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	<title>Marcelo Perelo, Autor em Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Marcelo Perelo, Autor em Rota Cult</title>
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		<title>Divertidamente 2 aborda temas complexos de forma acessível para todas as idades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Diversão é mais do que um estado de espírito. É uma viagem emocional complexa&#8221;, essa é a premissa central de Divertidamente 2, a sequência muito aguardada do aclamado filme da Pixar que explora o funcionamento interno das emoções humanas. Lançado em 2015, o original Divertidamente cativou o público ao personificar emoções como Alegria, Tristeza, Raiva, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">&#8220;Diversão é mais do que um estado de espírito. É uma viagem emocional complexa&#8221;, essa é a premissa central de <em>Divertidamente 2</em>, a sequência muito aguardada do aclamado filme da Pixar que explora o funcionamento interno das emoções humanas. Lançado em 2015, o original <em>Divertidamente</em> cativou o público ao personificar emoções como Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho dentro da mente de uma jovem chamada Riley.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="428" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2-1024x428.png" alt="Divertidamente 2" class="wp-image-178933" style="width:451px;height:auto" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2-1024x428.png 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2-300x126.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2-768x321.png 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2-150x63.png 150w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2-696x291.png 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2-1068x447.png 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2-1004x420.png 1004w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Divertidamente-2.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center">Em <em>Divertidamente 2</em>, a história se aprofunda ainda mais nos desenvolvimentos emocionais de Riley à medida que ela enfrenta os desafios da adolescência. Nossa protagonista, agora com 13 anos tem talvez seu maior desafio até agora, onde com a chegada da puberdade, novos sentimentos surgem literalmente &#8221;sem freio&#8221; como a Ansiedade, Vergonha, Inveja e Tedio. A narrativa continua a explorar como as emoções interagem e influenciam as escolhas e experiências da protagonista, enriquecendo cada vez mais a narrativa e obviamente dando mais profundidade aos novos sentimentos da Riley.</p>



<p class="has-text-align-center">O filme mantém a qualidade visual impressionante que se tornou característica da Pixar, com uma animação vibrante e detalhada que captura tanto o mundo externo quanto o interno de Riley de maneira cativante. A utilização das cores e dos designs dos personagens reforça as emoções que eles representam, proporcionando uma experiência visualmente rica e emocionalmente envolvente.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos pontos fortes de <em>Divertidamente 2</em> é sua capacidade de abordar temas complexos de uma maneira acessível para todas as idades. A história não apenas explora os altos e baixos emocionais de Riley, mas também trata de temas como crescimento pessoal, amizade e família. Isso permite que o filme seja tanto educativo quanto emocionalmente satisfatório, fazendo com que o público se identifique com os personagens e suas jornadas.</p>



<p class="has-text-align-center">Além disso, a sequência não se limita a replicar o sucesso do primeiro filme, mas sim expande seu universo de maneiras criativas. Novos cenários mentais são explorados, cada um com sua própria estética e desafios emocionais únicos, o que adiciona profundidade à narrativa e mantém o interesse do espectador ao longo do filme.</p>



<p class="has-text-align-center">No entanto, <em>Divertidamente 2</em> não está isento de críticas. Alguns podem argumentar que a história, embora emocionalmente envolvente, pode parecer previsível em certos momentos, enquanto, o diretor opta por uma linguagem narrativa muito parecida, quase que idêntica com o primeiro filme. Além disso, a complexidade das emoções e dos temas abordados pode não ser totalmente compreendida por espectadores mais jovens (coisa que acontece também no primeiro filme), embora a mensagem geral do filme seja universal.</p>



<p class="has-text-align-center">Em resumo, <em>Divertidamente 2</em> é uma sequência bem-sucedida que não apenas honra o legado do original, mas também expande seu mundo de maneiras criativas e emocionalmente impactantes. Com uma animação deslumbrante, uma narrativa envolvente e uma abordagem sensível aos altos e baixos da vida emocional, o filme oferece uma experiência que é tanto divertida quanto reflexiva.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="yAZxx8t9zig"><iframe title="Divertida Mente 2 | Trailer Oficial Dublado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/yAZxx8t9zig?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Uncharted: Fora do Mapa, adaptação do famoso game, enfim, chega aos cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Feb 2022 12:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Franquia de games tem tudo para se tornar sucesso nas telonas! &#8220;Uncharted&#8221; é, certamente, uma das maiores franquias de videogame da história! Agora, enfim, ela chega aos cinemas, depois de mais de 10 anos de produção. Quem me conhece sabe que sou um grande fã de games, e pra falar a verdade, sempre fico na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Franquia de games tem tudo para se tornar sucesso nas telonas!</h1>
<p style="text-align: center;">&#8220;Uncharted&#8221; é, certamente, uma das maiores franquias de videogame da história! Agora, enfim, ela chega aos cinemas, depois de mais de 10 anos de produção.</p>
<p style="text-align: center;">Quem me conhece sabe que sou um grande fã de games, e pra falar a verdade, sempre fico na expectativa quando um jogo vira filme, dada toda complexidade entre as mídias. Na verdade uma boa adaptação tem que ser o mais fiel possível ao game e obviamente levar e trazer novos elementos para um publico muito mais amplo que é o cinema, saber balancear isso não é fácil, mas é um caminho. E é isso que essa produção se dispõe a fazer, mas será que conseguiu?</p>
<p><figure id="attachment_146939" aria-describedby="caption-attachment-146939" style="width: 320px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class=" wp-image-146939" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Uncharted-Fora-do-Mapa.jpg" alt="Uncharted" width="320" height="400" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Uncharted-Fora-do-Mapa.jpg 1080w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Uncharted-Fora-do-Mapa-240x300.jpg 240w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Uncharted-Fora-do-Mapa-819x1024.jpg 819w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Uncharted-Fora-do-Mapa-768x960.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Uncharted-Fora-do-Mapa-696x870.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Uncharted-Fora-do-Mapa-1068x1335.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Uncharted-Fora-do-Mapa-336x420.jpg 336w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /><figcaption id="caption-attachment-146939" class="wp-caption-text">Nathan Drake (Tom Holland) in Columbia Pictures&#8217; UNCHARTED.</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;"><em>Uncharted: Fora do Mapa</em> apresenta ao público o esperto Nathan Drake (Tom Holland) em sua primeira aventura de caça ao tesouro com seu sagaz parceiro Victor “Sully” Sullivan (Mark Wahlberg). Em uma aventura épica repleta de ação que se estende por todo o mundo, os dois partem em uma perigosa busca pelo tesouro de Fernão de Magalhães, enquanto rastreiam pistas que podem levar ao paradeiro do irmão há muito perdido de Nathan.</p>
<p style="text-align: center;">Aliás, é obvio que a estrutura de <em>Uncharted</em> traz toda referencia e elementos de filmes de caça ao tesouro, relíquias perdidas como<em> Tomb Raider</em> e é claro<em> Indiana Jones</em>, só por isso já se apresenta um filme bem divertido, com todos os clichês do gênero, vilões genéricos, amizades desfeitas, traições, enigmas a serem resolvidos.</p>
<p style="text-align: center;">Mas todos esses elementos não iriam funcionar se não fosse pelo carisma absurdo de Tom Holland, rodeado de criticas e muita desconfiança (inclusive por mim) por ser bem mais novo que o personagem Natan Drake do game, mas que em 10 minutos de tela isso vai por agua a baixo, dado todo o carisma e assertividade da produção, já que estamos falando do Homem Aranha da Marvel. Aliás, isso é fundamental para o filme ser vendável e ter um grande apelo de publico que nem sabe que o filme é baseado em um game.</p>
<p style="text-align: center;">Tom Holland da vida a um Nate mais novo, mas com um carisma absurdo, totalmente desenvolto no papel. Amparado a ele um ótimo Mark Wahlberg dando vida a seu mentor Victor Sullivan, que também é mais novo ainda que o personagem do game. Juntos em tela, a dupla da cara ao filme e mostra todo entrosamento e isso é uma marca fiel ao game.</p>
<p style="text-align: center;">A direção fica a cargo de Ruben Fleischer que conseguiu captar toda atmosfera do game, com cenas de ação muito bem feitas, bem produzidas e com ótima coreografia. Porém há um  ponto negativo, a sua duração, um pouco longo demais, ele se estende em seu segundo ato o deixando um pouco arrastado, na verdade <em>Uncharted</em> não traz elementos novos para o gênero e por muitas vezes fica uma sensação de <em>Dejavu</em>.</p>
<p style="text-align: center;">No fim das contas<em> Uncharted</em> ira agradar o fã do game em vários momentos e tem potencial para conquistar novos públicos, com duas cenas pós credito, a produção aposta em uma criação de universo e por consequência se tornar uma franquia, e para o bem de todos e felicidade geral da nação, tomara que isso se concretize.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="-x85mq-Z6Ig"><iframe loading="lazy" title="Uncharted: Fora do Mapa | Trailer Final Legendado | 17 de fevereiro nos cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/-x85mq-Z6Ig?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Exorcismo Sagrado crítica a igreja católica, com um argumento audacioso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 12:37:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seja bem vindo aos Jump Scares! O gênero terror precisa estar em constante evolução e reformulação, tanto para se manter relevante e atual, como para se manter atualizado com o mundo em que estamos estabelecidos. Falo isso porque dentro do gênero terror, está o sub gênero que são os filmes de possessão demoníaca. O grande [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Seja bem vindo aos Jump Scares!</h1>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-146739 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Exorcismo-Sagrado.png" alt="O Exorcismo Sagrado " width="414" height="173" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Exorcismo-Sagrado.png 750w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Exorcismo-Sagrado-300x125.png 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/Exorcismo-Sagrado-696x290.png 696w" sizes="auto, (max-width: 414px) 100vw, 414px" />O gênero terror precisa estar em constante evolução e reformulação, tanto para se manter relevante e atual, como para se manter atualizado com o mundo em que estamos estabelecidos. Falo isso porque dentro do gênero terror, está o sub gênero que são os filmes de possessão demoníaca.</p>
<p style="text-align: center;">O grande expoente obviamente é o <em>Exorcista,</em> de 1973, o filme que revolucionou o gênero de possessão e mais, estabeleceu narrativas, regras, condução, convenções e um modelo a ser seguido até os dias de hoje.</p>
<p style="text-align: center;">Toda esse introdução serve para contextualizar essa nova produção que na verdade abre a temporada do gênero em 2022 nas telonas, falo de <em>O Exorcismo Sagrado</em> é um filme que usa e abusa dos elementos clássicos e clichês de possessão demoníaca, mas que consegue ter elementos bem próprios que vamos desenvolver agora.</p>
<p style="text-align: center;">A história gira em torno do padre Williams, que está trabalhando no México e ainda muito inexperiente, tem de enfrentar um exorcismo e tentar salvar a vida de uma mulher possuída. Avisado que não teria condições de realizar o exorcismo sozinho, o padre em um certo momento é possuído pelo demônio, e comete o maior pecado de sua vida, um sacrilégio que após 18 anos terá que prestar conta com esse mesmo demônio.</p>
<p style="text-align: center;">A direção fica a cargo de Alejandro Hidalgo (<em>A Casa do fim dos tempos</em>). O E<em>xorcismo Sagrado</em> é o seu segundo filme, onde, aliás, ele traz uma crítica forte a igreja católica, além disso, o longa tem um argumento bem audacioso, profano e muito discutível, o que na verdade isso é ótimo porque deixa o público querendo saber até onde essa história vai.</p>
<p style="text-align: center;">Outro ponto muito positivo do filme são as exposições de figuras demoníacas com um tempo de tela muito grande, bem diferente do usual, ele usa elementos e símbolos católicos como santos e o próprio Jesus em aparições horripilantes e que com certeza irão deixar o público bem desconfortável. A fotografia escura e a locação de uma prisão suja que dá o tom do filme, fazem , certamente, com que o filme tenha veracidade na trama.</p>
<p style="text-align: center;">O corpo de atuação não compromete, se calçando no personagem principal da trama, o padre Williams que segura as pontas em uma atuação convincente. Mas, o grande problema de <em>O Exorcismo Sagrado</em> é seu excesso de clichês do gênero, aqui ele abraça obviamente <em>O Exorcista</em>, em dois momentos de praticamente cópia e cola, elementos de <em>The Evil Dead</em> e a<em> Profecia</em> também são notados, além disso, o uso de Jump Scares e do falso Jump Scares, são usados a exaustão, além de algumas atitudes inapropriadas de alguns personagens.</p>
<p style="text-align: center;"><em>O Exorcismo Sagrado</em> na verdade não faz feio, muito pelo contrário, traz bons elementos, além de carregar um argumento muito audacioso junto a um final muito interessante.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="mruRXCOZ6ec"><iframe loading="lazy" title="Exorcismo Sagrado | Trailer Dublado | Quinta nos Cinemas" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/mruRXCOZ6ec?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Moonfall Ameaça Lunar um filme para os fãs de cinema catástrofe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Feb 2022 13:24:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rolland Emmerick se notorizou por seus filmes catástrofes, desde o estrondoso sucesso de Independence Day de 1996, aliás, provavelmente seu maior filme, assim, toda sua carreira se solidificou com esse tipo de gênero, e agora, em 2022 ele volta literalmente com força com seu projeto mais ambicioso Moonfall Ameaça Lunar. O grande problema de Moonfall [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-146526 alignright" src="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/moonfall-capa.jpg" alt="Moonfall Ameaça Lunar" width="330" height="186" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/moonfall-capa.jpg 924w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/moonfall-capa-300x169.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/moonfall-capa-768x432.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/moonfall-capa-696x392.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2022/02/moonfall-capa-746x420.jpg 746w" sizes="auto, (max-width: 330px) 100vw, 330px" />Rolland Emmerick se notorizou por seus filmes catástrofes, desde o estrondoso sucesso de <em>Independence Day</em> de 1996, aliás, provavelmente seu maior filme, assim, toda sua carreira se solidificou com esse tipo de gênero, e agora, em 2022 ele volta literalmente com força com seu projeto mais ambicioso <em>Moonfall Ameaça Lunar.</em></p>
<p style="text-align: center;">O grande problema de <em>Moonfall</em> na verdade tem nome e sobrenome, Rolland Emmerick, desde<em> O Dia Depois de Amanha,</em> que ele usa exatamente as mesmas concepções de personagens, mesma estrutura narrativa, mesmo modelo de efeitos visuais ele não evoluiu em nada, é tudo copia de filmes anteriores, uma preguiça sem tamanho, mas antes de destilar meu ódio sobre esse filme, vamos a historia.</p>
<p style="text-align: center;">Na trama, uma força misteriosa tira a Lua da sua órbita em torno da Terra e envia-a numa rota de colisão capaz de aniquilar a vida como a conhecemos. Na verdade eu amo esse tipo de filme, gosto de como se materializa em tela cenas grandiosas de destruição, transformar o impossível em realidade visual e o mais importante, divertir. Mas aqui o filme parte de um bom argumento para se transformar em uma megalomania alto indulgente sem tamanho, o diretor coloca simplesmente todos os elementos de seus filmes em <em>Moonfall Ameaça Lunar,</em> tem pitadas de<em> Stargate, Independence Day 1 e 2, O Dia Depois de Amanha, 2012</em> e é claro toda argumentação a cerca desse filme.</p>
<p style="text-align: center;">Sua condução é extremamente apressada não explicando minimamente a coerência de nosso satélite estar em rota de colisão com a terra, muito pelo contrario, com 20 minutos tudo já esta um caos, ele monta seu segundo ato com uma trama piegas e sem o menor sentido, além disso, chega a dar vergonha alheia as relações e os dramas pessoais que se amontoam e se desenvolvem exatamente como em seus filmes anteriores.</p>
<p style="text-align: center;">Seu corpo de atuação liderados por Patrick Wilson que esta em &#8220;ponto morto&#8221; e Halle Barry que até tenta dar alguma credibilidade para a trama mas infelizmente sem sucesso e John Bradley, o Sam de &#8220;Game of Thrones&#8221; que esta na vez do personagem renegado e esquecido pelo sistema, que faz a grande descoberta da humanidade que obviamente é impossível algum cientista saber com alguma antecedência.</p>
<p style="text-align: center;">Mas parece que tudo isso é feito de proposito para o <em>gran finale</em> do diretor, ele literalmente acredita que vamos ficar impactados, e nos entrega uma explicação sobre o argumento do filme que é disparado o mais insano, o mais louco e sem nenhum sentido que vi nos últimos anos. Acreditem, é absurdo o que o filme tenta explicar e dar como o grande plot, na verdade é extremante vergonhoso.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Moonfall</em> talvez não seja o pior filme de sua carreira, ate porque tirar o posto de <em>Independence day 2</em> não é uma tarefa fácil, mas aqui ele se esforça muito e quase consegue. Rolland Emmerick, certamente, precisa urgente se reciclar!</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="Yt5EGKxpmhE"><iframe loading="lazy" title="Moonfall - Ameaça Lunar | Trailer oficial | Legendado" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/Yt5EGKxpmhE?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Suspense &#8220;Não Olhe&#8221; perde a oportunidade ser algo mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 09:40:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das ótimas características que o cinema tem é a capacidade de nos surpreender e, quando a surpresa é positiva, melhor ainda. Não que o filme em questão seja maravilhoso, longe disso, mas não deixa de tornar a experiência de assistir ao suspense Não Olhe no mínimo interessante. O filme se passa em uma cidade fria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Uma das ótimas características que o cinema tem é a capacidade de nos surpreender e, quando a surpresa é positiva, melhor ainda. Não que o filme em questão seja maravilhoso, longe disso, mas não deixa de tornar a experiência de assistir ao suspense <em>Não Olhe </em>no mínimo interessante.</p>
<p style="text-align: center;">O filme se passa em uma cidade fria do Canadá onde acompanhamos Maria, uma adolescente com sérios problemas de aceitação, alienada, muito por causa de sua criação, onde a omissão dos pais neste caso fica evidente e a fez adquirir um bloqueio para amizades e relacionamentos em geral, a única ‘’amizade’’ é de uma garota do colégio que não se cansa em jogar sua sensualidade e como sou desejada pelos meninos na cara de Maria.</p>
<p style="text-align: center;">A de notar esse cuidado que o diretor tem em nos apresentar esse quadro de pseudo depressão da personagem, ajudado por uma fotografia azul meio acinzentada, dada a solidão do lugar e obviamente do conflito interno que Maria vive há anos. Essa condução disparada é a melhor coisa do filme, já que com certeza já passamos ou conhecemos alguém com esse tipo de problema e a dificuldade de se lutar com isso sem uma ajuda profissional.</p>
<p style="text-align: center;">Porém o filme da uma virada o que não é spoiler, esta no trailer, em certo momento de solidão e de desespero, Maria começa a interagir com seu reflexo no espelho chamado Airam ( Maria ao contratrio ) onde sua personalidade é exatamente tudo que nossa personagem gostaria ou tentou ser a vida toda, independente, focada, com a sexualidade bem definida, sem medo de encarar a vida. Esse contexto psicológico como falei, é muito bem abordado no filme, trazendo questões bem interessantes para composição da personagem.</p>
<p style="text-align: center;">E engraçado que quando Maria troca de lugar com Airam e fica presa no espelho, a chance de consertar muita coisa e se libertar como ser humano fica evidente, e na verdade o roteiro nesse ponto tinha tudo para brilhar já que a protagonista India Eisley da um verdadeiro show trazendo duas personagens completamente diferentes em uma mesma pessoa. Uma pena que a historia passa a ser um clichê de vingança, onde as consequências dos atos ficam cada vez mais complicadas de se aceitar e é nessa hora que o roteiro prefere não dar soluções, pelo contrario acaba com elas dando fim ao filme.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Não Olhe</em> na verdade é um thriller psicológico bem interessante mesmo, colocando a sexualidade reprimida, a rejeição, solidão como objeto de discussão, e isso é ótimo, mas que em um determinado momento vira um terrorzinho barato com situações que já vimos inúmeras vezes no cinema, e mesmo com uma cena final grandiosa que com certeza sucinta questões bem interessantes, seu roteiro que prefere optar pelo obvio jogou fora a chance de um belo filme.</p>
<p><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/lb5UsiTQRMg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>O Predador: ficção cientifica e humor negro não combinam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Sep 2018 01:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queridos amigos leitores, não sei quanto a vocês, mas regularmente me pergunto por que os estúdios continuam com a mania de mexer em franquias que estão fechadas, lapidadas e que estão em algum canto do nosso querido imaginário???? Entendo que os anos 80 e 90 foram muito importantes para grandes franquias e atores, e que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Queridos amigos leitores, não sei quanto a vocês, mas regularmente me pergunto por que os estúdios continuam com a mania de mexer em franquias que estão fechadas, lapidadas e que estão em algum canto do nosso querido imaginário????</p>
<p style="text-align: center;">Entendo que os anos 80 e 90 foram muito importantes para grandes franquias e atores, e que de certa forma, relevo até a ideia de a nova geração conhecer uma versão atualizada e High Tech, mas ‘’deus do céu’’ que seja boa, simples assim. Essa introdução um tanto rabugenta de minha parte se dá ao lançamento da nova versão de <em>O Predador,</em> famoso filme de 1987 com nosso querido &#8220;Arnoldão’’ e que em 1990, trouxe o também astro Danny Glover para uma continuação inferior ao original, mas bem honesta com a franquia.</p>
<p style="text-align: center;">Para quem não conhece, o personagem Predador figura no panteão como um dos mais importantes ícone da cultura pop mundial, ou seja, trazer ele de volta não é uma das tarefas das mais fáceis. Pois bem, Shane Black, que trabalhou como ator no filme original, assina a direção e o roteiro dessa nova aventura do caçador alienígena, e a pergunta é: valeu à pena?</p>
<p style="text-align: center;">Sem rodeios e delongas, não, e vou explicar por que. Predador começa muito bem por sinal, e já adianto que se o tom fosse esse, estaria ate agora aplaudindo no cinema. Todo o primeiro ato é muito bem conduzido, vemos a violência explícita, marca registrada da franquia, a apresentação dos personagens de forma orgânica, dentro da ação, sem os rodeios de uma auto explicação, a progressão do suspense e ótima, já que a caça aos humanos fica evidente, assumo que a quantidade de personagens incomoda além das várias tentativas de criar tramas e sub tramas para eles, mas mesmo assim estava curtindo e muito.</p>
<p style="text-align: center;">Mas como nem tudo são flores, o segundo ato destrói tudo muito rápido, e aí que entra minha maior decepção com o diretor. Shane Black sempre trabalhou em projetos de sucesso e seus trabalhos foram muito bem aceitos na indústria e quem o conhece, sabe que o humor negro, as piadas rápidas, os diálogos acelerados estão presentes, mas aqui o humor é disparado o elemento mais fora do lugar aqui, começando com tiradas sarcásticas e partindo pra comedia de vez, com direito até para um joínha de nosso digníssimo Predador.</p>
<p style="text-align: center;">Como falei anteriormente, o excesso de personagem na trama deixa o filme totalmente descartável, concordo quem tem algumas boas atuações apenas isso, como Jacob Trambley, que faz um menino com grau de autismo elevado, e que descobre em segundos a linguagem dos alienígenas, Olivia Munn faz uma bióloga especialista em analisar as criaturas mas que na verdade é um <em>Rambo</em> disfarçado, Boyd Holbrook, o ator principal que tem o primeiro contato com o Predador, além de uma equipe de soldados loucos incluindo Thomas Jane com síndrome de Tourette que é absolutamente lamentável e constrangedor, mas é a grande bengala usada pelo diretor para dar o tom absurdo de humor para o filme.</p>
<p style="text-align: center;">Atrelado a isso, um roteiro onde nada, ou praticamente nada faz sentido, a super exposição da criatura, algo que era impossível nos filmes originais, e daí sim, vêm seu fascínio, com direito a cães predadores que mais parecem à versão má do nosso querido <em>Bethoven</em>, além de uma versão gigante absolutamente sem sentido. Fora o foco que em momento algum fica no Predador (me desculpe, mas  o nome do filme é dedicado a ele), somada as tentativas de dar um sentido as inúmeras vindas absurdas a Terra, fazem o personagem padecer em uma auto-indulgência do nosso diretor.</p>
<p style="text-align: center;">Finalizando em um terceiro ato que funciona em poucos momentos, <em>Predador</em> é uma miscelânea de coisas sem sentido e sem foco aparente. E que vamos combinar, não merecia nem ser feito. E ainda vou além, a cena final e tão bizarra e tão vergonha alheia, que me fez pensar se Shane Black não estava curtindo com a nossa cara.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="69xfVCxIYXc"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/69xfVCxIYXc?start=21&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Jason Statham enfrenta inimigo aquático em Megatubarão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 03:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caros amigos leitores, antes de começarmos essa resenha, se faz necessário uma pergunta básica. O que vocês esperam de um filme onde  se passam e uma estação de pesquisa, descobre uma fenda na parte mais profunda do oceano pacifico, e mais uma vez uma equipe fica presa no fundo do oceano e cabe novamente a Statham [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Caros amigos leitores, antes de começarmos essa resenha, se faz necessário uma pergunta básica. O que vocês esperam de um filme onde  se passam e uma estação de pesquisa, descobre uma fenda na parte mais profunda do oceano pacifico, e mais uma vez uma equipe fica presa no fundo do oceano e cabe novamente a Statham voltar ao trabalho e encarar novamente seu pior pesadelo ( o tom dramático é proposital ).</p>
<p style="text-align: center;">Apesar do roteiro absurdo, o argumento no seu primeiro ato é bem interessante quase que levamos a serio, bem dirigido, mostrando todo o lado cientifico da coisa, explicando como uma criatura de bilhões de anos pode estar viva, efeitos visuais bem aceitáveis, nos apresentando um mundo marinho desconhecido por nós, dado aquela profundidade nunca antes vislumbrada.</p>
<p style="text-align: center;">Obvio que o filme deixa claro para o espectador aonde que chegar, e nos apresenta todos os clichês básicos de uma equipe tanto de resgate quanto de cientistas, tem de tudo, o nerd, o negro engraçado, o milionário excêntrico, uma penca de chinês só pra constar no orçamento, enfim, e Jason Statham no modo que estamos acostumados a ver, nada de novo.</p>
<p style="text-align: center;">Nessa pluralidade de gêneros e cores, o filme vai ganhando força em cenas de ação ate bem construídas tanto na <em>mise en scène</em> quando na sua concepção visual, como falei anteriormente, o roteiro segura as pontas, dada ao absurdo da historia. Até o fim do segundo ato o filme funciona bem em quase tudo, uma grande surpresa na verdade, mas sabe quando você já espera o abraço da &#8220;galhofa’’, ate pelo ator principal e em que essa produção se destina. Se preparem, porque o desfecho no seu terceiro ato em vários momentos da vergonha alheia do nosso querido Megalodon, uma pena o que fazem ele passar. E mais, passaremos a conhecer os estereótipos clássicos em versões asiáticas (aceito comentários da cena da praia lotada de chineses).</p>
<p style="text-align: center;"><em>Megatubarão</em> surpreende em boa parte do filme, porem quando você percebe que tudo aquilo de legal que vimos nos levaria a esse desrespeito com uma criatura mítica em seu desfecho, teria ido ao cinema com meu pijama do <em>Deadpool</em> e ido pra galera.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="SSkGwPj5YHw"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/SSkGwPj5YHw?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
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<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2018/08/jason-statham-enfrenta-inimigo-aquatico-em-megatubarao/">Jason Statham enfrenta inimigo aquático em Megatubarão</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Drama dirigido por Stephen Chbovsky, Extraordinário, é uma viagem reflexiva e inspiradora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 17:47:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das grandes qualidades que o cinema tem é a capacidade de surpreender o expectador, sendo de uma forma positiva, faz com que você embarque em uma viagem só sua, de questionamentos, entendimentos, compreensões e principalmente, quando a experiência na grande sala escura é extraordinária, você sai outra pessoa. Extraordinário (Wonder) no original é uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/12/drama-dirigido-por-stephen-chbovsky-extraordinario-e-uma-viagem-reflexiva-e-inspiradora/">Drama dirigido por Stephen Chbovsky, Extraordinário, é uma viagem reflexiva e inspiradora</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Uma das grandes qualidades que o cinema tem é a capacidade de surpreender o expectador, sendo de uma forma positiva, faz com que você embarque em uma viagem só sua, de questionamentos, entendimentos, compreensões e principalmente, quando a experiência na grande sala escura é extraordinária, você sai outra pessoa.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Extraordinário (Wonder)</em> no original é uma adaptação do romance infantil escrito por Raquel Jaramillo, sob o pseudônimo R. J. Palacio publicado em 2012 e que ganha vida pelas mãos do diretor e roteirista Stephen Chbovsky.</p>
<p style="text-align: center;">Vamos situar o caro amigo leitor, <em>Extraordinário</em> conta a historia de Auggie Pullman, um garoto que sofre da síndrome de Treacher Collins, que causa deformação facial. Ele sempre viveu enclausurado em casa, onde sua mãe o educou e alfabetizou, porém esta na hora de Auggie alcançar um novo patamar, onde sua mãe não tem como o proteger, encarar o mundo, e o inicio de uma nova vida, entrado na escola.</p>
<p style="text-align: center;">Uma das grandes surpresas desse filme é não ser brega e piegas, todo escopo da historia, poderia muito bem cair no lugar comum, e focar no drama e nas dificuldades do personagem, apenas apelando para o dramalhão barato. Porém tudo fica mais claro quando os 3 pilares para o grande cinema caminham juntos, que é ter um total controle entre direção, roteiro e atuação, e felizmente isso é muito, mas muito bem construído.</p>
<p style="text-align: center;">É claro que o foco principal da historia é nosso querido Auggie Pullman, vivido de uma forma extraordinária, pura e linda pelo ator Jacob Tramblay (com pesadíssima maquiagem), ele tem o talento de brilhar sozinho, quanto nas interações com sua família, em especialmente com a mãe vivida pela inspiradíssima Julia Roberts. Que enquanto ela é a autoridade da casa e largou tudo para se dedicar e cuidar do filho, o pai é um sujeito muito divertido, tranquilo, que evita o uso da autoridade para ser o ‘’pai amigão’’ e isso, o ator Owen Wilson faz muito bem. Destaque para sua Irma que tem tempo para um arco bem interessante e ao mesmo tempo obvio, já que praticamente toda atenção da família cai em cima de Auggie.</p>
<p style="text-align: center;">Outro ponto positivo do filme, é ver como funciona a estrutura fílmica do longa, nosso &#8220;herói’’ nunca se julga coitadinho, claro que só ele sente na pele todo peso da descriminação do mundo a sua volta, quanto mais agora exposto em uma High Scholl, onde todas as formas de bullying sofridas por Auggie nas aulas e nos arredores, fazem com que o expectador o encha mesmo que impossível, de força para que ele supere todas as adversidades e mais, a forma como essa historia é contada arrebata o expectador. Utilizando de um artifício muito inteligente, o filme é contado e visto pelos olhos das principais pessoas que estão em volta de Auggie, como em capítulos, sendo assim é muito fácil e perfeitamente compreensível os atos e os porquês dos personagens a sua volta terem certas atitudes.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Extraordinário</em> na verdade é um filme inspirador, reflexivo, onde todas as questões ruins que permeiam o ser humano são testadas e não se culpe por se colocar também nesse patamar. E quer um conselho de amigo? Embarque nessa viagem e se deixe emocionar, rir, chorar, se enraivecer, se indignar e se deliciar com essa bela e extraordinária historia, e quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil. O mundo a sua volta agradecerá.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="6g80d7igX0k"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/6g80d7igX0k?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/12/drama-dirigido-por-stephen-chbovsky-extraordinario-e-uma-viagem-reflexiva-e-inspiradora/">Drama dirigido por Stephen Chbovsky, Extraordinário, é uma viagem reflexiva e inspiradora</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
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		<title>Suspense, &#8220;Boneco de Neve&#8221;, com Michael Fassbender, chega aos cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 14:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O suspense se torna um excelente gênero cinematográfico, quando suas convenções são respeitadas e sua narrativa segue sempre deixando o expectador um passo atrás na trama. Mas, infelizmente essa nova empreitada do diretor Tomas Alfredson, dos ótimos ( Deixe ela Entrar, O Espião que Sabia Demais ) padece de requisitos básicos para se considerar um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">O suspense se torna um excelente gênero cinematográfico, quando suas convenções são respeitadas e sua narrativa segue sempre deixando o expectador um passo atrás na trama. Mas, infelizmente essa nova empreitada do diretor Tomas Alfredson, dos ótimos ( <em>Deixe ela Entrar, O Espião que Sabia Demais</em> ) padece de requisitos básicos para se considerar um bom filme. Vamos juntos dissecar <em>Boneco de Neve.</em></p>
<p style="text-align: center;">Para que você caro amigo leitor, entenda toda lambança que está na tela, <em>Boneco de Neve</em> é uma adaptação de uma serie de livros escrita por Jo Nesbo e é centrado em Harry Hole, aqui vivido por Michael Fassbender, um detetive que investiga uma serie de desaparecimentos de mulheres com uma única característica, todas são marcadas por relacionamentos extraconjugais com filhos cujos pais não se sabem quem são, e a medida que ele vai se aprofundando, percebe que ele pode estar atrás do primeiro serial killer da Noruega, onde a única pista deixada, são bonecos de neve.</p>
<p style="text-align: center;">Apesar da premissa até interessante, este longa peca em muitos aspectos básicos, como por exemplo, sua edição sem sentido, muitos planos estão literalmente &#8220;voando’’ na tela, sem qualquer ligação com a cena seguinte, isso se deve ao fato de o próprio diretor assumir que algumas passagens do roteiro não puderam ser filmadas. O problema se eleva devido ao fraco roteiro, onde os diálogos são rasos e não tem nenhum aprofundamento dos personagens, todos são apresentados sem continuidade narrativa, exemplo disso é o próprio protagonista, sabe se que ele é um detetive renomado, detentor de inúmeros casos solucionados, porém nada disso é evidenciado, seu problema com alcoolismo e sua vida conjugal conturbada, também são jogadas sem que possamos entender os reais motivos. Agora você coloca tudo isso no mesmo pacote para os outros personagens. Só para citar mais um, sua parceira, vivida pela Rebecca Ferguson tem um arco narrativo sem sentido, e suas motivações nunca ficam claras.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Boneco de Neve</em> sofre por achar que só o gênero em que está inserido seria suficiente para ganhar o expectador, ledo engano, porque como falamos anteriormente, nesse tipo de filme o expectador necessita estar sempre um passo atrás, onde a surpresa de cada cena, de cada vitima encontrada, te faz querer ir junto com o protagonista, aqui a partir do fim do 1º ato já matamos o assassino e suas ridículas e forçadas motivações.</p>
<p style="text-align: center;">No fim das contas tem se um filme extremamente arrastado, confuso em sua estrutura básica de montagem e que finaliza um ano bem ruim desse ótimo ator Michael Fassbender.</p>
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		<title>Em Busca de Vingança, estrelado por Arnold Schwarzenegger, chega aos cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Perelo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2017 16:39:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de começar essa resenha, temos que analisar alguns pontos, vejam o pôster e o nome com que esse filme é vendido aqui no nosso Brasil varonil. Arnoldão gigante na imagem e logo abaixo, Em Busca de Vingança!!!! Não precisa pedir muito, pra logo imaginarmos que se trata de nosso grande herói dos anos 80 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-36490 alignright" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Em-busca-de-vingança.jpg" alt="" width="186" height="272" />Antes de começar essa resenha, temos que analisar alguns pontos, vejam o pôster e o nome com que esse filme é vendido aqui no nosso Brasil varonil. Arnoldão gigante na imagem e logo abaixo, <em>Em Busca de Vingança</em>!!!!</p>
<p style="text-align: center;">Não precisa pedir muito, pra logo imaginarmos que se trata de nosso grande herói dos anos 80 e 90, voltando a ativa ou na tentativa de um resgate aos gloriosos porem implacáveis, tempos de outrora. Agora eu te pergunto caro amigo do Rota Cult, após sair da sessão, você acha correto como venderam esse filme?????? Fica a pergunta para reflexão.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Em Busca de Vingança,</em> estrelado por Arnold Schwarzenegger, narra a saga de um homem em busca de vingança depois de perder a esposa e a filha em um acidente aéreo causado por negligência.</p>
<p style="text-align: center;">Já tem certo tempo, que Arnold tenta o caminho de filmes menos comerciais e mais independentes como o caso de <em>Maggie</em>’, isso se dá ao fato de já ter certa idade, e não ser mais o ator blockbuster de décadas atrás, e é claro tentando mostrar um pouco do seu lado ator dramático. E esse filme é exatamente isso, um drama na sua pura essência, triste, traumático, onde acompanhamos a vida de duas pessoas em posições opostas, porém com a mesma carga de luto e dor.</p>
<p style="text-align: center;">Inspirado em uma historia real, o filme conta os momentos que antecederam um desastre aéreo onde centenas de pessoas morreram, incluindo esposa e filha grávida do personagem de Arnold, infelizmente causado por um descuido de um dos controladores de voo, vivido pelo ator Scoot McNairy. A partir daí vemos o mundo literalmente desmoronar para esses personagens.</p>
<p style="text-align: center;">O diretor Elliot Lester adota uma narrativa extremamente lenta, para que o expectador tente sentir cada sentimento, cada drama vivido por essas duas pessoas, e as enormes consequências que isso causa na vida delas. O luto aqui ganha vida, nas cores pálidas do cenário, no figurino e na quase ausência de trilha sonora.</p>
<p style="text-align: center;">Porém essa condução lenta em demasia, atrapalha muito o filme, os personagens não são bem aproveitados, a escolha do elenco é um dos fatores, por mais que Arnold tente passar toda tristeza e angústia de seu personagem, sua dramaticidade como ator deixa muito a desejar, e em certos momentos, fica meio constrangedor. Scoot McNairy se sai um pouco melhor, mas nada que supra toda carga dramática que o filme demanda. O roteiro também é muito frágil, deixando claro tudo que irá acontecer.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Em Busca de Vingança</em> alem do titulo ‘’safado’’ e mentiroso, poderia ser bem melhor se a escolha do elenco fosse outra. No mais o que ele consegue, são apenas alguns bocejos na sala escura e bem confortável do</p>
<p><figure id="attachment_36493" aria-describedby="caption-attachment-36493" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-36493" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-300x206.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-768x527.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-1024x702.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-100x70.jpg 100w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-218x150.jpg 218w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-696x477.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-1068x733.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/11/em-busca-de-vingança-612x420.jpg 612w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-36493" class="wp-caption-text">478 Day 2-0388.dng</figcaption></figure></p>
<p style="text-align: center;">cinema.</p>
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