A produtora da CBS, Mary Papes (Cate Blanchett), juntamente com o âncora Dan Rather (Robert Redford) suspeitam de que o presidente George W. Bush foi um dos muitos jovens privilegiados que usou os seus contatos para não combater na Guerra do Vietnã. Armando uma exposição, os dois pretendem levar a história ao ar, mas o fato só começa uma guerra entre o poder constituído na tentativa de tirar o crédito das informações, além de abalar o emprego dos dois.

Parece que a temática jornalistica está em alta, depois de “Spotlight” , vencedor do Oscar deste ano, chega aos cinemas “Conspiração e Poder”, baseado no livro “Verdade e Dever: A imprensa, o presidente e os privilégios do poder”  de Mary Papes.


O filme conduz a empreitada jornalística investigativa sobre a atuação militar do presidente Bush, justo em período decisivo da sua reeleição.

O drama real em meio às eleições norte-americanas que culminaram com a vitória do republicano George W. Bush,  conta com um roteiro bem construído e a direção competente do estreante James Vanderbilt mais conhecido como roteirista. O diretor leva as telas o mundo do jornalismo investigativo com avidez e realismo.

O filme se desenrola em ambiente no qual as inquietações dos profissionais da rede CBS e oferece elementos para que se discutam prováveis erros na apuração conduzida por Mary e sua equipe, entre eles, o âncora Dan Rather, representado por Robert Redford, podem vir a afetar eleições que contrapõem Bush e John Kerry.

Cate Blanchett é quem brilha no filme, alias rouba a cena! A atriz que cada vez mais vem provando sua versatilidade e talento, interpreta a produtora do programa “60 minutos” com mais garra do que nunca. Parece que o personagem cai como uma luva nela, Cate se veste completamente de Mary Papes, assim se despindo de qualquer resquício de outros enredos.

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