Emily Blunt traz lado feminino à Indiana Jones.

Chegou hoje aos cinemas, Jungle Cruise, o novo filme da Disney Studios sobre uma aventura pela Amazônia com o sagaz capitão Frank Wolff (The Rock) e a pesquisadora Dra. Lily Houghton (Emily Blunt), uma mulher além do seu tempo. Destemida e aventureira, ela viaja da Inglaterra para a floresta amazônica, junto com seu irmão McGregor (Jack Whitehall) determinada a encontrar uma árvore milenar com poderes curativos que podem mudar o futuro da medicina.

Nesta épica jornada, o trio enfrenta inúmeros perigos e forças sobrenaturais, sempre à espreita na enganosa beleza da exuberante floresta tropical. Mas, enquanto os segredos da árvore perdida se revelam, os riscos só aumentam. Agora, o destino deles e o da humanidade está em jogo.

O filme, cheio de efeitos visuais, revisita as franquias Indiana Jones, A Múmia, e Piratas do Caribe, essa miscelânea faz de Jungle Cruise um filme espirituoso, com orçamento de um típico blockbuster, daqueles que o espectador gosta de ver.

Dirigido por Jaume Collet-Serra, o filme é cheio de carisma por conta de seu elenco, que, aliás, tem ótima química em cena. Além disso, é Emily Blunt quem brilha e toma conta do longa. A feminina Indiana Jones traz graça e talento (o que ela tem de sobra) à produção repleta de misticismo.

O filme é, surpreendentemente, inspirado na atração Jungle Cruise, inaugurada em 1955 no Disneyland Park, na Califórnia, onde os visitantes são guiados pelos rios mais remotos do mundo. Na atração, os visitantes encontram hipopótamos, leões, elefantes e outros animais selvagens, no meio de cenários inesperados ao longo do caminho.

Dwayne Johnson contou que Fazer um filme como Jungle Cruise foi uma grande oportunidade. “Quando filmes como este são feitos da maneira certa, eles te pegam. Você está sentado no cinema e se deixa levar, sai do cinema flutuando e se sentido incrivelmente bem”.

 

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