“Amor Profundo” conta a história de amor e paixão entre Freddie, um piloto das Forças Áreas Britânica e Hester, esposa de um juiz da Suprema Corte.
Tom Hiddleston e Kate Winslet protagonizam esse amor escondido em uma época onde os valores da sociedade não permitiam adultérios.
Com uma fotografia escura, que reflete o momento da personagem de Kate Winslet, o filme incomoda visualmente, permitindo que o telespectador  saia no meio da sessão ou até acabe dormindo. Uma pena!
Chega a ser um desperdícios de talentos! Mesmo sendo uma adaptação (“Amor Profundo” é uma adaptação da peça de Terrence Rattigan sobre Hester Collyer) , o filme não agrada pela falta de ritmo, ele simplesmente não engata, e não é pela época refletida nas telas, é por uma questão de roteiro, apenas.
Quanto aos atores, todos fazem um bom trabalho, mas  é Kate Winslet, como sempre, que além  de fazer um belíssimo trabalho, se destaca.
A Trilha Sonora junto com a Fotografia te remete a uma Ópera angustiante capaz de deixar o telespectador a flor da pele.

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