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	<title>Críticas - Rota Cult</title>
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	<title>Críticas - Rota Cult</title>
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		<title>O Segredo da Floresta &#124; Hinduísmo é tema de filme de terror</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 13:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Criticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De produção norte-americana, O Segredo da Floresta conta a viagem de Amy (Vanessa Curry) e Jay (Sahil Shroff) a Índia, país de origem de Jay. Já no início das férias, o casal resgata uma menina de 11 anos que, após sofrer um ritual bizarro, foi trancada num casebre. Infelizmente, a boa ação dos dois liberta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">De produção norte-americana, <em>O Segredo da Floresta </em>conta a viagem de Amy (Vanessa Curry) e Jay (Sahil Shroff) a Índia, país de origem de Jay. Já no início das férias, o casal resgata uma menina de 11 anos que, após sofrer um ritual bizarro, foi trancada num casebre. Infelizmente, a boa ação dos dois liberta o terror, e eles vão se arrepender amargamente disto.</p>
<p style="text-align: center;"><em>O Segredo da Floresta </em>é o tipo de filme barato que tem tantas possibilidades originais e inexplorados pelo cinema dos EUA. Mas o roteiro de Vikram Jayakumar e Arjun Grover escolhe a história já batida da criança possuída por um espírito assassino. Mesmo sendo uma trama feita, refeita e reinventada várias vezes, se bem executada, da certo. Neste filme, no geral, ela não tem uma execução decente.</p>
<p style="text-align: center;">Em primeiro lugar ninguém explica de onde vem o fantasma, se diz ser a mãe da menina, Asha (Tvisha Seema), mas o porquê ela está possuindo a filha, não sabemos. Aliás, demora muito tempo pra entender que o espírito é um espírito humano, pois a câmera nem mostra direito o tal fantasma. Não é necessário mostrar o seu monstro, ou fantasma nesse caso, sempre. O terror através da subjetividade do público é totalmente justo, contudo Vikram não sabe fazer isto como diretor, ou não entende como esse recurso funciona.</p>
<p style="text-align: center;">Todos os elementos que tornam este filme ruim podem ser resumidos em falta de direção. A fotografia é totalmente apática, o que só é pior quando levamos em conta que o filme se passa na Índia, um país imensamente colorido. A trilha sonora não combina em nada com esse tipo de filme, ora há um piano melancólico que do nada se transforma num grave de instrumentos de sobro. As atuações do elenco são razoáveis, nada muito extraordinário.</p>
<p style="text-align: center;">A cultura hindu tem cerca 330 milhões de divindades, sem falar nas seitas tenebrosas que existem no passado do hinduísmo, e apesar de todas essas possibilidades fantásticas, o roteiro escolhe ser pobre, ele é medíocre por opção. <em>O Segredo da Floresta </em>é esquecido no momento que pipoca acabar, porque só assim para conseguir terminar o filme.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="mkarKlrFJFs"><iframe title="O Segredo Da Floresta - Trailer // Cinema Virtual" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/mkarKlrFJFs?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Raw &#8211; Mostra: Midnight Movies</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 16:14:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Envolto em polêmicas e controvérsias, assisti Grave ou Raw, como queiram chamar, uma produção Franco/Belga, premiado na última edição do Festival de Cannes, longa que traz cenas explícitas de canibalismo, fez pessoas passarem mal e desmaiarem em uma sessão à meia-noite no Festival de Toronto, no Canadá. Mas independente do marketing do filme e tudo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Envolto em polêmicas e controvérsias, assisti Grave ou Raw, como queiram chamar, uma produção Franco/Belga, premiado na última edição do Festival de Cannes, longa que traz cenas explícitas de canibalismo, fez pessoas passarem mal e desmaiarem em uma sessão à meia-noite no Festival de Toronto, no Canadá. Mas independente do marketing do filme e tudo o cerca, a grande pergunta fica, o filme é bom? Sim e muito, vamos as considerações.</p>
<p style="text-align: justify;">O longa nos apresenta a personagem Justine, vivido pela atriz Garance Marillier ( ótima em seu papel de estréia, uma jovem vegetariana, introvertida que acaba de entrar na faculdade de veterinária. Na semana do trote ela é obrigada pelos veteranos a comer um pedaço cru de fígado de coelho, um grande choque pessoal para ela, já que ela se recusa a engolir qualquer tipo carne, como é mostrado no inicio do filme. A partir daí, embarcamos em uma viagem sem volta ao mais tenebroso, obscuro e assustador comportamento ou desvio de um ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma coisa a se falar de Raw, e remarei contra a maré, é que ele de forma alguma se encaixa no gênero terror, e sim um drama familiar e porque não pessoal, a roteirista e diretora, também estreante Julia Ducournau, deixa isso bem claro, amarrando a historia de uma forma onde gradativamente a personagem vai descobrindo um lado que estava ali, esse comportamento apenas estava adormecido, e bastava um ‘’gatilho’’ ( o trote e a convivência maior com a irmã, que é a válvula motriz para que Justine entre nesse universo do canibalismo ) para ser despertado. Deixando de lado o terror e fazendo com que o expectador, entenda que estamos diante de um drama e que ela não faz isso para querer ser notada, ou ser diferente. O roteiro faz também um belíssimo trabalho em não ser obvio e nos presenteia com alguns ‘’Plot-Twists’’ que levam o filme de forma bem orgânica e totalmente coerente com a narrativa, alem da grande preocupação com os personagens coadjuvantes, que seguram muito bem o filme ( sua Irma Alexia, e seu colega de quarto Adrien )</p>
<p style="text-align: justify;">E é claro que não poderia deixa de citar a belíssima trilha perturbadora e incomoda, que da todo tom de claustrofobia, agonia, tensão que vive a personagem e que desde o inicio dos créditos, já sabemos que filme esperar</p>
<p style="text-align: justify;">Raw é um filme que fala sobre comportamento humano, onde as barreiras do normal e correto para a sociedade são quebradas de forma crua e explicita, e as inúmeras conseqüências por ela causadas. Um filme que vai ficar na sua memória por um bom tempo, em um final ( sem spoilers ) totalmente coerente com tudo aquilo que vimos e acompanhamos. Sem sombras de duvidas, um dos melhores filmes do ano, dono de umas 4 cenas realmente de se contorcer na cadeira ( tentem resistir a cena do dedo ), o mais incrível, explicito sim, gratuito não. Mas certamente indicado para quem tem estomago forte.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cartaz na Mostra: Midnight Movies</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="wHCqQilit1o"><iframe width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/wHCqQilit1o?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Então Morri &#8211; Mostra: Première Brasil: Novos Rumos longa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2016 15:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estava pensando antes de escrever este texto, que adjetivos eu qualifico esse documentário brasileiro Então Morri, de Bia Lessa e Dany Roland. O documentário nos convida a conhecer e entrar no mundo de uma mulher do nascimento ate sua morte, mas ai é que começa a genialidade desta produção. O filme começa a montar esse quebra-cabeça, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava pensando antes de escrever este texto, que adjetivos eu qualifico esse documentário brasileiro <em>Então Morri,</em> de Bia Lessa e Dany Roland.</p>
<p style="text-align: justify;">O documentário nos convida a conhecer e entrar no mundo de uma mulher do nascimento ate sua morte, mas ai é que começa a genialidade desta produção. O filme começa a montar esse quebra-cabeça, essa colcha de retalhos a partir da morte de uma senhora (bem idosa) e toda comoção de seus familiares e entes queridos, tudo real e feito por pessoas reais.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Então Morri</em> foi filmado ao longo de 20 anos em diferentes cidades do nordeste e do Pará.</p>
<p style="text-align: justify;">A genialidade do longa esta em inúmeros pontos, a começar pela sua estrutura básica e incrível, que é contar uma historia começando pela morte e a partir dai, inserir as diferentes famílias, sempre centralizando na mulher, e a vida como ela é, sempre regredindo, uma mistura de <em>Boyhood</em> com <em>Benjamin Button,</em> passando pela perda do marido, seu casamento, sua adolescência, o primeiro beijo até seu nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Então Morri</em> é o retrato genuíno de um país gigantesco chamado Brasil, onde suas diferentes culturas interagem, sobrevivem, tem seus anseios, suas tristezas. Não existe ator no longa, tudo que se vê na tela é real.</p>
<p style="text-align: justify;">E como é lindo você se emocionar com as diferentes facetas de um pais que não conhecemos, e não fazemos parte dele. E prepare o seu coração porque o filme tem um dos melhores finais da história do cinema, e dá um sentido totalmente diferente sobre o nome do filme.</p>
<p style="text-align: justify;">É com essas produções que temos que ter orgulho do nosso cinema, e saber que ele não ser resume as inúmeras &#8220;Globochanchadas&#8221; que jogam na nossa cara. Temos uma diversidade fílmica absurda e que precisa ser valorizada por todos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, e com tudo isso, acho que já tenho os adjetivos para definir <em>Então Morri</em>: Sensacional, Lindo, Maravilhoso, Impactante.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cartaz na Mostra: Première Brasil: Novos Rumos longa.</p>
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		<item>
		<title>Indignação &#8211; Panorama do Cinema Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Evelyn Blaut-Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2016 15:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para não ser recrutado e enviado para a guerra na Coreia, Marcus consegue uma vaga na Universidade de Ohio. Mas não é bem assim. Marcus perdeu primos nessa mesma guerra, sempre foi um aluno nota 10 e não é só do serviço militar que ele escapa indo para a universidade, mas também do seu pai [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-15708 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/indignação-cartaz-202x300.jpg" alt="indignacao-cartaz" width="202" height="300" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/indignação-cartaz-202x300.jpg 202w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/indignação-cartaz.jpg 244w" sizes="(max-width: 202px) 100vw, 202px" />Para não ser recrutado e enviado para a guerra na Coreia, Marcus consegue uma vaga na Universidade de Ohio. Mas não é bem assim. Marcus perdeu primos nessa mesma guerra, sempre foi um aluno nota 10 e não é só do serviço militar que ele escapa indo para a universidade, mas também do seu pai autoritário, um açougueiro kosher. Em 1951 tudo parece sombrio. Não só nos Estados Unidos. Não só para um judeu pobre de Nova Jersey. Na universidade, Marcus faz amizade com seus companheiros de quarto, dois judeus não-ortodoxos. Mas eles não são tão legais quanto parecem. Ele trabalha na biblioteca do campus e conhece Olivia. Eles saem pra jantar. Mas Olivia não é bem o que se espera de uma garota nos anos 50. Marcus precisa explicar ao diretor (ou reitor?) porque decidiu mudar de quarto. Mas a conversa com o reitor (ou diretor?) mais parece um interrogatório. Marcus desmaia. Mas não é bem assim.</p>
<p style="text-align: justify;">Estrelado por Logan Lerman, protagonista da franquia Percy Jackson, a produção americana e brasileira da RT Features de Rodrigo Teixeira (de Frances Ha e Alemão) propõe uma reflexão sobre repressões morais e sexuais contextualizada nos EUA dos anos 1950, com estreia na direção do veterano produtor e roteirista James Schamus. Mas o longa, baseado no romance homônimo de Philip Roth, não reflete apenas um tempo de repressões. É também um filme redondo sobre como o amor sobrevive, apesar da dor e da angústia em ambientes de constante desejo e submissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cartaz na Mostra Panorama do Cinema Mundial.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="utfiKaJzOJs"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/utfiKaJzOJs?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Drácula &#8211; Mostra: Monstros da Universal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2016 14:30:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Drácula é um dos melhores livros da história da literatura de terror, se não o melhor. Assim, é lógico que inspirou tantos filmes ao longo dos últimos anos. Destes, é possível que a mais famosa seja a versão de 1931, no entanto, não é o melhor, não há dúvida sobre isso, mas é o mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-15743 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/dracula-242x300.jpg" alt="dracula" width="242" height="300" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/dracula-242x300.jpg 242w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/dracula.jpg 244w" sizes="auto, (max-width: 242px) 100vw, 242px" />Drácula</em> é um dos melhores livros da história da literatura de terror, se não o melhor. Assim, é lógico que inspirou tantos filmes ao longo dos últimos anos. Destes, é possível que a mais famosa seja a versão de 1931, no entanto, não é o melhor, não há dúvida sobre isso, mas é o mais amado por muitos cinéfilos (para mim também).</p>
<p style="text-align: justify;">Analisar um filme antigo, não e uma das tarefas mais fáceis, ainda mais com 85 anos de diferença. Vocês, caros leitores, tem a noção exata de toda transformação que o cinema passou, se modernizou, se atualizou, devido a isso, se conseguirmos entrar na nossa máquina do tempo e analisar as dificuldades, a transição do cinema mudo para o falado, vai ter em <em>Drácula</em> uma experiência bem interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta primeira adaptação oficial (<em>Nosferatu de Murnau</em> de 1922, não detinha os direitos autorais) um dos melhores diretores do cinema mudo, Tod Browning condensa o conto de Stoker ( são mais de 400 paginas ) e nos apresenta <em>Conde Drácula</em>, um vampiro que mora em um castelo, na Transilvânia, com três esposas. Ele decide se mudar para Londres, onde conhece Mina e resolve transformá-la em uma morta-viva. Porém, ele não contava com a inteligência e a crença do doutor Van Helsing (que nada tem a ver com a caracterização ridícula de Hugh Jackman), um velho destemido a estragar os planos do perverso vampiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Browning carrega o filme de forma bem cadenciada, elevando a qualidade dos planos e dos enquadramentos, e deixando o grande astro dessa Era, Bela Lugosi brilhar e se transformar em um ícone. Seu Drácula, carrega um charme macabro, de olhar fixo e amedrontador, sua atuação não precisa de sangue, de violência descerebrada e nem dos caninos, Lugosi tem o timming perfeito das cenas, prestem atenção na sua mão contorcida na clássica cena quando Drácula levanta do caixão, toda essa iconografia o fez ser sepultado na vida real, vestido de conde Drácula.</p>
<p style="text-align: justify;">Um filme clássico, longe de ser maravilhoso, mas que carrega uma aura incrível, de uma época onde tudo era mais fácil e palpável, onde ate um ser mítico como Drácula pode parecer real. Isso é historia, isso é cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cartaz na Mostra Monstros da Universal.</p>
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		<title>Certas Mulheres &#8211; Panorama do Cinema Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2016 02:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A história de quatro mulheres fortes que vivem intensamente na cidade de Livingston, Montana. A advogada Laura Wells é chamada para representar Fuller, um operário vitima de um acidente de trabalho que parece não ouvi-la. Perto dali, Gina e Ryan decidem construir uma nova casa, com sua desinteressada filha Guthrie. Fora da cidade, uma jovem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-15701 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/certas-mulheres-cartaz-202x300.jpg" alt="certas-mulheres-cartaz" width="202" height="300" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/certas-mulheres-cartaz-202x300.jpg 202w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/certas-mulheres-cartaz.jpg 210w" sizes="auto, (max-width: 202px) 100vw, 202px" />A história de quatro mulheres fortes que vivem intensamente na cidade de Livingston, Montana. A advogada Laura Wells é chamada para representar Fuller, um operário vitima de um acidente de trabalho que parece não ouvi-la. Perto dali, Gina e Ryan decidem construir uma nova casa, com sua desinteressada filha Guthrie. Fora da cidade, uma jovem rancheira cuida de animais enquanto cultiva uma obsessão por Elizabeth, uma advogada recém-formada. Com o céu de Montana ao fundo, essas mulheres procuram sua forma de moldar o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A direção de Kelly Reichardt impõe um certo distanciamento das três histórias. Em busca de articular um fechamento no estilo de  <em>21 Gramas</em> e <em>Babel</em>, o enredo perde um pouco da força que traz desde o inicio, o desejo da independência de suas personagens. Os arcos dramáticos em si nos apresentam boas histórias com ótimas interpretações (alias, estão todas muito bem em cena! ) sem a necessidade de cruza-las.</p>
<p style="text-align: justify;">A fotografia espetacular de Christopher Blauvelt ajuda a compor (e muito) o filme, um exemplo é o fato de que  através de um reflexo de uma janela é possível aproveitar as belezas naturais de Montana para contrastar com a escuridão das cenas noturnas. Dentre a claridade e a escuridão dessas mulheres que buscam por independência a fotografia de Blauvelt complementa as personagens de forma crucial.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cartaz na Mostra Panorama do Cinema Mundial. Certas Mulheres foi selecionado na Mostra oficial de Sundance e Toronto.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=z9hvuyKnMB4</p>
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		<title>Dolores &#8211; Mostra: Première Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Oct 2016 02:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio à Segunda Guerra Mundial, a rivalidade entre ingleses e alemães, uma mulher de descendência escocesa volta à Argentina, terra de seus familiares, após a morte de sua irmã. Dolores chega à pequena cidade com o intuito de resolver questões familiares pendentes, entre eles, se entender com Jack, seu cunhado, por quem ainda conserva [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-15697 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/dolores-210x300.jpg" alt="dolores" width="210" height="300" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/dolores-210x300.jpg 210w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/dolores-294x420.jpg 294w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/dolores.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 210px) 100vw, 210px" />Em meio à Segunda Guerra Mundial, a rivalidade entre ingleses e alemães, uma mulher de descendência escocesa volta à Argentina, terra de seus familiares, após a morte de sua irmã. Dolores chega à pequena cidade com o intuito de resolver questões familiares pendentes, entre eles, se entender com Jack, seu cunhado, por quem ainda conserva um amor antigo. No meio disso, Octavio Brand, dono da fazenda ao lado, é um potencial inimigo para seu cunhado, mas tudo pode mudar com a ida de Jack para Guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">Co-produção Brasil / Argentina traça uma história de amor, é um drama histórico, onde Dolores terá que decidir entre esses dois homens. Porém a direção fraca, o roteiro clichê e previsível, e uma trilha sonora melodramática, faz de &#8220;Dolores&#8221; um filme piegas que repete a velha formula de comédias românticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Destaque para a impecável direção de arte e o carisma do pequeno Felipe Flossdorf.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cartaz na Mostra:Première Latina.</p>
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		<title>Holocausto Brasileiro &#8211; Mostra: Retratos Falados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Evelyn Blaut-Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2016 14:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eles chegavam de trem, no vagão de loucos, mas muitos nem loucos eram. Eles iam para o Hospital Colônia: h de hospital, h de hospício, h de holocausto, h de história de abandonos em massa e de sobreviventes. Mas, no fundo, tudo não passava de um depósito, com cara de campo de concentração para isolar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-15643 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/holocaust_br-livro-225x300.jpg" alt="holocaust_br-livro" width="225" height="300" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/holocaust_br-livro-225x300.jpg 225w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/holocaust_br-livro-315x420.jpg 315w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/holocaust_br-livro.jpg 316w" sizes="auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px" />Eles chegavam de trem, no vagão de loucos, mas muitos nem loucos eram. Eles iam para o Hospital Colônia: h de hospital, h de hospício, h de holocausto, h de história de abandonos em massa e de sobreviventes. Mas, no fundo, tudo não passava de um depósito, com cara de campo de concentração para isolar e silenciar andarilhos que andam à volta deles mesmos. Dali, durante oito décadas, as únicas saídas possíveis eram as covas rasas onde negros, loucos e suicidas eram enterrados como indigentes, empilhados aos montes, sem caixão, num cemitério já acoplado ao hospital. Quando a terra já não dava conta de assimilar os corpos e o cheiro empesteava tudo à volta atrapalhando os vizinhos, peças anatômicas de cadáveres eram vendidos para as faculdades de medicina de universidades brasileiras. Antes disso, além dos eletrochoques e dos comprimidos, eram explorados pelas irmãs vicentinas desde a década de 30 na limpeza das alas e dos pátios, ou pelo chefe de obra como pedreiros em troca de um maço de cigarro. Mais de sessenta mil mortos num único Hospital Colônia não foi culpa só dos médicos e das famílias que os esqueciam, foi também do Estado e da sociedade. Os “porões da loucura” foram institucionalizados na mesma época dos porões da tortura e da ditadura. E essa não é nem de longe mera coincidência. Aliás, o discurso da periculosidade ainda é usado como justificativa para uma “higienização social”.</p>
<p style="text-align: justify;">Daniela Arbex (autora do livro, produtora, roteirista e uma das diretoras do filme) documenta a barbárie e a desumanidade praticadas, durante a maior parte do século XX, no maior hospício do Brasil, em Barbacena. Os relatos são chocantes à medida que percebemos que tudo aquilo que Michel Foucault falava na sua História da loucura acontecia até bem pouco tempo há poucos quilômetros de distância. Daniela Arbex também incorpora no seu documentário trechos do filme Em nome da razão (de Helvécio Ratton) ao retratar um genocídio cometido, sistematicamente, pelo Estado brasileiro, com a conivência de médicos, funcionários e da população. De todas as pessoas aprisionadas entre os muros da Colônia, cerca de setenta por cento não tinham diagnóstico de doença mental. Quase todos foram internados à força. Mais de uma centena eram crianças. Eram epiléticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, gente que se rebelava ou incomodava de alguma forma: meninas grávidas violentadas por seus patrões, esposas confinadas pelo próprio marido, filhas de fazendeiros que tiveram uma relação sexual antes do casamento – seres humanos cuja condição humana foi roubada num tempo não muito longínquo em que era prática comum a desumanização institucionalizada. Até que, em 1979, Franco Basaglia (médico italiano pioneiro do movimento anti-psiquiátrico) visitou o Colônia e nunca havia visto tragédia como aquela.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cartaz na Mostra: Retratos Falados.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="hZSwEuGj1xU"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/hZSwEuGj1xU?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>O Monstro da Lagoa Negra &#8211;  Mostra: Monstros da Universal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 23:14:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> O Festival do Rio tem dessas coisas, uma penca de novidades, muito glamour, diretores conhecidos e desconhecidos querendo mostrar seus projetos, uma seleção de filmes já premiados e é claro, grandes homenagens a historia do cinema mundial, e tudo que ele ainda representa. E na edição desse ano, fomos agraciados pela mostra &#8220;Monstros da Universal&#8221;, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-15591 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/creature.jpg" alt="creature" width="244" height="201" /> O Festival do Rio tem dessas coisas, uma penca de novidades, muito glamour, diretores conhecidos e desconhecidos querendo mostrar seus projetos, uma seleção de filmes já premiados e é claro, grandes homenagens a historia do cinema mundial, e tudo que ele ainda representa. E na edição desse ano, fomos agraciados pela mostra &#8220;Monstros da Universal&#8221;, uma seleção com alguns dos principais filmes de terror da década de 30 a 50, da Universal Studios. E como foi maravilhoso ver algumas dessas películas em tela grande, que ficaram em nosso imaginário e consolidaram toda cultura mítica e fantástica do Horror.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos falando do grande exemplar de Terror/Ficção Científica, <em>O Monstro da Lagoa Negra</em>, filme de 1954, dirigido pelo gênio da ficção Jack Arnold. Além disso, a película está entre os últimos que fecham uma ‘’era’’ de produções sobre monstros do estúdio.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sinopse, uma expedição geológica à Amazônia desvenda fósseis de um esqueleto com dedos e membranas, que atestam ligações entre animais terrestres e aquáticos, na região da mítica Lagoa Negra na Amazônia. O professor Carl Maia e seu amigo David Reed, membros do Instituto de Biologia Marinha, conseguem dinheiro para uma nova expedição a fim de buscar mais evidências. Eles partem de volta ao local, e descobrem que os homens que ali estavam foram assassinados por uma misteriosa criatura meio homem, meio anfíbio.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo o filme sendo datado e tendo a cruel realidade do abismo que um filme da década de 50 tem para os dias de hoje, <em>O Monstro da Lagoa Negra</em> ainda carrega uma bela direção de imagens, como por exemplo, as cenas aquáticas, onde recursos e câmeras foram inventados para dar um realismo que ate hoje impressiona. O filme consegue unir muito bem os dois universos (terror e ficção ) fazendo os amantes dos gêneros o cultuarem não só por sua idade mas também pela qualidade. Uma pena que a fragilidade do roteiro faz o filme começar bem e seguir um pouco &#8220;desleixado&#8221;’ ate sua conclusão final, <em>O Monstro da Lagoa Negra</em> é um clássico e se você é amante de cinema e desses gêneros, não deixe de fazer parte da historia, veja.</p>
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		<title>Paraíso &#8211; Mostra:Panorama do Cinema Mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 23:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2016]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Olga, imigrante da aristocracia russa e membro da Resistência Francesa, é presa pela polícia nazista por esconder crianças judias. Primeiro nas mãos do chefe de polícia ocupacionista e depois nas de um oficial da SS, Olga (Julia Vysotskaya) é objeto de paixão e de crises de consciência. Vencedor do Leão de Prata de melhor direção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-15586 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/paraiso-200x300.jpg" alt="paraiso" width="200" height="300" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/paraiso-200x300.jpg 200w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2016/10/paraiso.jpg 244w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" /> Olga, imigrante da aristocracia russa e membro da Resistência Francesa, é presa pela polícia nazista por esconder crianças judias. Primeiro nas mãos do chefe de polícia ocupacionista e depois nas de um oficial da SS, Olga (Julia Vysotskaya) é objeto de paixão e de crises de consciência.</p>
<p style="text-align: justify;">Vencedor do Leão de Prata de melhor direção Veneza 2016, <em>Paraíso</em> leva as telas um filme de ficção onde os protagonistas são filmados por uma câmera antiga numa espécie de material bruto. Diante de alguém que não sabemos quem é, o filme é uma dura história que transcorre na maior parte em um campo de concentração alemão, mas que só tem o Holocausto como cenário de fundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A tematica aborda um aspecto lateral do Holocausto, que eram os roubos e a corrupção (inclusive sexual) dentro dos campos de concentração, através da camera fria e crua junto com o distanciamento do enredo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dirigido pelo consagrado diretor russo Andrei Konchalovsky, foi escolhido para representar a Rússia na disputa por uma indicação ao Oscar 2017 de filme estrangeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Em cartaz na Mostra:Panorama do Cinema Mundial.</p>
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