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	<title>Críticas - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Críticas - Rota Cult</title>
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		<title> &#8220;Amor da Minha Vida&#8221; traz visão madura e realista do amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A série &#8220;Amor da Minha Vida&#8221; apresenta a história de Bia (Bruna Marquezine) e Victor (Sérgio Malheiros), dois melhores amigos que vivem momentos diferentes em suas vidas. Ele está em um relacionamento que entrou no piloto automático enquanto tenta salvar a loja de lustres de seu pai e apoiar as decisões, muitas vezes equivocadas, de Bia. Já [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A série &#8220;Amor da Minha Vida&#8221; apresenta a história de Bia (Bruna Marquezine) e Victor (Sérgio Malheiros), dois melhores amigos que vivem momentos diferentes em suas vidas. Ele está em um relacionamento que entrou no piloto automático enquanto tenta salvar a loja de lustres de seu pai e apoiar as decisões, muitas vezes equivocadas, de Bia. Já ela coleciona namoros rápidos e sem profundidade, repleto de desilusões reais que a levam a desacreditar do amor. Desiludida com a carreira de atriz e com o amor, Bia conhece Marcelo (Danilo Mesquita) e, pela primeira vez, acha que encontrou o amor da sua vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Com 10 episódios, a produção faz o publico se identificar com os desafios, desilusões e prazeres da vida adulta, principalmente sobre amor.</p>



<p class="has-text-align-center">Recomendada para maiores de 18 anos, a série tem direção geral de René Sampaio e criação de Matheus Souza, que, aliás, fazem uso de uma fotografia melancólica retratando a vida como ela é. &#8220;Amor da Minha Vida&#8221; foge dos estereótipos das comedias românticas, oferecendo uma visão crua e honesta sobre o que é se apaixonar nos dias de hoje. Aliás,  Matheus Souza (<em>Apenas o Fim</em>) usou suas experiências pessoais como base para contar as histórias de Bia (Marquezine) e Victor (Malheiros).</p>



<p class="has-text-align-center">A série priorizar sinceridade e questiona as expectativas muitas vezes irreais que cercam os relacionamentos. &#8220;Amor da Minha Vida&#8221;  traz à tona as dores e delícias que surgem na vida adulta ao tentar equilibrar vida pessoal.</p>



<p class="has-text-align-center">Com uma visão madura e realista, a série traz nas suas cenas íntimas intensidade e química entre os personagens, com sintonia e naturalidade. </p>



<p class="has-text-align-center">Focando na conexão emocional e física entre os envolvidos, &#8220;Amor da Minha Vida&#8221; se destaca pela sua autoralidade e a capacidade de explorar a sexualidade de forma natural e autêntica. </p>



<p class="has-text-align-center">O ótimo trabalho feito por Marquezine e Malheiros se dá pelo feito de serem amigos de longa data na vida real. Os artistas fazem do texto um universo nada particular, que abraça o público como se cada espectador fosse um de seus amigos pessoais, sem apelar para ficção do amor perfeito.</p>



<p class="has-text-align-center">A nova série nacional do Disney+ prioriza narrativas não idealizadas, nas quais o final feliz está longe de existir, mas pode, sim, existir.</p>
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		<title>&#8220;Percy Jackson e os Olímpianos&#8221; traz a diversidade étnica e gênero dos livros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mais nova e série do Disney Plus, &#8220;Percy Jackson e os Olímpianos&#8221; chegou no streaming com força, trazendo as legiões que compõe o fandom da obra de Rick Riordan. A trama tem início quando o jovem Percy Jackson (Walker Scobell) descobre ser um semideus, exatamente como nos mitos gregos, que aliás não são mitos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"> A mais nova e série do Disney Plus, &#8220;Percy Jackson e os Olímpianos&#8221; chegou no streaming com força, trazendo as legiões que compõe o fandom da obra de Rick Riordan. A trama tem início quando o jovem Percy Jackson (Walker Scobell) descobre ser um semideus, exatamente como nos mitos gregos, que aliás não são mitos. Rumo ao acampamento de treinamento de semideuses, a mãe de Percy some e ele entra em uma missão com Grover (Aryan Simhadri) e Annabeth (Leah Jeffries) para salvá-la, e evitar uma guerra entre os deuses. Parece uma trama simples, e até é, contudo ela contém o início de um grande universo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="310" height="162" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Percy-Jackson-e-os-Olimpianos.jpg" alt=" &quot;Percy Jackson e os Olímpianos&quot;" class="wp-image-174406" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Percy-Jackson-e-os-Olimpianos.jpg 310w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Percy-Jackson-e-os-Olimpianos-300x157.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/01/Percy-Jackson-e-os-Olimpianos-150x78.jpg 150w" sizes="(max-width: 310px) 100vw, 310px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center">Em 2010 a 20th Century Fox produziu a primeira adaptação de Percy Jackson com Logan Lerman como protagonista, o filme fez relativo sucesso, mas logo foi abandonado pelo estúdio. Só em 2023, após a fusão Fox e Disney, que o anúncio da série surgiu trazendo um furor imenso. Grande parte da positividade e expectativa para com a série se deve a participação de Rick Riordan na produção e como ele estava satisfeito com os resultados. Deixando claro que Riordan odiou por completo as adaptações para o cinema de seus livros. Logo que o elenco foi sendo divulgado o público foi presenteado com uma grande diversidade de atores, que é uma marca dos livros de Rick, a diversidade étnica e gênero. Isso é algo muito sensível dentro da produção, e mostra que a série foi feita para tocar a várias crianças, sendo essa uma produção totalmente voltada para o público infanto-juvenil.</p>



<p class="has-text-align-center">O primeiro ponto de destaque é como a Disney realmente está acreditando neste título, pois não existe poupança no investimento em produção de arte, figurino e cenários. Quando Percy acorda no Acampamento Meio-Sangue é emocionante ver este cenário idêntico à descrição dos livros. Desde as roupas características dos campistas até a arquitetura dos chalés de cada deus. A direção de vários episódios usa muito bem a grandiosidade da mitologia grega e consegue passar essa magnitude de riqueza, além disso, os Efeitos Especiais são de boa qualidade.</p>



<p class="has-text-align-center">Uma marca clara dos livros é a comédia repleta de sarcasmo, isto não é presente na adaptação em sua totalidade, ainda que existe muita comédia física baseada na atuação do elenco. Eis que entra a arte da adaptação, porque grande parte da comédia dos livros se deve a narração do protagonista, como isso não é possível em um seriado, os roteiristas tem que saber como trazer a comédia de outras formas. Eles conseguem na maioria das vezes, algumas mais que outras. A joia dessa produção reside no elenco, principalmente no trio de protagonistas, onde é possível de fato ver a química entre eles e como eles são crianças ainda ao passo que estão amadurecendo. Essa noção é muito importante já que os personagens começam sua jornada como crianças e acabam como quase jovens adultos, aliás, seguindo a mesma fórmula que fez Harry Potter se tornar o sucesso que é.</p>



<p class="has-text-align-center">Agora, existem pequenos deslizes, ou melhor dizendo, decisões criativas questionáveis. Existem duas formas de representar deuses, através de caricaturas ou seriedade. Os livros de Percy Jackson alternam essa dinâmica de forma magistral, por exemplo com Hades, deus dos mortos. No livro, o Rei do Submundo é descrito como o primeiro Deus que Percy realmente achou parecer um Deus, enquanto na série isso foi totalmente desconstruído, dando outra visão. Ao passo existem adaptações que engrandeceram a obra, como a série tratou o estupro de Medusa. O diretor do episódio, Anders Engström, explicou que aqueles que tiverem maturidade vão entender que a personagem sofreu um abuso, enquanto aqueles que são muito novos conseguiram sentir que ela foi traída e machucada de alguma forma. Muito dos livros foi deixado de lado, contudo é necessário entender que não existe tempo hábil para tudo, e mais importante do que copiar a obra original, é adaptá-la de forma que fique ainda melhor.</p>



<p class="has-text-align-center">A primeira temporada de &#8220;Percy Jackson e os Olímpianos&#8221; começa de forma morna, cativando lentamente com seus personagens e apresentando uma trama de longo desenvolvimento e um universo riquíssimo a ser explorado. Existe uma lacuna dentro do gênero infanto-juvenil dentro do audiovisual, em paralelo a Disney está fazendo de tudo para criar uma nova franquia de sucesso.  &#8220;Percy Jackson e os Olímpianos&#8221; tem a essência da Disney em seu cerne, e esta temporada mostra um potencial imenso para crescimento. O início da série foi bom, todavia é necessário melhorar a cada temporada.</p>
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		<title>Rose Byrne encerra jornada de &#8220;Physical&#8221;, com gosto de quero mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2023 15:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Physical&#8221; é uma série necessária sobre corpos femininos. A serie da Apple TV +&#8221;Physical&#8221; chegou a  sua terceira e última temporada. O retrato tragicômico de uma dona de casa em crise nos anos 80 conta a história de Sheila Rubin (Rose Byrne), uma mulher linda, magra, casada, com uma filha, que acabou de se mudar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">&#8220;Physical&#8221; é uma série necessária sobre corpos femininos.</h1>
<p style="text-align: center;">A serie da Apple TV +&#8221;Physical&#8221; chegou a  sua terceira e última temporada. O retrato tragicômico de uma dona de casa em crise nos anos 80 conta a história de Sheila Rubin (Rose Byrne), uma mulher linda, magra, casada, com uma filha, que acabou de se mudar para a ensolarada California. O marido é um professor universitário de esquerda &#8220;prafrentex&#8221;, envolvido com causas ambientais. Mas mesmo com tudo isso, Sheila está profundamente infeliz e com raiva de si mesma.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="size-full wp-image-167785 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/10/Physical-2.jpg" alt="Physical - Rose Byrne" width="294" height="171" />Porém, Sheila está explodindo por dentro, embora sua vida pareça (externamente) ser perfeita. Assim como em &#8220;Desesperate Housewives&#8221;, o mesmo mote é retratado com um diferente ponto de vista, através dos monólogos interiores que Sheila tem narrando a série.</p>
<p style="text-align: center;">Sempre raivosa, internamente, Sheila mostra o quanto se odeia. Ela está constantemente se xingando de feia, gorda, burra, inútil ( infelizmente, um padrão comportamental que ainda se repete). Mas, este ódio vai além da relação com o corpo, e revela uma profunda incapacidade de ser generosa consigo mesma. Fato é, essa voz nos dá acesso à mente doentia de Sheila Rubin, que parece sempre disposta a tomar más decisões. O que ela precisa é de terapia, mas, infelizmente, naquela época terapia não era algo aceitável na sociedade.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, importante ressaltar a atuação de Rose Byrne. Conhecida pelas comedias escrachadas, a atriz ganha espaço em &#8220;Physical&#8221; com uma personagem dramática cheias de nuances.  Byrne traz a cena uma personagem muito bem construída, trazendo questões ainda atuais à serem discutidas, com elegância em meio as polainas e roupas colantes coloridas, tanto usadas nos anos 80.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignright wp-image-162087" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Physical.png" alt="&quot;Physical&quot; - Rose Byrne" width="384" height="254" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Physical.png 957w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Physical-300x198.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Physical-768x507.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Physical-696x460.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Physical-636x420.png 636w" sizes="(max-width: 384px) 100vw, 384px" />Ambientada no mundo das aulas de ginástica à la Jane Fonda populares nos anos 80, &#8220;Physical&#8221; é, certamente, uma dramédia marcante e necessária ao mesmo tempo que controversa. A série trata da objetificação da mulher, de feminismo, de maternidade e de distúrbios alimentares que, daquela época até hoje, só se multiplicaram.</p>
<p style="text-align: center;">Entre os monólogos interiores de Sheila e a reconstituição de época, as temporadas aprimoram a jornada de Sheila Rubin e entrega capítulos mais intensos emocionalmente,<br />
mostrando que Sheila ainda é uma jovem militante em busca dos seus sonhos.</p>
<p style="text-align: center;">Na segunda temporada, Sheila retorna querendo construir uma marca em cima de seu trabalho, em busca de vender um estilo de vida baseado em amor próprio (e muito merchandising), algo que falta nela própria.</p>
<p style="text-align: center;">Ao invés de motéis com sacolas de fast food, Sheila muda o objeto de obsessão, trazendo mais problemas ao seu casamento, assim &#8220;Physical&#8221; constrói uma trajetória sobre relacionamentos que não lhe dão nada em troca. Aliás, a dinâmica de todas as relações de Sheila evoluem de alguma forma, colocando inclusive suas amizades à prova. Enquanto na terceira temporada, a jornada de Sheila busca por um final feliz.</p>
<p style="text-align: center;">Cada temporada tem dez episódios de meia hora. &#8220;Physical&#8221; é um conto sobre uma mulher infeliz mesmo com tantas mudanças, que ela mesmo fez, na sua vida. Depois de tantas conquistas, ela ainda deseja um grande amor ao seu lado para dividir a vida.</p>
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		<title>&#8220;Heartstopper&#8221;: Segunda temporada mantém a leve e alegria mantendo a maturidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 14:42:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo com temas pesados, série não perde a leveza que pauta toda série. Séries adolescentes têm seguido uma fórmula clara, normalmente são recheadas de triângulos amorosos e tensão sexual, essa sempre foi o maior diferencial de &#8220;Heartstopper&#8221;. Na primeira temporada acompanhamos o descobrimento de Nick (Kit Connor) como bissexual, e o romance entre ele e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Mesmo com temas pesados, série não perde a leveza que pauta toda série.</h1>
<p style="text-align: center;">Séries adolescentes têm seguido uma fórmula clara, normalmente são recheadas de triângulos amorosos e tensão sexual, essa sempre foi o maior diferencial de &#8220;Heartstopper&#8221;. Na primeira temporada acompanhamos o descobrimento de Nick (Kit Connor) como bissexual, e o romance entre ele e Charlie (Joe Locke). Em paralelo, os pequenos arcos foram plantando sementes de carinho no público, como Elle e Tao (Yasmin Finney e William Gao).</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-166325 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/heartstopper.jpg" alt="&quot;Heartstopper&quot;" width="358" height="189" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/heartstopper.jpg 1422w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/heartstopper-300x158.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/heartstopper-1024x540.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/heartstopper-768x405.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/heartstopper-696x367.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/heartstopper-1068x563.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/08/heartstopper-796x420.jpg 796w" sizes="auto, (max-width: 358px) 100vw, 358px" /> Agora na segunda temporada temos o desenvolvimento dessas sementes, e também o processo de Nick e Charlie ao assumirem publicamente que são namorados.</p>
<p style="text-align: center;">Existem muitas produções com conteúdo LGBTQIA+, normalmente, elas são trágicas, pois realmente a história da comunidade é pautada por preconceito e perseguição. Mas é necessário entender que a comunidade LGBTQIA+ tem direito também a serem representados em histórias felizes, em romances leves e coloridos como vários que tem por aí.</p>
<p style="text-align: center;">A Drag Queen, ganhadora do “Rupaul &#8216;s Drag Race: All Stars”, Trixie Mattel conta que não é difícil ser gay, os héteros que fazem parecer ser difícil. Seguindo essa premissa, a segunda temporada de &#8220;Heartstopper&#8221; faz questão de dizer que não tem problema nenhum ser gay, ou bissexual, ou transexual, ou o que a pessoa quiser ser.</p>
<p style="text-align: center;">Na nova temporada, temos a química linda entre Kit e Joe como um casal, tanto a direção de Euros Lyn quanto o roteiro de Alice Oseman decidem criar um romance que foca muito mais no carinho fraternal, na parceria em pequenos atos do que beijos longos e molhados. E que não eclipsam os outros casais já estabelecidos, e os que estão se formando no seu devido tempo.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro avança nas relações homoafetivas para além da adolescência, sempre com muito tato. Ainda que Nick tenha se descobrindo como bissexual, o processo de assumir em público, “sair do armário” é outro processo totalmente diferente. Além disso, também começa a tratar melhor outras relações familiares, como a situação difícil de Darcy (Kizzy Edgell) com sua mãe, que não aceita seu relacionamento lésbico. Outro ponto de desenvolvimento está na questão do transtorno alimentar de Charlie, já conhecido por todos que leram os quadrinhos.</p>
<p style="text-align: center;">Ainda que estes sejam temas pesados, a série consegue passar a seriedade desses temas sem perder a leveza que pauta toda série. O que começou como uma série sobre dois meninos se apaixonando, se revela como uma produção que tem como objetivo tratar de vários temas que giram ao redor da adolescência. Existe uma sensação constante de “está tudo bem” quando se assiste Heartstopper. Tudo bem ser ser gay ou bissexual, tudo bem não estar pronto pra se assumir publicamente rapidamente, tudo bem assumir não estar bem emocionalmente. Esse “tudo bem” é o que transforma essa série num abraço quentinho. Um abraço que a comunidade LGBTQIA+ precisa.</p>
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		<title>&#8220;Os Outros&#8221;: Produção Globoplay  é maior acerto da plataforma desde sua criação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 13:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Série traz a falta de diálogo como ponto crucial. A Rede Globo começou a criar recentemente grandes produções para seu serviço de streaming, o Globoplay, como a novela &#8220;Todas as Flores&#8221;, que gerou relativo sucesso, agora o serviço de streaming investe em novas produções de séries, fora do formato de novela como &#8220;Os Outros&#8221;, uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Série traz a falta de diálogo como ponto crucial.</h1>
<p style="text-align: center;">A Rede Globo começou a criar recentemente grandes produções para seu serviço de streaming, o Globoplay, como a novela &#8220;Todas as Flores&#8221;, que gerou relativo sucesso, agora o serviço de streaming investe em novas produções de séries, fora do formato de novela como &#8220;Os Outros&#8221;, uma criação de Lucas Paraizo, que participou da parte criativa do outro sucesso Global, a série &#8220;Sob Pressão&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-164371 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/07/os-outros-cibele-adriana-esteves-acudindo-marcinho-antonio-haddad-com-mila-maeve-jinkings-ao-lado-1685567197550_v2_900x506.jpg" alt="Os Outros" width="491" height="276" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/07/os-outros-cibele-adriana-esteves-acudindo-marcinho-antonio-haddad-com-mila-maeve-jinkings-ao-lado-1685567197550_v2_900x506.jpg 900w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/07/os-outros-cibele-adriana-esteves-acudindo-marcinho-antonio-haddad-com-mila-maeve-jinkings-ao-lado-1685567197550_v2_900x506-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/07/os-outros-cibele-adriana-esteves-acudindo-marcinho-antonio-haddad-com-mila-maeve-jinkings-ao-lado-1685567197550_v2_900x506-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/07/os-outros-cibele-adriana-esteves-acudindo-marcinho-antonio-haddad-com-mila-maeve-jinkings-ao-lado-1685567197550_v2_900x506-696x391.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/07/os-outros-cibele-adriana-esteves-acudindo-marcinho-antonio-haddad-com-mila-maeve-jinkings-ao-lado-1685567197550_v2_900x506-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 491px) 100vw, 491px" />Em &#8220;Os Outros&#8221;, o intuito é trazer a tona a família brasileira tradicional e as problemáticas que estão ao seu redor. Tudo começa com uma briga entre Marcinho e Rogério (Antonio Haddad e Paulo Mendes), onde Marcinho fica com um braço fraturado e escoriações. Os pais de Marcinho, Cibele e Amâncio (Adriana Esteves e Thomás Aquino) recebem o pai de Rogério, Wando (Milhem Cortaz), para receberem um pedido de desculpas por ordem de sua esposa, Mila (Maeve Jinkings). Tudo dá errado, e cria-se uma guerra entre as famílias de proporções gigantescas, que joga o pacato condomínio “Barra Diamond” no mais absoluto caos.</p>
<p style="text-align: center;">Já no primeiro episódio, a série mostra a que veio, pois causa um impacto imenso, tanto pela atuação magistral do elenco, quanto pela direção cirúrgica de Luísa Lima e Lara Carmo. A genialidade do roteiro começa quando o final do episódio é também o início, e não se perde o impacto porque no final, de verdade, mostra outra perspectiva sobre o fato que torna cada episódio ainda mais rico. A direção da dupla é extremamente rica em signos sutis, mas que trazem exatamente o que a situação em cena significa. Cada signo ao ser decifrado traz um novo sabor a série, e as múltiplas interpretações de um mesmo fato se unem em sincronia. Entenda que a série trata de assunto que qualquer pessoa do Rio de Janeiro já lidou, como problemas com facções criminosas, briga com vizinhos, violência doméstica ou bullying. Só que o roteiro diz: Vamos exagerar só um pouquinho? Todavia é um “exagero” calculado de maneira tão precisa, criando uma linha de acontecimentos causais inesperada.</p>
<p style="text-align: center;">Como dito, o elenco é magistral! &#8220;Os Outros&#8221; é um exemplo de como o corpo da dramaturgia nacional é poderoso. De um lado nós temos nomes famosos dentro do cinema, como Milhem Cortaz, o eterno Capitão Fábio de<em> Tropa de Elite</em>, e Thomás Aquino que ganhou grande destaque com <em>Bacurau.</em> Do outro lado temos as figurinhas de novela como Drica Moraes e Adriana Esteves. Sem dúvida, Adriana e Milhem brilham tanto nessa novela que ofuscam seus parceiros em alguns momentos. Milhem dá uma atuação totalmente catártica de um homem machista e patriarcal que perdeu absolutamente tudo em sua vida. Enquanto, Adriana encarna uma mãe coruja que não mede esforços para proteger sua cria, entregando uma conexão imediata com a personagem. Além disso, uma feliz surpresa foi a atuação de Eduardo Sterblitch como Sérgio, o mais próximo de um vilão na série.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro é muito inteligente porque ele cria um problema, que se resolve com muito custo, e quando tudo parece bem, vem uma bomba causada por um dos personagens que tenta resolver o problema inicial. Esse recurso funciona na maioria das vezes, todavia ele bate numa barreira que se chama Amâncio. Aliás, não há dúvidas que Thomas é um excelente ator, mas o seu personagem é realmente uma figura confusa dentro do roteiro. Inicialmente, ele parece ser um contraponto a Cibele, uma mulher forte com um “marido banana”, que quando toma iniciativa faz tudo errado. Fica a constante dúvida se o personagem é assim de forma proposital, mas se pode afirmar, Amâncio é insuportável, de uma forma boa.</p>
<p style="text-align: center;">Porém, ofinal de &#8220;Os Outros&#8221; acaba por ser bem morno, pois ele tenta deixar em aberto alguns elementos para a segunda temporada, que já foi confirmada por Paraizo. Pode parecer engraçado, mas é como se Lucas Paraizo estivesse assistindo &#8220;Toma Lá Dá Cá&#8221;,  de Miguel Falabella e então surgiu a ideia de &#8220;Os Outros&#8221;. Assim parece que a comédia de Falabella é base de uso para falar da tragédia da classe média nacional, &#8220;Os Outros&#8221; é uma série que ainda vai dar muito o que falar.<a href="https://globoplay.globo.com/os-outros/t/vbN21h5xX1/"> Em cartaz exclusivamente no Globoplay</a></p>
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		<title>Seria &#8220;Origem&#8221; o novo &#8220;Lost&#8221; da atualidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2023 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seria &#8220;Origem&#8221; o novo &#8220;Lost&#8221; da atualidade? É inegável o sucesso absurdo que &#8220;Lost&#8221; teve e a sua importância para a televisão. Desde então várias séries tentam ganhar o título de o novo &#8220;Lost&#8221;, não apenas com sucesso de audiência, mas também com um roteiro tão encriptado e complexo quanto a série da ABC. Porém [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Seria &#8220;Origem&#8221; o novo &#8220;Lost&#8221; da atualidade?</h1>
<p style="text-align: center;">É inegável o sucesso absurdo que &#8220;Lost&#8221; teve e a sua importância para a televisão. Desde então várias séries tentam ganhar o título de o novo &#8220;Lost&#8221;, não apenas com sucesso de audiência, mas também com um roteiro tão encriptado e complexo quanto a série da ABC. Porém até hoje nenhuma conseguiu esse feito. Mas será que &#8220;Origem&#8221; consegue ser o novo &#8220;Lost&#8221; da atualidade?</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-160379 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/origem-.jpg" alt="Origem" width="447" height="260" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/origem-.jpg 920w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/origem--300x175.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/origem--768x447.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/origem--696x405.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/origem--721x420.jpg 721w" sizes="auto, (max-width: 447px) 100vw, 447px" />Mesmo com a nova dinâmica de se ver televisão graças aos serviços de streaming, as produtoras mundo à fora tentam emplacar um novo &#8220;Lost&#8221;. A mais nova série disponível no Globoplay, &#8221; Origem&#8221; tenta ganhar esse título.</p>
<p style="text-align: center;">Intitulada como &#8220;Origem&#8221; a série criada por John Griffin de fato lembra o espírito de &#8220;Lost&#8221;, ao invés de uma ilha, temos uma pequena cidade do interior dos EUA, onde os cidadãos são impedidos de sair por forças misteriosas. Além disso, todo dia ao pôr do sol o sino da igreja toca, e todos entram em suas casas protegidas por talismãs, pois se eles saírem à noite serão atacados por criaturas monstruosas. O roteiro de Griffin parece muito ser uma mistura de <em>Sob a Redoma</em> e <em>O Nevoeiro,</em> ambas adaptações baseadas na obra de Stephen King. A série toda cabe muito dentro do estilo de King, a cidade lembra muito a cidade de It &#8211; A Coisa também.</p>
<p style="text-align: center;">A série é bem conduzida nos primeiros episódios, a cidade funciona normalmente até os sinos tocarem e todos se recolherem para suas casas, quando há um ataque dos monstros que as explicações começam. A trama se desenrola com as interações dos personagens e a tentativa de resolver os mistérios que surgem. É, surpreendentemente, interessante a disciplina e protocolos que a cidade construiu para sua sobrevivência, tudo liderado pelo xerife.</p>
<p style="text-align: center;">O xerife Boyd Stevens, interpretado por Harold Perrineau, que também participou de &#8220;Lost&#8221;,  reforça ainda mais o interesse em tornar esse série &#8220;o novo Lost&#8221;. Assim como o público, os cidadãos escoram todas as suas esperanças no xerife, que sem dúvida é o melhor personagem da série. Não apenas pela atuação de Harold, como também pela maneira que o xerife conduz a cidade para longe do abismo da miséria. Aliás, a importância desse personagem é o ponto crucial em roteiros de terror: a esperança. Entenda que a esperança é a única coisa que mantém os personagens de uma produção de terror no tormento eterno, do contrário eles se matariam. E todo o peso da esperança reside nas costas do xerife.</p>
<p style="text-align: center;">A direção conduz bem o terror, a fotografia se concentra na luz natural para que o público sempre tenha em mente que assim que o sol desce no horizonte, todos estão em perigo do lado de fora.</p>
<p style="text-align: center;">É uma série de terror que tem tudo para ficar no imaginário do espectador, com mistérios que realmente criam interesse. Todavia é temerário basear todo o apego do público em apenas um personagem, o xerife, no caso. Se o roteiro continuar não sendo capaz de conquistar o público com todos os personagens assim como com os mistérios, &#8220;Origem&#8221; estará muito longe de ser o novo &#8220;Lost&#8221;.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="00S-RH-6k9M"><iframe loading="lazy" title="Origem | Série Exclusiva Globoplay" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/00S-RH-6k9M?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Clássico de Mel Brooks ganha continuação em série cômica com elenco estelar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 13:55:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ganhador de grandes prêmios do mundo do entretenimento, Mel Brooks é também, conhecido como um dos maiores criadores de produções cômicas de todos os tempos. Criador do genial Primavera Para Hitler, de 1967, e O Jovem Frankenstein. de 1974, que quase ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, Brooks pode ser considerado como o pai [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Ganhador de grandes prêmios do mundo do entretenimento, Mel Brooks é também, conhecido como um dos maiores criadores de produções cômicas de todos os tempos. Criador do genial <em>Primavera Para Hitler,</em> de 1967, e <em>O Jovem Frankenstein.</em> de 1974, que quase ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, Brooks pode ser considerado como o pai da comédia besteirol.</p>
<p style="text-align: center;">Nos anos 80, Mel Brooks começou a criar filmes com uma comédia mais condizente com o besteirol norte-americano, contudo sem perder a qualidade, e é nesse contexto que surge &#8220;A História do Mundo &#8211; Parte II&#8221; . O filme era composto por várias esquetes pequenas e maiores que falavam de eventos históricos de um ponto de vista cômico, que deixaram piadas clássicas, como a terceira tábua dos mandamentos que Moisés deixou cair.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-160049 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Historia-do-Mundo-Parte-II-serie-.jpg" alt="Mel Brooks " width="379" height="213" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Historia-do-Mundo-Parte-II-serie-.jpg 1366w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Historia-do-Mundo-Parte-II-serie--300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Historia-do-Mundo-Parte-II-serie--1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Historia-do-Mundo-Parte-II-serie--768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Historia-do-Mundo-Parte-II-serie--696x391.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Historia-do-Mundo-Parte-II-serie--1068x600.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Historia-do-Mundo-Parte-II-serie--747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 379px) 100vw, 379px" />Mais de 30 anos depois, chega na Star + &#8220;A História do Mundo &#8211; Parte II&#8221; <em>,</em> que até tirou Mel Brooks da sua aposentadoria no auge dos seus 96 anos. A produção em formato de série   aborda grandes momentos da história, como a Guerra Civil dos EUA, a Revolução Russa e os últimos dias de Jesus Cristo, através de enquetes curtas com participações especiais.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, o que mais chama atenção é o enorme elenco com nomes clássicos da comédia dos EUA, como Wanda Sykes, Ike Barinholtz, Nick Kroll, Jack Black, Danny DeVito, Nick Robinson, Tyler James Williams, Josh Gad e Taika Waititi, entre vários outros, é claro, Mel Brooks como narrador.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, o roteiro não é escrito por Mel Brooks, na verdade, a maior parte foi feita por Barinholtz, Emmy Blotnick e Guy Branum. Sendo sincero, a série tem momentos muito bons e momentos não tão bons, é aquele tipo de série que depende muito do público que está se comunicando. No geral, a comédia como um todo funciona muito bem, principalmente quando o roteiro recupera o estilo dos grandes clássicos de Brooks que fazem piada de grandes filmes. Por exemplo, durante a esquete da Guerra Civil enquanto o General Grant e Abraham Lincoln conversam, existem várias referências a Lincoln de Steven Spielberg. Em várias outras se faz uso de piadas mais escatológicas, que agradam uma boa parcela do público de massa, mas esses momentos em paralelo com grandes momentos do cinema, de fato, valem ouro.</p>
<p style="text-align: center;">Outro elemento crucial é a escalação de elenco. Como dito, o elenco é imenso e com várias participações especiais, porém a escolha dos atores para os papéis vale por si só. Colocar Jack Black como Stalin e Danny DeVito como o Czar Nicolau II é uma das melhores escolhas já feitas. Há outras excelentes como Taika Waititi como Sigmund Freud, Josh Gad de Shakespeare, Ronny Chieng como o Imperador Kublai Khan. Se sente que foi uma série que o próprio elenco se divertiu fazendo, existe um espírito de pertencimento tanto para o elenco quanto para o público.</p>
<p style="text-align: center;">É correto dizer que nem todas as piadas de &#8220;A História do Mundo &#8211; Parte II&#8221; funcionam 100% do tempo, porém a série cumpre um papel de ser um entretenimento confortável e divertido, principalmente para ver em grupo.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="-cnEnN8f-XU"><iframe loading="lazy" title="A História do Mundo: Parte II • Teaser Trailer Legendado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/-cnEnN8f-XU?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>&#8220;The Last of Us&#8221;: Série se mantém totalmente fiel ao game</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo e qualquer fã de games é vítima de adaptações escabrosas para o cinema ou televisão, como a primeira adaptação de jogo, &#8220;Super Mario Bros.&#8221; de 1993. Justiça seja feita, a maioria dos casos são difíceis, pois a narrativa de um jogo tem o público como força ativa na história. O game desenvolvido pela Naughty [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-158812 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/the-last-of-us-hbo-series-character-guide_nr24.jpg" alt="&quot;The Last of Us&quot;" width="458" height="258" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/the-last-of-us-hbo-series-character-guide_nr24.jpg 1280w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/the-last-of-us-hbo-series-character-guide_nr24-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/the-last-of-us-hbo-series-character-guide_nr24-1024x576.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/the-last-of-us-hbo-series-character-guide_nr24-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/the-last-of-us-hbo-series-character-guide_nr24-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/the-last-of-us-hbo-series-character-guide_nr24-1068x601.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/03/the-last-of-us-hbo-series-character-guide_nr24-747x420.jpg 747w" sizes="auto, (max-width: 458px) 100vw, 458px" />Todo e qualquer fã de games é vítima de adaptações escabrosas para o cinema ou televisão, como a primeira adaptação de jogo, &#8220;Super Mario Bros.&#8221; de 1993. Justiça seja feita, a maioria dos casos são difíceis, pois a narrativa de um jogo tem o público como força ativa na história. O game desenvolvido pela Naughty Dog, &#8220;The Last of Us&#8221; foi, certamente, um dos maiores sucessos de venda do Playstation, justamente por unir um roteiro emotivo e humano com a jogabilidade que torna a história algo pessoal para o jogador.</p>
<p style="text-align: center;">Quando a HBO anunciou a adaptação para televisão, após a euforia do fandom, veio os traumas de outras adaptações desastrosas. À medida que imagens, detalhes de produção e trailers foram sendo liberados, o medo foi substituído por uma ansiedade boa.</p>
<p style="text-align: center;">Criado por Craig Mazin e Neil Druckmann, o criador do jogo de Playstation, a série teria nove episódios na primeira temporada, com Pedro Pascal e Bella Ramsey como os protagonistas Joel e Ellie. Aliás, o papel de Joe para Pedro, curiosamente, é muito similar ao seu papel em &#8220;Mandalorian&#8221;, série do universo Star Wars, enquanto Ramsey ganhou muita relevância por sua atuação em &#8220;Game of Thrones&#8221; como a grande Lyanna Mormont, a Matadora de Gigantes. Além disso, os episódios tem um divisão clara, três deles são de desenvolvimento de personagens, justamente para tornar o roteiro ainda mais pessoal para o público. Em vários momentos é possível sentir que não somos meros espectadores, pois aquelas pessoas são tão importantes para nós, que somos parte da história.</p>
<p style="text-align: center;">O episódio um, “You&#8217;re Lost in the Darkness&#8221;, dirigido por Craig Mazin, foi a declaração de que a série seria totalmente fiel ao material original, fazendo as adaptações necessárias para o novo formato. Os movimentos de câmera e ambientação são idênticas ao do game, destaque para Nico Parker que faz Sarah, filha de John, em excelente atuação.</p>
<p style="text-align: center;">Antes mesmo da abertura, a série começa com dois cientistas em um programa de TV discutindo como doenças poderiam ser devastadoras para a humanidade, um deles até fala de uma em referência a Covid-19, enquanto o outro fala de uma epidemia de doença fúngica. Doenças fúngicas são totalmente diferentes, pois não existem vacinas e os tratamentos são muito limitados. Aqui nos é entregue o estopim do apocalipse zumbi clássico, quando toda a sociedade começa a ruir em direção a barbárie. Daí por diante descobrimos que Ellie é imune ao fungo zumbi, portanto ela pode ser a cura para toda essa pandemia, a única chance que o mundo tem de voltar a estabilidade.</p>
<p style="text-align: center;">A medida que seguimos Joe, o universo de &#8220;The Last of Us&#8221; vai sendo apresentado, com as Zonas de Segurança comandadas pelo autoritarismo militar da FEDRA, e a revolução proposta pelo grupo Vaga-lume, sendo Ellie peça central nisso tudo. A direção de arte já mostra a que veio logo nestes primeiros episódios, onde os infectados são totalmente feitos por atores com maquiagem, impecável, diga-se de passagem.</p>
<p style="text-align: center;">Ao chegarmos ao terceiro episódio, nomeado de “Long, Long Time”, percebemos que o episódio  é totalmente adaptado de uma carta e diálogos que Joel e Ellie têm no jogo, narrando o romance entre os dois homens e seu fim. Foi, certamente, uma imensa surpresa e prazer ver essa trama desenvolvida. Nesse episódio não vemos muita ação, nem uma fotografia idêntica ao jogo, o que vemos são dois atores excelentes fazendo personagens que se apaixonam um pelo o outro e que no meio do fim do mundo criam um paraíso para si. O episódio serve verdadeiramente como um respiro de beleza, de carinho, dentro da jornada de Joel e Ellie que apenas mergulha mais e mais na perda e na desesperança nas pessoas.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, pelo ponto de vista da representatividade, é lindo como o roteiro mostra que nem todas as histórias LGBTQIA+ precisam ser trágicas, ainda que o final do episódio seja melancólico, vemos dois homens que se amam e vivem uma vida juntos, mesmo com todos os problemas, foi uma boa vida.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro segue com a dupla criando laços bem lentamente, pois Joe não tem o menor interesse em ajudar os Vaga-lumes, e muito menos acredita que a menina é uma cura, o único interesse é achar seu irmão perdido, Tommy. Mas para sobreviver é necessário união, e a menina começa a ocupar o vazio que a filha de Joe deixou, não para substituí-la, e sim, por parecer ser algo novo. Conforme os protagonistas vão entretanto em contato com outros sobreviventes, nos é lembrado que o apocalipse zumbi é apenas uma metáfora para nos lembrar de como a humanidade está sempre a um passo da barbárie. Se voltarmos ao clássico de George Romero, <em>A Noite dos Mortos-Vivos</em>, essa alegoria fica muito clara. Em três episódios diferentes vemos três comunidades diferentes que mostram como as estruturas sociais da humanidade servem para nos manter sob controle, do contrário, caímos na violência irracional, no fanatismo, no fascismo.</p>
<p style="text-align: center;">Enquanto o primeiro episódio desenvolve Joe e, o sétimo, “Left Behind”, explora Ellie. Este é baseado no DLC onde a personagem tem sua primeira experiência romântica com a melhor amiga. Em ambos os episódios, o roteiro tem o intuito de mostrar que os dois personagens a beira do abismo, e agora se apoiam um no outro para não cair. Além disso, a série reforça ainda mais seu compromisso com a representatividade, seja de raça, de sexualidade ou gênero. Levantar essas bandeiras, ainda mais para uma produção desta magnitude, é crucial para a promulgação de tolerância e entendimento. Ainda mais no meio gamer e geek, que sofre muito com intolerância.</p>
<p style="text-align: center;">O último episódio, “Look For The Light”, dirigido por Ali Abissi, desconstrói tudo o que acreditávamos. A ideologia que criamos dos personagens é posta em confronto com as ações dos personagens, o que nos leva a intuir que &#8220;The Last of Us&#8221; tem como objetivo principal falar do ser humano.</p>
<p style="text-align: center;">Não existe mocinho e vilão, lado certo e errado, existem pessoas. Pessoas não são simples, não são maniqueístas e na maioria das vezes é extremamente difícil entender suas motivações. Basta uma pequena rachadura na estrutura da humanidade e todos mostramos a nossa verdadeira natureza, seja ela qual for. &#8220;The Last of Us&#8221; já  faz parte da lista de melhores séries da HBO, e do ano também. E se continuar assim, pode entrar para a história do audiovisual. Vida longa!</p>
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		<title>&#8220;A Lenda de Vox Machina&#8221;, sucesso da Prime Video, é baseada em jogo de RPG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 20:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois do sucesso de &#8220;Invencível&#8221;,  a Amazon Prime Video decidiu abrir espaço para um novo projeto que já tinha uma considerável legião de fãs. Originalmente, &#8220;Vox Machina&#8221; nasceu em 2015 na websérie &#8220;Critical Role&#8221;, onde atores jogavam o RPG &#8220;Dungeons &#38; Dragons&#8221; dublando seus personagens. A série animada tornou-se realidade após o Critical Role levantar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-157605 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/02/vox-m.jpg" alt="Vox Machina" width="421" height="156" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/02/vox-m.jpg 970w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/02/vox-m-300x111.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/02/vox-m-768x285.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2023/02/vox-m-696x258.jpg 696w" sizes="auto, (max-width: 421px) 100vw, 421px" />Depois do sucesso de &#8220;Invencível&#8221;,  a Amazon Prime Video decidiu abrir espaço para um novo projeto que já tinha uma considerável legião de fãs. Originalmente, &#8220;Vox Machina&#8221; nasceu em 2015 na websérie &#8220;Critical Role&#8221;, onde atores jogavam o RPG &#8220;Dungeons &amp; Dragons&#8221; dublando seus personagens. A série animada tornou-se realidade após o Critical Role levantar em 2019 mais de US$ 11 milhões, mais que o suficiente para produzir a animação, coube a Amazon Prime Video exibir na plataforma.</p>
<p style="text-align: center;"> Logo na primeira temporada, a &#8220;Lenda Vox Machina&#8221; tornou-se um grande sucesso, sendo até comparada a animações como &#8220;Avatar: A Lenda de Aang&#8221;, uma das animais mais famosas dos anos 2000. Agora com a segunda temporada a animação atinge o terceiro lugar de audiência na Amazon Prime Video Brasil.</p>
<p style="text-align: center;">A trama se passa em um continente de fantasia medieval chamado Tal’Dorei, onde o grupo de mercenários, Vox Machina, é a última esperança do reino de Emon contra ameaças sem precedentes. O grupo é formado pelos gêmeos Vex e Vax (Laura Bailey e Liam O’Brien) uma ranger e um ladino, o pistoleiro Percy (Taliesin Jaffe), a druida Keyleth (Marisha Rey), o bárbaro Grog (Travis Willingham), a clériga Pike (Ashley Johnson) e o bardo Scalan (Sam Riegel).</p>
<p style="text-align: center;">Em um primeiro momento uma confusão é natural, pois são sete personagens principais, o que dificulta qualquer roteiro, contudo não é o caso aqui. O maior trunfo de &#8220;A Lenda de Vox Machina&#8221; é a química que o elenco já tem, criada desde 2015, aliás, o que seria uma imensa dificuldade tornou-se força. Além disso, todas as aventuras de Vox Machina já foram desbravadas na Critical Role, de modo que grande parte do roteiro já estava pronto antes mesmo da série animada começar a ser produzida.</p>
<p style="text-align: center;">A primeira temporada se divide em dois arcos. O primeiro serve para a apresentação dos personagens, do universo da série, além de dar o tom do roteiro que apresenta aventura simples onde os heróis devem derrotar um dragão, um clássico da fantasia medieval. O segundo arco começa a desenvolver o passado dos personagens, começando com Percy que tem que enfrentar o casal de necromantes Lorde e Lady Briarwood.</p>
<p style="text-align: center;">A primeira temporada  deixou muito claro que a série teria mais de uma temporada, não apenas pelo gancho do episódio final, como também por vários outros elementos que ficaram em aberto na temporada. Além de uma animação de qualidade e dinamismo, o roteiro traz uma boa comédia adulta com violência na medida certa.</p>
<p style="text-align: center;">Porém, a segunda temporada trouxe um desafio ainda maior com a chegada do Conclave Cromático, uma aliança de dragões sob o comando de Thordak (Lance Reddick), o Rei das Cinzas. A escala do desafio ganha uma nova proporção à medida que vários personagens poderosos da primeira temporada são quase que dizimados pelo ataque dos dragões.</p>
<p style="text-align: center;">Nos aspectos técnicos, &#8220;A Lenda de Vox Machina&#8221;  faz uso de 3D misturado com animação 2D, o que, certamente, traz mais personalidade para a série. A trama continua baseada em clássicos de aventura, onde o grupo caça objetos mágicos para ganhar poder o suficiente para derrotar os vilões. Cada objeto traz mais desenvolvimento aos personagens, criando camadas de profundidade ao que parecia apenas ser um desenho de aventura.</p>
<p style="text-align: center;">&#8220;A Lenda de Vox Machina&#8221;  pode até parecer um desenho bobinho de inicio, mas é longe disso, a série se mostra um épico que, surpreendentemente, marcará uma nova geração de espectadores.</p>
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		<title>&#8220;O Mundo da Luna&#8221;: Livro de Carina Rissi ganha adaptação moderna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2022 15:28:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-154519 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/11/mundo-da-luna.jpg" alt="O Mundo da Luna" width="412" height="229" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/11/mundo-da-luna.jpg 800w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/11/mundo-da-luna-300x167.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/11/mundo-da-luna-768x427.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/11/mundo-da-luna-696x385.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/11/mundo-da-luna-755x420.jpg 755w" sizes="auto, (max-width: 412px) 100vw, 412px" />A HBO MAX acertou em cheio na nova produção original nacional! &#8220;O Mundo da Luna&#8221;, baseado no livro de Carina Rissi, é aquele tipo de série que te pega de jeito. A trama gira em torno da busca de Luna (Marina Moschen), recém-formada em Jornalismo e em busca  primeiro emprego, além disso, suas aventuras amorosas dão uma pitada<em> caliente</em> a série.</p>
<p style="text-align: center;">De origem cigana, Luna aceita escrever sobre horóscopo para um portal de notícias usando cartas do baralho cigano herdado de sua família, mas o que ela não espera é esse trabalho mudará sua vida para sempre.</p>
<p style="text-align: center;">Com uma pegada leve, a trama dinâmica traz uma estética colorida que vai conquistar o publico adolescente. Junto a isso, o elenco brilha em cena, seja pela sintonia ou pelas suas subtramas.</p>
<p>A protagonista vivida pela atriz Marina Moschen é cheia de vida e traz a cena uma personagem atrapalhada sem cair no estilo pastelão. Tudo isso com direito a muito romance e muitos clichês do gênero. Aliás, referencias a cenas de filmes não faltam. Além disso, assuntos que dominaram o noticiário e as redes sociais nos últimos anos dão um tom cômico e atual à narrativa.</p>
<p style="text-align: center;">  &#8220;O Mundo da Luna&#8221; pode até lembrar um pouco a série teen dos anos 90 &#8220;O mundo sombrio de Sabrina&#8221;, referencias também não faltam, mas por ter uma pegada mais adulta, é muito mais divertida e real.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2022/11/o-mundo-da-luna-livro-de-carina-rissi-ganha-adaptacao-moderna/">&#8220;O Mundo da Luna&#8221;: Livro de Carina Rissi ganha adaptação moderna</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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