas provocativas e transformadoras. Convidamos o público a vivenciar ideias que questionam o presente e reimaginam os futuros possíveis a partir da nossa própria identidade&#8221;, ressalta Victor D&#8217;Almeida, gerente de cultura do Instituto Futuros.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Para Chico Dub, curador dos festivais de música da programação, o público poderá ver shows que fogem ao formato convencional e revelam artistas que promovem novas experimentações em suas próprias linguagens. Até abril de 27, 16 projetos com múltiplas sonoridades vão passar pelo Petrobras Futuros.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Este primeiro festival parte da ancestralidade como ponto de partida para novas criações. Percussão de terreiro, ritmos das nações Ketu, Angola e Ijexá, afro-jazz, hip-hop, música instrumental brasileira e improvisação aproximam tradição oral, música de concerto, performance e experimentação, com destaque para tambores, flauta, tuba e trombone. Desse encontro, emergem narrativas sobre memória, identidade feminina, histórias silenciadas pelo colonialismo, a festa como potência política e novas leituras da diáspora africana.&#8221; </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: <br><br>Show &#8220;Uaná System&#8221;<br></strong>Data: sexta, 28 de agosto<br>Horário: 20h15<br>Local: térreo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Show &#8220;#estudeofunk &#8211; Donas do Baile&#8221;</strong><strong><br></strong>Data: sexta, 28 de agosto<br>Horário: 21h15<br>Local: Teatro Petrobras Futuros<br><br><strong>Show &#8220;De Keke! &#8211; DJ Vhoor&#8221;</strong><br>Data: sábado, 29 de agosto<br>Horário: 20h15<strong><br></strong>Local: térreo</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Show &#8220;Boca do tempo &#8211; Sergio Krakowski&#8221;</strong><strong><br></strong>Data: sábado, 29 de agosto<br>Horário: 21h15<strong><br></strong>Local: Teatro Petrobras Futuros</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Exposição </strong>&#8220;<strong>Nhe ́ ẽ Se: Desejo de Fala&#8221;</strong><strong><br></strong>Data: 28 de agosto até 11 de outubro<br>Horário: quarta a domingo, de 11h às 20h<br>Local: Galeria 2</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Exposição &#8220;Imunidade&#8221;</strong><br>Data: 28 de agosto até 11 de outubro<br>Horário: quarta a domingo, de 11h às 20h<br>Local: Galeria 3</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Peça &#8220;Mordida Exploratória&#8221;</strong><strong><br></strong>Data: 4 a 14 de setembro, exceto dia 10<br>Quintas e sextas: 19h<br>Sábados e domingos: 16h e 19h<br>Local: Teatro Petrobras Futuros<br>Ingressos: Sympla</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Oficina de dramaturgia &#8220;Dramaturgias Pulsantes e Urgentes – Fabular o Porvir&#8221;</strong><br>Datas: 5, 6, 12 e 13 de setembro<br>Horário: 11h às 13h<br>Ingressos: Sympla</p>
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		<title>&#8216;Macunaíma&#8217; ganha releitura da Oficina Estilhaça </title>
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		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 12:00:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Oficina Estilhaça traz para o Museu da História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), o espetáculo ‘Macunaíma’, uma releitura contemporânea do clássico de Mário de Andrade e segundo ato da Trilogia Antropofágica. A peça busca mergulhar nas complexidades da identidade nacional brasileira, utilizando a obra de Andrade como um ponto de partida para questionamentos sobre o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Oficina Estilhaça traz para o Museu da História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB), o espetáculo ‘Macunaíma’, uma releitura contemporânea do clássico de Mário de Andrade e segundo ato da Trilogia Antropofágica. A peça busca mergulhar nas complexidades da identidade nacional brasileira, utilizando a obra de Andrade como um ponto de partida para questionamentos sobre o Brasil atual.</p>



<p class="has-text-align-center">“A ideia de trazer ‘Macunaíma’ o Museu da História e Cultura Afro-Brasileira, nossa ideia é “invadir os espaços” do museu criando um espetáculo imersivo junto ao público, surgiu após o sucesso do espetáculo &#8220;Encruzilhadas&#8221;, primeiro ato da Trilogia Antropofágica, que fez temporada em 2025. Agora voltamos nosso olhar para Mário de Andrade e para o Modernismo, propondo uma leitura contemporânea de Macunaíma. Estamos questionando identidade nacional, formação do povo brasileiro, desigualdades entre outros problemas graves que precisamos enfrentar”, explica Matheus Raineri, que ao lado de Mari Mello, dirige o espetáculo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A produção utiliza a narrativa do romance &#8220;Macunaíma&#8221;, publicada em 1928, como eixo central, revisitando personagens, conflitos e símbolos que se tornaram ícones da literatura modernista.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Em sua proposta, não queremos nos limitar a ser um único herói destemido, mas apresentamos vários Macunaímas, representando a pluralidade e as contradições do Brasil contemporâneo. Essa abordagem é uma homenagem à obra original e também uma crítica ao mito fundacional da identidade nacional”, diz Raineri.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Nosso objetivo é questionar o que significa ser brasileiro no século XXI. Estamos trazendo à tona as múltiplas vozes que compõem a nossa identidade”, afirma Mari. Ela destaca ainda que o espetáculo “não apenas resgata a obra de Andrade, mas também a coloca em diálogo com as realidades enfrentadas pelas populações periféricas e urbanas hoje”.</p>



<p class="has-text-align-center">A peça incorpora elementos da antropofagia cultural, do folclore e da oralidade, além de referências artísticas a renomados modernistas, como Manuel Bandeira e Tarsila do Amaral. A relação com o universo das artes visuais, da performance e da música adiciona camadas de complexidade à narrativa, criando um diálogo entre passado e presente.</p>



<p class="has-text-align-center">Sinopse: Macunaíma narra a trajetória do “herói sem nenhum caráter”, figura múltipla, contraditória e mutante, que atravessa o Brasil em uma jornada marcada por transformações, excessos e conflitos culturais. </p>



<p class="has-text-align-center">“Mais do que um personagem, Macunaíma é um símbolo da tentativa modernista de compreender — e inventar — uma identidade nacional brasileira, mestiça, fragmentada e em permanente disputa. Na nossa produção, essa narrativa é territorializada, tensionada e reinventada. Em cena, não há um único herói: surgem vários Macunaímas, corpos diversos que coexistem, se contradizem e se atravessam, refletindo as múltiplas camadas do Brasil contemporâneo. Queremos propor uma crítica ao mito original, revisitando-o a partir de perspectivas periféricas, urbanas e populares, dialogando com o presente sem perder de vista as raízes modernistas”, ressalta Matheus.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“O que queremos é provocar uma reflexão sobre as identidades que compõem o Brasil de hoje. A montagem é um espaço aberto para que o público dialogue consigo mesmo e com o mundo ao seu redor”, diz Raineri. Ele descreve &#8220;Macunaíma&#8221; como um “ritual cênico antropofágico, um festival de invenção teatral que celebra a diversidade e a complexidade de nossas realidades”, complementa Mari Mello.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A Trilogia Antropofágica, que começou com ‘Encruzilhadas’ e ganha seu segundo ato com ‘Macunaíma’, é uma sequência de três espetáculos que a Oficina Estilhaça está fazendo que ficam dentro da mesma pesquisa antropofágica.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“O projeto se trata de olhar uma peça, mastigar ela e devolver ela abrasileira, é esse ato de devoramento da obra e de entrega para o mundo de outra maneira. ‘Encruzilhadas’, a primeira parte desse projeto, tem o mesmo estilo de ‘Macunaíma’, então esse segundo ato é uma continuação não da história, mas da linguagem. No caso dos livros seria uma saga, no contexto teatral é uma trilogia. O terceiro chega em breve e todos dialogam entre sim através da linguagem”, explica Raineri.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A produção conta com um elenco de 14 atores da Oficina Estilhaça e promete uma performance vibrante e cheia de nuances. A expectativa para a temporada é alta, com a intenção de não apenas encantar o público, mas também provocá-lo a refletir sobre sua identidade e suas experiências no Brasil contemporâneo.</p>



<p class="has-text-align-center">“Estou muito feliz com esta obra e com tudo que vamos trazer à cena! Este é o nosso Macunaíma, que é, acima de tudo, um convite a todos para repensar suas narrativas e a brasilidade que construímos juntos”, conclui Raineri.</p>



<p class="has-text-align-center">Os ingressos para a temporada de ‘Macunaíma’ estão à venda pelo Instagram da Oficina Estilhaça (<a href="https://www.instagram.com/oficinaestilhaca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.instagram.com/oficinaestilhaca/</a>), reservas pelo WhatsApp (21) 97579-7368 ou no local.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong>Temporada: de 28 de agosto a 11 de setembro </p>



<p class="has-text-align-center">Local: Museu da História e Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB)</p>



<p class="has-text-align-center">Endereço: Rua Pedro Ernesto, 80 – Gamboa / Dias e horários: sextas-feiras, às 19h30</p>



<p class="has-text-align-center">Duração: aproximadamente 70 minutos / Classificação indicativa: 18 anos / Venda: disponível pelo Instagram da Oficina Estilhaça, reservas exclusivas pelo WhatsApp (21) 97579-7368 ou no local</p>



<p></p>
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		<title>&#8220;TerapIA&#8221;, comédia solo de Natália Régia, no Teatro Café Pequeno </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem gente que liga para a mãe quando a coisa aperta. Tem gente que marca o terapeuta. E tem gente (cada vez mais gente) que abre o celular e desabafa com o ChatGPT. É desse hábito nada solene, meio confessional, meio ridículo, que nasce &#8220;TerapIA&#8221;, comédia solo de Natália Régia, que também assina o texto. A cada apresentação, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Tem gente que liga para a mãe quando a coisa aperta. Tem gente que marca o terapeuta. E tem gente (cada vez mais gente) que abre o celular e desabafa com o ChatGPT. É desse hábito nada solene, meio confessional, meio ridículo, que nasce &#8220;TerapIA&#8221;, comédia solo de Natália Régia, que também assina o texto.  <br><br>A cada apresentação, um convidado diferente sobe ao palco numa participação especial que muda o rumo da sessão. Entre os já confirmados estão Cissa Guimarães, Alexandra Richter, Milton Cunha, Aquela Miranda, Paulo Franco, Malu Falangola, Raissa Xavier, Fernando Caruso, João Campany e Dadá Coelho. A direção é de Flavia Ruiz.</p>



<p class="has-text-align-center">A ideia começou, como tantas coisas boas, numa conversa despretensiosa. &#8220;<em>Eu fui percebendo que no meu processo criativo eu pedia muito a opinião da IA e gostava do que ela me trazia. De repente o raio disso foi aumentando para questões pessoais, e à medida que ela ia falando eu percebi que estava começando a ficar dependente da validação dela</em>&#8220;, conta Natália.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao dividir a ideia com amigos, Natália descobriu que não estava sozinha. Muitos também recorriam à IA para desabafar, analisar mensagens, compartilhar angústias:<br><br>&#8220;Aí comecei a pesquisar e descobri que o Brasil é considerado um dos maiores fenômenos mundiais no uso de Inteligência Artificial para suporte emocional&#8221;, diz ela, que completa: &#8220;Como eu gosto muito de falar sobre saúde mental, aquilo foi mexendo muito comigo e me dando necessidade de falar sobre&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">Em cena, o público acompanha as confissões íntimas dessa atriz-personagem em diálogo com o Chat: ela sai em busca de amor, sucesso profissional e senso de propósito, é interrompida por notícias pra lá de insólitas e se abre em sessões de terapia cada vez mais desesperadas. E, por isso mesmo, mais engraçadas.<br><br>&#8220;Eu me considero sommelier de terapia. Já fiz muitas, de várias abordagens possíveis&#8221;, diverte-se Natália. &#8220;<em>Sou uma pessoa muito insegura, traumatizada, sensível, artista&#8230; São muitas camadas que dificultam a minha existência na terra. As 150 mil terapias que eu já fiz me ajudaram muito a existir sendo eu mesma, com tudo que eu tenho, com tudo que eu sou, e poder trazer minha arte pro mundo</em>&#8220;, diz Natália. </p>



<p class="has-text-align-center">Quem assina a direção &#8211; em debut nessa função &#8211; é Flávia Ruiz, que encontrou no próprio tema da peça a chave estética do espetáculo. &#8220;<em>É um espetáculo teatral. Logo, presencial, físico, mortal a cada apresentação — o teatro vive e morre em cada performance, que jamais será igual de um dia pro outro, único, não replicável. Mas&#8230; ele fala de IA, robótica, virtualidade, industrialização de todas as coisas, incluindo, com grande ênfase, o amor&#8221;</em>, explica a diretora.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Dessa colisão entre o vivo e o artificial nasceram as escolhas de cena, figurino, luz e sonoplastia, que remetem sutilmente a outras épocas, inclusive aos anos 1920 e 30, período que viveu uma revolução tecnológica e comportamental comparável à de agora. Até a voz do Chat carrega essa lógica: é a própria Natália quem grava as falas, transformadas pelo ator e músico Zéis numa voz masculina e irreconhecível. &#8220;<em>No fim das contas, é isso que uma IA é: um espelho de quem usa. É você mesmo, reciclado e jogado de volta pra você. Por isso tinha que ser a voz da própria Nati, ainda que dificilmente o público vai perceber isso. Mas faz diferença</em>&#8220;, conclui.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO:</strong> Temporada: de 28 de agosto a 13 de setembro, sextas e sábados às 20h e domingos às 19h / Local Teatro Café Pequeno Endereço: Av. Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon / Como chegar: estação de metrô Jardim de Alah / Leblon / Ingressos: <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/124843/d/404011/s/2646302" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/124843/d/404011/s/2646302</a>  Classificação etária: +12 </p>
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		<title>Trio A Bela e os Tenores no Teatro Claro Mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concertos]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecido nacionalmente pelo programa de TV A Bela Itália, o trio A Bela e os Tenores apresenta seu mais novo e emocionante espetáculo: “Especial Andrea Bocelli” — uma homenagem grandiosa a um dos maiores ícones da música mundial. Formado pela soprano Giovanna Maira e pelos consagrados Tenores do Brasil, Jorge Durian e Armando Valsani, o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Reconhecido nacionalmente pelo programa de TV A Bela Itália, o trio A Bela e os Tenores apresenta seu mais novo e emocionante espetáculo: “Especial Andrea Bocelli” — uma homenagem grandiosa a um dos maiores ícones da música mundial. Formado pela soprano Giovanna Maira e pelos consagrados Tenores do Brasil, Jorge Durian e Armando Valsani, o trio convida o público para uma experiência única, marcada por emoção, sofisticação e excelência musical. Em uma apresentação especial, cuidadosamente concebida para emocionar e surpreender, o espetáculo percorre os maiores sucessos da carreira de Andrea Bocelli.</p>



<p class="has-text-align-center">O repertório do espetáculo reúne clássicos inesquecíveis como “Vivo per Lei”, “Fall On Me”, “Con Te Partirò”, entre outras canções que atravessam gerações e emocionam plateias ao redor do mundo. Interpretadas pelas vozes potentes e sensíveis de A Bela e os Tenores, essas obras ganham nova vida em um concerto memorável, capaz de envolver o público do início ao fim.</p>



<p class="has-text-align-center">Com direção artística refinada, arranjos especiais e uma atmosfera elegante e emocionante, o espetáculo oferece uma verdadeira imersão no universo da música italiana e internacional, proporcionando ao público uma noite inesquecível de beleza, emoção e grandes interpretações. </p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: <strong>03 de Outubro</strong> / <a href="https://uhuu.com/evento/rj/rio-de-janeiro/a-bella-italia-especial-andrea-bocelli-16454?utm_source=site&amp;utm_medium=bannersite&amp;utm_content=brain-divulgacao&amp;utm_campaign=organico_Bella_tcrj">Ingressos </a></p>
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		<title>“Água Fresca para as Flores” desembarca no palco do Teatro Fashion Mall</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após consagrar-se em três temporadas de sucesso de público e crítica em São Paulo e duas em Belo Horizonte, a primeira montagem latino-americana do premiado best-seller francês de Valérie Perrin,  “Água Fresca para as Flores”  retorna em grande estilo à cena carioca em uma encenação artística de um requinte raro, que aborda temas como resiliência, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após consagrar-se em três temporadas de sucesso de público e crítica em São Paulo e duas em Belo Horizonte, a primeira montagem latino-americana do premiado best-seller francês de Valérie Perrin,  “Água Fresca para as Flores”  retorna em grande estilo à cena carioca em uma encenação artística de um requinte raro, que aborda temas como resiliência, ativismo animal e transforma luto em poesia trazendo Marcella Muniz em atuação ovacionada.</p>



<p class="has-text-align-center"> “Água Fresca para as Flores” prepara-se para viver a sua temporada mais afetuosa e especial até aqui. Depois de conquistar plateias pelo Brasil, acumulando temporadas de sucesso absoluto e passagens marcantes por diversas cidades , o monólogo desembarca no palco do Teatro Fashion Mall. Mais do que um retorno ao Rio de Janeiro, a temporada representa um reencontro com as origens da protagonista: a peça será encenada no coração de São Conrado, bairro onde a atriz Marcella Muniz reside e constrói sua história há 30 anos.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao longo de 75 minutos, a peça promove um mergulho sensível em temas urgentes, universais e profundamente conectados à experiência humana: a resiliência diante do luto, as nuances do feminino, o peso das profissões invisibilizadas, os desafios da maternidade e a superação de relacionamentos tóxicos.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço:<strong> </strong>23 de Agosto a 6 de Setembro / Teatro Fashion Mall / <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/122899/d/405200/s/2650207">Ingressos pela Sympla</a></p>
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		<title>Beth Zalcman volta aos palcos com &#8220;Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio&#8221; e &#8220;Ânima&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 14:12:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Espetáculos de grande sucesso nos palcos do país, &#8220;Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio&#8221; e &#8220;Ânima&#8221; voltam ao cartaz no Rio de Janeiro, com apenas duas apresentações cada, de 3 a 6 de setembro, no Teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes. Com texto da filósofa Lúcia Helena Galvão, as duas montagens fazem uma reflexão profunda [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Espetáculos de grande sucesso nos palcos do país, &#8220;Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio&#8221; e &#8220;Ânima&#8221; voltam ao cartaz no Rio de Janeiro, com apenas duas apresentações cada, de 3 a 6 de setembro, no Teatro Carlos Gomes, na Praça Tiradentes. Com texto da filósofa Lúcia Helena Galvão, as duas montagens fazem uma reflexão profunda sobre espiritualidade e sobre os mistérios e sentidos da vida. Com direção de Luiz Antonio Rocha, a atriz Beth Zalcman está à frente dos dois monólogos, que homenageiam mulheres místicas, pensadoras, idealistas e heroínas da história.<br><br>Em cartaz nos dias 3 e 4 de setembro, &#8220;Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio&#8221; já foi visto por cerca de 250 mil espectadores em mais de 225 apresentações pelo Brasil. Em pleno século XIX, quando as mulheres não tinham voz, a russa Helena Blavatsky rompeu paradigmas, enfrentou preconceitos, intolerâncias e opressões sociais para se lançar em uma viagem através do mundo em busca de conhecimento filosófico, espiritual e esotérico. Em 1875, junto com Henry Steel Olcott, fundou em Nova York a Sociedade Teosófica, que foi transferida para a Índia em 1879. A rápida expansão da Sociedade Teosófica na Europa e na América impulsionou a popularidade das religiões orientais e o renascimento do ocultismo moderno.</p>



<p class="has-text-align-center">Profunda conhecedora de Blavatsky, Lucia Helena marcou sua estreia no teatro ao criar um texto que resgata a atemporalidade da personagem, eliminando estereótipos que lhe foram associados. O texto traz ciência, religião, história, filosofia, a busca pelo conhecimento, a condição feminina e os pensamentos transformadores da filósofa em meio às adversidades de todas as épocas.&nbsp;&#8220;Desde o início da minha busca pelo conhecimento através da filosofia, me deparei com pensadores que dedicaram suas vidas a buscar, compilar e transmitir ideias que entrelaçam nossas vidas e compõe parte do que somos. Esta peça é uma forma comovida e contundente para homenagear esta mulher tão especial&#8221;, conclui.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A peça enfatiza a dimensão filosófica e humanista de Helena Blavatsky – sua busca incessante pelo conhecimento, o diálogo entre culturas, a defesa de uma fraternidade universal e a coragem de desafiar dogmas e preconceitos do seu tempo&#8221;, comenta o diretor&nbsp;Luiz Antonio Rocha.</p>



<p class="has-text-align-center">Com Blavatsky, Beth transmite à plateia o que a personagem lhe trouxe como ensinamento: determinação, entrega e escutar a voz do silêncio para melhor enxergar a si mesma e a humanidade.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Blavatsky me fez refletir, me despir de minhas certezas do mundo contemporâneo, para poder mergulhar na potência da alma humana, do feminino, nas reflexões profundas sobre a existência que deixamos adormecida dentro de nós. Trata-se de um texto belíssimo, um convite para que possamos escutar a nossa voz do silêncio&#8221;, afirma a atriz que, por este papel, recebeu o Prêmio CENYM de Teatro Nacional, da ATEB – Academia de Artes no Teatro do Brasil, como Melhor Atriz de 2023. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Serviço</u></strong>:</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>HELENA BLAVATSKY, A VOZ DO SILÊNCIO&#8217;</strong> <strong>Dias e horários: </strong>03 e 04 de setembro, às 19h <strong>Ingressos:</strong>   <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/125154/d/405937" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/125154/d/405937</a>  <strong>Classificação:</strong> 12 anos</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ÂNIMA</strong> <strong>Dias e horários: </strong>05 e 06 de setembro, às 17h <strong>Ingressos:</strong> <strong> <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/125155/d/405939" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/125155/d/405939</a></strong> <strong>Classificação:</strong> 12 anos</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Teatro Municipal Carlos Gomes:&nbsp;</strong>Praça Tiradentes, s/nº</p>
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		<title>Clara Sverner apresenta recital que percorre diferentes paisagens do piano europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concertos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sala Cecília Meireles recebe mais uma apresentação da série Piano na Sala. A pianista Clara Sverner sobe ao palco em recital solo com um programa que reúne obras de Wolfgang Amadeus Mozart, Claude Debussy, Maurice Ravel, Alexander Scriabin e Frédéric Chopin, em um percurso que atravessa diferentes momentos da literatura pianística europeia. Reconhecida como uma das mais importantes [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Sala Cecília Meireles recebe mais uma apresentação da série Piano na Sala. A pianista Clara Sverner sobe ao palco em recital solo com um programa que reúne obras de Wolfgang Amadeus Mozart, Claude Debussy, Maurice Ravel, Alexander Scriabin e Frédéric Chopin, em um percurso que atravessa diferentes momentos da literatura pianística europeia.  </p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecida como uma das mais importantes intérpretes brasileiras de sua geração, Clara Sverner construiu uma trajetória marcada pela versatilidade artística, pelo refinamento técnico e pela constante dedicação ao repertório pianístico. Em seu retorno à Sala Cecília Meireles, a pianista apresenta um programa que explora múltiplas possibilidades expressivas do instrumento, revelando contrastes de linguagem, sonoridade e atmosfera entre compositores de diferentes períodos e estéticas.</p>



<p class="has-text-align-center">O recital tem início com a célebre&nbsp;<em>Sonata em lá maior, KV 331</em>, de Mozart, conhecida pelo movimento final&nbsp;<em>Alla Turca</em>. A obra sintetiza o equilíbrio formal e a elegância do classicismo vienense, ao mesmo tempo em que evidencia a inventividade melódica e o caráter teatral característicos do compositor.</p>



<p class="has-text-align-center">A seguir, Clara Sverner interpreta&nbsp;<em>Feux d’artifice</em>, de Debussy, peça que encerra o segundo livro dos&nbsp;<em>Préludes</em>&nbsp;e se destaca pela riqueza tímbrica e pelas imagens sonoras de grande poder evocativo. Na sequência, a&nbsp;<em>Sonatine</em>, de Maurice Ravel, apresenta uma escrita de delicada precisão, em que convivem clareza formal, lirismo e refinamento harmônico, elementos centrais da linguagem do compositor francês.</p>



<p class="has-text-align-center">O programa prossegue com uma seleção dos&nbsp;<em>Prelúdios, Op. 11</em>, de Alexander Scriabin. Com peças breves e de grande intensidade poética, o ciclo revela diferentes estados de espírito e antecipa aspectos que marcariam a linguagem singular do compositor russo, transitando entre momentos de introspecção, lirismo e vigor expressivo.</p>



<p class="has-text-align-center">Encerrando o recital, o&nbsp;<em>Scherzo nº 2 em si bemol menor, Op. 31</em>, de Chopin apresenta um dos exemplos mais emblemáticos do romantismo pianístico. Alternando passagens de grande virtuosismo com momentos de profunda expressividade lírica, a obra evidencia a riqueza imaginativa e a extraordinária capacidade narrativa do compositor polonês.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao reunir obras de cinco compositores fundamentais da história da música, o recital de Clara Sverner convida o público a uma experiência de escuta que evidencia a diversidade de caminhos percorridos pela criação pianística entre os séculos XVIII e XX, reafirmando o piano como instrumento de permanente reinvenção artística.</p>



<p class="has-text-align-center">No coração da Lapa, a Sala Cecília Meireles é uma das mais importantes salas de concerto do país e figura entre os espaços mais singulares do panorama musical brasileiro. Sem corpos artísticos permanentes, mantém uma programação aberta que reúne intérpretes brasileiros e convidados internacionais ao longo de toda a temporada. Esse perfil consolidou o espaço como uma vitrine da produção musical do país e motivou o mote que acompanha sua atuação recente: “A Sala do Brasil”.</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2026, o edifício histórico que abriga a Sala Cecília Meireles celebra 130 anos. Instalado em um prédio inaugurado no final do século XIX, no coração da Lapa, o espaço tornou-se ao longo das décadas um dos principais palcos da música de concerto no país. A efeméride soma-se a outro marco recente: em 2025, a Sala Cecília Meireles completou 60 anos de funcionamento em sua configuração atual, consolidando-se como um dos centros mais ativos de difusão da música de concerto no Brasil.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><u>Programa:</u></strong></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)<br></strong>Sonata em lá maior, KV 331 – Alla Turca<em><br>I. Andante grazioso – Tema com variações<br>II. Menuetto<br>III. Alla Turca: Allegretto</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Claude Debussy (1862 – 1918)<br></strong>Feux d’artifice</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Maurice Ravel (1875 – 1937)<br></strong>Sonatine<em><br>I. Modéré<br>II. Mouvement de menuet<br>III. Animé</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Alexander Scriabin (1872 – 1915)<br></strong>Prelúdios, Op. 11 (seleção)<br><em>N° 1 em dó maior: Vivace<br>N° 2 em lá menor: Allegretto<br>N° 4 em mi menor: Lento<br>N° 5 em ré maior: Andante cantabile<br>N° 6 em si menor: Allegro<br>N° 9 em mi maior: Andantino<br>N° 12 em sol sustenido menor: Andante<br>N° 13 em sol maior: Lento<br>N° 14 em mi bemol menor: Presto<br>N° 19 em mi bemol maior: Affettuoso</em></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Frédéric Chopin (1810 – 1849)<br></strong>Scherzo n° 2 em si bemol menor, Op. 31</p>



<p>SERVIÇO: <strong>Dia 27 de agosto </strong>/ <strong>Ingressos a venda pelo site: </strong>Eleven Tickets (FUNARJ)  <strong>Local:</strong> Sala Cecília Meireles <strong>End:</strong> Rua da Lapa, 47 &#8211; Lapa <strong>Site:</strong> <a href="https://salaceciliameireles.rj.gov.br/">https://salaceciliameireles.rj.gov.br/</a> </p>
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		<title>Leo Gandelman Quarteto celebra 70 anos do saxofonista na Sala Cecília Meireles</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 11:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concertos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sala Cecília Meireles recebe Leo Gandelman na série Petrobras Sala Jazz. O saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical Leo Gandelman sobe ao palco com seu quarteto para um espetáculo especial em comemoração aos seus 70 anos de vida e 50 anos de dedicação ao saxofone. Reconhecido como um dos artistas que mais contribuíram para aproximar a música [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Sala Cecília Meireles recebe Leo Gandelman na série <em>Petrobras Sala Jazz</em>. O saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical Leo Gandelman sobe ao palco com seu quarteto para um espetáculo especial em comemoração aos seus 70 anos de vida e 50 anos de dedicação ao saxofone.  </p>



<p class="has-text-align-center">Reconhecido como um dos artistas que mais contribuíram para aproximar a música instrumental do grande público, Leo Gandelman construiu uma trajetória singular na cena musical brasileira. Desde os anos 1990, sua produção artística desempenha papel fundamental na popularização do jazz brasileiro e de outras vertentes da música instrumental, consolidando uma linguagem que transita com naturalidade entre a música brasileira, o jazz e a música de concerto e alcança públicos diversos no Brasil e no exterior.</p>



<p class="has-text-align-center">Ao lado de André Vasconcellos, no baixo, Eduardo Farias, ao piano, e Vitor Vieira, na bateria, Gandelman apresenta um repertório que percorre diferentes momentos de sua trajetória artística, reunindo composições que marcaram sua carreira e trabalhos mais recentes. O programa inclui ainda músicas de <em>Cosmos</em>, seu novo álbum, que será lançado em breve e representa o momento atual de sua produção artística.</p>



<p class="has-text-align-center">Aos 70 anos, Leo Gandelman celebra também cinco décadas de relação com o instrumento que definiu sua trajetória musical. O concerto na Sala Cecília Meireles revisita essa história sem se limitar a uma retrospectiva, colocando lado a lado diferentes períodos de sua produção e apontando para os caminhos que o saxofonista continua a explorar em sua obra. </p>



<p class="has-text-align-center">SERVIÇO: Dia 28 de agosto de 2026, sext-feira, às 19h Ingressos a venda pelo site: Eleven Tickets (FUNARJ) / Local: Sala Cecília Meireles End: Rua da Lapa, 47 &#8211; Lapa </p>
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