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	<title>Criticas 2017 - Rota Cult</title>
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	<title>Criticas 2017 - Rota Cult</title>
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		<title>Guillermo Del Toro revisita Pinóquio para tratar de temas reais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tarsso Sa Freire]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2022 15:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algumas obras entram na cultura mundial sem nem percebemos, esse é o caso de Pinóquio, que apresentou ao mundo o conceito do nariz crescer ao se contar mentiras. Aliás, vale dizer que a adaptação animada de 1940 da Disney ajudou a massificar ainda mais o livro de Carlo Collodi. Sendo assim, várias adaptações foram feitas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-155807 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Pinoquio-por-Guillermo-del-Toro-filme-netflix-01.jpg" alt="Guillermo Del Toro" width="424" height="212" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Pinoquio-por-Guillermo-del-Toro-filme-netflix-01.jpg 1400w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Pinoquio-por-Guillermo-del-Toro-filme-netflix-01-300x150.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Pinoquio-por-Guillermo-del-Toro-filme-netflix-01-1024x512.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Pinoquio-por-Guillermo-del-Toro-filme-netflix-01-768x384.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Pinoquio-por-Guillermo-del-Toro-filme-netflix-01-696x348.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Pinoquio-por-Guillermo-del-Toro-filme-netflix-01-1068x534.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/12/Pinoquio-por-Guillermo-del-Toro-filme-netflix-01-840x420.jpg 840w" sizes="(max-width: 424px) 100vw, 424px" />Algumas obras entram na cultura mundial sem nem percebemos, esse é o caso de Pinóquio, que apresentou ao mundo o conceito do nariz crescer ao se contar mentiras. Aliás, vale dizer que a adaptação animada de 1940 da Disney ajudou a massificar ainda mais o livro de Carlo Collodi. Sendo assim, várias adaptações foram feitas até hoje, algumas boas, algumas pavorosas. Agora, chegou a vez da Netflix ter o seu boneco de madeira sob a direção de Guillermo Del Toro.</p>
<p style="text-align: center;">Uma das marcas de Guillermo é, certamente, a paixão pelo gênero fantástico. Como <em>O Labirinto do Fauno e A Forma da Água, Pinóquio</em> de Guillermo Del Toro traz a marca do diretor ao usar realidade fantástica para tratar temas inerentes à humanidade, como luto, política, e bondade. O roteiro tira a história do século XIX e o coloca na realidade fascista da Itália no século XX. A guerra e o fascismo de Mussolini é o pano de fundo desse enredo que conta com a voz de Ewan McGregor, como o Grilo Falante que narra a dor e o pesar de Gepeto após perder o filho em um bombardeio, assim como a jornada de Pinóquio.</p>
<p style="text-align: center;">Como se sabe, a história de Pinóquio é conhecida por quatro arcos bem definidos. A criação do menino de madeira, o desvio do seu caminho para ser usado em um teatro de marionetes, sua fuga para uma ilha onde os meninos malcriados viram burros, e o resgate de seu pai na barriga de uma baleia. A partir dai, a direção explora a relação do artesão Gepeto e seu filho Carlo na pequena cidade pacífica onde vivem. Além disso, a trilha sonora de Alexandre Desplat, junto com cantoria de Bradley, dão um toque peculiar a trama. Aliás, a trilha sonora original de Desplat lembra bastante a mesma delicadeza apresentada em <em>A Forma da Água</em>.</p>
<p style="text-align: center;">Já nesse início de filme, o diretor já imprime o mesmo estilo de <em>O Labirinto do Fauno,</em> trazendo a tela uma realidade horrenda de guerra e autoritarismo, sob o olhar humilde do ser humano. Além disso, Del Toro também traz o seu estilo de terror, que também compõe sua marca como cineasta. Misturado a isso, a questão da religiosidade também é colocada em cena, sem deixar de fazer justas críticas, já que a obra original tem forte influência cristã da realidade cultural italiana.</p>
<p style="text-align: center;"> Ao contrário do início do longa, a aldeia humilde foi invadida pelo autoritarismo de Mussolini, e Pinóquio é um ponto fora da curva do perfeccionismo opressivo fascista. Em determinado momento, o representante do partido questiona quem controla o menino de madeira, sua indagação é rebatida com Pinóquio questionando quem o controla. O arco onde Pinóquio deveria ir para a Ilha dos Prazeres, onde meninos maus são transformados em burros, é substituído pela Juventude Fascista. Aqui Del Toro opta por desprezar os fascistas, mostrando como suas atitudes são verdadeiramente pequenas e baixas, sem deixar críticas sérias a sua política.</p>
<p style="text-align: center;">É claro que cineasta não perdeu tempo em fazer pequenas alterações em determinados personagens como da Fada Azul (Tilda Swinton), uma criatura que lembra mais um anjo de máscara com asas cheias de olhos. O personagem de Conde Volpe, o pantomineiro, (Christoph Waltz), traz uma figura diabólica, que seduz uma criança, ainda que de madeira, para uma realidade de prazeres falsos, ao invés de ir à escola. O próprio design do personagem lembra um diabo, com o cabelo pontudo semelhante a chifres, e também em referência a raposa como símbolo de trapaça e mentira.</p>
<p style="text-align: center;">Além disso, a escolha por fazer uma animação Stop Motion foi muito bem pensada pois relaciona o apreço do cineasta pelos efeitos práticos do cinema. Assim como Georges Méliès, o diretor conta com a habilidade de criar uma realidade estilizada que só esse tipo de animação oferece, de modo que o design dos personagens é de longe o melhor entre todas as adaptações.</p>
<p style="text-align: center;">Nessa adaptação, Guillermo Del Toro tem como objetivo usar o famoso conto infantil para levantar questionamentos relevantes sobre construção de caráter. Temas como manipulação e a  (famosa) jornada do herói são colocados em cena tornando Pinóquio  um menino de verdade, com sentimentos puros. Com o intuito de mostrar que ele sempre foi um menino de verdade.</p>
<p style="text-align: center;">É correto afirmar que o ganhador do Oscar, Guillermo Del Toro, é, certamente, o novo queridinho da Netflix. O cineasta mexicano começou a deixar sua marca na locadora vermelha com <em>Klaus</em> (2019), que acabou concorrendo ao Oscar de Melhor Animação em 2020, ainda que tenha perdido para <em>Toy Story 4. </em>Além disso, 2022 foi, surpreendentemente, o ano Del Toro na Netflix, que também lançou a série &#8220;Gabinete de Curiosidade&#8221;.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="pSxooe9BHgI"><iframe title="Pinóquio por Guillermo del Toro | Trailer oficial | Netflix" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/pSxooe9BHgI?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>&#8220;Uma Razão para Viver&#8221; evoca a história heroica de Robin Cavendish</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 13:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeiro filme dirigido pelo ator Andy Serkis (Planeta dos Macacos) evoca a história de vida de Robin Cavendish. Com um roteiro simples e objetivo, o filme reduz o período de onze anos, após se diagnosticado com poliomielite e ficar tetraplégico, aos 28 anos. A trama evolui pela cronologia de seu único filho, Jonathan Cavandish (produtor do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Primeiro filme dirigido pelo ator Andy Serkis (<em>Planeta dos Macacos</em>) evoca a história de vida de Robin Cavendish. Com um roteiro simples e objetivo, o filme reduz o período de onze anos, após se diagnosticado com poliomielite e ficar tetraplégico, aos 28 anos. A trama evolui pela cronologia de seu único filho, Jonathan Cavandish (produtor do filme) e pontos cruciais da sua história que contraria todas as ordens médicas e convenções sociais da época.</p>
<p style="text-align: center;">Com produção da BBC, o filme segue o padrão das biografias extraordinárias, narrativa linear e um protagonista que vai além do seu tempo, um visionário como Stephen Hawkins e Steve Jobs. Que fique claro que não estou comparando suas histórias, mas sim, como elas são retratadas no cinema.</p>
<p style="text-align: center;">A trilha sonora com um pé no melodrama encanta e faz o espectador chorar, enquanto a fotografia é um deleite à parte e uma ótima reprodução da época.</p>
<p style="text-align: center;">Protagonizado por Andrew Garfield (em grande atuação) é o típico filme que tem tudo para ser indicado ao Oscar por retratar histórias extraordinárias reais. Com roteiro escrito por William Nicholson (<em>Gladiador</em>), o filme foi escolhido para abrir BFI London Film Festival em 2017.</p>
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		<title>How To Talk To Girls At Parties: O contraste de gerações a partir dos conflitos entre pais e filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Oct 2017 16:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definir o gênero de How To Talk To Girls At Parties pode ser um problema, afinal não é sempre que temos uma ficção cientifica misturada com comédia romântica. Situado no Reino Unido no fim dos anos 70, a cena do punk rock está explodindo e os jovens buscam cada vez mais a sua voz e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Definir o gênero de <em>How To Talk To Girls At Parties</em> pode ser um problema, afinal não é sempre que temos uma ficção cientifica misturada com comédia romântica. Situado no Reino Unido no fim dos anos 70, a cena do punk rock está explodindo e os jovens buscam cada vez mais a sua voz e a sua forma de expressão. Assim conhecemos Enn (Alex Sharp) um jovem artista entusiasta do punk-rock e que pretende mudar o sistema com sua fanzine, mas não tem coragem para falar com as meninas de sua escola e precisa fazer sua revolução financiada por sua mãe. Que em uma noite ao procurar uma festa para encontra garotas junto de seus amigos John e Vic (Ethan Lawrence e Abraham Lewis), acabam atraídos por uma música estranha vindo de uma casa. Chegando lá o que parece ser uma bizarra performance artística coletiva é na verdade o lar temporário de um grupo de alienígenas que está de visita na terra</p>
<p style="text-align: center;">Dando de cara com diferentes grupos dentro da casa, Enn acaba conhecendo Zan (Elle Fanning) uma alienígena etérea que toma a forma de uma adolescente, que está cansada de todas as regras impostas por sua colônia e após conhecer os “ideais” punk apresentados por Enn, ela acredita que essa se trata de uma nova colônia e resolve se rebelar contra as regras impostas a ela e embarca em uma jornada de descobrimento.</p>
<p style="text-align: center;">Levemente adaptando da graphics novel de mesmo nome escrita pelo grande Neil Gaiman e desenhada pelos irmãos brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá, o filme dirigido por John Cameron Mitchell (<em>Hedwig &#8211; Rock, amor e traição, Shortbus</em>) se afasta completamente de sua obra original com as escolhas criativas do roteiro escrito por Mitchell em parceria com Philippa Goslett. A obra original era uma pura e sincera metáfora das relações entre meninos e meninas, as diferenças no amadurecimento e como isso afeta na hora de engatar uma simples conversa. Já na adaptação cinematográfica utiliza a história como pano de fundo para fazer um contraste de gerações a partir dos conflitos entre pais/progenitores e seus filhos, a busca por independência e por encontrar o seu lugar no mundo, seja na Terra ou no espaço.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro acerta nos momentos de humor do filme, criando ótimas situações de peixe fora da água na interação de Zan com os punks ou com a mãe de Enn e até mesmo nas relações do jovem e seus amigos John e Vic com as diferentes colônias de alienígenas. Além disso as escolhas de tratar os pontos distintos do punk como o individualismo e os alienígenas como conformismo, dão espaço para a figurinista Sandy Powell brincar bastante com o design dos personagens. Colocando em cada colônia grandes doses do movimento Krautrock, muito popular nos anos 60 e 70. Mas por mais bonito que sejam os figurinos, os personagens punks que são liderados por Queen Boadicea (Nicole Kidman) parecem se esforçar demais em criar aquele visual, perdendo a naturalidade e caindo na evidencia do chamado “punk de butique”.</p>
<p style="text-align: center;">No fim as mensagens de John Cameron Mitchell podem se perder um pouco em um filme que dura um pouco mais do que precisava, criando uma pequena barriga em seu segundo ato. Mas ainda funciona com boas pitadas psicodélicas que ganham força com a trica de Nico Muhly e Jamie Stewart, fazendo de How To Talk To Girl At Parties um tipo de episódio romântico dentro da série Doctor Who.</p>
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		<title>Unicórnio, de Eduardo Nunes, imerge o espectador em vidas paralelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Oct 2017 04:36:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mundo real Vs. Mundo paralelo, Realidade Vs. Poesia. E o silêncio, a o silêncio é exatamente esse o ponto de Unicórnio de Eduardo Nunes. Adaptação de dois contos de Hilda Hilst, “Unicórnio” e “Matamoros”, Unicórnio é um filme translucidamente poético. Misturando mundos diferentes em uma trama de difícil aceitação, contada por Maria, uma menina que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Mundo real <em>Vs</em>. Mundo paralelo, Realidade <em>Vs.</em> Poesia. E o silêncio, a o silêncio é exatamente esse o ponto de <em>Unicórnio</em> de Eduardo Nunes. Adaptação de dois contos de Hilda Hilst, “Unicórnio” e “Matamoros”, Unicórnio é um filme translucidamente poético. Misturando mundos diferentes em uma trama de difícil aceitação, contada por Maria, uma menina que não sabe lidar com o seu silencio interior. Sentada num banco ao lado de seu pai, a menina conversa com ele conduzindo a narrativa do filme.</p>
<p style="text-align: center;">Com um trabalho sonoro e fotográfico de tirar o folego,<em> Unicórnio</em> imerge o espectador em vidas paralelas onde você não sabe o que é real é irreal, mas apenas o fato de sobreviverem dentro da realidade que vivem.</p>
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		<title>Alguma Coisa Assim: uma história real sobre relacionamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2017 23:09:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir do curta premiado no Festival de Cannes em 2006,  Alguma Coisa Assim é uma derivação do curta homônimo  que mostrava uma noite especial na vida de dois grandes amigos, aquela em que Caio (André Antunes) dá seu primeiro beijo em um outro homem (Daniel Tavares). Com um roteiro não linear, Alguma Coisa Assim, de Esmir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A partir do curta premiado no Festival de Cannes em 2006,  <em>Alguma Coisa Assim</em> é uma derivação do curta homônimo  que mostrava uma noite especial na vida de dois grandes amigos, aquela em que Caio (André Antunes) dá seu primeiro beijo em um outro homem (Daniel Tavares).</p>
<p style="text-align: center;">Com um roteiro não linear, <em>Alguma Coisa Assim</em>, de Esmir Filho e Mariana Bastos, reúne a história de dois grandes amigos nos anos de 2006, 2013 e 2016. Longa conta a trajetória da amizade de Caio e Mari, em três momentos marcantes de suas vidas, entre São Paulo e Berlim.</p>
<p style="text-align: center;">Protagonizado por Caroline Abras e André Antunes, o filme retrata o relacionamento entre pessoas comuns com sentimentos comuns facilmente inidentificáveis pelo espectador. Temas como casamento, homossexualidade, aborto, relacionamentos abertos, e como todas essas questões evoluem com o tempo e a maturidade dos personagens.</p>
<p style="text-align: center;">Melhores amigos na adolescência, os dois se distanciam e se reencontram anos mais tarde em Berlim, onde Mari vive uma vida nômade nos apartamentos da empresa em que trabalha. Porém a relação vai por terra, após uma série de eventos acontecerem.</p>
<p style="text-align: center;">Com dificuldade de rotular a relação que ambos mantêm a trajetória e os fracassos afetivos um do outro são postas em questão através de seus encontros e desencontros entre São Paulo e Berlim.</p>
<p style="text-align: center;">Parte da cena psicodélica, fotografia, direção de arte e o figurino são aproveitados no longa como complemento à essa história um tanto comum. Entre a boêmia pulsante de São Paulo que não existe mais e a Berlim atual a história de personagens reais se colidem em um último embate sobre a vida.</p>
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		<title>A psicologia do Medo em Motorrad, de Vicente Amorim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2017 14:49:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após estrear no Festival Internacional de Cinema de Toronto, Motorrad, de Vicente Amorim (O Caminho das Nuvens, Corações Sujos, Um Homem Bom), estreou na Mostra Hors Concours do Festival do Rio. O longa nacional de ação e terror conta a história de um grupo de jovens que, entram numa trilha remota e desconhecida, fazendo motocross. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Após estrear no Festival Internacional de Cinema de Toronto, <em>Motorrad</em>, de Vicente Amorim <em>(O Caminho das Nuvens, Corações Sujos, Um Homem Bom</em>), estreou na Mostra Hors Concours do Festival do Rio.</p>
<p style="text-align: center;">O longa nacional de ação e terror conta a história de um grupo de jovens que, entram numa trilha remota e desconhecida, fazendo motocross. Ao entrarem em território proibido o grupo de amigos passa a ser caçado por um grupo de motoqueiros assassinos.</p>
<p style="text-align: center;">Diferente do que tem acostumado a fazer, Vicente Amorim aborda o terror pela raiz, em Motorrad, o diretor e o produtor do filme, L. G. Tubaldini Jr (Ponte Aérea, O Vendedor de Sonhos), abraçaram o gênero do começo ao fim da produção, colocando o conceito e a temática do medo em estado puro. Seguindo a linha do terror psicológico, o filme desenha perfeitamente o quadro paranoico do medo em seus personagens. Todos, sem exceção, trazem boas atuações aos seus personagens.</p>
<p style="text-align: center;">Com um roteiro subjetivo tanto na relação as motivações das perseguições, como na relação com a câmera (cabe ao espectador decidir no que quer acreditar), <em>Motorrad</em> se destaca pela excelente edição de som com ótimas cenas de ação e uma trilha sonora alucinante, que coloca o espectador na berlinda do medo.</p>
<p style="text-align: center;">Misturando ação e terror, o filme mistura elementos essenciais dos gêneros com enquadramentos perfeitos e ótimas sacadas de câmera.</p>
<p style="text-align: center;">A produção que se iniciou a partir de personagens concebidos pelo quadrinista Danilo Beyruth (autor da HQ Bando de Dois) foi filmada todo na Serra da Canastra, <em>Motorrad</em> usa de uma estética suja e árida, lembrando às vezes <em>Mad Max.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Artista do Desastre redefine o conceito de metalinguagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Oct 2017 01:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lançado em 2003, o filme The Room rapidamente ganhou um status cult ao ser considerado o Cidadão Kane dos filmes ruins. Muito se falou do filme e principalmente de seu criador o excêntrico Tommy Wiseau que até hoje vive da fama conseguida com seu filme. O impacto de The Room na cultura pop atual é tão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Lançado em 2003, o filme <em>The Room</em> rapidamente ganhou um status cult ao ser considerado o <em>Cidadão Kane</em> dos filmes ruins. Muito se falou do filme e principalmente de seu criador o excêntrico Tommy Wiseau que até hoje vive da fama conseguida com seu filme. O impacto de <em>The Room</em> na cultura pop atual é tão forte que 14 anos após o seu lançamento o ator e diretor James Franco resolve levar para os cinemas o filme <em>O Artista do Desastre</em>, que mais do que um tributo a um dos mais adorados piores filmes já feitos, é uma história de amizade e de busca dos sonhos.</p>
<p style="text-align: center;">O longa conta a realização de <em>The Room</em> pelos olhos de Greg Sestero (Dave Franco), um jovem ator que luta por um espaço no show business, quando em uma de suas aulas de atuação na cidade de São Francisco ele conhece Tommy Wiseau (James Franco), um excêntrico e misterioso homem que mostra muita intensidade em suas cenas e parece não ter medo de se arriscar. A confiança de Tommy atrai Greg e eles rapidamente começam uma amizade.</p>
<p style="text-align: center;">São nesses momentos que o filme ganha sua força, pois as melhores cenas estão sempre nas interações de Greg e Tommy, todas as diferenças nos personagens que juntos se completam. Mostrando todo o carisma e química, os irmãos Franco, pela primeira vez, protagonizam juntos um filme e conseguem representar todo o coração que existe na relação dos dois aspirantes a atores, mas sem deixar de mostrar todos os limites sendo ultrapassados na estranha relação de Greg e Tommy.</p>
<p style="text-align: center;">Sonhando sempre com sucesso e reconhecimento, os dois inspirados pelo ator James Dean resolvem seguir os seus sonhos e se mudam para um apartamento de Tommy na cidade de Los Angeles. Após um tempo tentando vencer em Hollywood, Greg ainda buscava por uma grande oportunidade, quando Tommy surge com o roteiro do agora icônico filme. Mesmo sem experiência e conhecimento para comandar uma produção Wiseau resolve bancar de seu bolso toda a realização do filme e assim começa uma das mais excêntricas produções na história de Hollywood.</p>
<p style="text-align: center;">Os fãs do filme encontram no segundo ato um prato cheio, repleto de cenas que recriam e mostram os bastidores de alguns dos momentos mais icônicos do filme. Criando momentos que redefinem o conceito de metalinguagem, eles mostram todo a loucura por trás da produção, indo a fundo na revelação por trás de cada péssima escolha criativa feita por Wiseau.</p>
<p style="text-align: center;">Sabemos que James Franco sempre foi um artista fascinando por todo tipo de artes performáticas e com isso ele entra de cabeça na composição de Tommy Wiseau. Franco acerta os maneirismos, sotaque e caracterização desse que pode ser considerado o Ed Wood contemporâneo. Além disso a atuação não transforma Tommy em piada em nenhum momento, o que é difícil na criação de um personagem tão peculiar igual a esse. Ele é sim engraçado, mas existe uma vulnerabilidade por trás do personagem e o ator consegue transparecer isso muito bem em sua interpretação.</p>
<p style="text-align: center;">Já Dave Franco não deixa a bola cair, mas mesmo entregando uma boa atuação ele ainda não conseguiu sua oportunidade para ultrapassar seus limites como ator, mas caindo mais uma vez no papel de simpático e divertido amigo do protagonista, papel esse que persegue a carreira do mais novo dos irmãos Franco.</p>
<p style="text-align: center;">Sem dúvidas o público não precisa ter assistido a <em>The Room</em> para se divertir e entender as loucuras da produção mostrado no filme de James Franco, mas com certeza ajuda na experiência. Afinal, é interessante ver as referências e piadas no filme que foram aproveitadas na obra de Wiseau, inclusive o personagem de Seth Rogen (o supervisor de roteiro Sandy Schklair) serve para dar uma voz ao público, sempre questionando as decisões de Tommy assim como qualquer um que assiste ao filme.</p>
<p style="text-align: center;">No final, <em>O Artista do Desastre</em> é um divertido e peculiar retrato sobre amizade e as ambições no mundo do cinema, que com certeza vai agradar até mesmo aqueles que não vem graça nos absurdos da obra original de Tommy Wiseau. Sendo ironicamente ótimo filme feito para homenagear um péssimo filme.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>PATTI CAKE$, CINEMA INDIE DE QUALIDADE E RESPEITO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2017 20:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabe aquele tipo de filme que envolve o espectador pelas crônicas reais do personagem, PATTI CAKE$ carrega em sua trama dramática e cheia de humor,  com batimentos inesquecíveis, uma história de superação com atuações de primeira linha. O filme ganha forma e se destaca com um elenco pouco conhecido e com muito talento. Danielle Macdonald é uma aspirante a rapper [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Sabe aquele tipo de filme que envolve o espectador pelas crônicas reais do personagem, <em>PATTI CAKE$ </em>carrega em sua trama dramática e cheia de humor,  com batimentos inesquecíveis, uma história de superação com atuações de primeira linha. O filme ganha forma e se destaca com um elenco pouco conhecido e com muito talento. Danielle Macdonald é uma aspirante a rapper de New Jersey que sonha em fazer fama e fortuna com as suas rimas, mas, enquanto esse dia não chega, ela enfrenta o ambiente hostil e competitivo do mundo do hip-hop.</p>
<p style="text-align: center;">Primeiro longa-metragem do aclamado diretor comercial e musical,  Geremy Jasper é uma produção indie (produzida pelo brasileiro Rodrigo Teixeira) conta com uma trilha sonora impecável e sensacional composta pelo próprio diretor.</p>
<p style="text-align: center;">Patricia &#8220;Killa P&#8221; Dombrowski canta suas rimas atrás do balcão de um bar para conseguir pagar os gastos médicos de sua avó e sustentar sua mãe alcoólatra cuja carreira musical nunca deu certo. Patti e seu melhor amigo Jheri (Siddharth Dhananjay em ótima atuação) sonham com fama, fortuna e escapar de Dirty Jersey o mais rápido possível, mas ainda não encontraram um produtor que possa alavancar suas carreiras. Até que ela inesperadamente se aproxima de Basterd, um recluso músico de goth-metal que poderá ser sua chance de chegar ao estrelato no hip-hop.</p>
<p style="text-align: center;">Com um quê de <em>Preciosa </em>em seu roteiro, o filme aborda a periferia e as vielas do Rap em New Jersey através da jornada de Patricia &#8220;Killa P&#8221; Dombrowski, uma rapper improvável que encontra sua voz interior nas letras de suas músicas, onde expõem suas revoltas e suas vivências. &#8220;Killa P&#8221;  capta perfeitamente a essência do personagem marginalizado, mesmo que ela não permita que os valentões e bullies tenham a última palavra. Intimidadora e heroica na sua resiliência contra o mundo cruel, &#8220;Killa P&#8221; enfrenta o mundo de frente, sem medo algum em perfeitos três atos.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Aclamado pela crítica na última edição do Festival de Sundance, em Park City, EUA, o longa PATTI CAKE$, de Geremy Jasper, encerrou a Quinzena dos Realizadores de Cannes 2017.</p>
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		<title>120 batimentos por minuto, de Robin Campilo aborda a educação sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2017 05:01:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Premiado no 70° Festival de Cannes pela Federação Internacional da Imprensa cinematográfica, 120 batimentos por minuto de Robin Campilo é um filme sobre amor à vida. Com uma trama bem articulada e um roteiro muito bem construído, filme retrata triste realidade do preconceito e da ignorância na França dos anos 1990. Em busca de revolução [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Premiado no 70° Festival de Cannes pela Federação Internacional da Imprensa cinematográfica, <em>120 batimentos por minuto</em> de Robin Campilo é um filme sobre amor à vida.</p>
<p style="text-align: center;">Com uma trama bem articulada e um roteiro muito bem construído, filme retrata triste realidade do preconceito e da ignorância na França dos anos 1990. Em busca de revolução pela informação, o grupo ativista Act Up intensifica seus esforços para que a sociedade reconheça a importância da prevenção e do tratamento da Aids. Robin Campilo entrega um filme institucional sobre a organização, compondo um amplo painel do cenário homossexual da época.</p>
<p style="text-align: center;"><em>120 batimentos por minuto</em> é um retrato real e triste sobre a ignorância em uma década desprovida de educação e senso de realidade. A fotografia fria e crua chega a ser poética diante da dor pela vida. A direção certeira de Campilo junto com a atuação de todo o elenco provê uma experiencia melancólica sobre um período negro na busca da aceitação sobre a doença.</p>
<p style="text-align: center;">A produção francesa é  tem tudo para ser obrigatória nas escolas de todo mundo por abordar a educação sexual.</p>
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		<title>Julia Rezende apresenta Como É Cruel Viver Assim no Festival do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Oct 2017 04:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quinto longa-metragem de Julia Rezende  (Meu Passado Me Condena 1 e 2, Ponte Aérea e Um Namorado Para Minha Mulher), Como É Cruel Viver Assim conta a história de um grupo de amigos pobres desesperados em ganhar dinheiro. Para completar, Vladimir (Marcelo Valle) está desempregado e  entra em um espiral de desespero ao escutar que sua mulher, Clívia (Fabiula [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Quinto longa-metragem de Julia Rezende  (<em>Meu Passado Me Condena 1 e 2, Ponte Aérea e Um Namorado Para Minha Mulher</em>), <em>Como É Cruel Viver Assim </em>conta a<em> </em>história de um grupo de amigos pobres desesperados em ganhar dinheiro. Para completar, Vladimir (Marcelo Valle) está desempregado e  entra em um espiral de desespero ao escutar que sua mulher, Clívia (Fabiula Nascimento), sonha com uma linda festa de casamento. Eis que surge Regina (Debora Lamm), uma amiga do casal, que propõe sequestrar seu ex-patrão, riquíssimo. Vladimir resolve arriscar tudo, certo de que essa <span class="il">é</span> sua grande oportunidade de realizar algo grandioso e de se sentir respeitado pela primeira vez na vida. Ele convida Primo (Silvio Guindane) para completar o time e os quatro começam a tratar dos detalhes do que parece ser o grande golpe de suas vidas. Enquanto tomam as providências práticas, revelam-se suas frustrações, ambições e medos.</p>
<p style="text-align: center;">Lembrando um pouco a estética de<em> Entrando numa Roubada, a</em> direção de fotografia  de Dante Belutti merece destaque ao misturar a linguagem teatral e cinematográfica à obra.</p>
<p style="text-align: center;">Com um roteiro simples, prontamente pontuado pelos três atos, a trama se desenvolve com facilidade e muito humor, <em>Como É Cruel Viver Assim </em>é uma comédia dramática sobre a vida como ela é.</p>
<p style="text-align: center;">Incapazes de realizar qualquer coisa que dê sentido às suas vidas empobrecidas e sem rumo, os amigos se boicotam, à ponto de colocar a vida ordinária que tem em risco. Tratando de questões como ética, moral, auto-estima, esperança e violência, os personagens estão em busca de um lugar ao sol para suprir suas carências e suas solidões. E o cinema é uma oportunidade de refletir sobre a falta de perspectiva do ser humano. Julia Rezende fragmenta as suas cenas e da enfase a versatilidade dos atores. Com um elenco afiado, crível e em total sintonia com a realidade da vida, quer dizer do roteiro.</p>
<p style="text-align: center;">Infelizmente nem todos realizam seus sonhos, mas nem sempre o cinema açucara a nossa vida, enquanto seguimos em frente.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://player.vimeo.com/video/233057219?app_id=122963" width="696" height="292" frameborder="0" title="Trailer Final Festival do Rio Como&nbsp;&eacute; Cruel Viver Assim" webkitallowfullscreen mozallowfullscreen allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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