Beatriz (Mina Nercessian) é uma mulher solteira convicta, de 35 anos e viciada em trabalho. Aspirações de vida comuns à muitas mulheres, como se casar, passam longe de seu mundo. Porém, ao descobrir que está entrando em uma menopausa precoce e só tem seis meses para encontrar um pai para seu futuro filho, ela vê suas convicções completamente abaladas. Com isso, ela se aventura numa missão quase impossível que envolve recuperar o tempo perdido e achar, em poucos meses, o parceiro ideal para a vida e para ser o pai do seu filho.

Sim, você já viu esse filme antes, mas Solteira Quase Surtando tem alguns diferenciais. O longa cujo propósito principal é divertir e entreter o grande público, até tem mensagens no seu roteiro (escrito pela própria Mina Nercessian), como as prioridades da vida e as velhas e boas relações de amizade.

  Com um roteiro  inspirado em comédias românticas como Minha Vida em Marte, Solteira Quase Surtando é um filme mulherzinha para ver com as amigas e comer pipoca.  Completamente focado no universo feminino, mesmo com um pezinho no drama da protagonista, o filme não se preocupa em se desenvolver para esse gênero. Ele traz um tom de comedia, de proposito, para você ver a vida com mais leveza e mais amor próprio também.  No meio das questões de Bia, Ravi, o melhor amigo gay, toma a cena com direito a uma trama digna de novelão mexicano.

Quem merece destaque é Letícia Birkheuer (em boa atuação), que interpreta uma mulher que optou por ser mãe de família. Sem maquiagem e de moletom o tempo todo, a atriz se desconstrói da imagem que a mídia produz sobre ela.

 

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