Top Gun: MaverickA tão esperada sequencia de Top Gun — Ases indomáveis (1986), enfim, chega aos cinemas com muita nostalgia e gostinho de quero mais! Top Gun: Maverick repete o sucesso do filme dos anos 80 com Pete “Maverick” Mitchell rompendo os limites novamente. Coisas que só Tom Cruise faz por você!

Misturando com maestria nostalgia e ação, Top Gun: Maverick alça alto com uma sequência fantástica, após 36 anos depois do primeiro filme.

Depois de mais de 30 anos de serviço como um dos principais aviadores da Marinha, Maverick enfrenta drones e prova que o fator humano ainda é essencial, em um mundo contemporâneo das guerras tecnológicas. Mais velho, mas não necessariamente mais sábio, o que é se de esperar de Maverick, o temerário piloto da Marinha tem o mau hábito de não obedecer ordens.

Completamente surreal, com sequencias de tirar o folego, Top Gun: Maverick é aquele filme pipoca que vai te fazer ficar preso na cadeira (com direito a crises de labirintite) . Obviamente, o filme replica a disputa competitiva entre os pilotos cada vez mais exigentes. Além disso, a presença de Val Kilmer no longa é, certamente, de cortar o coração!

O ator perdeu a voz devido a um câncer na garganta há seis anos, porém Val Kilmer enfrentou uma longa batalha contra a doença na garganta, que o deixou com algumas complicações. Devido ao tratamento, ele precisou se submeter a uma traqueostomia de emergência: médicos realizaram uma incisão em sua traqueia para permitir que ele respirasse, o que o forçou a usar um tubo de alimentação para comer e fez com que ele perdesse a capacidade de vocalizar.

Com um enredo carregado por um certo drama, Maverick ainda se culpa por Goose, após todos esses anos, além de se preocupar com o filho de seu melhor amigo, o filme traz um toque melodramático, que funciona inesperadamente bem. Aliás, uma dedicatória ao falecido Tony Scott, que dirigiu o original, é a cereja do bolo desse tom melancólico.

A sequência do clássico fez com que todos os atores tivessem que aprender a pilotar, com direito a treinamento elaborado pelo próprio Tom Cruise. Greg Tarzan Davies contou em entrevista que teve que aprender a voar e também a nadar, “Eu não sabia.! Tivemos que aprender e fazer um teste de natação para entrar no (caça) F-18. O Tom  criou um intensivo, um programa de voo, onde aprendemos a pilotar um Cessna, X300, L-39 e o F-18. Foi intenso, mas ver aquilo na tela é incrível”.

Já Miles Teller, que vive o piloto Bradley Bradshaw, comparou a sensação de pilotar os jatos a ter ‘sete quilos de tijolos sobre o peito’. “Tivemos muito tempo para nos sentirmos confortáveis nesses jatos. É girar em círculos, sei lá, umas 30 vezes e depois tentar atuar. Em seguida, adicionar sete mil quilos de tijolos sobre o peito. É como parece quando estamos nos jatos”, finalizou.

 

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