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	<title>Teatro - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Teatro - Rota Cult</title>
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		<title> Luiza Mariani estreia solo autoral, com direção de Bia Lessa no Teatro Poeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 14:08:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O peito feminino nunca foi apenas uma parte do corpo. Sagrado e censurado, desejado e rejeitado, símbolo de maternidade, sexualidade, beleza e doença, ele carrega as marcas dos diferentes olhares que a sociedade lançou sobre o corpo da mulher ao longo dos séculos. A peça &#8220;O que meu peito carrega sobre mim&#8221; entrelaça essa história coletiva [&#8230;]</p>
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<p>O peito feminino nunca foi apenas uma parte do corpo. Sagrado e censurado, desejado e rejeitado, símbolo de maternidade, sexualidade, beleza e doença, ele carrega as marcas dos diferentes olhares que a sociedade lançou sobre o corpo da mulher ao longo dos séculos.</p>



<p>A peça &#8220;O que meu peito carrega sobre mim&#8221; entrelaça essa história coletiva à experiência íntima de uma atriz que, desde os 19 anos, teve seu corpo sucessivamente transformado: uma cirurgia para diminuir os seios, a maternidade e a dificuldade de amamentar, próteses de silicone, o diagnóstico de câncer, a mastectomia e a reconstrução da mama.</p>



<p>Entre a Nossa Senhora que amamenta e a mulher contemporânea diante de uma mastectomia, o espetáculo atravessa desejo, vergonha, maternidade, sexualidade, padrões de beleza, doença e sobrevivência para perguntar: o que eu carrego no peito — ou o que o peito carrega sobre mim? </p>



<p>O ponto de partida do texto é o diagnóstico de um carcinoma na mama — e as quatro cirurgias que a atriz atravessou — para investigar o que o peito feminino carrega: corpo, identidade, memória e os sentidos que cada época lhe impôs.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Do relato mais íntimo, a peça abre caminho para uma investigação sobre a relação entre o peito feminino e a sociedade. Enquanto revisita sua história, recolhe os significados atribuídos ao peito ao longo do tempo — da Deusa Diana de Éfeso às amas de leite do Brasil colonial, da caça às bruxas na Inquisição ao boom do silicone nos anos 90 -, expondo como o desejo, a expectativa e a norma se inscrevem nos corpos das mulheres.</p>



<p>“Em novembro de 2024, descobri um carcinoma na mama esquerda — a mesma mama que amamentou às turras duas crianças, a mesma mama que já havia passado por duas cirurgias estéticas na juventude. Diante desse acontecimento, surgiu a necessidade de escrever. A escrita nasce como fluxo, como desejo de cuspir uma história que ainda estava entalada no peito. Não havia, no entanto, nenhuma intenção de transformá-la em teatro. Em fevereiro de 2025, para finalizar o tratamento, precisei me submeter a uma mastectomia dupla — tirei as duas mamas. Fui então me dando conta de que passei a vida inteira negociando</p>



<p>com o meu peito: grande demais, pequeno demais, caído demais, doente demais. Quatro cirurgias, cinco peitos diferentes ao longo da vida. Daí nasceu o desejo da peça — de contar uma história para além da doença, para além de mim. Por que será que passei uma vida em guerra com o meu peito? Será que toda mulher tem uma história para contar sobre o próprio peito? E os homens? De onde vem a nossa relação com o peito feminino?”, indaga a atriz.</p>



<p>O solo parte de uma experiência singular para tocar, de peito aberto, no que pertence a todos: a finitude, o desejo, a transformação do corpo e a liberdade de expor, sem medo, o que carregamos no peito.</p>



<p>“Fazer essa peça me instigou pelo tema que o texto propõe e abre muitas possibilidades de encenação. O peito nunca foi apenas uma parte do corpo. Foi — e continua sendo — um símbolo sobre o qual cada época projetou seus valores, seus desejos, seus medos e suas interdições. Estamos engessados dentro de um modelo de consumo, guiado por uma razão mercadológica e moral. E este trabalho nasce do encontro entre essas duas dimensões: de um lado, a história e a simbologia do peito feminino através dos séculos; de outro, a experiência concreta de uma mulher cujo corpo foi sucessivamente transformado por seus próprios desejos, pelos padrões de cada momento, pela maternidade e pela necessidade de sobreviver”, acrescenta a diretora Bia Lessa.</p>



<p>Sobre a escolha da diretora, Luiza conta: “Pensei no nome da Bia, porque eu queria ser provocada, conduzida para além da obviedade sugerida pelo texto. Queria ser convocada a pensar para além de mim, para além daquilo que eu, de alguma forma, já conheço e sei fazer. Bia é uma provocadora alegre, ousada e afetuosa”.</p>



<p>Luiza escolheu também o produtor Pablo Sanábio para ser seu sócio neste projeto, e o produtor se conectou imediatamente com a temática. “O câncer é um assunto que faz parte da minha vida. Tive um câncer na cabeça e hoje sou um paciente em remissão, então, quando a Luiza me convidou para ser sócio dela no projeto, era impossível dizer não. Primeiro, pela importância e pela potência desse tema, que nos atravessa de tantas maneiras. Depois, pela minha profunda admiração pela Luiza, pela coragem e pela força com que ela transforma uma experiência tão íntima em arte, reflexão e diálogo. E, também , pela oportunidade de estar ao lado da Bia Lessa, uma artista que admiro tanto. Fazer parte de O que meu peito carrega sobre mim é, para mim, também uma forma de celebrar a vida, a arte e a possibilidade de transformar experiências difíceis em encontros e afeto”, conta Pablo.</p>



<p>Serviço: 5 de Novembro a 20 de Dezembro / Teatro Poeira &#8211; R. São João Batista, 104 / <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/129151/d/423821">Ingressos pela Sympla</a></p>
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		<title>Cabaré do Teatro Gláucio Gill terá programação dedicada ao universo de Nelson Rodrigues</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 13:51:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após dois meses de hiato, o Cabaré do Teatro Gláucio Gill retoma sua programação em Copacabana com uma edição dedicada ao universo de Nelson Rodrigues. Cabaré Rodriguiano&#8221; reúne música, humor, sensualidade e drama para lançar um olhar contemporâneo sobre as paixões e contradições que atravessam a obra do dramaturgo. Com direção de Rodrigo França, idealização [&#8230;]</p>
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<p>Após dois meses de hiato, o Cabaré do Teatro Gláucio Gill retoma sua programação em Copacabana com uma edição dedicada ao universo de Nelson Rodrigues. Cabaré Rodriguiano&#8221; reúne música, humor, sensualidade e drama para lançar um olhar contemporâneo sobre as paixões e contradições que atravessam a obra do dramaturgo.</p>



<p>Com direção de Rodrigo França, idealização de Rafael Raposo e textos inéditos de Júlia Portes e Rodrigo Nogueira, a montagem não reproduz peças conhecidas do autor. Em vez disso, cria personagens e situações próprias, alimentadas por temas como casamento, traição, sexo, ciúme, culpa, violência, família e a distância entre o comportamento público e os desejos privados.</p>



<p>Em um Rio de Janeiro onde desejo e moralidade continuam sentados à mesma mesa, o espetáculo aproxima o imaginário rodriguiano das relações atuais. Mudaram os costumes, a linguagem e os códigos sociais, mas permanecem os conflitos que alimentam segredos familiares, paixões desmedidas e julgamentos morais.</p>



<p>A trilha musical, sob direção de Bruna Saraiva, percorre diferentes épocas e ajuda a construir a atmosfera do cabaré. O espírito carioca aparece na ironia diante da tragédia, na curiosidade sobre a vida alheia, no amor que perde o juízo e na capacidade de rir mesmo quando tudo parece prestes a desabar.</p>



<p>O elenco reúne Karla Tenório, Orlando Caldeira, João Vitor Linhares, Sara Hana, Yasmin Lifer, Daniel Bandeira, Paulo Ramalho, Frida Mota, Preto Viana, Júlia Portes e Lara Cunha. A banda é formada por Xandão Viana, Maria Bernardo e Bruna Saraiva.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong> Temporada: 16 de outubro a 1º de novembro de 2026 (exceto 25 de outubro) Local: Teatro Gláucio Gill Praça Cardeal Arcoverde s/nº, Copacabana / Vendas: bilheteria do teatro e site da <a href="https://funarj.eleventickets.com/#!/evento/beabb69402299f72e26268ef1ca24bde7f6e1821/45cc19721ef3b9ea194ae532adce52d8add83626" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Funarj</a></p>
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		<title>&#8220;Equina&#8221; faz nova temporada no Espaço Cultural Sérgio Porto</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como podemos propor outras formas de convivência entre humanos e não-humanos? É possível cultivar amizade e parentesco entre as espécies? O que podemos aprender com cavalos e éguas? Com esses questionamentos, as artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima convidam o público para assistir ao espetáculo &#8220;Equina&#8221;. A narrativa afetuosa busca pensar sobre políticas de cuidado [&#8230;]</p>
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<p>Como podemos propor outras formas de convivência entre humanos e não-humanos? É possível cultivar amizade e parentesco entre as espécies? O que podemos aprender com cavalos e éguas? Com esses questionamentos, as artistas-pesquisadoras Aline Bernardi e Dani Lima convidam o público para assistir ao espetáculo &#8220;Equina&#8221;.</p>



<p> A narrativa afetuosa busca pensar sobre políticas de cuidado e a manutenção da vida cultivadas a partir dessas relações interespécies. A criação é um desdobramento da pesquisa de doutorado de Aline, que também está em cena, no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da UFRJ.</p>



<p>&#8220;A aposta desta obra é investigar de forma fabulatória como as ecologias relacionais e as alianças interespécies podem propor modos de reparação micropolítica em um mundo danificado&#8221;, explica a bailarina e pesquisadora Aline Bernardi. &#8220;A criação é um desdobramento da minha pesquisa de doutorado, que fabula memórias da relação de amizade e parentesco que tenho com cavalos e éguas&#8221;, completa.&nbsp;</p>



<p>As raízes desta pesquisa remontam à infância de Aline, quando a artista morou na zona rural do oeste paulista, e teve uma convivência íntima com cavalos de uma fazenda onde seu pai trabalhava. A partir dessa história pessoal e dos diálogos travados com as pesquisadoras Donna Haraway, Vinciane Despret e Anna Tsing, &#8220;Equina&#8221; busca articular as três dimensões da ecologia, segundo o filósofo e psicanalista Félix Guattari: a das subjetividades, a social e a ambiental, para especular sobre o papel das alianças interespécies na regeneração da vida.</p>



<p>&#8220;Fazemos um convite para praticarmos parentesco e amizade com outras espécies. Queremos questionar o uso exploratório e extrativista dos cavalos e das éguas, assim como de outras espécies, no processo de civilização humana, que levam às consequências da crise socioambiental que a gente está vivendo. O que me interessa é convocar nossa espécie a cultivar imaginários de interdependência e conexões colaborativas com as outras espécies e com tudo que está vivo em nosso planeta&#8221;, observa Aline.&nbsp;A pesquisadora também aponta seu interesse em dialogar com as cosmovisões indígenas, que criam alianças afetivas com outras espécies, conceito proposto por Ailton Krenak, e cultivam relações de respeito com animais, vegetais, rios, florestas, montanhas.</p>



<p><strong><u>Serviço</u></strong> <strong>Temporada:</strong> de 07 a 29 de novembro  <strong>Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto/Sala Preta:</strong> Rua Visconde de Silva s/nº, ao lado do nº 292 – Humaitá. Acesso somente por escadas. / <strong>Classificação etária: </strong>18 anos / <strong>Venda de ingressos:</strong>  <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/128177" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/128177</a> e na bilheteria do centro cultural, de quarta a domingo das 15h às 21h.</p>
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		<title>&#8220;O Último Dia da Minha Vida&#8221; no Teatro Café Pequeno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Quem não luta pela memória, morre duas vezes&#8221;, É essa afirmação que atravessa O Último Dia da Minha Vida, espetáculo solo escrito, dirigido e interpretado por Ton de Melo, que chega ao Teatro Municipal Café Pequeno, no Leblon, para uma curta temporada em novembro. E se, diante da possibilidade de perder tudo, a única coisa [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-left"> </p>



<p class="has-text-align-left">“Quem não luta pela memória, morre duas vezes&#8221;, É essa afirmação que atravessa O Último Dia da Minha Vida, espetáculo solo escrito, dirigido e interpretado por Ton de Melo, que chega ao Teatro Municipal Café Pequeno, no Leblon, para uma curta temporada em novembro.</p>



<p class="has-text-align-left">E se, diante da possibilidade de perder tudo, a única coisa que nos restasse fosse a memória? Em uma encenação intimista, o monólogo convida o público a atravessar as lembranças de Ângelo, um homem que, em uma noite decisiva, abre seu baú e se depara com fragmentos de uma vida que ainda insiste em existir dentro dele.</p>



<p class="has-text-align-left">“Esse monólogo não é apenas uma peça. É um encontro. Entre mim e as tantas versões que já fui. Entre quem assiste e as perguntas que evitamos ouvir. É uma despedida, mas não no sentido literal. É um último dia que se estende, se repete e insiste, como se quisesse me lembrar de algo essencial: o que fica quando tudo o resto se vai?”, conta Ton de Melo.</p>



<p class="has-text-align-left">Fotografias, cartas e objetos guardam histórias que o tempo não conseguiu apagar. Entre afetos interrompidos, silêncios familiares, ausências e descobertas, Ângelo revisita os caminhos que o trouxeram até ali. O que começa como um encontro com o passado se transforma em uma investigação sobre identidade, família, luto e pertencimento. Afinal, quanto de nós existe nas histórias que contamos? E quanto permanece escondido naquilo que nunca tivemos coragem de dizer?</p>



<p class="has-text-align-left">Longe de tratar a memória apenas como saudade, o espetáculo a coloca em cena como gesto de resistência. Recordar é também reivindicar uma história, reconhecer as próprias raízes e impedir que determinadas existências desapareçam duas vezes. Entre o humor, a delicadeza e a emoção, O Último Dia da Minha Vida aproxima palco e plateia, convidando cada espectador a reconhecer algo de si na trajetória de Ângelo.</p>



<p class="has-text-align-left">É um espetáculo sobre o que perdemos, o que escondemos e aquilo que continua vivo em nós, mesmo quando acreditamos ter deixado tudo para trás. </p>



<p class="has-text-align-left">Ator, dramaturgo, escritor e produtor teatral, Ton de Melo constrói sua trajetória a partir de uma pesquisa artística que aproxima memória, identidade e experiência humana. Nascido em Pernambuco, criado na Paraíba e radicado no Rio de Janeiro desde a infância, desenvolve um teatro autoral interessado nas contradições dos afetos, nas histórias familiares e nas marcas que carregamos ao longo da vida. Autor de De Mãe Pra Filho e Cova Rasa, Ton reúne em O Último Dia da Minha Vida dramaturgia, direção e atuação, partindo de uma investigação íntima para criar uma obra que não pretende oferecer respostas prontas, mas abrir espaço para que cada pessoa encontre suas próprias perguntas.</p>



<p class="has-text-align-left">Em cena, cada detalhe guarda um fragmento daquilo que o tempo quase apagou. Paulo Denizot desenha, com a luz, as fronteiras entre presença e ausência; Felipe Katemani traduz identidade e ancestralidade no visagismo; e Bohêmia transforma o figurino em um arquivo afetivo, onde tecidos desgastados e remendos parecem guardar lembranças de uma vida inteira. A trilha sonora inédita de Maxwell Morales desperta aquilo que permanece escondido, enquanto Dani Gomes, Gabriel Espindola e Lorrayne Calazans registram gestos, expressões e silêncios que desaparecem quando as luzes se apagam. Em Minas Gerais, Lorrayne também produziu vídeos que prolongam a memória desses encontros.</p>



<p class="has-text-align-left">A programação visual da UMMA e a produção audiovisual de Peterson Pessoa e Lorrayne Calazans ajudam essa história a ultrapassar o palco. Mas há quem sustente essa memória longe dos olhos do público: Michael de Melo e Gabriel Espindola são meus braços direitos nessa caminhada. Enquanto estou em cena, entregando meu corpo e minha voz a Ângelo, são eles que me ajudam a manter tudo de pé. Existe uma beleza imensa em saber que não caminho sozinho, que há pessoas cuidando de um sonho que também se constrói com elas. Minha gratidão por essa parceria vai muito além de qualquer crédito.</p>



<p class="has-text-align-left">Na produção e direção artística, reúno essas sensibilidades para transformar em teatro aquilo que tantas vezes tememos perder: os vestígios de quem fomos, os afetos que nos constituíram e as pessoas que caminharam conosco. O Último Dia da Minha Vida é uma criação autoral, mas nunca solitária. Porque, no fim, talvez a memória seja justamente isso: a maneira que encontramos de continuar juntos, mesmo quando o tempo insiste em nos separar.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong>: Datas: 17, 18, 24 e 25 de novembro / Local: Teatro Municipal Café Pequeno Endereço: Avenida Ataulfo de Paiva, 269, Leblon / Classificação indicativa: A14 anos</p>
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		<title>Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro dedica o mês de novembro ao Nobel Dario Fo com dois espetáculos teatrais gratuitos</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No ano do centenário de nascimento e década de falecimento do Nobel Dario Fo, a programação cultural no IICRio apresentará dois espetáculos de sua autoria. O mês de novembro começa com uma montagem brasileira inédita em formato solo de “Mistero Buffo”, no dia 5, e termina com ”A Descoberta das Américas”, um dos maiores sucessos [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">No ano do centenário de nascimento e década de falecimento do Nobel Dario Fo, a programação cultural no IICRio apresentará dois espetáculos de sua autoria. O mês de novembro começa com uma montagem brasileira inédita em formato solo de “Mistero Buffo”, no dia 5, e termina com ”A Descoberta das Américas”, um dos maiores sucessos teatrais da primeira década do século XXI (dia 24).&nbsp;Vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1997, o dramaturgo, ator e diretor italiano Dario Fo&nbsp;teve seu trabalho marcado pela sátira política, pela farsa e pela herança da Commedia dell&#8217;Arte.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">“Mistero Buffo” combina humor irreverente, expressividade corporal e crítica social. Criado em 1969,&nbsp;<em>Mistero Buffo</em>&nbsp;recupera a tradição dos jograis medievais, artistas populares que percorriam praças e vilarejos contando histórias, divertindo o público e satirizando os poderosos. Inspirado em narrativas bíblicas, evangelhos apócrifos e histórias da tradição popular, Dario Fo recria episódios religiosos sob uma perspectiva inesperada: a das pessoas comuns, frequentemente esquecidas pela história oficial. Com situações absurdas, personagens caricatos e uma comicidade provocadora,&nbsp;<em>Mistero Buffo</em>&nbsp;transforma o riso em uma poderosa ferramenta de reflexão sobre as injustiças sociais, a autoridade e os abusos do poder.</p>



<p class="has-text-align-center">Na versão brasileira, Douglas Kodi dá vida a diferentes personagens por meio de uma interpretação marcada pelo dinamismo, pela improvisação e pelo domínio da expressão física e vocal. Com poucos recursos cênicos, o ator conduz o público por uma sucessão de histórias divertidas e surpreendentes, resgatando a essência do teatro popular italiano: um teatro que estabelece uma relação direta com a plateia, provoca gargalhadas e, ao mesmo tempo, convida à reflexão. A montagem é fruto de uma intensa colaboração artística entre Douglas Kodi, diretor do Teatro do Alvorecer, de Maringá, e a Fraternal Compagnia, de Bolonha, especializada na tradição da Commedia dell’Arte. O projeto foi desenvolvido a partir do intercâmbio e do trabalho conjunto com Luca Comastri, diretor artístico da companhia italiana, cuja trajetória é dedicada ao teatro físico, à comicidade e às técnicas expressivas da tradição teatral italiana.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação do Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro segue até o final do ano com eventos de música, dança e teatro, além de outros dedicados ao cinema e literatura italianos. A agenda completa está disponível em&nbsp;<a href="https://iicrio.esteri.it/it/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>https://iicrio.esteri.it/it/</strong></a><strong>.&nbsp;</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Mais informações e atualizações também podem ser acompanhadas pelo Instagram&nbsp;<strong>@iicrio</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Mistero Buffo/Dario Fo 100 anos – dia 5 de novembro, quinta-feira, às 19h</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Produção do Teatro do Alvorecer e da Fraternal Compagnia (Itália)</p>



<p class="has-text-align-center">Com Douglas Kodi, direção de Lucas Comastri.</p>



<p class="has-text-align-center">Em 2026, ano do centenário de nascimento e década de falecimento do Nobel Dario Fo, o Teatro do Alvorecer apresenta no Rio de Janeiro uma montagem brasileira inédita em formato solo de Mistero Buffo, com licenciamento oficial dos direitos autorais. Estreou com tradução inédita para o português, unindo textos apócrifos e tradições medievais sob a direção do italiano Luca Comastri (Fraternal Compagnia di Teatro, Bolonha). Em cena, Douglas Kodi resgata a figura do giullare popular, utilizando apenas o corpo, a voz e a sátira para multiplicar personagens em monólogos que mudam a cada sessão. A obra coroa mais de uma década de intensa pesquisa do ator sobre a Commedia dell’arte e as tradições populares entre o Brasil e a Itália.</p>



<p class="has-text-align-center">O Teatro do Alvorecer, fundado em Maringá (2022) por Douglas Kodi, desenvolve pesquisas em teatro popular, dramaturgia do ator e intercâmbios internacionais, com destaque para a parceria com a Fraternal Compagnia di Teatro (Bolonha). Seu repertório transita entre criações autorais e clássicos, acumulando indicações ao Troféu Gralha Azul em categorias como Melhor Ator, Direção e Iluminação.</p>



<p class="has-text-align-center">Douglas Kodi, ator, dramaturgo e pesquisador, é doutor em Teatro pela UDESC (onde realiza pós-doutorado) e especialista em Commedia dell’arte. Integrou por seis anos o grupo Arte da Comédia (Curitiba) com o maestro Roberto Innocente e soma residências artísticas e trocas culturais entre o Brasil e a Itália. Em Mistero Buffo, assina a tradução, a adaptação e a interpretação solo.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Local: Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (Av. Pres. Antônio Carlos, 40 / 4º andar – Centro, Rio de Janeiro)</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Entrada gratuita&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ingressos pelo Sympla </p>
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		<title>&#8220;Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!&#8221; chega ao Teatro Multiplan Village Mall</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 15:43:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sucesso está de volta! O show oficial da premiada série &#8220;Bluey retorna ao Rio de Janeiro. &#8220;Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!&#8221; chega ao Teatro Multiplan Village Mall, na Barra da Tijuca, em curta temporada de 07 a 22 de novembro. Aclamado mundialmente, o desenho animado é produzido pela Ludo Studio, vencedor do Emmy®, e [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-left">O sucesso está de volta! O show oficial da premiada série &#8220;Bluey retorna ao Rio de Janeiro. &#8220;Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!&#8221; chega ao Teatro Multiplan Village Mall, na Barra da Tijuca, em curta temporada de 07 a 22 de novembro. Aclamado mundialmente, o desenho animado é produzido pela Ludo Studio, vencedor do Emmy®, e distribuído pela BBC Studios.</p>



<p class="has-text-align-left">Bluey é uma adorável e incansável&nbsp;cachorrinha da raça Blue Heeler, que vive com sua mãe, seu pai e sua irmãzinha, Bingo. Com energia de sobra, Bluey transforma qualquer brincadeira em jogos imprevisíveis e hilariantes, envolvendo toda a família e o bairro em seu universo cheio de imaginação e diversão. Esta aventura chega aos palcos em uma adaptação teatral original desenvolvida especialmente para a América Latina. O espetáculo conta com um elenco de 14 atores e bailarinos, músicas da série e as vozes dos dubladores oficiais brasileiros do desenho.</p>



<p class="has-text-align-left">&#8220;Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!&#8221; oferece uma experiência imersiva que transporta o público diretamente para o coração da família Heeler. Na história, Bluey e seus familiares transformam cada cômodo da casa em um palco de brincadeiras e descobertas. Em cada espaço, situações divertidas reforçam a importância da união. Ao longo do espetáculo, os fãs são convidados a refletir sobre os valores da convivência em família, do apoio mútuo e da alegria de brincar. O show oficial brasileiro é resultado de uma parceria BBC Studios, Lotus Global e Turbilhão de Ideias.</p>



<p class="has-text-align-left">Para Gustavo Nunes, diretor da Turbilhão de Ideias, &#8220;a realização de Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!, em uma parceria inédita com a Lotus Global, a BBC e a Ludo, representa um passo importante para o entretenimento familiar no teatro brasileiro. Essa união de marcas globais com a excelência da produção local traz a magia de uma das séries infantis mais queridas do mundo para os palcos do país. Mais do que diversão, o projeto valoriza a convivência em família. O carinho do público local com um espetáculo de magnitude global.&#8221;.</p>



<p><strong><u>Serviço:</u></strong> <strong>Datas:</strong> De 07 a 22 de novembro / <strong>Local: </strong>Teatro Multiplan Village Mall <strong>Endereço:</strong> Avenida das Américas 3900,  <strong>Ingresso</strong>s<strong>:</strong>  (<a href="https://bileto.sympla.com.br/event/125440/d/407184" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/125440/d/407184</a>)  <br></p>
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		<title>Orquestra Forte de Copacabana apresenta concerto gratuito com clássicos da MPB e ritmos latinos </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concertos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Combinando sucessos da Música Popular Brasileira à sonoridade latina, a Orquestra Forte de Copacabana realizará um concerto gratuito no Forte de Copacabana. Sob a regência de Luiz Potter, o grupo apresentará clássicos nacionais e composições internacionais, incluindo ritmos como o mambo e o bolero, ambos de origem cubana, além de obras ligadas ao jazz latino. Entre as músicas [&#8230;]</p>
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<p>Combinando sucessos da Música Popular Brasileira à sonoridade latina, a Orquestra Forte de Copacabana realizará um concerto gratuito no Forte de Copacabana. Sob a regência de Luiz Potter, o grupo apresentará clássicos nacionais e composições internacionais, incluindo ritmos como o mambo e o bolero, ambos de origem cubana, além de obras ligadas ao jazz latino.</p>



<p>Entre as músicas brasileiras, o repertório tem &#8220;Ladeira da Preguiça&#8221;, de Gilberto Gil, a bossa &#8220;Só Danço Samba&#8221;, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes e &#8220;Oduduá&#8221;, de Moacir Santos e Nei Lopes, trazendo ao concerto referências da sonoridade afro-brasileira. Nomes como João Donato, Lysias Enio e Jacob do Bandolim também irão compor a apresentação.&nbsp;</p>



<p>A seleção internacional inclui &#8220;Sway&#8221;, dos compositores mexicanos Luis Demetrio e Pablo Beltrán Ruiz, &#8220;Mambop&#8221;, do trompetista cubano Arturo Sandoval e &#8220;One More Once&#8221;, do pianista dominicano Michel Camilo.&nbsp;</p>



<p>&#8220;<em>O concerto é uma oportunidade para os integrantes da Orquestra e o público entrarem em contato com diferentes ritmos e tradições, ampliando suas referências musicais. Esse intercâmbio enriquece a formação dos músicos e permite que eles explorem novas possibilidades sonoras, sem deixar de valorizar a riqueza da música brasileira</em>&#8220;, afirma Márcia Melchior, fundadora e diretora da Orquestra Forte de Copacabana.</p>



<p><strong>SERVIÇO:</strong> Data: 7 de novembro de 2026, sábado Horário: 18h / Local: Forte de Copacabana &#8211; Praça Cel. Eugênio Franco, 1, Posto 6 &#8211; Copacabana. Entrada gratuita. Livre.</p>
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		<title>&#8220;Pearl Jam Symphonic&#8221;, com Black Circle e Nova Orquestra, no Teatro Multiplan</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 13:19:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Concertos]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O espetáculo  &#8220;Pearl Jam Symphonic&#8221;  com Black Circle e Nova Orquestra, acontece no Teatro Multiplan &#8211; VillageMall. No projeto &#8220;Pearl Jam Symphonic&#8221; a Black Circle executa clássicos do Pearl Jam com arranjo de orquestra, além de algumas &#8220;surpresas grunge&#8221; para o público. O espetáculo é arranjado e regido por Dhouglas Umabel, violinista da Ospa (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), uma das orquestras mais [&#8230;]</p>
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<p>O espetáculo  &#8220;Pearl Jam Symphonic&#8221;  com Black Circle e Nova Orquestra, acontece no Teatro Multiplan &#8211; VillageMall. No projeto &#8220;Pearl Jam Symphonic&#8221; a Black Circle executa clássicos do Pearl Jam com arranjo de orquestra, além de algumas &#8220;surpresas grunge&#8221; para o público. O espetáculo é arranjado e regido por Dhouglas Umabel, violinista da Ospa (Orquestra Sinfônica de Porto Alegre), uma das orquestras mais respeitadas da América Latina. </p>



<p>Em quase duas horas de show, o público irá presenciar um espetáculo feito de fã para fã, revisitando todos os álbuns do grupo de Seattle e todas as fases dessa banda que marcou história. Este ano o projeto entrou em sua terceira temporada, com um repertório novo, homenageando além do Pearl Jam, outras bandas de Seattle. A direção artística é de Sérgio Filho e a produção executiva é de Mauricio Trilha, especialista na criação de espetáculos do gênero. </p>



<p><strong> Serviço: Dia: </strong>2 de Novembro <br><strong>Endereço: </strong>Shopping VillageMall &#8211; Av. das Américas, 3.900 – Barra da Tijuca. <br><strong>Mais informações: </strong><a href="http://bileto.sympla.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bileto.sympla.com.br</a> ou pelo telefone  21 30309970</p>
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		<title>&#8220;Dora e Theo&#8221;, de Renata Mizrahi, faz temporada no Sesc Copacabana</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adulto]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mulher de família tradicional, de 75 anos, pode ter o desejo de romper com&#160;seu casamento de 50 anos para viver uma nova vida?&#160;&#160;‘Dora e Theo’ coloca em foco os desejos de uma mulher de&#160;75 anos que entende que não suporta mais esconder seus impulsos vitais. Dora, vivida pela experiente e premiada Stela Freitas (completando [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-left">Uma mulher de família tradicional, de 75 anos, pode ter o desejo de romper com&nbsp;seu casamento de 50 anos para viver uma nova vida?&nbsp;&nbsp;‘Dora e Theo’ coloca em foco os desejos de uma mulher de&nbsp;75 anos que entende que não suporta mais esconder seus impulsos vitais. Dora, vivida pela experiente e premiada Stela Freitas (completando 55 anos de carreira),&nbsp;quer&nbsp;viver e resgatar sua feminilidade, seu vigor, sua paixão. Por isso, não aguenta&nbsp;quando fazem uma festa surpresa de Bodas de Ouro. Ela não pode mais disfarçar, comodisfarçou a vida toda, a vontade de mudar. Então, ela vai embora. É na casa de seu amado&nbsp;neto que ela encontra acolhimento. Theo, vivido por Hugo Germano, tem 23 anos e admira Dora, mas entende&nbsp;que não conhece sua avó de verdade, a Dora que se revela para ele. Eles vivem um&nbsp;embate de gerações, aprendem a respeitar a idade um do outro, vivendo momentos&nbsp;ímpares, cômicos e profundos. São poucas as histórias que dão luz aos desejos de uma geração&nbsp;com mais de 75 anos. Geração essa que continua sentindo desejos. Dora quer novos e&nbsp;ressignificar seu modo de enxergar a vida.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-left">O novo texto da premiada dramaturga Renata Mizrahi, é calcado na transformação da avó ao conviver com o neto e na transformação do neto ao conviver com a avó.&nbsp;&nbsp;Ele apresenta diálogos ágeis e dinâmicos, uma marca da autora. Dessa forma a plateia se engaja e se atravessa com a história como se estivesse a vivendo junto com os personagens. A direção é da autora com Priscila Vidca completando 13 anos de parceria. Juntas elas já realizaram as premiadas: “Os Sapos”, “Silêncio!”, “Gabriel Só Quer Ser Ele Mesmo”, além de “O Poeta Aviador” e “Vale Night”.&nbsp;&nbsp;&nbsp;O cenário será de Doris Rollemberg, figurino de Guilherme Reis, iluminação de Elisa Tandeta, trilha sonora de Renata Mizrahi e Priscila Vidca e direção de produção de Sandro Rabelo, também parceiro de Renata há 15 anos.</p>



<p class="has-text-align-left">A autora Renata explica a origem: “Escrevi Dora e Theo, há 10 anos, logo após a estreia do meu curta-metragem Bodas (com Othon Bastos e Suzana Faini). No curta, Dora está se separando do marido Caio, em plena festa de Bodas de Ouro. No final, ela vai embora. Muitas pessoas que viram me perguntaram: para onde Dora foi? E eu brincava: fugiu para a casa do neto. Com o tempo fui imaginando como seria essa situação. E daí surgiu a peça.” Priscila Vidca que assina a direção junto Renata, complementa: “Dirigir em parceria é conciliar e se colocar, é provocar e ser provocado, é abdicar do ego e trabalhar pelo espetáculo. Ao longo de mais de 13 anos dirigindo ao lado da Renata, entendi que dirigir em parceria é buscar o caminho do meio, compreendendo que o espetáculo que vai ser apresentado não é o espetáculo da Priscila ou o espetáculo da Renata e o espetáculo de nós duas. Ele é continuamente negociado, experimentado, alterado, levando em si o melhor de cada uma e de nós duas Em DORA E THEO encontramos dois personagens no auge da crise após uma ruptura e a partir daí, vem a escuta a descoberta, os significados e resignificação, encontros e crescimentos. Tal qual no caminho construído dirigindo espetáculos ao lado da Renata.”</p>



<p><strong>SERVIÇO:</strong> <strong>Datas: </strong>de 05 A 29 de novembro. Quintas e sextas &#8211; 19h | sábados e domingos &#8211; 17h / <strong>Local: </strong>SESC COPACABANA &#8211; SALA MULTIUSO. <strong>Endereço</strong>: Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana  / <strong>Ingressos:</strong> na bilheteria da unidade e pelo site <a href="http://ingresso.com/">ingresso.com</a></p>
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		<title>&#8220;Quintal&#8221; volta aos palcos no Teatro Municipal Ziembinski</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 16:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No subúrbio carioca, a vida de brincadeiras, aprendizado e memórias de quatro crianças está ameaçada pelo dito &#8220;progresso&#8221;. Mas um progresso para quem? Com isso, elas se unem numa aventura para defender o seu quintal. Esse é o ponto de partida de &#8220;Quintal&#8221;, espetáculo infanto-juvenil, autoral e inédito do Grupo Concreto, que volta aos palcos [&#8230;]</p>
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<p>No subúrbio carioca, a vida de brincadeiras, aprendizado e memórias de quatro crianças está ameaçada pelo dito &#8220;progresso&#8221;. Mas um progresso para quem? Com isso, elas se unem numa aventura para defender o seu quintal. Esse é o ponto de partida de &#8220;Quintal&#8221;, espetáculo infanto-juvenil, autoral e inédito do Grupo Concreto, que volta aos palcos no Teatro Municipal Ziembinski.</p>



<p>A peça – que fez sua estreia em 2025 com grande sucesso – percorre a história de quatro crianças com sua rotina transformada pela chegada de uma construtora multimilionária, liderada pelo &#8220;Dr. Desordem&#8221;. Ele planeja comprar as suas casas para erguer um condomínio de luxo. Com a ajuda de uma goiabeira mágica no quintal que compartilham, elas usam a brincadeira e a imaginação para combater o supervilão e suas lucrativas manobras de convencimento dos adultos.</p>



<p>&#8220;Quintal&#8221; é um espetáculo infanto-juvenil, autoral e inédito que tem a premissa de resgatar a importância da brincadeira na formação da criança periférica e de preservar a memória de bairros marginalizados diante da transformação do território causada pela especulação imobiliária.&nbsp;</p>



<p>Propondo uma experiência que une música, bonecos e teatro de sombras para crianças de 6 a 10 anos, o espetáculo foi supervisionado pelo artista e professor gonçalense Gabriel Mendes, investigador do teatro infantil afro-centrado, ganhador do prêmio de Melhor Direção no CBTIJ 2018 com o trabalho &#8220;Omi &#8211; do leito ao mar&#8221;. Já a trilha sonora interpretada pelo elenco no palco é formada por composições criadas exclusivamente para a peça. </p>



<p><strong>Serviço:</strong> Temporada: de 31 de outubro a 22 de novembro<br>Sessões: sábados e domingos, às 16h / Local: Teatro Municipal Ziembinski &#8211; Rua Heitor Beltrão, s/n (em frente à estação de metrô São Francisco Xavier), Tijuca  Ingressos: <a href="https://bileto.sympla.com.br/event/127080/d/414591/s/2695044" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bileto.sympla.com.br/event/</a>  </p>
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