Na ilha de Amami, os habitantes vivem em harmonia com a natureza e creem que um deus habita em cada árvore, cada pedra e cada planta. Numa noite de verão, Kaito descobre o corpo de um homem no mar, e sua amiga Kyoko vai ajudá-lo a desvendar este mistério. Juntos, se tornam amigos inseparáveis e irão aprender a ser adultos.

“O  Segredo das Águas”  é um filme de grande expressividade sobre os anseios mais íntimos de seus personagens. Ele começa com uma brisa, tem um certo espirito de liberdade, além de abordar a descoberta da morte e do amor pela visão de seus protagonistas com muita poesia.

“o mar está vivo”, a sua relação com os personagens transparece a sensação de inquietude dos jovens.

Delicado, frágil, bonito, “O  Segredo das Águas”  se apropria de um cenário cercado de ambientes naturais como uma possibilidade de refúgio e da liberdade. 

Com uma fotografia bonita, boas sequências de câmera e personagens interessantes, o filme tem a habilidade de seduzir o espectador, ainda assim, o excesso de sensibilidade nem sempre funciona e Naomi Kawase derrapa ao determinar um ritmo moroso à narrativa.

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