<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Renato Maciel, Autor em Rota Cult</title>
	<atom:link href="https://rotacult.com.br/author/renato-maciel/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://rotacult.com.br/author/renato-maciel/</link>
	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 Dec 2023 15:00:40 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.1</generator>

<image>
	<url>https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2018/01/cropped-Favicon_3-32x32.png</url>
	<title>Renato Maciel, Autor em Rota Cult</title>
	<link>https://rotacult.com.br/author/renato-maciel/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Guizado e My Magical Glowing Lens tocam no Rio</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2019/01/guizado-e-my-magical-glowing-lens-tocam-no-rio/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=guizado-e-my-magical-glowing-lens-tocam-no-rio</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2019/01/guizado-e-my-magical-glowing-lens-tocam-no-rio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2019 20:16:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=71396</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em turnê conjunta, Guizado e My Magical Glowing Lens tocam no dia 01 de fevereiro (sexta-feira), no Aparelho. Com início às 22h, o show contará com as canções do disco &#8220;O multiverso em colapso&#8221;, lançado em 2018 por Guizado; e também com as músicas do álbum &#8220;Cosmos&#8221; (2017), da My Magical Glowing Lens, além de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2019/01/guizado-e-my-magical-glowing-lens-tocam-no-rio/">Guizado e My Magical Glowing Lens tocam no Rio</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Em turnê conjunta, Guizado e My Magical Glowing Lens tocam no dia 01 de fevereiro (sexta-feira), no Aparelho. Com início às 22h, o show contará com as canções do disco &#8220;O multiverso em colapso&#8221;, lançado em 2018 por Guizado; e também com as músicas do álbum &#8220;Cosmos&#8221; (2017), da My Magical Glowing Lens, além de composições inéditas. Os ingressos custam 20 reais e a classificação é de 18 anos.</p>
<p style="text-align: center;">Em turnê com o disco &#8220;O multiverso em colapso&#8221;, produzido por Carlos Miranda (1962-2018), Guizado comemora os 10 anos de carreira viajando por estéticas oitentistas. Com referências que passam por produtos culturais da época, como discos e filmes, o músico une o orgânico e o sintético, em uma viagem de experimentação. No palco o Guizado (trompete e samplers) é acompanhado por Allen Alencar (guitarra, Caetano Malta (sintetizador), Thiago Duar (sinthbass) e Richard Ribeiro (bateria).</p>
<p style="text-align: center;">Um dos destaques da cena nacional, a My Magical Glowing Lens é o projeto da produtora musical, multi-instrumentista e compositora Gabriela Deptulski. A sonoridade da MMGL une sons analógicos e eletrônicos, rock progressivo e pop-lisérgico, em uma viagem sem fim de inspiração. A artista toca as canções do disco &#8220;Cosmos&#8221; (2017), considerado um dos melhores do ano pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte).</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Guizado e My Magical Glowing Lens</strong><br />
Data: 01/02/2019 (sexta-feira)<br />
Horário: 22h<br />
Local: Aparelho ( Praça Tiradentes, nº 85 &#8211; Centro &#8211; Rio de Janeiro/RJ)<br />
Ingressos: R$20<br />
Classificação etária: 18 anos</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2019/01/guizado-e-my-magical-glowing-lens-tocam-no-rio/">Guizado e My Magical Glowing Lens tocam no Rio</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2019/01/guizado-e-my-magical-glowing-lens-tocam-no-rio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Câmera de Claire: uma discreta obra, com muito charme de Hong Sang-soo</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2018/05/a-camera-de-claire-uma-discreta-obra-com-muito-charme-de-hong-sang-soo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-camera-de-claire-uma-discreta-obra-com-muito-charme-de-hong-sang-soo</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2018/05/a-camera-de-claire-uma-discreta-obra-com-muito-charme-de-hong-sang-soo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 12:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=48845</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cineasta com extensa bagagem no festival de Cannes, o sul-coreano Hong Sang-soo utiliza de suas experiências com o evento para contar a história a A Câmera de Claire, um simplório retrato do lado mais calmo e solitário do mais importante festival de cinema de mundo, fugindo de todo o glamour que cerca a cidade francesa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2018/05/a-camera-de-claire-uma-discreta-obra-com-muito-charme-de-hong-sang-soo/">A Câmera de Claire: uma discreta obra, com muito charme de Hong Sang-soo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Cineasta com extensa bagagem no festival de Cannes, o sul-coreano Hong Sang-soo utiliza de suas experiências com o evento para contar a história a <em>A Câmera de Claire</em>, um simplório retrato do lado mais calmo e solitário do mais importante festival de cinema de mundo, fugindo de todo o glamour que cerca a cidade francesa durante duas semanas.</p>
<p style="text-align: center;">Com breves 69 minutos de duração, nós acompanhamos Sang-soo apresentar uma discreta obra, mas com muito charme e que funciona como um belo estudo de personagem, onde diversos deles são reflexos e até paródias do próprio diretor. Totalmente filmado em locações reais da cidade (o longa nem credita um design de produção) durante a edição de 2016 do festival de Cannes, tudo aqui é construído com uma sensação de estarmos vendo algo completamente improvisado.</p>
<p style="text-align: center;">Com a história girando ao redor do encontro de duas inteligentes e solitárias mulheres, a sul-coreana Jeon Manhee (Kim Min-hee) que é demitida depois de ser acusada de desonestidade e Claire (Isabelle Huppert), uma moça francesa que trabalha como professora e poeta que sai pelas ruas tirando fotos em sua câmera Polaroid. Através dessa conexão quase que instantânea, nós vemos o impacto da câmera na vida das pessoas e nesse caso refletindo suas emoções através da Polaroid.</p>
<p style="text-align: center;">A indicada ao Oscar, Isabelle Huppert retorna sua parceria com o diretor coreano depois de cinco anos do filme A Visitante Francesa. Como sempre em ótima atuação, Huppert é uma das representações do diretor em cena, que gosta de utilizar equipamentos simples para apresentar sua arte da forma mais honesta e impactante, no caso da personagem Claire é sua Polaroid que serve como um “olho de fora”, feito para capturar os momentos da vida que devem ser analisados e apreciados. Além disso, a atriz mostra uma vulnerabilidade e inocência em sua personagem, em especial nas cenas em que ela precisa falar inglês, são cenas improvisadas feitas para mostrar a fragilidade da comunicação entre duas pessoas fora de sua língua nativa. Já a sul-coreana Kim Min-hee, que ganhou maior fama no filme A Criada, vêm para sua quarta colaboração com o diretor, mostrando mais uma vez o porquê do sucesso dessa parceria.</p>
<p style="text-align: center;">Definitivamente Hong Sang-soo da uma aula de cinema, prezando por técnicas mais simplistas, ele utiliza de poucos planos para contar a história. Deixando sempre a câmera fixa ele apenas faz correções e alterações utilizando apenas o zoom. O resultado preza pela naturalidade da história contada, fazendo de <em>A Câmera de Claire</em> uma excelente obra que ganha ainda mais força se fora assistida durante um festival de cinema.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2018/05/a-camera-de-claire-uma-discreta-obra-com-muito-charme-de-hong-sang-soo/">A Câmera de Claire: uma discreta obra, com muito charme de Hong Sang-soo</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2018/05/a-camera-de-claire-uma-discreta-obra-com-muito-charme-de-hong-sang-soo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Artista do Desastre redefine o conceito de metalinguagem</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2018/01/artista-do-desastre-redefine-o-conceito-de-metalinguagem-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=artista-do-desastre-redefine-o-conceito-de-metalinguagem-2</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2018/01/artista-do-desastre-redefine-o-conceito-de-metalinguagem-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 13:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://rotacult.com.br/?p=41379</guid>

					<description><![CDATA[<p>Lançado em 2003, o filme The Room rapidamente ganhou um status cult ao ser considerado o Cidadão Kane dos filmes ruins. Muito se falou do filme e principalmente de seu criador o excêntrico Tommy Wiseau que até hoje vive da fama conseguida com seu filme. O impacto de The Room na cultura pop atual é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2018/01/artista-do-desastre-redefine-o-conceito-de-metalinguagem-2/">Artista do Desastre redefine o conceito de metalinguagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Lançado em 2003, o filme <em>The Room</em> rapidamente ganhou um status cult ao ser considerado o <em>Cidadão Kane</em> dos filmes ruins. Muito se falou do filme e principalmente de seu criador o excêntrico Tommy Wiseau que até hoje vive da fama conseguida com seu filme. O impacto de<em> The Room</em> na cultura pop atual é tão forte que 14 anos após o seu lançamento o ator e diretor James Franco resolve levar para os cinemas o filme <em>Artista do Desastre</em>, que mais do que um tributo a um dos mais adorados piores filmes já feitos, é uma história de amizade e de busca dos sonhos.</p>
<p style="text-align: center;">O longa conta a realização de <em>The Room</em> pelos olhos de Greg Sestero (Dave Franco), um jovem ator que luta por um espaço no show business, quando em uma de suas aulas de atuação na cidade de São Francisco ele conhece Tommy Wiseau (James Franco), um excêntrico e misterioso homem que mostra muita intensidade em suas cenas e parece não ter medo de se arriscar. A confiança de Tommy atrai Greg e eles rapidamente começam uma amizade.</p>
<p style="text-align: center;">São nesses momentos que o filme ganha sua força, pois as melhores cenas estão sempre nas interações de Greg e Tommy, todas as diferenças nos personagens que juntos se completam. Mostrando todo o carisma e química, os irmãos Franco, pela primeira vez, protagonizam juntos um filme e conseguem representar todo o coração que existe na relação dos dois aspirantes a atores, mas sem deixar de mostrar todos os limites sendo ultrapassados na estranha relação de Greg e Tommy.</p>
<p style="text-align: center;">Sonhando sempre com sucesso e reconhecimento, os dois inspirados pelo ator James Dean resolvem seguir os seus sonhos e se mudam para um apartamento de Tommy na cidade de Los Angeles. Após um tempo tentando vencer em Hollywood, Greg ainda buscava por uma grande oportunidade, quando Tommy surge com o roteiro do agora icônico filme. Mesmo sem experiência e conhecimento para comandar uma produção Wiseau resolve bancar de seu bolso toda a realização do filme e assim começa uma das mais excêntricas produções na história de Hollywood.</p>
<p style="text-align: center;">Os fãs do filme encontram no segundo ato um prato cheio, repleto de cenas que recriam e mostram os bastidores de alguns dos momentos mais icônicos do filme. Criando momentos que redefinem o conceito de metalinguagem, eles mostram todo a loucura por trás da produção, indo a fundo na revelação por trás de cada péssima escolha criativa feita por Wiseau.</p>
<p style="text-align: center;">Sabemos que James Franco sempre foi um artista fascinando por todo tipo de artes performáticas e com isso ele entra de cabeça na composição de Tommy Wiseau. Franco acerta os maneirismos, sotaque e caracterização desse que pode ser considerado o Ed Wood contemporâneo. Além disso a atuação não transforma Tommy em piada em nenhum momento, o que é difícil na criação de um personagem tão peculiar igual a esse. Ele é sim engraçado, mas existe uma vulnerabilidade por trás do personagem e o ator consegue transparecer isso muito bem em sua interpretação.</p>
<p style="text-align: center;">Já Dave Franco não deixa a bola cair, mas mesmo entregando uma boa atuação ele ainda não conseguiu sua oportunidade para ultrapassar seus limites como ator, mas caindo mais uma vez no papel de simpático e divertido amigo do protagonista, papel esse que persegue a carreira do mais novo dos irmãos Franco.</p>
<p style="text-align: center;">Sem dúvidas o público não precisa ter assistido a The Room para se divertir e entender as loucuras da produção mostrado no filme de James Franco, mas com certeza ajuda na experiência. Afinal, é interessante ver as referências e piadas no filme que foram aproveitadas na obra de Wiseau, inclusive o personagem de Seth Rogen (o supervisor de roteiro Sandy Schklair) serve para dar uma voz ao público, sempre questionando as decisões de Tommy assim como qualquer um que assiste ao filme.</p>
<p style="text-align: center;">No final, <em>Artista do Desastre</em> é um divertido e peculiar retrato sobre amizade e as ambições no mundo do cinema, que com certeza vai agradar até mesmo aqueles que não vem graça nos absurdos da obra original de Tommy Wiseau. Sendo ironicamente ótimo filme feito para homenagear um péssimo filme.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="8sWHg7ssIO8"><iframe width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/8sWHg7ssIO8?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2018/01/artista-do-desastre-redefine-o-conceito-de-metalinguagem-2/">Artista do Desastre redefine o conceito de metalinguagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2018/01/artista-do-desastre-redefine-o-conceito-de-metalinguagem-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terra Selvagem: um western moderno nas áreas mais geladas do Wyoming</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2017/11/terra-selvagem-um-western-moderno-nas-areas-mais-geladas-do-wyoming/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=terra-selvagem-um-western-moderno-nas-areas-mais-geladas-do-wyoming</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2017/11/terra-selvagem-um-western-moderno-nas-areas-mais-geladas-do-wyoming/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2017 13:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://rotacult.com.br/?p=35774</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sem dúvida um dos nomes que mais vem chamando a atenção em Hollywood nos últimos anos é o do roteirista Taylor Sheridan. Autor dos aclamados e premiados Sicário e A Qualquer Custo, Sheridan vem se especializando em apresentar westerns modernos repletos de diálogos viscerais que mostram um retrato de pessoas que foram vitimizadas e esquecidas pelo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/11/terra-selvagem-um-western-moderno-nas-areas-mais-geladas-do-wyoming/">Terra Selvagem: um western moderno nas áreas mais geladas do Wyoming</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Sem dúvida um dos nomes que mais vem chamando a atenção em Hollywood nos últimos anos é o do roteirista Taylor Sheridan. Autor dos aclamados e premiados <em>Sicário</em> e <em>A Qualquer Custo</em>, Sheridan vem se especializando em apresentar westerns modernos repletos de diálogos viscerais que mostram um retrato de pessoas que foram vitimizadas e esquecidas pelo governo americano.</p>
<p style="text-align: center;">Fazendo uma brusca troca de cenário em relação a <em>A Qualquer Custo, </em>nos deixamos para trás o lado quente do Texas nos Estados Unidos e vamos para a reserva nativo americana Wind River nas áreas mais geladas do Wyoming, onde um misterioso crime acaba de ocorrer. Cory Lambert (Jeremy Renner) é um caçador veterano que trabalha na Fish and Wildlife Service, um departamento americano que é dedicado a preservar a vida selvagem, durante uma de suas caçadas ele se depara com o corpo congelado de Natalie uma residente da reserva que havia sido estuprada e correu por 10km na neve até morrer. Para investigar o caso o FBI manda sua agente mais próxima do local, a novata Jane Banner (Elizabeth Olsen) que junto com Cory passam a investigar o misterioso crime.</p>
<p style="text-align: center;">Analisando a sinopse podemos pensar que se trata de mais um thriller sobre um assassinato misterioso, mas <em>Terra Selvagem</em> possui camadas muito mais profundas. Sendo na verdade a história de um homem que acaba enfrentando questões não resolvidas de seu passado e faz um retrato da maneira que os nativo americanos são negligenciados pelo governo americano. Por esse motivo inclusive que nos créditos iniciais vemos a frase “inspirada em eventos reais”, é a maneira de Sheridan referenciar que existem milhares de histórias como esse e que não recebem a devida atenção das autoridades.</p>
<p style="text-align: center;">Construído com diálogos viscerais que conseguem captar bem a sensação daquele local, brutal, frio e que afeta de forma muito direta a vida das pessoas que moram lá. E isso reflete diretamente nas atuações, em especial de Jeremy Renner e Gil Birmingham, que passam sempre estar escondendo muita angustia e raiva, deixando ela corroer por dentro o tempo todo.</p>
<p style="text-align: center;">A bela fotografia de Ben Richardson capta todo o sentimento de isolação que Wind River passa para o público, deixando qualquer um com a sensação de estar se perdendo na neve. A história principal acaba se desenvolvendo em um passo mais lento, mas isso em nenhum momento afeta o ritmo do filme, em especial porque as conclusões do terceiro fazem tudo valer a pena.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Terra Selvagem </em>de  Taylor Sheridan se concretiza como um dos grandes contadores de história em atividade em Hollywood e coloca também o seu nome no radar como um dos diretores com mais potencial dessa geração.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="MRRy9PR2UIc"><iframe width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/MRRy9PR2UIc?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/11/terra-selvagem-um-western-moderno-nas-areas-mais-geladas-do-wyoming/">Terra Selvagem: um western moderno nas áreas mais geladas do Wyoming</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2017/11/terra-selvagem-um-western-moderno-nas-areas-mais-geladas-do-wyoming/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Kayky Ventura, compositor de &#8216;Loka&#8217; nas vozes de Simone e Simaria e Anitta</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2017/11/entrevista-com-kayky-ventura-compositor-de-loka-nas-vozes-de-simone-e-simaria-e-anitta/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=entrevista-com-kayky-ventura-compositor-de-loka-nas-vozes-de-simone-e-simaria-e-anitta</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2017/11/entrevista-com-kayky-ventura-compositor-de-loka-nas-vozes-de-simone-e-simaria-e-anitta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2017 07:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://rotacult.com.br/?p=36310</guid>

					<description><![CDATA[<p>O cantor e compositor Kayky Ventura acabou de vencer o Prêmio Multishow, na categoria  música chiclete, como compositor da música &#8220;Loka&#8221;, interpretada por Simone e Simaria, junto com Anitta. Em 2018, Kayky virá com novidades, com um estilo inovador, o sertanejo black. O Brasil é conhecido por abraçar diversos estilos musicais. Como você vê o mercado fonográfico [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/11/entrevista-com-kayky-ventura-compositor-de-loka-nas-vozes-de-simone-e-simaria-e-anitta/">Entrevista com Kayky Ventura, compositor de &#8216;Loka&#8217; nas vozes de Simone e Simaria e Anitta</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-36469 alignleft" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4540_menor-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4540_menor-300x200.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4540_menor-768x513.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4540_menor-1024x684.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4540_menor-696x465.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4540_menor-1068x713.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4540_menor-629x420.jpg 629w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />O cantor e compositor Kayky Ventura acabou de vencer o Prêmio Multishow, na categoria  música chiclete, como compositor da música &#8220;Loka&#8221;, interpretada por Simone e Simaria, junto com Anitta. Em 2018, Kayky virá com novidades, com um estilo inovador, o<br />
sertanejo black.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Brasil é conhecido por abraçar diversos estilos musicais. Como você vê o mercado fonográfico atual? </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Kayky Ventura &#8211;</strong> Vejo bem amplo. O sertanejo ainda domina, porém, vejo um seguimento vindo numa crescente muito boa. O Pop/Rap, que vem com uma sonoridade mais harmônica, está chegando forte. Artistas como Luccas Carlos, UM44K e Gaab representam bem esse estilo. Curto o som deles.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A internet e as plataformas digitais são cada vez mais usadas no processo de criação e divulgação de novos artistas. Qual a importância da internet na sua carreira?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Kayky Ventura &#8211;</strong> A internet pra mim foi e é essencial! Eu comecei na internet, foi através dela que as pessoas começaram a me conhecer, conhecer minhas composições e a minha voz. Procuro sempre estar ligado, acompanhando a evolução das coisas para que não fique para trás. Muitos artistas estão esquecidos, justamente por não usarem deste recurso tão importante e eficaz para uma carreira artística.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-36470 alignright" src="http://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4440_menor-1-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" srcset="https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4440_menor-1-300x202.jpg 300w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4440_menor-1-768x517.jpg 768w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4440_menor-1-1024x689.jpg 1024w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4440_menor-1-696x468.jpg 696w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4440_menor-1-1068x718.jpg 1068w, https://rotacult.com.br/wp-content/uploads/2017/10/DSC4440_menor-1-624x420.jpg 624w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />Você pensa na hora de compor uma música, que ela ficaria boa na voz de algum artista específico?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> Kayky Ventura &#8211;</strong> Algumas vezes sim. Componho diretamente para um certo artista. E outras vezes não, só vou ter a dimensão de com quem a música combina, após concluir a letra e a melodia.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Recentemente artistas de rap americanos como Snoop Dogg e o grupo Wu-Tang Clan vem incorporando um interprete de linguagem de sinais em algumas de suas apresentações ao vivo. O que você acha disso?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong> Kayky Ventura &#8211;</strong> Muito interessante e inteligente! É muito legal poder ver a música sendo levada para as pessoas que não podem ouvir, nem falar. Acho que o importante é que a mensagem seja passada, que de alguma forma essas pessoas consigam sentir.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Cada vez mais vários artistas tem utilizado a campanha do financiamento coletivo para a produção de seus projetos. Como você vê o crescimento do  mercado musical independente? </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Kayky Ventura &#8211;</strong> Tem espaço para todo mundo! O Brasil é enorme! Vejo como algo revolucionário. Isso faz com que a nossa música esteja sempre inovando com outras sonoridades, outras letras. A música só tem a ganhar com isso.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Para encerrar, quais são as suas inspirações e como veio à vontade de cantar? Como é o seu processo criação?</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Kayky Ventura &#8211;</strong> Minhas inspirações são o Luan Santana e o Gusttavo Lima. Sou um grande admirador do trabalho deles. Comecei a cantar ouvindo eles, e depois de ver que as pessoas gostavam da minha voz e que existia um talento, eu decidi seguir esta caminhada. Estou no caminho certo. Gosto de ouvir coisas diferentes pra estar sempre abrindo e alimentando a mente. Isso faz enriquecer meus conhecimentos. Assim, estou sempre criando e produzindo coisas novas para a galera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/11/entrevista-com-kayky-ventura-compositor-de-loka-nas-vozes-de-simone-e-simaria-e-anitta/">Entrevista com Kayky Ventura, compositor de &#8216;Loka&#8217; nas vozes de Simone e Simaria e Anitta</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2017/11/entrevista-com-kayky-ventura-compositor-de-loka-nas-vozes-de-simone-e-simaria-e-anitta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Blockbuster da Marvel,Thor Ragnarok abraça o humor de forma inteligente</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2017/10/blockbuster-da-marvelthor-ragnarok-abraca-o-humor-de-forma-inteligente/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=blockbuster-da-marvelthor-ragnarok-abraca-o-humor-de-forma-inteligente</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2017/10/blockbuster-da-marvelthor-ragnarok-abraca-o-humor-de-forma-inteligente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2017 12:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://rotacult.com.br/?p=35771</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dos principais heróis dos quadrinhos da Marvel, Thor vem lutando no cinema para encontrar o seu caminho entre uma das franquias de sucesso. Os dois primeiros filmes do Deus do trovão nunca conseguiram acertar o verdadeiro tom do personagem, perdendo diversas oportunidades de mostrar o lado mais épico do herói. Com os filmes dos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/blockbuster-da-marvelthor-ragnarok-abraca-o-humor-de-forma-inteligente/">Blockbuster da Marvel,Thor Ragnarok abraça o humor de forma inteligente</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Um dos principais heróis dos quadrinhos da Marvel, <em>Thor</em> vem lutando no cinema para encontrar o seu caminho entre uma das franquias de sucesso. Os dois primeiros filmes do Deus do trovão nunca conseguiram acertar o verdadeiro tom do personagem, perdendo diversas oportunidades de mostrar o lado mais épico do herói. Com os filmes dos <em>Vingadores</em>, o diretor Joss Whedon parecia encontrar o melhor caminho para o personagem no cinema, ir para o humor e não se levar tão a sério. Assim permitindo uma enorme liberdade criativa a Marvel Studios contratou o neozelandês Taika Waititi (<em>A Incrível Aventura de Rick Baker</em>) para a direção de<em> Thor: Ragnarok,</em> que logo se tornou um dos filmes mais aguardados do ano.</p>
<p style="text-align: center;">Na mais nova aventura no universo cinematográfico da Marvel, após ter seu martelo destruído por Hela, a Deusa da Morte (Cate Blanchett), Thor (Chris Hewsworth) acaba indo parar no planeta de Sakkar, o lixão do universo. Tratado como escravo, ele é vendido e passa a ter que sobreviver em uma luta de gladiadores contra ninguém menos que o incrível Hulk (Mark Ruffalo). Agora Thor precisa encontrar uma maneira de voltar a Asgard e impedir Ragnarok de destruir a civilização Aargasdiana, que se encontra nas mãos da implacável Hela.</p>
<p style="text-align: center;">Tomando como base diversos elementos da HQ “Planeta Hulk”, o filme precisou pegar a melhor história do gigante esmeralda e misturar com alguns eventos de Ragnarok para criar o que é de longe o melhor filme do Thor. Aplicando uma mudança completa no tom para ambos os personagens, esse sem dúvida, pode ser considerado o filme mais engraçado da Marvel até o momento. O estúdio nunca se preocupou em criar um tom mais leve para seus filmes, mas <em>Thor Ragnarok</em> vai para outro nível abraçando o humor de forma muito inteligente. O que é curioso e justo no filme mais divertido do herói que melhor apresenta ele como um verdadeiro Deus do trovão.</p>
<p style="text-align: center;">Novato no mundo das grandes produções de Hollywood, Waititi recria todos os elementos de uma opera espacial que fizeram sucesso nos filmes dos <em>Guardiões da Galáxia</em> e mistura com uma bela estética dos anos 80, criando cenas claramente inspiradas nas páginas de Jack Kirby, um dos criadores do personagem. Conhecido por seu humor e trabalho em cultuadas comédias, o diretor coloca sua marca no filme, mas brilha de verdade em cenas de ação que são visualmente lindas, criando quase que quadros em certas cenas, como a luta das Valquírias contra Hela ou todas as sequencias de Thor lutando em especial as embaladas por Immigrant Song, fazendo de Taika Waititi sem dúvida a grande estrela do filme.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro dinâmico de Eric Pearson, Craig Kyle e Chritopher Yost consegue criar momentos de humor impagáveis que funcionam muito graças ao afiado elenco. Hemsworth vive aqui seu melhor momento como o herói, mostrando toda a fisicalidade necessária para o papel, mas ele brilha de verdade utilizando o seu lado cômico, que sem dúvida vem se mostrando como um forte atributo e um diferencial em sua carreira. Além disso, a química do ator com a equipe dos “Vingativos” é excelente, Mark Ruffalo mostra o porquê é o melhor Bruce Banner/Hulk do cinema, Tom Hiddleston como sempre da um show de carisma provando o porquê amamos odiar o Loki a novata Tessa Thompson consegue explorar diversas camadas da Valquíria . Além disso, o elenco ainda conta com Jeff Goldblum que está no melhor estilo “Goldblum”, estregando exatamente tudo aquilo que os fãs podem esperar.</p>
<p style="text-align: center;">Como de costume, o grande calcanhar de Aquiles na Marvel ainda está em seus vilões, fazendo Hela seguir a tradição de vilões não tão marcantes. Mesmo assim suas intenções são claras durante todo o filme, e Cate Blanchett consegue passar o tom de ameaça cada vez que está em cena, além de esbanjar elegância na personagem até mesmo nas lindas e plásticas cenas de combate. Já Karl Urban apresenta um arco interessante, mas raso para o vilão Skurge. A grande verdade é que por mais que o filme não tenha problemas em seu ritmo (o humor ajuda a agilizar o compasso do filme), muitas coisas acontecem a mesmo tempo durante o filme. Permitindo que diversas situações, relações e até mesmo personagens não sejam tão bem desenvolvidos como deveriam.</p>
<p>No fim, <em>Thor Ragnarok</em> é mais um acerto dos estúdios Marvel e a verdadeira definição de um blockbuster de entretenimento, mostrando que cada vez mais o estúdio está a vontade para dar liberdade criativa a seus colaboradores.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="UvNnqWLruXA"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/UvNnqWLruXA?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/blockbuster-da-marvelthor-ragnarok-abraca-o-humor-de-forma-inteligente/">Blockbuster da Marvel,Thor Ragnarok abraça o humor de forma inteligente</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2017/10/blockbuster-da-marvelthor-ragnarok-abraca-o-humor-de-forma-inteligente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tempestade: Planeta em Fúria mais um filme genérico de ação com Gerard Butler</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2017/10/tempestade-planeta-em-furia-mais-um-filme-generico-de-acao-com-gerard-butler/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tempestade-planeta-em-furia-mais-um-filme-generico-de-acao-com-gerard-butler</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2017/10/tempestade-planeta-em-furia-mais-um-filme-generico-de-acao-com-gerard-butler/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2017 02:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://rotacult.com.br/?p=35411</guid>

					<description><![CDATA[<p>Anomalias climáticas são cada mais frequentes nos dias de hoje, indo desde dias muito quentes no inverno, até tempestades e furacões destruindo cidades ao redor do globo todo, se tornando assim um perigo real e frequente no mundo. Pensando nisso o filme Tempestade: Planeta em Fúria perde a oportunidade de ser um filme que discute os [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/tempestade-planeta-em-furia-mais-um-filme-generico-de-acao-com-gerard-butler/">Tempestade: Planeta em Fúria mais um filme genérico de ação com Gerard Butler</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Anomalias climáticas são cada mais frequentes nos dias de hoje, indo desde dias muito quentes no inverno, até tempestades e furacões destruindo cidades ao redor do globo todo, se tornando assim um perigo real e frequente no mundo. Pensando nisso o filme <em>Tempestade: Planeta em Fúria</em> perde a oportunidade de ser um filme que discute os efeitos e cuidados com o clima e vira uma grande e genérica bagunça.</p>
<p style="text-align: center;">Começando com uma estranha escolha de narração em off para apresentar as história, sabemos que no ano de 2019 após severas mudanças climáticas destruírem o planeta, várias nações se unem para criar a Duch Boy, um satélite global construído para impedir os problemas climáticos com mísseis e raios de energia. Após o satélite ser finalizado seu arrogante arquiteto e comandante do projeto, Jake Lawson (Gerard Butler) é demitido por insubordinação por seu próprio irmão Max (Jim Sturgess). Mas após três anos a Duch Boy passa a apresentar sérios problemas que ameaçam a segurança do mundo todo, com isso Jake precisa retornar ao espaço e descobrir os problemas dentro do satélite que acabam levantando uma rede de conspirações dentro do governo.</p>
<p style="text-align: center;">Com as filmagens começando em 2014, o filme recebeu uma recepção negativa durante as exibições teste e assim foram feitas refilmagens em 2016, sobre os cuidados do produtor executivo Jerry Bruckheimer. O longa marca a estreia de Dean Devlin na direção, antigo produtor e roteirista em Hollywood, responsável pelo roteiro de filmes como <em>O Patriota,</em> <em>Godzilla, Stargate </em>e os dois<em> Independence Day,</em> ou seja, é um colaborados frequente de Roland Emmerich o grande rei dos filmes catástrofe.</p>
<p style="text-align: center;">As referencias dessa parceria são claras, com vários momentos sendo reciclados de outras obras de Emmerich, como sequencias de destruições climáticas iguais as de <em>2012 e O Dia Depois de Amanhã,</em> até mesmo outros momentos escritos por Devlin são recriados como a cena do cachorro em perigo em <em>Independence Day</em> que ganha uma nova versão em <em>Tempestade.</em></p>
<p style="text-align: center;">Focando basicamente em criar cenas de impacto e com grandes efeitos especiais o filme não se preocupa em perder tempo na narrativa, diálogos e atuações. E o pior é que nem esses efeitos em CGI salvam diversas cenas são esquisitas e parecem feitas para um filme de baixo orçamento para a televisão, ficando em destaque negativo a péssima sequencia de congelamento da praia no Rio de Janeiro. Além disso, eles apresentam uma visão completamente fantasiosa de como funciona a física no espaço, conseguindo transformar os foguetes espaciais em meros jatinhos de luxo da NASA.</p>
<p style="text-align: center;">Com péssimos desenvolvimentos de personagens atores como Ed Harris e Andy Garcia foram completamente desaproveitados. Fazendo de <em>Tempestade: Planeta em Fúria</em> mais um genérico filme B de ação de Gerard Butler, repleto de todos os clichês do gênero como revelação importante para trama durante morte de personagem, traições, bombas relógio que demoram uma eternidade para explodir. No fim o maior desastre do filme nem é a tempestade do título e sim o filme como um todo.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="lNAC9wVUaqY"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/lNAC9wVUaqY?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/tempestade-planeta-em-furia-mais-um-filme-generico-de-acao-com-gerard-butler/">Tempestade: Planeta em Fúria mais um filme genérico de ação com Gerard Butler</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2017/10/tempestade-planeta-em-furia-mais-um-filme-generico-de-acao-com-gerard-butler/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Doentes de Amor, um dos grandes queridinhos indie de 2017, chega aos cinemas</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2017/10/doentes-de-amor-um-dos-grandes-queridinhos-indie-de-2017-chega-aos-cinemas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=doentes-de-amor-um-dos-grandes-queridinhos-indie-de-2017-chega-aos-cinemas</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2017/10/doentes-de-amor-um-dos-grandes-queridinhos-indie-de-2017-chega-aos-cinemas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 13:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://rotacult.com.br/?p=35395</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dos grandes destaques do festival de Sundance, o longa Doentes de Amor rapidamente se tornou um dos grandes queridinhos indie de 2017. Com um baixo orçamento de apenas 5 milhões de dólares o filme até o momento passou da casa dos 50 milhões de dólares, comprovando ser mais um grande sucesso produzido por Judd Apatow (Virgem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/doentes-de-amor-um-dos-grandes-queridinhos-indie-de-2017-chega-aos-cinemas/">Doentes de Amor, um dos grandes queridinhos indie de 2017, chega aos cinemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Um dos grandes destaques do festival de Sundance, o longa <em>Doentes de Amor </em>rapidamente se tornou um dos grandes queridinhos indie de 2017. Com um baixo orçamento de apenas 5 milhões de dólares o filme até o momento passou da casa dos 50 milhões de dólares, comprovando ser mais um grande sucesso produzido por Judd Apatow (<em>Virgem de 40 Anos, Descompensada</em>), que é o nome mais famoso envolvido na produção.</p>
<p style="text-align: center;">Livremente baseado em uma história real, o filme é escrito por Kumail Nanjiani e Emily V. Gordon e conta a história do relacionamento de Kumail (vivido pelo próprio roteirista), um jovem comediante paquistanês que mora na cidade de Chicago e Emily (Zoe Kazan) uma jovem estudante. O que poderia ser um simples relacionamento vira uma situação atípica, pois a família tradicional de Kumail espera que o jovem se envolva com uma paquistanesa e, além disso, uma inesperada doença de Emily acaba forçando o comediante com problemas de comprometimento a lidar com uma delicada situação, o convívio com os pais de Emily.</p>
<p style="text-align: center;">De cara podemos perceber que <em>Doentes de Amor</em> não é uma tradicional comédia romântica de garoto conhece garota, afinal essa não é uma comédia comum. O excelente o roteiro não segue a clássica estrutura de humor, construindo a cena até a piada, aqui não, tudo funciona de forma orgânica e verdadeira. E isso se prova competente também graças à construção e casting dos personagens, pois essa talvez seja a mais real, autentica e natural química de um casal vista no cinema em muitos anos. Como sempre a atriz Zoe Kazan (<em>Será Que, Ruby Sparks</em>) esbanja carisma em cena e faz todo o público se apaixonar por Emily, já Kumail Nanjiani (<em>Silicon Valley</em>) se prova como uma das grandes revelações da comédia atual.</p>
<p style="text-align: center;">Mas não são só os personagens principais que fazem do filme tão interessante, muito pelo contrário, suas relações com os personagens secundários (em especial suas famílias) geram alguns dos melhores e mais engraçados momentos do filme. Todas as dinâmicas dos jantares na casa da família Nanjiani, querendo a qualquer custo empurrar uma “boa” menina paquistanesa para seu filho são hilárias. Já os pais de Emily são vividos por Ray Romano (<em>Everybody Loves Raymond</em>) e Holly Hunter (<em>O Piano</em>), ambos em grande atuação, mostrando o contraste de personalidades de um casal em crise no relacionamento e precisa lidar com uma situação inesperada.</p>
<p style="text-align: center;">O trabalho do diretor Michael Showalter (<em>Doris, Redescobrindo o Amor</em>) é excelente construindo todos os elementos do filme de forma natural, permitindo que o público esteja totalmente investido emocionalmente na história para criar um impacto maior no segundo ato que é completamente original.</p>
<p style="text-align: center;">Não é sempre que podemos dizer que um filme consegue ser ao mesmo tempo um dos mais engraçados do ano e um dos que mais te satisfazem emocionalmente e sem dúvida <em>Doentes de Amor</em> é um filme que acerta em cheio nos dois quesitos.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="2nMjF8ETjf4"><iframe loading="lazy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/2nMjF8ETjf4?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></div>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/doentes-de-amor-um-dos-grandes-queridinhos-indie-de-2017-chega-aos-cinemas/">Doentes de Amor, um dos grandes queridinhos indie de 2017, chega aos cinemas</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2017/10/doentes-de-amor-um-dos-grandes-queridinhos-indie-de-2017-chega-aos-cinemas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Drama adolescente, As Vantagens de Ser Invisível está na Netflix</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2017/10/drama-adolescente-as-vantagens-de-ser-invisivel-esta-na-netflix/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=drama-adolescente-as-vantagens-de-ser-invisivel-esta-na-netflix</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2017/10/drama-adolescente-as-vantagens-de-ser-invisivel-esta-na-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 12:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DicaNetFlix]]></category>
		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://rotacult.com.br/?p=35327</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dos mais populares filmes independentes de 2012, As Vantagens de Ser Invisível é a adaptação do livro epistolar de mesmo nome do autor Stephen Chbosky, que prezava tanto pela qualidade da obra que acabou assumindo o roteiro e direção do filme. Na história somos apresentados ao inocente e reservado estudante Charlie (Logan Lerman) que é [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/drama-adolescente-as-vantagens-de-ser-invisivel-esta-na-netflix/">Drama adolescente, As Vantagens de Ser Invisível está na Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Um dos mais populares filmes independentes de 2012, <em>As Vantagens de Ser Invisível</em> é a adaptação do livro epistolar de mesmo nome do autor Stephen Chbosky, que prezava tanto pela qualidade da obra que acabou assumindo o roteiro e direção do filme.</p>
<p style="text-align: center;">Na história somos apresentados ao inocente e reservado estudante Charlie (Logan Lerman) que é diagnosticado com depressão clínica desde muito jovem e recentemente foi liberado para se readaptar ao estilo de vida corriqueiro de volta a escola. Lá ele acaba cruzando caminho com Sam (Emma Watson) e seu meio irmão Patrick (Ezra Miller), juntos Charlie passa a aprender como é ter amigos e passa a vivenciar novas experiências nessa doce história sobre amadurecimento e a importância da amizade.</p>
<p style="text-align: center;">Os fãs dos filmes adolescentes dos anos 80 sem dúvida vão reconhecer as influencias no trabalho de John Hughes (<em>Clube dos Cinco, Curtindo a Vida Adoidado</em>), curiosamente ele tinha interesse na adaptação do livro, mas infelizmente não conseguiu terminar o roteiro antes de sua trágica morte em 2009. A adaptação acabou também atraindo o interesse de Ron Howard, Richard Linklater e até Dany Boyle, mas como o maior conhecedor da obra Chbosky caiu como uma luva no projeto e apresenta um sólido trabalho na direção, inclusive fazendo de alguns momentos um grande experimento de cena, arriscado para um segundo filme em sua carreira.</p>
<p style="text-align: center;">Com um dialogo fresco, sincero e rápido, a história funciona graças a sua pureza, sempre parecendo ser algo real. Fazendo desse uma experiência que independente de como foi a sua adolescência na escola, faz o filme acertar em cheio no público. Além disso, encontramos aqui diversas citações que vão ecoar no cinema moderno, como não se lembrar da frase dita pelo Sr. Anderon (Paul Rudd): “Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos”. São diálogos poderosos que ganham força ao serem embalados por grandes canções de Bowie, Sonic Youth e The Smiths.</p>
<p style="text-align: center;">Assim com <em>As Vantagens de Ser Invisível </em>aprendemos que a vida e dura e que está tudo bem se deixar abalar com os problemas, mas que com a ajuda dos amigos tudo fica mais fácil.</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/drama-adolescente-as-vantagens-de-ser-invisivel-esta-na-netflix/">Drama adolescente, As Vantagens de Ser Invisível está na Netflix</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2017/10/drama-adolescente-as-vantagens-de-ser-invisivel-esta-na-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>How To Talk To Girls At Parties: O contraste de gerações a partir dos conflitos entre pais e filhos</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2017/10/how-to-talk-to-girls-at-parties-o-contraste-de-geracoes-a-partir-dos-conflitos-entre-pais-e-filhos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=how-to-talk-to-girls-at-parties-o-contraste-de-geracoes-a-partir-dos-conflitos-entre-pais-e-filhos</link>
					<comments>https://rotacult.com.br/2017/10/how-to-talk-to-girls-at-parties-o-contraste-de-geracoes-a-partir-dos-conflitos-entre-pais-e-filhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Renato Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Oct 2017 16:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Criticas 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Festival do Rio 2017]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://rotacult.com.br/?p=35172</guid>

					<description><![CDATA[<p>Definir o gênero de How To Talk To Girls At Parties pode ser um problema, afinal não é sempre que temos uma ficção cientifica misturada com comédia romântica. Situado no Reino Unido no fim dos anos 70, a cena do punk rock está explodindo e os jovens buscam cada vez mais a sua voz e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/how-to-talk-to-girls-at-parties-o-contraste-de-geracoes-a-partir-dos-conflitos-entre-pais-e-filhos/">How To Talk To Girls At Parties: O contraste de gerações a partir dos conflitos entre pais e filhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Definir o gênero de <em>How To Talk To Girls At Parties</em> pode ser um problema, afinal não é sempre que temos uma ficção cientifica misturada com comédia romântica. Situado no Reino Unido no fim dos anos 70, a cena do punk rock está explodindo e os jovens buscam cada vez mais a sua voz e a sua forma de expressão. Assim conhecemos Enn (Alex Sharp) um jovem artista entusiasta do punk-rock e que pretende mudar o sistema com sua fanzine, mas não tem coragem para falar com as meninas de sua escola e precisa fazer sua revolução financiada por sua mãe. Que em uma noite ao procurar uma festa para encontra garotas junto de seus amigos John e Vic (Ethan Lawrence e Abraham Lewis), acabam atraídos por uma música estranha vindo de uma casa. Chegando lá o que parece ser uma bizarra performance artística coletiva é na verdade o lar temporário de um grupo de alienígenas que está de visita na terra</p>
<p style="text-align: center;">Dando de cara com diferentes grupos dentro da casa, Enn acaba conhecendo Zan (Elle Fanning) uma alienígena etérea que toma a forma de uma adolescente, que está cansada de todas as regras impostas por sua colônia e após conhecer os “ideais” punk apresentados por Enn, ela acredita que essa se trata de uma nova colônia e resolve se rebelar contra as regras impostas a ela e embarca em uma jornada de descobrimento.</p>
<p style="text-align: center;">Levemente adaptando da graphics novel de mesmo nome escrita pelo grande Neil Gaiman e desenhada pelos irmãos brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá, o filme dirigido por John Cameron Mitchell (<em>Hedwig &#8211; Rock, amor e traição, Shortbus</em>) se afasta completamente de sua obra original com as escolhas criativas do roteiro escrito por Mitchell em parceria com Philippa Goslett. A obra original era uma pura e sincera metáfora das relações entre meninos e meninas, as diferenças no amadurecimento e como isso afeta na hora de engatar uma simples conversa. Já na adaptação cinematográfica utiliza a história como pano de fundo para fazer um contraste de gerações a partir dos conflitos entre pais/progenitores e seus filhos, a busca por independência e por encontrar o seu lugar no mundo, seja na Terra ou no espaço.</p>
<p style="text-align: center;">O roteiro acerta nos momentos de humor do filme, criando ótimas situações de peixe fora da água na interação de Zan com os punks ou com a mãe de Enn e até mesmo nas relações do jovem e seus amigos John e Vic com as diferentes colônias de alienígenas. Além disso as escolhas de tratar os pontos distintos do punk como o individualismo e os alienígenas como conformismo, dão espaço para a figurinista Sandy Powell brincar bastante com o design dos personagens. Colocando em cada colônia grandes doses do movimento Krautrock, muito popular nos anos 60 e 70. Mas por mais bonito que sejam os figurinos, os personagens punks que são liderados por Queen Boadicea (Nicole Kidman) parecem se esforçar demais em criar aquele visual, perdendo a naturalidade e caindo na evidencia do chamado “punk de butique”.</p>
<p style="text-align: center;">No fim as mensagens de John Cameron Mitchell podem se perder um pouco em um filme que dura um pouco mais do que precisava, criando uma pequena barriga em seu segundo ato. Mas ainda funciona com boas pitadas psicodélicas que ganham força com a trica de Nico Muhly e Jamie Stewart, fazendo de How To Talk To Girl At Parties um tipo de episódio romântico dentro da série Doctor Who.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://rotacult.com.br/2017/10/how-to-talk-to-girls-at-parties-o-contraste-de-geracoes-a-partir-dos-conflitos-entre-pais-e-filhos/">How To Talk To Girls At Parties: O contraste de gerações a partir dos conflitos entre pais e filhos</a> apareceu primeiro em <a href="https://rotacult.com.br">Rota Cult</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://rotacult.com.br/2017/10/how-to-talk-to-girls-at-parties-o-contraste-de-geracoes-a-partir-dos-conflitos-entre-pais-e-filhos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
