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	<title>Arquivos horror - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Arquivos horror - Rota Cult</title>
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		<title>Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo retorna ao CCBB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:31:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após a primeira edição da mostra, realizada em março de 2025, Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo retorna ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), de 15 de abril a 18 de maio de 2026, com uma proposta curatorial organizada em torno de eixos temáticos, ampliando o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após a primeira edição da mostra, realizada em março de 2025, <em>Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo</em> retorna ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), de 15 de abril a 18 de maio de 2026, com uma proposta curatorial organizada em torno de eixos temáticos, ampliando o olhar sobre diferentes vertentes e abordagens do macabro sob perspectiva feminina. Os ingressos para os filmes podem ser retirados a partir das 9h do dia da exibição, na bilheteria física ou no site do CCBB RJ.</p>



<p class="has-text-align-center">A curadora Beatriz Saldanha selecionou 38 títulos — sendo 31 filmes dirigidos por mulheres e outros sete com participação feminina em funções essenciais como roteiro, montagem, fotografia, trilha sonora, maquiagem e efeitos especiais. Entre os temas que estruturam a seleção estão as vampiras contemporâneas, o misticismo e a religiosidade, e a representação da chamada &#8220;loucura&#8221; feminina, um dos tópicos mais recorrentes e controversos do horror.</p>



<p class="has-text-align-center">Apesar do foco em produções recentes, a mostra mantém o compromisso com o resgate histórico. A sessão de abertura apresenta&nbsp;<em>Hollywood 90028</em>&nbsp;(1973), de Christina Hornisher, obra que foi redescoberta internacionalmente e que chama a atenção pelo retrato amargo da desilusão com o sonho da indústria cinematográfica mais cobiçada do mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos destaques desta edição é a homenagem à cineasta francesa Marina de Van, com a exibição de três de seus longas:&nbsp;<em>Encontro com o passado</em>, estrelado por Sophie Marceau e Monica Bellucci;&nbsp;<em>O lado sombrio,&nbsp;</em>uma história sobrenatural perturbadora; e&nbsp;<em>Em minha pele</em>, o seu filme cult, considerado como um dos títulos mais emblemáticos do chamado &#8220;novo extremismo francês&#8221;. Diretora, roteirista e atriz, Marina de Van aborda de maneira franca e bastante pessoal temas delicados como a relação da mulher com o próprio corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra também destaca a trajetória da<em>&nbsp;videomaker&nbsp;</em>Cecelia Condit, que realizou alguns dos trabalhos mais importantes no campo do cinema experimental, com curtas como<em>&nbsp;Talvez em Michigan</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Debaixo da pele</em>. Em seus filmes, Cecelia evoca as narrativas dos contos de fadas para discutir questões familiares profundas, bem como o horror da violência contra as mulheres, através de uma estética que mais se assemelha a pesadelos. &#8220;É uma cineasta brilhante, extremamente generosa e seus filmes precisam ser vistos, ainda mais se considerarmos que, infelizmente, a violência contra as mulheres está presente na sociedade atual de maneira intolerável&#8221;, ressalta Beatriz Saldanha.</p>



<p class="has-text-align-center">A produção brasileira contemporânea marca presença com a pré-estreia de&nbsp;<em>Love Kills</em>, de Luiza Schelling Tubaldini, sessões especiais de&nbsp;<em>Virtuosas</em>, de Cíntia Domit Bittar, de&nbsp;<em>O despertar de Lilith</em>, de Monica Demes, e de curtas-metragens estrelados por Gilda Nomacce, a &#8220;rainha do grito&#8221;, reconhecida por seus papéis no cinema de gênero.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A programação inclui ainda sessões especiais com títulos derivados ou continuações de franquias populares, como&nbsp;<em>Pesadelo final: a morte de Freddy</em>,&nbsp;<em>Criaturas 3</em>&nbsp;— primeiro filme estrelado por Leonardo DiCaprio — e&nbsp;<em>A maldição de Carrie</em>, título que foi bastante pedido pelo público na primeira edição da mostra.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra realizará sessões inclusivas dos filmes&nbsp;<em>Love Kills</em>,&nbsp;<em>Criaturas 3</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Virtuosas</em>. O público poderá usar os recursos de acessibilidade (legenda descritiva, audiodescrição, Libras) através do aplicativo MobLoad, disponível gratuitamente nos formatos Android e IOS.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ATIVIDADES EXTRAS</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Além das exibições dos filmes, a mostra promove uma série de atividades formativas e reflexivas, como debates, sessões comentadas e curso.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia 16 de abril, às 18h10, após a sessão de&nbsp;<em>Possessão</em>, acontece o debate &#8220;Olhando além da diretora: criação, excessos e autoria feminina no horror&#8221;, com Cássia Ferreira, pesquisadora e jornalista, mestra em Comunicação pela UERJ, e Kimberly Palermo,&nbsp;cineasta e mestranda em Cinema e Audiovisual pela UFF. A mediação será da curadora Beatriz Saldanha.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia seguinte (17/04), sexta-feira, às 19h, a diretora Luiza Schelling Tubaldini conversa com o público, após a pré-estreia de seu longa-metragem&nbsp;<em>Love Kills</em>. Outra cineasta que estará presente para um bate-papo será Monica Demes, que apresenta&nbsp;<em>O Despertar de Lilith</em>, no dia 6 de maio, às 17h30.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra oferece ainda a&nbsp;<em>masterclass</em>&nbsp;&#8220;Rainha do grito por excelência: técnicas de performance para filmes de horror&#8221; com a atriz Gilda Nomacce. Será um encontro com duração de 2h no dia 25 de abril, com início às 15h. Haverá entrega de certificado aos participantes. As senhas serão distribuídas a partir das 14h.</p>



<p class="has-text-align-center">A idealizadora e curadora da mostra Beatriz Saldanha, Doutoranda em Comunicação Audiovisual pela UAM, ministrará o curso &#8220;A abjeção feminina como estratégia de libertação no cinema de horror&#8221;. Serão dois encontros, com duração de 2h cada, nos dias 7 e 8 de maio, às 17h30, no Cinema 2. O curso propõe uma introdução ao conceito de abjeção feminina no cinema de horror, a partir de referenciais teóricos como Mary Douglas, Julia Kristeva e Barbara Creed, analisando como imagens de corpos femininos monstruosos, abjetos ou desviantes podem representar não apenas como instrumentos de controle simbólico, mas também resistência e libertação através de estratégias de ruptura. Por meio de exemplos do cinema de horror clássico e contemporâneo, o curso discutirá a relação entre gênero, corpo, violência e transformação, instigando a reflexão e o debate sobre o potencial político e estético da abjeção. Haverá entrega de certificado e as senhas serão distribuídas 1h antes do início das aulas.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim, mas não menos impactante, o CCBB realiza a sua primeira&nbsp;festa &#8220;Noite no Museu – Mestras do Macabro&#8221;, que acontece no dia 17 de abril. Será uma experiência que mistura cinema e música, uma noite para celebrar o imaginário gótico com a sessão especial de&nbsp;<em>Love Kills</em>, às 19h, seguida de festa com DJ Cammy e show de Ana Cañas.&nbsp;O evento contará com comidinhas e bebidinhas do bar Labuta. Aqueles que retirarem ingresso para o filme já garantem presença na festa. Os ingressos para a &#8220;Noite no Museu&#8221; já estão disponíveis na bilheteria física e no site do CCBB –&nbsp;<a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a>.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 15 de abril a 18 de maio de 2026 / Ingressos para as sessões dos filmes e os debates:&nbsp;retirada&nbsp;a partir das 9h do dia da exibição/atividade, na bilheteria física ou&nbsp;no site&nbsp;<a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a> / Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro Rua Primeiro de Março 66, Centro / Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA no site<strong>&nbsp;<a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a></strong></p>
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		<title>Mestras do Macabro, 28 filmes de horror, no CCBB</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muitas décadas, o cinema de horror foi considerado restrito aos homens, mas hoje sabemos que as mulheres têm uma relação profunda com o gênero, as produções dirigidas por mulheres, na sua grande maioria, não receberam o merecido destaque e são pouco conhecidas no Brasil. Agora, a mostra &#8220;Mestras do Macabro&#8221; vem cobrir esta lacuna apresentando [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Por muitas décadas, o cinema de horror foi considerado restrito aos homens, mas hoje sabemos que as mulheres têm uma relação profunda com o gênero, as produções dirigidas por mulheres, na sua grande maioria, não receberam o merecido destaque e são pouco conhecidas no Brasil. Agora, a mostra &#8220;<em>Mestras do Macabro&#8221; </em>vem cobrir esta lacuna apresentando 28 longas-metragens de diversos estilos, produzidos em vários países, no mês dedicado às mulheres.Além disso, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro também receberá debates e um curso sobre o tema.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra oferece um panorama inédito de diretoras com perfis muito diferentes que realizaram filmes em contextos particulares. Serão exibidos desde produções de pioneiras, que atuaram no cinema comercial dos anos 1970 e 1980, até títulos mais recentes, incluindo filmes de diretoras brasileiras, que dialogam diretamente com o público de hoje. O filme de abertura será o clássico <em>Quando Chega a Escuridão </em>(<em>Near Dark</em>, 1987), de Kathryn Bigelow, uma das cineastas mais importantes em atividade. </p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Considero muito importante lançar luz na filmografia de horror dirigida por mulheres porque, se por tantos anos ela foi ignorada, hoje felizmente vivenciamos um período propício para colocar estes filmes em evidência e destacar o trabalho de mulheres pioneiras, que fizeram filmes com orçamentos irrisórios e que muitas vezes precisaram encontrar soluções artesanais para contornar baixos orçamentos e conseguiram se expressar em um meio dominado por homens. A beleza dessa mostra está na pluralidade das propostas cinematográficas, que vão desde o gore de baixíssimo orçamento a obras prestigiadas em grandes festivais, o que mostra a vastidão das possibilidades do horror&#8221;, comenta a curadora Beatriz Saldanha.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre as pioneiras do gênero de horror, a mostra destaca as cineastas americanas Stephanie Rothman, Amy Jones e Jackie Kong. Em <em>O Doce Vampiro</em> (<em>The Velvet Vampire,</em> 1971), Rothman incorpora ao filme uma influência do cinema surrealista que o torna especialmente bonito. <em>O Massacre</em> (<em>The Slumber Party Massacre</em>, 1982), dirigido por Amy Jones, é o primeiro filme da única saga que foi concebida como &#8220;feminina&#8221; nos <em>slashers</em>, um dos subgêneros mais populares do horror. E <em>Um Jantar Sangrento</em> (<em>Blood Diner</em>, 1987), de Jackie Kong, é uma obra bem particular que lembra os filmes da celebrada produtora Troma.</p>



<p class="has-text-align-center">As cineastas dos &#8220;novos clássicos&#8221; do horror,  que marcam o início de uma nova geração de diretoras deste gênero, estão representadas pelos filmes <em>Psicopata Americano</em> (<em>American Psycho</em>, 2000), de Mary Harron, <em>Garota Infernal</em> (<em>Jennifer&#8217;s Body</em>, 2009), de Karyn Kusama, <em> Grave </em>(2016), de Julia Ducournau, e <em>O Babadook </em>(<em>The Babadook</em>, 2014), de Jennifer Kent.</p>



<p class="has-text-align-center">Estarão presentes na mostra também filmes mais intimistas de grandes autoras, como<strong> </strong><em>O Chalé do Lobo</em>(<em>Vlčí Bouda</em>, 1987), da checa Vera Chytlová, <em>Desejo e Obsessão </em>(<em>Trouble Every Day</em>, 2001)<em>,</em> da francesa Claire Denis, e o pouco conhecido <em>A Jaula de Mafu </em>(<em>The Mafu Cage</em>, 1978), da americana Karen Arthur, que traz uma das atuações mais impressionantes de Carol Kane. </p>



<p class="has-text-align-center"><em>Mestras do Macabro &#8211; as cineastas do horror ao redor do mundo</em> será ainda uma ótima oportunidade para assistir filmes que, apesar de serem cultuados fora do Brasil, seguem inéditos nos cinemas daqui, como <em>O Pesadelo de Celia</em> (<em>Celia</em>, 1989), de Ann Turner, e <em>Segredos Evidentes</em> (<em>Youling Renjian</em>, 2001), de Ann Hui, duas cineastas brilhantes; além  de títulos que estrearam diretamente no <em>streaming</em> e poderão, pela primeira vez, ser vistos em uma sala de cinema, como o excelente <em>Santa Maud </em>(2020), de Rose Glass, diretora de <em>Loves Lies Bleeding: O Amor Sangra</em>, lançado no ano passado.</p>



<p class="has-text-align-center">A produção nacional estará presente com alguns dos melhores filmes brasileiros do gênero de horror lançados nos últimos anos &#8211; <em>Medusa </em>(2023), de Anita Rocha da Silveira, <em>Sinfonia da Necrópole</em> (2016), de Juliana Rojas, <em>Sem Seu Sangue</em> (2020), de Alice Furtado, <em>A Sombra do Pai (</em>2019), de Gabriela Amaral Almeida e <em>Terminal Praia Grande</em> (2019), de Mavi Simão.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra terá um catálogo com textos de 35 autoras, entre críticas brasileiras e pesquisadoras estrangeiras convidadas. Pela primeira vez, um livro exclusivo sobre esse tema será publicado no Brasil. A distribuição será gratuita. A publicação estará disponível também para<em>&nbsp;download</em>&nbsp;no site do CCBB.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço: </strong> <strong>De 7 de março a 14 de abril de 2025</strong> / CCBB (Rua Primeiro de Março 66, Centro) / Sala de Cinema 1 (102 lugares, sendo 4 para cadeirantes)  / Entrada franca. Ingressos disponibilizados às 9h do dia da sessão na bilheteria física ou em <a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a>.</p>
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		<title>Rock Horror Film Festival traz 50 filmes de 17 países</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 16:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rock Horror Film Festival está de volta para sacudir seu esqueleto e arrepiar até seu último fio de cabelo com uma seleção empolgante de mais de 50 filmes de 17 países. Aliás, esse ano, o Rock Horror Film Festival acontece no Cinesystem de Botafogo. Diretores brasileiros e estrangeiros marcarão presença nas mesas redondas mediadas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Rock Horror Film Festival está de volta para sacudir seu esqueleto e arrepiar até seu último fio de cabelo com uma seleção empolgante de mais de 50 filmes de 17 países. Aliás, esse ano, o Rock Horror Film Festival acontece no Cinesystem de Botafogo.</p>



<p class="has-text-align-center">Diretores brasileiros e estrangeiros marcarão presença nas mesas redondas mediadas pela diretora do festival, no hall do Cinesystem. Além disso, o Rock Horror Film Festival traz uma variedade de workshops de cinema com profissionais gabaritados da indústria e esse ano não será́ diferente. Oficinas de roteiro, direção, fotografia, maquiagem, Fx, trilha, entre outras, estão entre as que serão ministradas no cinema e no Estúdio da Sin Fronteras Filmes para um público de cinéfilos, estudantes de cinema, profissionais da indústria e interessados pela sétima arte. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>HAPPY HOURS CINÉFILAS E ROCK NIGHTS</strong> &#8211; As baladas cinéfilas e shows de rock vão rolar nos bares de rock parceiros que serão anunciados posteriormente. </p>



<p class="has-text-align-center">A noite de abertura do festival contará com um filmaço inédito no Brasil, de um medalhão que vocês amam. Quer saber qual é? Siga as redes do festival e fique ligado em nossas novidades porque você traz o medo e nós garantimos o arrepio. Por enquanto, é só, galera. Prepare seu coração para dias e noites de muita pipoca, terror e rock &amp; roll porque a quinta edição do Rock Horror Film Festival vai fazer o Rio de Janeiro tremer nas bases.</p>



<p class="has-text-align-center">Confira a lista completa dos filmes que participarão da edição no site do festival: <a href="http://www.rockhorrorfilmfestival.com/">www.rockhorrorfilmfestival.com</a></p>
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		<title>Prepare-se para o medo com o terror &#8220;Noturnos&#8221;, de Vinicius de Moraes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 11:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[caetano gotardo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitos conhecem ou ouviram falar de Vinicius de Moraes, autor de versos mundialmente conhecidos, como os da famosa canção &#8220;Garota de Ipanema&#8221;. Poucos, no entanto, sabem que ele se encantava pelo terror, gênero que reúne fãs no Brasil e no mundo. &#8220;Noturnos&#8221; é uma nova série, que estreia nesta quarta, 21, às 22h, no Canal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: center;"><br /><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-124156 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020.jpg" alt="noturnos vinicius de moraes marco dutra caetano gotardo 2020" width="354" height="236" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-2020-630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 354px) 100vw, 354px" /><br />Muitos conhecem ou ouviram falar de <a href="https://rotacult.com.br/2020/07/40-anos-sem-vinicius-de-moraes-40-anos-de-saudades/">Vinicius de Moraes</a>, autor de versos mundialmente conhecidos, como os da famosa canção &#8220;Garota de Ipanema&#8221;. Poucos, no entanto, sabem que ele se encantava pelo terror, gênero que reúne fãs no Brasil e no mundo. &#8220;<strong>Noturnos&#8221; </strong>é uma nova série, que estreia nesta quarta, 21, às 22h, no <a href="https://canaisglobo.globo.com/c/canal-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Canal Brasil</a> e <a href="https://globoplay.globo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Globoplay</a>. <br /><br />Baseada em poemas e contos escritos por Vinicius de Moraes, entre os anos 1930 e 1940, ela reúne seis obras do poetinha selecionadas por Renato Fagundes e com direção geral de Marco Dutra (<a href="https://rotacult.com.br/2018/05/as-boas-maneiras-uma-fabula-de-terror-contemporanea/"><em><strong>As Boas Maneiras</strong></em></a> / 2017) e Caetano Gotardo (<em><strong>O Que Se Move</strong></em> / 2012). Os episódios foram pilotados por Gabriela Amaral (<a href="https://rotacult.com.br/2018/08/o-animal-cordial-gabriela-amaral-almeida-traz-visceralidade-e-catarse-em-um-retrato-violento-do-brasil/"><em><strong>O Animal Cordial</strong> </em></a>/2017), Rodrigo Aragão (<em><strong>A Mata Negra</strong></em> / 2018), Vinícius Silva, Everlane Moraes, Aaron Salles Torres e Gustavo Vinagre. </p>
<figure id="attachment_124153" aria-describedby="caption-attachment-124153" style="width: 1373px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-124153" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral.png" alt="noturnos vinicius de moraes elenco e diretores" width="1373" height="772" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral.png 1373w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-300x169.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-1024x576.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-768x432.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-696x391.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-1068x601.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-geral-747x420.png 747w" sizes="(max-width: 1373px) 100vw, 1373px" /><figcaption id="caption-attachment-124153" class="wp-caption-text">Diretores e elenco na coletiva de imprensa</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>O PROJETO</strong><br />Em coletiva realizada nesta terça, 20, Fagundes contou que enveredou no mundo da escrita por influência de Vinicius de Moraes. O idealizador frisou que a ideia foi muito bem recebida desde o início. André Saddy, diretor geral do Canal Brasil, salientou a facilidade de escolher alguns projetos e que esse já tinha o que ele chama de &#8220;assinatura Canal Brasil&#8221;, que reforça a relação do canal com o cinema. Para Fagundes, contar com a dupla Dutra e Gotardo foi o melhor dos cenários e, não por acaso, o canal viu o potencial que a obra tinha pela frente. </p>
<h2 style="text-align: center;"><em>&#8220;O verdadeiro terror é maior do que morrer.&#8221;</em></h2>
<p style="text-align: center;"><strong>ORIGENS</strong><br />Renato Fagundes contou que sua experiência de olhar diferente para a obra de Vinicius com o curta <strong>Balada das Duas Mocinhas de Botafogo </strong>foi a centelha. Ao deparar-se com os escritos e a relação dele com o gênero, foi puro encantamento. &#8220;O verdadeiro terror é maior do que morrer. É o medo de deixar de ser humano&#8221;, disse o idealizador. E complementou ter saído flutuando após o primeiro encontro com a dupla Dutra e Gotardo: &#8220;Eles fizeram uma coisa que ninguém estava esperando&#8221;. <br /><br /><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-124155" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes.png" alt="noturnos renato fagundes" width="1283" height="773" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes.png 1283w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-300x181.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-1024x617.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-768x463.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-696x419.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-1068x643.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-renato-fagundes-697x420.png 697w" sizes="(max-width: 1283px) 100vw, 1283px" /><br /><br />Marco Dutra, diretor geral, contou que chegou a hesitar num primeiro momento, mas os textos foram muito inspiradores. &#8220;Nas entrelinhas dava para ver o carinho dele com o gênero terror&#8221;, disse. E lembrou que o trabalho, iniciado no ano passado, muito antes da pandemia, acabou estreando no período de um confinamento que acontece na vida real. Se quiser, clique abaixo, para ver o <strong>Balada das Duas Mocinhas de Botafogo </strong>no canal oficial.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Vinicius de Moraes (Canal Oficial)_Balada das Duas Mocinhas de Botafogo." width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/IRZE1UofRJ8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>LIBERDADE PARA CRIAR</strong><br />O parceiro Caetano Gotardo salientou a liberdade que tiveram para propor algo diferente. &#8220;Nem todos tinham uma narrativa fácil de construir&#8221;, disse. O primeiro poema &#8220;Balada do Morto-Vivo&#8221; foi o responsável pelo formato adotado. Dutra contou que eles curtiam a ideia de uma antologia, mas fazer tudo a partir do grupo de teatro, vivenciando as experiências dos contos pareceu a melhor solução. <br /><br /><strong>ONDE E COMO</strong><br />A série se passa em um teatro, com atores e equipe presas no local, devido a uma forte tempestade. É quando histórias são contadas por eles e protagonizadas por diferentes personagens. Marco reforçou que tiveram muita liberdade para &#8220;propor algumas maluquices&#8221;. &#8220;Foi legal poder brincar com os textos de <a href="https://rotacult.com.br/2020/07/vinicius-de-moraes-e-homenageado-em-lives/">Vinicius de Moraes</a> e com os subgêneros. Eu acho que os fãs vão gostar de assistir e identificar&#8221;, concluiu.<br /><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-124154 aligncenter" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra.png" alt="noturnos marco dutra" width="1654" height="782" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra.png 1654w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-300x142.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-1024x484.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-768x363.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-1536x726.png 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-696x329.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-1068x505.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-coletiva-marco-dutra-888x420.png 888w" sizes="auto, (max-width: 1654px) 100vw, 1654px" /><br /><strong><br />UM AUTOR, DOIS CRIADORES, SEIS DIRETORES<br /></strong>&#8220;Acho que Vinicius foi o estopim&#8221;, disse Gotardo, ao lembrar da pluralidade de olhares envolvidos. Dutra concordou com ele. &#8220;Eu e Marco dirigimos tudo no teatro e chamamos diretores para os outros universos. Tinha essa vontade de ter diferentes olhares&#8221;, observou. Sobre o jeito diferente de cada diretor trabalhar com o elenco, a dupla frequentava o set para manter a sensação de unidade. <br /><br />&#8220;O elenco se desdobrou em vários personagens e com diretores diferentes. Havia mudança grande de estilo para elenco e equipe&#8221;, disse Gotardo. &#8220;A cada história era como se tivesse zerado. A impressão que dava era que iria dar tudo errado, lembrou a atriz Andrea Marquee. Ícaro Silva ressaltou que a confiança mútua &#8220;foi fundamental&#8221;. <br /><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-124161 aligncenter" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo.png" alt="noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo" width="1523" height="743" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo.png 1523w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-300x146.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-1024x500.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-768x375.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-696x340.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-1068x521.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-861x420.png 861w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-caetano-gotardo-533x261.png 533w" sizes="auto, (max-width: 1523px) 100vw, 1523px" /><br /><strong><br />HISTÓRIAS DO PASSADO, TEMAS ATUAIS</strong><br />Para Gotardo, a conexão dos textos do passado com a atualidade &#8220;brotou naturalmente a partir dos assuntos que os personagens discutiam em cena&#8221;. &#8220;Ficou forte e aconteceu de forma orgânica&#8221;, concluiu. Fagundes frisou que o terror é uma alegoria para falar de temas universais. &#8220;Cada episódio lida com isso de um jeito. Era o que a gente procurava&#8221;, disse ele .</p>
<h2 style="text-align: center;">&#8220;É um exercício para vida, lidar com os nossos medos&#8221;</h2>
<p style="text-align: center;"><strong>CONEXÃO COM O TERROR</strong><br />Para o ator Ícaro Silva, o mistério é o que o atrai para o gênero. &#8220;Quando eu penso na série, penso sobre a dilatação do tempo. É como se a gente tivesse vivendo várias noites em uma história&#8221;, disse. Marjorie Estiano comentou que &#8220;é um exercício para vida, lidar com os nossos medos&#8221;.<br /><br />Para Andrea Marquee, a pandemia se tornou um elemento surpresa que vai ao encontro do que ela aprecia na dramaturgia: a metalinguagem. &#8220;Foi muito mágico o que aconteceu naquele teatro&#8221;, concluiu o ator Rafael Losso.<br /><br /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-124157" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020.jpg" alt="noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020" width="518" height="346" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020.jpg 1536w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-1024x683.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-768x513.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-696x464.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-1068x713.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2020/10/noturnos-vinicius-de-moraes-marco-dutra-caetano-gotardo-elenco-2020-629x420.jpg 629w" sizes="auto, (max-width: 518px) 100vw, 518px" /><br /><br /><strong>VINICIUS DE MORAES, MÚSICA E TERROR</strong><br />A música está muito presente no trabalho da dupla de diretores. Em &#8220;<strong>Noturnos&#8221;</strong>, as letras são de Caetano e as músicas de Marco. O mais interessante, porém, é que as canções foram escritas há cerca de 20 anos, quando ambos iniciavam a carreira. Gotardo frisou que cada episódio tem um universo musical específico, e por ser feito a partir de uma obra de<a href="https://rotacult.com.br/2020/10/canal-brasil-estreia-serie-de-terror-inspirada-na-obra-de-vinicius-de-moraes/"> Vinicius de Moraes</a> foi muito emocionante. <br /><br />#Noturnos #ViniciusDeMoraes #CanalBrasil #SériesBrasileiras #DicasDeSeries #MarjorieEstiano #Terror</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2020/10/prepare-se-para-o-medo-com-o-terror-noturnos-de-vinicius-de-moraes/">Prepare-se para o medo com o terror &#8220;Noturnos&#8221;, de Vinicius de Moraes</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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