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	<title>Cinema - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Cinema - Rota Cult</title>
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		<title>Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra mistura humor ácido em sátira sci-fi caótica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Giacobbo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã de uma quinta-feira calorenta, no Rio de Janeiro, eu fui ao cinema assistir ao novo filme do criativo cineasta Gore Verbinski, o homem por trás da franquia Piratas do Caribe, que fez muito sucesso mundo afora. Neste novo filme, intitulado Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra, Gore Verbinski bebe de diversas fontes para contar uma [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Na manhã de uma quinta-feira calorenta, no Rio de Janeiro, eu fui ao cinema assistir ao novo filme do criativo cineasta Gore Verbinski, o homem por trás da franquia <em>Piratas do Caribe</em>, que fez muito sucesso mundo afora. Neste novo filme, intitulado <em>Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra</em>, Gore Verbinski bebe de diversas fontes para contar uma história ambientada em um futuro próximo, quase distópico.</p>



<p class="has-text-align-center">Um homem, um viajante do tempo sem nome, interpretado pelo ator Sam Rockwell, se materializa do nada, atravessando a porta de um daqueles restaurantes americanos clássicos, típicos de pinturas de Edward Hopper. Dentro desse bar soturno, com uma luz quase falhando, diversas pessoas jantam, cada uma imersa nos próprios pensamentos: um grupo de escoteiros com o chefe, jovens estudantes, uma mulher sozinha comendo uma torta, um casal que não se toca, como se estivesse separado por um unicórnio.</p>



<p class="has-text-align-center">Esse homem adentra o ambiente e anuncia: &#8220;Isso não é um assalto. Eu venho do futuro e venho recrutar cinco pessoas que vão me ajudar a salvar o mundo.&#8221; Óbvio que, em um primeiro momento, as pessoas duvidam, incrédulas, tiradas de suas rotinas. Elas tentam reagir, mas o homem, mal vestido, com um discurso improvável, começa a tocar nas vidas delas, falando detalhes que não poderiam ser conhecidos por alguém de fora.</p>



<p class="has-text-align-center">É aí que entendemos que aquela cena de&nbsp;<em>Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra</em>&nbsp;se repete pela milésima vez, porque, em todas as outras vezes, o plano falhou. Ele diz que precisa combater uma inteligência artificial que está, aos poucos, robotizando a sociedade. A cena de adolescentes hipnotizados pelo celular é um símbolo disso. No fim, ele consegue recrutar, com muito custo, cinco voluntários, e a polícia chega, cercando o local. Ele diz a eles que devem ir até a casa de um menino de nove anos, que está, naquele exato instante, criando a tal inteligência artificial.</p>



<p class="has-text-align-center">A partir daí, as referências se multiplicam em&nbsp;<em>Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra</em>. Há ecos de Edgar Wright, na&nbsp;<em>Trilogia Cornetto</em>, de filmes de zumbis e de&nbsp;<em>O Exterminador do Futuro</em>, com Ingrid, a personagem de Haley Lu Richardson, evocando Sarah Connor. Verbinski, assim, cria uma ficção científica futurista que, no entanto, dialoga com o presente. O filme não promete um final feliz, como em&nbsp;<em>Feitiço do Tempo</em>, mas se apropria dessa repetição para expor uma crítica aguda à nossa sociedade: uma sociedade que perdeu o diálogo, que se prendeu aos dispositivos e se tornou escrava da tela.</p>



<p class="has-text-align-center">Com um elenco competente, liderado por Sam Rockwell e Haley Lu Richardson, e que conta ainda com Juno Temple, Michael Peña e Zazie Beetz, o filme é uma montanha-russa emocional, uma crítica atual e, ao mesmo tempo, um convite à reflexão. Eu recomendo fortemente&nbsp;<em>Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra</em>. As pessoas não vão precisar de tanta sorte assim ao escolher ver esse filme. Vão se divertir e, sinceramente, ninguém vai morrer por causa dele, mesmo que não gostem tanto quanto este crítico.</p>



<p class="has-text-align-center">Desliguem os celulares e excelente diversão.</p>



<p></p>
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		<title>Michael: Antoine Fuqua leva as telas a criação do Rei do Pop</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:27:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Jackson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cinebiografia Michael, enfim, chega aos cinemas, com direção de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento) e roteiro de John Logan (Gladiador). O filme explora a trajetória complexa do Rei do Pop, desde a infância no grupo Jackson 5 até o auge da fama mundial e as polêmicas de sua vida pessoal. Michael Jackson é interpretado brilhantemente pelo [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A cinebiografia Michael, enfim, chega aos cinemas, com direção de Antoine Fuqua (<em>Dia de Treinamento</em>) e roteiro de John Logan (<em>Gladiador</em>). O filme explora a trajetória complexa do Rei do Pop, desde a infância no grupo Jackson 5 até o auge da fama mundial e as polêmicas de sua vida pessoal.</p>



<p class="has-text-align-center">Michael Jackson é interpretado brilhantemente pelo seu sobrinho, Jaafar Jackson. Sua atuação  oferece semelhança física e vocal impressionante. Aliás, para atingir o nível de fidelidade esperado, Jaafar passou por um treinamento intensivo de mais de um ano, focado em mimetizar os movimentos e a voz de Michael. E o fez muito bem, o trabalho de corpo e voz apresentado é milimétrico e completamente preciso, apresentando um ótimo ator em sua estreia. Jaafar Jackson está fenomenal com uma atuação fora de série!</p>



<p class="has-text-align-center">O elenco conta com Colman Domingo como o patriarca, Joe Jackson em grande atuação, enquanto Nia Long assume o papel de Katherine Jackson. Ambos os atores fazem o contraponto perfeito na vida de Michael Jackson. Já ator Miles Teller como o advogado e empresário John Branca, parece um pouco desconfortável no papel. </p>



<p class="has-text-align-center">Sempre soubemos que a relação entre Michael Jackson e seu pai não é apenas um detalhe narrativo, mas o coração pulsante de sua história. E o filme faz uso desse vínculo com firmeza, revelando como os conflitos geraram suas fragilidades. </p>



<p class="has-text-align-center"> A história do fenômeno musical passa pelos seus primeiros dias na Motown, se apresentando com seus irmãos no Jackson 5, até sua ascensão como artista solo. Além disso, o filme conta com cerca de 13 canções icônicas, com requinte de detalhes em suas produções audiovisuais. </p>



<p class="has-text-align-center"><em>Michael </em>proporciona uma imersão completa na evolução artística do cantor ao longo das décadas retratadas na tela. A Direção de Arte e figurino recria tudo com riqueza de detalhes e as cenas musicais são construídas como verdadeiras experiências sensoriais.</p>



<p class="has-text-align-center">A direção de Antoine Fuqua é precisa, com ritmo consistente, sem excesso e gostinho de quero mais. O público é conduzido com equilíbrio, acompanhando a ascensão de um artista que não apenas alcançou o sucesso, mas redefiniu os limites da música Pop. </p>
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		<title>1º Festival Tendy Koatiara de Cinema Indígena acontece no Centro Cultural da Justiça Federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 1º Festival Tendy Koatiara de Cinema Indígena acaba de divulgar sua programação que conta com entrada totalmente gratuita e inclui oficinas, exibições de filmes e debates. O evento acontece entre os dias 22 e 26 de abril, no Centro Cultural da Justiça Federal, reunindo uma programação que articula exibições de filmes, oficinas e debates voltados à valorização [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O 1º Festival Tendy Koatiara de Cinema Indígena acaba de divulgar sua programação que conta com entrada totalmente gratuita e inclui oficinas, exibições de filmes e debates. O evento acontece entre os dias 22 e 26 de abril, no Centro Cultural da Justiça Federal, reunindo uma programação que articula exibições de filmes, oficinas e debates voltados à valorização do audiovisual indígena. </p>



<p class="has-text-align-center">A primeira edição do Festival é uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECEC-RJ), por meio do edital &#8220;Fomenta Festivais&#8221; da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), com produção da Verama Produções e Escola de Cinema Tendy Koatiara Nhembo&#8217;esaba. O festival tem como intuito consolidar um espaço permanente de difusão das produções indígenas no Brasil, promovendo o encontro entre realizadores, público e profissionais do setor audiovisual. Além disso, serão distribuídos maracás ao público participante para que sejam chacoalhados ao final das sessões, substituindo as palmas tradicionais. Os maracás são uma forma de interação e integração à proposta do Festival, e devem ser devolvidos ao final de cada sessão para que possam ser reutilizados pelo público seguinte.</p>



<p class="has-text-align-center">A abertura, na&nbsp;<strong>quarta-feira (22)</strong>, começa às 14h30 com a sessão &#8220;Tendy Koatiara Nhembo&#8217;saba&#8221;. Na sequência, às 16h15, será exibida uma sessão de curtas documentais com títulos como &#8220;Memória Puri&#8221; e &#8220;A cura que corre nas veias dos kurumin&#8221;. A cerimônia oficial de abertura ocorre às 18h, seguida da exibição do longa &#8220;Naô Xohã&#8221;, às 19h.</p>



<p class="has-text-align-center">Na&nbsp;<strong>quinta-feira (23)</strong>, a programação tem início às 14h30 com uma exibição surpresa. Às 16h15, ocorre a sessão indígena com a convidada Graciela Guarani, que apresenta o filme &#8220;Meu sangue é vermelho&#8221;. Às 18h, serão exibidos &#8220;Peteī Tape Nhepyrun &#8211; Caminho de Um Recomeço&#8221; e &#8220;Yve Pyte &#8211; Coração da Terra&#8221;. O dia se encerra com um debate sobre a produção cinematográfica indígena, mediado por Thaís Guerra, Alberto Alvares e Silvio de Andrade.</p>



<p class="has-text-align-center">Já no terceiro dia de atividades, na<strong>&nbsp;sexta-feira (24)</strong>, acontece às 13h a oficina &#8220;A ancestralidade no Cinema Indígena&#8221;, ministrada por Ricardo Ajuricaba Tupinambá. Às 15h, uma sessão de curtas reúne títulos como &#8220;Nhemongarai&#8221; e &#8220;Levante pela terra&#8221;. Às 17h, o cineasta Takumã Kuikuro apresenta &#8220;Febre da mata&#8221; e o longa &#8220;As hiper mulheres&#8221;. O encerramento do dia fica por conta do longa &#8220;Cacica Jaqueline Haywã&#8221;, às 19h.</p>



<p class="has-text-align-center">No&nbsp;<strong>sábado (25)</strong>, a oficina &#8220;Construindo novos imaginários nas narrativas&#8221; será conduzida por Thaís Guerra e começa às 13h. Às 15h30, a cineasta Sueli Maxacali apresenta o filme &#8220;Yõg ãtak&#8221;. A programação segue com uma sessão de curtas às 17h15, incluindo &#8220;Ava Kuña&#8221; e &#8220;Ñaman Meripa: Sabedoria Ancestral&#8221;. Às 19h, será exibido o longa indígena &#8220;Caipora&#8221;.</p>



<p class="has-text-align-center">O último dia de programação do festival acontece no&nbsp;<strong>domingo (26)</strong>, e começa às 15h30 com uma exibição surpresa. Às 17h15, o longa &#8220;Abequar&#8221; será apresentado ao público. Em seguida, às 19h, ocorre o debate &#8220;O cinema indígena&#8221;, com mediação de Ricardo Ajuricaba Tupinambá. A cerimônia de encerramento está marcada para às 20h.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço</strong> O 1º Festival Tendy Koatiara de Cinema Indígena acontece no<strong> </strong>Centro Cultural da Justiça Federal (Av. Rio Branco, 241 &#8211; Centro), entre 22 e 26 de abril / <strong>Entrada Gratuita</strong> *programação sujeita à alteração</p>



<p></p>
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		<title> Kinoplex promove sessões de gala para &#8220;O Diabo Veste Prada 2&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Moda e Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Kinoplex realiza, no dia 01º de maio, sessões de gala especiais de O Diabo Veste Prada 2, transformando a ida ao cinema em uma experiência imersiva inspirada no universo fashion do longa. A proposta convida o público a entrar no clima e comparecer com seus melhores looks de gala, celebrando o estilo icônico que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O Kinoplex realiza, no dia 01º de maio, sessões de gala especiais de O Diabo Veste Prada 2, transformando a ida ao cinema em uma experiência imersiva inspirada no universo fashion do longa. A proposta convida o público a entrar no clima e comparecer com seus melhores looks de gala, celebrando o estilo icônico que marcou a história do filme.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;A ideia é que as pessoas tenham a oportunidade de usar aqueles vestidos, ternos ou outras roupas que ficam guardadas no fundo armário, vivendo uma experiência coletiva e divertida, no clima do filme. Teremos também algumas surpresas para o público&#8221;, afirma Patrícia Cotta, Head de Marketing da rede.</p>



<p class="has-text-align-center">As sessões acontecem nas unidades Kinoplex RIOSUL, Kinoplex Nova América, Kinoplex Top Shopping, Kinoplex Vila Olímpia e Kinoplex Boulevard Brasília, reunindo fãs e&nbsp;<em>fashion lovers</em>, em uma noite que promete unir cinema, moda e cultura pop.</p>



<p class="has-text-align-center">Os ingressos para as sessões de gala e demais exibições já estão disponíveis em pré-venda para o período de 29 de abril a 6 de maio, com pré-estreia marcada para o dia 29, no&nbsp;<a href="https://kinoplex.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a>&nbsp;da rede.</p>
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		<title>François Ozon traz maior protagonismo para as mulheres da história, em O Estrangeiro</title>
		<link>https://rotacult.com.br/2026/04/francois-ozon-traz-maior-protagonismo-para-as-mulheres-da-historia-em-o-estrangeiro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=francois-ozon-traz-maior-protagonismo-para-as-mulheres-da-historia-em-o-estrangeiro</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O anúncio de que o próximo&#160;filme de François Ozon seria uma adaptação do clássico de Albert Camus, pegou os fãs e espectadores em geral desprevenidos, e surpresos. Não porque essa seria a primeira readaptação de uma obra organizada pelo cineasta francês, mas pela jornada de empreitada debruçado a esse projeto que poder ter a ideia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">O anúncio de que o próximo&nbsp;filme de François Ozon seria uma adaptação do clássico de Albert Camus, pegou os fãs e espectadores em geral desprevenidos, e surpresos. Não porque essa seria a primeira readaptação de uma obra organizada pelo cineasta francês, mas pela jornada de empreitada debruçado a esse projeto que poder ter a ideia de que a qualquer momento.&nbsp;<em>O Estrangeiro&nbsp;</em>acaba por ser uma comunicação com seus autores, ao passo que também se mostra uma ousadia formal em torno de um tema que o diretor nunca se debruçou: a incomunicabilidade. De natureza verborrágica por muitas vezes, o cinema de Ozon é, em tese, o oposto do que se imagina de Camus na essência &#8211; a expressão como código definidor do que se sente, e precisa ser alcançado de alguma maneira, pela voz ou pelo corpo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">De mergulho abstrato, configurando os códigos de vazio que seus personagens sentem e vivenciam, muitas vezes sem verbalizar, Camus representa um desafio por suas intransponibilidades de muitas ordens. Uma delas é essa aparente ausência de conflitos, onde o turbilhão de sensações implode seus tipos. Com um cineasta à flor da pele regendo uma adaptação sua,&nbsp;<em>O Estrangeiro&nbsp;</em>poderia ser um desastre iminente, mas Ozon transformou a dificuldade em movimento estético e imagético. A escolha pelo preto e branco é essencial para que o rumo dos eventos seja preservado na cadência necessária; um mundo onde as rachaduras invisíveis é que determinam a ruína propriamente dita.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Lucchino Visconti já tinha trazido uma versão da obra há quase 60 anos, liderada por Marcello Mastroianni, recebendo todos os mais merecidos louros da sua época. O que Ozon refaz aqui é ampliar o senso de apatia que se abate sobre uma história banal, ao considerar que por trás de todos os elementos compilados em cena, jaz três situações cada vez mais comuns no nosso tempo: racismo, xenofobia e a homofobia, tratados com a torpeza que se deve. Cada qual revelado não por ações ou pela verbalização das mesmas, mas por um registro intrínseco ao que Arthur Meursault representa. Com sua presença cada vez menos interessada no outro, o corpo do protagonista realiza tudo que&nbsp;<em>O Estrangeiro&nbsp;</em>recusa-se a fazer. Com isso, fazendo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao contrário do que alguns colegas alegam, principalmente estrangeiros, a luz registrada em preto e branco, redobra todas as sensações que o filme não sublinha. Estão em cena o torpor excessivo, as alegorias para o que é alegado no fatídico julgamento, a secura com que o calor é sugerido, a falta de intimidade que essa ausência de cor atravessa uma relação de natureza romântica. Não há sequer a fagulha de uma intensidade por parte do personagem central, tudo é cinza, até sugerindo esse clichê. A escolha soa acertada também porque estamos diante de um certo naturalismo empregado pela perda de arcabouços básicos que vinguem diante da empatia, mas que o filme torna artificial com sua falta de cores. Afinal, de onde viria tamanho desconhecimento da vida social no tratamento com o outro?</p>



<p class="has-text-align-center">O resto do trabalho pesado é realizado por Benjamin Voisin. O jovem ator é uma das promessas já cumpridas do novíssimo cinema francês, já tendo trabalhado com o diretor em um de seus filmes menos inspirados (<em>Verão de 85</em>). Prestes a completar 30 anos, ele já teria entregue duas interpretações primorosas antes daqui, em&nbsp;<em>Ilusões Perdidas&nbsp;</em>e em&nbsp;<em>Brincando com Fogo</em>. Seu domínio em cena de um manancial de emoções, e determinariam o sucesso ou fracasso dessa nova versão, remodelam&nbsp;<em>O Estrangeiro&nbsp;</em>para o registro da atualidade. Voisin é um poço vazio de emoções, transmitindo literalmente na pele toda a complexidade dessa narrativa. Sua explosão próxima ao final se torna ainda mais incandescente com toda a construção anterior do ator, em trabalho de contenção impressionante.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Dessa maneira, Ozon reafirma os ilimitados recursos de sua filmografia, com uma obra fundamental para entendermos fundamentos da idiossincrasia humana em sua forma mais vil.&nbsp;<em>O Estrangeiro&nbsp;</em>passa então a esse lugar de profunda encarnação de uma problemática que atinge a formação da França, dos primórdios até hoje, e que não está restrito a ela. O desconhecimento acerca de si mesmo explode quando você não consegue mais dissociar a compreensão e a empatia diante do próximo, gerando medo, violência e horror. E não estou falando de cinema de gênero, mas sim de algo que vem sendo perdido dia após dia pela sociedade, do passado e do presente.&nbsp;</p>
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		<title>Vidas entrelaçadas traz Angelina Jolie em força descomunal sobre o ato de ser feminino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Angelina Jolie]]></category>
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		<category><![CDATA[Semana de Moda de Paris]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Narrativas que envolvem a conjugação de três ou mais histórias têm uma boa chance de naufragar antes de terminar seu percurso. Filmes de episódios tendem a mostrar lados diferentes de uma mesma moral, e isso nem sempre se configura de maneira positiva. A diretora Alice Winocour tem uma carreira bem sucedida na França (produziu&nbsp;<em>Cinco Graças</em>, indicado ao Oscar 10 anos atrás), mas talvez chegue aqui em sua cartada mais ambiciosa. Mapeando a história de três mulheres que se esbarram em um mesmo evento,&nbsp;<em>Vidas Entrelaçadas&nbsp;</em>acompanha Maxine, Angèle e Ada, que têm em comum, além de estarem juntas para um mesmo trabalho temporário, também são mulheres que entendem seu lugar no mundo, o que não significa algo positivo, em seu tempo.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Ao mesmo tempo em que existem os descompassos de tempo e importância de parte a parte,&nbsp;<em>Vidas Entrelaçadas&nbsp;</em>também exibe uma sensibilidade rara mesmo em se tratando de uma narrativa feminina dirigida por uma mulher. São minúcias que o roteiro positivamente não trata de verbalizar, apenas deixa correr à margem o que é sentido pelas personagens. Temas como maternidade, não-pertencimento, solidão, trabalho, o papel e o lugar da mulher na sociedade hoje, seus males emocionais e físicos, passeiam pela tela, e se não são desfiados em sua totalidade, ainda assim ampliam um recorte estrutural para aquelas personagens. Estão em lugares crescentes dentro da arena sócio-econômica do mundo que nos rodeia, mas isso não as impede de deflagrar seus conflitos e seus desejos de mudança.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em determinado momento, a personagem de Jolie faz uma descoberta&nbsp;terrível sobre si mesma e sua composição verbal acaba por se destacar. O roteiro, que também é de Winocour, aproxima seus personagens sem aplicar qualquer sombra de didatismo sobre os mesmos. É um desafio destacar tal texto em um longa que muitas vezes prescinde da fala em detrimento a um momento de reflexão. Por mais de uma vez, flagramos o trio de protagonistas suspensas em seus pensamentos, com a câmera observando -sem contemplação, apenas a investigação de gênero que aqui não se propõe a encontrar uma resposta em meio ao caos emocional.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Obviamente, a história da personagem de Jolie é mais explorada (ao menos um tanto) que as demais, o que não apenas configura superexposição, como também trai o ritmo original do filme. Se existe espaço maior a uma composição narrativa, isso significa que as atrizes aproveitam como podem essa fatia conquistada; ao invés disso, temos três espaços narrativos absolutamente distintos. Com isso, o espectador exige mais de suas figuras pouco protagonistas, que apresentam seu discurso de classe. Mesmo assim, a união não perde a piada e pede revisões de estados, cujo modelo base realmente não configura atraso, mas um dilema contemporâneo entre realizar-se profissionalmente e viver com a liberdade que vislumbra.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O universo do trabalho de&nbsp;<em>Vidas Entrelaçadas&nbsp;</em>é bastante feminino: o mundo da moda. As três personagens&nbsp;são instrumentos para a realização de um desfile &#8211; uma modelo recém descoberta, uma costureira do evento e a diretora de cinema que atua como responsável pelo visagismo do projeto. Estão em três estágios diversos dentro do que fazem, e estão de alguma maneira fora da sintonia do que está prestes a acontecer. Mas o breve encontro que está prestes a acontecer terá uma posição determinante dentro de suas vidas. Das três, a história da jovem costureira é a mais sacrificada em cena, tendo quase nenhum dado para compor o que está sendo apresentado, claramente um ponto negativo pela ausência de relevância deliberada.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Em contrapartida, a personagem vivida por Angelina Jolie é a mais elaborada, com isso sendo um pequeno presente para a atriz. Através dela, a estrela vencedora do Oscar por&nbsp;<em>Garota, Interrompida&nbsp;</em>pode exercer alguns papéis preponderantes em sua vida pessoal, ter a complexidade necessária para seu fascínio e estar em um espaço de poder cuja sua imagem não quebre a credibilidade do projeto, do avesso até.&nbsp;<em>Vidas Entrelaçadas&nbsp;</em>existe para defender o olhar que reside quase inteiramente dentro dela: a força descomunal e a perseverança do próprio ato de ser feminino. As constantes perdas às quais uma mulher é confrontada, quantas batalhas são diariamente travadas pelo posto que não é fácil de ser reconhecido e alcançado, e como o status estabelecido é um véu fino demais, a ponto de ser destruído na próxima curva. Ainda que fora da uniformidade, o longa de Winocour reconhece e aponta sua base de reflexão, e emociona com uma insuspeita Jolie à sua frente.&nbsp;</p>
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		<title>Rio de Sangue traz protagonismo feminino em nova obra nacional policial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Wegmann]]></category>
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		<category><![CDATA[Giovanna Antonelli]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema de mercado brasileiro tem em abril de 2026 um desafio, que vai ser ainda mais reconfigurado nos próximos meses. Estamos vivendo semanas de estreias com potencial de comunicação ligadas ao thriller, em sequência Barba Ensopada de Sangue, Cinco Tipos de Medo, esse Rio de Sangue e semana que vem Papagaios. São quatro filmes de claras ambições de comunicação [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O cinema de mercado brasileiro tem em abril de 2026 um desafio, que vai ser ainda mais reconfigurado nos próximos meses. Estamos vivendo semanas de estreias com potencial de comunicação ligadas ao thriller, em sequência <em>Barba Ensopada de Sangue</em>, <em>Cinco Tipos de Medo</em>, esse <em>Rio de Sangue </em>e semana que vem <em>Papagaios</em>. São quatro filmes de claras ambições de comunicação popular, onde todos poderiam encontrar seu espaço junto ao espectador com uma estratégia acertada. Dos quatro, <em>Rio de Sangue </em>deve ser o que mais pode alcançar tal resultado, por uma matemática tão simples quanto injusta: de todos, é o único lançamento de distribuidora &#8216;major&#8217; no mundo, no caso a Disney. Essa contradição entre ser um produto original da &#8216;casa do Mickey&#8217; e a natureza do que vemos, é, certamente, um dos pilares sedutores da obra. </p>



<p class="has-text-align-center">Em tese, existem muitas armadilhas em torno de&nbsp;<em>Rio de Sangue</em>. Escrito por 10 mãos, montado por 6 e fotografado por 4, essas são diretrizes que não carregam qualquer qualidade prévia para dentro de uma obra. Acaba soando, no papel, como um produto que passou por inúmeras tentativas de conserto, desde sua ideia original até sua concepção visual, até chegar em seu corte final. Tais créditos de abertura assustam quando percebemos a quantidade de pessoas envolvidas em um processo criativo que precisa ser mais controlado. O resultado impressiona, por que&nbsp;o provável auxílio de um ou outro profissional sanou o que poderia causar os embaraços narrativos e estéticos: o material é acima da média, definitivamente.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Os riscos eram muitos, o maior deles é a eterna dificuldade de lidar com os povos originários no tratamento deles na contemporaneidade, e o Norte do país sendo retratado, na regularidade, de maneira discriminatória. Ainda que sigam alguns dos problemas mais tradicionais, como a falta de representatividade entre os atores e as necessidades de seus personagens,&nbsp;<em>Rio de Sangue&nbsp;</em>cobre tais pecados com um elenco de grandes intérpretes. Giovanna Antonelli, Alice Wegmann, Ravel Andrade, Felipe Simas, Rui Ricardo Dias mas principalmente Antonio Calloni e Vinícius de Oliveira são um grupo excelente. O segundo aqui tem seu melhor momento desde&nbsp;<em>Central do Brasil</em>, utilizando uma coloquialidade intrínseca à violência local; a cena do confronto entre ele e Wegmann no garimpo é das melhores do filme.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">E por falar em violência, é feliz que sejamos colocados a par de uma história onde tais elementos sejam tratados com crueza, como na cena da chegada na aldeia, ou em como cada poça de sangue é derramada em cena. Não se trata de exaltar esse espaço que existe dentro de um certo gangsterismo possível na Amazônia, um desses decalques dentro do que é sabido, ou imaginado. Patrícia é uma policial jurada de morte que precisa da ajuda da filha para se proteger, mas acaba não conseguindo fugir de uma perseguição que a violência empreende até ela. Todas as ações soam críveis, por adentrar universos que tradicionalmente são carregados de homens letais.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Aliás, a trama de <em>Rio de Sangue </em>passa longe de conseguir algum resquício que seja de originalidade, mas isso não é um problema <em>a priori</em>. Tudo que é contado pelos cinco roteiristas (incluindo o genial Dennison Ramalho, diretor de <em>Morto Não Fala</em>) carrega sedução pelo seu ambiente fora dos padrões, e pela maneira como tudo alimenta o bom gosto estético. Gustavo Bonafé, que tinha dirigido o igualmente surpreendente <em>Legalize Já</em>, é um cineasta cujas qualidades nunca são caladas por algum esquematismo. Pelo contrário, ele consegue torcer nossa expectativa mais negativa e transformar seu produto, ir além da qualidade e dar relevância ao que assistimos. Ainda que a narração de Fidelis Baniwa seja didática e por vezes anti climática nos lugares comuns declamados, o ator está bem em cena, com uma presença que dignifica todo o setor de atores de origem indígena.</p>



<p class="has-text-align-center">Existe uma crueza no tratamento temático, e até alguma crueldade ao redor de seus tipos, que muitas vezes não terão saída. Mas o rumo que cada um toma, os dilemas que mocinhas e bandidos enfrentam, são genuínos em seu tratamento. Em tempos onde o nosso cinema precisa ser recompensado pela quantidade de material do qual somos bombardeados, um filme como esse renova a capacidade de comunicação com um público que não tem escolhido necessariamente a ele. Além de ser uma surpresa, o filme de Bonafé chama atenção para &#8220;causas importantes&#8221; sem explorar suas possibilidades de maneira oca. Caso a narração em off auto explicativa e de qualidade textual duvidosa fosse deletada, talvez estivéssemos diante de uma produção para disputar listas de melhores do ano. Do jeito que ficou, esse é &#8220;apenas&#8221; um ótimo filme.</p>
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		<title>Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo retorna ao CCBB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 12:31:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
		<category><![CDATA[CCBB]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após a primeira edição da mostra, realizada em março de 2025, Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo retorna ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), de 15 de abril a 18 de maio de 2026, com uma proposta curatorial organizada em torno de eixos temáticos, ampliando o [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Após a primeira edição da mostra, realizada em março de 2025, <em>Mestras do Macabro – As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo</em> retorna ao Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), de 15 de abril a 18 de maio de 2026, com uma proposta curatorial organizada em torno de eixos temáticos, ampliando o olhar sobre diferentes vertentes e abordagens do macabro sob perspectiva feminina. Os ingressos para os filmes podem ser retirados a partir das 9h do dia da exibição, na bilheteria física ou no site do CCBB RJ.</p>



<p class="has-text-align-center">A curadora Beatriz Saldanha selecionou 38 títulos — sendo 31 filmes dirigidos por mulheres e outros sete com participação feminina em funções essenciais como roteiro, montagem, fotografia, trilha sonora, maquiagem e efeitos especiais. Entre os temas que estruturam a seleção estão as vampiras contemporâneas, o misticismo e a religiosidade, e a representação da chamada &#8220;loucura&#8221; feminina, um dos tópicos mais recorrentes e controversos do horror.</p>



<p class="has-text-align-center">Apesar do foco em produções recentes, a mostra mantém o compromisso com o resgate histórico. A sessão de abertura apresenta&nbsp;<em>Hollywood 90028</em>&nbsp;(1973), de Christina Hornisher, obra que foi redescoberta internacionalmente e que chama a atenção pelo retrato amargo da desilusão com o sonho da indústria cinematográfica mais cobiçada do mundo.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos destaques desta edição é a homenagem à cineasta francesa Marina de Van, com a exibição de três de seus longas:&nbsp;<em>Encontro com o passado</em>, estrelado por Sophie Marceau e Monica Bellucci;&nbsp;<em>O lado sombrio,&nbsp;</em>uma história sobrenatural perturbadora; e&nbsp;<em>Em minha pele</em>, o seu filme cult, considerado como um dos títulos mais emblemáticos do chamado &#8220;novo extremismo francês&#8221;. Diretora, roteirista e atriz, Marina de Van aborda de maneira franca e bastante pessoal temas delicados como a relação da mulher com o próprio corpo.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra também destaca a trajetória da<em>&nbsp;videomaker&nbsp;</em>Cecelia Condit, que realizou alguns dos trabalhos mais importantes no campo do cinema experimental, com curtas como<em>&nbsp;Talvez em Michigan</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Debaixo da pele</em>. Em seus filmes, Cecelia evoca as narrativas dos contos de fadas para discutir questões familiares profundas, bem como o horror da violência contra as mulheres, através de uma estética que mais se assemelha a pesadelos. &#8220;É uma cineasta brilhante, extremamente generosa e seus filmes precisam ser vistos, ainda mais se considerarmos que, infelizmente, a violência contra as mulheres está presente na sociedade atual de maneira intolerável&#8221;, ressalta Beatriz Saldanha.</p>



<p class="has-text-align-center">A produção brasileira contemporânea marca presença com a pré-estreia de&nbsp;<em>Love Kills</em>, de Luiza Schelling Tubaldini, sessões especiais de&nbsp;<em>Virtuosas</em>, de Cíntia Domit Bittar, de&nbsp;<em>O despertar de Lilith</em>, de Monica Demes, e de curtas-metragens estrelados por Gilda Nomacce, a &#8220;rainha do grito&#8221;, reconhecida por seus papéis no cinema de gênero.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A programação inclui ainda sessões especiais com títulos derivados ou continuações de franquias populares, como&nbsp;<em>Pesadelo final: a morte de Freddy</em>,&nbsp;<em>Criaturas 3</em>&nbsp;— primeiro filme estrelado por Leonardo DiCaprio — e&nbsp;<em>A maldição de Carrie</em>, título que foi bastante pedido pelo público na primeira edição da mostra.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra realizará sessões inclusivas dos filmes&nbsp;<em>Love Kills</em>,&nbsp;<em>Criaturas 3</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Virtuosas</em>. O público poderá usar os recursos de acessibilidade (legenda descritiva, audiodescrição, Libras) através do aplicativo MobLoad, disponível gratuitamente nos formatos Android e IOS.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>ATIVIDADES EXTRAS</strong></p>



<p class="has-text-align-center">Além das exibições dos filmes, a mostra promove uma série de atividades formativas e reflexivas, como debates, sessões comentadas e curso.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia 16 de abril, às 18h10, após a sessão de&nbsp;<em>Possessão</em>, acontece o debate &#8220;Olhando além da diretora: criação, excessos e autoria feminina no horror&#8221;, com Cássia Ferreira, pesquisadora e jornalista, mestra em Comunicação pela UERJ, e Kimberly Palermo,&nbsp;cineasta e mestranda em Cinema e Audiovisual pela UFF. A mediação será da curadora Beatriz Saldanha.</p>



<p class="has-text-align-center">No dia seguinte (17/04), sexta-feira, às 19h, a diretora Luiza Schelling Tubaldini conversa com o público, após a pré-estreia de seu longa-metragem&nbsp;<em>Love Kills</em>. Outra cineasta que estará presente para um bate-papo será Monica Demes, que apresenta&nbsp;<em>O Despertar de Lilith</em>, no dia 6 de maio, às 17h30.</p>



<p class="has-text-align-center">A mostra oferece ainda a&nbsp;<em>masterclass</em>&nbsp;&#8220;Rainha do grito por excelência: técnicas de performance para filmes de horror&#8221; com a atriz Gilda Nomacce. Será um encontro com duração de 2h no dia 25 de abril, com início às 15h. Haverá entrega de certificado aos participantes. As senhas serão distribuídas a partir das 14h.</p>



<p class="has-text-align-center">A idealizadora e curadora da mostra Beatriz Saldanha, Doutoranda em Comunicação Audiovisual pela UAM, ministrará o curso &#8220;A abjeção feminina como estratégia de libertação no cinema de horror&#8221;. Serão dois encontros, com duração de 2h cada, nos dias 7 e 8 de maio, às 17h30, no Cinema 2. O curso propõe uma introdução ao conceito de abjeção feminina no cinema de horror, a partir de referenciais teóricos como Mary Douglas, Julia Kristeva e Barbara Creed, analisando como imagens de corpos femininos monstruosos, abjetos ou desviantes podem representar não apenas como instrumentos de controle simbólico, mas também resistência e libertação através de estratégias de ruptura. Por meio de exemplos do cinema de horror clássico e contemporâneo, o curso discutirá a relação entre gênero, corpo, violência e transformação, instigando a reflexão e o debate sobre o potencial político e estético da abjeção. Haverá entrega de certificado e as senhas serão distribuídas 1h antes do início das aulas.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim, mas não menos impactante, o CCBB realiza a sua primeira&nbsp;festa &#8220;Noite no Museu – Mestras do Macabro&#8221;, que acontece no dia 17 de abril. Será uma experiência que mistura cinema e música, uma noite para celebrar o imaginário gótico com a sessão especial de&nbsp;<em>Love Kills</em>, às 19h, seguida de festa com DJ Cammy e show de Ana Cañas.&nbsp;O evento contará com comidinhas e bebidinhas do bar Labuta. Aqueles que retirarem ingresso para o filme já garantem presença na festa. Os ingressos para a &#8220;Noite no Museu&#8221; já estão disponíveis na bilheteria física e no site do CCBB –&nbsp;<a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a>.</p>



<p class="has-text-align-center">Serviço: De 15 de abril a 18 de maio de 2026 / Ingressos para as sessões dos filmes e os debates:&nbsp;retirada&nbsp;a partir das 9h do dia da exibição/atividade, na bilheteria física ou&nbsp;no site&nbsp;<a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a> / Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro Rua Primeiro de Março 66, Centro / Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA no site<strong>&nbsp;<a href="http://bb.com.br/cultura" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bb.com.br/cultura</a></strong></p>
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		<title>O Mago do Kremlin narra a ascensão obstinada de Putin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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<p class="has-text-align-center">Olivier Assayas tem 40 anos de carreira e em determinado momento, ali por volta de 1996, começou uma guinada na carreira que durou pelo menos os próximos 20 anos. De&nbsp;<em>Irma Vep&nbsp;</em>a&nbsp;<em>Personal Shopper</em>, praticamente só acertos aconteceram e vieram um sem número de prêmios, consagração e um espaço na cinematografia mundial que o elevaria a uma marca consolidada; mais que isso até, esperada.&nbsp;<em>Vidas Duplas&nbsp;</em>tratou de acender um alerta para um cinema menos corajoso, talvez uma visão simplista dos temas apresentados e suas reverberações.&nbsp;<em>Wasp Network&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Tempo Suspenso</em>, os filmes seguintes, mostraram mais do que desconfiança, mas a certeza de que estávamos assistindo ao ponto mais baixo de uma carreira excepcional. Nada como um dia após o outro;&nbsp;<em>O Mago do Kremlin&nbsp;</em>não é um dos melhores filmes de sua filmografia, mas uma óbvia recuperação de sua força, ainda que modesta e com um olhar mais universal.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">  <em>O Mago do Kremlin </em>é seu filme mais comercial, anunciado com cartelas que o tratam como um produto na linha &#8220;qualquer semelhança com fatos e personagens é mera coincidência&#8221;, mas não acreditem nisso. A partir da primeira cena, o que está em nossa frente é uma tentativa de recriar a Rússia dos últimos 40 anos e os criadores de um momento estarrecedor; na verdade, um personagem, um dos mais abjetos tipos do nosso tempo. Vladimir Vladimirovitch Putin é o presidente da ex-União Soviética há quase 15 anos, e desde então vem disseminando uma política de olhar totalitarista, exercendo seu cargo com a mão típica de um ditador. O que temos aqui não é exatamente seu surgimento diante da arena pública, mas a visão de bastidores que possibilitaram sua criação. </p>



<p class="has-text-align-center">Assayas filma tudo, certamente, com uma aparente pretensão comercial mais explícita. Os tons biográficos que envolvem os elementos e sua centralidade, o tal &#8216;mago&#8217;, ditam essa percepção, mas o que está na pauta em realidade é esse cenário da sociedade russa desde 1980 até os dias de hoje. Temos as possibilidades progressistas que poderiam vigorar no Estado, que vão sucumbindo às ações políticas de grupos cujo único interesse é tomar o poder. Ainda que estejam em condições esquerdistas em tese, <em>O Mago do Kremlin </em>mostra seus personagens na totalidade dessa busca por poder (seja ela almejada ou circunstancial), o que os equipara. Como se fossem membros de uma engrenagem que só funciona à base da ganância e da violência crescente que suas ações propiciam. </p>



<p class="has-text-align-center">O personagem central é sim uma figura, em tese, fictícia &#8211; no desenvolvimento de sua história, e em seu desfecho. Mas Vadim Baranov tem uma inspiração real: Vladislav Surkov, secretário de Putin até 2020, que exercia alguma influência sobre ele. Em&nbsp;<em>O Mago do Kremlin</em>, essa questão é transformada em uma espécie de mentoria, além de ter sido o responsável por incentivar o ex-primeiro ministro e ex-diretor de segurança do Estado a se deixar levar pela candidatura. Mas o filme segue Baranov desde a adolescência, seu crescimento em relação ao pai, sua incursão pela dramaturgia teatral, seu romance com uma jovem alpinista social que se julga cantora, e as derrocadas emocionais que ele enfrenta ao longo da vida. Ou seja, se essa leitura biográfica for feita, precisamos entender que ela está mais a serviço de entender o contexto e as relações de poder de um país, do que nas costas de um personagem em particular.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Se o diretor não pretende criar um relevo estético ao material filmado, é perceptível que&nbsp;<em>O Mago do Kremlin&nbsp;</em>leia os hábitos e comportamentos de um período, para nos transportar para aquele tempo e aquele lugar. Sim, a Rússia não é um país que muitos conheçam, ainda mais no período retratado, mas a descrição do que vemos em contradição do que está em texto, é um agradável experimento social. De tal maneira, seu elenco aparece em forma, como Tom Sturridge (de&nbsp;<em>A Cronologia da Água</em>) e o sempre ótimo Jeffrey Wright (indicado ao Oscar por&nbsp;<em>Ficção Americana</em>). Já Paul Dano, não sei se consegue realizar algo que diferencie sua atuação aqui de outros momentos seus, abusando de uma persona introvertida que o espectador já está acostumado.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Contudo,&nbsp;<em>O Mago do Kremlin&nbsp;</em>pertence a alguém, e esse alguém chama Jude Law. A estrela de&nbsp;<em>Closer&nbsp;</em>e&nbsp;<em>Cold Mountain&nbsp;</em>não está apenas caracterizado como Putin, mas absolutamente submerso em sua máscara, seus trejeitos, seu olhar. Através de seu corpo, de seus sutis maneirismos, Law arregimenta nosso fascínio por trás dessa corporificação. Desde sua primeira aparição, reticente às ideias de Baranov, o ator duas vezes indicado aos prêmios da Academia nos deixa abismado, e sua entrega transforma&nbsp;<em>O Mago do Kremlin&nbsp;</em>em um daqueles programas imperdíveis, independente da formalidade apresentada aqui. Caso raro de um ator que perpassa as ausências do seu material formal, para transformar não apenas ao espectador, mas principalmente nossa relação com a obra, a impressionante performance de Law eleva o retorno de Assayas em algo superior, e diabolicamente especial.&nbsp;</p>
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		<title>Jim Jarmuch marginaliza a dor silenciosa da interação humana, em novo filme.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Alê Shcolnik]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Jarmuch]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Jarmusch]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jim Jarmusch está de volta aos cinemas em um filme sobre cotidianos familiares e a dimensão do tempo vs. rotina. Pai, Mãe, Irmã, Irmão é um filme minimalista sobre três histórias familiares que transmite uma sensação simultaneamente melancólica e comovente. Com raízes focadas nos personagens e com fortes atuações do elenco, destaque para Cate Blanchett, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Jim Jarmusch está de volta aos cinemas em um filme sobre cotidianos familiares e a dimensão do tempo vs. rotina. <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão</em> é um filme minimalista sobre três histórias familiares que transmite uma sensação simultaneamente melancólica e comovente. </p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Com raízes focadas nos personagens e com fortes atuações do elenco, destaque para Cate Blanchett, Adam Driver e Tom Waits por incorporarem profundamente seus personagens, o diretor entrega um filme familiar, saudoso pela sua essência e cheio de conexões interpessoais. O diretor trata temas comuns em sua obra marginalizando a dor silenciosa da interação humana.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Mesclando melancolia com humor sutil, <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão</em> é composto por três histórias separadas, ambientadas em locais diferentes (EUA, Dublin, Paris), que se ecoam mutuamente, Jim Jarmuch traz à cena uma imagem delicada, muitas vezes silenciosa sobre relacionamentos familiares.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text">Com estética discreta, a fotografia, ora cinzenta, ora amarelada, traduz a rotina familiar em um roteiro que é uma proeza poética sobre a vida. <em>Pai, Mãe, Irmã, Irmão e Irmã</em> traz, surpreendentemente, uma visão da vida sem ambição, orientado apenas pela ação de viver, é, certamente, um filme sóbrio e altamente cru sobre as pequenas reflexões da vida.</p>



<p class="has-text-align-center" id="tw-target-text"> Em seu novo filme, Jim Jarmusch consegue ser profundamente agradável, nos oferecendo algo novo e pessoal  sobre a rotina de seus protagonistas, que sobrevivem com muitas possibilidades em drama sutilmente cômico. Por fim, fica a sensação de mortalidade e a nuvem de escuridão que se adensa sobre nossas cabeças ao entrarmos na meia-idade como uma preocupação constante e persistente com a saúde de nossos pais idosos.</p>



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