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	<title>#DicaLionsgate+ - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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		<title>A Bruxa de Blair: Reveja  filme do estilo horror found footage</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 17:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já saturado hoje em dia, o estilo de horror found footage se baseia em criar uma narrativa semirreal, onde uma filmagem amadora de um evento sobrenatural é feita e achada pela produção do filme. Totalmente estabelecida no cinema com franquias de Atividade Paranormal e a franquia espanhola de REC, contudo é necessário um pioneiro no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-109130 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/A-Bruxa-de-Blair.jpg" alt="A Bruxa de Blair" width="310" height="163" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/A-Bruxa-de-Blair.jpg 310w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/04/A-Bruxa-de-Blair-300x158.jpg 300w" sizes="(max-width: 310px) 100vw, 310px" />Já saturado hoje em dia, o estilo de horror found footage se baseia em criar uma narrativa semirreal, onde uma filmagem amadora de um evento sobrenatural é feita e achada pela produção do filme. Totalmente estabelecida no cinema com franquias de <em>Atividade Paranormal</em> e a franquia espanhola de <em>REC,</em> contudo é necessário um pioneiro no estilo para que essa enxurrada aconteça, e este é o caso de <em>A Bruxa de Blair.</em></p>
<p style="text-align: center;">O filme se baseia em uma filmagem feita por três estudantes de cinema que estão produzindo um documentário sobre a lenda da Bruxa de Blair, uma figura misteriosa que assombra uma floresta nos arredores de Burkittsville, Maryland. Infelizmente, algumas lendas são apenas histórias reais que foram esquecidas.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, dizer que <em>A Bruxa de Blair</em> é realmente o pioneiro, no sentido de ser o primeiro, dentro do gênero found footage é incorreto, porém o filme é sem dúvida o mais relevante, e foi o responsável por disseminar esse estilo de filmagem. Verdade seja dita, na época do lançamento a crítica odiou por completo o filme, em grande parte porque ele era dissonante com o estilo de outros filmes de terror, mas o que foi uníssono foi como a campanha de marketing sobre o filme foi diabolicamente bem feita.</p>
<p style="text-align: center;">Lançado em 1999, a produção se aproveitou do poder que a internet já tinha naquela época. Toda a campanha de marketing se baseou em realmente vender o filme como um documentário real, (dizem as más línguas, baseado em fatos reais) o que maximizou a experiência das pessoas no cinema em um novo nível.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro e direção de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez explora um tema clássico do terror, o medo do desconhecido. A bruxa nunca aparece de fato, enquanto a narrativa do filme deixa lacunas para o público decidir se aqueles eventos sobrenaturais são factuais ou se são criados por uma atmosfera propícia para pessoas facilmente impressionáveis.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, o filme foi um excelente investimento para a produtora. Foi oferecido um orçamento de 60 milhões de dólares e arrecadou quase 250 milhões, lucrando o triplo do investimento. O que prova uma velha teoria sobre o cinema, que as adversidades geram bons filmes quando se tem criatividade.</p>
<p style="text-align: center;">Fato é, <em>A Bruxa de Blair</em> é um filme que se destaca por sua abordagem inovadora, atmosfera angustiante e capacidade de envolver o espectador em uma narrativa assustadora. Se você é fã de filmes de terror que exploram o poder do suspense psicológico, certamente vale a pena conferir essa obra icônica do gênero. <a href="https://www.lionsgateplus.com/br/pt?utm_source=google&amp;utm_medium=paid_search&amp;utm_campaign=18470257571_625091597480_kwd-1684188589434&amp;gclid=CjwKCAjwpayjBhAnEiwA-7ena60ZBa6RltyFybY5POuIdMDnsesjxIQHJbYRGgUwuQMgmSQ5HcrMKhoCPVcQAvD_BwE">Filme está disponível na LIONSGATE+!</a></p>
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		<title>Victoria &#038; Abdul, filme baseado em fatos, está na LIONSGATE+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 14:00:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É fato que a Era Vitoriana foi apogeu de todo o Império Britânico, o sol nunca se punha para o império da Rainha Victoria (Judi Dench). Após algumas décadas como imperatriz da Índia, a rainha recebe em seu palácio dois homens que viriam para lhe entregar uma medalha cerimonial, foi nesse momento que a rainha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_115903" aria-describedby="caption-attachment-115903" style="width: 431px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class=" wp-image-115903" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/victoria-e-abdul.jpg" alt="Victoria e Abdul" width="431" height="287" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/victoria-e-abdul.jpg 680w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/victoria-e-abdul-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/07/victoria-e-abdul-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 431px) 100vw, 431px" /><figcaption id="caption-attachment-115903" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">É fato que a Era Vitoriana foi apogeu de todo o Império Britânico, o sol nunca se punha para o império da Rainha Victoria (Judi Dench). Após algumas décadas como imperatriz da Índia, a rainha recebe em seu palácio dois homens que viriam para lhe entregar uma medalha cerimonial, foi nesse momento que a rainha conheceu Abdul Karim (Ali Fazal), dando início a uma amizade inusitada que tentaria ser apagada da história.</p>
<p style="text-align: center;">O longa, baseado no livro da jornalista Shrabani Basu, &#8220;Victoria &amp; Abdul – The Extraordinary True Story of the Queen’s Closest Confidant”, conta a história dessa amizade entre a rainha e um mulçumano indiano que viaja para participar do Jubileu de Ouro e é surpreendido ao conhecer a própria Rainha.</p>
<p style="text-align: center;">Obviamente, que os elementos principais que brilham nesta obra são: as atuações de Judi e Ali, e a produção belíssima da época Vitoriana. Sem dúvida, a dinâmica entre Victoria e Abdul só funciona graças aos atores que realmente conseguem transparecer esse senso de amizade. Judi Dench apresenta momentos da Rainha Victoria em seus últimos anos de vida, trazendo uma rainha cansada, rabugenta, mas que se encanta por este súdito de outro país que traz um ar novidade na vida monótona da realeza. Em uma das cenas mais engraçadas, a rainha está em um grande banquete e começa a comer, sem conversar com ninguém, enquanto os outros convidados comem e conversam. Logo se descobre que ou se come ou se conversa, pois quando a rainha determina seu prato, tudo é retirado. São momentos minúsculos, como uma mudança de expressão, que trazem brilhantismo para a atuação de Dench.</p>
<p style="text-align: center;">Das locações, aos protocolos de etiquetas e figurinos, tudo é extremamente fiel à época. É, certamente, um deleite visual ver aquelas roupas variadas e cheias de cor. Aliás, o que torna este filme ímpar, é que ele é de fato dele ser baseado em fatos reais, incluindo a tentativa de Eduardo VII, filho de Victoria, de apagar totalmente Abdul da história da mãe. Fato é, a rainha não se dava nem um pouco bem com seu sucessor, e ao ver um indiano ser mais bem quisto por sua mãe, o futuro rei não aceitaria que isso ficasse registrado nos anais da história.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Victoria &amp; Abdul: O Confidente da Rainha</em> é o clássico filme que aquece o coração e também é uma joia para os fãs de obras baseadas em fatos históricos. Filme está em cartaz na<a href="https://www.lionsgateplus.com/br/pt?utm_source=google&amp;utm_medium=paid_search&amp;utm_campaign=18470257571_625091597480_kwd-1684188589434&amp;gclid=CjwKCAjw3POhBhBQEiwAqTCuBlASNoTDJF9ENOPx591YLDdajE6_xdwNFktxabhpceA79DbW9lq67BoC0lkQAvD_BwE"> LIONSGATE+.</a></p>
<p><iframe title="&quot;Vitória &amp; Abdul&quot; - Trailer Oficial Legendado (Universal Pictures Portugal)" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/hAjR1vy9NJI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>A Colina Escarlate, romance gótico de Guillermo del Toro, na LIONSGATE+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 14:00:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mundialmente conhecido cineasta, Guillermo Del Toro, conhecido por seu estilo de terror fantástico, tem sua marca registrada ao longo da sua extensa cinematografia. Recentemente indicado ao Oscar®,  O Beco do Pesadelo e A Forma da Água, o cineasta nascido em Guadalajara tem em A Colina Escarlate, um romance gótico digno de cenas clássicas no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-159457 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Colina-Escarlate-Mia-Wasikowska.jpg" alt="A Colina Escarlate, romance gótico de Guillermo del Toro, na LIONSGATE+" width="407" height="271" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Colina-Escarlate-Mia-Wasikowska.jpg 1080w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Colina-Escarlate-Mia-Wasikowska-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Colina-Escarlate-Mia-Wasikowska-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Colina-Escarlate-Mia-Wasikowska-768x512.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Colina-Escarlate-Mia-Wasikowska-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Colina-Escarlate-Mia-Wasikowska-1068x712.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/A-Colina-Escarlate-Mia-Wasikowska-630x420.jpg 630w" sizes="auto, (max-width: 407px) 100vw, 407px" />O mundialmente conhecido cineasta, Guillermo Del Toro, conhecido por seu estilo de terror fantástico, tem sua marca registrada ao longo da sua extensa cinematografia. Recentemente indicado ao Oscar®,  <em>O Beco do Pesadelo</em> e <em>A Forma da Água, </em>o cineasta nascido em Guadalajara tem em <em>A Colina Escarlate</em>, um romance gótico digno de cenas clássicas no gênero terror fantástico. O cineasta, que estudou Efeitos Especiais e maquiagem com o artista Dick Smith, fundou sua própria empresa para assim ter mais liberdade em suas produções.</p>
<p style="text-align: center;">Muitas vezes não sabemos por onde começar na obra de um cineasta autoral como Guillermo, e por isso <em>A Colina Escarlate</em> vale a pena ser indicada como um porta de entrada para o Universo Del Toro. É claro que filmes como <em>A Espinha do Diabo, Hellboy e O Labirinto do Fauno</em> devem ser vistos também. Mas por que começar por <em>A Colina Escarlate?</em></p>
<p style="text-align: center;">O longa, de autoria de Guillermo com Matthew Robbins, ambientado em Buffalo, Nova York, em 1901, conta a história da jovem Edith Cushing (Mia Wasikowska) filha de um banqueiro que sonha em ser uma escritora, contudo, diferente de outras autoras, a jovem escreve histórias de fantasmas. Em paralelo a isso, a jovem conhece os irmãos Thomas e Lucille Sharpe (Tom Hiddleston e Jessica Chastain), figuras curiosas que chegam ao círculo social de Edith.</p>
<p style="text-align: center;">Avessa aos eventos da alta sociedade, a garota trabalha na tentativa de emplacar seu primeiro livro, enquanto foge do amor, sentimento representado por seu amigo de infância, o bonitão Alan McMichael. Porém, em uma reunião no escritório do pai, ela conhece Thomas Sharpe (Tom Hiddleston), um inventor inglês que tenta na América conquistar patrocínio para uma de suas máquinas, por qual ela se apaixona e virá a se casar e, enfim, se mudarem para sede da família Sharpe, a Colina Escarlate, que tem esse nome por conta da terra vermelha na qual circunda a mansão.</p>
<p style="text-align: center;">Caindo aos pedaços, a mansão vai revelando seu segredos para Edith, segredos de morte, assassinato e luxúria, onde os fantasmas não são meras histórias, mas, sim são muito reais.</p>
<p style="text-align: center;"><em> A Colina Escarlate</em> funciona muito bem como abertura para o mundo de Del Toro, não apenas por um elenco de peso, que conta também com Charlie Hunnam e Jim Beaver, mas também pela incrível qualidade técnica. Nele, vemos o apreço do cineasta pelos efeitos especiais e pela maquiagem, aliás, é o que não falta aqui. Além disso, toda a mansão Sharpe foi construída em tamanho real, para ser um cenário vivo, para ser um outro personagem na trama. Certamente, instrumento fundamental na narrativa!</p>
<p style="text-align: center;">Não à toa a cor escarlate está em destaque no título, como dito, a terra da colina é vermelha, tão vermelha quanto sangue. Desta forma, vemos como a  mansão da família Sharpe foi erguida em sangue, outro elemento fundamental em seus filmes. Nos levando a estética em que trabalha, a cor vermelha, neste caso, se torna um símbolo para atividades sobrenaturais no filme. E assim o diretor segue em sua cinematografia,  suas narrativas são embebidas pela sua estética muitas vezes exuberante ao mesmo tempo que sombria.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, Benedict Cumberbatch foi originalmente escalado como o protagonista masculino, mas teve que deixar o projeto sendo substituído por Tom Hiddleston, que por sua vez,  pediu a bênção de Cumberbatch antes de aceitar o papel. Aliás, Benedict Cumberbatch afirmou que não houve desavenças ele e o diretor Guillermo del Toro. O fato do ator deixar o projeto foi um acordo amigável entre os dois. Além disso, Emma Stone foi originalmente escalada como uma das protagonistas, mas teve de abandonar devido a conflitos de agenda. Ela foi substituída por Mia Wasikowska. E assim o elenco formado desfila por cenas dignas de um clássico!</p>
<p style="text-align: center;">Ainda que pareça simples,<em> A Colina Escarlate</em> é um excelente sessão de terror pipoca que cativa pela qualidade técnica, pela sua estética gótica que nunca sai de moda, e por trazer todo o estilo deste laureado cineasta. Em <em> A Colina Escarlate, </em>Del Toro trabalha com seu grande parceiro, Doug Jones, que performa na mesma maestria que fez o fauno ou a criatura de <em>A Forma da Água.</em></p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="c2SbrLVGORM"><iframe loading="lazy" title="A Colina Escarlate - Trailer Internacional" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/c2SbrLVGORM?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Halloween: A Noite do Terror, ícone do cinema de terror, está na Lionsgate+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2023 14:00:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre existe aquela obra que finca sua marca na história, passando a influenciar filmes do mesmo gênero por anos a fio. Criado por John Carpenter e Debra Hill, Halloween: A Noite do Terror é um ícone do terror slasher da história do cinema. A trama narra a saga de morte de Michael Myers, que é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-156813 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Halloween-2.jpg" alt="Halloween: A Noite do Terror" width="475" height="217" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Halloween-2.jpg 700w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Halloween-2-300x137.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Halloween-2-696x320.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 475px) 100vw, 475px" />Sempre existe aquela obra que finca sua marca na história, passando a influenciar filmes do mesmo gênero por anos a fio. Criado por John Carpenter e Debra Hill, <em>Halloween: A Noite do Terror</em> é um ícone do terror slasher da história do cinema. A trama narra a saga de morte de Michael Myers, que é a personificação do puro mal. Sendo um assassino desde criança, Michael foge da prisão e começa a perseguir a jovem Laurie, imortalizada por Jamie Lee Curtis. Cabe a Laurie e ao Dr. Loomis derrotarem essa força homicida implacável que é Michael Myers.</p>
<p style="text-align: center;">Não é exagero definir <em>Halloween</em> como um ícone do cinema, pois ele criou marcas de roteiro e direção que foram refeitas à exaustão. O filme abrindo com a câmera subjetiva em Michael e a presença constante que o assassino possuiu no franquia são algumas dessas marcas.</p>
<p style="text-align: center;">Michael é o assassino mais famoso de todos justamente pela sua máscara trazer essa força não humana, nunca revelando seu rosto, seus olhos sempre escuros sob a máscara.  Dr. Loomis, maior antagonista de Michael, descobriu que Michael não é um homem, e, sim, o mal absoluto.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Halloween: A Noite do Terror</em> conta com um roteiro que cria um personagem tão denso, tão complexo e cheio de incógnitas capaz de enriquecer ainda mais o personagem. O remake horrendo (no mau sentido), de Rob Zombie, tenta embasar um porquê para Michael ser como é, mas acaba jogando fora esse enigma que é o personagem. Aliás, muitas vezes a melhor explicação é a não explicação.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, outro elemento além da direção e do roteiro é a trilha sonora criada também por Carpenter. Indo na contramão de outras trilhas da época, a de <em>Halloween</em> é profundamente minimalista e usada em momentos chave para que a tensão do filme seja elevada à enésima potência. Junto a câmera vagarosa que te prepara o tempo todo para algo acontecer, deixando o espectador a espreita.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Halloween: A Noite do Terror</em> é, certamente, uma obra prima do cinema de terror e jamais chegará aos pés de Michael Myers, pois sua sombra já cobriu todo gênero slasher.</p>
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		<title>&#8220;O Nome da Rosa&#8221;, obra baseada na obra-prima de Umberto Eco, está disponível na LIONSGATE+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2023 11:10:23 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: center;">Ambientada no séc. XIV, a história conta como o frade franciscano Guilherme de Baskerville é enviado a um monastério para mediar o encontro da ordem de Francisco de Assis com os líderes de outras ordens da Igreja Católica, e evitar um conflito que pode resultar na caça dos franciscanos. Quando chega, Guilherme se depara com um misterioso assassinato, e junto de seu pupilo. Adso de Melk, se esforça para resolver esta trama macabra.</p>
<p style="text-align: center;">Em 2019, o épico foi reformulado no formato de minissérie e está disponível hoje na LIONSGATE+, com John Turturro como Guilherme de Baskerville, Damian Hardung como Adso de Melk, e Rupert Everett como Bernardo Gui.</p>
<p style="text-align: center;">Na série, &#8220;O Nome da Rosa&#8221;, o roteiro é tão fiel ao livro assim como o filme. Além disso, acrescenta algumas subtramas que enriquecem a história. Os quatro primeiros episódios nos ambientam totalmente dentro da época. Com um orçamento de 30 milhões de dólares  cenários de igrejas do período, a área da biblioteca do monastério, e também o figurino ganham ares datados. Aliás, é belíssimo como as roupas dos cardeais foram feitas, chega a ser hipnótico!</p>
<p style="text-align: center;">A investigação é um dos pontos centrais da trama, que é guiada com maestria pela direção e atuação de Turturro. Em nenhum momento o roteiro julga que o público não tem capacidade intelectual para entender, muito pelo contrário. Tanto a série quanto o livro convida o público para uma viagem na história da Idade Média. Outro elemento central da trama é a biblioteca no monastério. Durante todo o Medievo, várias ordens eclesiásticas eram responsáveis pela manufatura de livros, que eram verdadeiros tesouros. Umberto Eco foi conhecido mundialmente como um grande bibliófilo, e transpassou tudo isso para seu livro. A série passa da mesma maneira a sacralidade do livro, o carinho e esmero que se tinha com aqueles tomos fantásticos.</p>
<p style="text-align: center;">Tanto filme como a minissérie tem seus pontos fortes, mas por ser uma mídia mais longa, a série, certamente, consegue passar toda a beleza e imersão que Umberto Eco propõe com sua obra. &#8220;O Nome da Rosa&#8221; é, surpreendentemente, uma ótima adaptação. Certamente, a opção perfeita para quem gosta de mistério, história e livros.</p>
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		<title>&#8220;The Girl From Plainville&#8221; recorda tragédia da vida real</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2023 13:53:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaLionsgate+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;The Girl From Plainville&#8221; recorda tragédia da vida real, com Colton Ryan e Elle Fanning em como Conrad e Michelle. O desafio dos criadores Liz Hannah e Patrick Macmanus foi enorme. A história de Coco e Michelle não apenas tinha sido dissecada pela imprensa na época, como a série documental &#8220;Eu Te Amo, Agora Morra&#8221; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#8220;The Girl From Plainville&#8221; recorda tragédia da vida real, com Colton Ryan e Elle Fanning em como Conrad e Michelle. O desafio dos criadores Liz Hannah e Patrick Macmanus foi enorme. A história de Coco e Michelle não apenas tinha sido dissecada pela imprensa na época, como a série documental &#8220;Eu Te Amo, Agora Morra&#8221; (2019), da HBO, foi bem-sucedida em recontar toda a trajetória trágica do caso. Mas &#8220;The Girl From Plainville&#8221; vai mais longe e cria uma obra ficcional sobre a relação conturbada.</p>
<p style="text-align: center;">Explorando as nuances de seus personagens, &#8220;The Girl From Plainville&#8221; faz um retrato  sofrido de ambos os lados, sem romantizar ou fazer espetáculo em cima das decisões de Coco. Além disso, a série explora a temática da bulimia e depressão, com convição.</p>
<figure id="attachment_146664" aria-describedby="caption-attachment-146664" style="width: 496px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-146664" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/The-Girl-from-Plainville.jpg" alt="&quot;The Girl from Plainville&quot;" width="496" height="329" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/The-Girl-from-Plainville.jpg 919w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/The-Girl-from-Plainville-300x199.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/The-Girl-from-Plainville-768x510.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/The-Girl-from-Plainville-696x462.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/The-Girl-from-Plainville-633x420.jpg 633w" sizes="auto, (max-width: 496px) 100vw, 496px" /><figcaption id="caption-attachment-146664" class="wp-caption-text">Still</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;">Potencializada pela atuação enérgica de Elle Fanning, a jornada da personagem descontrói o mito da garota psicótica que influenciou o namorado a se matar. Aliás, Elle Fanning ficou muito parecida com a verdadeira Michelle Carter, assim como todo o elenco. A caracterização é impressionante! As atuações são honestas, mas cabe a Fanning ser a cereja do bolo de &#8220;The Girl From Plainville&#8221;. A atriz construiu um personagem crível com atuação expressiva.</p>
<p style="text-align: center;">Excessivamente lenta, a minissérie possui pouco sabor para os que amam thrillers dramáticos e depende muito da curiosidade alheia para garantir a concentração do público geral até o final.</p>
<p style="text-align: center;">A série é baseada em fatos reais. Em 2014, a história macabra de Conrad “Coco” Roy e Michelle Carter estampou as páginas de todos os jornais e revistas dos Estados Unidos. Ele, um jovem de apenas 18 anos, tirou a própria vida após a namorada, de 17, incentivá-lo a fazer isso através de mensagens de texto.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;The Girl From Plainville&#8221; retrata a relação de dois jovens que se comunicavam quase que o tempo todo apenas por meios virtuais. Embora tenham se conhecido e se aproximado durante as férias de verão da escola, ambos moravam em cidades diferentes.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;The Girl From Plainville&#8221; está disponível no Lionsgate Plus.</p>
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