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	<title>Cinema - Rota Cult</title>
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	<description>Aqui você encontra dicas culturais na cidade do Rio de Janeiro!</description>
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	<title>Cinema - Rota Cult</title>
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		<title>Mostra de Cinemas Africanos recebe cineasta burkinabé Chloé Aïcha Boro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 14:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Mostra de Cinemas Africanos chega ao seu nono ano em 2026 com uma semana de programação no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), entre os dias 10 e 16 de setembro. Única plataforma continuada no Brasil dedicada ao audiovisual contemporâneo do continente africano, o evento apresenta uma seleção de produções recentes e inéditas no [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A Mostra de Cinemas Africanos chega ao seu nono ano em 2026 com uma semana de programação no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), entre os dias 10 e 16 de setembro. Única plataforma continuada no Brasil dedicada ao audiovisual contemporâneo do continente africano, o evento apresenta uma seleção de produções recentes e inéditas no país, com sessões gratuitas no Cinema I.</p>



<p class="has-text-align-center">Neste ano, a Mostra propõe um recorte inédito em torno do cinema de gênero, reunindo filmes que transitam pela ficção científica, comédia, musical, romance, aventura, horror e thriller psicológico. Com curadoria da pesquisadora e produtora Ana Camila Esteves, a programação reúne ficções e documentários de diferentes países africanos e explora também questões como as transformações das grandes cidades, relações familiares, luto, política e o uso da Inteligência Artificial na produção cinematográfica.</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos principais destaques da edição no Rio de Janeiro é a presença da cineasta burkinabé Chloé Aïcha Boro, que acompanha a exibição de seu primeiro longa-metragem de ficção, <em>As Desvirtuosas</em>, no dia 12 de setembro, às 18h, seguida de conversa com o público.</p>



<p class="has-text-align-center">Conhecida internacionalmente por seu trabalho no documentário, Boro parte em&nbsp;<em>As Desvirtuosas</em>&nbsp;de uma história ligada à sua própria família para construir uma ficção sobre quatro mulheres que, após serem expulsas de sua aldeia, formam uma improvável comunidade às margens da sociedade. Com humor, música e elementos de diferentes gêneros cinematográficos, o filme marca uma mudança de linguagem na trajetória da diretora sem abandonar questões presentes em sua obra documental.</p>



<p class="has-text-align-center">A presença de Boro permite ao público brasileiro conhecer uma realizadora cuja carreira se desenvolveu entre literatura, jornalismo e cinema. Seus documentários circularam por festivais internacionais e abordam temas ligados à história política e social de Burkina Faso e às experiências de personagens frequentemente deslocados para as margens das narrativas oficiais. Em seu primeiro longa de ficção, a cineasta incorpora referências familiares e culturais a uma construção que combina drama, humor e fabulação.</p>



<p class="has-text-align-center">O recorte de 2026 parte da presença cada vez mais expressiva de filmes africanos que recorrem às convenções do cinema de gênero para construir suas narrativas. A programação do Rio reúne produções que dialogam com a ficção científica, o sobrenatural, a comédia, o suspense e outras formas populares de cinema, colocando em primeiro plano a liberdade estética de realizadores de diferentes países.</p>



<p class="has-text-align-center">Entre os títulos estão filmes como <em>O Pescador</em>, comédia fantástica ganesa que acompanha um pescador tradicional diante das transformações de sua comunidade; <em>O Despertar de Anam</em>, produção queniana que utiliza elementos sobrenaturais para abordar o luto; e <em>Crocodilo</em>, thriller que explora tensões familiares a partir de uma narrativa de suspense. A sessão dedicada aos curtas de gênero reúne <em>Cabra, Bam Bam, Sukari, Dëmm – As Devoradoras de Almas</em> e <em>O Herói Obscuro</em>, atravessando diferentes registros do fantástico, da ficção científica, da comédia e do sobrenatural.</p>



<p class="has-text-align-center">Outros eixos atravessam a seleção. As experiências de cidade aparecem em filmes como <em>Movimentos Concretos, Liti Liti</em> e <em>Minha História em Jebba</em>, enquanto obras como <em>Cartum</em> e <em>Independência Hoje</em> aproximam o cinema de acontecimentos políticos e históricos recentes no Sudão e no Senegal.</p>



<p class="has-text-align-center">A programação também inclui <em>Memória da Princesa Mumbi</em>, filme que abre a mostra no Rio de Janeiro no dia 10 de setembro, às 18h, e <em>Timpi Tampa, Por Detrás das Palmeiras, Guardião dos Mundos, Roupa Suja, Prova, Diya, A Última Dança da Vergonha</em> e <em>Mobembo</em>.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>SERVIÇO</strong>:  10 a 16 de setembro de 2026<br><strong>Onde:</strong> Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro — CCBB RJ<br>Rua Primeiro de Março, 66 — Centro <br><strong>Cinema I</strong> &#8211; <strong>Programação completa:</strong> <a href="http://www.mostradecinemasafricanos.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.mostradecinemasafricanos.com</a></p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Entrada gratuita</strong><br>Classificação indicativa: 14 anos</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Ingressos:</strong>&nbsp;para as sessões no CCBB, os ingressos gratuitos podem ser retirados na bilheteria do CCBB e pelo site bb.com.br/cultura, a partir das 9h do dia da sessão.</p>



<p class="has-text-align-center"> </p>
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		<title>Pressão aborda o Dia D, da invasão da Normandia, pelo lado da meteorologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Giacobbo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns episódios históricos, alguns acontecimentos da humanidade, já foram retratados 1.300 vezes no cinema. E aí achar um ângulo diferente, encontrar uma maneira nova de contar a mesma história só porque ela é importante é muito difícil. O risco de filmar pela enésima vez um episódio histórico é fazer apenas mais um filme qualquer, que [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Alguns episódios históricos, alguns acontecimentos da humanidade, já foram retratados 1.300 vezes no cinema. E aí achar um ângulo diferente, encontrar uma maneira nova de contar a mesma história só porque ela é importante é muito difícil. O risco de filmar pela enésima vez um episódio histórico é fazer apenas mais um filme qualquer, que não acrescente absolutamente nada ao que já foi contado. Esse era o meu receio quando fui assistir a&nbsp;<em>Pressão</em>, novo filme do diretor Anthony Maras, baseado em uma peça teatral de David Haig, que também assina o roteiro ao lado do cineasta. O longa-metragem fala do Dia D, da invasão da Normandia, aquela batalha que ajudou a definir o destino da Segunda Guerra Mundial e, consequentemente, o futuro da humanidade. Eu já tinha visto essa história no cinema. Vocês também provavelmente já viram. Só que, felizmente, o meu medo não se confirmou. O que encontrei foi a mesma história, com a mesma importância, contada por um prisma completamente diferente: o da meteorologia.</p>



<p class="has-text-align-center">A meteorologia é importante no nosso dia a dia. A gente precisa saber se vai chover ou fazer sol para decidir que roupa vestir, se leva ou não um guarda-chuva, se pode praticar uma atividade ao ar livre. Para ganhar uma guerra, certamente, não poderia ser diferente. Uma vez marcada a data do Dia D, as forças aliadas precisavam saber se as condições meteorológicas na Normandia, na costa francesa, eram adequadas para a invasão. E é aí que entra James Stagg, personagem interpretado por Andrew Scott. Capitão escocês e meteorologista, Stagg é um cientista enviado por Churchill para aconselhar o general Dwight Eisenhower, comandante das forças aliadas, brilhantemente interpretado por Brendan Fraser. Só que, ao chegar ao quartel-general da força expedicionária aliada, Stagg encontra resistência, principalmente do coronel Irwin P. Crick, vivido por Chris Messina, um militar que já acompanha Eisenhower há três anos e que também é meteorologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-text-align-center">Suspense histórico retrata as 72 horas tensas que antecederam o Dia D na Segunda Guerra Mundial.</h2>



<p class="has-text-align-center">O embate entre os dois é um dos motores de&nbsp;<em>Pressão</em>. Stagg é meticuloso. Não trabalha com hipóteses fáceis nem com padrões pré-estabelecidos. Estuda, estuda e estuda, porque sabe que o tempo e a natureza são imprevisíveis. Crick é o avesso disso. Ele parece um daqueles vendedores americanos que querem empurrar para você o melhor carro pelo melhor preço, ainda que nem o carro nem o preço sejam os melhores. É uma guerra de egos, mas também é uma disputa entre duas maneiras de enxergar a ciência. E, no fim das contas, Eisenhower precisa decidir em quem acreditar. O filme, então, transforma algo que poderia parecer absolutamente banal para quem está sentado na cadeira do cinema — uma previsão do tempo — em uma questão de vida ou morte para milhares de soldados e, em última instância, para o destino da guerra.</p>



<p class="has-text-align-center">O mais interessante é que&nbsp;<em>Pressão</em>&nbsp;é um filme sobre o Dia D em que praticamente não vemos guerra. As cenas de tiros, explosões e combate, aquilo que estamos acostumados a encontrar nesse tipo de produção, aparecem apenas nos minutos finais. E isso não é um problema. Muito pelo contrário. Elas estão exatamente onde deveriam estar: no fim, depois de toda a tensão construída dentro daquele quartel-general, para mostrar o resultado da decisão tomada por Eisenhower. Cerca de três quartos do filme acontecem dentro de salas, em reuniões, discussões e embates entre os personagens. E nem por isso ele é menos tenso. Muito pelo contrário. A guerra de egos, a pressão sobre quem precisa tomar uma decisão e a dúvida sobre qual dos meteorologistas está certo são material suficiente para manter o espectador preso à cadeira. Entre os personagens que ajudam a construir essa tensão estão a tenente Kay Summersby, interpretada por Kerry Condon, secretária e braço direito de Eisenhower, e o general britânico Bernard Montgomery, vivido por Damian Lewis.</p>



<p class="has-text-align-center">Todos esses personagens, muito bem construídos pelo roteiro de Anthony Maras e David Haig e muito bem interpretados, convergem para uma cena que, para mim, é uma das melhores coisas que vi no cinema neste ano. É o momento em que Eisenhower decide adiar a invasão da Normandia, baseado nos estudos de Stagg. É uma cena que depende quase exclusivamente do roteiro e das atuações. Há muitas palavras, muitos diálogos, alguns bem verborrágicos, e isso pode não agradar a todo mundo. Porém são diálogos muito bem escritos e deliciosamente cuspidos pelas bocas dos atores que estão em cena. E é aí que o filme prova que não precisa de tiros, explosões ou grandes batalhas para construir tensão. Basta colocar bons atores dentro de uma sala, entregar bons diálogos a eles e permitir que o conflito aconteça.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Pressão</em>, portanto, é um filme de guerra diferente daqueles aos quais estamos acostumados. E talvez por isso algumas pessoas possam criar certa resistência depois de ler esta crítica ou descobrir que não se trata de uma produção convencional sobre guerra. Só que eu garanto: se vocês não forem ver, podem se arrepender. Assim como Eisenhower provavelmente teria se arrependido se não tivesse seguido o conselho do capitão James Stagg. Por último, preciso destacar duas coisas antes de terminar. A primeira é a fotografia de Jamie D. Ramsay. Se o mundo for justo, essa fotografia estará na próxima temporada do Oscar. Contudo, parece que não estará, já que o filme não teve uma boa recepção lá fora. Sinceramente, não quero saber o porquê e estou me lixando para os críticos americanos. A segunda é Brendan Fraser. Sua atuação como Dwight Eisenhower é a prova de que esse homem sempre foi um grande ator. Ele apenas escolheu, durante boa parte da carreira, os papéis errados. Pressão é diferente, é tenso, é inteligente e encontrou uma maneira muito interessante de contar uma história que o cinema já contou inúmeras vezes. Eu recomendo demais.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Desliguem os celulares e excepcional diversão.</strong></p>
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		<title>Gonzaguinha: Suzanna Lira constrói retrato de um personagem peculiar da música brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruno Giacobbo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gonzaguinha, o novo documentário da cineasta Susanna Lira, investe principalmente naquela fórmula de usar imagens de arquivo e narração em off. Por incrível que pareça, não há nenhum depoimento atual. Não há uma pessoa que tenha conhecido Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior falando sobre o músico, que faleceu precocemente, aos 45 anos, vitimado por um [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Gonzaguinha</em>, o novo documentário da cineasta Susanna Lira, investe principalmente naquela fórmula de usar imagens de arquivo e narração em off. Por incrível que pareça, não há nenhum depoimento atual. Não há uma pessoa que tenha conhecido Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior falando sobre o músico, que faleceu precocemente, aos 45 anos, vitimado por um acidente de carro em 1991. Uma receita batida que visa construir um mosaico e, surpreendentemente, funciona muito bem. Apesar de ser filho do nordestino Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, Gonzaguinha é retratado como um típico malandro carioca. Nascido no Morro de São Carlos, no Estácio, na Zona Central do Rio de Janeiro, ele é aquela figura que desce o morro para ganhar a vida. E isso é alimentado pelo próprio discurso do personagem-título, que fala que, na rua, as pessoas precisam aprender a se virar, a sobreviver, sempre dando um jeito. Não, isso não é apologia a cometer pequenos delitos ou a praticar ilegalidades. Claro que não. É aquela coisa do jeitinho brasileiro, como escrevi anteriormente, do malandro carioca: faço o que for preciso, dentro da lei, para ganhar a vida.</p>



<p class="has-text-align-center">Diferentemente de outros malandros, Gonzaguinha tinha um dom. Ele não era filho de quem era à toa. A música estava no seu sangue. E estava no seu sangue por parte de pai, por parte de mãe, Odaléa, uma cantora de boate que não pôde criá-lo, e também por parte de seu padrinho, Henrique Xavier. Ainda pequeno, Gonzaguinha foi entregue pela mãe aos compadres Dona Dita e Seu Henrique. Foram eles os verdadeiros pais do protagonista. Henrique era músico, dava aulas de violão e incentivou o filho adotivo a seguir essa carreira. Uma das coisas mais interessantes do documentário é que, ao longo de seus 78 minutos, a obra é toda pontuada por músicas, e a diretora teve a preocupação de colocar as datas de cada canção.&nbsp;<em>O Que Será</em>, de 1974,&nbsp;<em>Como o Dia Nascerá</em>, de 1978,&nbsp;<em>Recado</em>, de 1979,&nbsp;<em>Achados e Perdidos</em>, de 1980,&nbsp;<em>Eu Queria Apenas que Você Soubesse</em>, de 1981 e por aí vai. Escrevi as músicas em ordem cronológica, mas no filme elas não estão dispostas assim. De qualquer forma, mesmo não seguindo uma ordem cronológica e linear rigorosa, elas servem para pontuar os diversos momentos da carreira do protagonista, que não só foi um grande músico, mas também uma figura peculiar.</p>



<p class="has-text-align-center">Chamam a atenção em&nbsp;<em>Gonzaguinha</em>&nbsp;duas cenas que abordam passagens interessantes da carreira do músico. Uma delas é quando ele reencontra o pai nos palcos e cantam juntos. Esse é o momento em que os dois ensaiam uma reaproximação. E aí o interessante é que Luiz Gonzaga se ressentia um pouco do filho por ele não ser um músico do mesmo estilo. Gonzaguinha, então, diz: &#8220;Bom, se você quisesse que eu fosse como você, que você tivesse me criado, coisa que não aconteceu.&#8221; Já na outra passagem, uma censora do regime militar chamada Marina implica com a palavra &#8220;Maracanã&#8221; presente na música&nbsp;<em>Geraldinos e Arquibaldos</em>, de 1978. Estupefato, o protagonista pergunta para ela: &#8220;Mas como assim a palavra Maracanã é um problema?&#8221; Ela responde que sim, que era um problema. E ele devolve: &#8220;Você já foi ao Maracanã alguma vez na sua vida?&#8221; Ela retruca: &#8220;Não, nunca fui.&#8221; Aí estava o problema. E antes que a censora falasse mais alguma coisa, Gonzaguinha vira e diz: &#8220;Olha só, eu censuro a minha própria música. Chega, acabou, deixa aqui. Eu censuro essa música.&#8221; É óbvio que depois a canção acabou sendo liberada e se tornou um dos sucessos do cantor.</p>



<p class="has-text-align-center">Por fim, eu queria dizer que <em>Gonzaguinha</em> não é composto só de imagens de arquivo formando um mosaico, como destaquei no início da crítica. O ator André Dale aparece interpretando o personagem-título em uma reprodução de uma entrevista ao jornal Pasquim, em que o músico foi sabatinado por dois jornalistas do veículo. A dramatização dessa sabatina é muito boa e é inclusive por meio dela que temos acesso às duas passagens descritas acima, com o pai e a censora. A interpretação do ator é tão crível que qualquer um que já tenha visto Gonzaguinha alguma vez na vida, na tela ou em imagens de arquivo — e a gente vê várias delas aqui — percebe que Dale está a cara do músico. Dá até para confundir, gerando um bug no nosso sistema.</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Gonzaguinha</em>, de Susanna Lira, é uma das ótimas estreias da semana. Um documentário que, mesmo escolhendo uma fórmula aparentemente simples, consegue construir um retrato muito interessante de um personagem peculiar da música brasileira. Longe de ser um problema, a ausência de depoimentos atuais acaba sendo um trunfo por prescindir das habituais muletas desse gênero fílmico. As imagens de arquivo, a narração e, principalmente, as próprias palavras de Gonzaguinha constroem esse mosaico e permitem que o próprio personagem conte a sua história. Já a interpretação de André Dale é um plus valioso. E quando um documentário consegue fazer tudo isso de maneira tão eficiente, a simplicidade da fórmula deixa de ser uma mera limitação e passa a ser uma das suas maiores qualidades. Eu certamente recomendo para vocês.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Desliguem os celulares e ótima diversão.</strong></p>
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		<title>Idiotas: Macon Blair leva as telas uma road trip incendiária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Macon Blair é um grande ator que surgiu de uma parceria com o diretor Jeremy Saulnier. Juntos, eles estavam juntos em&#160;Blue Ruin, belo drama extremamente independente estadunidense de 13 anos atrás, e logo depois chamaram atenção em&#160;Green Room, igualmente independente mas ligado ao horror, o que fez a popularidade de ambos aumentar. Em 2017, ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Macon Blair é um grande ator que surgiu de uma parceria com o diretor Jeremy Saulnier. Juntos, eles estavam juntos em&nbsp;<em>Blue Ruin</em>, belo drama extremamente independente estadunidense de 13 anos atrás, e logo depois chamaram atenção em&nbsp;<em>Green Room</em>, igualmente independente mas ligado ao horror, o que fez a popularidade de ambos aumentar. Em 2017, ele estreia como diretor em&nbsp;<em>Já Não me Sinto em Casa Nesse Mundo&nbsp;</em>e ganha a competição de Sundance, conversando de maneira muito aberta com a independência do cinema. Depois de estar no gigantesco elenco de&nbsp;<em>Oppenheimer</em>, Blair volta às origens em seu novo trabalho atrás das câmeras: não podemos dizer que&nbsp;<em>Idiotas&nbsp;</em>seja o filme que se espera, a partir de sinopse, trailer e imaginação.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Mark e Davis acabam de se conhecer em um péssimo emprego: eles levam para a internação adolescentes problemáticos cujas famílias despacharam para clínicas de reabilitação. O que eles não sabiam era que em seu primeiro trabalho juntos, iam &#8220;enfrentar&#8221; Sheridan Kimberley, o herdeiro de uma fortuna que só parecia um rapaz depressivo. Na verdade, trata-se de um furacão devastador cujas passagens policiais se avolumam, e por motivos bastante torpes. A partir dessa premissa de teor já conhecido,&nbsp;<em>Idiotas&nbsp;</em>percorre um caminho perigoso, onde sua apresentação acaba sendo o ponto mais baixo do filme, que realiza uma narrativa bem menos sossegada, ou confortável.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Quando digo a respeito da coragem de&nbsp;<em>Idiotas</em>, me refiro a um desenvolvimento cheio de risco quando gestualmente o filme poderia estar mais sossegado. O trabalho da montagem, por exemplo, que especialmente permitiu isso ao ritmo da produção.&nbsp;<em>Idiotas&nbsp;</em>abre sua demanda de uma forma conhecida, apresentando tais personagens, tanto protagonistas quanto o reconhecido coadjuvante-chave, e mostrando que o humor tem um cadenciamento próprio. Após uma zona de risos conhecidos em ideias mais esperadas, o filme vai gradativamente abandonando o que é seu espaço de conforto, não para simplesmente inovar sua narrativa, não é isso. O filme se distancia de um material mais reconhecível, e com isso, sua previsibilidade é posta à prova.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">A partir de então, tudo é ressignificado, como a própria atuação coletiva de seus atores. Dave Franco  (<em>Vizinhos</em>) é um ator naturalmente divertido, não parecia exatamente inspirado desde sua primeira aparição, com movimentações seguras em cena; quando percebemos, o ator perdeu a rede de proteção e adquire um olhar mais inusitado. O mesmo pode ser dito de O&#8217;Shea Jackson Jr. (de <em>Straight Outta Compton</em>), que também desvia sua rota de intenções para perder sua performance cheia de cálculos, incluindo uma insegurança dramática no lugar de destaque. Mas é Mason Thames quem, uma vez mais, prova que não pode ser ignorado; o jovem protagonista de <em>O Telefone Preto</em>, que nos apavora desde lá, aqui mostra uma linha cinzenta de atuação, carregada de possibilidades desconcertantes. </p>



<p class="has-text-align-center">A entrada em cena de coadjuvantes bastante fora da casinha também amplia os horizontes do filme, desde a discreta passagem do diretor do filme até a dupla formada por Kiernan Shipka (de&nbsp;<em>Twisters</em>) e Lynn Wanlass, chegando ao conceito arriscadíssimo trio Peter Dinklage, Melanie Loren e Nicholas Braun. Talvez resida nessa aparição, que é apresentada de uma forma óbvia para ser desconstruída, que&nbsp;<em>Idiotas&nbsp;</em>apresente ir além do seu potencial até ali. Nada disso é colorido de uma maneira a mudar os padrões que o filme apresentava até então, tornando essas definições mais orgânicas esteticamente, e seus resultados mais sutis, embora perceptíveis.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Blair, enquanto autor, é o principal responsável por essa natureza toma forma de uma maneira silenciosa, para então&nbsp;<em>Idiotas&nbsp;</em>encontrar seu rumo verdadeiramente autoral. Ainda que essa chave esteja em lugar explícito, o filme tem a segurança de movimentar tais peças tão discretamente, que o combo da produção é vendido dentro de um aspecto orgânico, transformando toda a obra. Sua trajetória segue olhando para uma classe de trabalhadores desvalidos da América, para amplificar sua voz para todos os desgarrados de um país que parece naufragar em sua fúria, até perder a identidade. É uma espécie de selvageria controlada, exatamente como toda a nação parece se deslocar; a barbárie de boutique, onde todos podem pirar, até certo ponto.&nbsp;</p>
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		<title>Minha Melhor Amiga: Ingrid Guimarães e Mônica Martelli levam sua amizade para os cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Carbone]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os anos passam, os milhões de espectadores são computados, e nada diminui o ranço/má vontade da crítica especializada brasileira para com a comédia popular nacional. Particularmente, analiso filmes protagonizados por Leandro Hassum e Maurício Manfrini com igual rigor (e, creio, discernimento) que os dirigidos por André Novais Oliveira ou Kleber Mendonça Filho. Isso me fez, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Os anos passam, os milhões de espectadores são computados, e nada diminui o ranço/má vontade da crítica especializada brasileira para com a comédia popular nacional. Particularmente, analiso filmes protagonizados por Leandro Hassum e Maurício Manfrini com igual rigor (e, creio, discernimento) que os dirigidos por André Novais Oliveira ou Kleber Mendonça Filho. Isso me fez, ao longo dos anos, criar uma relação não apenas cordial, como respeitosa e até mesmo carinhosa, com a filmografia de Susana Garcia. Ela é a cineasta que mais levou público ao cinema nos últimos anos, e creio que já esteja na rota de se tornar a maior da História. Filmes como&nbsp;<em>Minha Irmã &amp; Eu</em>,&nbsp;<em>Minha Mãe é uma Peça 3&nbsp;</em>e principalmente&nbsp;<em>Minha Vida em Marte&nbsp;</em>nos colocam em lugares que coadunam a diversão desbragada com um sendo genuíno de afeto, uma sensibilidade espontânea para o encontro.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center"><em>Minha Melhor Amiga </em>continua a saga dos &#8216;minhas&#8217; de Garcia, e seus esforços aqui parecem ainda mais comunicáveis com um caráter abrangente de identificação pessoal. Todos os seus filmes tratam de parcerias estabelecidas não apenas com o público, mas entre os elementos de cena; inadvertidamente, é a amizade e os laços ancestrais que unem os seres que irão calibrar suas narrativas. Esse, em particular, não é um projeto qualquer, mas um pedido do público à suas estrelas centrais, Ingrid Guimarães e Mônica Martelli, em desejar ter também para si uma amizade tão forte e tão intensa quanto as redes sociais de ambas descreveram. O resultado em tela é um híbrido curioso, porque elas reproduzem muitas histórias que acompanhamos pelo Instagram, resultado das viagens que testemunhamos entre elas e suas filhas verdadeiras. </p>



<p class="has-text-align-center">Podendo parecer exagerado, em termos de conceito, não é muito diferente do olhar que os cineastas iranianos aplicaram em sua cinematografia dos anos 90 para cá, quando as curiosidades (<em>Close-Up</em>) e horrores (<em>A Maçã</em>) foram reproduzidos nas telas, sistematicamente, entre os personagens que os viveram. Em&nbsp;<em>Minha Melhor Amiga</em>, no entanto, há também o vetor ficcional que permite que também possamos descobrir Clara e Julia, não coincidentemente o nome de batismo de suas filhas na vida real. Esse é mais um dado que entrelaça cinema, realidade, afeto construído durante os últimos 30 anos para parecer refrescante na tela, humor e emoção, como é a estrutura tradicional de Garcia. Uma cineasta que descobriu uma fórmula certeira ao lado de seus parceiros mais frequentes (ao lado de Mônica e Ingrid, o eterno Paulo Gustavo) para arrastar o público a um turbilhão de reconhecimento e reflexão, que provoca e diverte enquanto arma seu campo de sedução.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Na receita está um elemento que cada vez mais é peça fundamental de sua obra, os valores de produção &#8211; e por trás disso existe uma ideia de resistência. Porque o Cinema de (somente) aparência descartável não pode agregar grandes valores em seu orçamento, se no Brasil é exatamente ele o responsável por fazer retornar os grandes lucros, a despeito das exceções&nbsp;<em>Ainda Estou Aqui&nbsp;</em>e&nbsp;<em>O Agente Secreto</em>?&nbsp;<em>Minha Melhor Amiga&nbsp;</em>não tem vergonha de esbanjar seus valores de produção, e assim entregar um filme esteticamente atraente para o espectador médio, embora sim, aqui e ali soe demasiadamente asseado. No entanto, também foi esse mesmo orçamento que permite um filme rodado mais de 50% no exterior, especificamente Portugal e Espanha, e tudo isso soe legítimo, de construção narrativa naturalizada.</p>



<p class="has-text-align-center">Apesar do capricho, é com o que constroem Clara e Julia/Ingrid e Mônica, que o filme acaba afetando quem assiste mais frontalmente. Ainda que exista um jogo de roteiro bastante tradicional (ou seja, acontece sim uma briga no segundo ato, que vai servir para reforçar o amor que uma sente pela outra),&nbsp;<em>Minha Melhor Amiga&nbsp;</em>conta com a cumplicidade de quem assiste, e ela vem fácil se o público se deixar levar. Muito mais focado na relação entre duas mulheres de 50 anos que estão descobrindo forças e fraquezas, e tentando equalizar suas potências íntimas, o que deveria (ou poderia?) ter sido investido na história entre quatro personagens é deslocado para apenas as suas protagonistas, deixando os tipos adolescentes a cargo da narrativa de suas mães. Nada que forneça material contrário às suas aplicações, apenas o relevo das personagens mais jovens e mesmo seus conflitos só fazerem sentido para atender às demandas narrativas das duas amigas.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Isso tudo e uma já esperada homenagem a Paulo Gustavo (e a garantia de Susana de que todos os seus filmes o homenagearão) carregam para dentro de&nbsp;<em>Minha Melhor Amiga&nbsp;</em>uma sensação agridoce coletiva, que promove a felicidade plena de encontros primordiais mas também observa a passagem do tempo sem ranhura. A gangorra que funciona entre as atrizes também revela suas qualidades, e eleva ainda mais os predicados infinitos de Martelli, que carrega espontaneidade, alguma parvalhice verbal e um coração absurdamente grande, explícito na tela. Tudo que está em Martelli ou é acessado por ela, contém ainda mais veracidade emocional e sua capacidade de nos fazer convencer do que ela está sentindo e verbalizando é um dos méritos de qualquer filme que a tenha no elenco. Aqui, Ingrid encontra nesse esquema de gangorra um potencializador de suas capacidades, mostrando um filme que sobrevive às suas ausência, mais uma vez, com explosões de afeto indiscriminadas.&nbsp;</p>
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		<title>Kwai estreia licenciamento de mininovelas como novo formato comercial para marca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Kwai, app de compartilhamento e criação de vídeos curtos, anuncia o KCL (Kwai Content Licensing), novo produto da unidade de negócios Kwai for Business que permite a marcas licenciar conteúdos originais do TeleKwai, formato de mininovelas da plataforma, para utilização em estratégias de marketing e comunicação.  O KCL representa uma evolução na estratégia comercial do Kwai for [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">O Kwai, app de compartilhamento e criação de vídeos curtos, anuncia o KCL (Kwai Content Licensing), novo produto da unidade de negócios Kwai for Business que permite a marcas licenciar conteúdos originais do TeleKwai, formato de mininovelas da plataforma, para utilização em estratégias de marketing e comunicação. </p>



<p class="has-text-align-center">O KCL representa uma evolução na estratégia comercial do Kwai for Business. Pela primeira vez, parceiros poderão utilizar os ativos de entretenimento desenvolvidos dentro do ecossistema da plataforma, com conteúdos produzidos por criadores de diferentes tamanhos e categorias. Inicialmente, o licenciamento abrange episódios únicos das mininovelas do TeleKwai, formato que ajudou a popularizar as novelas verticais no Brasil e que se consolidou como um dos principais pilares da plataforma. Futuramente, outros tipos de conteúdo também estarão disponíveis.</p>



<p class="has-text-align-center">O modelo opera em regime não exclusivo, em que o mesmo conteúdo pode ser licenciado por diferentes marcas simultaneamente, com pagamento único e sem revenue share. Marcas podem utilizar os conteúdos em qualquer canal digital, inclusive redes sociais, por até três meses.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Estamos transformando conteúdos que nasceram para engajar nossa comunidade em oportunidades concretas para as marcas. O licenciamento representa uma nova etapa dessa jornada, permitindo que anunciantes se associem a formatos e narrativas que já possuem conexão genuína com o público&#8221;, afirma Renan Kfouri, head de indústria, varejo e e-commerce do Kwai For Business.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Com 60 milhões de usuários ativos mensais no Brasil e tempo médio de uso de 75 minutos por dia, o Kwai reúne uma audiência engajada em formatos de entretenimento que já fazem parte da rotina de consumo de conteúdos no país. O licenciamento dessas produções permite que marcas incorporem em seus próprios canais narrativas que tiveram destaque e bons números de engajamento na plataforma, sem a necessidade de produzir conteúdo do zero.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O lançamento amplia o conjunto de soluções comerciais oferecidas pelo Kwai for Business, que já conecta marcas, criadores e audiência por meio de soluções de publicidade, branded content e live commerce.</p>
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		<title>Mostra Noir no Estação Claro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 14:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Mostras de Cinemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 9 a 16 de setembro, o Estação Claro abre as suas portas, coloca os seus chapéus e começa a sua investigação de um dos períodos mais misteriosos, sexys e arrepiantes da produção cinematográfica americana: na Mostra Noir. Serão exibidas 14 obras-primas dirigidas por alguns dos grandes mestres da história do cinema. Os ingressos estão [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">De 9 a 16 de setembro, o Estação Claro abre as suas portas, coloca os seus chapéus e começa a sua investigação de um dos períodos mais misteriosos, sexys e arrepiantes da produção cinematográfica americana: na Mostra Noir. Serão exibidas 14 obras-primas dirigidas por alguns dos grandes mestres da história do cinema.</p>



<p class="has-text-align-center">Os ingressos estão disponíveis nas bilheterias e no @ingressocom.  </p>



<p class="has-text-align-center">confira os  filmes da mostra:</p>



<p class="has-text-align-center">Amar Foi Minha Ruína (John M. Stahl, 1945), com 110 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Os Assassinos (Robert Siodmak, 1946), com 103 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Prisioneiro do Passado (Delmer Daves, 1947), com 106 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Amarga Esperança (Nicholas Ray, 1948), com 95 min.</p>



<p class="has-text-align-center">O Terceiro Homem (Carol Reed, 1949), com 104 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Sombras do Mal (Jules Dassin, 1950), com 96 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Cúmplice das Sombras (Joseph Losey, 1951), com 93 min.</p>



<p class="has-text-align-center">O Mundo Odeia-Me (Ida Lupino, 1953), com 71 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Os Corruptos (Fritz Lang, 1953), com 89 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Anjo do Mal (Samuel Fuller, 1953), com 80 min.</p>



<p class="has-text-align-center">A Morte Num Beijo (Robert Aldrich, 1955), com 106 min.</p>



<p class="has-text-align-center">O Grande Golpe (Stanley Kubrick, 1956), com 85 min.</p>



<p class="has-text-align-center">A Embriaguez do Sucesso (Alexander Mackendrick, 1957), com 96 min.</p>



<p class="has-text-align-center">A Marca da Maldade (Orson Welles, 1958), com 111 min.</p>



<p class="has-text-align-center">Programação da Mostra (Estação Rio):</p>



<p class="has-text-align-center">Quarta, 09/09:</p>



<p class="has-text-align-center">21h &#8211; O Grande Golpe (Stanley Kubrick, 1956)</p>



<p class="has-text-align-center">Quinta, 10/09:</p>



<p class="has-text-align-center">15h &#8211; Os Corruptos (Fritz Lang, 1953)</p>



<p class="has-text-align-center">16h50 &#8211; A Embriaguez do Sucesso (Alexander Mackendrick, 1957)</p>



<p class="has-text-align-center">18h50 &#8211; O Terceiro Homem (Carol Reed, 1949)</p>



<p class="has-text-align-center">21h &#8211; A Marca da Maldade (Orson Welles, 1958)</p>



<p class="has-text-align-center">Sexta, 11/09:</p>



<p class="has-text-align-center">15h &#8211; Os Assassinos (Robert Siodmak, 1946)</p>



<p class="has-text-align-center">17h05 &#8211; O Grande Golpe (Stanley Kubrick, 1956)</p>



<p class="has-text-align-center">18h50 &#8211; Amar Foi Minha Ruína (John M. Stahl, 1945)</p>



<p class="has-text-align-center">21h &#8211; A Morte Num Beijo (Robert Aldrich, 1955)</p>



<p class="has-text-align-center">Sábado, 12/09:</p>



<p class="has-text-align-center">11h &#8211; Prisioneiro do Passado (Delmer Daves, 1947)</p>



<p class="has-text-align-center">13h &#8211; O Terceiro Homem (Carol Reed, 1949)</p>



<p class="has-text-align-center">15h05 &#8211; O Mundo Odeia-Me (Ida Lupino, 1953)</p>



<p class="has-text-align-center">16h35 &#8211; Amarga Esperança (Nicholas Ray, 1948)</p>



<p class="has-text-align-center">18h30 &#8211; Anjo do Mal (Samuel Fuller, 1953)</p>



<p class="has-text-align-center">20h10 &#8211; Os Corruptos (Fritz Lang, 1953)</p>



<p class="has-text-align-center">22h &#8211; Os Assassinos (Robert Siodmak, 1946)</p>



<p class="has-text-align-center">Domingo, 13/09:</p>



<p class="has-text-align-center">11h &#8211; Sombras do Mal (Jules Dassin, 1950)</p>



<p class="has-text-align-center">13h &#8211; O Grande Golpe (Stanley Kubrick, 1956)</p>



<p class="has-text-align-center">14h45 &#8211; A Marca da Maldade (Orson Welles, 1958)</p>



<p class="has-text-align-center">16h55 &#8211; A Morte Num Beijo (Robert Aldrich, 1955)</p>



<p class="has-text-align-center">19h05 &#8211; Cúmplice das Sombras (Joseph Losey, 1951)</p>



<p class="has-text-align-center">21h &#8211; A Embriaguez do Sucesso (Alexander Mackendrick, 1957)</p>



<p class="has-text-align-center">Segunda, 14/09:</p>



<p class="has-text-align-center">15h &#8211; Anjo do Mal (Samuel Fuller, 1953)</p>



<p class="has-text-align-center">16h50 &#8211; O Terceiro Homem (Carol Reed, 1949)</p>



<p class="has-text-align-center">19h &#8211; Amarga Esperança (Nicholas Ray, 1948)</p>



<p class="has-text-align-center">Terça, 15/09:</p>



<p class="has-text-align-center">15h &#8211; A Embriaguez do Sucesso (Alexander Mackendrick, 1957)</p>



<p class="has-text-align-center">17h &#8211; Os Corruptos (Fritz Lang, 1953)</p>



<p class="has-text-align-center">18h55 &#8211; Sombras do Mal (Jules Dassin, 1950)</p>



<p class="has-text-align-center">21h &#8211; Prisioneiro do Passado (Delmer Daves, 1947)</p>



<p class="has-text-align-center">Quarta, 16/09:</p>



<p class="has-text-align-center">15h &#8211; Amar Foi Minha Ruína (John M. Stahl, 1945)</p>



<p class="has-text-align-center">17h10 &#8211; A Marca da Maldade (Orson Welles, 1958)</p>



<p class="has-text-align-center">19h25 &#8211; O Mundo Odeia-Me (Ida Lupino, 1953)</p>



<p class="has-text-align-center">21h &#8211; Cúmplice das Sombras (Joseph Losey, 1951)</p>



<p class="has-text-align-center">Programação da Mostra (Estação Gávea):</p>



<p class="has-text-align-center">Quarta, 09/09:</p>



<p class="has-text-align-center">21h &#8211; O Grande Golpe (Stanley Kubrick, 1956)</p>



<p class="has-text-align-center">Exibição do curta-metragem brasileiro &#8220;We, Brothers&#8221;, de Renata Jones</p>



<p class="has-text-align-center">Quinta, 10/09:</p>



<p class="has-text-align-center">19h &#8211; O Grande Golpe (Stanley Kubrick, 1956)</p>



<p class="has-text-align-center">Sexta, 11/09:</p>



<p class="has-text-align-center">19h &#8211; Amarga Esperança (Nicholas Ray, 1948)</p>



<p class="has-text-align-center">Sábado, 12/09:</p>



<p class="has-text-align-center">11h &#8211; A Marca da Maldade (Orson Welles, 1958)</p>



<p class="has-text-align-center">19h &#8211; A Embriaguez do Sucesso (Alexander Mackendrick, 1957)</p>



<p class="has-text-align-center">Domingo, 13/09:</p>



<p class="has-text-align-center">11h &#8211; Amar Foi Minha Ruína (John M. Stahl, 1945)</p>



<p class="has-text-align-center">19h &#8211; O Terceiro Homem (Carol Reed, 1949)</p>



<p class="has-text-align-center">Segunda, 14/09:</p>



<p class="has-text-align-center">16h30 &#8211; Os Assassinos (Robert Siodmak, 1946)</p>



<p class="has-text-align-center">Terça, 15/09:</p>



<p class="has-text-align-center">17h20 &#8211; A Morte Num Beijo (Robert Aldrich, 1955)</p>



<p class="has-text-align-center">Quarta, 16/09:</p>



<p class="has-text-align-center">19h &#8211; Os Corruptos (Fritz Lang, 1953)</p>
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		<title>&#8220;A Ilha Esquecida&#8221; terá sessões antecipadas na Semana do Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rota Cult]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 12:37:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A nova animação da DreamWorks e Universal Pictures, “A Ilha Esquecida” (Forgotten Island), terá sessões antecipadas exclusivamente para a Semana do Cinema de 2026 – que acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. O público de todo o Brasil poderá assistir ao longa antes da estreia oficial, em 24 de setembro. Com produção de Mark Swift e direção de Joel Crawford e&#160;Januel&#160;Mercado, time indicado ao&#160;Oscar&#160;por “Gato de Botas [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">A nova animação da DreamWorks e Universal Pictures, “A Ilha Esquecida” <em>(Forgotten Island),</em> terá sessões antecipadas exclusivamente para a Semana do Cinema de 2026 – que acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. O público de todo o Brasil poderá assistir ao longa antes da estreia oficial, em 24 de setembro.</p>



<p class="has-text-align-center">Com produção de Mark Swift e direção de Joel Crawford e&nbsp;Januel&nbsp;Mercado, time indicado ao&nbsp;<em>Oscar</em>&nbsp;por “Gato de Botas 2: O Último Pedido”,&nbsp;o longa&nbsp;retrata de maneira sensível e divertida&nbsp;uma história de amizade, amadurecimento e&nbsp;preservação de memórias.&nbsp;A trama acompanha&nbsp;Jo&nbsp;e Raissa,&nbsp;melhores&nbsp;amigas de infância prestes a seguir caminhos distintos, que&nbsp;sempre quiseram ir à Ilha Esquecida.&nbsp;Quando chegam lá, descobrem que suas memórias são o preço para voltar para casa. Agora,&nbsp;elas precisam correr contra o tempo para encontrar uma maneira de deixar a ilha antes que se esqueçam uma da outra e de sua amizade de toda a vida.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">O longa ainda apresenta um elenco de vozes originais estelar, com H.E.R., sensação musical vencedora do <em>Oscar </em>e do <em>Grammy</em>, e Liza Soberano, de “Lisa Frankenstein”, além de Dave Franco, de “O Estúdio”. Completam ainda o time, Jenny Slate, de “Marcel, a Concha de Sapatos”, Manny Jacinto, de “The Good Place”, a indicada ao <em>BAFTA </em>Dolly de Leon, de “Triângulo da Tristeza”, a estrela de comédia Jo Koy, de “Mansão Mal-Assombrada&#8221;, e o vencedor do <em>Emmy </em>Ronny Chieng, de “M3GAN”, e a vencedora do <em>Tony </em>Lea Salonga. </p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Serviço&nbsp;“Semana do Cinema”:</strong>&nbsp;<br>Em todos os cinemas associados a ABRAPLEX e FENEEC e outros participantes.&nbsp;<br>Data: de 10&nbsp;a 16 de setembro&nbsp;<br>Preço dos ingressos: R$ 10,00 (matinê até às 17h) e R$ 12 (demais horários)&nbsp;</p>
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		<title>Viki traz novos lançamentos para setembro</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 16:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com os dias ficando mais longos e o clima mais ameno, setembro traz muitos motivos para ficar ligado na Viki. A programação conta com K-dramas, C-dramas, J-dramas e muito mais, oferecendo opções para todos os tipos de fãs de entretenimento asiático.&#160; Um dos destaques do mês é a tão aguardada estreia de Dive Into You, uma [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Com os dias ficando mais longos e o clima mais ameno, setembro traz muitos motivos para ficar ligado na Viki. A programação conta com K-dramas, C-dramas, J-dramas e muito mais, oferecendo opções para todos os tipos de fãs de entretenimento asiático.<br>&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">Um dos destaques do mês é a tão aguardada estreia de <em>Dive Into You</em>, uma produção original do Viki que já gerou bastante expectativa entre os fãs no início do ano. Com a chegada do título à plataforma, todos terão a oportunidade de conferir o motivo de tanta empolgação e descobrir um dos lançamentos mais esperados da temporada do Viki.</p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.viki.com/tv/41640c-blossom-through-the-cloud#episodes" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><u>Além das nuvens (China)</u></strong></a><strong> &#8211; 31 de agosto</strong> &#8211; A comissária de bordo Ruan Si Xian (Liu Xie Ning), da Hengshi Airlines, sonha em voar e espera se tornar piloto por meio do programa de treinamento interno da companhia. No entanto, a empresa cancela o benefício de repente, deixando-a arrasada. Si Xian decide confrontar Fu Ming Yu (Wei Zhe Ming), vice-presidente da companhia, mas um mal-entendido entre os dois a leva a pedir demissão. Determinada a seguir seu sonho, Si Xian decide continuar os estudos por conta própria e ingressa em uma escola de aviação para obter a licença de piloto. Três anos depois, ela retorna à Hengshi como piloto, contratada pessoalmente por Ming Yu, que agora é o CEO. Enquanto lutam para alcançar seus objetivos profissionais, os dois encontram apoio um no outro. Será que essa parceria se transformará em algo mais? Esta obra é uma adaptação do romance &#8220;Jiang Luo Wo Xin Shang&#8221;, de Qiao Yao.</p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.viki.com/tv/40574c-love-is-better-the-second-time-around#about" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><u>O amor é melhor na segunda vez (Japão)</u></strong></a><strong> &#8211; 2 de setembr</strong>o &#8211; O jornalista Akihiro Miyata (Makoto Hasegawa) pede para o professor universitário Takashi Iwanaga (Robin Furuya) escrever uma coluna para sua revista, mas acaba descobrindo que ele é seu ex-namorado e colega de turma do ensino médio. Na época, Takashi e Akihiro sonhavam em fugir juntos, mas acabaram amadurecendo e trilhando caminhos separados, com Akihiro seguindo em frente com uma namorada e uma carreira exigente. Enquanto Takashi vê essa oportunidade de reencontro como uma oportunidade para tentar reacender a antiga amizade dos dois, Akihiro quer apenas manter as coisas profissionais entre eles. Porém, quando antigas emoções começam a vir à tona, ele terá dificuldades para manter o mesmo foco. Esta série de drama BL japonesa de 2024 foi baseada em um mangá de Keiko Kinoshita e dirigida por Yasukawa Yuka.</p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.viki.com/tv/41575c-the-write-one#episodes" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><u>Escrito pelo destino (Filipinas)</u></strong></a><strong> &#8211; 4 de setembro</strong> Anos atrás, o escritor Liam (Ruru Madrid) e a ex-atriz Joyce (Bianca Umali) acreditavam que o amor era suficiente para manter o relacionamento. Infelizmente, a carreira decadente de Liam o tornou amargurado, enquanto Joyce, que abandonou o sonho de ser atriz para criar o filho, se sente presa e abandonada. Mas tudo muda quando Liam descobre uma máquina de escrever antiga com o poder de reescrever sua realidade. Da noite para o dia, ele se torna um diretor criativo de sucesso, noivo da bela, porém manipuladora, Via (Mikee Quintos), enquanto Joyce se transforma em uma estrela glamorosa e independente, cortejada pelo advogado dedicado e confiável, Hans (Paul Salas). Quando suas vidas se cruzam nessa nova linha do tempo, Liam se depara com a magnitude de sua decisão. Será que ele conseguirá corrigir suas alterações, ou ficará preso na fantasia que pensava desejar?</p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.viki.com/tv/41622c-school-trip-joined-a-group-im-not-close-to#episodes" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><u>Viagem Escolar: Fui Parar num Grupo que Não Sou Próximo</u></strong></a><strong> (Japão) &#8211; 4 de setembro</strong> Ao iniciar seu segundo ano do ensino médio, Asahi Hioki (Kodai Fujimoto) se vê sozinho em uma nova turma, separado de seus amigos mais próximos. Quando chega a hora de escolher os grupos para a viagem escolar, ele não tem a quem recorrer, mas é inesperadamente convidado para um grupo por um colega do ensino fundamental. Asahi acaba entre os quatro garotos mais populares da escola, para sua grande confusão, já que não está acostumado a receber tanta atenção. Ainda mais confuso é o aumento da atenção de Tsukasa Watarai (Hideyoshi Kan), um dos quatro, que parece ter um interesse especial por Asahi. Sem perceber, Asahi se aproxima de Tsukasa – e não sabe o que fazer com seus sentimentos crescentes. Este drama foi adaptado do romance homônimo de Uzura Kakuregi.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Project Loki (Filipinas) &#8211; 4 de setembr</strong>o Quando a problemática estudante transferida Lorelei Rios (Jayda Avanzado) se muda para um novo apartamento, ela se vê dividindo o imóvel com o brilhante, porém distante, colega Loki Mendez (Dylan Menor). Embora os dois inicialmente se desentendam devido às suas personalidades fortes, eles são forçados a deixar suas diferenças de lado quando um misterioso admirador secreto os arrasta para uma teia de crimes no campus. Relutantemente, Lorelei se junta ao Clube QED de Loki como cronista oficial e logo percebe que a Universidade Clark está repleta de perigos. Lorelei e Loki se deparam com assassinatos, casos de perseguição e muito mais, enquanto tentam descobrir a identidade de um misterioso mentor – e lidam com conflitos interpessoais ao longo do caminho. Conseguirão Lorelei e Loki desvendar essas conspirações sombrias antes que ainda mais estudantes se machuquem? Este drama foi adaptado da série de web novels de mesmo nome, escrita por AkoSiIbarra.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>The Last Oath (Hong Kong) &#8211; 4 de setembro</strong> Em um mundo devastado por um vírus zumbi mortal, a humanidade se vê presa em uma luta de poder entre duas gigantes farmacêuticas corruptas que buscam dominar o mundo sob o pretexto do desenvolvimento de vacinas. O estudante universitário Lin Zai (Chen Liang) foi particularmente afetado, perdendo seus pais e seu irmão mais novo. Inesperadamente, Lin Zai descobre que é imune a mordidas de zumbis, tornando-se um recurso valioso para os poderosos. Quando Lin Zai resgata Ah Lie (Chen Ming Hao), um agente especial que deveria estar caçando-o, um laço improvável se forma e logo se torna mais íntimo do que qualquer um deles esperava. Enquanto navegam por um mundo implacável e lealdades conflitantes, Lin Zai e Ah Lie terão que fazer escolhas impossíveis que levarão seu amor ao limite.</p>



<p><a href="https://www.viki.com/tv/41689c-heaven-officials-blessing?locale=pt#episodes" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><u>Heaven Official&#8217;s Blessing</u></strong></a><strong> (China) &#8211; 4 de setembro</strong> Oitocentos anos atrás, Xie Lian era o Príncipe Herdeiro do Reino de Xianle. Amado por seus súditos, era considerado o queridinho dos céus. Ascendeu aos céus aos 17 anos, mas, devido a circunstâncias infelizes, retornou ao reino mortal. Anos depois, ascendeu novamente, apenas para ser banido poucos minutos após sua ascensão. Agora, oitocentos anos depois, Xie Lian ascende aos céus mais uma vez, desta vez sem seguidores ou oferendas. Ao retornar de uma coleta de sucata, acolhe um jovem misterioso, que se revela ser Hua Cheng, o rei fantasma temido há muito tempo pelos três reinos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>The Ordinary Jackpot (Coreia do Sul) &#8211; 10 de setembr</strong>o Gong Eun Tae (Lee Jun Hyuk) leva uma vida comum como funcionário de escritório, mas está esgotado e muitas vezes sente que está apenas seguindo a rotina. Sua vida parece prestes a mudar quando ele ganha um prêmio de loteria de 1,3 bilhão de won – uma quantia significativa, mas não o suficiente para ele largar o emprego ou comprar uma casa. Eun Tae decide continuar vivendo como sempre, mas se sente muito melhor, sabendo que tem dinheiro para se apoiar, se necessário. Sem mais se limitar a fazer escolhas seguras, Eun Tae adota uma postura mais ousada no trabalho e na vida, transformando seus relacionamentos com os colegas e desestabilizando hierarquias aparentemente rígidas. Este drama foi adaptado da web novel &#8220;Lotto Winner Also Goes to Work&#8221;, de Seo In Ha.</p>



<p class="has-text-align-center"><a href="https://www.viki.com/tv/41476c-seeing-double#about" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><u>Amor em dobro (Coreia do Sul)</u></strong></a><strong> &#8211; 11 de setembro</strong> Após inúmeros encontros desconfortáveis com outros homens, Ra Ohn está determinado a evitá-los a qualquer custo. Mas, apesar de seus esforços, ele acaba atraindo a atenção de Seo Woo, um colega de classe tímido e reservado. Incapaz de se aproximar de Ra Ohn por conta própria, Seo Woo pede ao seu irmão gêmeo, Jae Woo, que flerte com ele em seu lugar. Jae Woo aceita ajudar, mas também acaba se apaixonando por Ra Ohn. Enquanto isso, Ra Ohn luta para conciliar sua aversão a se aproximar de outros homens com os sentimentos cada vez mais fortes que desenvolve por Seo Woo e por Jae Woo. Será que os irmãos conseguirão derrubar as barreiras do coração de Ra Ohn? E, se conseguirem, um deles estará destinado a ter o coração partido? Esta série animada é uma adaptação do webcomic homônimo de Lily.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Dive into You &#8211; Original do Viki! (Coreia do Sul) &#8211; 26 de setembro</strong> Na época do ensino médio, Yoon Ha Na (Kim Ji Yeon), Yoon Ha Ru (Jang Deok Su) e Jung Woo Jae (Park Seo Ham) eram muito próximos: Ha Na e Ha Ru como irmãs gêmeas, e Ha Ru e Woo Jae como competidores de judô. Já adultos, Ha Na se torna atriz e Woo Jae trabalha como seu guarda-costas, enquanto Ha Ru se torna uma atleta de judô com ranking internacional. Quando um perseguidor mata Woo Jae enquanto ele tenta proteger Ha Na, as gêmeas ficam devastadas com a morte do amigo. Mas, após um acidente de carro que as leva para o mar, elas acordam em 2010 – e nos corpos uma da outra. Ha Ru e Ha Na agora precisam lidar com suas identidades trocadas, o desejo compartilhado de manter Woo Jae vivo e as consequências de viajar constantemente no tempo – além dos sentimentos que começam a surgir entre Woo Jae e Ha Na.</p>
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		<title>O2 Play lançará filmes gratuitos no YouTube semanalmente </title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:59:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como parte de seu foco em inovação e ampliação de público para o audiovisual, a O2 Play lança a O2 Play TV. A iniciativa posiciona o canal oficial da distribuidora no YouTube como uma plataforma estratégica para disponibilizar filmes completos, com curadoria exclusiva e acesso 100% gratuito. A estreia acontece no dia 26 de agosto, [&#8230;]</p>
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<p class="has-text-align-center">Como parte de seu foco em inovação e ampliação de público para o audiovisual, a O2 Play lança a O2 Play TV. A iniciativa posiciona o canal oficial da distribuidora no YouTube como uma plataforma estratégica para disponibilizar filmes completos, com curadoria exclusiva e acesso 100% gratuito. A estreia acontece no dia 26 de agosto, com a exibição do longa-metragem Love Kills.</p>



<p class="has-text-align-center">A nova frente de exibição digital foi estruturada para responder às transformações nos hábitos de consumo audiovisual no país — em especial o crescimento do YouTube em televisores conectados (Connected TVs). A programação da O2 Play TV contará com lançamentos semanais de produções do catálogo da distribuidora, além de mostras e seleções temáticas ao longo de todo o ano.&nbsp;</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Todas as pessoas envolvidas no filme, produtores, diretores, elenco, querem ver sua produção chegar ao maior número possível de pessoas, mas muitas vezes é um desafio reverter em público e fazer a obra alcançar espectadores em todo o Brasil. Esse novo espaço no YouTube cria uma possibilidade importante de aproximar os filmes de seus públicos e fazer com que as produções continuem encontrando espectadores depois das salas de cinema. É o que queremos fazer com Love Kills&#8221;, afirma Igor Kupstas, diretor da O2 Play.</p>



<p class="has-text-align-center">Para inaugurar a O2 Play TV, o longa-metragem <em>Love Kills,</em> primeiro filme dirigido por Luiza Shelling Tubaldini, chega ao YouTube em sua segunda janela de exibição, após a estreia nos cinemas no primeiro semestre deste ano. Adaptação da <em>graphic novel</em> homônima de Danilo Beyruth, o<em> thriller</em> de romantasia é ambientado no centro de São Paulo e acompanha Helena (Thais Lago), uma jovem vampira que se envolve com o garçom Marcos (Gabriel Stauffer), levando-o a descobrir o submundo da cidade e uma perigosa rede de intrigas.</p>



<p class="has-text-align-center">&#8220;Com o crescimento do YouTube nas TVs brasileiras, os filmes se tornaram essenciais para o consumo de longa duração. Alinhada a esse movimento, a O2 se uniu a nós para lançar um projeto inédito, levando ao público filmes de alta qualidade com curadoria exclusiva e 100% gratuita direto na plataforma&#8221;, comemora Douglas Rodrigues, gerente de Parcerias do YouTube Brasil.</p>
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